Renovação de frota: saiba quando é a hora certa para investir

 

Com uma nova lei de incentivo à renovação de frota em vigor, esse é um passo que deve ser dado com bastante cautela e planejamento. 

Mas, quando é a hora certa de trocar os seus veículos?

O aumento da demanda, a garantia de segurança para os motoristas e a necessidade de modernização da frota representam grandes desafios para os gestores.

Todos esses pontos podem indicar que a sua frota precisa de renovação.

Continue lendo este artigo e entenda porque é importante investir na atualização de sua frota, assim como os 7 sinais que indicam que está na hora de renová-la. 

Boa leitura!

 

Índice:

  1. Qual a importância em fazer renovação de frota?
  2. O que diz a lei da renovação de frota?
  3. 7 indicadores de que você precisa para fazer a renovação da sua frota
  4. Vantagens de investir na renovação da sua frota
  5. Analisar o cenário antes de renovar a frota é fundamental

Qual a importância em fazer renovação de frota?

Prolongar a substituição de um veículo não reduz os custos e, geralmente, os aumenta.

Entretanto, a economia não é o único fator que torna a renovação de frota tão importante.

A manutenção do padrão de qualidade da sua empresa também ganha bastante quando os veículos da sua frota são novos. 

Isso sem falar na segurança dos seus motoristas, ativos mais importantes da sua organização.

Portanto, a pergunta não é por que é importante investir na renovação de frota, mas quando e como optar por ela.

Falaremos sobre esses pontos a seguir.

O que diz a lei da renovação de frota?

Agora os gestores devem ficar atentos para o que diz o Programa Renovar, instituído por uma lei de setembro de 2022 e com adesão voluntária.

Visando aumentar a eficiência logística no país, o programa estimula a retirada de  circulação de veículos com mais de 30 anos de fabricação.

Para isso, são previstos benefícios dos setores público e privado, como recursos para a recompra de caminhões no final da vida útil, além de produtos e serviços, como garantia estendida e seguros.

 

7 indicadores de que você precisa para fazer a renovação da sua frota

1. Desgaste dos veículos

Por mais que você se dedique em manter a manutenção e a saúde de sua frota sempre em dia, o desgaste é algo inevitável. 

Isso acontece principalmente devido ao uso contínuo de componentes, onde a substituição de peças torna-se inevitável e chega a hora de repor algum tipo de desgaste.

Nesse caso, é sempre importante considerar os custos que acompanham qualquer componente. 

Além disso, por mais resistente e confiável que seja o veículo, sua substituição é algo que deve sempre estar no planejamento estrutural de sua frota.

Pois, como dito anteriormente, seu desgaste vai acontecer de uma forma ou outra. 

A diferença é o momento em que esse desgaste vai chegar ao seu limite e será preciso aplicar a renovação de frota.

2. Despesas excessivas com manutenção

Devido ao custo, os gerentes de frota evitam a compra de novos veículos, sempre que possível. 

Entretanto, às vezes a renovação de frota vale a pena. 

Quando as despesas com manutenção e o tempo de inatividade custam mais do que o pagamento de um novo veículo, faz mais sentido parar de consertar e substituí-lo.

3. Consumo de combustível além do normal

Da mesma forma, fique atento aos veículos que consomem mais combustível que o habitual. 

Sobretudo quando o valor dos combustíveis está nas alturas, é necessário assumir uma postura analítica e verificar o impacto com os gastos com gasolina ou diesel a longo prazo.

Dessa forma, a tomada de decisão sobre a substituição daquele veículo problemático será mais assertiva.

4. Baixo valor comercial

Também é importante ficar atento sobre a depreciação da sua frota, já que a perda de valor comercial de veículos de uma frota também é algo inevitável. 

Da mesma forma que a renovação de frota é importante, repassar os seus veículos usados no momento mais propício para a compra também é.

É que a utilização contínua de uma peça aumenta consideravelmente seu desgaste, reduzindo o seu valor comercial.

Assim, por mais que você priorize a saúde dos componentes de um veículo, quando for preciso revendê-lo, ele terá um valor comercial mais baixo no mercado de peças usadas.

Por isso, fique atento ao nível de renovação de frota em sua empresa. 

Conheça os seus veículos e mantenha dados atualizados sobre o valor comercial da sua frota sempre disponíveis.

5. Uso de tecnologia ultrapassada

Acompanhar um mercado altamente competitivo com certeza não é uma tarefa fácil. 

E para dar conta de atender às demandas cada vez mais exigentes, os gestores que buscam a maximização das atividades de sua frota recorrem à tecnologia.

Dessa forma, avalie se os seus veículos estão acompanhando as mudanças tecnológicas ou possuem dispositivos que facilitem o monitoramento e segurança.

Caso o seu negócio não esteja evoluindo devido a esses motivos, então pense em investir na renovação da frota.

6. Crescimento do negócio

Você planeja expandir o negócio ou seguir uma nova direção para aumentar a sua base de clientes? 

Esses são fatores importantes a serem considerados ao decidir sobre como prosseguir com o reparo ou a substituição dos veículos da frota. 

As necessidades do seu negócio provavelmente mudarão com o tempo em resposta às demandas do mercado e dos clientes.

Por isso, mantenha-se sempre um passo à frente e incorpore a renovação de frota no seu planejamento macro.

7. Veículos não sustentáveis

A demanda por veículos sustentáveis, com baixa emissão de carbono e pelos modelos elétricos tem crescido bastante. 

Assim, seja por motivos estratégicos, exigências de mercado ou por determinações legais, é importante pensar em trocar a sua frota antiga por veículos mais sustentáveis.

Embora o custo inicial possa ser mais alto, a longo prazo, a utilização de veículos sustentáveis pode reduzir significativamente os custos de manutenção e combustível.

Além disso, os veículos sustentáveis são tecnologicamente avançados e apresentam inovações que os tornam mais eficientes, seguros e confortáveis.

 

 

Vantagens de investir na renovação da sua frota

A renovação da frota pode resultar em uma série de vantagens para a sua organização. 

Isso envolve economia significativa de custos, segurança aprimorada, imagem de marca e maior produtividade para quem investe na atualização de suas frotas de veículos.

Confira a seguir as principais vantagens de investir na renovação da sua frota:

Menos custos com manutenção 

Os veículos mais antigos tendem a exigir manutenção mais frequente e cara, enquanto os veículos mais novos têm maior confiabilidade e requerem menos manutenção.

Maior eficiência de combustível

Os veículos mais novos geralmente têm motores mais eficientes e melhor economia de combustível, o que pode resultar em economia significativa de custos de combustível para a empresa.

Mais segurança

Com recursos de segurança avançados, como aviso de saída de faixa, frenagem de emergência automática e detecção de ponto cego, veículos mais novos podem melhorar a segurança do motorista e reduzir o risco de acidentes.

Ganhos para a imagem da empresa

A renovação de frota ​​pode demonstrar o compromisso de uma empresa com a sustentabilidade e a responsabilidade social, o que pode melhorar a imagem e a reputação da marca da empresa.

Maior produtividade

Veículos mais novos tendem a ser mais confiáveis, o que pode reduzir o tempo de inatividade e melhorar a produtividade, garantindo que os motoristas concluam suas tarefas com eficiência.

Analisar o cenário antes de renovar a frota é fundamental

Como observamos, a renovação de frota é um processo inevitável, mas que pode garantir uma série de benefícios para a sua organização.

Entretanto, você precisa planejar e estudar esse processo com cautela, utilizando os dados gerados pela sua frota em seu favor.

Para isso, é importante contar com sistemas de gestão que forneçam as informações necessárias para a renovação da frota, além de dialogar e pesquisar por novos fornecedores.


Dicas para montar sua planilha de controle de frota + Excel Grátis

Uma planilha de controle de frota pode te ajudar a colocar o gerenciamento de ativos em ordem durante a ausência de uma solução mais adequada.

Mas nem sempre é possível encontrar um modelo ideal e gratuito na web, certo?

Acontece que sem o controle e um acompanhamento adequado, não é possível nem gerar e nem analisar os dados corretamente.

Sabemos que manter seus veículos e motoristas seguros, produtivos e na estrada é essencial para atingir as metas de vendas e serviços da sua organização. 

Por isso, neste artigo especial, listamos algumas práticas atualizadas e disponibilizamos uma planilha gratuita para manter sua frota em plena operação!

Índice:

  1. Por que é importante fazer controle de frota?
  2. Quais são os pilares de um controle de frota eficiente 
  3. Como montar uma planilha de controle de frota?
  4. Planilha de Controle de Frota Grátis: a Sofit te ajuda a manter a sua frota sob controle

Por que é importante fazer controle de frota?

No geral, o controle eficaz da frota pode ajudar as empresas a operar com mais tranquilidade, reduzir riscos e colaborar para melhorar os seus resultados.

Confira a seguir os principais motivos que fazem o controle da frota ser tão importante:

  • Economia de custos: o controle eficaz da frota pode ajudar a reduzir os custos associados ao consumo de combustível, manutenção do veículo e reparos.
  • Segurança: As medidas de controle da frota podem garantir que os motoristas sejam devidamente treinados, os veículos sejam devidamente mantidos e os protocolos de segurança sejam seguidos, reduzindo o risco de acidentes.
  • Eficiência: Medidas de controle de frota podem ajudar a otimizar rotas, reduzir o tempo ocioso e melhorar a utilização do veículo, levando ao aumento da produtividade e eficiência.
  • Conformidade: o controle de frota pode ajudar a garantir a conformidade com a legislação relacionada ao veículo, horas de serviço do motorista e emissões.

Quais são os pilares de um controle de frota eficiente 

O controle de frota é um termo amplo, que abrange diversos pontos da operação. 

Ao focar em alguns pilares, é possível garantir uma gestão eficiente da frota, reduzir custos e aumentar a segurança dos motoristas e dos veículos.

Com uma planilha de controle de frota é possível visualizar pelo menos 4 pilares principais:

Gestão de veículos

O controle da frota começa com a gestão dos principais ativos: os veículos. Isso significa manter um registro completo dos veículos na frota, incluindo informações como modelo, ano, placa, quilometragem, histórico de manutenção e programação de revisões.

Gestão de motoristas

A gestão de motoristas envolve manter um registro de todos os motoristas autorizados a conduzir os veículos da frota, incluindo informações sobre treinamento, habilitação e histórico de acidentes.

Manutenção de veículos

Envolve garantir que os veículos da frota estejam sempre em bom estado. Isso inclui programar regularmente manutenções preventivas, reparar quaisquer danos e substituir peças desgastadas.

Monitoramento do uso dos veículos

O último pilar do controle de frotas eficiente é o monitoramento. Portanto, você deve acompanhar a quilometragem percorrida pelos veículos, bem como o consumo de combustível e a utilização adequada dos veículos.

Extra: política de frotas

O controle de frota ganha e muito quando existe um documento que estabelece as regras de gestão para todo e qualquer veículo da sua frota. 

Dessa forma, uma política de frotas bem estruturada e atualizada pode auxiliar no controle dos veículos e demais ativos da sua operação.

Como montar uma planilha de controle de frota?

A seguir, confira um passo a passo para utilizar a sua planilha de controle de frota:

1. Baixe grátis a planilha de controle de frotas da Sofit

Desenvolvemos um modelo de planilha de controle de frota que abrange a maioria dos setores que exigem monitoramento. É um documento intuitivo, simples de usar e gratuito.

2. Mapeie os gastos dos últimos meses

Uma frota envolve muitos gastos, e mapear a maneira como você administra o orçamento é essencial para obter um controle de qualidade.

Nesse sentido, saber quais são as áreas da frota — manutenção, reparos, compra de equipamentos, abastecimento, multas — em que você mais está gastando também é fundamental.

Assim, podemos identificar os problemas que estão gerando esses gastos, e tomar ações para corrigi-los.

Para isso, é necessário que você tenha todas as notas fiscais e recibos dos seus gastos.

3. Some as despesas de cada mês na planilha

Na última linha, é importante inserir a soma de todos os gastos dos meses anteriores. 

Dessa maneira, com certeza ficará mais fácil identificar se os gastos estão, ou não, conforme as receitas. 

Essas informações poderão te ajudar a tomar a melhor decisão na hora de cortar gastos indevidos.

4. Crie metas de economia

Após organizar todos os dados na planilha e entender o estado das finanças da sua frota, é preciso buscar a melhor maneira para reduzir custos.

Para isso, algumas decisões serão necessárias, bem como criar metas para que essa redução de custos aconteça, de fato. 

Então, com base nas metas, você poderá programar serviços como manutenções preventivas, trocas de pneus, entre outros.

Além disso, é importante acompanhar a evolução dos gastos ao longo dos meses, fazendo uma comparação das despesas. 

Assim, você consegue desenvolver um planejamento financeiro para épocas de maior gasto.

5. Acompanhe o desempenho

Com o passar dos meses, é importante que as metas sejam reavaliadas. 

Afinal, conforme vão sendo cumpridas, elas podem (e devem) ser ampliadas, assegurando um controle cada vez mais eficiente das despesas da sua frota.

Contudo, uma observação importante quanto a isso é compreender que imprevistos podem acontecer. 

Logo, se alguma meta deixar de ser cumprida, ela também deverá ser reformulada para que o objetivo seja alcançado.

Lembre-se: assim como em uma residência, controlar as despesas e receitas de qualquer departamento é uma questão de definir as prioridades.

6. Conheça os custos fixos e variáveis

Por fim, como já dissemos, uma frota tem vários tipos de gastos — e nossa planilha de controle de despesas é eficiente para apresentar tanto os gastos fixos quanto os variáveis. 

Dessa forma, você não terá maiores surpresas na hora de fazer o fechamento mensal e dos gastos da frota.

Afinal, avaliar com frequência o desempenho mensal, além da evolução do controle de despesas com a sua frota, é tão importante quanto o planejamento inicial que foi realizado.

Isso te permite analisar, por exemplo, se as metas impostas estão sendo alcançadas e, caso não estejam, por qual motivo não o são. 

7. Tenha um bom planejamento financeiro

Bom, agora que já tem um bom controle da sua gestão de frotas, você pode apostar em fazer um bom planejamento financeiro para esse setor da sua empresa. 

Com mais conhecimento de causa, poderá avaliar quais são os melhores momentos para investir, bem como qual é a hora de apertar o cinto nas despesas.

Utilize esses dados e informações obtidas para fazer projeções em relação aos custos que você terá com a aquisição de veículos, salários extras, manutenção e combustível, entre outros itens relacionados. 

Isso será a chave para o sucesso e para um bom desempenho do seu negócio.

Planilha de Controle de Frota Grátis: a Sofit te ajuda a manter a sua frota sob controle

Então, viu só como uma planilha de controle de frota pode ser útil para a sua empresa? 

Chega de olhar apenas a linha final das despesas — controle cada saída de dinheiro, saiba para onde o capital da sua empresa está indo e como ele poderia ser melhor aplicado!

E, se você ainda está em dúvida se esse controle pode mesmo ser bom para a gestão da sua frota, faça o teste e perceba as melhorias!

Para te ajudar a dar os primeiros passos, criamos uma planilha de controle de frotas, justamente para que você consiga avaliar melhor as informações sobre a sua frota e o seu negócio. 

E, após provar que o método funciona na planilha, pode dar o próximo passo para deixar esse controle ainda mais dinâmico, seguro e integrado com todas as informações da frota!

Produtos perecíveis: as melhores práticas para armazenamento e transporte

Frotistas que lidam com produtos perecíveis sabem que o armazenamento e transporte desse tipo de carga requer planejamento e cuidados especiais.

Devido às suas características e detalhes, como o manuseio, locais adequados e transporte cuidadoso fazem a diferença para o cliente e também para o seu bolso.

Dessa forma, desperdícios e perdas neste tipo de carga devem e podem ser evitados caso o gestor da frota planeje cuidadosamente o processo logístico.

A seguir, vamos conferir as melhores práticas sobre como armazenar e transportar produtos perecíveis. Confira!

Índice:

  1. Antes de tudo: o que são os produtos perecíveis?
  2. Por que se preocupar com a gestão desse tipo de produto
  3. Como fazer a gestão logística dos produtos perecíveis
  4. Pontos de atenção na armazenagem e transporte de produtos perecíveis

Antes de tudo: o que são os produtos perecíveis?

Produtos perecíveis são bens ou produtos com uma vida útil limitada, podendo estragar, deteriorar ou tornarem-se impróprios para consumo ou uso num curto período. 

A definição deste tipo de carga é disposta na ABNT,TB-352, item 3.5.5.

Entre os principais, podemos citar itens alimentícios, como frutas, ovos, carnes, aves, peixes, gelo em cubo, além de alguns cosméticos e medicamentos.

Na gestão da cadeia de suprimentos, o termo é frequentemente utilizado para representar o grupo de mercadorias que requer condições especiais de manuseio e armazenamento para manter seu frescor e qualidade.

Por que se preocupar com a gestão desse tipo de produto

A preocupação com a gestão de produtos perecíveis é global, afinal estamos falando sobre um ponto crucial para o consumo sustentável.

Para você ter uma ideia, conforme estudo do Boston Consulting Group, o mundo joga no lixo pelo menos um terço de todo alimento que é produzido.

Até o ano de 2030, isso significa um prejuízo de 1,5 trilhão de dólares com esse tipo de carga.

Assim, a responsabilidade com a gestão de cargas perecíveis é enorme, devido à responsabilidade social, além de toda a legislação envolvida.

Confira a seguir outras razões para focar na gestão logística dos produtos perecíveis:

  • Controle de qualidade: os clientes valorizam aspectos como o frescor, sabor e aparência dos produtos e a gestão ajuda a manter o controle de qualidade.
  • Economia de custos: o gerenciamento eficaz pode ajudar a reduzir o desperdício, diminuir os custos e melhorar a lucratividade.
  • Responsabilidade Ambiental: perecíveis não desperdiçados reduzem o impacto ambiental do desperdício de alimentos, que contribui significativamente para as emissões de gases de efeito estufa e outros problemas ambientais. 
  • Segurança Alimentar: os produtos perecíveis podem representar um risco para a saúde se não forem geridos e armazenados de forma adequada. 
  • Satisfação do cliente: ao gerenciar produtos perecíveis de forma eficaz, você pode atender às expectativas dos clientes e construir uma reputação positiva.

SAIBA MAIS: Como transportar produtos perigosos?

Como fazer a gestão logística dos produtos perecíveis

A gestão logística dos produtos perecíveis envolve uma série de processos que devem ser gerenciados e fiscalizados para evitar danos à carga.

Confira:

1. Manuseio

O manuseio de produtos perecíveis requer o cumprimento das melhores práticas de armazenamento, transporte, preparo, monitoramento e descarte.

Dessa forma, é preciso se atentar aos processos, desde o momento do embarque até o desembarque da carga para evitar que impurezas ou alguma avaria comprometa a integridade do produto.

Aqui, é importante contar com dispositivos para medição da temperatura da carga, como termômetros para garantir a qualidade.

2. Armazenagem de produtos perecíveis

A armazenagem envolve cuidados para evitar a contaminação, além do desperdício da carga. 

Assim, mantenha os armazéns em condições adequadas de higiene e temperatura, prefira os pallets de aço, resistentes a temperaturas mais baixas e fáceis de higienizar.

Considere também as peculiaridades de cada tipo de carga, pois nem todas podem ficar acomodadas no mesmo local. 

3. Acondicionamento

O acondicionamento é um aspecto crítico para garantir o frescor, qualidade e segurança durante o armazenamento e transporte. 

Então, prefira usar materiais de embalagem projetados para perecíveis e que possam proteger os produtos contra contaminação, flutuações de temperatura e umidade. 

Alguns materiais de embalagem comuns para produtos perecíveis incluem espuma de poliestireno, polietileno e caixas de papelão ondulado.

4. Organização

A organização e distribuição de cargas no caminhão é outro ponto crucial na gestão de produtos perecíveis para garantir a segurança alimentar e a eficiência da cadeia de suprimentos.

Dessa forma, cabe ao gestor categorizar a carga conforme as condições de temperatura adequadas e de modo a evitar a contaminação. 

Também é importante manter o controle sobre as datas de validade e contar com prateleiras rotativas na organização, para dar vazão aos produtos mais próximos do vencimento.

5. Transporte de produtos perecíveis

É durante o transporte que os principais problemas envolvendo o desperdício e contaminação podem surgir.

SAIBA MAIS: Transporte de grãos, como fazer?

Portanto, prefira transportar produtos perecíveis em recipientes isolados com controle de temperatura para manter a temperatura adequada. 

Além disso, evite expor os produtos a temperaturas extremas, luz solar direta e outros fatores ambientais que possam afetar a qualidade e a segurança.

Pontos de atenção na armazenagem e transporte de produtos perecíveis

Para lidar com a armazenagem e transporte de produtos perecíveis, o gestor da frota precisa estar atualizado sobre os regulamentos específicos da OMS para cada tipo de carga.

SAIBA MAIS: ISO 9001 no transporte de cargas

O primeiro ponto de atenção envolve o certificado de vistoria, concedido pelo órgão sanitário vigente na sua região. Também é preciso atentar para a sinalização correta dos veículos. 

Para o transporte de alimentos, por exemplo, deve constar nos lados direito e esquerdo, de forma visível, as informações: 

  • Transporte de alimentos;
  • nome, endereço e telefone da empresa;
  • a identificação “produto perecível”.

Além disso, o transporte deste tipo de carga depende de autorização especial determinada por cada estado e órgão sanitário.

O último ponto de atenção é o descarte: quando feito adequadamente, o descarte pode ajudar a prevenir a propagação de doenças transmitidas por alimentos e proteger a saúde pública.

Então, este conteúdo foi útil para você? Compartilhe essas dicas de como fazer a armazenagem e transporte de produtos perecíveis!

Por que investir na locação de caminhões é um bom negócio?

A locação de caminhões é uma prática estratégica adotada por gestores de frota que buscam por economia e praticidade.

Seguindo uma tendência global, a demanda pelo aluguel de caminhões no Brasil vem crescendo e ganhando a adesão de fabricantes e locadoras de veículos.

O mercado ainda é pouco explorado e representa menos de 1% da frota em circulação no país, que hoje conta com aproximadamente 3,3 milhões de veículos.

Os motivos para investir na locação de caminhões são diversos, mas o aumento do custo de aquisição dos caminhões e redução das despesas fixas devem impulsionar a sua decisão.

Confira a seguir 5 motivos para considerar o investimento em locação de caminhões em 2023!

Índice:

  1. Quais são as vantagens de fazer locação de caminhões?
  2. Dicas na hora de alugar caminhão para sua frota
  3. Como fazer a locação de caminhões?

Quais são as vantagens de fazer locação de caminhões?

Se você conta com uma frota própria de caminhões, talvez enfrente desafios para gerir e controlar as despesas de manutenção e disponibilidade de frota.

Dessa forma, a locação de caminhões pode ser uma alternativa. Entre as principais vantagens dessa prática comum em outros países, podemos destacar:

1. Gestão financeira otimizada

O aluguel de caminhões pode ser mais econômico em comparação à compra e manutenção de uma frota de veículos, pois elimina a necessidade de custos iniciais e reduz os custos fixos. O aluguel de caminhões pode ajudar ainda os gerentes de frota a alocar os custos com mais eficiência, facilitando o controle financeiro e do orçamento.

2. Flexibilidade

Ao alugar uma frota de caminhões, você ganha mais flexibilidade para projetos de curto prazo, demandas sazonais ou emergências. Assim, é possível aumentar ou reduzir o tamanho de sua frota com base nas necessidades de negócios em constante mudança.

3. Menos tempo de inatividade 

Frotas de caminhões alugados podem ser substituídas rapidamente em caso de quebra ou mau funcionamento, reduzindo o tempo de inatividade e garantindo a continuidade das operações.

4. Realização de serviços especiais de transporte

A demanda por serviços especiais de transporte que a sua frota atual não pode atender é constante. Para não perder a oportunidade de fechar negócios importantes, você pode contar com o aluguel de veículos que atendam demandas específicas do contratante.

5. Acesso à tecnologia mais recente

As empresas de aluguel de caminhões geralmente têm acesso à tecnologia, equipamentos e veículos modernos e econômicos, como os elétricos, por exemplo. Isso permite que os gerentes de frota aproveitem os avanços mais recentes e melhorem a eficiência operacional.

Extra: zero investimento no setor de manutenção

Os custos com manutenção representam um considerável montante das despesas operacionais gerais, sobretudo quando falamos de veículos pesados e com peças caras.

A locação de caminhões elimina esse investimento, uma vez que a locadora é responsável por disponibilizar veículos em perfeitas condições para a sua empresa.

Dicas na hora de alugar caminhão para sua frota

Antes de alugar um caminhão para a sua frota, é importante conhecer os tipos de caminhão para entender qual deles será mais vantajoso para você.

Para isso, é importante entender a função que os veículos deverão cumprir na sua operação.

Dessa forma, analise fatores como a quantidade de carga, os locais que serão atendidos pela sua frota e as distâncias que os caminhões deverão percorrer.

Além disso, também é fundamental saber quais são as marcas de caminhões disponibilizados pela locadora antes de alugar.

Como fazer a locação de caminhões?

A locação de caminhões é um processo simples, mas é importante ficar atento ao passo a passo:

  • Determine qual é o tipo de caminhão que você precisa: isso envolve a quantidade de veículos e por quanto tempo você precisará deles.
  • Escolha uma empresa de locação: Pesquise empresas de locação de caminhões confiáveis e compare preços, condições e serviços.
  • Solicite uma proposta: Entre em contato com as empresas de locação selecionadas e explique suas necessidades. Peça orçamentos e verifique se eles oferecem o tipo de caminhão que você precisa.
  • Avalie as condições de locação: Verifique as condições de locação, como preço, prazo, condições de pagamento e manutenção.
  • Assine o contrato de locação: Certifique-se de ler e compreender todos os termos e condições antes de assinar.
  • Receba o caminhão: Após assinar o contrato, você poderá receber o caminhão e iniciar o uso conforme acordado. 

A Localiza, por exemplo, é uma empresa confiável de locação de caminhões, onde você pode contar com veículos para atender demandas variadas.

A frota da empresa conta com pelo menos 5 mil unidades, do semi leve ao semipesado.

Assim, você pode focar no seu negócio enquanto economiza e não perde contratos importantes simplesmente porque não possui uma frota para atender à demanda.

Além disso, as soluções da Localiza para a locação de caminhões são personalizadas, abrangendo frotas florestais, para o agronegócio e também rodoviárias. 

Saiba mais sobre o serviço preenchendo o formulário abaixo:

Entenda o que é carsharing e porque investir neste modelo

Impulsionado pelos aplicativos de transporte de passageiros como Uber e 99, o carsharing é uma tendência mundial em crescimento.

Estima-se que 227 milhões de pessoas sejam adeptas ao carsharing em 2023 e existam pelo menos 1,2 milhões de carros disponíveis para a modalidade.

Além de contribuir com a redução da frota de veículos que vai para as ruas, melhorando o trânsito, o carsharing traz novas oportunidades de negócio para as empresas de transporte.

Neste artigo, vamos aprofundar o assunto e mostrar por que você, gestor de frotas, deve acompanhar a evolução do carsharing e investir nessa tendência. 

Confira!

Índice:

  1. O que é carsharing?
  2. Como é o mercado de carsharing no Brasil?
  3. Quais os benefícios do carsharing?
  4. Como a tendência de carsharing impacta frotas corporativas?
  5. Vale a pena investir em Carsharing?

O que é carsharing?

Quando falamos em carsharing estamos nos referindo a um modelo de compartilhamento de carros que se dá através do aluguel. 

O negócio acontece por meio de aplicativos, tal qual o Uber, por exemplo.

O carsharing segue a tendência da economia compartilhada, presente no nosso dia a dia e promovida por empresas como o Airbnb e o Bike Itaú, por exemplo. 

Na prática, existem pelo menos dois modelos principais de compartilhamento de veículos:

1. Roundtrip

Neste sistema, o usuário deve retirar o automóvel em um ponto e então devolvê-lo neste mesmo ponto.

2. One-Way

No sistema de compartilhamento de veículos one-way, o usuário pode retirar o automóvel e devolvê-lo em quaisquer pontos cadastrados.

Além de empresas específicas, os próprios usuários que tiverem veículos ociosos podem disponibilizá-los para quem necessita e receber o valor do aluguel.

Como é o mercado de carsharing no Brasil?

A transformação da mobilidade urbana, aliada à mudança na forma como as novas gerações enxergam a função do automóvel, colaboram com a adesão ao mercado de carsharing no Brasil.

Assim, tanto as startups como empresas tradicionais já experimentam bons resultados com a modalidade.

Entre elas, destacam-se locadoras como a Zazcar, Moobie, Turbi, UseCar, Velo-City, VAMO e JoyCar.

Com a crescente preocupação com o meio ambiente e avanço da tecnologia, proporcionando aplicativos cada vez mais práticos e eficientes, o modelo de economia colaborativa parece que veio para ficar no país.

GESTÃO DE FROTAS PARA LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS: ENTENDA OS DESAFIOS DO SETOR!

Quais os benefícios do carsharing?

Um carro compartilhado significa, em média, menos 13 automóveis no trânsito, segundo estudos da Universidade da Califórnia.

Dessa forma, o compartilhamento de veículos contribui com um dos principais problemas dos grandes centros urbanos: o grande fluxo de veículos no trânsito.

Além disso, o carsharing representa um novo paradigma tanto para os usuários como para empresas que possuem frotas corporativas: a economia compartilhada.

Para os usuários, o compartilhamento de carros ajuda a economizar gasolina, taxas de estacionamento, custos de manutenção, impostos, registro de veículos, seguros e vários outros custos mensais fixos. 

Abaixo, listamos outros benefícios gerais do carsharing:

  • Assegura a redução da emissão de gases poluentes (menos veículos nas ruas, menos poluição);
  • Ao atuar em conjunto com o transporte coletivo, confere suporte para o mesmo;
  • Atua conferindo mais previsibilidade para o dimensionamento de frotas;
  • Diminui a necessidade de espaços de estacionamento nos grandes centros.

Como a tendência de carsharing impacta frotas corporativas?

Gestores de frota lidam diariamente com a redução de custos, impactos causados pela frota corporativa no meio ambiente e em maneiras de reduzir a circulação de carros nas ruas. 

O carsharing já é uma alternativa para empresas de frotas no exterior. 

Custos de manutenção, seguros, depreciação e administração são reduzidos com os sistemas de compartilhamento de veículos.

VEJA TAMBÉM: Como conseguir uma redução de custos com a frota [KIT]

Além disso, gestores podem experimentar o modelo de compartilhamento de veículos tanto da posição de usuário como de fornecedor do serviço.

Por exemplo, um órgão público que recorre ao serviço somente quando um colaborador precisa de automóvel, reduzindo os custos com documentação, manutenção e combustível.

Ou quando fornece a parte da frota ociosa para os aplicativos, participando do capital da mesma.

Finalmente, gestores de frota que atuam no mesmo serviço/fim, não devem enxergar o carsharing como mais um concorrente. 

Para players consolidados no mercado, como a Localiza, o carsharing não chega a ser uma ameaça, mas sim uma oportunidade de revisão, expansão e até de parceria de negócios.

Em média, cada veículo eliminado da frota e trocado por um alugado através de carsharing gera uma economia anual de 15 a 20 mil reais destas despesas. 

Portanto, este é um serviço que você deve considerar.

Vale a pena investir em Carsharing?

Como observamos ao longo deste artigo, gestores de frota devem ficar atentos a essa nova dinâmica do mercado de locomoção. 

A oportunidade de redução de custos é real, assim como a praticidade e até mesmo um incremento na renda mensal das empresas.

Assim como a tecnologia, a economia colaborativa deve se consolidar do setor de frotas corporativas, sendo preciso estar preparado para não perder oportunidades de negócio.

Aproveite para compartilhar este artigo da Sofit nas redes sociais e debater o tema com outros gestores de frota!

Carros de frota: quais os melhores modelos para o seu negócio?

Sedã, utilitário, compacto, executivo. Acertar na escolha dos melhores carros de frota é o primeiro passo para o sucesso do seu negócio de transporte. 

Isso porque montar uma frota veicular exige conhecimento técnico sobre os tipos e função de cada veículo.

Dessa forma, ao escolher os carros adequados para a sua frota, você assegura mais economia e traz mais produtividade na realização das atividades pertinentes ao seu nicho.

Neste artigo, selecionamos os melhores carros para frotas diversas e mostramos o que você deve saber antes de escolher. Continue lendo!

Índice:

  1. O que saber antes de escolher os carros de frota?
  2. Melhores carros de frota de acordo com sua empresa
  3. Tecnologia para gestão de frotas de carro

O que saber antes de escolher os carros de frota?

Montar uma frota de veículos do zero é uma oportunidade estratégica para o gestor de frotas. 

Os carros certos para cada tipo de operação vão evitar problemas que veículos desalinhados com a atividade fim podem trazer para o seu negócio.

Com isso em mente, antes de escolher os carros da frota, é importante considerar os seguintes fatores:

  • Finalidade: determine a finalidade principal dos veículos, como entrega, vendas ou serviço, e escolha veículos que possam efetivamente dar suporte a essas atividades.
  • Orçamento: os veículos da frota podem ser caros, por isso é importante considerar o custo de aquisição e manutenção dos veículos, bem como os de combustível.
  • Eficiência de combustível: Veículos com baixo consumo de combustível podem economizar custos e reduzir emissões.
  • Espaço: Dependendo da finalidade dos veículos, considere a quantidade de espaço necessário para carga e passageiros.
  • Confiabilidade da marca: Os veículos da frota devem ser confiáveis ​​para minimizar o tempo de inatividade e a perda de produtividade.
  • Conforto e segurança: os veículos da frota provavelmente serão usados ​​por períodos prolongados, portanto, considere o conforto e a segurança dos veículos para motoristas e passageiros.
  • Manutenção e Conservação: Considere o custo e a facilidade de manutenção dos veículos, bem como a disponibilidade de peças e serviços.
  • Valor de Revenda: Considere o valor de revenda dos veículos caso precisem ser vendidos ou trocados no futuro.
  • Reputação da marca: considere a reputação da marca e a confiabilidade dos veículos, bem como a disponibilidade de suporte e atendimento ao cliente.

SAIBA MAIS: Vale a pena investir em carros elétricos?

Melhores carros de frota de acordo com sua empresa

Agora que você já conhece os requisitos básicos para escolher os carros de frota, chegou a hora de entender quais veículos são ideais para cada setor.

Confira a seguir:

1. Carros de frota do setor de saúde

Frotas de carros do segmento de saúde possuem características específicas e essenciais para as operações desta área.

Essas características passam pelos tópicos descritos a seguir:

  • Espaço: para equipamentos e suprimentos médicos, os veículos precisam ser espaçosos e bem equipados.
  • Conforto: conforto e ergonomia são importantes para o pessoal médico em viagens longas.
  • Confiabilidade: a confiabilidade é crucial para os profissionais de saúde garantirem que eles alcancem os pacientes em tempo hábil.


Dessa forma, vale investir em carros do tipo sedãs e SUVs, focados no transporte seguro, bom espaço interno e com utilitários que servem bem ao segmento, como:

  • Toyota Sienna: confiável e econômico com amplo espaço para equipamentos médicos.
  • Nissan NV200: compacto com piso de carga baixo e boa eficiência de combustível.
  • Chevrolet Equinox: Um SUV compacto com grande economia de combustível e  interior espaçoso.
  • Fiat Fiorino: se você precisa transportar muitos itens, o Fiorino é uma ótima opção.

2. Atendimentos técnicos

Para empresas que lidam com instalações e atendimentos técnicos, o foco deve ser a facilidade de circulação em grandes centros urbanos.

Dessa forma, é preferível que você opte por veículos mais versáteis, fáceis de conduzir e econômicos, já que o carro vai fazer várias viagens durante o dia.

Alguns modelos de carro ideais para atendimentos técnicos incluem: 

  • Honda Civic: um carro compacto com boa economia de combustível e um interior espaçoso, ideal para a condução na cidade.
  • Ford Fusion: um sedan médio com bom consumo de combustível e interior espaçoso, ideal para viagens longas.
  • Chevrolet Cruze: um carro compacto com boa economia de combustível e um interior espaçoso, tornando-o ideal para locomoção em grandes centros urbanos.
  • Renault Kwid 1.0: bastante econômico, o Kiwd é compacto e entrega uma boa performance nas cidades.

3. Transporte de passageiros e funcionários

O transporte de passageiros e funcionários exige veículos seguros, confortáveis e de fácil manutenção. 

Além disso, é necessário considerar a finalidade do veículo. Caso você ofereça como um benefício para os colaboradores, vale investir em modelos executivos, como o Toyota Corolla.

Mas, se a intenção é contar com veículos para o transporte de passageiros, as vans e mini-ônibus são os mais indicados, como o Fiat Ducato.

4. Transporte de cargas

Cargas volumosas exigem veículos que suportem o peso e consigam manter a eficiência durante o trajeto.

Assim, se o seu negócio envolver o transporte de cargas em distâncias curtas, considere os seguintes modelos:

Mitsubishi L200 2.4 Triton GL: um carro econômico para a categoria, essa caminhonete é confortável e possui espaço para o transporte de pequenas cargas.

General Motors S10 2.8: caso você precise de um veículo potente e espaçoso, pode contar com essa picape. 

Fiat Toro Endurance: um dos preferidos para a modalidade, o Toro entrega estabilidade, conforto e possui um ótimo espaço na caçamba.

5. Carros de frota de viagens longas

Viagens longas pedem por carros de frota mais estáveis, econômicos e confortáveis para garantir o bem-estar do motorista ao volante por muitas horas.

Os modelos indicados para esse caso incluem SUVs, Picapes e Sedans, como o Fiat Strada, Jeep Renegade, Hyundai Tucson e Chevrolet Spin.

Tecnologia para gestão de frotas de carros

Independente do tipo de carro para a sua frota, contar com tecnologia para a gestão é fundamental.

Recursos como gestão de pneus, entrada e saída de veículos e até mesmo o comparativo de consumo entre condutores podem ser cobertos com a solução para gestão de frotas adequada.

A Sofit pode facilitar a sua vida e te ajudar com esse trabalho através do nosso sistema de gestão de frotas.

Fale agora mesmo com um dos nossos consultores e vamos descobrir juntos como podemos fazer a gestão dos seus carros de frota.

Segurança no Trânsito na gestão de frotas: por que investir?

Promover a segurança no trânsito é um valor que os gestores de frota devem promover de forma recorrente, não apenas para evitar acidentes.

É que, ao adotar medidas de segurança e direção defensiva na política da sua frota, contribui não somente para o bem-estar dos seus colaboradores, mas impacta também nos seus custos operacionais e na imagem da sua empresa.

Dessa forma, a sua frota pode economizar dinheiro e operar com mais eficiência quando seguir certas precauções de segurança.

Mas, como o cuidado no trânsito impacta realmente no seu orçamento e quais problemas estão relacionados com a falta de segurança no trânsito? Entenda neste artigo!

Índice:

  1. O que significa ter segurança no trânsito?
  2. Por que gestores de frota devem investir em uma política de segurança no trânsito?
  3. Quais os benefícios de uma política de segurança no trânsito bem planejada?
  4. Como os cuidados no trânsito impactam nos custos da sua frota?
  5. Existem fatores que colocam a segurança da minha frota em risco?
  6. Como instituir uma política de segurança no trânsito na sua frota?
  7. Comece agora mesmo a estabelecer uma política de segurança no trânsito!

O que significa ter segurança no trânsito?

A segurança no trânsito envolve uma série de esforços conjuntos e recorrentes de modo a evitar acidentes, como:

  • Mensagens da mídia;
  • Levantamento de dados estatísticos;
  • Esforços legislativos;
  • Esforços corporativos;
  • Aplicação da lei;
  • Comunicação interpessoal;
  • Comportamentos e atitudes individuais.

Além disso, também é importante destacar que o objetivo das ações para promover a segurança do trânsito deve ir além do cumprimento do código de trânsito brasileiro.

A finalidade também deve criar uma consciência acerca da importância do tema para o bem-estar coletivo e individual.

Afinal, quando você está operando um veículo motorizado, você tem a responsabilidade de fazer sua parte para manter as estradas seguras para você, outros motoristas, passageiros e outras pessoas que possam ser afetadas por acidentes de trânsito.

Por que gestores de frota devem investir em uma política de segurança no trânsito?

De acordo com o Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas no Trânsito, do Ministério da Infraestrutura, foram registrados 878.208 acidentes nas estradas brasileiras em 2021.

A maioria deles (10%) acontece em rodovias estaduais e ainda segundo as estatísticas, 2,28% é a porcentagem de óbitos por cada acidente.

Nesse sentido, prezar pela segurança no trânsito significa mais do que reduzir ferimentos pessoais e danos aos seus veículos, de maneira que o papel do gestor de frotas na segurança no trânsito é ainda maior: ajuda a salvar vidas.

Por essa razão, é essencial que gestores de frota compreendam que a segurança ao volante significa uma melhoria em aspectos que vão desde a realização de menos reparos até um aumento no nível de serviço prestado pela sua empresa.

Além disso, instituir medidas de segurança no trânsito acaba influenciando na melhoria de outros indicadores, que abordaremos a seguir. 

Quais os benefícios de uma política de segurança no trânsito bem planejada?

Sem um programa documentado de segurança da frota, você pode estar colocando em risco o bem-estar de seus funcionários e até o faturamento da sua empresa.

Muitos gestores apostam em um programa de segurança genérico e isso é melhor que nenhum. 

Entretanto, é muito mais eficaz elaborar um programa específico de segurança no trânsito para a frota da sua empresa. 

Isso porque um programa de segurança de frotas estabelece as políticas e procedimentos necessários para ajudar a garantir um ambiente de trabalho seguro para os funcionários e também pode ajudar a proteger contra as despesas não previstas causadas por acidentes com veículos. 

Como o cuidado no trânsito impactam nos custos da sua frota?

Seja composta por veículos de pequeno ou grande porte, empresas que possuem uma frota própria são beneficiadas por uma política de segurança no trânsito de várias maneiras. 

Mas é no orçamento da sua empresa onde você vai poder visualizar ganhos cada vez mais significativos. 

Confira alguns deles: 

  • Menos reparos não programados;
  • Redução no pagamento de indenizações;
  • Ganho de produtividade;
  • Maior índice de disponibilidade da frota;
  • Menos custos com a depreciação de veículos;
  • Menos gastos com combustível. 

Existem fatores que colocam a segurança da minha frota em risco?

Vários processos conduzidos de forma equivocada podem desencadear uma série de problemas, principalmente relacionados à segurança dos veículos e dos colaboradores. 

Antes de implementar uma política de segurança no trânsito, é importante observar fatores de risco nos seus processos atuais.

Abaixo, listamos os erros mais comuns:

1. Falta de manutenção periódica dos veículos

O não agendamento de manutenções periódicas é um fator seríssimo que pode desencadear problemas sem precedentes. 

Portanto, a manutenção é um item chave que não pode ser descuidado. 

Recorra a checklists e priorize sempre este item no seu planejamento. Além disso, considere:

  • Implementar um cronograma de manutenção dos veículos da frota da empresa que atenda às especificações dos fabricantes;
  • Instruir os motoristas de frota a realizar inspeções de veículos antes e depois da viagem e registrar se os veículos defeituosos foram reparados;
  • Fornecer informações sobre a manutenção adequada do veículo aos funcionários que dirigem seus próprios veículos para fins de trabalho.

2. Descumprimento da lei do motorista

A lei do motorista determina regras que devem ser adotadas na jornada do condutor. Sabemos que os motoristas estão expostos a todo o tipo de injúrias, tanto psicológicas, como físicas. 

Portanto, seguir a lei, principalmente no que se refere à jornada de trabalho, contribui com a redução de acidentes.

3. Sobrecarga

Para gestores que lidam com veículos maiores, como caminhões, por exemplo, a capacidade de carga é um aspecto que deve ser sempre conferido. 

Muitas vezes, veículos inadequados são escalados para conduzir uma carga mais pesada, por exemplo, e isso pode ser um fator desencadeante de acidentes.

Como instituir uma política de segurança no trânsito na sua frota?

Após assimilar o que apresentamos até aqui, é hora de partir para a prática. 

Considere algumas diretrizes importantes e dicas de segurança para motoristas de frota para criar um programa, que podem ser divididas em pelo menos duas categorias:

  • Dicas gerais de segurança para gerenciamento de frotas (ou empresas de gerenciamento de frotas) a serem consideradas ao montar um programa de direção segura da empresa.
  • Dicas de segurança práticas e diárias para motoristas de frota. Essas são diretrizes práticas do dia a dia que devem constar em todos os programas de treinamento de segurança, bem como nas avaliações de direção segura ao volante.

Como você percebeu, criar, compartilhar e mensurar a eficiência de uma política de segurança no trânsito para a sua empresa é um trabalho que exige planejamento. 

Por isso, listamos abaixo alguns pontos que gestores de frota devem considerar: 

1. Identificação dos motoristas

Este ponto pode parecer simples, mas em empresas com uma frota composta por vários veículos e com um nível de rotatividade alto, por exemplo, conhecer e identificar quem está atrás dos volantes é essencial. 

Então, comece identificando quem está dirigindo seus veículos da frota e como os seus colaboradores os utilizam, dentro e fora do horário comercial. 

  • Seus motoristas usam seus veículos para ir e voltar do trabalho?
  • Você tem conhecimento sobre aqueles que costumam rodar na velocidade acima da permitida?
  • Quais tipos de certificações e cursos os seus condutores possuem?

O objetivo aqui é obter dados o suficiente para tomar decisões mais assertivas em torno da segurança e do treinamento dos motoristas.

2. Redefinição do processo de contratação de condutores 

O quão rigoroso é o seu processo de seleção? Será que você está contratando os profissionais corretos para lidar com a sua frota e evitar acidentes? 

A importância que você dá à segurança no trânsito tem início já na fase de contratação de novos motoristas, por isso o seu processo deve considerar requisitos como estes selecionados abaixo, antes e durante os contratos: 

  • Cursos, licenças e certificações;
  • Histórico do condutor;
  • Testes esporádicos (Exames físicos e toxicológicos, por exemplo).

A verdade é que sem um processo de contratação estabelecido, você certamente vai ter problemas relacionados à segurança no trânsito no futuro. 

3. Treinamentos com condutores

Estabelecer um calendário de treinamentos de motoristas faz com que a equipe trabalhe mais engajada e consciente. 

Dessa forma, a sua empresa estará coberta, caso algum incidente aconteça.

Treinar os seus condutores ajuda a prevenir acidentes, uma vez que motoristas treinados são capazes de seguir à risca a sua política de segurança e evitar acidentes no trânsito.

4. Política de Direção Defensiva

Promover a direção defensiva talvez seja o principal esforço que os gestores de frota devem fazer para melhorar a segurança no trânsito. 

Isso porque, quando faz parte da política da frota sendo assimilada pelos seus motoristas, a direção defensiva atua diretamente na prevenção de acidentes nas estradas.

Algumas medidas que os gestores de frota podem instituir, incluem:

  • Verificar regularmente o estado dos veículos;
  • Utilizar sempre o cinto de segurança;
  • Sempre sinalizar as suas próximas ações nas estradas;
  • Não enviar mensagens de texto enquanto dirige;
  • Respeitar as regras de trânsito;
  • Não mudar de faixa com muita frequência;
  • Não dirigir sob a influência de álcool ou quando estiver com sonolência.

5. Monitoramento do comportamento dos motoristas

Você recebe informações em tempo real sobre as rotas e processos dos seus motoristas? 

Verificar se as regras estão sendo cumpridas e se os colaboradores estão respeitando a sua política de segurança é fundamental, pois é praticamente impossível atuar neste campo sem uma ferramenta de monitoramento.

Por isso que contar com a tecnologia pode ser um diferencial estratégico para a sua gestão de frotas, neste caso. 

6. Programa de incentivo para os motoristas

É claro que a segurança no trânsito deveria ser um valor coletivo, assimilado por todos os seus colaboradores. 

Entretanto, além da comunicação constante existem outras medidas que você pode tomar para promover a segurança no trânsito. 

Uma delas é adotar um programa de incentivo para os motoristas mais cuidadosos.

Com o apoio da tecnologia certa, é fácil, por exemplo, promover um ranking de motoristas e conceder benefícios para aqueles que cumpriram com as ações de segurança no trânsito estipuladas por você.

Quando estimulados dessa forma, os seus motoristas podem ser mais propensos a cooperar.

Comece agora mesmo a estabelecer uma política de segurança no trânsito!

Acidente no trânsito é coisa séria e a sua frota não está livre disso. 

Mas, como observamos, é possível atuar de maneira preventiva, para dessa forma, cuidar do bem-estar dos motoristas e evitar gastos desnecessários!

O que achou do nosso artigo? Para te ajudar a definir uma política de segurança no trânsito, conte com a Sofit. Saiba mais sobre o que podemos fazer por você aqui!

Sistema completo para uma gestão de frotas mais eficiente: 

Fácil, intuitivo e online. Alcance melhores resultados e reduza custos com o nosso sistema para controle e gestão de veículos.

Saiba como otimizar o seu serviço de entrega em 7 passos!

Conquistar a excelência no serviço de entrega da frota é um processo contínuo que garante a melhor experiência para os seus clientes.

E clientes satisfeitos significa mais negócios e mais dinheiro em caixa. 

Apesar disso, alguns gestores de frota sentem dificuldade para otimizar o serviço de entrega, enfrentando diversos percalços pelo caminho, como atrasos e avarias.

Portanto, no artigo de hoje você confere 7 estratégias fundamentais para melhorar o serviço de entrega da sua frota. 

Continue lendo e descubra!

Índice:

1.Qual a importância de ter um bom serviço de entrega?

2. Como otimizar o serviço de entrega da sua frota

3. Comece a implementar estratégias para melhorar o seu processo de entrega!

Qual a importância de ter um bom serviço de entrega?

A logística pode impactar positiva ou negativamente na imagem da sua empresa e definir se os seus atuais clientes continuarão fechando negócio com a sua transportadora.

Portanto, um bom serviço de entrega reflete diretamente na lucratividade e continuidade do seu negócio, já que essa é a sua atividade principal.

Quem trabalha no setor sabe que os contratantes têm se tornado cada vez mais exigentes. 

Assim, além de entregar a mercadoria no prazo estabelecido, eles esperam poder acompanhar a movimentação dos produtos e ofertas de mais de um tipo de frete, por exemplo.

Portanto, é importante que você otimize todo o processo logístico e mantenha as áreas da sua empresa integradas, a fim de entregar a melhor experiência possível para o seu cliente final.

A seguir, vamos mostrar como você pode fazer isso seguindo algumas dicas simples para otimizar o serviço de entrega da sua frota.

Como otimizar o serviço de entrega da sua frota

A maioria das orientações sobre como melhorar os serviços de entrega engloba planejar e otimizar as rotas, priorizar os pedidos, rastrear motoristas e mercadorias.

Mas se sua empresa de entrega ou transportadora deseja alcançar um melhor desempenho de entrega, também é importante considerar o feedback dos motoristas sobre como o processo pode ser aprimorado sob a perspectiva deles.

Além disso, avaliar a satisfação do cliente e as suas necessidades reais também é aconselhável. 

A seguir, reunimos algumas estratégias para você otimizar o serviço de entrega da sua frota:

1. Planejamento do serviço de entrega

O primeiro passo para otimizar o serviço de entrega é contar com um planejamento que contemple todas as etapas da entrega.

Comece respondendo a perguntas básicas:

  • O que diferencia seu serviço de entrega?
  • Como você vai estruturar sua operação?
  • Como você vai obter lucro?
  • Como você maximizará os lucros e preparará sua empresa para o crescimento?

2. Conhecimento sobre necessidades dos clientes

Saber as necessidades dos clientes também vai ajudar você a melhorar o serviço de entrega da sua frota.

Isso porque os clientes podem oferecer valiosos insights para aplicar melhorias ao longo do seu processo de entrega.

Além de aumentar consideravelmente a produtividade, esse conhecimento também gera benefícios para outros contratantes com necessidades semelhantes.

3. Entrega de localização da mercadoria

Os seus clientes conseguem saber de forma simples onde está a mercadoria? Oferecer essa possibilidade certamente vai elevar a experiência do contratante.

Para isso, frotas já contam com tecnologia de monitoramento de cargas e veículos, como sistemas de GPS e telemetria.

Dessa forma, você entrega mais previsibilidade e pode entregar uma experiência mais satisfatória para quem contrata um serviço de frete com a sua companhia.

4. Boa comunicação com motoristas

Grande parte da otimização do serviço de entrega da sua frota depende de seus motoristas. 

Logo, garantir a produtividade e a segurança do motorista deve ser uma de suas principais prioridades.

Comece definindo expectativas claras para seus motoristas e mantendo linhas de comunicação abertas.

É fundamental que eles conheçam a sua política de entregas e sigam esse roteiro até que o produto chegue no destino combinado.

5. Criação de rotas inteligentes

Os dias em que as empresas dependiam de mapas em papel e planejamento manual de rotas já se foram. 

Com o advento da tecnologia, agora existem inúmeros aplicativos e softwares de planejamento de rotas disponíveis que podem tornar o gerenciamento de frotas mais eficiente e produtivo.

Essas ferramentas usam vários algoritmos para determinar a melhor rota para uma remessa ou entrega.

Assim, a criação de rotas inteligentes, essencial para otimizar o serviço de entrega, passa pela adoção de uma tecnologia adequada.

6. Investimento em tecnologia

Do monitoramento ao planejamento de rotas e de rotinas de manutenção, investir em tecnologia traz mais clareza para o processo de entrega. 

Com as soluções adequadas, a sua empresa pode promover melhorias significativas em áreas cruciais envolvendo a entrega, como:

  • Fornecer estimativas de entrega mais precisas;
  • Manter os clientes informados em tempo real;
  • Colocar os caminhões na estrada mais rapidamente e;
  • Aumentar a precisão do faturamento.

Além disso, outro benefício de contar com soluções tecnológicas para as suas entregas é a possibilidade de automatizar os processos repetitivos e manter o foco na parte estratégica.

7. Treinamento e capacitação sobre o serviço de entrega

Estabelecer uma rotina de treinamentos sobre o serviço de entrega vai garantir que os seus motoristas estejam capacitados para entregar a excelência que você prometeu aos seus clientes.

Dessa forma, determine quais condutores deverão participar de capacitações regulares e conte sempre com o feedback dos seus contratantes para determinar novos treinamentos.

Além disso, confira se todo esse esforço empregado nas capacitações está sendo cumprido através do rastreio dos veículos e do comportamento do motorista ao volante.

Assim, você terá os dados necessários para tomar novas decisões relacionadas aos treinamentos para motoristas.

Comece a implementar estratégias para melhorar o seu processo de entrega!

Conforme resultados da pesquisa da Intelipost, 40% dos clientes revelou que a confiabilidade da marca é o principal para uma entrega “perfeita”.

O valor do frete vem depois, com 22%, logo em seguida as recomendações de outros clientes (14,2%), flexibilidade nos prazos (9,2%) e variedade nas modalidades de entrega (9,2%).

Para conseguir atender a todos esses requisitos e otimizar o serviço de entrega da sua frota é crucial que a tecnologia esteja no centro do seu planejamento.

Somente com a melhoria contínua dos seus processos de entrega, você consegue aumentar a confiabilidade da sua empresa e a satisfação dos seus atuais clientes.

Dessa forma, além de manter os contratos, a sua empresa pode expandir as operações através de indicações.

Assim, você mantém a lucratividade e pode se concentrar em maneiras de inovar e manter o seu negócio de entregas sempre competitivo.

Gestão de frotas: o guia completo para empresas em 2026

Toda empresa que depende de veículos para operar enfrenta o mesmo problema em algum momento: os custos crescem sem explicação clara, veículos ficam parados quando mais precisam estar disponíveis, e ninguém sabe ao certo onde o dinheiro da frota vai parar. Ou seja, a gestão de frotas existe para resolver exatamente isso.

Em outras palavras, é o conjunto de processos, controles e ferramentas que permite a uma empresa saber o que acontece com cada veículo — quanto custa, como está sendo usado, quando precisa de manutenção e se está gerando resultado.

Este guia explica o que é gestão de frotas, quais são os pilares de uma operação bem estruturada, como começar e quais indicadores acompanhar. Portanto, se você gerencia uma frota — de dois veículos ou duzentos — o conteúdo aqui serve como referência completa.

O que é gestão de frotas

Gestão de frotas é o conjunto de práticas para controlar, monitorar e otimizar a operação de veículos de uma empresa. Inclui o acompanhamento de custos, a programação de manutenções, o controle de combustível, a gestão de motoristas, o monitoramento de documentação e o uso de tecnologia para consolidar essas informações em um único lugar.

Em resumo, o objetivo é simples: manter a frota disponível, dentro do custo planejado e em conformidade com as exigências legais — para que os veículos cumpram sua função sem interrupções e sem surpresas financeiras.

No entanto, frotas mal gerenciadas têm um custo alto e visível: paradas não planejadas que atrasam entregas, manutenções corretivas que custam três vezes mais do que as preventivas, combustível desperdiçado por consumo excessivo sem rastreamento, e multas que a empresa paga sem conseguir identificar quem cometeu a infração.

Quem precisa de gestão de frotas

Qualquer empresa que tenha veículos operando em nome do negócio — independentemente do tamanho da frota ou do segmento.

Por exemplo, isso inclui transportadoras com centenas de caminhões, construtoras com equipamentos pesados, cooperativas agrícolas com máquinas de campo, empresas de serviços com veículos de técnicos, redes de varejo com frotas de entrega e corporações com carros de empresa para equipes comerciais ou administrativas.

 

Por outro lado, o perfil da gestão muda conforme o tipo de frota. Uma frota de caminhões de carga tem desafios diferentes de uma frota leve de carros de empresa. Mas os fundamentos — controle de custo, manutenção, documentação e motoristas — são os mesmos.

Os pilares da gestão de frotas

Uma gestão de frotas estruturada se apoia em cinco pilares. Além disso, cada um tem processos próprios e, juntos, formam o sistema de controle que mantém a operação funcionando de forma previsível.

1. Controle de combustível

O combustível representa entre 25% e 40% do custo operacional total de uma frota, dependendo do segmento e do tipo de veículo. Ou seja, é a maior categoria de custo variável — e uma das mais sujeitas a desperdício e desvio sem controle adequado.

O controle de combustível precisa registrar, para cada abastecimento: data, veículo, volume abastecido, hodômetro ou horímetro no momento do abastecimento e identificação do condutor. Assim, com esses dados é possível calcular o consumo médio por veículo e detectar automaticamente qualquer variação relevante.

Um veículo que de repente consome 30% mais do que a média está sinalizando um problema — pode ser um uso indevido ou uma falha mecânica que ainda não foi identificada. No entanto, sem controle essa variação passa invisível até virar um custo muito maior.

 

Além disso, para frotas que abastecem em postos próprios ou redes parceiras, a integração do sistema de gestão com o sistema de abastecimento elimina a digitação manual e torna o cruzamento de dados automático.

2. Gestão de manutenção

A manutenção é onde a gestão de frotas impacta mais diretamente os custos. A diferença entre uma operação preventiva e uma reativa pode representar até 30% do custo total de manutenção, segundo dados da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção).

 

A gestão de manutenção começa, primeiro, com um plano preventivo: cada veículo tem intervalos definidos de revisão — por quilometragem ou por horas, dependendo do tipo — e o sistema precisa avisar quando a próxima manutenção se aproximar. Portanto, o gestor não pode depender de memória ou de planilha manual para acompanhar isso em uma frota com dezenas de veículos.

A manutenção corretiva — aquela que acontece quando o veículo já quebrou — deve existir, mas como exceção. Uma boa operação preventiva mantém o índice de corretivas abaixo de 30% do total de manutenções. Por isso, quando esse índice sobe, é sinal de que o plano preventivo está sendo negligenciado ou de que a frota está envelhecida demais para o volume de operação.

3. Controle de documentação

Cada veículo tem um conjunto de documentos com vencimentos independentes: licenciamento, seguro obrigatório, apólice adicional, certificados de inspeção veicular. Cada motorista tem CNH com categoria e validade específicas. Assim, em uma frota com muitos veículos e muitos condutores, controlar essas datas manualmente é inviável.

O controle de documentação precisa gerar alertas automáticos com antecedência suficiente para que as renovações sejam feitas sem pressa. De fato, um veículo que circula com documentação irregular pode ser autuado, apreendido e gerar responsabilidade legal para a empresa, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Um motorista com CNH vencida ou suspensa que envolve o veículo da empresa em um acidente cria uma exposição jurídica grave.

4. Monitoramento de motoristas

O comportamento do motorista afeta diretamente os custos da frota. Aceleração brusca, freadas intensas e velocidade excessiva aumentam o consumo de combustível, aceleram o desgaste de pneus e freios e elevam o risco de acidentes.

A telemetria veicular registra esses comportamentos em tempo real — e a telemetria vai além do rastreamento de localização: ela identifica quais motoristas apresentam padrão de condução de risco e permite uma intervenção antes que o problema se torne um acidente ou um custo.

Além do comportamento, o monitoramento de motoristas inclui o registro de quem utilizou cada veículo em cada data — fundamental para atribuir multas corretamente e para identificar uso indevido fora do horário ou da finalidade autorizada.

5. Gestão de custos e indicadores

O quinto pilar é a visibilidade financeira da operação. Saber quanto custa cada veículo por quilômetro rodado, qual é o custo total da frota por mês e como isso se divide entre combustível, manutenção, pneus, documentação e depreciação.

No entanto, sem essa visibilidade é impossível tomar decisões consistentes: quando renovar um veículo, quando terceirizar parte da frota, onde cortar custos sem comprometer a operação.

Os indicadores de gestão de frotas são a linguagem que transforma dados operacionais em decisões de negócio — e são o que separa uma gestão reativa de uma gestão estratégica.

Como funciona na prática: o ciclo da gestão de frotas

A gestão de frotas não é um projeto com início e fim — é um ciclo contínuo de planejamento, execução e controle.

 

Planejamento: definir o orçamento anual por categoria (combustível, manutenção, pneus, documentação, tecnologia), estabelecer o plano de manutenção preventiva de cada veículo e definir os indicadores que serão acompanhados ao longo do ano.

Execução: registrar cada abastecimento, cada manutenção realizada, cada multa recebida, cada motorista que utilizou cada veículo. Por isso, a qualidade dos dados registrados determina a qualidade das análises posteriores.

Controle: comparar o realizado com o planejado mensalmente. Em seguida, identificar desvios, entender suas causas e tomar ações corretivas antes que um problema pequeno vire um custo grande.

 

Revisão: ao final do ciclo, os dados reais alimentam o próximo planejamento. Uma frota bem gerida tem cada ano mais dados e, portanto, orçamentos mais precisos e decisões mais bem fundamentadas.

Frota própria ou terceirizada: uma decisão estratégica

Uma das decisões mais relevantes para empresas que dependem de veículos é se vale mais a pena manter frota própria ou terceirizar.

Por um lado, a frota própria oferece mais controle sobre a operação e pode ser mais econômica em volumes altos, mas exige investimento em aquisição, estrutura de gestão e capacidade de absorver variações de custo. A frota terceirizada transfere parte da responsabilidade de manutenção e renovação para o fornecedor, mas tem custo fixo mensal e menos flexibilidade operacional.

Portanto, não há resposta única: a decisão depende do volume de operação, da previsibilidade da demanda e da capacidade da empresa de gerir a frota internamente. O artigo sobre frota própria ou terceirizada aprofunda essa comparação.

Gestão de frotas leve versus pesada

Embora os princípios sejam os mesmos, a gestão de frotas leve e pesada têm especificidades importantes.

Frota leve — carros de passeio, vans e utilitários — lida com motoristas não profissionais, abastecimento fora da base, uso misto (pessoal e profissional) e dificuldade de rastrear quem usa o veículo e como. O principal risco operacional é o uso indevido, as multas sem responsável identificado e a documentação vencida.

Por outro lado, a frota pesada — caminhões, ônibus e máquinas — envolve operadores especializados, manutenção mais complexa (por horas de trabalho, não apenas por quilometragem), habilitações específicas como o MOPP e um risco operacional central: a parada durante pico de produção ou de entregas.

Além disso, para gestores que operam os dois tipos, é comum aplicar o mesmo modelo de controle para ambos — e o resultado é um controle que não funciona bem para nenhum. A gestão de frota leve tem um artigo dedicado com os processos específicos para esse perfil.

O papel do gestor de frotas

O gestor de frotas é o profissional responsável por coordenar todos esses processos — planejamento de manutenção, controle de custos, gestão de motoristas e relacionamento com fornecedores.

Em operações pequenas, essa função pode ser acumulada por um coordenador administrativo ou de logística. No entanto, em frotas maiores o gestor de frotas é um papel especializado com KPIs próprios, acesso ao sistema de gestão e capacidade de influenciar decisões de compra e renovação.

Em resumo, o que define um bom gestor de frotas não é o tamanho da frota que gerencia — é a qualidade dos dados que mantém e a consistência com que usa esses dados para tomar decisões.

Indicadores essenciais para acompanhar

Uma gestão de frotas baseada em dados acompanha pelo menos estes cinco indicadores regularmente:

Custo por km rodado — divide o custo total de operação pelo total de quilômetros rodados no período. Permite comparar veículos, identificar os que estão custando mais e tomar decisões de renovação com base em dados. Veja como calcular em detalhes no artigo sobre custo por km rodado.

Disponibilidade de frota — percentual de veículos disponíveis para operar no período. Frotas bem geridas mantêm disponibilidade acima de 90%. Portanto, quando esse índice cai, o problema geralmente está na manutenção reativa.

Índice preventivo/corretivo — proporção entre manutenções planejadas e emergenciais. O objetivo é manter mais de 70% das manutenções no modo preventivo.

Consumo médio por veículo — litros por 100 km (ou por hora, para máquinas). Assim, variações relevantes sinalizam uso inadequado ou problema mecânico.

Taxa de multas — número de infrações por veículo no período. Veículos com taxa elevada podem indicar problema com o motorista habilitado a usá-los.

O artigo sobre indicadores de gestão de frotas traz a lista completa com fórmulas de cálculo e benchmarks de referência.

Tecnologia na gestão de frotas: do controle manual ao sistema integrado

A maioria das empresas começa com planilhas. Funciona até certo ponto — mas planilhas não emitem alertas automáticos, não cruzam dados de combustível com hodômetro em tempo real e não geram relatórios de KPIs sem trabalho manual.

 

Um software de gestão de frotas centraliza todos os dados em um único sistema: abastecimentos, manutenções, documentos, motoristas e indicadores. Com isso, o gestor deixa de passar o dia coletando dados manualmente e passa a analisar informação consolidada — e a tomar decisões com mais rapidez e mais confiança.

Além disso, o rastreamento GPS e a telemetria se integram a esses sistemas para fechar o ciclo: o veículo envia dados em tempo real, o sistema processa, e o gestor recebe alertas quando algo foge do padrão esperado.

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) aponta a tecnologia como um dos principais vetores de redução de custo em frotas de carga nos últimos anos — com ganhos diretos em combustível, manutenção e segurança operacional.

Como estruturar a gestão de frotas do zero

Se a frota ainda não tem processos estruturados, o ponto de partida é simples:

 

  1. Faça o cadastro completo. Liste todos os veículos com placa, modelo, ano, hodômetro atual e documentos com vencimento. Liste todos os motoristas com CNH e validade.

 

  1. Defina uma política de uso. Quem pode usar cada veículo, para quais finalidades e o que acontece em caso de multa ou acidente. Faça todos assinarem.

 

  1. Implante o registro de abastecimento. Cada abastecimento precisa de data, veículo, volume e hodômetro. A partir daí, o consumo médio começa a ser calculado.

 

  1. Monte o plano de manutenção preventiva. Revisão de óleo, filtros, pneus, freios — com intervalos definidos e alertas configurados.

 

  1. Centralize o controle de documentos. Todas as datas de vencimento em um único lugar, com alertas de antecipação.

 

  1. Defina os indicadores que vai acompanhar mensalmente. Custo por km, disponibilidade, índice preventivo/corretivo. Sem acompanhamento regular, o planejamento não fecha o ciclo.

Esse processo pode começar com planilhas, mas escala muito mais rápido com um sistema. O controle de frota tem os detalhes práticos de como montar esse acompanhamento.

Perguntas frequentes sobre gestão de frotas

O que é gestão de frotas?

É o conjunto de processos para controlar, monitorar e otimizar a operação de veículos de uma empresa. Inclui controle de combustível, manutenção, documentação, motoristas e custos. O objetivo é manter a frota disponível, dentro do orçamento e em conformidade legal.

Quais são os principais custos de uma frota?

Combustível (25%–40% do total), manutenção preventiva e corretiva (25%–40%), pneus (8%–15%), documentação e licenciamento (5%–10%) e depreciação. As proporções variam por tipo de veículo e condição de operação.

Qual a diferença entre frota leve e frota pesada?

A frota leve inclui carros de passeio, vans e utilitários leves. A frota pesada envolve caminhões, ônibus e máquinas de grande porte. As diferenças mais relevantes para a gestão são o perfil do motorista, a forma de medir o uso (km x horas) e os principais riscos operacionais.

O que é custo por km rodado?

É o total gasto para operar um veículo dividido pela quilometragem percorrida no período. É o indicador mais direto para comparar veículos e decidir quando renovar. Inclui combustível, manutenção, pneus, seguro e depreciação.

Quando vale a pena usar um software de gestão de frotas?

A partir do momento em que o controle manual em planilha começa a gerar lacunas — abastecimentos sem registro, manutenções perdidas, alertas de documentação que chegam depois do vencimento. Para a maioria das frotas com mais de 5 veículos, o retorno do sistema supera o custo em menos de seis meses.

O que um gestor de frotas faz no dia a dia?

Acompanha os indicadores de desempenho da frota, autoriza e controla abastecimentos, programa manutenções preventivas, verifica a documentação de veículos e motoristas, atribui multas aos condutores responsáveis e prepara relatórios de custo para a diretoria.

Como reduzir custos na gestão de frotas?

As principais alavancas são: manutenção preventiva (reduz corretivas em até 30%), controle de combustível (identifica desvios e consumo excessivo), rastreamento e telemetria (reduz velocidade excessiva e frenagens bruscas) e renovação estratégica de veículos com base no custo por km.

Conclusão

Em resumo, gestão de frotas é uma questão de visibilidade. A empresa que sabe o que acontece com cada veículo — quanto custa, onde está, quando precisa de manutenção, quem o usa — consegue tomar decisões melhores, reduzir custos e manter a operação funcionando sem surpresas.

Além disso, os cinco pilares deste guia — combustível, manutenção, documentação, motoristas e indicadores — formam o núcleo de qualquer operação bem gerida, independentemente do tamanho da frota ou do segmento.

Por fim, se você quer ver como um sistema de gestão pode estruturar esses controles na prática, fale com um especialista da Sofit.

Tudo o que você precisa saber sobre o IPVA 2023

O ano mal começou e o gestor já precisa se preocupar com os impostos obrigatórios para empresas de frota, sendo um deles talvez o mais oneroso: o IPVA 2023.

Mas as regras e calendário do IPVA podem variar conforme os estados, por isso, é importante ficar de olho para não perder os prazos e não pagar multas.

Gestores de frota precisam avaliar também a forma de pagamento, já que a cota única pode representar uma economia significativa em boa parte das unidades federativas.

Neste artigo, reunimos as informações básicas que você precisa saber sobre o IPVA 2023. Fique atento para não perder os prazos!

Índice:

O que é IPVA?

IPVA é o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores. Trata-se de um tributo anual estipulado pela LEI Nº 14.937/2003 que fica sob responsabilidade dos estados e do Distrito Federal.

A taxa do IPVA tem como base o valor de mercado dos veículos, seguindo a cotação da tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Dessa forma, o valor é variável e quanto mais velho for o seu veículo, menor será a tributação.

Por sua vez, carros antigos e importados têm como base para o cálculo o preço que consta na documentação aduaneira, somado aos outros tributos e encargos, mesmo que não tenham sido recolhidos pelo importador.

Já o carro zero tem como base o valor da nota fiscal.

Qual será o valor do IPVA 2023?

Os valores do IPVA de 2023 foram publicados no DOE através do decreto Nº 54.201, de 23 de dezembro de 2022.

Em média, o valor do IPVA representa 3% do bem em questão e deve ser pago conforme o calendário estipulado por cada estado brasileiro.

Para saber exatamente o valor da alíquota do seu veículo, você deve acessar o site da Secretaria da Fazenda do seu estado.

Como regra geral, a primeira parcela do IPVA vence no mês de janeiro, com opção de parcelamento.

Mas cada caso é único. No estado de Mato Grosso, por exemplo, o IPVA de 2023 começa a ser pago no mês de maio.

Por isso, consulte as regras de pagamento para o seu estado.

Qual o destino da verba do IPVA?

Para você ter uma ideia, somente no estado de São Paulo, o recolhimento deve chegar na casa dos 23,4 bilhões de reais.

Todo esse dinheiro é repartido entre a União, o estado e o município de registro do veículo.

A cota estadual e municipal é destinada para projetos em diversas áreas, como infraestrutura, mobilidade e educação.

Já a cota federal tem destino garantido: vai para o Fundeb – o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.

Como pagar o IPVA 2023?

Para pagar o IPVA 2023 você deve emitir o boleto de pagamento. É possível acessar e fazer o download deste documento no site do Detran do seu estado.

A seguir, você pode efetuar o pagamento em qualquer banco autorizado ou aplicativo, durante o prazo estabelecido.

Em geral, cada estado pode definir como serão as formas de pagamento do IPVA, sendo as opções mais comuns à vista ou parcelado.

Lembrando que pagamentos à vista contam com um desconto definido por cada estado, sendo uma opção vantajosa devido à economia.

LEIA TAMBÉM: Controle de gastos da frota: saiba como fazer!

Quando libera para pagar o IPVA 2023?

O pagamento do IPVA 2023 é liberado por cada estado conforme o final da placa de cada veículo.

Por isso, para saber se o tributo já está disponível para pagamento, você deve consultar o SEFAZ do seu estado:

Quem tem direito a isenção de IPVA?

Em alguns casos, você poderá ter direito à isenção do IPVA. As regras gerais para isenção incidem sobre os veículos:

Alguns estados têm regras próprias incidentes sobre a isenção do IPVA por idade do veículo, são eles:

Assim, caso você faça parte de algum desses casos citados acima, procure a Secretaria da Fazenda do seu estado para dar entrada no processo de isenção.

IPVA atrasado dá multa?

Assim como acontece com outros impostos, o pagamento do IPVA atrasado gera multas com juros e outras taxas.

Trata-se de uma infração gravíssima, conforme estipula o CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

A multa para essa situação é de R$293,47 e 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Além disso, veículos que circulam com o IPVA atrasado correm o risco de ser apreendidos pelo Detran e você também não poderá licenciá-lo.

Então, consulte os prazos de pagamento do IPVA 2023 para evitar esse tipo de transtorno e prejuízo para a sua frota ou opte pelo parcelamento.

SAIBA MAIS: Os erros mais comuns na gestão de frotas

Conte com a Sofit para a gestão de documentos da sua frota!

Frotistas que contam com uma ferramenta automatizada para o controle de frota conseguem gerir a documentação dos veículos de forma simples e prática.

Quando o assunto é IPVA, gerentes de frota não podem descuidar ou arriscar perder os prazos de pagamento.

Somente com a Sofit, você acompanha todos os prazos relativos ao IPVA e recebe notificações sempre que os rendimentos estiverem próximos, além de uma lista com os documentos necessários para a quitação.

Então, você já quitou o IPVA 2023 dos veículos da sua frota? Não deixe para a última hora  e agende uma demonstração do sistema agora mesmo!

Férias na gestão de frotas: 5 dicas para não travar a operação

Se é tempo das suas férias na gestão de frotas, sempre é bom lembrar que apesar do seu período de ausência das atividades de gerente de frotas, a operação deve continuar.

Para isso, é preciso se antecipar, caso contrário uma quantidade de trabalho fora do comum pode te esperar no seu retorno e nada pode ser mais estressante que isso, não é mesmo?

Então, como se planejar para tirar aqueles merecidos dias de descanso?

Neste artigo, você confere 5 dicas simples de planejamento para organizar as suas férias na gestão de frotas. 

Aproveite e boa leitura!

Índice:

  1. Liste as tarefas que você precisa executar antes de sair de férias
  2. Delegue atividades para a pessoa substituta
  3. Tente eliminar o máximo de pendências
  4. Realize uma reunião de alinhamento com o time antes das férias
  5. Revise os serviços a serem realizados no seu período de férias

1. Liste as tarefas que você precisa executar antes de sair de férias

Antes de sair de férias, reserve um momento para revisar todas as tarefas que delegou e com as quais ainda deve lidar:

  • Existe algo que só você pode fazer para destravar as pendências da frota?
  • Como estão as revisões automotivas?
  • Você precisa assinar algum contrato antes de sair de férias?
  • Há algum processo de compra de veículos em andamento?
  • É possível antecipar alguma reunião importante?

Listar todas as tarefas e estabelecer um prazo para a execução delas conforme a ordem de prioridade é um dos pontos mais importantes para as férias na gestão de frotas.

Caso ainda não utilize, você pode recorrer a ferramentas de gestão de projetos ou, até mesmo, aderir a um simples quadro de controle de fluxos com post-its, como o Kanban, por exemplo.

2. Delegue atividades para a pessoa substituta

Como todo mundo sai de férias na gestão de frotas, seus colaboradores e substitutos devem entender que você não está acessível por um determinado período. 

Portanto, delegue antecipadamente determinados projetos aos membros de sua equipe que estiverem disponíveis e nos quais você confia. 

Eles levarão o trabalho adiante e, quando você voltar, fornecerão relatórios produtivos sobre o que foi feito e o que ainda precisa ser concluído.

LEIA TAMBÉM: Diálogo Diário de Seguranças: como aplicar na sua operação?

É importante realizar esse processo com calma e disponibilizar documentos, tutoriais e acessos importantes para que você não tenha que parar as suas férias para resolver questões de trabalho.

Em particular, verifique se você foi claro na explicação da tarefa atribuída, se todos os documentos são facilmente acessíveis por sua equipe ou se os prazos estão definidos.

Além disso, lembre-se que delegar não é simplesmente avisar sobre as tarefas que estão pendentes, mas fornecer todos os recursos e informações necessárias para a execução, como, por exemplo:

  • O nome da pessoa que está assumindo a tarefa;
  • O prazo de execução do projeto;
  • Um nome de contato para o possível cliente ou provedor de serviços;
  • Um resumo das coisas a serem feitas.

3. Tente eliminar o máximo de pendências

Talvez seja necessária uma “força tarefa” para que a sua saída de férias não prejudique a empresa e nem a rotina de trabalho de nenhum outro colaborador.

Portanto, é importante eliminar todas as pendências que somente você pode fazer.

Caso tenha dedicado um tempo para listar e categorizar todas as tarefas que precisa executar como sugerimos no primeiro ponto, eliminar as pendências será mais fácil.

Apesar disso, tente não deslocar outros colaboradores para executar essas tarefas. Isso poderia prejudicar a produtividade e o fluxo dos outros setores.

4. Realize uma reunião de alinhamento com o time antes das férias

A comunicação é uma peça fundamental para as férias na gestão de frotas.

Assim, antes de se retirar temporariamente do seu posto de trabalho é aconselhável realizar uma reunião de alinhamento.

Crie uma programação de férias detalhada para sua equipe para que todos saibam sobre os movimentos de todos e você não receba várias ligações para descobrir onde você está.

Em seguida, mostre onde todos vão poder acompanhar as tarefas que você irá delegar e a quem os demais colaboradores e motoristas terão que se reportar na sua ausência.

Para finalizar, pense em especificar seu tempo de disponibilidade durante as férias:

  • Você atenderá as chamadas de emergência? 
  • Quem sua equipe deve contatar para perguntas padrão? 

Pense nesses pontos de detalhe para evitar transtornos desnecessários.

5. Revise os serviços a serem realizados no seu período de férias

Revisar os serviços que precisam ser realizados é a nossa última sugestão para as férias da gestão de frotas.

Confira se qualquer um pode entender o que você organizou e se as informações estão descritas claramente.

Além disso, lembre-se de disponibilizar senhas de acesso ou permissões necessárias aos sistemas.

Não se esqueça também de enviar um e-mail para seus fornecedores regulares para que eles saibam quem estará no seu lugar enquanto você estiver ausente. 

Também vale configurar uma resposta automática para o seu período de férias, comunicando a sua ausência e enviando o contato do seu substituto.

Além disso, lembre-se de pedir à pessoa que o substituirá que anote o que foi feito enquanto você estava fora e o que ainda precisa ser feito quando você voltar.

Como a Sofit ajuda na sua gestão de frota antes das férias

O que você faz para garantir que a rotina da sua equipe seja produtiva nas suas férias?

Acessar dados sobre a gestão de frotas é fundamental para a organização das férias na gestão de frotas.

Saber o andamento de toda a operação e acessar relatórios em poucos cliques é fundamental para manter a operação em pleno funcionamento, mesmo com a sua ausência.

Neste caso, a Sofit pode ajudar você e os colaboradores que irão assumir as suas demandas.

Através de um dashboard simples e intuitivo, é possível acompanhar tudo o que acontece na operação, desde as manutenções agendadas, checklists de veículos, até dados sobre veículos, controle de pneus e motoristas.

Dessa forma, você pode tirar as suas férias seguro de que a operação vai continuar sem transtornos ou falta de informação.

Solicite uma demonstração do sistema de gestão de frotas da Sofit antes da sua programação de férias agora mesmo!

O que é e como fazer a gestão de transportadora

A gestão de transportadora é uma atividade que exige conhecimentos diversos, desde financeiros até de logística.

Além disso, o gestor deve compreender a necessidade de possuir uma visão aguçada, capaz de prever riscos e analisar tendências, que são condições importantes para a aprimorada gestão do negócio.

De modo geral, é possível aplicar as estratégias e técnicas de gerenciamento que outras empresas utilizam, realizando ajustes e considerando as peculiaridades de uma empresa de transporte.

Portanto, que tal ver alguns pontos imprescindíveis para realizar a gestão de transportadora com sucesso? 

Continue lendo para saber mais sobre o tema!

Índice:

  1. O que é gestão de transportes?
  2. Quais os processos de uma transportadora?
  3. Como fazer a gestão de transportadora de cargas
  4. Importância da tecnologia na gestão de transportadora

O que é gestão de transportes?

A gestão de transportes descreve todos os processos ao longo da cadeia de suprimentos: desde a seleção do fornecedor certo até o processamento da fatura. 

Essa atividade envolve também os processos e sistemas usados ​​para entregar com segurança passageiros ou mercadorias de um local para outro. 

Assim, o gestor de transporte precisa lidar com sistemas de gerenciamento de transporte (TMS) e infraestruturas de transporte para manter um cronograma de entrega. 

Além disso, o gerenciamento de transporte também examina os principais problemas ambientais, operacionais e econômicos que afetam as indústrias de transporte e distribuição.

Algumas atribuições do gestor dessa área incluem:

  • Planeamento logístico;
  • Análise do fluxo de mercadorias ao longo da cadeia de suprimento;
  • Análise de custo de transporte e tarifas;
  • Planejamento de rota;
  • Otimização do manuseio de transporte;
  • Controle de custos e despesas;
  • Planejamento de localização.

Quais os processos de uma transportadora?

Com processos bem definidos, fica mais fácil gerenciar e entender quais os pontos fortes e o que precisa ser melhorado na gestão de transporte.

Dessa forma, podemos dividir os processos de uma transportadora em, pelo menos, 5 etapas principais. São elas:

Monitoramento de entregas

O monitoramento de entregas garante a transparência e contribui para a satisfação dos clientes. Como gestor, é o seu papel definir como esse monitoramento será realizado.

Gestão de frotas

Manutenção, documentação e controle de gastos com combustível são apenas alguns dos pontos da gestão de frotas. Tudo isso precisa estar funcionando adequadamente para que as mercadorias cheguem ao seu destino sem maiores transtornos.

Gerenciamento de pessoal

O gerenciamento de pessoal é outra etapa do processo de gestão de uma transportadora. Motoristas, gestores, analistas, auxiliares e conferentes são alguns cargos envolvidos.

Cobrança de frete

Entender como funciona a cobrança de frete é determinante para o sucesso da operação de gestão de transporte de cargas. Você deve se atualizar sobre a legislação de cada estado para não ter prejuízos.

Conferência de carga

Finalmente, a conferência de carga serve para evitar a perda de mercadorias e evitar que a empresa de transporte ou o cliente sejam onerados por isso.

Como fazer a gestão de transportadora de cargas

Como criar sistemas e infraestruturas de transporte seguras ​​tanto para a carga como para os colaboradores? 

Quais são as melhores e mais eficazes ferramentas de gerenciamento de tempo e projetos? 

Como supervisionar todo o sistema de transporte, incluindo os aspectos financeiros, sociais e políticos?

1. Cuide bem da gestão financeira da transportadora

A gestão financeira do transporte é uma das principais atribuições do gestor. 

Dessa forma, a gestão de transportadora deve ter como objetivo a redução de custo e a melhoria contínua dos processos, a fim de aumentar a produtividade e maximizar os lucros do transporte de cargas.

Para isso, é preciso avaliar e cruzar dados e identificar os gargalos na operação para corrigi-los o mais rapidamente possível.

2. Implemente um gerenciamento de frotas adequado

O gerenciamento de frotas adequado contribui significativamente na gestão da transportadora. 

Isso porque um gerenciamento de frotas automatizado contribui para o acompanhamento em tempo real da gestão de transporte, facilitando a tomada de decisão por parte do gestor.

3. Avalie perigos com um gerenciamento de riscos

Outro ponto importante na gestão de transportes é o gerenciamento de riscos. Sem ele, a sua empresa fica suscetível a acidentes, problemas jurídicos e financeiros.

Ou seja, o gerenciamento de risco permite que o gestor possa agir de forma proativa, se antecipando diante de incidentes que podem vir a se tornar problemas maiores no futuro.

Para gerenciar adequadamente os riscos, é preciso trabalhar os métodos de prevenção e correção. 

  • O que fazer para evitar os acidentes e as multas? 
  • O que fazer quando eles acontecerem? 
  • Como controlar e reduzir o volume de perdas? 
  • Como otimizar as rotas, evitando locais perigosos e favorecendo a rapidez nas entregas? 

Tudo isso deve ser respondido, de modo a reduzir as possibilidades de riscos e garantir solução para os problemas que aparecerem.

Gerenciamento de risco ou telemetria: qual a melhor abordagem para sua frota?

4. Invista no gerenciamento de pessoal

Da mesma forma, o gerenciamento de pessoal também é fundamental para o sucesso do gerenciamento de transporte.

Quando todos entendem a política da empresa e atuam conforme os objetivos traçados pela gestão, a produtividade e os resultados são consequências do planejamento.

Assim, vale manter um calendário de treinamentos e cuidar para que a comunicação entre gestão e colaboradores aconteça sem ruídos. 

5. Determine metas na sua gestão de transportadora

A máxima do “quem não sabe para onde está indo, não chega a lugar nenhum” vale na gestão de transporte.

Assim, é necessário definir metas factíveis para a sua gestão de transportadora e empregar os seus esforços para atingi-las.

Esse planejamento de metas pode ser realizado uma vez ao ano, a cada semestre ou sempre que a sua transportadora precisar. 

Apenas tome cuidado para ser objetivo e não criar novas metas a toda hora. 

Importância da tecnologia na gestão de transportadora

A tecnologia economiza horas de trabalho manual, reduzindo erros humanos, melhorando o atendimento ao cliente e acelerando as rotinas e entregas da transportadora.

Entre outros benefícios, o emprego da tecnologia da gestão do transporte de cargas ainda permite:

  • Prever a demanda e propor quais quantidades de cada tipo de combustível devem ser entregues em cada posto; 
  • Garantir que os tanques não fiquem sem combustível; 
  • Verifique se há produto em cada estoque e mantenha um equilíbrio entre produtos com alto e baixo volume de vendas.

Da mesma forma, um software de gestão de transportes pode ajudá-lo a reduzir o atrito e remover as barreiras entre os grupos operacionais com uma única solução. 

Então, gostou do nosso artigo sobre gestão de transportadora? Compartilhe esse conteúdo nas redes sociais e até a próxima!