8 passos para alcançar excelência na gestão da manutenção

De uns anos para cá, a logística vem ganhando grande notoriedade. O que antes era visto apenas como gestão de estoque e de transporte, hoje é tido como um processo complexo. A gestão da manutenção de frotas passou a fazer parte desse universo, uma vez que pode contribuir de forma positiva para os resultados da empresa como um todo.

O assunto é tão importante que a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) tem diversas diretrizes para orientar as pessoas ao longo desse processo. Para que a frota da sua empresa possa ser bem organizada, é preciso seguir alguns passos. Conheça 8 dos mais importantes, ao longo deste artigo:

1. Reúna informações relevantes

O primeiro passo para alcançar excelência na gestão da manutenção é reunir informações relevantes sobre o funcionamento da sua frota. Esses dados são essenciais para ajudar a fazer a sua gestão da forma mais adequada, e não contando apenas com “achismos”.

Somente com o máximo de detalhamento será possível calcular:

  • o custo das horas paradas e trabalhadas;
  • as despesas com manutenção;
  • o período em que as revisões precisam ser feitas, entre outras variáveis.

Assim, esses subsídios serão a base para que se possa tomar decisões, estabelecer metas e acompanhar o seu cumprimento.

2. Use um sistema de gestão de frota

Como dissemos, a reunião de dados é fundamental para alcançar excelência na gestão da manutenção e, por isso mesmo, utilizar um sistema de gestão de frota pode ser de grande valia. Esse tipo de softwarecoleta informações com muito mais precisão, para analisá-las e, então, fazer o acompanhamento em tempo real.

O uso de rastreadores, por exemplo, pode ser eficiente para o monitoramento. Mas, para conseguir as informações, é preciso contar com um software que não apenas permita que você visualize tudo o que está ocorrendo com a sua frota, mas que também auxilie na tomada de decisões.

3. Esteja atualizado com os lançamentos

Quem é responsável por todo esse processo não pode se prender apenas às informações internas: é preciso estar atento aos lançamentos do mercado — e, nos dias de hoje, eles são bastante frequentes.

Um novo serviço de telemetria ou um novo pneu podem fazer toda a diferença no negócio. Por isso, fique sempre de olho no que há de novidade e, também, nos concorrentes, para identificar e adotar as melhores práticas. Dessa forma, você consegue otimizar o seu processo.

4. Não se descuide da manutenção preventiva

Em praticamente tudo na vida, prevenir acaba sendo mais fácil do que remediar as consequências. Por isso mesmo, a manutenção preventiva é fundamental para evitar diversos problemas que podem causar sérios impactos em toda a sua logística. Sendo assim, ela precisa ser respeitada e realizada com uma boa regularidade.

Para auxiliar nessa etapa, é recomendado que os motoristas adotem um checklist diário. Com isso, há como perceber rapidamente se há alguma anormalidade e agir antes que o problema se torne maior.

Não fazer isso implica gastos consideravelmente maiores, e os seus veículos podem ficar parados por muito mais tempo do que o necessário, o que resulta em ociosidade e compromete o seu orçamento mensal.

5. Aposte em mão de obra qualificada

Para alcançar excelência na gestão da manutenção, é fundamental contar com uma mão de obra qualificada. Dentro desse contexto, fuja de mecânicos e oficinas de baixa credibilidade: você não deve hesitar em procurar serviços especializados e locais que trabalhem com profissionais e peças de alto nível. A diferença no custo é compensada em médio e longo prazos.

6. Gerencie todas as rotas

Gerenciar as rotas é extremamente importante para qualquer empresa que dependa da logística. Você não deve jamais abrir mão dessa atitude, se deseja alcançar excelência na gestão da manutenção.

São fatores que desgastam seus veículos muito mais rápido (sobretudo quando se trata da parte mecânica):

  • trajetos excessivamente longos;
  • rodovias com muitas curvas;
  • vias de terra batida;
  • ruas com muitos buracos etc.

Também é importante sempre considerar a distância. Os quilômetros extras rodados também são um indicador de que você precisa observar — e, eventualmente, trocar — diversos componentes. O rastreamento pode facilitar o gerenciamento dos trajetos e também ajuda tomar medidas de urgência, em caso de furto ou roubo dos veículos e das cargas.

7. Acompanhe as peças de desgaste natural

Qualquer pessoa que já teve um carro, mesmo que por pouco tempo, sabe que algumas peças possuem um desgaste natural mais rápido. As próprias montadoras indicam a sua substituição após um período determinado ou depois de rodar certo número de quilômetros. Sendo assim, é imprescindível que você fique de olho nesses componentes.

Os pneus, por exemplo, são uns dos itens mais formidáveis no quesito segurança. Eles são o único ponto efetivo de contato do veículo com o chão e, por isso mesmo, qualquer desgaste excessivo ou fragilidade pode ocasionar acidentes sérios. Além disso, quando estão carecas ou mal calibrados, também podem causar um consumo maior de combustível.

Outros artigos que precisam ser trocados ou verificados de tempos em tempos são:

  • óleo lubrificante do motor;
  • pastilhas de freio;
  • filtros de ar;
  • filtros de óleo;
  • filtros de combustível;
  • fluido do radiador;
  • bateria;
  • limpadores de para-brisa, entre outros.

8. Planeje tudo o que puder

Por fim, se você deseja alcançar excelência na gestão da manutenção, é preciso antecipar seus movimentos e planejar tudo aquilo que estiver ao seu alcance. Definitivamente, essa não é uma tarefa simples, mas você pode conseguir isso com alguma persistência, muita organização e ao incorporar esse hábito no dia a dia do seu negócio.

É preciso criar estratégias a serem alcançadas para conseguir uma otimização de seu processo, reduzindo os seus custos e aumentando a produtividade da sua empresa e da sua frota. É lógico que isso só se consegue combinando os fatores anteriores, mas, sem que haja um planejamento de como fazer e sem prazos estipulados, essa tarefa se torna inviável.

Esses são alguns passos indispensáveis para começar a ter um bom resultado. Gostou das dicas para alcançar excelência na gestão da manutenção? Então, veja também o nosso outro artigo sobre manutenção corretiva. Boa leitura!

 

Dia do Caminhoneiro: entenda agora por que são três datas!

Assim como em várias outras profissões, existe um dia para celebrar os caminhoneiros: o Dia do Caminhoneiro! Esses profissionais tão dedicados que, às vezes, passam dias longe da família para garantir seu sustento e ainda manter o país funcionando.

Provavelmente você já deve ter visto mais de um dia sendo usado para comemorar o dia do caminhoneiro. Mas, afinal de contas, essa data é em junho, julho ou setembro? A resposta correta é: as três!

Sim! Existem 3 datas diferentes!

Elas surgiram por motivos diferentes e a seguir vamos explicar melhor cada uma. Veja:

30 de junho: Dia do Caminhoneiro em São Paulo

Surgiu em 1986, época em que o governador de São Paulo assinou uma lei que instituiu o dia 30 de junho como sendo o Dia do Caminhoneiro. É uma data regional.

25 de julho: Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas

Nesse dia se comemora o dia de São Cristóvão, que é o padroeiro oficial dos motoristas. Esse é o dia mais lembrado e também o mais antigo, sendo celebrado desde o século XV. Conta a história que São Cristóvão era um homem forte, que desejava servir o homem mais poderoso do mundo. Quando descobriu que este era Jesus, se converteu e passou a morar próximo a um rio, ajudando pessoas a atravessá-lo. Um certo dia, carregou um menino que ia ficando mais pesado à medida que se avançava. São Cristóvão reclamou que a sensação era a de carregar o mundo em seus ombros, quando o menino respondeu: “não está carregando o mundo, está carregando o seu criador. Eu sou Jesus, aquele a quem você serve”.

16 de setembro: Dia Nacional do Caminhoneiro

Essa data foi instituída em 2009 e ficou definida como o Dia Nacional do Caminhoneiro.

Apesar de 16 de setembro ser a data oficial, é em 25 de junho que mais se comemora. Existe até uma igreja no Rio Grande do Sul, às margens da BR-116, na altura do km  — a Igreja de São Cristóvão — que possui o formato de um caminhão e é frequentemente visitada por esses profissionais.

Por que é importante celebrar o dia do caminhoneiro

Independentemente das datas oficiais, todos os dias deve-se comemorar a existência desses profissionais, que passam horas no volante, perdem datas especiais e andam solitários pelas estradas.

O mais importante de tudo é que muitos desses trabalhadores, apesar das situações negativas que passam, amam o que fazem e não conseguem se ver em outra profissão. É por isso e pela contribuição que fazem em seu trabalho, que eles merecem todo o reconhecimento e valorização.

Também é importante aproveitar essas ocasiões para lembrar de como algumas coisas ainda precisam ser melhoradas para a classe, a exemplo das últimas mudanças na lei que determinam um horário mínimo para descanso.

Mensagem em homenagem ao dia dos caminhoneiros

No Dia do Caminhoneiro, nós da Sofit queremos homenagear essa classe de trabalhadores que é tão importante para o Brasil. Sim, para o Brasil!

Talvez você, sentado aí em sua boleia, não tenha ideia da importância que tem para o país. O que você leva em seu caminhão é muito mais do que uma simples carga. Os caminhoneiros são grandes responsáveis por movimentar a economia do país, levando e trazendo produtos que vão mudar a vida de muitas pessoas.

Além da carga de produtos, os caminhoneiros levam sempre com eles uma carga ainda mais valiosa. No coração, levam suas experiências, suas histórias, os amigos que fazem por onde passam, as lembranças dos momentos marcantes e a saudade da família que os espera sempre de braços abertos.

Com o rádio ligado embalando suas viagens, suas mãos firmes ao volante, eles guiam o caminhão pelas estradas da vida, enfrentando todas as dificuldades do caminho. E assim, superando os obstáculos, vocês, caminhoneiros, carregam o Brasil.

Não somente hoje, mas todos os dias, os caminhoneiros devem ser sempre reconhecidos pelo trabalho que realizam. Eles são exemplos de amizade e companheirismo, sempre ajudando seus amigos-irmãos de estrada. Viajantes solitários, grudados no asfalto, mas com o pensamento alto, eles têm garra e força de vontade para chegar ao destino e a saudade que os movem para voltar para a casa.

Que vocês continuem contribuindo para a evolução do país, abraçando essa longa estrada da vida, com seus caminhos iluminados por Nossa Senhora.

Feliz dia do caminhoneiro!

Um forte abraço da Família Sofit

Saiba como funciona a regulamentação relacionada à terceirização de frotas

A terceirização de frotas pode ser a saída para contornar a fase ruim pela qual o país passa na economia, podendo tornar o serviço da sua empresa mais eficiente e as suas equipes de trabalho mais produtivas.

Isso resulta em aumento na competitividade da empresa dentro do mercado, cria um direcionamento estratégico para o seu negócio e ainda, é claro, proporciona redução nos custos operacionais da empresa.

Mas, e a regulamentação relacionada à terceirização de frotas, como funciona? Saiba isso e muito mais aqui! Continue com a sua leitura.

Regulamentação da terceirização

A terceirização de frotas é algo estratégico. A partir dela, é possível ganhar em produtividade, em especialização e em eficiência. Contudo, para que essa medida funcione bem para a sua empresa, é preciso estar de acordo com algumas leis e normas. Veja quais são e como se aplicam ao seu negócio.

De acordo com a Lei n. 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o TRC (transporte rodoviário de cargas) realizado em vias públicas e no território nacional por terceiros mediante remuneração deve obedecer às seguintes normas:

1. Realização de inscrição prévia no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em uma das seguintes categorias (art. 2.º):

  • Transportador Autônomo de Cargas (TAC), para pessoas físicas;
  • Empresa de Transporte rodoviário de Cargas (ETC), para pessoas jurídicas.

TAC (Pessoa física)

E o que é necessário para essa inscrição?  O TAC deve comprovar ser proprietário, coproprietário ou arrendatário (locador) de, ao menos, um veículo utilizado na atividade, que deve ser registrado em seu nome no órgão de trânsito como veículo de aluguel.

Além disso, deve ter, no mínimo, três anos de experiência na área e ter sido aprovado em curso específico para desempenho da atividade.

ETC (Pessoa jurídica)

Já a ETC, Empresa de Transporte rodoviário de Carga, deve ter sede no Brasil, comprovar ser proprietária ou arrendatária (locadora) de, ao menos, um veículo de carga, indicar um responsável técnico pelo serviço que deverá ter um mínimo de três anos de experiência na área e ter sido aprovado em curso específico.

A sua empresa ainda deve comprovar capacidade financeira e confiabilidade dos seus sócios e responsável técnico.

Ao realizar o registro na RNTR-C, será emitido um número de registro que deverá constar no veículo do proprietário ou arrendatário.

2. O transporte rodoviário de cargas ainda deverá ser realizado sob contrato ou conhecimento de transporte, onde deverão constar informações para a completa identificação das partes, dos serviços e de sua natureza fiscal (art. 6.º).

3. Emitido o contrato, tanto o TAC como o ETC assumem a total responsabilidade pela execução dos serviços — sejam eles realizados por conta própria ou por terceiro —, pelos prejuízos referentes a danos e perdas (caso haja), sendo garantida a vistoria nesse caso e pelas ações de seus funcionários, agentes, prepostos ou terceiros contratados (art. 7.º e 8.º).

Consequências de negligências

Caso haja negligência no cumprimento da Lei n. 11.442, as infrações podem ser punidas com multas administrativas aplicadas pela ANTT, embora não levem ao cancelamento da inscrição no RNTR-C.

Por isso, optando ou não pela terceirização de frotas, jamais negligencie o que vem descrito no contrato e na própria lei. Esteja atento às descrições no contrato firmado e às normas — esse é o maior segredo para a terceirização funcionar para a sua empresa.

Segurança do processo

A terceirização de frotas pode acarretar bastante segurança para a sua empresa, principalmente pelo fato de evitar indisponibilidade na sua frota de veículos devido a alguma falha ou necessidade de manutenção, uma vez que é o TAC ou a ETC que se responsabilizam por essa parte.

Imagine só não ter mais de se preocupar com a baixa na produtividade da sua frota, com atrasos nas entregas das cargas e com funcionários ociosos por não ter veículos disponíveis para realizar o serviço!

Além dos ganhos a mais com a produtividade, a sua empresa ainda sai ganhando em segurança por contar com veículos atuais, manutenção em dia e com significativa redução de custos originada pela terceirização!

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Modernização da gestão de frotas: como a tecnologia pode ajudar

Hoje, a tecnologia está presente em praticamente todos os lugares: nas casas, nas escolas e, principalmente, nas empresas. Isso acontece porque, cada vez mais, ela facilita a comunicação, agiliza a realização de atividades, contribui para a redução de custos, entre diversos outros benefícios.

Então, por que não utilizá-la também na gestão de frotas?

Neste post, vamos falar sobre a importância da modernização da gestão de frotas e como a tecnologia pode ajudar nesse processo. Quer saber um pouco mais sobre o assunto? Continue a leitura e confira!

Quais são os benefícios da utilização da tecnologia na gestão de frotas?

Atualmente, é possível fazer a gestão de frotas por meio de softwares específicos que, entre outras funções, permitem o controle de combustível, de manutenções e de custos da operação.

Quando uma empresa implementa esses sistemas, ela passa a ter uma visão mais abrangente de todas as atividades, com acompanhamento total e em tempo real das rotinas de sua frota.

Outra vantagem está relacionada à segurança das informações, uma vez que todas elas ficam concentradas em um único local, e a necessidade de utilização de planilhas manuais acaba sendo praticamente eliminada. Além de facilitar o acesso e o compartilhamento dos dados, eles ficam menos sujeitos a riscos de extravios.

A tecnologia está acessível também para as pequenas empresas?

Muitos empreendedores ainda acreditam que investimento em tecnologia diz respeito apenas às empresas de grande porte.

Esse paradigma existe, principalmente, devido a dois fatores: a crença de que os sistemas possuem um custo muito elevado e a resistência à mudança, que ocorre frequentemente em empresas menores, com estrutura familiar.

Contudo, com os avanços da tecnologia, é possível contar com ferramentas que proporcionam diversos benefícios, sem que para isso seja necessário empregar uma quantidade comprometedora de capital.

Com isso, as empresas de pequeno porte passam a ter a oportunidade de modernizar seus processos, além de aprimorar os resultados obtidos por meio da gestão de frotas.

E qual é o retorno desse investimento?

Sem a devida modernização da gestão de frotas, muitas empresas acabam tendo gastos desnecessários, sendo que, com pequenos ajustes, já seria possível uma economia de recursos considerável — fundamental em uma época de crise econômica como a que vivemos atualmente.

Visando à redução de custos, a modernização da gestão de frotas por meio da tecnologia permite também gerenciar questões mais abrangentes, como:

  • gestão de rotas e logística;
  • controle de combustível;
  • gestão da manutenção da frota.

O gestor poderá, ainda, acompanhar de forma mais eficaz a equipe externa. Com o uso da telemetria, é possível observar o comportamento dos motoristas em tempo real, identificando infrações ou desperdício de combustível.

Ao detectar esses pontos, o gestor poderá atuar diretamente no problema, fomentando, por exemplo, processos educativos junto aos colaboradores, por meio de treinamentos e outras ações.

Em situações contrárias, nas quais boas práticas forem observadas, o gestor poderá até mesmo oferecer bonificações àqueles colaboradores que obtiverem bons resultados.

Com essas estratégias, a empresa passa a ter vantagens competitivas importantes no mercado. Algumas delas são:

Aumento da produtividade

A frota é parte ativa e integrante de todo um sistema de valor da empresa. Quem precisa de uma frota é porque entrega algum valor para o seus clientes, seja produto ou serviço e, para isso, busca agilidade, afinal, tempo é dinheiro.

A tecnologia aliada à gestão de frotas possibilita que a empresa seja mais produtiva, já que atua com um conjunto de atitudes para prever problemas que surgem nos complexos sistemas de logística.

Esse é um incentivo para que os motoristas trabalhem mais motivados, porque haverá toda uma tecnologia por trás calculando e gerenciando os problemas.

Com mais segurança, a equipe também será mais produtiva, cometerá menos infrações, envolvendo-se em um número menor de acidentes, o que, por sua vez, garantirá maior disponibilidade da frota.

Redução dos custos operacionais

Como vimos, o recebimento e a análise dos dados sobre as viagens é possível com o uso da tecnologia. O gestor terá acesso a informações como distância percorrida, localização, consumo de combustível e tempos de parada, condução e frenagem, entre outros.

Isso permite à empresa que ela opte, por exemplo, por rotas que consumam menos pneu ou combustível, o que contribui para uma redução significativa dos custos operacionais, inclusive com a manutenção da frota.

Para se ter uma ideia, do custo total de um veículo, mais de 50% é referente aos custos variáveis, isto é, passíveis de redução, como combustível e manutenção.

Quais são os impactos no desempenho da frota?

Como dissemos, a utilização da tecnologia permite um maior controle sobre a rotina na gestão de frotas. Por meio desse acompanhamento, além de aperfeiçoar a gestão de manutenções e compreender os custos das operações, é possível avaliar o desempenho de cada veículo.

Ao acompanhar melhor as rotinas de manutenção de cada veículo, todo o controle das manutenções corretivas e preventivas ― além das inspeções e lubrificações ― passa a ser realizado conforme o tempo de rodagem. Assim, tanto o agendamento das manutenções preventivas quanto sua execução passam a ser muito mais confiáveis.

Além disso, é possível manter um controle mais eficiente do estoque de peças sobressalentes e da data para troca dessas peças, conforme o tempo de uso.

Com a concorrência cada vez mais acirrada, obter informações corretas ― e no tempo certo ― acaba sendo um grande diferencial para empresas que desejam se manter competitivas no mercado.

Você, certamente, fidelizará seus clientes com a gestão mais rigorosa dos prazos e a padronização de processos, além, claro, do maior controle da previsibilidade dos custos. Tudo isso de maneira prática, bem diferente das planilhas preenchidas manualmente, que demandam muito tempo e ainda facilitam o conflito de informações.

Com a tecnologia, o gestor da frota pode contar, finalmente, com acesso a todas as informações por meio de indicadores e relatórios, o que significa muito mais precisão, segurança e agilidade nas tomadas de decisão.

E você, já sabe como a tecnologia aplicada aos processos pode fazer toda a diferença para o negócio? A sua empresa tem buscado modernizar a gestão de frotas para superar os desafios internos e externos? Entre em contato conosco.

A Sofit pode ser sua parceira desde o ajuste dos processos até a automatização dos seus fornecedores, a partir de uma metodologia de gestão de frotas e os indicadores mais adequados à sua operação!

Entenda aqui a relação entre TMS e gestão de frotas

É muito importante para uma empresa, independentemente do seu porte ou segmento, gerenciar seus custos com precisão. Afinal, é isso que assegura que a margem de lucro do seu negócio, do seu produto ou serviço mantenha-se interessante e viável. Em uma empresa do ramo de transportes, a coisa não é diferente.

É por isso que cada vez mais empresas têm buscado soluções para melhorar a gestão do seu negócio e ter mais controle sobre a sua frota. E esta gestão pode ser feita por um TMS (Transportation Management System), também conhecido como sistema de gestão de transporte e logística.

Mas, afinal, o que é o TMS, além de uma solução eficiente para o seu negócio, qual a relação entre esse tipo de sistema e a gestão de frotas e como esse tipo de sistema pode ser benéfico para a sua empresa? Continue com a leitura e confira tudo isso aqui e agora!

O que é e como funciona um sistema TMS?

O sistema TMS é um software que permite às empresas de transporte ter um controle absoluto sobre:

  • entregas;
  • roteiros;
  • desempenho dos motoristas;
  • desempenho dos veículos;
  • situação em que os veículos da frota se encontram;
  • informações sobre os fretes;
  • rastreamento das mercadorias;
  • emissão de documentos eletrônicos relacionados à carga e outros documentos fiscais.

A maioria desses softwares é desenvolvida em módulos, cada qual controlando e auxiliando em uma tarefa específica, como por exemplo:

  • emissão de nota fiscal eletrônica (NFe);
  • emissão de recibo de pagamento de autônomo (RPA);
  • emissão de manifesto eletrônico de carga (MDFe);
  • controle dos fretes, tanto aqueles realizados pela própria frota como por terceiros.

Como podemos observar, um sistema TMS é bem abrangente. Ele compreende desde o departamento comercial da sua empresa, passando pelo financeiro e operacional, até a expedição.

Como funciona um sistema TMS?

Esse tipo de sistema é integrado a outro sistema, conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning) ou software de planejamento dos recursos da empresa, um sistema que integra todos os dados do negócio num único lugar, tornando a gestão de frotas e a gestão em geral do seu negócio de transportes muito mais eficiente.

Um exemplo dessa integração entre TMS e ERP é a emissão de NFe, que, depois de emitida no TMS, é automaticamente enviada para o controle financeiro e fiscal da empresa ou embarcador.

O que faz um software para Gestão de Frotas?

Esse tipo de sistema é especializado no processo de gestão da frota, passando por todos as suas fases:

• Aquisição dos Veículos;
• Controle de Documentação dos Veículos e Condutores;
• Controle de Abastecimento;
• Controle de Pneus;
• Controle de Manutenção;
• Controle de Infrações;
• Controle de Despesas (Pedágios, Estacionamentos, lavação, etc)
• Controle de Viagens (Receitas, despesas, clientes, etc)
• Controle de Sinistros e
• Controle de Custos (Por veículo, por motorista, por viagem, etc)

Por ser um sistema especializado ele tende a ser integrado com todos os fornecedores do processo de gestão de frotas, evitando a necessidade de digitação. É um sistema com foco gerencial.

E qual a relação entre um TMS e um software para Gestão de Frotas?

Se você é uma transportadora de cargas ou indústria com frota própria, é essencial ter um TMS. E todo TMS tem funções básicas do processo de Gestão de Frotas, que atende a quem está começando a implantar estes processos.

Porém, se a sua empresa tem um TMS e necessita melhorar o processo de gestão de frotas, você deve avaliar a implantação de um software especializado em Gestão de Frotas, preferencialmente que possa integrar com o seu TMS para evitar a duplicação de digitações.

Por outro lado, se você tem uma frota, mas, não precisa das funções de um TMS listadas acima, pois não utiliza a frota para transporte de cargas, a melhor solução é um sistema de gestão de frotas.

Estes controles que você e a sua empresa passam a ter com a gestão de frotas, resultam em diversos benefícios para o seu negócio, como a redução de custos e o aumento na margem de lucro e na produtividade.

Está esperando o quê para obter toda essa eficiência na gestão de frotas e usufruir de todos esses benefícios? Entre em contato conosco da Sofit e saiba mais!

O que avaliar na conta de custos por km rodado?

O cálculo de custo por km rodado é essencial para uma gestão eficaz de frotas. Por meio dele, é possível compreender melhor a composição de cada um desses custos, identificar desperdícios, falhas e pontos de melhorias. Porém, esse cálculo não é tão simples como parece e envolve outros fatores que vão além do gasto com combustíveis e manutenções.

Alguns detalhes, como os valores gastos pelos motoristas no trajeto e o valor dos pedágios, apesar de serem gastos pequenos, precisam ser incluídos entre os gastos para que o seu cálculo seja o mais fidedigno possível.

Esse assunto merece uma atenção especial porque uma correta avaliação desses custos pode possibilitar redução de gastos e possíveis investimentos que vão deixar o seu negócio mais competitivo.

A seguir, vamos falar um pouco mais sobre esse assunto. Continue acompanhando e saiba mais!

O que entra no preço do km rodado?

Existem algumas variáveis na composição desse custo que têm impactos diferentes e são calculadas de formas distintas. Para exemplificar melhor, vamos classificá-las entre custos fixos e custos variáveis, explicando qual é a representatividade de cada um.

Custos fixos

São aqueles custos que não variam, independentemente de a demanda da empresa estar em alta ou em baixa. Esses custos sempre terão a sua parcela fixa no cálculo do custo por km rodado. Entre eles, podemos citar:

  • remuneração dos motoristas;
  • seguros;
  • depreciação dos veículos;
  • sistema de rastreamento (do veículo e de cargas, no caso de uma empresa de transportes);
  • pagamento de IPVA;
  • pagamento de Seguro Obrigatório (DPVAT);
  • pagamento de Licenciamento;

Os valores relacionados aos pedágios sempre serão cobrados, mas esse valor pode aumentar ou diminuir de acordo com os trechos percorridos. Algumas empresas recorrem a convênios com as instituições que recebem as concessões para fazer esse tipo de cobrança. Esses convênios podem reduzir os valores totais da cobrança e até agilizar a viagem.

O cálculo de como esses valores impactam no custo por km rodado é bem complexo. Normalmente se faz o rateio mensal e divide-se pela quantidade percorrida no mês. Por serem fixos, podemos dizer que, quando a demanda da empresa for mais baixa, esses custos terão um impacto bem maior do que quando a empresa realiza muitas entregas.

Custos variáveis

Ao contrário dos fixos, como o próprio nome já diz, os custos variáveis variam de acordo com a utilização do veículo. Logo, se o veículo for utilizado várias vezes durante a semana, os custos serão mais altos. Entretanto, caso fique mais tempo parado, as despesas serão bem menores. Alguns exemplos são:

  • combustíveis;
  • manutenções;
  • pneus;
  • lubrificantes;
  • valores gastos em pedágios;
  • reembolsos com despesas extras.

Esse último tópico merece um detalhamento importante, considerando a rotina e a natureza das atividades relacionadas ao trabalho. O custo com o reembolso de despesas extras é parte desse dia a dia e deve ser considerado para o cálculo de despesas variáveis.

Por exemplo, se o motorista se depara com uma forte chuva e precisa trocar um limpador de para-brisa, ele pode comprar esse item, guardar a Nota Fiscal e acertar com a empresa no momento do retorno.

Naturalmente, esses custos não foram planejados — eles foram surgindo ao longo do caminho. Independentemente disso, eles precisam ser considerados na hora de avaliar os custos por km rodado da empresa.

Esse cálculo é um pouco mais simples, sendo que o método mais utilizado é o de rateio, dividindo proporcionalmente os custos pela quilometragem total percorrida no período.

Como o cálculo do km rodado pode ser realizado?

A forma mais comum de se calcular é utilizando o rateio. Nos casos de depreciação, salários, combustíveis, sistemas de rastreamento e seguros, que são custos mensais, basta dividir os valores de cada mês pela quilometragem que foi rodada nesse mesmo período.

No caso de licenciamento, seguro obrigatório e pagamento de IPVA, realizados anualmente, deve-se dividir os valores por 12 (meses), atribuir um valor para cada mês e dividir esses valores pela quantidade de quilômetros rodados no mês.

Já no caso de manutenções e trocas de pneus, o cálculo é mais complexo. É necessário avaliar o tempo médio de troca dos itens e também fazer o rateio por período — por exemplo, se a troca de pneus ocorre a cada 18 meses, divide-se o valor referente às trocas pelo período, encontrando o valor mensal.

Assim que os rateios são realizados e se encontra o valor de cada variável, é hora de somá-los. Vale lembrar que, para que o cálculo seja exato, é necessário utilizar o mesmo período de tempo para todos os cálculos. A forma mais comum é o cálculo mensal.

Quais são os benefícios de analisar o valor do km rodado?

Como abordamos na introdução, é possível identificar possíveis pontos de melhorias. Ou seja, se determinado veículo precisa trocar pneus com mais frequência do que os outros, é preciso avaliar se não está na hora de realizar uma manutenção e buscar as causas desse desgaste.

Além disso, com a identificação de cada variável, é possível encontrar custos desnecessários que podem ser eliminados, o que faz com que a empresa consiga reduzir custos operacionais. Ainda há a otimização do processo de roteirização, que passa a ter base para identificar os custos de cada rota e encontra oportunidades de aprimorar o planejamento, contribuindo, assim, para alcançar maior eficiência e reduzir ainda mais os custos.

Gestão moderna

Quando o gestor tem uma visão geral dos custos da frota por quilômetro rodado, consegue perceber mais claramente onde a sua atuação fará maior diferença. Ter uma gestão mais moderna é muito importante, afinal, é possível identificar com mais assertividade os principais pontos de atenção e reduzir ainda mais os custos para a empresa.

Usar a tecnologia a favor do trabalho é fundamental nesse sentido e, se o gestor tem os custos por quilômetro rodado bem definidos, abrem-se possibilidades para esses investimentos. Os sistemas de rastreamento de cargas, no caso de uma transportadora, são alguns exemplos de tecnologias que podem ser contratadas com recursos provenientes da redução de custos.

Terceirização da frota

Um conceito que é muito usado atualmente é o de “uberização da economia”. Ele faz referência ao modelo de negócios do Uber, que promove o deslocamento de pessoas, mas que não tem um carro em sua frota. Esse conceito tem um apelo sustentável e é baseado na economia colaborativa e de compartilhamento, muito usada em países desenvolvidos.

Algumas empresas já aderiram a esse modelo, terceirizando parte da sua frota ou usando veículos alugados. Claro que isso depende da história de cada instituição e das propostas de negócio apresentadas. Mas é importante que as instituições se abram a novas possibilidades para caminharem em consonância com as tendências do mercado.

Se essas alternativas forem usadas, outros custos (como o valor com veículos alugados) deverão ser acrescidos nos cálculos que foram listados acima.

Como se pode ver, os cálculos de custos por km rodado são bem mais complexos do que muita gente imagina e envolvem, inclusive, questões administrativas, como a depreciação e o pagamento de salários dos motoristas. Para que o cálculo seja feito da forma mais assertiva possível, garantindo integridade dos dados, o ideal é que se utilize um software de gestão.

Software de gestão de frotas ou ERP: saiba qual escolher!

Empresas de qualquer setor da economia investem em soluções de TI para se manter com alto nível de produtividade e eficiência. No caso dos negócios que atuam com a entrega de mercadorias, muitos gestores podem optar pela aquisição de um sistema de gestão de frotas ou um ERP (também conhecido como software de gestão integrada) que possua um módulo para gestão de veículos.

Há também os casos em que empreendedores optam pelas duas soluções separadamente, focalizando determinadas rotinas em um único ambiente. Mas o que leva a essa escolha? Quais são as diferenças entre um software de gestão integrada e um sistema de gestão de frotas? Confira no nosso post de hoje!

O que é um software de gestão integrada?

O software de gestão integrada é utilizado por empresas para monitorar todos os aspectos de uma companhia. Dividido em módulos, ele centraliza o acesso, a inserção e a modificação de informações sobre diferentes setores. Assim, o negócio consegue unificar as suas políticas de gestão para ter mais performance e qualidade operacional.

Também chamado de ERP, o software de gestão integrada é um dos principais sistemas de uma organização. As suas funções contribuem para a melhoria da performance de todos os setores, gerando serviços de maior qualidade e competitividade. Isso será feito com um controle amplo de todos os aspectos do negócio e a integração dos times de diferentes áreas.

Um dos exemplos está na gestão de estoque. Com o uso de um software de gestão, times de vendas poderão identificar rapidamente quais são as ferramentas com maior saída, permitindo a criação de estratégias de vendas que foquem em produtos próximos de suas datas de vencimento ou que sejam mais competitivos. Assim, a empresa pode manter as suas taxas de vendas sempre com um índice elevado.

Já uma companhia de transporte de carga consegue maximizar a performance de suas estratégias de logística. A compreensão de cada item que está no estoque aguardando transporte será feita de maneira dinâmica: todos os setores poderão verificar os dados necessários para garantir a entrega do produto dentro do prazo com precisão e eficiência.

O aumento dos níveis de automação reduzem os erros. Diminuir o uso de planilhas torna a imprecisão de dados menor, agilizando processos e eliminando eventuais falhas.

O controle de custos também será feito com maior impacto. Identificando setores que possuem maior desperdício de recursos e gastos operacionais maiores, o gestor pode implementar políticas para otimizar a cadeia operacional. Como consequência, a empresa poderá atender mais clientes com serviços mais econômicos e direcionar uma quantidade maior de verbas para investimentos estratégicos.

O uso do ERP contribui para que a empresa tenha uma redução de gastos e uma rotina integrada. Todos os setores podem atuar em conjunto para atingir metas por meio de processos operacionais simplificados e com baixo índice de imprecisão. Isso gera mais segurança e agilidade para o negócio, que consegue atender a demandas do mercado de maneira inteligente e competitiva.

Como funciona um software de gestão de frotas?

O software de gestão de frotas é utilizado por empresas de transportes para administrar os veículos utilizados no transporte de cargas. Ele possui um conjunto de funções que facilitam o acompanhamento de entregas, a definição de rotas e dos custos relacionados a manutenção de caminhões e outros automóveis do negócio.

Em um software de gestão de frotas, o gestor pode avaliar o custo de manutenção de cada veículo individualmente. Registros como o tempo gasto por rota, consumo de combustível ou duração de pneus são facilmente acessíveis. Assim, a companhia consegue eliminar gastos com precisão, gerando mais receita para o empreendimento.

Esse é um fator que também impacta os processos de manutenção de produtos da empresa. Sabendo a duração média de cada item, o gestor pode planejar com antecedência as rotinas de manutenção dos equipamentos. Assim, peças e insumos são adquiridos com maior agilidade e menor custo.

O software de gestão de frotas também aumenta a disponibilidade dos veículos. Todas as mercadorias serão administradas de forma mais eficaz, reduzindo os prazos de entrega de produtos. E por saber em qual parte da cadeia operacional cada produto se encontra, as chances de itens se perderem no processo de entrega reduzem drasticamente, o que permitirá um aumento rápido dos índices de produtividade do negócio.

Quais as diferenças entre os dois sistemas corporativos?

Tanto o sistema de gestão integrada quanto o software de gestão de frotas podem ser utilizados por empresas do ramo, mas existem diferenças básicas entre as duas soluções. Conhecê-las melhor dá ao empreendedor a possibilidade de investir na aplicação perfeita para o seu perfil e necessidade, maximizando o seu retorno sobre o investimento.

Em termos de benefícios, ambas as aplicações fornecem vantagens semelhantes. Custos podem ser eliminados rapidamente, seja com ganho de performance ou com aumento do nível de automação. Já o planejamento da manutenção preventiva de serviços é feito com antecedência, eliminando gastos imprevistos.

Em geral, corporações escolhem adotar ambas as soluções para ter uma visão melhor sobre suas rotinas internas. Por ter um foco maior nas rotinas de gestão de veículos, o software de gestão de frotas pode gerar ganhos maiores para uma empresa dessa área quando comparado com um sistema de gestão integrada que possua um módulo para a administração de veículos.

Nesse sentido, as ferramentas de gestão de frotas dão acesso a mais recursos para verificar a disponibilidade de veículos e fatores que impactam nos prazos de entrega de um produto. A avaliação do desgaste de peças, a mensuração do consumo de combustíveis e a criação de políticas de entrega serão feitas com o auxílio de informações precisas e recentes. Isso permite a administração do negócio com mais eficiência e agilidade, tornando-o competitivo e capaz de responder a pedidos de clientes e parceiros comerciais em menor tempo — fator crucial para atrair novas parcerias em médio e longo prazo.

Além do investimento em um software de gestão de frotas, a empresa também pode adotar outras estratégias para otimizar o transporte de mercadorias. Confira todas elas no nosso ebook com dicas para o setor de transporte de cargas!

Gestão de estoque na gestão de frotas: saiba como fazer!

Uma boa gestão de estoque para empresas que possuem frota própria é fundamental para garantir bons resultados no planejamento das manutenções. Mas, para que isso seja possível, é preciso tomar alguns cuidados básicos com a rotina.

No artigo de hoje, vamos listar 4 melhores práticas para que se consiga otimizar os processos e alcançar um desempenho satisfatório. Continue com a leitura e confira agora mesmo!

1. Registre todos os processos

Todos os processos que estão ligados à gestão de frotas — e não somente à gestão de estoque — precisam ser registrados. Dessa forma, a empresa terá informações suficientes para a realização de um trabalho mais preciso.

Nesse sentido, o ideal é acompanhar e guardar todas as informações a respeito de datas de manutenções, serviços realizados, trocas de peças e tempo de ociosidade.

Com esses dados, torna-se possível criar um histórico a respeito dos serviços realizados, quais são os principais veículos que dão problemas e quais itens são mais usados ao realizar as revisões e consertos. Essa atitude permite que o gestor trace estratégias mais acertadas, principalmente no que diz respeito à composição ideal do estoque.

2. Acompanhe indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho são uma excelente ferramenta de análise dos processos. Por meio deles, o gestor consegue entender melhor os resultados das suas operações e compreender em que ponto as falhas ocorrem e o que pode ser feito para corrigi-las.

Nesse sentido, torna-se possível compreender se os recursos empregados na realização das atividades tem sido ou não o suficiente para alcançar os objetivos.

A criação desses indicadores pode ser feita utilizando as informações que são registradas, de modo a mostrar uma visão mais resumida das tarefas mais relevantes. No que diz respeito à gestão de estoques, pode-se levantar informações como:

  • quantidade de cada item usado em determinado período;
  • custo das peças de reposição;
  • quantidade de itens parados (que foram comprados, mas não foram usados);
  • taxa de desperdícios (perdas, perecibilidade, avarias, entre outros).

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3. Faça previsão de demanda

Com base nas informações registradas e no acompanhamento dos indicadores de desempenho, o gestor passa a ter uma base sólida a respeito do histórico de utilização das peças de reposição.

Assim, é possível criar uma estimativa mais acertada a respeito de quais itens são mais usados e quais deles são pedidos esporadicamente. Esse tipo de informação permite que as compras sejam feitas com base no volume médio e, por consequência, atendam a necessidade, diminuindo as chances de criar um estoque em excesso.

Por outro lado, a falta de algum item também pode ser prejudicial. Isso porque, dependendo da peça, o tempo de envio pode ser demorado, fazendo com que o veículo fique mais tempo parado do que o necessário. Esse tipo de complicação também pode ser evitada por meio dessas informações.

4. Utilize um sistema de gestão de estoque

O investimento em tecnologia representa uma ótima relação custo-benefício para as empresas. A razão é que a automação das operações garante diversas vantagens para a rotina e para os resultados do negócio de forma geral, incluindo a redução de custos.

Além de uma solução que ajude a acompanhar os dados da frota, como desempenho e ociosidade, pode-se contar com recursos que ajudem a controlar o estoque de peças e acompanhar os gastos relacionados à manutenção.

A eficiência na gestão de estoque para empresas que usam frota é necessária para otimizar os custos, pois evitam faltas e excessos de itens. Além disso, essa atitude garante um bom e ágil serviço de manutenção e, principalmente, evita que os veículos fiquem parados por muito tempo aguardando conserto.

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Frota própria ou terceirizada: qual escolher?

A decisão entre frota própria ou locada é uma das mais estratégicas que um diretor financeiro ou gestor de operações pode tomar. Ou seja, errar nessa escolha significa comprometer capital em ativos que depreciam, ou pagar mais caro por flexibilidade que a operação não precisa.

 

O problema é que a maioria das empresas toma essa decisão com base em percepção — “é mais barato ter frota própria” ou “locar é mais simples” — sem calcular o custo real de cada modelo. Por isso, neste artigo, você vai ver quais variáveis entram no cálculo, como montar uma comparação honesta entre os dois modelos e em quais cenários cada um faz mais sentido.

 

O que é frota própria e o que é frota locada

Frota própria

Na frota própria, a empresa adquire os veículos — por compra à vista, financiamento ou leasing financeiro — e assume a responsabilidade por toda a operação: manutenção, documentação, seguro, motoristas, combustível e gestão. Assim, o ativo aparece no balanço da empresa e deprecia ao longo do tempo.

Frota locada

Na frota locada, a empresa contrata uma locadora ou gestora de frotas que disponibiliza os veículos e, dependendo do contrato, também os motoristas, a manutenção, o seguro e o combustível. A empresa paga uma mensalidade fixa ou variável e não carrega o ativo no balanço.

 

Existem dois formatos principais de locação:

 

Além disso, locação de longo prazo (fleet management): a locadora fornece o veículo com manutenção e seguro incluídos, por um contrato de 24 a 48 meses. A empresa contrata o motorista e paga o combustível separadamente.

 

Terceirização completa (fretamento): o fornecedor entrega veículo, motorista, combustível e gestão. Ou seja, a empresa paga por produção — por km rodado, por entrega ou por hora de disponibilidade.

 

Por que a comparação “mensalidade vs. parcela” não funciona

De fato, o erro mais comum ao comparar frota própria e frota locada é comparar apenas a parcela do financiamento com a mensalidade da locação. No entanto, essa comparação ignora a maioria dos custos reais da frota própria.

 

Para comparar os dois modelos de forma honesta, é preciso calcular o Custo Total de Propriedade (TCO — Total Cost of Ownership) da frota própria e comparar com o custo total da locação. Ou seja, o TCO inclui todos os custos que a empresa vai incorrer ao longo da vida útil do veículo.

Componentes do TCO da frota própria

Custos fixos:

 

  • Depreciação (perda de valor do ativo ao longo do tempo)
  • IPVA e licenciamento
  • Seguro obrigatório (DPVAT) e seguro facultativo
  • Rastreamento (quando contratado separadamente)
  • Salário e encargos do motorista (quando aplicável)

 

Gastos variáveis:

 

  • Combustível
  • Manutenção preventiva (trocas de óleo, filtros, pneus, revisões)
  • Manutenção corretiva (reparos não planejados)
  • Multas e infrações
  • Custos administrativos (gestão de documentos, renovações, sinistros)

 

Custos ocultos:

 

  • Imobilização de capital (o dinheiro investido no veículo poderia estar em outras aplicações)
  • Custo do tempo da equipe dedicada à gestão da frota
  • Risco de depreciação acelerada por sinistros ou mudanças de mercado

Componentes do custo da frota locada

  • Mensalidade do contrato (veículo + manutenção + seguro, quando incluídos)
  • Combustível (se não incluído no contrato)
  • Multas e infrações (geralmente repassadas ao contratante)
  • Custo de gestão do contrato (administração interna)

 

Assim, ao colocar todos esses itens na mesma planilha, muitas empresas descobrem que a frota própria é significativamente mais cara do que parecia — especialmente quando a depreciação e os custos ocultos são contabilizados.

 

Calculadora: TCO simplificado para frota própria

Nesse sentido, use os valores abaixo como referência para estimar o custo mensal real de um veículo de frota própria. Os benchmarks são valores médios para veículos comerciais leves no Brasil em 2026.

 

Componente

Como calcular

Dessa forma, benchmark mensal (veículo leve)

Depreciação

Inclusive, valor do veículo ÷ vida útil em meses

R$ 1.200 – R$ 2.000

IPVA + licenciamento

Valor anual ÷ 12

R$ 180 – R$ 350

Seguro

Prêmio anual ÷ 12

R$ 300 – R$ 600

Manutenção preventiva

Assim, histórico ou R$ 0,04–0,06/km × km/mês

R$ 400 – R$ 800

Manutenção corretiva

Por isso, média histórica ou 30–50% da preventiva

R$ 150 – R$ 400

Combustível

Litros/mês × preço do litro

Variável

Custo de gestão

Ou seja, horas da equipe × custo/hora

R$ 100 – R$ 300

Vale destacar que total estimado (sem combustível)

 

R$ 2.330 – R$ 4.450

 

Como interpretar os números

Além disso, para um veículo com valor de mercado de R$ 80.000 e uso de 3.000 km/mês, o custo mensal real costuma ficar entre R$ 3.500 e R$ 5.500 — excluindo combustível. Locações de longo prazo para veículos similares ficam na faixa de R$ 2.800 a R$ 4.500/mês com manutenção e seguro incluídos.

 

Portanto, a diferença não é sempre favorável à frota locada, mas ela existe — e precisa ser calculada, não assumida.

 

Quando a frota própria faz mais sentido

A frota própria tende a ser mais vantajosa em cenários específicos. Portanto, antes de decidir pela locação, vale verificar se algum desses fatores se aplica à sua operação.

 

Nesse sentido, alta utilização e vida útil longa: quanto mais o veículo roda e mais tempo a empresa mantém o ativo, menor é o custo de depreciação por km. Uma frota que roda 6.000 km/mês e mantém os veículos por 5 anos dilui os custos fixos de forma mais eficiente do que uma locação de 36 meses.

 

Veículos especializados: equipamentos de obra, caminhões com implementos específicos ou veículos adaptados para a operação raramente estão disponíveis em locadoras com as especificações exatas que a empresa precisa. Portanto, nesses casos, a frota própria é a única opção prática.

 

Dessa forma, operação em regiões remotas: em localidades onde redes de manutenção das locadoras não chegam, a frota própria com equipe técnica própria pode ser mais confiável e menos sujeita a interrupções de contrato.

 

Inclusive, capacidade de gestão instalada: empresas com gestores de frota experientes, processos de manutenção bem estruturados e sistema de gestão como a Sofit já instalado conseguem operar a frota própria com eficiência próxima à das locadoras — e sem pagar o spread do intermediário.

 

Quando a frota locada faz mais sentido

A frota locada, por outro lado, é mais vantajosa em outros contextos. Além disso, o modelo de locação resolve problemas que vão além do custo direto.

 

Frota pequena ou uso esporádico: o custo fixo de gestão de frota própria — seguro, documentação, gestor dedicado — não se dilui bem em frotas com menos de 10 veículos ou com uso irregular. Assim, nesses casos, a locação costuma ser mais econômica mesmo com mensalidade mais alta.

 

Capital restrito ou prioridade de liquidez: comprar veículos imobiliza capital. Para empresas em crescimento ou com necessidade de liquidez, locar a frota libera caixa para investimento no core business. Segundo dados da Abepro, a imobilização em ativos não estratégicos é um dos principais fatores de redução da rentabilidade operacional em empresas de médio porte.

 

Assim, alta renovação tecnológica: em segmentos onde os veículos evoluem rapidamente — elétricos, veículos conectados, tecnologias de segurança — a locação permite trocar a frota no fim do contrato sem assumir o risco de depreciação acelerada por obsolescência.

 

Por isso, necessidade de previsibilidade de caixa: contratos de locação convertem custos variáveis e imprevisíveis (manutenção corretiva, sinistros, depreciação) em uma mensalidade fixa e previsível. Para empresas que precisam de controle orçamentário rígido, esse benefício pode valer mais do que a eventual diferença de custo.

 

Ou seja, expansão rápida ou operação sazonal: contratar e devolver veículos em locação é muito mais rápido do que comprar e vender. Para operações que crescem rápido ou têm picos de demanda (e-commerce no 4T, colheita no agronegócio), a flexibilidade da frota locada tem valor direto.

 

O modelo híbrido: frota própria + frota locada

Por isso, muitas empresas chegam a uma solução intermediária: manter frota própria para a operação estável e locar a capacidade adicional. Nesse modelo, os veículos mais utilizados — com alta quilometragem e operação constante — ficam na frota própria, e os veículos de uso intermitente ou sazonal são locados conforme a demanda.

 

Esse modelo exige, no entanto, uma gestão integrada que consiga acompanhar os dois tipos de ativo sem duplicar processos. O módulo de relatórios e campos personalizados da Sofit permite classificar e acompanhar veículos próprios e locados no mesmo sistema, com visibilidade de custo por veículo independentemente do modelo de contratação.

 

Como tomar a decisão com base em dados

O processo para decidir entre frota própria e frota locada tem quatro etapas:

 

  1. Levantar o TCO real da frota atual. Se a empresa já tem frota própria, o primeiro passo é calcular o custo mensal real por veículo — incluindo depreciação, manutenção corretiva, custos administrativos e imobilização de capital. Portanto, sem esse número, qualquer comparação é imprecisa. Além disso, o sistema de gestão de frotas é a fonte mais confiável para esses dados, porque consolida histórico de manutenção, combustível e km rodados por veículo.

 

  1. Obter propostas de locação comparáveis. Com o TCO em mãos, a empresa consegue avaliar propostas de locadoras com critérios claros: o que está incluído na mensalidade, quais são as condições de rescisão, o que acontece com excesso de km e como é cobrada a manutenção corretiva fora do contrato.

 

  1. Calcular o impacto no capital. Quanto capital seria liberado pela venda da frota atual? Qual é o retorno esperado desse capital no negócio? Por exemplo, em operações com alta rentabilidade, liberar o capital imobilizado em veículos pode gerar mais valor do que a diferença de custo entre os modelos.

 

  1. Avaliar a capacidade de gestão. Além disso, a frota própria exige gestão. Se a empresa não tem processos e ferramentas para gerir bem a frota — ou não quer investir nisso — a locação transfere essa responsabilidade para o fornecedor. Se a empresa já tem um sistema de gestão instalado e uma equipe competente, a frota própria se torna uma opção muito mais viável.

 

Vale destacar que para entender como estruturar essa gestão, veja o artigo sobre como fazer uma gestão de frotas eficiente e o guia sobre gestão de frotas leves.

 

Tabela comparativa: frota própria vs. frota locada

Critério

PrópriaLocada

Imobilização de capital

Alta — veículos no balanço

Além disso, baixa — ativo fora do balanço

Custo fixo mensal

Nesse sentido, menor (sem margem do fornecedor)

Dessa forma, maior (inclui margem da locadora)

Previsibilidade de custo

Inclusive, baixa (manutenção corretiva é variável)

Alta (mensalidade fixa)

Flexibilidade de tamanho

Assim, baixa (compra e venda é lenta)

Por isso, alta (contratos por demanda)

Risco de depreciação

Recai sobre a empresa

Fica com a locadora

Controle operacional

Total

Ou seja, parcial (depende do contrato)

Custo de gestão

Interno (equipe + sistema)

Incluído no contrato

Personalização dos veículos

Total

Limitada ao catálogo da locadora

Tempo para escalar a frota

Alto (processo de compra)

Vale destacar que baixo (disponibilidade da locadora)

Além disso, adequação para frotas pequenas

Baixa (custos fixos altos)

Alta

Nesse sentido, adequação para frotas grandes

Dessa forma, alta (diluição de custos fixos)

Depende do contrato

 

O papel do sistema de gestão na decisão

Inclusive, independentemente do modelo escolhido — frota própria, locada ou híbrida — a empresa precisa de visibilidade sobre o custo real de cada veículo. Sem dados confiáveis, é impossível saber se a decisão foi correta ou quando ela precisa ser revisada.

 

Além disso, um sistema de gestão de frotas como a Sofit permite acompanhar, em tempo real, o custo por km, o histórico de manutenção, o consumo de combustível e os indicadores de desempenho de cada veículo — próprio ou locado. Ou seja, esses dados são o que transforma a decisão de “frota própria ou locada” de uma aposta em uma escolha fundamentada.

 

Assim, para ver como a Sofit apresenta esses indicadores, consulte a seção de relatórios e dashboards e os principais indicadores de gestão de frotas que toda operação deveria acompanhar.

 

Fale com um especialista

Por isso, se você está avaliando a decisão entre frota própria e frota locada — ou quer entender como a Sofit pode dar visibilidade de custo sobre a sua frota atual para subsidiar essa análise — fale com um especialista.

 

Ou seja, agende uma conversa com a equipe Sofit →

 

Perguntas frequentes sobre frota própria ou locada

O que é melhor: frota própria ou frota locada?

Depende do perfil da operação. A frota própria tende a ser mais econômica em operações de alta quilometragem, com veículos especializados e equipe de gestão estruturada. A frota locada costuma ser mais vantajosa para frotas pequenas, operações sazonais, empresas com restrição de capital ou que precisam de previsibilidade de custo. A decisão correta vem do cálculo do TCO da frota própria comparado com o custo total da locação — não da percepção sobre qual modelo “parece mais barato”.

Como calcular o custo real de uma frota própria?

O custo real de uma frota própria inclui depreciação, IPVA, licenciamento, seguro, manutenção preventiva e corretiva, combustível, custos administrativos e o custo de oportunidade do capital imobilizado. Um sistema de gestão de frotas consolida a maior parte dessas informações automaticamente — sem ele, o cálculo depende de dados fragmentados em planilhas e notas fiscais.

A frota locada elimina a necessidade de gestão de frotas?

Não completamente. Mesmo com frota locada, a empresa precisa acompanhar o desempenho do contrato, controlar o uso dos veículos, registrar infrações e garantir que a operação esteja dentro das condições contratadas. A diferença é que a gestão de manutenção e documentação dos veículos passa para a locadora.

Qual é o tamanho mínimo de frota para compensar ter frota própria?

Não existe uma regra universal, mas frotas com menos de 10 veículos raramente conseguem diluir os custos fixos de gestão de forma eficiente. A partir de 20 veículos, a frota própria começa a ter escala suficiente para competir em custo com a locação — desde que a gestão seja bem estruturada.

Como a Sofit ajuda na decisão entre frota própria e frota locada?

A Sofit fornece os dados que tornam a comparação possível: custo por km por veículo, histórico de manutenção, consumo de combustível e indicadores de desempenho. Com esses números em mãos, a empresa consegue calcular o TCO real da frota própria e comparar com as propostas de locação de forma objetiva.

Como fazer uma gestão de frotas eficiente em 2026: o guia completo

Gestão de frotas eficiente não é mais uma questão de organização é uma questão de sobrevivência operacional.

Com o diesel S-10 a R$ 7,26 por litro (ANP, março/2026), mão de obra escassa e clientes cada vez mais exigentes em prazo e rastreabilidade, as empresas que ainda gerenciam frotas com planilhas e processos manuais estão operando com uma desvantagem competitiva real e crescente.

Este guia foi escrito para gestores de frota que querem entender o que mudou — e o que fazer a respeito. Você vai encontrar aqui os fundamentos da gestão eficiente, os indicadores que realmente importam, as tecnologias que transformaram o setor e como a Sofit coloca tudo isso em prática.

O que é gestão de frotas?

Gestão de frotas é o conjunto de processos, práticas e ferramentas usados para administrar todos os veículos de uma empresa — sejam próprios, terceirizados ou alugados — de forma eficiente, segura e econômica.

Na prática, isso significa controlar manutenção, combustível, documentação, motoristas, rotas, pneus, sinistros e custos operacionais. O objetivo central é simples: manter os veículos operando com o máximo de disponibilidade, o mínimo de custo e o maior nível possível de previsibilidade.

O que mudou em 2026 é a forma de fazer isso. A gestão manual  baseada em planilhas, papéis e memória individual, não escala e não compete com quem já digitalizou e automatizou os processos.

 

Gestão de frotas eficiente com o sistema Sofit

Os 6 pilares de uma gestão de frotas eficiente


1. Manutenção preventiva orientada por dados

A manutenção ainda é o processo mais crítico de qualquer frota e o mais caro quando mal gerenciado. Uma manutenção corretiva não planejada custa em média 3 a 5 vezes mais do que a preventiva equivalente, além de gerar parada de veículo, atraso de entrega e desgaste da operação.

O modelo moderno de manutenção não funciona mais com calendário fixo (a cada X quilômetros, independente do estado real do veículo). Funciona com dados: o sistema monitora o comportamento real de cada veículo e emite alertas antes que a falha ocorra.

Isso é o que a gestão de manutenção da Sofit faz na prática: em vez de você descobrir que o veículo quebrou, o sistema avisa que ele vai quebrar.

Frotas que adotam manutenção preventiva estruturada reportam redução de 20% a 35% nos custos de manutenção, segundo dados da Geotab (2026).

2. Controle de combustível sem perdas silenciosas

Combustível é o maior custo variável de uma frota — e também onde mais ocorrem perdas que ninguém detecta. Abastecimento irregular, desvio de rota, marcha lenta excessiva e fraudes no cartão corporativo podem representar até 10% de perda sobre o total gasto, segundo levantamento da Geotab.

Para mais detalhes sobre como estruturar o controle de combustível, veja nosso guia completo sobre como reduzir os custos de combustível da frota.

3. Gestão de motoristas com dados de comportamento

O comportamento do motorista impacta diretamente o consumo de combustível, o desgaste dos veículos e o risco de acidentes. Aceleração brusca, frenagem agressiva e excesso de velocidade são comportamentos que geram custo duplo: aumentam o risco e aceleram o desgaste.

O painel do condutor da Sofit transforma dados de telemetria em indicadores individuais por motorista permitindo orientar treinamentos com base em evidências, não em impressão subjetiva.

Frotas que monitoram comportamento do motorista relatam redução de 8% a 15% no consumo de combustível exclusivamente por mudança de comportamento, sem substituir nenhum veículo (GM Fleet, 2026).

4. Documentação e conformidade automatizadas

CNH vencida, licenciamento em atraso, CRLV desatualizado, cada documento fora do prazo é um risco legal e operacional. Em frotas com mais de 20 veículos, controlar isso manualmente é praticamente impossível sem algum nível de automação.

Um sistema de gestão de documentos com alertas automáticos de vencimento resolve esse problema de forma definitiva: o sistema avisa antes do prazo, não depois da multa.

Para entender como automatizar o processo de renovação de CNH do início ao fim, veja nosso artigo sobre workflow de renovação de CNH na frota.

5. Controle de pneus e vida útil real

Pneus são um dos maiores custos de manutenção em frotas pesadas — e um dos mais negligenciados em frotas leves. Calibragem incorreta aumenta o consumo de combustível e reduz a vida útil. Desgaste irregular indica problema de alinhamento ou balanceamento. Troca antes ou depois do ponto ideal gera custo desnecessário.

O controle de pneus da Sofit rastreia o ciclo de vida de cada pneu por veículo, emite alertas de troca baseados em desgaste real e mantém histórico completo — eliminando a dependência de memória individual para saber o que foi feito e quando.

6. Gestão de sinistros e multas com rastreabilidade

Acidentes e infrações de trânsito são inevitáveis em frotas de qualquer porte. O que diferencia uma gestão eficiente é a velocidade e a qualidade do registro e tratamento de cada ocorrência.

A gestão de sinistros e multas da Sofit centraliza todo o processo: da comunicação da ocorrência pelo motorista no app até a resolução pelo gestor, com histórico completo e rastreável de cada caso.

Indicadores essenciais para medir a eficiência da sua frota

Uma gestão eficiente precisa de métricas. Sem números, não há diagnóstico. Sem diagnóstico, não há melhoria. Estes são os indicadores que todo gestor de frota precisa acompanhar:

Custo por km rodado (CPK) O principal indicador de eficiência operacional. Permite comparar veículos, rotas e motoristas em uma mesma base. Variação acima de 10% do benchmark interno merece investigação imediata.

Disponibilidade da frota (%) Percentual de veículos disponíveis para operação em relação ao total. Meta recomendada: acima de 90%. Disponibilidade abaixo disso indica excesso de manutenção corretiva.

Custo de manutenção por veículo Acompanhar separadamente manutenção preventiva e corretiva. O objetivo é aumentar a preventiva e reduzir a corretiva ao longo do tempo.

Consumo médio (km/l) por veículo Queda consistente no rendimento de um veículo específico é sinal de falha mecânica antes de qualquer outro sintoma aparecer.

Taxa de sinistros Número de ocorrências por período e por motorista. Permite identificar padrões e agir preventivamente com treinamento.

Custo total da frota / faturamento Quanto a frota representa do faturamento da empresa. Benchmark varia por setor, mas a tendência deve ser de redução ao longo do tempo com gestão eficiente.

O que mudou em 2026: tecnologia, IA e automação de workflows

A gestão de frotas de 2026 é fundamentalmente diferente da de 2021, quando este artigo foi publicado pela primeira vez. Três avanços transformaram o setor:

Automação de workflows operacionais Processos que antes dependiam de e-mail, papel e memória humana agora são fluxos automáticos dentro do sistema. Renovação de CNH, comunicação de sinistros, aprovação de manutenção, upload de documentos — tudo acontece dentro de um fluxo estruturado, sem contato manual entre gestor e motorista para cada etapa.

Alertas inteligentes baseados em dados reais O sistema não espera você perguntar. Ele avisa quando um veículo está se comportando fora do padrão, quando um documento está próximo do vencimento, quando o consumo de combustível fugiu da média esperada para aquela rota.

Visibilidade unificada de toda a operação Em vez de dados fragmentados em planilhas separadas por área, o gestor tem um painel único com todos os indicadores da frota — em tempo real, de qualquer dispositivo.

Para entender como a inteligência artificial está ampliando ainda mais essas capacidades, veja nosso artigo sobre IA na gestão de frotas em 2026.

Gestão de frotas para diferentes segmentos

A gestão eficiente não é igual para todos os tipos de frota. Os desafios e prioridades mudam conforme o segmento:

Frotas leves (carros e utilitários corporativos) Prioridades: gestão documental, controle de CNH, automação de solicitações e aprovações, gestão de sinistros. Foco em conformidade e visibilidade de uso. Veja como a Sofit atende transportadoras e facilities.

Frotas pesadas (caminhões e ônibus) Prioridades: manutenção preventiva, controle de pneus, checklist de inspeção diária, telemetria e comportamento do motorista. Foco em disponibilidade e custo por km. Veja como a Sofit atende transportadoras de carga e construtoras.

Frotas mistas (leve e pesada na mesma operação) O desafio é centralizar processos distintos em uma única plataforma sem perder especificidade. Veja como a Sofit atende indústrias e distribuidoras.

Por que sair das planilhas agora — e não em 2027

O argumento mais comum para não digitalizar a gestão de frota é o custo. O argumento mais honesto é o custo de não digitalizar.

Frotas sem monitoramento ativo perdem entre 15% e 30% do custo operacional em ineficiências que não aparecem em nenhum relatório: combustível desperdiçado, peças trocadas antes da hora, multas que poderiam ter sido evitadas, horas de equipe gastas compilando dados que deveriam estar prontos.

Com o diesel a R$ 7,26 o litro e margens sob pressão constante, esse custo invisível está ficando cada vez mais visível nas contas do mês.

A Cooral, por exemplo, gerenciava mais de 270 veículos e 300 motoristas com processos totalmente manuais antes de adotar a Sofit. Hoje opera com controle padronizado, histórico completo e decisões mais rápidas — sem aumentar o tamanho da equipe. Veja o case completo da Cooral.

Como a Sofit estrutura a gestão eficiente da sua frota

O SofitView é a plataforma de gestão de frotas da Sofit, desenvolvida para centralizar todos os processos da operação em um único sistema — acessível de qualquer dispositivo, sem necessidade de servidor.

Na prática, a plataforma cobre todos os pilares abordados neste artigo:

São mais de 500 empresas e 50.000 veículos gerenciados no Brasil — em segmentos que vão de transportadoras a laboratórios farmacêuticos, de construtoras a cooperativas.

Dê o próximo passo

Gestão de frotas eficiente em 2026 começa com dados confiáveis e processos automatizados. O melhor caminho para entender o que é possível para a sua operação é ver funcionando na prática.

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FAQ — Perguntas frequentes sobre gestão de frotas

O que é gestão de frotas?

É o conjunto de processos e ferramentas para administrar todos os veículos de uma empresa — manutenção, combustível, documentação, motoristas, pneus e custos — de forma eficiente, segura e econômica.

Quais são os maiores custos de uma frota?

Combustível (35%–50% do custo operacional), manutenção (20%–30%) e pneus (10%–15%) são os três maiores. Juntos, representam a maior parte do custo variável e são os que mais se beneficiam de gestão estruturada.

Como reduzir custos na gestão de frotas?

As principais alavancas são: manutenção preventiva (evita corretiva cara), controle de combustível (elimina perdas silenciosas), monitoramento de comportamento do motorista (reduz consumo e sinistros) e automação de processos (elimina retrabalho e erros manuais).

Qual a diferença entre gestão de frota leve e pesada?

Frota leve (carros e utilitários) prioriza gestão documental, CNH e automação de solicitações. Frota pesada (caminhões) prioriza manutenção preventiva, pneus, checklist de inspeção e telemetria. Os processos são diferentes, mas a necessidade de centralização e automação é igual.

Planilha ou software de gestão de frotas, qual escolher?

Para frotas até 5 veículos, planilhas podem ser suficientes. A partir de 10 veículos, a complexidade supera o que uma planilha consegue gerenciar sem erros. Acima de 20 veículos, software não é opcional — é requisito para manter controle real da operação.

Quanto tempo leva para implementar um sistema de gestão de frotas?

Depende do porte e complexidade da operação. Com a Sofit, o processo é conduzido com suporte ativo da equipe, e frotas de médio porte costumam ter os processos críticos operacionais em poucas semanas.

Como escolher o melhor óleo para motor?

No manual de todo veículo, sempre consta o tipo de óleo recomendado pelas montadoras. Essa história de que o motor precisa de um determinado tipo de óleo pode parecer apenas um mito — mas, na verdade, é muito séria. Ou seja, em uma troca completa ou em uma manutenção para completar o nível da substância, o melhor óleo para motor é o tipo indicado no manual.

Isso, no entanto, não significa que as trocas devem ser realizadas somente na concessionária ou com a marca que é comercializada por ela. O que importa mesmo é observar as suas especificações.

Leia este post para conhecer e aprender a escolher o melhor óleo para motor para o seu veículo:

O óleo mineral, sintético e semissintético

Nas especificações do seu carro, está informado se o óleo utilizado para lubrificação do motor deve ser mineral, sintético ou semissintético. A seguir, veja as diferenças entre os tipos de óleo e entenda por que essa distinção é tão importante:

O óleo mineral

Esse tipo de óleo é obtido a partir da separação de componentes do petróleo, resultando na mistura de vários compostos. Devido ao custo mais baixo, o óleo mineral é o mais utilizado em lubrificantes de motores automotivos.

Muitas vezes, você não o encontrará pelo nome “óleo mineral”, mas sim como um dos números da Sociedade Americana de Engenheiros Automotivos (SAE) — algo que explicaremos em breve.

O óleo sintético

Esse tipo de óleo é obtido por meio de uma reação química, o que exige maior controle na hora de sua fabricação. Com esse tipo de óleo, é possível obter lubrificantes de maior qualidade e, consequentemente, preço.

Os lubrificantes de óleo sintético conseguem ter um desempenho melhor tanto em altas como em baixas temperaturas.

O óleo semissintético

Esse tipo de óleo é fabricado a partir da mistura de proporções variadas de bases minerais e sintéticas, buscando reunir as melhores propriedades de cada um desses tipos de óleo. Seu custo pode variar bastante, uma vez que as matérias-primas sintéticas utilizadas na mistura possuem um valor mais elevado do que as matérias-primas minerais.

É importante ressaltar a importância de, nas trocas de óleo ou na hora de completar o lubrificante, não misturar óleos minerais com óleos sintéticos, principalmente se forem fabricados por empresas diferentes.

Procure sempre utilizar o mesmo tipo de óleo no seu veículo, pois essas misturas, além de comprometerem o desempenho do veículo, podem gerar borra no motor.

Os testes de viscosidade

A propriedade mais importante nos óleos lubrificantes é a viscosidade (a forma como o óleo resiste ao escoamento). No caso dos lubrificantes para motores, existe uma classificação criada pela SAE. Quanto maior é o número da SAE, mais viscoso é o óleo e maior é a sua tolerância a altas temperaturas.

A medição é feita em 2 escalas:

  • uma de baixa temperatura, que varia do 0 até 25 winter (W);
  • e outra de alta temperatura, cuja escala varia de 8 a 60.

É por isso que, no rótulo dos óleos para motor, sempre encontramos descrições como “20W50”. Nesse caso, 20 representa a baixa temperatura suportada, e 50, a alta temperatura).

Por isso é tão importante seguir as recomendações da montadora. Vários testes são realizados durante anos para chegar ao melhor óleo lubrificante para o motor do carro. Assim:

  • o veículo tem bom desempenho em partida a frio e em alta rotação;
  • as peças do motor sofrem com menos atrito;
  • a emissão de gases poluentes é menor;
  • o consumo de combustível é reduzido.

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17% de redução dos custos com manutenção: saiba como conseguir

A redução de custos com manutenção é uma meta constante para as empresas. E, em tempos de crise econômica, ela se torna ainda mais importante.

Afinal, com um orçamento mais enxuto e uma cadeia operacional sem desperdícios, o negócio pode se manter competitivo e com um fluxo de receitas elevado. Ao mesmo tempo, sobrará mais verba para realizar investimentos que ampliarão a qualidade do serviço prestado pela empresa.

De fato, quando se fala em contenção de gastos, a maior parte das pessoas pensa logo em cortes na equipe. No entanto, existem outras maneiras de atingir esse objetivo.

É possível, por exemplo, conseguir a redução dos custos com manutenção de frotas em até 17% adotando medidas simples e práticas. Quer saber como isso é possível? Continue lendo!

Mapeando os processos e histórico de manutenções

Mapear os processos permite acompanhar a realização de cada atividade e, assim, identificar quais melhorias podem ser implementadas e quais tarefas são desnecessárias.

A partir disso, é possível otimizar as rotinas internas eliminando etapas que não possuem um grande impacto na qualidade do serviço final. E, ao mesmo tempo, remover gargalos da cadeia operacional do empreendimento.

Além disso, essa estratégia leva ainda a uma redução de desperdícios — e, portanto, de custos.

Realizando controle de custos

O primeiro passo para saber o que realmente pode ser cortado sem que haja queda de qualidade é compreender a composição de cada custo da frota.

Com essa análise é possível identificar quais pontos estão custando mais à empresa, quais são as falhas nos processos e que ações podem ser tomadas para reduzi-las.

Para isso, o controle de custos deve ser contínuo. Juntos, gestores poderão avaliar vários pontos da cadeia operacional e identificar como cada mudança no fluxo operacional ou no mercado está afetando os gastos da empresa.

Dessa forma, a companhia terá uma capacidade elevada de modificar as suas rotinas e controlar com maior precisão a sua estrutura orçamentária.

Planejando manutenções periódicas

Ainda é muito comum negligenciar as manutenções preventivas e deixar para se preocupar com isso apenas quando uma falha já aconteceu. Contudo, isso pode aumentar bastante os gastos.

Quando ocorre um problema que poderia ser evitado, a empresa tem queda nos seus indicadores de produtividade e, ao mesmo tempo, um aumento dos custos diante do ganho de retrabalho.

Por outro lado, quando as manutenções preventivas são feitas de maneira periódica, é possível evitar quebras imprevistas e perda de produtividade com equipamentos parados.

Assim, a vida útil das peças e acessórios dos veículos é ampliada, aumentando a disponibilidade da frota. E, como consequência, a empresa não só terá uma cadeia com custo reduzido e maior eficiência, mas também maior capacidade de atender a demandas do mercado.

Treinando a equipe

Além de controlar melhor os indicadores da área e garantir o bom funcionamento da frota antes de os problemas aparecerem, outra forma de garantir a redução dos custos com manutenção é treinar bem a equipe.

Nesse sentido, conscientizá-la a respeito dos cuidados que devem ser tomados com os veículos, apontando a importância de cumprir o planejamento e manter uma direção adequada, é uma medida eficiente para garantir o bom estado dos veículos.

Portanto, faça treinamentos regulares para divulgar boas práticas e insira, em cada time, processos de feedback 1-1, criando uma cultura de melhoria interna constante.

Saiba priorizar rotinas

A distribuição de tarefas pode ter um grande impacto nos custos com manutenção de uma empresa.

Nesse sentido, o negócio precisa criar um fluxo de trabalho de acordo com os objetivos de médio e longo prazo, priorizando projetos de maior importância e designando atividades de acordo com a experiência de cada pessoa.

Com isso, a empresa terá níveis de produtividade elevados ao mesmo tempo em que os gastos de cada projeto se tornam menores.

Crie um plano de manutenção emergencial

Ainda que a empresa tenha uma sólida política de manutenção preventiva, problemas podem ocorrer a qualquer momento.

Falhas elétricas, acidentes e outras ocorrências são quase impossíveis de serem previstas, mas isso não impede o empreendimento de se preparar para tomar as medidas certas quando elas ocorrerem.

Assim, serviços são restaurados rapidamente, reduzindo o prejuízo causado por problemas. E é nesse contexto que um plano de manutenção emergencial é visto como um investimento estratégico.

Criando um documento com todas as rotinas que podem ser adotadas no caso de falhas em veículos, panes elétricas ou acidentes, os profissionais terão acesso a um conjunto de rotinas que podem ser adotadas sempre que um imprevisto ocorrer.

Como consequência, os serviços terão sempre uma qualidade elevada, capaz de corresponder às demandas do mercado.

Utilizando um software de gestão de frotas

Um software de gestão de frotas é capaz de auxiliar em muitos dos passos que citamos até agora. Isso porque ele permite o acompanhamento e o controle da manutenção de frotas, tornando possível automatizar esses processos.

Com isso, o controle é ainda maior, a produtividade atinge seu máximo, o planejamento é mais assertivo e o gestor tem mais segurança a respeito das informações relativas às atividades realizadas.

O software de gestão funcionará como um hub de dados sobre toda a empresa. Informações logísticas, registros de vendas e detalhes como o estoque de peças de reposição estarão acessíveis em um ambiente confiável.

E, como consequência, gestores rastrearão problemas rapidamente e poderão aplicar medidas para melhorar o fluxo de trabalho do negócio com facilidade.

Implemente indicadores de desempenho

Finalmente, os indicadores de desempenho são uma estratégia simples, e que dá uma grande capacidade para gestores avaliarem o desempenho de cada time.

Eles podem ser implementados em toda cadeia operacional do negócio, servindo para mensurar atrasos, gastos com manutenção e troca de equipamentos, assim como a produtividade de profissionais.

Dessa forma, o gestor poderá identificar pontos que necessitam de melhora e compreender melhor o comportamento do empreendimento ao longo de cada ano fiscal.

Enfim, como podemos ver, ações simples — como observar a maneira como cada atividade é realizada e buscar meios de aprimorar esses processos — podem acarretar na redução de custos com a manutenção de frotas.

Isso, aliado à implementação de um software de gestão, ajuda na otimização geral da área e ainda fornece suporte para que o gestor possa realizar o processo de tomada de decisões mais assertiva, garantindo resultados cada vez melhores.

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