Acidentes, problemas com peças e o mau uso dos veículos acarretam a necessidade da manutenção corretiva.

Entretanto, como o próprio nome sugere, a manutenção corretiva acontece para corrigir uma falha – que, muitas vezes, poderia ser evitada. 

Afinal, é possível evitar prejuízos para a sua empresa através de uma política de redução de danos.

Mas quando a manutenção corretiva é inevitável? O que pode ser feito para amortizar os seus custos? 

Aqui no blog da Sofit, já tratamos sobre os diferentes tipos de manutenção (como a preventiva, preditiva). Hoje vamos focar na manutenção corretiva, explicando o conceito, dando detalhes e mostrando como ela pode ajudar ou não sua gestão de frotas.  

Acompanhe e leitura!

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é um reparo emergencial que tem como finalidade a reparação de um ativo, no caso da gestão de frotas, de um veículo.

Através deste tipo de manutenção, os mecânicos substituem peças ou componentes que se desgastaram, falharam e/ou que levaram a máquina/motor a não funcionar corretamente, seja por falha ou pane em um ou mais elementos.

Normalmente, os reparos são feitos sem planejamento, e em caráter emergencial, porque houve falha na manutenção preventiva ou na preditiva, ou simplesmente porque não foi possível prever os defeitos.

Por este motivo, a manutenção preventiva consiste num custo variável – o que representa uma imensa oportunidade de redução de custos.

Trazendo para a área de gestão de frotas, a manutenção corretiva acontece depois que algum equipamento automotivo ou peça do sistema veicular quebrou, falhou ou apresentou avarias.

Por que a manutenção corretiva custa mais para a sua frota?

De todos os tipos de manutenção, a corretiva é a mais onerosa para a empresa, porque está geralmente atrelada a altos custos de mão de obra e pode deixar o carro fora de operação por mais tempo do que ocorreria com as outras manutenções.

Ou seja, dependendo do tamanho da frota e da organização da sua empresa, os veículos parados podem proporcionar prejuízos consideráveis. 

Isso porque, devido à interrupção dos serviços, atrasos em entregas, o não cumprimento de prazos e até a perda de clientes pouco satisfeitos com tal situação.

Assim, este quadro pode até mesmo prejudicar a imagem e credibilidade da sua empresa no mercado, já que quando o seu cliente fica insatisfeito, ele pode fazer propaganda negativa, além de não voltar a contar com os seus serviços.

O que pode levar a uma manutenção corretiva?

Uma série de problemas que podem ocasionar danos e falhas ao automóvel e exigir a manutenção corretiva. Os mais comuns são:

  • Problemas de bateria;
  • Falhas nos freios;
  • Alta temperatura nos motores;
  • Pneus carecas;
  • Amortecedores e molas danificados;
  • Falha de balanceamento;
  • Consumo excessivo de combustível;
  • Marchas arranhando;

Estes problemas podem ser acarretados pelos mais diversos motivos, como:

  • Bicos injetores sujos ou entupidos;
  • Excesso de carga;
  • Tanque de combustível com sujeira;
  • Desregulação do pedal;
  • Uso indevido de embreagem;
  • Sincronizador gasto;
  • Não calibração dos pneus;
  • Óleo sujo.

Vamos usar uma analogia para destacar a importância da boa manutenção?

Então, imagine que o automóvel de sua frota é um avião. Pense no transtorno que causaria ao piloto saber que acabaram os freios da aeronave na hora da aterrissagem. Angustiante só de pensar, não é?

A verdade é que nem sempre você vai perceber o impacto que um problema no carro pode acarretar, mas vale lembrar que um simples defeito pode ocasionar acidentes graves com vítimas.

Você não quer vivenciar um acidente que pode tirar a vida de pessoas, levar a sua empresa multas ou à falência, responder ações judiciais e ainda ter um prejuízo de marca irrecuperável, não é? 

Por isso é bom se atentar e nunca negligenciar as manutenções recomendadas à sua frota.

É melhor prevenir, sempre

Antigamente, os carros eram fabricados com carburadores e platinados, e os reparos dos mesmos eram feitos a cada 5000 quilômetros, no máximo. 

Portanto, considerando isso, podemos entender por que era feita uma melhor manutenção.

A cada visita ao mecânico para fazer alguma regulagem do ponto ou desentupir o carburador, acabava-se fazendo também uma pequena manutenção preditiva. 

Assim, para você entender melhor, o profissional regulava o ponto do carro, mas notava que a correia do alternador estava desfiada e que a pastilha de freio está gasta e o nível de óleo de freio está baixo.

Dessa forma, as correções poderiam ser feitas ali mesmo naquele momento.

A questão dos veículos atuais

Atualmente, os veículos com injeção eletrônica, quando cuidados corretamente, raramente precisam de manutenção corretiva. 

A injeção eletrônica faz com que o carro não perca marcha lenta, não fique sem força e não custe ligar pela manhã. 

Esses são sintomas comuns em veículos com carburadores que já rodaram 5000 quilômetros.

Devido à ausência desses sintomas nos carros modernos, a manutenção se tornou cara, pois quando o automóvel chega finalmente à oficina para uma manutenção corretiva, é porque já apresenta um péssimo estado de conservação, com vários grandes defeitos.

Como conduzir um processo de manutenção corretiva de forma estratégica?

Como gestor de frotas e responsável pelo gerenciamento dos processos de manutenção, você deve compreender a manutenção corretiva não como uma regra, mas como 

Apesar de ser compreendida como um tipo de manutenção não planejada, aqui estão algumas considerações ao fazer um plano para manutenções corretivas:

  • Defina prioridades: Traçar uma hierarquia de problemas de manutenção corretiva, dos mais até os menos comuns, é o primeiro passo.
  • Crie uma estratégia para cada status de prioridade: Tenha um plano em vigor para cada nível de prioridade para delegar melhor os cronogramas de manutenção e ordens de serviço para minimizar o tempo de inatividade
  • Recorra ao histórico de manutenções: os dados do histórico de serviço podem ser uma ótima ferramenta para otimizar o seu processo de manutenção corretiva.
  • Dialogue com os motoristas: Certifique-se de que os motoristas sejam capazes de se comunicar em tempo real quando surgir um problema para que a manutenção corretiva seja solicitada em tempo hábil.

Então…

Em resumo, a manutenção corretiva é aquela em que não fazemos uma manutenção prévia das diversas peças e componentes. 

Ela é feita após esperarmos simplesmente que algo quebre para providenciar os reparos.

Esse serviço se aplica a todas as peças do carro que não podem ser revistas facilmente, como alternador, injeção, a BSI; e até aquelas que apresentam um custo muito baixo, como uma lâmpada ou fusível.

Se você fosse destacar uma possível vantagem da manutenção corretiva seria: não requer tempo de dedicação para manutenção. 

Entretanto, isso pode se tornar uma tremenda desvantagem, pois o rompimento de uma peça implica o dano de muitas outras.

Ou seja, manutenção corretiva e economia não combinam muito. 

O ideal então é que a prevenção e predição sejam incluídas em seu processo de gestão de frotas. 

Logo, todas as inspeções de funcionamento, reparos, ajustes, lubrificação, limpeza, entre outras, devem ser feitas periodicamente, conforme um plano mensal, trimestral ou semestral.

Dessa forma, a incidência de manutenção corretiva deverá reduzir de forma  significativa na sua frota.

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes e também para otimizar gastos.

Se engana quem pensa que o ecológico é mais caro. Pelo contrário, a economia, seja em termos de dinheiro, seja em ganhos para o planeta, é muito maior.

Neste artigo vamos te apresentar informações sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

O que é o ARLA 32?

Se você nunca ouviu falar, ARLA é um produto químico cuja abreviação vem de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

É importante esclarecer que o produto não é um tampouco um combustível: trata-se de um líquido que é injetado no catalisador do veículo e causa uma reação química.

Até pouco tempo, apenas ônibus e caminhões utilizavam o produto, mas recentemente a Jeep lançou o modelo SUV Compass com uma versão 2.0 turbo diesel com injeção de ARLA 32. Em locais como o oeste do continente europeu, o produto já é velho conhecido dos motoristas.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

E não se esqueça de ficar atento aos golpes: em condições normais de armazenamento, o ARLA 32 não possui cor nem cheiro. 

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Com certeza o principal motivo para o uso do produto é a redução da emissão de agentes nocivos ao meio ambiente. Há anos o uso do componente é obrigatório no Brasil. Em outros lugares isso já é realidade até mesmo antes.

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, são nocivas à saúde e responsável por diversos males de respiração.

E não menos importante, o produto ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento no produto que custa por volta de R$100,00 um recipiente com 20 litros.

Um ponto relevante é a necessidade de apenas adquirir o produto de revendedores autorizados, que possuam selo do INMETRO e sigam a norma estabelecida pelo ISO 22241 para veículos com motores a diesel.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos de fábrica com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A exigência foi estabelecida pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), que instituiu limites no controle de emissões de veículos. A partir disso, a indústria automobilística e o setor de combustíveis passaram por grandes adequações.

Também vale ressaltar que o produto não pode ser adicionado diretamente no tanque de combustível. Existe um recipiente, geralmente ao lado da entrada do tanque, onde deve-se adicionar o produto. O resto é feito internamente no veículo.

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. 

Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

Um ponto de atenção aos condutores é que a não utilização do produto configura infração de trânsito grave, prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT), com previsão de retenção do veículo, além de multa de R$ 195,23. 

O ARLA 32 oferece riscos?

De forma alguma. O componente não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Ele também não provoca nenhum tipo de desgaste ao veículo se utilizado de forma correta. Ou seja, o único ponto negativo é apenas o custo do produto, mas que em termos de custo benefício é muito vantajoso.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. Soluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Vez ou outra, alguma grande apreensão de produtos falsos é feita pela polícia, por isso é importante observar parâmetros como:

  • Preço compatível ao mercado;
  • Produto sem cheiro ou cor;
  • Embalagens com selo do INMETRO e identificadas.

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota por valores mais baixos. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas. 

Por isso, principalmente no caso de grandes frotas, é importante ter um controle prático da disposição do produto nos veículos. Uma indicação é uma planilha simples com data de aplicação, data de revisão e previsão de troca. É mais uma maneira de garantir que tudo vai correr nos conformes e sem preocupações posteriores.  

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos. 

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e o frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrólise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC, ou seja, no clima médio da maioria dos locais do país. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e até nós mesmos ao redor do mundo. 

Apesar de não ser o combustível mais ecológico disponível, o mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR ajuda bastante no controle de danos causados pelo diesel. 

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna, devemos manter o uso de produtos como o ARLA 32, que reduzem emissões e problemas acarretados. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos seus veículos!

A taxa de entrega é um cálculo que leva em conta diversos fatores, uma vez que esse custo é cobrado diretamente do cliente, é preciso ter conhecimento de como precificar esse serviço.

O cálculo da taxa de entrega, não é uma regra geral, ou seja, varia de empresa para empresa, ficando a encargo de cada transportadora definir quais serão as variáveis consideradas para definir os valores.

Qual a importância de saber calcular a taxa de entrega?

Independente do segmento, é de extrema importância entender realizar este cálculo para garantir a lucratividade de uma operação, não basta fazer apenas o cálculo do preço de compra, a margem de lucro e a produção, e no final, esquecer de colocar no montante as previsões do custo com a entrega. Isso causa um grande desequilíbrio no fluxo do caixa.

É o que acontece com grande frequência, de acordo com dados de uma pesquisa de 2018 do Reclame Aqui, onde foi constatado que 63,9% dos consumidores entrevistados costumam abandonar o carrinho de compras quando o frete calculado é muito alto.

Com isso, podemos perceber que saber como calcular o custo de entrega é uma parte extremamente delicada da venda, afinal, nenhum consumidor quer pagar mais caro na entrega do que no próprio produto.

Como calcular a taxa de entrega? 3 dicas para reduzir esse custo

Como definir o valor do frete?

Alguns critérios devem ser levados em conta para realizar o cálculo:

Custos com contratação de funcionários

Não esqueça de incluir despesas como pagamento de salário e encargos, benefícios, décimo terceiro, FGTS, dentre outros. Também há a opção de terceirizar o serviço, avalie o tipo de contrato e se será benéfico para a empresa.

Custos com a frota

No caso de aquisição de veículo, pode contar o investimento inicial e na conta deve aparecer os custos com juros e taxas.

No caso de compra financiada, também deve incluir a depreciação do veículo ao longo do tempo. Por exemplo, se uma motocicleta depreciou R$ 1.200,00 ao longo de um ano, você deve calcular R$ 100,00 de custo fixo ao mês.

Também some ao montante todos os impostos, seguros e taxas que incidem sobre os veículos e faça a divisão pelos meses do ano.

Leia também: ICMS sobre frete: como calcular e reduzir custos da frota?

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Como calcular a taxa de entrega? 3 dicas para reduzir esse custo.

O manifesto de carga eletrônico (MDFe) é um documento obrigatório para quem lida com transporte de cargas e mercadorias.

Este documento visa facilitar o processo de emissão e identificação dos registros e contém todos os dados básicos referentes à carga do veículo transportador.

Dessa forma, se você atua na gestão de frotas sabe que é preciso ter muita atenção com o processo de documentação, de modo a evitar problemas fiscais, além de custos não previstos.

Por isso, preparamos um conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre o manifesto de carga eletrônico. Boa leitura!

O que é o Manifesto de Carga (MDF-e)?

O MDF-e ou manifesto de carga, como é popularmente conhecido, é um padrão de documentação digital único, que reúne informações de outros dois documentos: o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e a Nota Fiscal Eletrônica (NFe).

O manifesto de transporte é emitido online e substitui o sistema impresso que vinha sendo utilizado anteriormente, como o manifesto de carga modelo 25 e a CL-e, capa de lote eletrônica.

Este documento é obrigatório tanto para cargas fracionadas como para lotação para transporte intermunicipal em todo o território brasileiro, conforme publicação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). 

Precisam emitir o MDF-e:

  • Empresas que prestam serviço de transporte com mais de um CT-e
  • Companhias que atuam com veículos próprios, alugados ou através de transportador autônomo e portam mais de uma nota fiscal

Além do transporte de cargas, a emissão do MDFe também é prevista em outros casos:

  • Substituição do veículo, motorista ou contêiner; 
  • Redespacho, subcontratação ou Transbordo;
  • Inclusão de nova mercadoria ou de nova nota fiscal.

Quais informações contém no MDF-e?

O Manifesto de Carga contém informações sobre os CTEs, veículos, percurso e condutor. 

Assim, para emitir o MDF-e sem erros, é necessário reunir algumas informações cruciais, tais como:

  • Número de série; 
  • Data e hora da emissão; 
  • Dados do Contratante; 
  • CT-es referenciados; 
  • Local do descarregamento; 
  • Locais de carregamento; 
  • Percurso; 
  • Informações da carga; 
  • Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT); 
  • Dados sobre veículos e motoristas;
  • Informações sobre seguros e averbação da carga.

Objetivos, finalidades e vantagens do Manifesto de Carga

A principal finalidade do MDF-e é agilizar a operação logística e evitar que os transportadores possam burlar a fiscalização realizada pela Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Este documento serve ainda para que os órgãos de controle governamentais ou a alfândega possam conferir os dados das cargas.

A validade jurídica do documento é garantida pela assinatura digital. Entre as vantagens do novo modelo estão:

Diminuição do tempo de fiscalização nas vias

O documento digital permite que o tempo utilizado por órgãos fiscalizadores seja reduzido, já que o profissional responsável poderá ler todos os documentos em um único local. A ação pode, portanto, ajudar a diminuir o prazo de entrega de mercadorias e minimizar os atrasos. Além disso, o Fisco tem a oportunidade de acompanhar as operações comerciais em tempo real.

Simplificação das obrigações

Com a unificação dos processos, o MDF-e facilita a vida de quem precisa gerenciar o transporte de cargas e correr atrás dos documentos obrigatórios para estar dentro da lei.

Se a minha empresa não emitir o MDF-e, o que acontece?

Primeiramente, apesar de ser um documento digital é necessário imprimir o Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (DAMDFe).

O DAMDFe deve acompanhar a carga transportada e ser entregue para conferência quando solicitado pelos órgãos fiscalizadores.

Caso a sua empresa deixe de emitir o MDF-e, você estará sujeito a uma multa que varia de acordo com a legislação de cada estado.

Além disso, o veículo pode ser retido e as penalidades ocorrerão tanto para a transportadora como para o cliente da empresa.

Vale lembrar também que mesmo tendo emitido o MDFe, caso o documento impresso não acompanhe a carga, as penalidades poderão ser aplicadas da mesma forma.

Como emitir o MDF-e?

Ao instituir o sistema eletrônico, o Conselho Nacional de Política Fazendária determinou que a Secretaria da Fazenda, a SEFAZ, de cada estado faça a sua própria regulamentação do uso do MDF-e, definindo uma data para a obrigatoriedade do modelo. 

Portanto, é fundamental que o gestor de frotas verifique as determinações da SEFAZ no estado em que a sua empresa atua.

Empresas de transporte devem contar com um sistema emissor para o Manifesto de Carga, dado que a emissão através do site oficial do órgão regulador pode ser complicada.

Para fazer a emissão do manifesto de carga é necessário seguir o passo a passo:

  • Realizar o registro no Cadastro Nacional de Emissores, o CNE;
  • Pedir o credenciamento em todos os estados em que serão preciso emitir a MDF-e;
  • Emitir a nota na Secretaria da Fazenda do Estado.
  • Adquirir um certificado digital; 
  • Adquirir um sistema emissor de CT-e e MDF-e; 
  • Adquirir um seguro RNTRC; 
  • Gerar o CT-e; 
  • Preencher os dados do MDF-e; 
  • Imprimir o DAMDF-e.

 

Como emitir o DAMDFe?

A sua empresa pode imprimir o DAMDFe logo após a emissão do Manifesto de Carga (MDFe) no sistema emissor.

Em caso de perda ou extravio, é possível emitir uma segunda via do documento impresso no mesmo sistema.

Os orgãos fiscalizadores solicitam o DAMDFe para consultar os dados completos sobre o Manifesto de Carga. Por isso, não deixe de imprimir este documento logo após a Sefaz autorizar a emissão do MDFe no seu sistema emissor.

A Sofit te ajuda com o controle de documentos!

Como você pôde ver, o MDF-e é um documento que busca simplificar a rotina de todos que atuam na área de transportes. 

Para facilitar ainda mais o controle da documentação, a Sofit disponibiliza um módulo para controle de documentos dos seus veículos.

Isso facilita a gestão da papelada, evitando multas através do envio de alertas no caso de vencimentos.

Empresas que contam com tecnologia para gerir a documentação conseguem programar melhor as ações de rotina e controlar as pendências relacionadas à documentação.

Fale com um dos nossos consultores, assim, você minimiza as chances de qualquer tipo de problema!

Então, leitor, gostou de conhecer tudo sobre o Manifesto de Carga (MDF-e)? Ficou alguma dúvida? Compartilhe conosco o que você achou do artigo nos comentários!

Gestores de frota sabem que o custo com multas pode pesar no orçamento. Entretanto, o prejuízo é ainda maior quando os condutores cometem uma infração auto suspensiva.

Essa categoria de infração representa uma multa gravíssima e causa a suspensão imediata da carteira de motorista do condutor da frota.

Isso significa, além do valor da multa que será cobrado, que o seu condutor pode perder o direito de dirigir por um período e até ter a CNH cassada em caso de reincidência.

Neste artigo, alertamos os gerentes de frota sobre a suspensão auto suspensiva e o que você pode fazer para evitá-las. Confira!

Multas e frotas corporativas: quem deve arcar com os prejuízos?

Quando um motorista recebe uma multa de trânsito, o órgão competente emite um comunicado para o proprietário do veículo. Neste caso, a empresa.

É por isso que a gestão de multas é uma atividade essencial para frotas corporativas. 

É ela que determina, por exemplo, se o valor da multa é descontado parcial ou integralmente da folha do colaborador.

O que pode acarretar a suspensão da CNH do condutor da sua frota?

O período da suspensão da CNH varia de 2 a 8 meses, dependendo do histórico do condutor e da natureza da infração cometida.

Para os gestores de frota, é importante tomar conhecimento de que caso haja reincidência e o seu condutor cometa outra infração auto suspensiva no período de 12 meses, é possível que os órgãos competentes iniciem o processo de cassação da CNH.

A suspensão da CNH é uma sanção prevista no art. 256, inciso III, do Código de Trânsito Brasileiro.

Há dois motivos pelos quais os motoristas podem ter o seu direito de dirigir suspenso:

O primeiro deles, é o acúmulo de pontos na carteira de habilitação no período de 12 meses:

  • 40 pontos caso o condutor não tenha cometido nenhuma infração gravíssima
  • 30 pontos para aqueles que cometeram pelo menos uma infração gravíssima no período
  • 20 pontos, caso tenha cometido duas ou mais infrações gravíssimas.

Todavia, o motorista também pode perder o direito de dirigir caso cometa uma infração gravíssima auto suspensiva, conforme o inciso II do art. 261 do CTB.

O que é uma infração auto suspensiva?

As multas auto suspensivas são infrações gravíssimas que acarretam imediata suspensão da CNH, sem precisar atingir os 40 pontos previstos para condutores que exercem atividades remuneradas.

É importante lembrar que, conforme o artigo 259 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a penalidade para os condutores que cometem infrações gravíssimas é de 7 pontos na carteira, além de multa.

Apesar disso, os condutores que cometem uma infração auto suspensiva perdem o direito de dirigir, independente de quantos pontos tenham na CNH.

Confira abaixo alguns exemplos de infrações auto suspensivas:

  • Conduzir veículo sob influência do álcool
  • Recusar fazer o teste do bafômetro
  • Dirigir em alta velocidade, pelo menos 50% acima do permitido;
  • Conduzir ameaçando os pedestres ou outros veículos;
  • Disputar corridas ou rachas;
  • Realizar manobras perigosas nas vias.

A seguir, confira a tabela de multas auto suspensivas completa:

InfraçãoValor Fator multiplicadorTempo de suspensão
Dirigir sob influência de álcoolR$ 2.934,7010x12 meses
Recusar o teste do bafômetro R$ 2.934,7010x12 meses
Dirigir ameaçando os pedestres ou demais veículosR$ 293,471x2 a 8 meses
Disputar corridaR$ 2.934,7010x2 a 8 meses
Promover “rachas”R$ 2.934,7010x2 a 8 meses
Realizar manobra perigosaR$ 2.934,7010x2 a 8 meses
Condutor envolvido em acidente deixar de prestar socorroR$ 1.467,355x2 a 8 meses
Condutor envolvido em acidente não adotar medidas de segurança no local R$ 1.467,35 5x 2 a 8 meses
Condutor envolvido em acidente não facilitar o trabalho da períciaR$ 1.467,355x2 a 8 meses
Condutor envolvido em acidente se recusar a mover o veículo do local R$ 1.467,355x2 a 8 meses
Condutor envolvido em acidente não prestar informações para B.O.R$ 1.467,355x2 a 8 meses
Forçar passagem entre veículosR$ 2.934,7010x2 a 8 meses
Transpor sem autorização bloqueio viário policialR$ 293,471x2 a 8 meses
Transitar em velocidade superior a 50% da máxima permitidaR$ 880,413x2 a 8 meses
Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor sem usar capacete com viseira ou óculos e vestuário de acordo com o CONTRANR$ 293,471x2 a 8 meses
Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando passageiro sem capacete ou fora do assento corretoR$ 293,471x2 a 8 meses
Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor fazendo malabarismo ou equilibrando-se em apenas uma rodaR$ 293,471x2 a 8 meses
Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis apagadosR$ 293,471x2 a 8 meses
Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando criança menor de 07 anosR$ 293,471x2 a 8 meses
Usar o veículo para interromper a circulação da via sem autorizaçãoR$ 5.869,4020x12 meses
Organizar interrupção da circulação da via sem autorizaçãoR$ 17.608,2060x12 meses

O fator multiplicador

É importante saber que algumas multas gravíssimas possuem um fator multiplicador.

Isso significa que determinadas infrações de natureza gravíssima possuem um fator que multiplica o valor cobrado pelo cometimento da infração.

Esse fator pode ser de duas, até 60 vezes o valor da multa. É o caso do motorista que interromper, restringir ou perturbar a circulação na via, sem autorização.

O fator multiplicador incide somente sobre o valor da multa e não nos pontos descontados da CNH.

O meu condutor cometeu uma infração auto suspensiva, e agora?

Vale lembrar que a CNH não será suspensa logo após o motorista cometer a infração auto suspensiva. O processo leva, em média, 90 dias.

Primeiro, o condutor recebe a multa no endereço cadastrado – no caso de veículos corporativos, provavelmente a notificação chegará na empresa.

Ainda é possível apresentar um recurso para a multa, mas caso não apresente nenhuma defesa ao órgão autuador, o Detran é comunicado e o processo de suspensão é instaurado.

O que o gestor de frotas pode fazer para evitar infrações auto suspensivas?

Com cada vez mais veículos circulando pelas estradas e rodovias brasileiras – só em 2020, foram cerca de 107.948.371, segundo o IBGE – dirigir bem e com cautela torna-se um desafio ainda maior, sobretudo para os motoristas de empresas de frota.

Esse fato deve ser compartilhado com os colaboradores e adicionado na política de frotas da sua empresa.

Dessa forma, todos os colaboradores devem compreender que dirigir defensivamente e com cuidado são atitudes que fazem parte da política interna da sua empresa.

Além disso, é importante estender essa preocupação desde a contratação de novos motoristas,  até as capacitações sobre legislação e segurança no trânsito, que devem ser realizadas com regularidade na sua organização.

O Sofitview te ajuda a controlar os seus custos com multas!

Custos com multas representam um déficit nas finanças de muitas empresas. 

Apesar disso, esse é um custo variável e que pode ser controlado com uma boa gestão.

Através do módulo de Gestão de Multas da Sofit, você analisa, controla e reduz os custos da sua frota fazendo o desconto diretamente em folha. Além disso:

  • Faça o controle de infrações acessando o ranking de motoristas com mais multas;
  • Reduza atrasos e gerencie o recebimento dos guias de pagamentos de multas;
  • Desconte as parcelas das infrações diretamente dos vencimentos do colaborador.

Entre em contato com um dos nossos colaboradores hoje mesmo e reforce o controle de multas na sua gestão de frotas!

A telemetria tem se tornado uma grande aliada dos gerentes de frota, pois permite às empresas ganhos de produtividade, redução de custos, melhoria da segurança no trabalho e maior controle operacional. 

Essa tecnologia de monitoramento permite que os gestores acessem dados sobre os veículos em tempo real durante as viagens.

Ou seja, informações como a localização exata e consumo de combustível podem ser acessados de qualquer lugar, o que facilita a sua tomada de decisão.

Neste artigo, a Sofit te conta tudo sobre telemetria e como essa tecnologia está trazendo novos parâmetros para a gestão de frotas. Acompanhe!

O que é telemetria?

A telemetria é um sistema integrado que tem como principal objetivo monitorar os veículos e coletar dados estratégicos sobre os componentes dos veículos. 

Ela é utilizada para comandar, medir e rastrear os veículos da frota de sua empresa remotamente. 

Através de uma comunicação sem fio (wireless), que pode ser feita por sinais de rádio ou satélite, é possível acompanhar a localização e diversos parâmetros de um veículo, mesmo a centenas ou milhares de quilômetros de distância.

Essa tecnologia é amplamente utilizada em máquinas, equipamentos e veículos em constante movimento. Por isso, sem ela, não seria possível realizar o controle dos mesmos. 

Além disso, através da telemetria ainda é possível coletar diversas outras informações e transmitir para uma central de monitoramento, como vamos explicar adiante.

Como funciona a telemetria veicular?

Um dos primeiros e mais difundidos usos da telemetria foi na Fórmula 1, já que os carros de corrida precisam ser monitorados pelos mecânicos e chefes de equipe durante toda a prova. 

E é exatamente neste contexto em que entra a telemetria: a tecnologia permite que cada detalhe sobre um veículo seja acompanhado, desde o consumo de combustível até parâmetros complexos que permitem a detecção de falhas.

Obviamente, a telemetria não é aplicada apenas em carros de corrida, mas também em veículos comuns. 

Dessa forma, frotistas e até mesmo empresas que possuem muitos carros, para os seus funcionários, por exemplo, já têm utilizado essa tecnologia.

A telemetria possui várias funções. Mas, dentre as principais, podemos destacar:

  • Acompanhamento da localização do veículo;
  • Monitoramento da performance;
  • Detecção de falhas ou perda de potência;
  • Acompanhamento do consumo de combustível;
  • Criação de um histórico de cada veículo.

É válido ressaltar que existem duas maneiras de coletar os dados na telemetria, como veremos a seguir.

Telemetria analógica

Um sistema de telemetria analógico utiliza sensores e o acompanhamento é realizado “sensor a sensor”. 

Ou seja, para obter dados sobre o RPM ou odômetro, por exemplo, é preciso instalar um fio no sensor responsável por cada componente.

Embora exija uma mão de obra mais especializada e cuidados na hora da manutenção para que o mecânico não “desinstale nenhum fio”, esse sistema costuma funcionar bem, especialmente para modelos de veículos mais antigos.

Telemetria digital

A telemetria digital permite que você se conecte remotamente a sistemas de controle de frotas que fazem a leitura digital dos componentes.

Essa é uma tecnologia presente em veículos mais novos (de 2009 em diante) e a sua grande vantagem está no fornecimento mais preciso, ágil e seguro dos dados.

Um sistema digital de telemetria permite ainda que você detecte falhas em tempo real. 

Ou seja, não é preciso esperar pela próxima manutenção para detectar uma falha que faz com que um caminhão gaste mais combustível, por exemplo.

Qual a diferença entre telemetria veicular e rastreamento?

O rastreamento – geralmente feito por GPS – é um componente essencial e central de um sistema telemático. 

No entanto, a telemetria não pode ser reduzida a um simples rastreador de veículos – já que ela possui uma série de outros recursos além do rastreamento.

É justamente por causa dessa versatilidade que a telemetria se tornou tão importante para o gerenciamento de frotas nos últimos anos.

Assim, diferente do rastreamento veicular, os dispositivos telemáticos capturam outros dados além da localização, como, por exemplo:

  • Velocidade do veículo;
  • Incidentes com veículos (frenagem brusca, aceleração e curvas);
  • Relatórios de inspeção remota;
  • Envio de trabalhos e mensagens;
  • Atividade elétrica ou do sensor;
  • Filmagem da câmera do painel, entre outros.

Além disso, os sistemas de telemetria integram o roteamento e a programação da manutenção com o desempenho do motorista, fornecendo uma solução mais abrangente e ampla para os principais desafios enfrentados pelo gerenciamento de frota. 

Logo, eles vão muito além do rastreamento veicular.

Quais são os benefícios da telemetria para a gestão de frotas?

A telemetria pode proporcionar diversos ganhos para a empresa. Por meio dessa tecnologia, além de ter o controle total dos veículos, os gestores de frota ainda experimentam outros benefícios.

Confira adiante!

1. Mais economia

A telemetria garante uma maior disponibilidade dos veículos além da redução e prevenção de quebras. Dessa forma, os seus custos, especialmente aqueles ligados à manutenção serão amortizados, visto que é possível prever com mais exatidão as paradas para manutenção.

2. Boa conduta dos motoristas

O controle de uma frota grande com diversos condutores, pode ser desafiador.

Com a telemetria, você consegue simplificar os processos de comunicação e otimizar o engajamento dos colaboradores, dado que todos terão os dados à disposição.

Além disso, através do monitoramento dos veículos, os motoristas tendem a seguir à risca as políticas da empresa e gastam mais tempo concentrados diretamente no trabalho em questão.

3. Segurança para a frota

Com a telemetria, você otimiza o gerenciamento de segurança da sua frota monitorando o comportamento do motorista e o desempenho do veículo. 

Isso é possível pela tecnologia permitir acompanhar dados em tempo real dos veículos, ativos valiosos para qualquer empresa. 

Da mesma forma, a carga precisa de toda a segurança possível, principalmente quando o transporte é realizado em estradas perigosas. 

Assim, a telemetria inibe a ação de criminosos, evitando, por exemplo, roubo de cargas e desvios de combustível.

Também permite que o atendimento emergencial seja direcionado diretamente ao local onde for necessário, por meio do rastreamento de localização.

4. Novas oportunidades de negócio

Clientes de maior porte possuem exigências mais rígidas. 

Dessa forma, uma frota monitorada por telemetria abre caminho para a sua empresa fechar mais negócios. 

Adicionalmente, a tecnologia pode ser utilizada como um diferencial na apresentação dos seus serviços e decisiva na hora de fechar contratos.

5. Manutenção de frota mais econômica

Como já mencionamos, a telemetria avisa os gerentes sobre problemas mecânicos com veículos e equipamentos em tempo real, o que permite que eles resolvam essas falhas mais cedo. 

Assim, você reduz o tempo de inatividade (o que não é apenas inconveniente, mas também pode ter sérios efeitos indiretos para outros trabalhos). 

Além disso, também fica mais simples o agendamento da manutenção preventiva, o que mais uma vez ajuda a maximizar o tempo de atividade do veículo e do equipamento.

Conclusão: a telemetria é uma grande aliada da sua gestão de frotas

Como observamos, a telemetria de veículos garante um controle mais preciso e amplo da sua frota. 

Com mais informações em tempo real, é possível tomar decisões mais assertivas e elaborar relatórios cada vez mais ricos. 

Isso torna essa tecnologia uma grande aliada para a sua gestão de frotas.

Entre as medidas de segurança mais eficazes do mercado, o rastreador de carro, sem dúvida, é uma das mais vantajosas para uma frota de veículos.

É uma maneira de rastrear o automóvel e garantir que o trajeto do veículo seja monitorado de forma prática e satisfatória.

Isso porque esse modelo de monitoramento de frota consegue aliar um bom custo a qualidades essenciais na hora de garantir a tranquilidade da segurança ao gestor. 

Com um bom rastreador de carro é possível, além de ter acesso à localização do veículo.

Além disso, você também pode analisar métricas e, com isso, traçar planejamentos assertivos não apenas de segurança, mas também de ampliação de eficiência e lucratividade. 

Neste artigo vamos te explicar como funcionam os rastreadores veiculares e também como você pode escolher o que melhor se adequa às necessidades da sua equipe. 

Segurança em primeiro lugar

Não é algo que você já não saiba: a quantidade de roubo de veículos e cargas no Brasil é grande e tem apresentado aumento ano a ano. 

De acordo com dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, entre os anos de 2015 e 2020, uma média de 523.000 carros foram roubados no país, o que representa quase um veículo por minuto. 

Estados como Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo são campeões nesses números.

Quando fazemos o recorte de veículos que estão à serviço de transporte de mercadorias, os dados são ainda mais alarmantes, porque mostram que, em 2020, os prejuízos somados foram de mais de R$ 1,2 bilhões

Pensar em adotar uma medida de segurança como o uso de um rastreador de carro é importante não só porque garante que a sua frota de veículos esteja melhor assistida em um contexto de aumento de casos de furtos. 

Além da localização, com o monitoramento veicular, é possível criar, a partir de dados como tempo de percurso, distância e velocidade, métricas para aumentar a eficiência da sua equipe. 

Como funciona o rastreador de carro?

Provavelmente você já assistiu a filmes de ação que contam com um rastreador veicular.

A clássica imagem de alguém acompanhando um veículo à distância por uma tela.

A tecnologia já não é mais tão nova assim e deixou de ser restrita aos filmes de Hollywood: cada vez é mais acessível a vários bolsos. 

Basicamente, o rastreador veicular é um aparelho que deve ser acoplado em um local estratégico do veículo. Geralmente, escondido para não dar margem para bandidos danificarem.

A partir desse dispositivo, baseado em geolocalização, será possível ter acesso, em tempo real, ao endereço onde o carro está.

Um rastreador pode funcionar tanto por radiofrequência quanto a partir do GPRS, onde envia sinais armazenados pelo GPS à central de monitoramento. 

Já é possível encontrar modelos conectados diretamente à internet e que fornecem algumas métricas além da posição exata de latitude de longitude do carro. 

Mas qual a diferença entre rastreador e telemetria?

Essa é uma pergunta que muitos se fazem na hora de decidir entre qual dos modelos de segurança adotar de primeira.

Podemos dizer que o rastreador de veículos fornece menos informações, ainda que bastante precisas, ao mesmo passo que tem uma instalação mais barata. 

Já a telemetria veicular funciona de maneira parecida com o rastreador, no sentido de que também é feita através de aparelhos que emitem, em tempo real, informações sobre o carro. 

No entanto, no caso da telemetria, é possível acessar informações mais detalhadas como aspectos mecânicos do veículo. Dá para saber, por exemplo, quantas vezes o condutor do veículo freou. 

Para escolher por qual dos dois optar, a dica é colocar na ponta do lápis qual o orçamento disponível e quais são as métricas essenciais para a sua empresa. 

É possível ter acesso a rastreadores básicos em valores que são a partir de R$ 100 por veículo, já a telemetria tem um valor de entrada mais alto: por volta dos R$ 800, a depender do modelo.

Logo, avalie: é realmente necessário saber quantas vezes os condutores realizaram determinadas ações (tais como realizar mudanças de velocidades ou quantidade de frenagem) ou basta saber a localização do veículo?

São questões que apenas o gestor pode responder e que dependem de caso a caso.

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Optei pelo rastreador veicular: agora como escolher?

Após a decisão, vem o momento de entender qual o melhor modelo para a realidade do seu negócio. Como explicamos acima, existem dois modelos básicos de rastreador:

  • Via GPS: as informações são enviadas a satélites que conseguem se comunicar em tempo real com os aparelhos. A área de abrangência também é praticamente 100% do território. 
  • Via radiofrequência: funciona através de ondas eletromagnéticas. A eficiência é menor do que no caso do GPS, com um tempo de resposta mais longo. Em vez de ter acesso exatamente em tempo real, pode haver alguns poucos minutos de variação. 

Para entender qual dos dois é melhor optar, é importante levar em consideração os seguintes aspectos:

  • Os meios pelos quais você gostaria de ter acesso à localização, tais como dispositivos móveis ou não, aplicativos de smartphone…
  • Quais são as áreas que majoritariamente a frota circula? São áreas urbanas cuja cobertura de serviços de geolocalização são eficientes? São áreas mais afastadas, de difícil acesso?

Munido dessas respostas a escolha fica bem simples. É só procurar uma equipe capacitada e de confiança para fazer a instalação do aparelho desejado e voilá: chega de preocupação. 

Rastreador de carro: segurança para a sua frota

Como vimos acima, com valores bastante acessíveis é possível ter acesso à tecnologia do rastreador de carro. É importante sempre prevenir do que remediar, principalmente quando falamos sobre a segurança da frota.


Assim, gerir uma eficiente frota leve demanda estratégias que só um bom gestor tem em mente.

Então, para mais informações úteis, confira também o e-book produzido pela Sofit, com informações sobre Como fazer a gestão de grandes frotas leves

O seu custo de manutenção de frota está alto? Que impacto isso representa para as despesas com seus veículos no final do mês?

Embora seja necessário para evitar acidentes e manter a produtividade da sua operação, a manutenção representa um custo variável que pode oscilar bastante. Entretanto, pode sofrer uma redução significativa caso uma política de redução seja implantada.

Mas, afinal, com o controle de custos sempre em foco, como os gerentes de frota podem reduzir ainda mais os seus gastos com manutenção?

Qual é a importância da manutenção de frota?

É importante compreender que a abrangência da manutenção da frota vai além de correções quando tem algo errado no veículo.

É um procedimento que envolve conferências e reparos programados, pois é preciso realizar esforços para mantê-los funcionando perfeitamente na estrada.

Quando bem realizado, o gerenciamento de manutenção impacta diretamente no desempenho da operação, aumenta a produtividade e reduz custos de transporte.

Confira outros benefícios da manutenção da frota:

  • Atrasa o tempo de depreciação do veículo;
  • Diminui a incidência de reparos não programados;
  • Reduz a ocorrência de acidentes pela falta de manutenções periódicas;
  • Reduz as chances de ter uma frota ociosa e proporciona veículos mais disponíveis para circulação.

Quais são os tipos de manutenção de frota?

Existem basicamente 3 tipos de manutenção para a gestão de frotas: preventiva, corretiva e preditiva. 

Manutenção preventiva

O processo de manutenção preventiva é o mais comum no dia a dia das empresas é fundamental para a saúde de uma frota.

Ela compreende as manutenções programadas, de modo a evitar o máximo possível que os veículos saiam de circulação.

Geralmente, o intervalo e frequência das manutenções é estipulado segundo os dados das montadoras, mas é possível recorrer à tecnologia e dados contextualizados sobre a sua frota, como veremos adiante.

Manutenção corretiva

Este é o tipo de manutenção mais oneroso para a gestão de frotas. 

Isso porque a manutenção corretiva representa um custo não planejado e geralmente retira o veículo de circulação até que o problema seja resolvido. 

Apesar de não ser possível evitar as manutenções corretivas completamente, é possível amortizar os custos e reduzir a sua incidência através do investimento em outros tipos de manutenção.

Manutenção preditiva

Por fim, a manutenção preditiva, um processo proativo orientado por dados coletados a partir de tecnologias aplicadas aos veículos. 

Nesse tipo de manutenção, você pode analisar a condição de cada veículo e prever quando a manutenção deve ser realizada.

Além disso, através de recursos como machine learning e mineração de dados, a manutenção preditiva permite que a sua gestão crie um banco próprio de dados que trazem mais exatidão e previsibilidade para a sua gestão de manutenção.  

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Como fazer manutenção de frota com foco na redução de custos

Agora que você sabe os tipos de manutenção que não podem faltar na sua gestão, vamos saber como você pode colocá-las em prática na sua empresa.

Analise os dados da sua gestão de manutenção

Com tantas outras coisas para conciliar, muitas empresas com frotas não têm tempo, recursos ou infraestrutura para analisar os dados desse setor.

Paralelo a isso, existem gestores de frota que mantém os dados (muitas vezes sem sentido) em uma planilha na qual raramente fazem alterações e rastreiam as informações preenchidas.

Cenários como esses podem mudar quando você trabalha com um software de gestão capaz de realizar todo o gerenciamento da manutenção.

Dessa forma, você verá como os números podem ser valiosos para seus resultados financeiros. A coleta, armazenamento e a análise de dados geram um benchmarking (avaliação comparativa) e oferecem uma ideia melhor sobre a vida útil de cada veículo.

Além disso, você pode interpretar esses dados em insights acionáveis.

Use a tecnologia a seu favor

Um software de manutenção da frota é uma ferramenta muito valiosa e útil para ajudar a manter os custos de manutenção de frota os mais baixos possíveis. 

Com ele, é possível ter uma visão holística da sua rotina, com recursos que vão desde enviar ordens de serviço até cadastrar programas de manutenção.

Além disso, é possível ter visibilidade em todos os aspectos até encontrar oportunidades para reduzir custos operacionais.

Com o sistema da Sofit, por exemplo, você consegue economizar, ganhando tempo e evitando desperdícios de ativos em todos os tipos de manutenção.

Veja como:

– Na Manutenção Preventiva

Através da criação de planos de manutenção preventiva, o sistema emite alertas quando o prazo para execução está se aproximando e abre automaticamente as ordens de serviço para serem executadas. 

Assim, quando realizadas no prazo, você evita a quebra ou desgaste de outros sistemas e traz mais economia para a sua empresa.

– Na Manutenção Corretiva por Uso ou Desgaste

Por meio do sistema, é possível controlar todos os itens que estão sendo trocados nas manutenções corretivas por uso ou desgaste.

Além disso, você também consegue analisar com que frequência determinada peça está sendo substituída e comparar manutenções corretivas entre condutores para mapear o perfil de condução de cada um.

Por exemplo: quando dois condutores fazem a mesma rota e um deles tem maior desgaste de combustível, é possível analisar o perfil de cada motorista através dos dados captados.

É possível ainda exercer garantia de peças trocadas, evitando gastos com peças ainda em garantia. 

Além disso, com o módulo de regulação de orçamentos (nova funcionalidade do Sofit) é possível verificar se os orçamentos enviados pela oficina/locadora estão dentro dos padrões de valor de peça, valor de mão de obra e quantidade de horas.

Isso possibilita um maior controle, redução de custos e aumento na disponibilidade dos veículos.

– Na Manutenção por sinistro

Nas manutenções por sinistro, o sistema da Sofit permite a criação e classificação do incidente (colisão, atropelamento, aquaplanagem, etc…) 

Essa função, além de ter todas as características da manutenção corretiva, também está conectada com o recurso de desconto em folha.

Logo, quando o desconto em folha está presente na política da empresa, seja ele integral ou parcial, o repasse é feito para o condutor, dependendo do ocorrido.

Determine a abordagem mais econômica para manutenção

A escolha de uma manutenção interna ou terceirizada pode ser um fator importante nos custos de uma frota.

Para algumas, o gerenciamento eficiente da manutenção requer uma combinação das duas práticas.

Por isso, é preciso analisar o custo-benefício de cada caso. 

Fatores como custos de manutenção de frota pré-acordados e técnicos especializados são algumas das vantagens da terceirização do serviço de manutenção.

Enquanto isso, o controle total da qualidade do serviço e a gestão de peças de inventário pesam na decisão pela manutenção interna.

Crie e siga programas de manutenção de frota

Custos mais altos podem resultar de algo simples, como não se preparar para cumprir os cronogramas e procedimentos descritos nos programas de manutenção de rotina da frota. 

Do mesmo modo, a manutenção programada tem custos mais previsíveis porque permite planejar com eficiência e saber quanto tempo levará um intervalo de serviço, além das peças, mecânicos, ferramentas e espaço necessários. 

Planejar um programa de manutenção – e mais importante, executá-lo – representa um trabalho de maior qualidade e otimiza a produtividade a um custo mais baixo.

Fazendo isso com instruções claras e concisas na forma de checklists que definem os serviços que precisam ser executados, torna-se mais fácil reduzir custos.

Mantenha uma boa gestão de inventário

Geralmente, a troca de peças em veículos acontece durante o processo de manutenção corretiva – a mais cara entre os tipos de manutenção.

Para reduzir o custo de manutenção de frota, o gestor pode adquirir as peças de reposição previamente, implementando uma gestão de inventário na organização.

Igualmente, se as peças necessárias não estiverem disponíveis para manutenção ou reparos, esses custos aumentarão.

Um meio abrangente de gerenciamento eficiente do estoque de peças é um importante elemento de economia de custos. O estoque certo para os veículos da frota ajuda a garantir que eles gastem menos tempo na oficina.

Assim, você evita longos períodos de paralisação por falta de peças e ainda pode conseguir os itens por um preço mais em conta, já que o caráter “urgência” não está em jogo.

Contrate motoristas experientes

Condutores experientes geralmente conhecem boas práticas de direção econômica, defensiva e podem colaborar com a sua política de redução de custos com manutenção.

Apesar disso, cabe ao gestor de frotas definir o papel dos condutores na redução dos custos com manutenção.

Dessa forma, pense como transformá-los em aliados:

  • Eles deverão verificar a calibragem dos pneus?
  • Fazer um checklist diário?
  • Com que frequência devem reportar as condições dos veículos?

Comunique as ideias de redução de custos de manutenção

Estabelecer um processo de manutenção eficiente e econômico é um ótimo passo, mas como você pode transmitir essa mensagem? 

Comunicação interna, RH e demais departamentos devem trabalhar juntos em prol deste objetivo. 

Então, faça com que cada um entenda a sua função na missão de reduzir os custos de manutenção de frota.

Realize o cruzamento de dados da sua frota

Através dos relatórios, indicadores e dashboard, é possível comparar os seus custos de manutenção (preventivo, corretivo e sinistros) e cruzar diversos outros, como:

  • Períodos anteriores ao uso da tecnologia;
  • Filiais;
  • Condutores;
  • Rotas;
  • Modelos de veículos;
  • Fabricantes de pneu, etc.

Assim, com tantas formas de cruzamento de dados, você pode tomar outras ações de redução de custo, como reduzir o consumo de combustível a partir da escolha de um modelo adequado para a rota, por exemplo.

Viu como um sistema de gestão de frotas pode ser útil em sua estratégia de manutenção? Se ficou interessado, entre em contato com a Sofit!

Com o objetivo de ampliar ainda mais a disponibilidade de tecnologias para a gestão de frotas corporativas, anunciamos a fusão da Sofit com a Unidas, a segunda maior locadora de veículos do Brasil e líder em locação de frotas para empresas.

A fusão potencializa o ecossistema de soluções tecnológicas e integradas disponíveis na Companhia e reforça ainda mais o desenvolvimento de soluções de gestão de frotas que garantam mais previsibilidade, segurança, gestão, eficiência e conforto aos clientes do segmento de terceirização de frotas, mesmo para quem não aluga os carros e possui frota própria.

De acordo com a Unidas, em comunicado a mercado, a aquisição reforça o foco da companhia em “colocar o cliente no centro de sua estratégia, agora com a entrega de soluções de gestão de frotas, seja para veículos alugados ou não”.

Esta união ampliará o cardápio de produtos e soluções integradas em gestão de frota para os clientes, que terão à disposição um portfólio completo de produtos e passarão a contar com serviços unificados em uma moderna e intuitiva plataforma.

Com esta fusão a Sofit diversifica sua atuação, agregando ainda mais valor ao setor! Em breve, o resultado da sinergia entre Sofit e Unidas será refletida em mais benefícios para você e sua empresa. Este movimento foi pensado para proporcionar ainda mais eficiência e agilidade para a sua operação.

Agendar Demonstração do Sofit Gestão de Frotas

Quando falamos de frotas de veículos, pensar em segurança é essencial e, entre as principais tecnologias contra roubos e furtos temos o rastreamento e telemetria veicular. 

Muitos acham que esses dois métodos são a mesma coisa, mas há diferenças fundamentais entre um e outro. 

No caso do rastreamento veicular, o gestor da frota tem acesso à localização atual dos veículos e pode acompanhar em tempo real o deslocamento dos motoristas.

Já na telemetria veicular os parâmetros são ampliados: podemos ter acesso às condições mecânicas do veículo, por exemplo. 

Neste artigo nós vamos te explicar mais sobre as principais diferenças entre os dois métodos e como você pode escolher a melhor maneira de monitorar a sua frota. 

Rastreamento e telemetria: qual a diferença?

De acordo com dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logísticas (NTC & Logística), em 2020 o Brasil registrou 14.159 roubos de cargas. Segundo o relatório, os prejuízos aos donos de frotas chegam a mais de R$1,2 bilhões. 

Diante desse cenário de incertezas, é melhor prevenir com um controle de frota eficiente do que remediar. Por isso, tanto o rastreamento quanto a telemetria veicular atuam como tecnologias à nossa disposição para a segurança das frotas. 

Podemos classificar o rastreamento como uma forma mais simples de monitorar o passo a passo do carro, caminhão ou moto. E isso não quer dizer que não seja eficiente e vantajoso para diversos casos. 

No rastreamento veicular um pequeno aparelho é instalado em uma posição estratégica (e geralmente oculta) do veículo. 

Esse dispositivo emite informações via GPS ou radiofrequência, que dão a posição exata de latitude de longitude do veículo. Com isso, é possível saber, em tempo real, onde cada motorista está. 

Já no caso da telemetria veicular é possível parametrizar a velocidade média do veículo e suas condições mecânicas, além do gestor da frota ter acesso à posição exata do veículo em tempo real.

Quais são as principais vantagens do rastreamento?

Sem dúvida alguma a principal vantagem do rastreamento de veículos é o valor. Essa é a opção de mais baixo custo que mesmo assim é muito eficaz. É possível ter acesso a um rastreador de veículo por preços a partir de R$100 a instalação e R$40 a mensalidade. 

Além disso, o rastreamento também pode ser uma boa forma de iniciar uma cultura de segurança dentro da sua frota de veículos. 

Por ser uma opção de baixo investimento inicial, ela permite que a sua equipe vá se adaptando ao modelo até entender os retornos e sentir segurança em investir em uma solução mais completa e por conseguinte mais cara. 

E a telemetria veicular, quais são os benefícios?

Como já dissemos anteriormente, essa é uma opção de tecnologia de segurança muito mais completa. Por isso ela é mais cara, já que precisa de um sistema de aparelhos mais robusto. 

É possível encontrar aparelhos para telemetria com valores a partir de R$800, a depender da marca e da quantidade de medidas que ele vai disponibilizar.

A tecnologia utilizada nesse caso tem como base a comunicação sem fio, que pode acontecer por sinais de satélite ou rádio. São implementados diversos dispositivos no veículo que vão oferecer relatórios ao gestor, que podem ser em tempo real, diários, semanais ou mensais.

Com a telemetria, o gestor da frota pode pensar em diversas estratégias, para muito além da segurança dos veículos e motoristas. Vale destacar os seguintes parâmetros que um sistema de telemetria pode oferecer:

  • Desempenho completo do veículo, com direito a questões como temperatura do motor, pressurização dos pneus e mapeamento de possíveis falhas mecânicas;
  • Cronômetro em tempo real da condução, ociosidade do veículo, frenagem e embreagem;
  • Além da velocidade média, atual ou em determinados trechos.

Ao ter um sistema de telemetria é possível traçar planejamentos a longo prazo de manutenção, depreciação do veículo e também questões individuais relacionadas a cada um dos motoristas. 

Em relação aos condutores, a telemetria permite que o gestor tenha acesso a parâmetros como:

  • Quais infrações foram cometidas, onde foram cometidas e porque aconteceram;
  • Informações sobre boa condução do veículo como quantidade de vezes que o motorista freou ou andou com o carro “na banguela”.

Com esse tipo de informação é possível acompanhar o desenvolvimento de cada condutor e entender onde cada um pode melhorar.

Como decidir: rastreamento ou telemetria?

Na hora de escolher qual das duas tecnologias adotar, considere as seguintes questões:

  • Tamanho da sua frota;
  • Objetivo da empresa em curto e médio prazo (você quer ampliar o número de veículos? Em quanto tempo?);
  • Características da equipe e questões que você deseja que sejam aprimoradas.

Tendo em mãos essas respostas é possível ir em busca de uma empresa especializada que vai indicar qual das duas opções é a mais vantajosa para o seu negócio.  

Além disso, é importante ressaltar que ambas estratégias são alternativas fundamentais que geram relatórios para processos de logística. Ou seja, além de garantir a segurança da sua frota e funcionários, ainda há a vantagem de gerar planejamento a longo prazo. 

É importante ainda destacar que qualquer equipamento, seja de rastreamento ou telemetria, deve ser aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e certificado pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) ou pela Associação Brasileira de Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento (Gristec).

Ficou interessado em optar entre rastreamento e telemetria?

Agora que você já sabe como funciona cada uma das tecnologias, é só escolher estrategicamente qual das duas se adequa melhor ao seu negócio e procurar uma empresa especializada e segura. Através do SofitView, é possível realizar um controle granular de cada viagem realizada com dados de telemetria (importados através de um fornecedor). A partir dessas informações é possível controlar e ter dados confiáveis sobre a jornada dos seus motoristas e o tempo de descanso, com cada deslocamento e parada.

Por fim, é importante destacar que o rastreamento e telemetria vão organizar melhor a sua frota e, com certeza, fazer com que o seu negócio alcance maior lucratividade e produtividade.

Se você gostou deste conteúdo, confira mais em nosso blog.

Se você está encarregado por uma frota, então sabe que fazer a avaliação de desempenho de motoristas é fundamental para manter a produtividade da sua operação, certo?

Você precisa ter algumas verificações para ter certeza de que os seus motoristas estão tendo o melhor desempenho.

Isso envolve analisar relatórios, examinar despesas e, sobretudo, lidar com o fator humano, avaliando o perfil de cada condutor.

Com tantas atribuições assim, é fácil se sentir sobrecarregado. Entretanto, saber como avaliar o desempenho de motoristas da maneira mais eficiente possível economizará o tempo e dinheiro da empresa.

Então, continue lendo este artigo para saber como você pode analisar os seus motoristas e melhorar sua frota!

Por que avaliar a performance de motoristas da sua frota?

O desempenho dos motoristas da sua frota é uma prerrogativa para a sua estratégia de gestão gerar resultados.

Afinal, são eles que devem executar as suas recomendações na maior parte do tempo.

Leia: Gerenciamento de motoristas: dicas simples para aplicar na sua empresa!

Ou seja, orientações sobre economia de combustível, cumprimento de prazos e o zelo com os veículos dependem bastante deles.

Por isso que o processo de avaliação é fundamental e  pode ser conduzido de diversas formas, desde a básica análise de dados e sugestão de ações, até sistemas mais modernos de rankings, por exemplo.

Como fazer avaliação de desempenho de motoristas

Como já explicamos, o sistema de avaliação pode variar. 

Todavia, existem alguns pontos-chave que precisam ser monitorados para que o desempenho dos seus colaboradores seja avaliado de forma justa e eficaz. 

Separamos 4 análises que são essenciais nesse processo. Confira a seguir!

1. Monitore o cumprimento de prazos e horários

O cumprimento de prazos e horários dos condutores é um índice básico para qualquer sistema de avaliação de motoristas. Isso porque cumprir horários é algo que depende quase que exclusivamente do próprio condutor. 

Em relação aos prazos, o descumprimento recorrente pode ser um indicativo de que o motorista, veículo ou a rota traçada está afetando a produtividade da sua operação.

Ou seja, é seu papel, como gestor da frota, investigar a fonte desses problemas.

2. Avalie o nível de condução defensiva dos motoristas

Enquanto cabe à gestão investir em capacitações, palestras e informativos sobre práticas de direção defensiva, é papel do motorista colocar em prática.

Assim, você pode (e deve) avaliar o nível de direção defensiva que vem sendo praticado com os veículos da sua frota. 

Para isso, no caso de uma empresa de transporte, por exemplo, foque em tópicos relacionados ao seu dia a dia, como a condução correta das cargas.

3. Monitore as condições dos veículos

Também não é segredo que monitorar a condição dos veículos é imprescindível para avaliar os seus motoristas. Afinal, cada condutor tem responsabilidade sobre o ativo que está conduzindo.

Logo, é interessante recorrer aos sistemas de checklists de veículos, onde o próprio condutor preenche as informações através de um app integrado ao seu sistema de gestão de frotas.

Na Sofit, por exemplo, o sistema de checklist veicular conta com recursos como fotos e você pode personalizar cada item de verificação, de acordo com o que for mais importante para sua empresa.

4. Utilize indicadores de desempenho

Por fim, os famosos indicadores de desempenho (KPIs) que são fundamentais para qualquer gestor de frotas. Com dados e indicadores disponíveis, é possível justificar o processo de tomada de decisão.

Dessa forma, os seus condutores irão entender que a avaliação de desempenho é justa, já que ela é baseada em dados.

Uso de tecnologia nas avaliações de performance de motoristas

Conduzir um processo de avaliação de desempenho dos seus motoristas sem recorrer à tecnologia pode tornar essa atividade ainda mais complicada.

Imagine ter que analisar planilhas ou ter que verificar anotações que os condutores preenchem à mão? 

Por isso, aproveite a tecnologia disponível em favor da sua gestão! Quais recursos a sua empresa tem disponível para avaliar os motoristas de forma simples e justa?

Confira alguns recursos importantes adiante.

1. Monitoramento de frota

Um sistema de monitoramento de frota deve ser o ponto de partida do gestor de frotas que deseja utilizar a tecnologia para avaliar os condutores. Isso porque, através dele, é possível acompanhar as viagens em tempo real, obtendo dados como localização e velocidade média, por exemplo.

2. Sistema de rastreamento

Através de um sistema de rastreamento, você terá dados mais completos sobre veículos e cargas, além de acesso a relatórios completos para embasar a sua avaliação junto aos condutores.

3. Telemetria

A telemetria permite que o gestor de frota acesse dados importantes sobre os veículos remotamente. Assim, informações como velocidade média, consumo de combustível e até temperatura do motor podem ser medidos e incluídos na avaliação dos motoristas.

4. Roteirizador de frotas

Outro importante recurso quando falamos em tecnologia para gestão de frotas é o roteirizador. 

Através desse sistema, você ganha tempo e precisão sem precisar gastar horas planejando, uma vez que a tecnologia organiza as rotas considerando diversas necessidades: especificações da carga ou do passageiro, janelas de entrega, trânsito, etc.

Além disso, você terá mais previsibilidade, já que um roteirizador fornece dados sobre a previsão de entregas, por exemplo.

5. Sistema de gestão de frotas

Finalmente, um sistema de gestão de frotas simples e intuitivo, com recursos realmente úteis para a sua empresa é fundamental.

Através dessa tecnologia, gestores e motoristas terão à disposição sistemas automáticos de monitoramento e informações em tempo real, o que deve otimizar a comunicação entre gestor e condutor.

Além disso, qualquer decisão relativa à avaliação dos motoristas será baseada em dados, o que torna o processo mais assertivo, rápido e justo.

Leia mais: Sistema de Gestão de Frotas: 10 motivos para aderir para sua empresa hoje!

Por que investir em tecnologia para otimizar a performance da frota?

Ajuda a reduzir custos

Ao investir em tecnologia para otimizar o desempenho dos seus motoristas e, consequentemente, da frota, você estará reduzindo custos.

Isso porque, a médio e longo prazo, a produtividade dos seus colaboradores tende a aumentar e você saberá exatamente o que fazer para evitar gastos desnecessários, já que terá dados sobre a frota sempre disponíveis.

Diminui os riscos nos transportes

A redução de riscos no transporte impacta principalmente na segurança dos condutores, já que a imprudência é a principal causa de acidentes no Brasil. 

Entretanto, a redução de riscos significa também menos tempo de frota ociosa e mais produtividade para a sua operação.

Melhora a gestão de rotas

Gestores geralmente passam um tempo precioso planejando as melhores rotas. Porém, com o investimento na tecnologia certa de roteirização, esse tempo é reduzido e você consegue melhorar o desempenho da sua frota através de dados precisos e trajetos mais econômicos.

Estimula o cumprimento de prazos

Por fim, recorrer à tecnologia para a avaliação de desempenho dos motoristas deve estimular o cumprimento de prazos. Quando usada da maneira correta – sem que os condutores se sintam pressionados ou intimidados – a tecnologia estimula a competição saudável e o autoaperfeiçoamento.

Viu como a avaliação de desempenho de motoristas é importante?

Como podemos observar, avaliar o desempenho dos motoristas de forma recorrente e com o apoio da tecnologia para embasar as suas decisões traz impactos bastante positivos para a performance da sua frota.

Por isso, avalie se a sua tecnologia atual permite uma melhor avaliação dos seus condutores. Caso precise de alguma ajuda, conte com a Sofit!

Uma estratégia de frota gerencial envolve a análise e monitoramento de um grupo de veículos da sua frota.

Dessa forma, o termo também é utilizado como sinônimo para gerenciamento de frotas.

Apesar disso, a frota gerencial deve ser compreendida como uma postura proativa de gestão, onde a automação dos processos gera dados, utilizados para basear a tomada de decisão do gestor. 

No artigo de hoje, vamos mostrar como você pode introduzir a frota gerencial na sua operação, falar sobre as vantagens e maneiras de medir o desempenho desse modelo. Vamos lá?

O que é frota gerencial?

Frota gerencial é o processo de gerenciamento de frotas realizado de forma inteligente e automatizada. 

Esse processo é baseado em pelo menos 3 pilares: gerenciamento estratégico, tecnologia e redução de custos.

Confira abaixo o que cada um deles representa para o gerenciamento da sua frota de veículos:

Gestão Estratégica

A gestão estratégica é o processo de definição de metas, procedimentos e objetivos para tornar uma empresa ou organização cada vez mais competitiva. 

Geralmente, o gerenciamento estratégico inclui avaliação e execução da estratégia em toda a empresa e análise da organização interna.

Tecnologia

As soluções tecnológicas para o gerenciamento de frotas estão em constante atualização no mercado. 

Esse avanço permite às empresas a automatização de processos, redução de falhas humanas e fornece dados necessários para a tomada de decisão. 

Dessa forma, cabe aos gestores de frota o investimento naquela que faça mais sentido para resolver os gargalos da operação.

Redução de Custos

O objetivo final da frota gerencial é a redução de custos. 

Para isso ser possível, é importante ter os outros dois pontos (gestão estratégica e tecnologia) bem estruturados e de acordo com os objetivos gerais da sua gestão.

Vantagens de investir numa frota gerencial

Quando você assume uma postura gerencial, a sua gestão deve funcionar como uma engrenagem. São raras as decisões tomadas abruptamente, já que você possui dados para basear as suas decisões.

Além disso, é mais fácil identificar qual área demanda mais custos desnecessários e determinar ações que podem ser tomadas para reduzi-los.

Adiante, confira 7 benefícios que a frota gerencial pode proporcionar para a gestão do seu negócio.

1. Melhor planejamento operacional

O planejamento da sua operação deve ter um ponto de partida. 

Sobretudo, se você assumiu o controle de uma frota recentemente e precisa verificar os pontos operacionais, pois é necessário ter dados disponíveis para decidir o que fazer.

Sendo assim, a frota gerencial tende a beneficiar operações de transporte na totalidade, já que, visando a redução de custos e prevendo o diálogo com os condutores, ela melhora o planejamento operacional.

2. Decisões mais assertivas

O principal papel do gestor de frotas é tomar decisões que conduzam a empresa até um objetivo.

Dessa forma, uma abordagem gerencial permite que você tome decisões mais assertivas, uma vez que todas elas são amparadas por relatórios fornecidos por ferramentas de gestão.

Portanto, além do processo da tomada de decisão ficar claro para os seus colaboradores (eles vão compreender que a sua decisão possui um fundamento) elas tendem a ser mais assertivas.

3. Mais controle sobre período de manutenção

Gastos com manutenção, sobretudo com as corretivas, são um calo no sapato dos gestores de frota. Com a frota gerencial, esse tipo de despesa podem ser controlada.

Isso significa que através desta abordagem, é possível identificar e perceber por onde o dinheiro da empresa está escoando e o que você pode fazer para evitar que esse padrão continue.

O controle sobre o período de manutenção é alcançado através de automatização, o que também é possível com a adoção de ferramentas de gestão de frotas.

Assim, através dessa tecnologia você pode identificar facilmente os períodos das manutenções preventivas, analisar custos e fazer um levantamento para identificar, por exemplo, se um veículo precisa ser reposto.

4. Aumento de vida útil dos veículos

Aumentar a vida útil dos veículos da frota deve ser uma meta acompanhada e analisada de perto pelos gestores.

Essa questão se agrava quando consideramos as condições nas quais os veículos são submetidos.

No Brasil, por exemplo, a malha rodoviária brasileira possui apenas 12,4% de pavimentação, segundo dados do anuário CNT do Transporte.

Um fator como esse apresentado pode reduzir significativamente a vida útil dos seus veículos. 

Por isso, adotar uma estratégia de frota gerencial para obter um melhor desempenho na operação e conseguir reduzir custos, evitando assim a antecipação da renovação de frota e prevenindo custos com manutenções corretivas é um bom negócio.

5. Estímulo de boas condutas (motoristas)

Outro benefício claro da abordagem gerencial para as frotas de veículos é o estímulo de boas condutas por parte dos motoristas.

Isso acontece quando o seu processo de gestão é claro, impessoal e considera a visão dos colaboradores, deixando mais fácil para os motoristas apoiarem as suas decisões.

Assim, a decisão de realizar um checklist das condições do veículo antes que este deixe a garagem, por exemplo, é entendida de forma completa e não apenas de forma impositiva.

6. Economia com despesas

Como falamos anteriormente, a redução de custo é um dos pilares da frota gerencial. Dessa forma, a economia com despesas é uma das consequências dessa abordagem.

Apesar de ser mais trabalhosa, investir na análise de dados e em estratégias de controle de custo tende a gerar economias duradouras.

Assim, a frota gerencial permite ao gestor identificar qual despesa pode ser otimizada e acompanhar a consequência de cada tomada de decisão com esse propósito.

7. Clientes mais satisfeitos

Tudo isso gera, consequentemente, clientes mais satisfeitos. Esse é um indicativo de que as suas ações gerenciais estão gerando impacto positivo na outra ponta.

Como gerir uma frota gerencial?

Para implementar uma estratégia de frota gerencial na sua operação, tome nota dos seguintes requisitos:

  • Adote sistemas informatizados e modulares de gestão de frotas;
  • Invista no diálogo constante e capacitação dos motoristas;
  • Elabore relatórios periódicos de despesas e custos;
  • Agrupe e relacione os veículos da sua operação, para facilitar o controle.

Além disso, tenha em mente que a frota gerencial pressupõe o monitoramento recorrente de toda a operação.

Por isso é preciso contar com relatórios gerenciais, definindo KPIs personalizados para a sua frota.

Como medir o desempenho da frota gerencial?

A mensuração do desempenho de uma frota gerencial pode ser feita através da análise de KPIs (Indicadores-chave de Desempenho).

A tecnologia evoluiu até um ponto em que, caso você gerencie uma frota muito grande, não é necessário analisar os dados de forma isolada.

Através do Big Data, por exemplo, é possível analisar uma grande quantidade de informações e identificar padrões internos e externos para apoiar a tomada de decisão.

O que é importante entender aqui é a importância dos insights fornecidos pelos dados coletados através do controle da frota.

A Sofit pode ajudar você!

A tecnologia de gestão de frotas da Sofit auxilia diversas empresas com o controle da operação e consequentemente, com redução de custos.

Então, caso você ainda não conheça as nossas soluções, agende uma demonstração gratuita e comece agora mesmo adotar uma estratégia de frota gerencial para a sua empresa!