A carreta é um ativo indispensável para empresas de transporte de cargas. Dessa forma, conhecer os tipos de carreta, suas diferenças e as situações em que cada uma delas é a missão básica de todo gestor dessa categoria de frota.

Os tipos de carreta podem variar conforme a capacidade, tamanho, quantidade de eixos e finalidade. 

Assim, é importante entender todas essas características e modelos, já que o transporte de mercadorias em uma carreta inadequada pode causar danos à carga e, consequentemente, prejuízos para o seu negócio.

Neste artigo, você fica por dentro dos diversos tipos de carreta existentes no mercado e confere qual a melhor opção para a sua empresa. Continue lendo!

O que é uma carreta de carga e como é sua estrutura?

Primeiramente, é importante entender o que é uma carreta de carga. 

Trata-se de um equipamento utilizado para transportar mercadorias através dos modais rodoviários. A carreta de carga geralmente é acoplada a um caminhão do tipo “cavalo mecânico”.

Dessa forma, as carretas não possuem uma força motriz própria, ou seja, necessitam de uma fonte de tração. No caso, um caminhão para realizar essa função.

Qual a diferença entre carreta e caminhão?

Apesar de gerar muita confusão, até mesmo em profissionais de transporte de cargas, carretas e caminhões são equipamentos diferentes.

Enquanto o caminhão compreende toda a estrutura (cabine, motor e carroceria), a carreta é acoplada a um cavalo mecânico, motor e rodas de tração. 

Diferente dos caminhões, as carretas são articuladas e possuem os módulos de tração, assim como as unidades de carga separados e conectados através de um engate.

Essa é a principal diferença entre as carretas e caminhões, que no geral, são fixos, sem articulações.

Image

Tipos de carreta quanto ao tipo de carga

Carretas-baú, sliders, granaleiras e porta-conteiners são as mais comuns, porém existem diversos tipos de carreta apropriadas para cada função, dependendo da mercadoria que precisa ser transportada.

Dessa forma, podemos separá-las segundo o tipo da carga. Confira as principais:

  • Baú
  • Slider
  • Porta-container
  • Carreta prancha
  • Carreta Basculante
  • Graneleira
  • Carreta Plataforma
  • Carreta Silo
  • Cegonha
  • Tanque
  • Frigorífica
  • Carreta Canavieira
  • Carreta Cabideiro
  • Carreta Boiadeira
  • Carreta Munck
  • Poliguindaste
  • Carreta Florestal

Tipos de carreta quanto à capacidade da carga

Carretas não são todas iguais. Logo, não vale utilizar uma projetada para transportar até 4 toneladas para carregar mercadorias que ultrapassam esse peso.

É importante ter uma visão geral dos tipos de carreta disponíveis na sua frota. Assim, fica mais fácil distribuir as cargas conforme o peso para a carreta mais adequada.

É por isso que podemos categorizar as carretas segundo a capacidade de carga suportada. 

Neste caso, elas podem ser divididas em:

Carreta 2 eixos 

Destinadas ao transporte de produtos secos, como grãos, por exemplo. Possuem até 18 metros de comprimento, com capacidade de carga de até 33 toneladas. É composta por um cavalo mecânico com 2 eixos principais, além de um semirreboque com 2 eixos adicionais.

Carreta 3 eixos

É semelhante a de 2 eixos, porém consegue carregar até 41,5 toneladas de carga. Possui um cavalo mecânico para tração com 2 eixos e semirreboque de 3 eixos.

Carreta cavalo trucado

Esse tipo de carreta conta com 3 eixos no cavalo mecânico e mais 3 eixos no semirreboque. Seu comprimento pode atingir até 18 metros.

Bitrem e tritem

Neste tipo de carreta, os dois semirreboques são tracionados por um cavalo mecânico, garantindo maior capacidade de carga (até 45 toneladas).

Rodotrem

São gigantes com 9 eixos, geralmente utilizados nos transportes florestais e de cana-de-açúcar. Com 3 articulações e um veículo complementar chamado “dolly”, o Rodotrem é composto por um cavalo (trucado) mecânico e 2 semirreboques.

Quais são as normas para transportar carreta

Carretas, independente do tipo, precisam de autorização especial de trânsito para circular. 

As normas para transportar carretas estão descritas nos Artigos 120 e 121 do Código de Trânsito Brasileiro:

“Todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque, deve ser registrado perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, no Município de domicílio ou residência de seu proprietário, na forma da lei. Art. 121. Registrado o veículo, expedir-se-á o Certificado de Registro de Veículo – CRV de acordo com os modelos e especificações estabelecidos pelo CONTRAN, contendo as características e condições de invulnerabilidade à falsificação e à adulteração.”

A Polícia Rodoviária Federal é o órgão responsável por fiscalizar e multar carretas em situação irregular nas rodovias federais, enquanto a Polícia Rodoviária Estadual aplica e recolhe multas nas estradas e rodovias estaduais.

As infrações mais comuns que você deve estar atento são aquelas relacionadas ao excesso de peso ou de tração, falhas na identificação ou sinalização e desrespeito ao horário de circulação.

Além disso, em caso de descumprimento das regras da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que garante a segurança e fiscaliza o sistema rodoviário federal de transporte de cargas, tanto a transportadora como o cliente podem sofrer multas.

Importância da manutenção de carretas

Descuidar da manutenção das carretas e caminhões pode gerar prejuízos financeiros e para a integridade física do motorista e de todos que circulam nas vias.

Por isso, empresas de transporte de cargas devem concentrar os seus esforços nas manutenções. 

De preferência, optando por um sistema automatizado, principalmente se a sua frota for grande. Isso é importante para reduzir custos com manutenção e também para manter as rotinas sob controle.

Como fazer a gestão de caminhões e carretas

Quando a gestão de caminhões e carretas é realizada de forma manual ou através de um sistema complicado e obsoleto, espere por problemas.

O gerenciamento desse tipo de frota precisa ser minucioso e o gestor da frota necessita de uma visão holística de toda a operação.

Dessa forma, um sistema de gestão de frotas é imprescindível para operações de transporte de cargas, já que facilita o gerenciamento de veículos através do controle de pneus e combustível, multas e demais documentos, manutenções, dados dos motoristas, da viagem e muito mais. Tudo isso simplifica a tomada de decisões feitas pelo gestor.

O seu sistema de gestão confere o suporte necessário para o gerenciamento de todos os tipos de carreta e caminhão? Entre em contato com a Sofit e descubra o que a nossa tecnologia pode fazer por você!

Fumaça branca saindo de um veículo é um mau sinal. Pode ser um problema simples, mas provavelmente há algo muito errado com seu carro.

Dessa forma, ao constatar uma densa fumaça branca saindo do escapamento é preciso ligar o sinal de alerta e agir para resolver o problema rapidamente. 

Ignorar a fumaça pode, na pior das hipóteses, levar à perda do motor.

Logo, mesmo que você não seja um especialista em mecânica de veículos, é preciso entender o funcionamento básico para diagnosticar o problema com a fumaça branca e tomar alguma atitude. 

A Sofit te ajuda com isso, vamos lá?

O que são emissões de escapamento?

Os gases que saem do tubo de escapamento dos seus veículos são os subprodutos diretos do processo de combustão que ocorre no motor. 

É simples e funciona assim:

Uma faísca acende uma mistura de gasolina e ar, e os gases resultantes são canalizados pelo sistema de escapamento. 

Eles também passam por um conversor para reduzir as emissões prejudiciais e pelo sistema de silenciamento para reduzir os ruídos.

Os tipos de fumaça e suas possíveis causas

Nos filmes, quando as pessoas presas em ilhas desertas enviam sinais de fumaça para aviões e navios que passam é porque elas estão em sérios apuros.

Isso é o que acontece quando você vê fumaça branca, preta ou azul saindo do seu cano de escapamento. 

O seu carro está enviando um sinal e implorando por ajuda. 

Abaixo, confira os tipos mais comuns de fumaça e quais problemas elas podem representar para o seu veículo:

Fumaça preta

A fumaça preta indica que o carburador ou injeção eletrônica estão desregulados. Isso faz com que entre mais combustível do que o normal na câmara de combustão, o que ocasiona o problema.

Fumaça azul

A fumaça azulada é um dos tipos de fumaça mais preocupantes, pois pode causar danos irreparáveis ao motor por falta de lubrificação. Quando acontece, indica que existe óleo do motor sendo queimado na câmara de combustão.

Continue lendo para saber mais sobre a fumaça branca:

Image

Fumaça branca: quando se preocupar?

A fumaça branca que traz danos para o veículo é aquela ocasionada pela queima do líquido de arrefecimento do radiador na câmara de combustão. Ela geralmente é bastante espessa (densa) e recorrente.

Se o seu sistema de escapamento está produzindo uma fumaça branca e espessa – você pode ter um problema.

A fumaça branca e espessa do escapamento geralmente indica um vazamento de líquido refrigerante, o que pode causar superaquecimento e colocar o motor em sério risco.

Logo, caso você note que o líquido de arrefecimento está diminuindo muito rapidamente ou alguma junta do motor está danificada, rompida ou queimada, é hora de acionar uma manutenção de emergência.

Vale lembrar que você pode ocasionalmente ver uma fumaça de cor branca clara, apenas vapor de água. Assim, é importante entender que isso é muito diferente da espessa fumaça branca que o trouxe até nós.

Da mesma forma, em dias mais frios, é comum verificar uma fumaça branca saindo do escapamento devido ao ar condensado, mas fora dessas situações ela é sempre um sinal de alerta.

Como resolver o problema?

Primeiramente, é importante tirar o veículo de circulação e levá-lo até o seu mecânico de confiança para uma vistoria, caso o problema com a fumaça branca seja identificado. 

Entretanto, caso você ainda tenha dúvidas de que o problema com a fumaça branca é realmente grave, é possível verificar o nível do líquido de arrefecimento do radiador. 

Caso ele esteja baixo e você não verificar vazamento em nenhum outro lugar, isso apoia a teoria de que há um vazamento ou rachadura. 

Como esta é uma das maiores reparações de automóveis que podemos encontrar, não recomendamos amadores sem as ferramentas adequadas que realizam esta tarefa.

Então, contacte o seu mecânico de confiança e decida se vale a pena ou não um conserto, dependendo do valor do veículo. 

Você pode reconstruir o motor, substituí-lo ou comprar um carro novo. 

Multa por emissão de fumaça no meio ambiente 

A fumaça que sai do carburador prejudica o meio ambiente. Por isso, não recomendamos que os veículos que apresentam este problema continuem circulando. 

A legislação depende de cada estado, porém o excesso de fumaça saindo do escapamento pode ocasionar uma multa ambiental. O valor da multa depende da legislação vigente em cada estado.

Em São Paulo, por exemplo, o órgão responsável pela aplicação de flagrantes é a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Image

A Importância da inspeção regular nos veículos

Uma das formas mais eficazes de evitar problemas com fumaça branca e, consequentemente, a perda total do seu veículo é não negligenciar as rotinas de manutenção.

Inspeções regulares evitam perdas maiores e ajudam a identificar vazamentos, rachaduras e anomalias quando ainda é possível resolver o problema sem gastar tanto.

Para isso, conte com um sistema automático de rotinas de manutenção, checklists e recorra a alertas automáticos para não esquecer nenhuma manutenção preventiva.

Conte com a Sofit e evite problemas com a fumaça branca

Como observamos neste artigo, a fumaça branca e espessa é um indicativo de que seu veículo corre sérios problemas.

O ideal é que você saiba diferenciar uma fumaça branca “normal”, gerada pela condensação, da combustão causada pela queima do líquido refrigerante.

De toda forma, gestores de frota com acesso a sistemas automatizados de manutenção e checklists, podem identificar o problema no início e buscar soluções mais econômicas, sem precisar tirar os veículos de circulação.

Conheça a solução da Sofit para a sua frota. Entre em contato com a gente agora mesmo!

Não é à toa que empresas estão adotando o modelo SaaS para a gestão de frotas. O Software as a Service, ou Software como Serviço, em português —   é um modelo de licenciamento que permite o acesso ao software por assinatura. 

Com o SaaS, cada usuário acessa os programas pela Internet, ao invés de ter que instalar um software no computador.

O SaaS para a gestão de frotas é uma tendência que colabora com a aceleração do processo de transformação digital, centraliza e confere mais mobilidade para a sua gestão de frotas, já que é baseado na nuvem.

Esse modelo ainda traz diversos outros benefícios para a gestão de frotas da sua empresa. Listamos os principais neste artigo. Se ainda está avaliando sobre a contratação deste modelo, continue lendo e tire as suas dúvidas!

Por que aderir às soluções em SaaS para a gestão de frotas?

As soluções SaaS são baseadas na web, tornando-as fáceis de implantar e flexíveis o suficiente para atender às necessidades das organizações, independentemente do tamanho ou complexidade.

Mas se você ainda está relutante quanto a adoção do modelo SaaS para a sua gestão de frotas, deveria saber que utilizar um sistema nativo ou adquirir a licença de um software pode não garantir a segurança e praticidade que o dia a dia exige.

Isso porque um sistema precisa estar em constante evolução. Caso contrário, ele não vai incorporar as novas demandas que surgem com o tempo.

Além disso, um sistema próprio vai demandar muito esforço para o seu time de TI. Como resultado, você terá pouca ou nenhuma capacidade para gerenciar tarefas dinâmicas.

Isso leva a custos adicionais, planejamento de frota fragmentado e subutilização de ativos.

Agora, confira 5 vantagens do SaaS para a gestão de frotas:

1. Simplifica e centraliza a sua gestão de frotas

Empresas que adotam o modelo SaaS para a sua gestão experimentam um rápido processo de inovação. Inovar, neste caso, significa tornar mais simples tarefas complexas.

Dessa forma, os sistemas são projetados para simplificar e gerenciar problemas de logística complicados e difíceis, adotando uma abordagem integrada de ponta a ponta para a sua gestão. 

Essa visão holística permite desde o planejamento de rota ideal, até reduções nos custos de combustível, além de melhorias significativas na utilização de ativos.

As soluções SaaS permitem ainda que os operadores acessem recursos avançados de planejamento de rotas sob demanda.

Assim, você evita o alto custo de investimento de capital e a equipe interna de TI necessária para a integração de sistemas avançados. 

2. A gestão de frota passa a ser uma área estratégica

Com a aceleração do uso de computação em nuvem pelo setor logístico, a tecnologia SaaS para a gestão de frotas vem se tornando uma tendência global. 

Tanto para a gestão de frotas como para o gerenciamento de manutenções, o modelo de contratação como um serviço permite que as empresas consigam estruturar melhor os seus investimentos, já que você paga por um sistema totalmente flexível.

Dessa forma, se antes apenas as grandes empresas poderiam investir em tecnologia, dado o custo dos sistemas de gestão, hoje, com as soluções SaaS, pequenas e médias empresas também podem investir em um software de qualidade.

Tudo isso com um custo bem mais baixo que os softwares tradicionais — automatizando seus processos, trazendo mais eficiência, segurança e aumentando a produtividade das equipes.

Assim, a gestão de frotas, uma área que antes respondia apenas operacionalmente, passa a se tornar mais estratégica, contribuindo para a melhoria nos resultados da empresa.

3. Soluções em SaaS para a gestão de frotas contribuem com a redução de custos

É bem comum que empresas tenham que arcar com altos custos de manutenção contínua de sistemas, atualizações, além daqueles relacionados com a infra-estrutura do software.

Com a utilização de um SaaS para a gestão de frotas, a sua empresa reduz esses custos drasticamente.

Isso porque com o SaaS, você tem a integração dos dados e a automatização dos processos, o que, por consequência, promove maior controle e acompanhamento das operações.

Tudo isso contribui para que as análises sejam mais assertivas para encontrar oportunidades de melhorias, otimização dos processos e aprimoramento dos resultados — o que influencia diretamente no custo operacional total.

4. Tornam a sua empresa mais competitiva

Já citamos que algumas das vantagens de um SaaS para a gestão de frotas da empresa são a otimização dos processos e a redução de custos. 

Com esses dois fatores, as empresas passam a ser mais competitivas no mercado, visto que operar com custos reduzidos permite oferecer valores mais baixos, atraindo ainda mais clientes. 

Além disso, processos otimizados resultam em maior qualidade no serviço prestado e, como consequência, no aumento da satisfação dos clientes com relação à empresa.

5. SaaS para a gestão de frotas traz mais mobilidade e flexibilidade para a sua operação

Como os softwares SaaS são acessados via internet, em vez de serem instalados em máquinas, é possível ter acesso às informações de qualquer lugar, a qualquer momento. 

Isso significa que gestores podem acessar dados importantes mesmo quando não estão na empresa e que motoristas também podem fornecer informações importantes a respeito do transporte — parte essencial no controle e monitoramento de cargas.

Em mercados cada vez mais competitivos, obter informações imediatas pode ser a vantagem que a empresa precisava para tomar decisões estratégicas e até mesmo sair na frente de seus concorrentes no quesito transparência com os clientes.

Pronto para aderir ao SaaS para a gestão de frotas?

Como podemos ver, as vantagens do SaaS para a gestão de frotas engloba desde a redução de custos operacionais até o impacto que essas melhorias causam nos clientes e em sua percepção da empresa e dos serviços prestados. 

Por serem entregues como um serviço, podem ser facilmente ampliados ou reduzidos conforme as necessidades do negócio, sem alterações na infraestrutura.

Logo, a adoção de um modelo SaaS ainda oferece suporte às operadoras de maneira contínua, desde o planejamento inicial até a execução e a análise.

Você já sabia das vantagens de um SaaS para a gestão de frotas? Agende uma demonstração e conheça nossa ferramenta para obter na prática as vantagens citadas no artigo!

O papel do setor de RH na Gestão de Frotas é analítico, proativo e crucial para uma gestão estratégica e participativa. Afinal, recursos humanos e gestão de pessoas, sobretudo para colaboradores externos, se baseia na confiança entre o funcionário e o gestor.

Se você já está há algum tempo no mercado, deve saber que controlar a jornada de trabalho dos motoristas e garantir que o funcionário cumpra com a carga horária acordada é o menor dos problemas quando este colaborador passa o dia no trânsito.

Também é preciso levantar dados de comportamento de direção do motorista, analisar as ofensas que ele pode ter realizado no trânsito, acompanhar a velocidade que ele costuma trafegar, etc.

Dessa forma, a inovação do RH na gestão de frotas vem para facilitar o trabalho desse colaborador, e, claro, para ajudar o gestor a alcançar os objetivos e metas pretendidos.

Neste artigo, vamos explorar mais o papel do RH na gestão de frotas e te mostrar caminhos para gerir os seus colaboradores de forma mais humana e eficiente. Confira!

O papel do RH na gestão de frotas

Com colaboradores, veículos e filiais operando em todas as regiões do país, o papel do setor de RH na Gestão de Frotas foi fundamental principalmente durante a pandemia. 

De acordo com pesquisa realizada pelo Great Place to Work, a maioria dos colaboradores demonstrou satisfação com as medidas adotadas durante o período, como a flexibilização do home office e distribuição de máscaras e itens de higiene, o que auxiliou na recuperação das empresas do setor de transporte.

É importante destacar que o comprometimento precisa ser construído constantemente junto aos motoristas, independente de crises.

Assim, o relacionamento do setor de Recursos Humanos com os condutores precisa ser eficiente e recorrente, desde a contratação até o entendimento sobre como e quando aplicar uma capacitação, por exemplo.

Motoristas precisam enxergar o RH como um aliado, um canal aberto com a gestão e como um facilitador para que a categoria tenha voz e seja ouvida. 

Rotatividade e turn over

Além disso, no caminho para a inovação, o setor de RH não pode mais “caminhar às cegas”, permitindo altos níveis de rotatividade e turn over. 

Para evitar o aumento no fluxo de entrada e saída de funcionários é preciso agir proativamente, estimulando o engajamento e entendendo quando uma demanda individual pode representar um problema crônico na organização.

Sistemas de Gestão de Frotas auxiliando a otimizar processos nos setores de RH

Com o apoio da tecnologia, o setor de RH pode mapear e analisar dados relativos ao comportamento dos motoristas e pautar as suas decisões.

Dessa forma, além de ganhar tempo, a utilização da tecnologia de gestão disponível em favor do RH contribui para uma gestão automatizada e precisa.

Da mesma forma, ao analisar dados sobre produtividade, como gasto médio com combustível, infrações e comportamentos de risco, o RH pode elaborar soluções específicas para cada problema e entender quando novas contratações precisam ser feitas, por exemplo.

5 medidas que você pode tomar para inovar no RH na Gestão de Frotas

Agora que você já compreendeu o papel do RH na gestão de frotas, vamos observar algumas dicas práticas para aplicar no seu dia a dia?

1. ENTENDA QUE O MOTORISTA É A FORÇA MOTRIZ DA EMPRESA

É através do diálogo com os motoristas que o RH da sua empresa percebe que essa categoria possui diversas reivindicações.

Talvez seja um problema antigo, oriundo de gestões passadas, ou uma reivindicação inviável de resolver no momento por questões financeiras.

Seja como for, é importante que um canal aberto de comunicação seja mantido, até mesmo para avaliar questões pessoais de cada funcionário, mesmo que não seja uma obrigação da empresa.

A máxima de que o colaborador satisfeito trabalha com mais afinco deve ser levada à risca aqui. Entretanto, é um erro não estimular esse feedback. Muitas vezes, questões importantes não vêm à tona, pois os motoristas não se sentem à vontade para externar.

O papel do RH aqui é transmitir confiança e proatividade à equipe, sempre buscando soluções para os feedbacks e mostrando o resultado através de ações concretas.

2. RECORRA A TREINAMENTOS ONLINE 

Embora seja comum ver um esforço do setor de RH para resolver questões administrativas e promover palestras, capacitações e treinamentos para motoristas, frequentemente esquecemos de providenciar o mesmo para os membros do time de Recursos Humanos.

Sem uma política de capacitações para o setor, como você espera que o RH promova inovação e trabalhe em parceria com a gestão de forma eficiente?

O setor de RH precisa estar atualizado com as práticas mais atuais do mercado e treinamentos online podem ser a solução adequada para você.

Com aulas completas e rápidas, cursos online geralmente têm um melhor custo benefício sendo ministradas por excelentes professores. Da mesma forma, utilizar softwares de capacitação digital também é uma excelente opção para valorizar o trabalho do RH.

3. HUMANIZE O AMBIENTE DE TRABALHO

Empresas de frota não podem tratar os motoristas como mais um ativo, um número. Essa é uma prática antiga e que já não é bem vista pelas empresas do ramo e pelos condutores, além de desmotivar completamente os seus colaboradores.

Assim, é preciso entender a importância da experiência do motorista na empresa e voltar as ações do RH para os indivíduos e isso vai além de chamar o condutor pelo nome.

Auxílio-creche, possibilidade de escolha do cartão de benefícios, folga no aniversário. Diversas ações promovidas pelo RH promovem a humanização do ambiente de trabalho. Verifique aquelas que condizem com a política da sua empresa.

4. APLIQUE BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS

Hoje em dia, a compensação financeira não garante mais a retenção de bons funcionários.

Segundo a GPTW, oportunidade de crescimento e qualidade de vida são os fatores motivacionais para a permanência nas melhores empresas para trabalhar no pós-pandemia.

Confira todos os fatores:

  • Oportunidade de crescimento (46%)
  • Qualidade de vida (22%)
  • Remuneração e benefícios (14%)
  • Alinhamento de valores (14%)
  • Estabilidade (2%)
  • Não respondeu (2%)

O segredo aqui é simples: converse com os seus colaboradores. Eles podem esperar coisas simples que a sua empresa pode prover.

Parcerias com academias, tickets de acesso à quadra de futebol, vale-cultura. Todos esses são benefícios exclusivos e impactam diretamente na qualidade de vida e consequentemente, na produtividade dos seus funcionários.

O RH pode ainda recompensar motoristas que batem metas com benefícios exclusivos. Somente tome cuidado para que a recompensa seja clara e digna.

5. ATRAIA TALENTOS DE DESTAQUE NO MERCADO

Quantos bons funcionários deixaram a sua empresa por falta de diálogo? Empresas de transporte acabam competindo entre si para captar e reter talentos e o gargalo pode estar em práticas ultrapassadas do RH.

Por isso, pense na experiência que a sua empresa proporciona para o recém-contratado. Que caminho ele percorre na sua empresa? Como é o processo de adaptação? Ele entende até onde pode chegar na sua organização?

É comum, no mundo corporativo, ouvir que ninguém é insubstituível, o que é verdade. 

Entretanto, demissões geram custo para a sua empresa, financeiros e de produtividade já que novos motoristas terão uma curva de aprendizado, além do tempo e esforço gasto com as novas contratações.

Invista em RH na gestão de frotas e colha os resultados!

Como vimos, os gerentes de RH definitivamente ajudam a melhorar a gestão de frota e a organizar o trabalho administrativo da maneira certa.

Por isso, foque na atração e retenção de talentos otimizando os seus processos internos e oferecendo um ambiente harmônico para os seus colaboradores.

Quando a gestão de RH e tecnologia caminham juntas, o setor pode recorrer a dados precisos, o que facilita a tomada de decisão e a criação de condições para resolver problemas internos e reter talentos.
Então, conte com a Sofit! A nossa tecnologia fornece todos os dados necessários para você inovar na sua gestão de RH e otimizar o gerenciamento dos colaboradores da sua frota.

A crise que chegou com a pandemia desencadeou uma série de problemas para o setor automotivo. Um deles é, com certeza, a falta de matéria-prima nas montadoras.

Montadoras com linhas de produção paradas, férias coletivas para os funcionários, além do aumento do valor de insumos fundamentais para a indústria automotiva, como o aço. Dessa forma, gestores de frota tiveram que lidar com um cenário completamente atípico. 

Como lidar com esse contexto de escassez, conservar a frota e manter a produtividade, sem que isso represente um risco para a sua operação?

Ouça nosso Podcast sobre o assunto:

Leia mais

A comunicação entre condutor e gestor de frota é, com certeza, um dos grandes desafios numa empresa de transportes. Quando ela falha, não adianta planejamento, traçar metas ou definir uma política: nada tende a surtir efeito. 

Graças à tecnologia, gestores de frota já podem contar com a automação para evitar falhas na comunicação e isso vale também para o follow-up com o condutor.

Assim, recursos disponibilizados pelas ferramentas de gestão de frota como aplicativos, painel de controle e possibilidade de acompanhamento remoto garantem uma comunicação mais assertiva com os motoristas que vivem constantemente em trânsito.

Saiba mais sobre como otimizar a comunicação entre condutor e gestor de frota a seguir. Continue lendo!

Leia mais

Muitos gestores de frota têm dificuldades com a precificação de apólices de seguros. Isso porque os valores podem variar bastante, de acordo com cada tipo de veículo e carga.

O segredo é entender quais itens terão cobertura e avaliar quais deles estão nas necessidades da sua empresa. Neste artigo, vamos ajudar você, gestor de frota, com a precificação de apólice de seguros. 

Continue lendo para saber mais!

Leia mais

Aumentar a produtividade é, sem dúvidas, um dos grandes desafios diários dos gestores de frota. Mas você sabia que é possível alcançar este objetivo através do dimensionamento de frotas?

Imagine um volume mensal X de carga a ser transportada. 

Como você decide quais veículos participarão da operação, quantos e qual a média de quilometragem para atender a essa demanda?

É por isso que pensar no dimensionamento de frotas é tão importante. Essa é a segurança que você terá para criar resoluções para problemas como este, citado acima.

No artigo de hoje, vamos fazer um apanhado geral sobre dimensionamento de frotas e mostrar como você deve proceder. Acompanhe!

Leia mais

A direção defensiva para caminhões é uma habilidade que o gestor de frota deveria exigir de todos os seus condutores ao conduzir um veículo pesado.   Assim, esses profissionais têm a responsabilidade não apenas de aprender sobre segurança ao dirigir caminhões, mas também de utilizar todos os recursos para reduzir a chance de acidentes, protegendo a si mesmo, a carga, além de outros motoristas.   No artigo de hoje, reforçamos a importância da direção defensiva para caminhões, fornecendo dicas para adotar na gestão de riscos da sua frota.   Confira!

O que é direção defensiva para caminhões?

A direção defensiva é um estilo de direção em estrada que utiliza várias técnicas e táticas para ajudar o condutor a se manter seguro e afastado de problemas causados ​​por outros motoristas da estrada.   A segurança é o principal benefício da direção defensiva, pois é menos provável que você se envolva em um acidente se seguir algumas regras simples.    Além disso, existem também outras vantagens, incluindo maior economia de combustível e menos desgaste sobre o caminhão.   No final deste artigo, relacionamos algumas maneiras de aplicar a direção defensiva na sua frota de caminhões.  

As vantagens da direção defensiva para a sua organização

  A direção defensiva é uma das maneiras mais eficazes pelas quais as organizações podem reduzir os acidentes de trânsito.    Colisões de veículos são a principal causa de lesões ocupacionais e isso gera um custo tanto para o motorista como para a sua empresa de transporte, que vai ficar sem a mão de obra.    De acordo com o ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), 90% dos acidentes no trânsito são causados por falha humana.   Logo, aplicar técnicas de direção defensiva para caminhões na sua gestão de frotas começa a fazer total sentido.   Além de evitar custos com manutenção, arcar com despesas que, por ventura venham a ocorrer e – mais importante – preservar a vida do seu colaborador, a direção defensiva é um diferencial competitivo para a sua organização, muito bem-visto pelos stakeholders.   Pensando nisso, muitas empresas optaram por investir em treinamento de direção defensiva para sua força de trabalho como uma forma de ajudar a:  

  • Proteger os funcionários de lesões relacionadas ao veículo e manter os condutores seguros
  • Reduzir colisões
  • Cortar custos com sinistros, incluindo pedidos de indenização
  • Proteger a reputação de sua empresa por meio de comportamentos de direção segura

 

Dicas de direção defensiva para caminhões para adotar hoje

Então, que medidas de direção defensiva os caminhões devem adotar na sua frota?    Além de exigir essa especialização no currículo de qualquer condutor novato, cabe ao gestor de frotas reforçar a importância desta prática no dia a dia.   Você pode fazer isso através de ações, treinamentos, palestras e estabelecendo uma política própria de direção defensiva na sua organização.   Confira abaixo algumas táticas!

Manutenção Periódica

  Programas de manutenção periódica, sobretudo aqueles automatizados, realizados através de uma ferramenta de gestão de frotas são o primeiro ponto da direção defensiva.    Afinal, o veículo deve estar em boas condições antes de seguir a sua rota.   Então, utilize um checklist, antes de cada viagem e verifique itens como:  

  • Pastilhas de freio
  • Nível do combustível
  • Amortecedores
  • Suspensão
  • Óleo
  • Faróis
  • Setas e Luzes de Freio
  • Para-brisa
  • Controle de Pneus

Noção do porte do Caminhão

  Ter noção a respeito das dimensões do caminhão pode evitar com que os seus motoristas se envolvam em acidentes como, por exemplo, entalamentos em túneis e quebras de retrovisores e faróis.    Por isso, verifique se os condutores conhecem bem o veículo que estão dirigindo.    Essa medida simples de direção defensiva para caminhões pode evitar prejuízos e dados.

Política de pausas

O planejamento de rotas para viagens mais longas deve considerar também uma política de pausas.    O cansaço ao volante pode causar acidentes graves, portanto, pequenas pausas devem ser programadas para descanso, alimentação e hidratação.    Logo, isso deve estar claro no planejamento da rota.

Manter uma distância segura

  Embora não exista no Brasil uma regulamentação sobre a distância mínima, especialistas recomendam um distanciamento de pelo menos 3 segundos do veículo da frente.   Você deve considerar também as condições de clima, da estrada e determinar a velocidade média do caminhão durante a direção defensiva.    Então, lembre-se: o caminhão é um veículo pesado e o sistema de freios tem um tempo de resposta. Os seus condutores só devem utilizá-lo de maneira brusca em último caso.  

Direção defensiva salva vidas e traz economia para a sua gestão de frotas!

Segundo os princípios da direção defensiva, cabe ao caminhoneiro a missão de proteger os veículos menores e os pedestres nas vias.    Logo, a atenção dos motoristas que conduzem esse tipo de veículo deve ser redobrada.    Da mesma forma, cabe ao gestor de frotas fornecer toda a informação e condições necessárias para aplicação das técnicas de direção defensiva.   Essa postura deve estar presente na política da sua frota, por isso, utilize a tecnologia a seu favor, criando checklist e analisando dados sobre acidentes de modo a evitá-los.   Assim, adotar medidas de direção defensiva para caminhões na sua organização significa salvar vidas, tempo e dinheiro, apesar das condições ao seu redor e das ações de outras pessoas.

Gestores de frota sabem que uma gestão de multas e sinistros eficiente faz diferença não somente para o controle de gastos operacionais, como para garantir mais segurança e disponibilidade para a frota. Assim, além de atentar para as mudanças de legislação, gestores precisam estabelecer um parâmetro de controle de multas e sinistros apoiado pela tecnologia. Qualquer gerente de frota provavelmente estabelecerá um sistema próprio para gerenciar multas relacionadas à frota.  Neste artigo, nos propomos a apresentar caminhos para melhorar a sua gestão de multas e sinistros e manter os custos da sua frota sob controle. Vamos lá?  

No que consiste a gestão de multas e sinistros?

Erros na documentação, estradas em más condições, imprudência no trânsito e veículos que não estão em dia com o processo de manutenção. Todos esses são problemas comuns para um gestor de frotas e também fatores de risco, que acarretam multas e sinistros e, consequentemente, em mais custos imprevistos para a sua empresa. Assim, a gestão de multas e sinistros consiste no controle preventivo das infrações e fatores de risco no transporte. Uma boa gestão garante diversos benefícios para a sua empresa. Entre eles:

  • Evita a perda de cargas;
  • Auxilia no gerenciamento de cargas diversas e com necessidades distintas;
  • Previne que mercadorias fiquem retidas por problemas com documentação;
  • Auxilia na proteção da vida dos motoristas.

 

Por que o gerenciamento de multas é tão importante?

Multas e sinistros representam custos variáveis para a gestão da sua frota, por isso, podem ser evitados. Gestores que investem neste tipo de gerenciamento descobrem que a economia gerada através de ações preventivas e de um controle minucioso, baseado em plataformas de gestão podem reduzir significativamente os gastos no final do mês. Além disso, como a gestão de multas e sinistros envolve também a conscientização dos seus motoristas, você terá um time de condutores mais cuidadoso e eficiente, principalmente quando a sua política de frotas é clara sobre as responsabilidades das infrações.

 

A gestão de sinistro de transporte de cargas

Se a sua empresa faz transporte de cargas, provavelmente você estará mais familiarizado com a gestão de sinistros.  Com a crescente preocupação com o roubo de cargas, vale estabelecer um gerenciamento de sinistros proativo.   Mas como e por que fazer isso?   A gestão de sinistro de transporte de cargas serve como medida preventiva em casos de incidentes como desvios, danos e roubos da carga.  Essa prática é aplicada no transporte, mas também deve cobrir o armazenamento. Para uma gestão de sinistros eficaz, é crucial manter o pilar de cobertura: cargas, veículos e pessoas devem estar protegidos. Por isso, busque centralizar essa cobertura, complemente o gerenciamento com o controle de fraudes e riscos operacionais e recorra ao monitoramento via satélite.

 

O que fazer para melhorar a gestão de multas e sinistros na sua frota?

Confira abaixo algumas ações pontuais que você pode implementar para otimizar a sua gestão de multas e sinistros: 

Insira tópicos sobre multas e sinistros na sua política de frota

O primeiro passo para gerenciar com eficácia as multas por excesso de velocidade da sua frota é ter uma política de frotas clara, com tópicos que lidem especificamente com a gestão de multas e sinistros.  Esta é uma política interna e cabe ao gestor de frotas definir suas próprias regras segundo a realidade de cada negócio, mas todas as políticas de multas e sinistros devem informar sobre a responsabilidade em casos de multas e sinistros. Geralmente, os motoristas assumem total responsabilidade por quaisquer multas por excesso de velocidade incorridas por eles.  Outra opção é garantir uma tolerância, com um número determinado de multas durante a sua contratação. Entretanto, avalie qual modelo funciona melhor na sua gestão.

 

Invista no treinamento de motoristas e departamentos responsáveis

Ter uma política de frotas bem estruturada não adianta muita coisa a menos que ela seja assimilada por todos os funcionários e as empresas cumpram as diretrizes estipuladas.  Independentemente do nível de experiência, os motoristas e gerentes de frota precisam passar por treinamentos regulares ou cursos de atualização sobre as leis de trânsito, a política interna da empresa e as repercussões do acúmulo de multas por excesso de velocidade. Quaisquer departamentos envolvidos no processo devem ser incluídos no treinamento para garantir que todas as partes saibam exatamente como o sistema funciona.  

 

Reveja o processo de diários de bordo

Para muitos gerentes de frota, o diário de bordo é a maldição de sua existência. As empresas que não funcionam com sistemas automatizados dependem de motoristas que preenchem com precisão seus diários de bordo.    Mas, sabemos que erros acontecem.    Alguns escritos podem ser ilegíveis e, às vezes, simplesmente escapam da mente dos motoristas.  Registros imprecisos tornam extremamente difícil atribuir responsabilidades, visto que as multas por excesso de velocidade chegam à mesa do gerente de frota.  Sem provas de que um motorista específico é responsável, os gestores de frota não podem implementar quaisquer medidas. Por isso, é muito importante automatizar esse processo. Algumas empresas de frota recorrem ao diário de bordo digital, uma ferramenta útil para reduzir erros.

 

Invista em soluções automatizadas para a gestão de multas e sinistros 

A maneira mais eficaz de gerenciar multas e sinistros na sua frota é automatizar todo o sistema.  Ao investir em tecnologia de gerenciamento de frota, as empresas podem eliminar todos os administradores relacionados ao gerenciamento de multas e até mesmo implementar medidas adicionais que evitarão que elas voltem a acontecer.    Por isso, vale investir em um sistema robusto que incorpore essa gestão.

 

Como a tecnologia pode auxiliar na gestão de multas e sinistros?

Além de gerenciar as notificações de autuação e identificar o responsável pela infração, com o envio de notificações automáticas para o gestor alguns sistemas vão além. Funcionalidades como o controle da pontuação dos motoristas e situação da infração, além de informações como o local da multa são fundamentais para um bom gerenciamento. Do mesmo modo, é possível analisar também o histórico de autuações e local da multa, além de controlar o recebimento da guia de pagamento e facilitar a liquidação.  Sabia que com a Sofit você tem acesso a todos esses dados e pode acompanhar tudo remotamente?    É isso mesmo! O nosso sistema de gestão de multas e sinistros permite uma análise apurada e facilita a tomada de decisões importantes, visando a redução de custos e segurança dos seus motoristas.  

Quer saber mais? Basta preencher o formulário abaixo que entramos em contato!

 

Você já se perguntou quais as competências do gestor de frotas fundamentais para o mundo pós-pandemia? Além das habilidades de liderança, domínio e automação dos processos, o que o mercado espera deste profissional? Como você sabe, o gerenciamento de frotas passou por um período recente de adaptações, em que gestores tiveram que contornar as circunstâncias impostas pela pandemia, recorrendo cada vez mais à tecnologia. Entretanto, por mais que sistemas modernos para gestão de frota sejam práticos de serem usados, sozinhos, eles não garantem uma boa gestão.  Por isso, no artigo de hoje vamos falar mais sobre as responsabilidades desse profissional e quais são as competências do gestor de frotas essenciais para exercer a função com excelência.    Confira!  

Quem é o gestor de frotas?

O gestor de frotas é o responsável por administrar toda a estrutura relacionada à frota da empresa.  Ele é o responsável por toda a gestão dos profissionais e dos fornecedores envolvidos nas operações.  Além disso, analisa, controla e planeja os gastos dos veículos e faz o controle da manutenção e da eficiência da frota.  Ou seja, o gestor de frotas é peça fundamental da operação e também contribui para a melhoria da produtividade e otimização dos custos.  

Quais são as 10 competências essenciais do gestor de frotas? 

1. Organização

A organização é um ponto fundamental na rotina de controle dos processos e gestão de frotas.  Assim, o profissional está o tempo todo em contato com diversos fluxos de trabalho, lidando com manuais e regras, além de ter que acompanhar cada detalhe da operação. Por isso, cabe a ele dimensionar as especificações e o tamanho da frota, também como os tipos de veículos necessários, determinar regras, controlar custos e criar uma rotina de manutenções dos caminhões. Portanto, para que as atividades não fujam do controle, a habilidade de organizar todos os processos, acompanhamentos e informações é indispensável para a função.

 

2. Domínio dos processos

Um bom gestor de frotas deve ter uma visão analítica dos processos que influenciam os resultados da área — mesmo que esses fluxos de trabalho sejam de outro setor.  Isso é necessário para compreender todos os aspectos que podem afetar o alcance dos objetivos e, assim, conseguir tomar decisões mais assertivas.

 

3. Capacidade de planejamento

Outra característica importante é a habilidade de planejar ações em curto, médio e longo prazo.  Para isso, deve-se conhecer o histórico dos resultados, saber analisar e interpretar KPIs e obter informações sobre cada processo da gestão de frotas. A partir disso, consegue-se definir cada passo da equipe, planejar novas estratégias, definir ações de redução de custos e direcionar outras questões importantes — como o controle de manutenções, o planejamento de rota e o gasto com combustível.

 

4. Habilidades de Gestão Remota de Frotas

A gestão remota da operação é uma das mais importantes competências do gestor de frotas na atualidade.  Isso porque é preciso trabalhar de forma antecipada – ou seja – no caso de outro lockdown, a sua empresa não pode parar porque você não está trabalhando in loco. Além disso, a gestão remota também confere maior fluidez nos processos, e tende a otimizar a sua gestão, dado que:  

  • Desestimula o microgerenciamento;
  • Exige uma otimização e padronização da comunicação e;
  • Extrai todas as possibilidades das suas ferramentas de gestão.

  Sobre este último ponto, o gerenciamento remoto de frotas permite que o gestor utilize mais a tecnologia – para acompanhar as ordens de serviço, verificar o histórico de abastecimento, utilizar relatórios e acompanhar a jornada dos motoristas, por exemplo.    

5. Foco em resultados

Também se espera que um bom gestor de frota tenha o foco nos resultados.  O objetivo é sempre otimizar o desempenho da área e, principalmente, oferecer soluções que ajudem a reduzir os custos. Para isso, os gerentes de frota devem se concentrar em KPIs bem definidos e utilizar os dados para analisar e definir novas ações de otimização. Em resumo, é preciso trabalhar para alcançar resultados específicos e garantir a produtividade com foco nesses objetivos.

6. Capacidade de Liderança

Além de todos os aspectos relacionados aos processos, também se espera que o gestor tenha habilidades de liderança, visto que ele coordena o trabalho das equipes e, de certa forma, é responsável pelo resultado dos seus liderados.  Assim, o ideal é construir um bom relacionamento com os colaboradores, conquistando mais eficiência, produtividade e agilidade.  No entanto, o gestor deve lembrar de ser um exemplo para o seu time.  Não basta dar ordens, definir processos e não segui-los.  Também é importante manter um canal de comunicação aberto com os seus colaboradores, estimulando o diálogo e resolvendo as questões elencadas por eles prontamente.  

7. Capacidade de motivar e desenvolver a equipe

Além de construir um bom relacionamento com os colaboradores, o gestor de frota deve se lembrar sempre de manter a equipe motivada. Isso ajuda a garantir um índice mais alto de produtividade, tornando as pessoas mais engajadas com os objetivos propostos. Além disso, o gestor de frotas também deve se preocupar com o desenvolvimento da equipe. Isso  implica oferecer treinamentos, cursos, entre outros recursos que ajudam a tornar os profissionais mais capacitados e com o sentimento de reconhecimento.  

8. Conhecimento de mercado

Além de dominar os processos na empresa, um bom gestor também precisa estar atualizado e conhecer as mudanças e atualizações que acontecem no mercado.  Assim, ele sempre está por dentro de novas tendências, modificações nas leis e outras situações que podem influenciar no trabalho e nos resultados da área. A eficiência da logística depende de um bom trabalho do gestor de frotas. Para isso, além de contar com tecnologias e ferramentas que ajudem a potencializar a execução dos processos, é necessário contar com profissionais qualificados e bem capacitados.  

9. Evitar lacunas na política de frotas

Um bom gestor deve atuar como um guardião da política de frotas. É preciso evitar as chamadas “áreas cinzentas” e tornar a política um documento completo e em constante atualização. Para isso, é preciso investir em transparência e em regras claras. Outra tendência é elaborar a política de forma colaborativa, assim, os seus motoristas e demais colaboradores terão mais chances de assimilar a política da maneira correta. Quando isso acontece, a sua gestão costuma ser facilitada, já que todos estarão trabalhando conforme o documento, o que torna muito mais fácil a implementação de novas estratégias.  

10. Familiaridade com a questão ambiental

Temas como carros elétricos, compensação de carbono, lavagem ecológicafumaça preta e demais ações para reduzir os impactos causados pelas frotas no meio ambiente devem permanecer em pauta nos próximos anos. Dessa forma, a última das competências do gestor de frotas é a familiaridade com as questões e tendências de preservação ambiental. Gestores devem buscar atualização, participar de congressos (mesmo que virtuais) sobre o tema, além de acompanhar o debate em torno da gestão ambiental de frotas como uma ferramenta estratégica. Então, gostou do post de hoje? Quer se aprofundar nessas competências do gestor de frotas? Aproveite e baixe nosso e-book completo sobre as 7 competências essenciais de um gestor de frotas!  

Fale agora mesmo com um especialista!

A Ordem de Serviço é uma ferramenta importante para o controle e o planejamento na gestão da manutenção da sua frota. Através dela, os gestores de frota podem ser atualizados sobre as solicitações de serviços para os veículos, permitindo uma análise precisa dos custos operacionais e prazos envolvidos. Dessa forma, uma OS completa deve conter informações como: os tipos de serviço, local onde serão realizados, data de início e término, mão de obra, valores, entre outras informações.  Com o apoio da tecnologia, já é possível automatizar o processo de emissão das ordens de serviço para frotas.  Neste artigo, vamos mostrar como utilizar as OSs de maneira estratégica para melhorar os resultados da sua empresa.

Ordem de serviço: quais informações são fundamentais?

Para que a OS seja uma ferramenta efetiva no controle da sua frota, é preciso observar que todas as informações devem ser relevantes e de fácil desenvolvimento e compreensão.  Assim, seguem alguns pontos importantes para que a ordem de serviço seja prática, técnica e atenda às principais necessidades para uma gestão eficaz:

1. Informações organizadas e separadas por setor

Para que a OS funcione como uma ferramenta eficiente, ela deve ser numerada e conter a data do processamento.  A identificação pelo número vai facilitar a busca e ajudar a diferenciar um documento do outro. Dados como o nome e o cargo da pessoa que emitiu a ordem de serviço também precisam ser incluídos de maneira organizada e facilitar o aprimoramento dos processos.  Da mesma forma, o valor a ser cobrado ou pago também é uma informação relevante para o andamento correto do processo.  Então, reforce ao time que as informações precisam ser escritas de forma legível, para que toda a empresa possa ter acesso.  Se o dado ficar restrito à determinada área, as chances de falhas neste processo podem ser mais elevadas.

2. Conteúdo mais compacto

Com o tamanho máximo de uma folha, a ordem de serviço poderá ser acompanhada e gerida com mais facilidade e menos espaço para falhas.  Assim, organize todas as informações de forma compacta! Caso o documento esteja excedendo uma folha, revise o texto e verifique a possibilidade de cortar algum elemento.  Logo, priorize os dados mais relevantes e que sejam, de fato, ligados ao tema.  Informações extras podem ser adicionadas em novo documento.

3. Todas as instruções e observações descritas corretamente

Adicionar explicações dos serviços a serem realizados e dar as devidas instruções podem agilizar a execução e tornar o processo ainda mais efetivo.  Com todas as informações relevantes, o responsável pelo serviço se sentirá mais seguro e confiante para realizar a tarefa.

4. Documento personalizado com o logotipo da sua empresa

Personalize a OS de acordo com as necessidades da sua companhia. Aproveite para inserir o logotipo da empresa no documento.  Isso gera credibilidade, evita fraudes e evita confusão no caso de algum serviço seja realizado fora do escopo do serviço.

Como evitar erros na emissão das ordens de serviço?

Para evitar que ocorram falhas no processo, a emissão da OS deve ser feita com muito cuidado.  O documento envolve grande número de dados, valores e descrições.  Logo, tenha em mente que a pessoa que vai preencher as lacunas precisa estar atenta para não cometer falhas que possam impactar os resultados da empresa e provocar problemas com clientes. Quanto menor o tempo necessário para emitir a ordem de serviço, maior é o aumento de produtividade da equipe.  Além disso, uma OS bem feita permite ao gestor conduzir de forma mais adequada a gestão financeira do negócio, controlando a mão de obra e os estoques de materiais. Caso surjam problemas com o preenchimento da ordem de serviço, instrua os membros da equipe a relatarem o mais breve possível, evitando, assim, falhas mais graves no processo de gestão da frota.

A ordem de serviço como base para o gerenciamento financeiro das manutenções

A eficiência das operações da frota pode ser medida, principalmente, pelo custo por quilômetro rodado dos veículos. E, nessa conta, entram também os gastos para manter os veículos rodando.  Por isso, fazer o controle de quanto se gasta com as manutenções é de extrema importância. Com esse gerenciamento, é possível identificar quais são os custos fixos necessários e quais podem ser evitados. 

Otimizando os custos a partir das ordens de serviço

Segue um exemplo: digamos que, de acordo com as especificações de seu modelo, um veículo precise trocar os pneus a cada 60 mil quilômetros rodados.  No entanto, nas últimas ordens de serviço, constatou-se que as trocas ocorreram a cada 40 mil quilômetros rodados.  O gestor pode verificar as rotas utilizadas e o peso das cargas para avaliar se não há algum fator que está diminuindo a durabilidade dos pneus. Esses são alguns exemplos de como a utilização da ordem de serviço de maneira correta pode dar ferramentas para que o gestor de frota tenha total controle sobre as atividades dos veículos. Abaixo, confira 5 maneiras de utilizar as ordens de serviço para a otimização do gerenciamento e controle financeiro da sua frota!

1. Calcule o TCO para tomar as melhores decisões de manutenção

O TCO é uma métrica importante para a otimização dos custos na gestão de frotas e saber o verdadeiro custo total de propriedade (TCO) da sua frota permite medir facilmente os recursos e tomar as melhores decisões para o seu negócio. Com base nas OSs é possível calcular o TCO com base nos itens de linha de serviço para ajudar a avaliar os custos de sua frota.  Dessa forma, você consegue analisar o serviço como parte do custo operacional do seu veículo, o que vai resultar em uma visão completa da lucratividade da sua frota. Sem essa percepção, muitos frotistas arcam com despesas desnecessárias e têm dificuldade em tomar decisões baseadas em dados. Como a manutenção é uma das maiores despesas da frota, as ordens de serviço fornecem um contexto excelente para o TCO e te ajudam a melhorar as suas operações.

2. Utilize as ordens de serviço para o planejamento de manutenção

Ao planejar e executar a manutenção da frota, você precisa ter um processo de ordem de serviço do veículo bem estruturado para rastrear e gerenciar as tarefas e retirar os veículos da oficina com mais agilidade. Em uma ordem de serviço, o gestor deve informar todas as manutenções que devem ser realizadas nos veículos. Além disso, é preciso especificar:

  • Dados da Empresa e Cliente;
  • Dados de Entrada e Saída dos Veículos;
  • Detalhes da Ordem de Serviço (Tipos de manutenções necessárias, frequência para cada modelo, etc.);
  • Laudo Técnico.

A partir do encerramento da OS e de cada serviço contido nela, é importante ter ciência de quais serviços da ordem fazem parte do plano de manutenção previamente cadastrado para aquele veículo e registrar sua execução.  Assim, é possível ter um controle do tempo para a próxima manutenção.  Esse planejamento é importante para que nenhum veículo fique rodando por muito tempo sem ter uma manutenção adequada.  Aquele ditado “antes prevenir do que remediar” também pode valer para a sua frota.

3. Otimize a manutenção preventiva de rotina

Você sabe como é importante fazer a manutenção regular de seus veículos, mas sem um cronograma adequado, as trocas de pneus, óleo e outras tarefas de manutenção preventiva podem falhar. A partir da automação do processo de geração de ordens de serviço, você simplifica a programação de manutenção preventiva, definindo as suas programações com base em intervalos pré-estabelecidos. A geração de ordens de OSs com base em programações de manutenção preventiva também fornece uma visão detalhada da produtividade da oficina de manutenção e dos custos totais do serviço.

4. Acompanhe o período de manutenção

Cada um dos veículos é uma peça fundamental para a eficiência da frota.  Se um veículo está em manutenção, você precisa saber quando ele poderá estar na ativa novamente.  E é por isso que a ordem de serviço precisa conter informações completas – principalmente sobre a data de início e término de cada um dos serviços previstos. Dessa forma, é possível acompanhar o andamento das manutenções e planejar novas atividades de acordo com a previsão de liberação do veículo.  Se você tem o controle sobre quais veículos estão em manutenção e quando eles irão voltar, consegue planejar e distribuir melhor as atividades da sua frota.

5. Controle a qualidade dos fornecedores da empresa

Saber onde os serviços foram realizados é uma informação crucial para uma gestão de frota eficiente.  Nesse sentido, a OS é fundamental para avaliar o grau de eficiência dos seus fornecedores.  Por exemplo, imagine que um fornecedor X demorou mais tempo para fazer o mesmo serviço realizado pelo fornecedor Y. Após a análise, você já terá um panorama sobre para onde é melhor enviar os veículos da próxima vez que precisar desse serviço. Instruir a equipe a fazer um controle de qualidade dos fornecedores é papel do gestor. Lembre-se de que a atividade pode ser um elemento-chave para o sucesso da gestão da frota.  Muitas vezes, insistimos em continuar com os fornecedores antigos, seja por medo ou insegurança.  No entanto, buscar novos parceiros quando os atuais não estão mais proporcionando bons resultados ou oferecendo uma qualidade excelente pode ser determinante para o sucesso da sua frota.

Automatize o gerenciamento da Ordem de Serviço com a Sofit!

Atualmente, com a evolução da tecnologia, é possível ter acesso a diversas ferramentas capazes de simplificar inúmeros procedimentos de uma empresa e, consequentemente, aprimorar resultados. A partir do momento que a sua empresa estabelece um modelo para a ordem de serviço, o preenchimento dos documentos futuros torna-se mais fácil.  Para isso, a organização pode aproveitar as ferramentas disponibilizadas pela tecnologia. Um bom exemplo é o software de Gestão de Frotas da Sofit, capaz de proporcionar mais agilidade ao processo. Na ferramenta, todas os requisitos da ordem de serviço são atendidos! Eis algumas vantagens:

  • Redução de custos;
  • Controle de gastos;
  • Maior produtividade;
  • Automatização dos sistemas;
  • Aumento da disponibilidade da frota;
  • Registro das atividades da equipe;
  • Descrição das tarefas que precisam ser feitas pelos colaboradores e otimização do tempo necessário;
  • Previsão e cálculo da quantidade de mão de obra;
  • Simplificação do processo de solução de um problema com um produto ou serviço;
  • Controle dos serviços prestados;
  • Monitoramento do estoque;
  • Comunicação mais efetiva entre os diversos setores da companhia.

Agora que você ficou por dentro de todas as informações de como aumentar a eficiência da sua frota com a utilização da ordem de serviço, aproveite para conferir dicas para um melhor gerenciamento de frota! No software de Gestão de Frotas da Sofit, todas esses requisitos da OS são atendidos! Gostaria de controlar melhor sua manutenção? Entre em nosso site e faça um teste gratuito do nosso produto.