Os 5 pilares da logística para a gestão de frotas

Com a certeza de que vivemos em um mercado extremamente competitivo e dinâmico, as empresas que lidam com frotas devem se inovar constantemente. Para garantir o seu sucesso, elas devem se fundamentar nas melhores técnicas de logística, reduzindo custos, melhorando a qualidade dos seus serviços e elevando seus lucros.

Para alcançar esse objetivo, é imprescindível usar os 5 pilares da logística. Você já sabe quais são? Se sua resposta foi não, este post foi feito sob medida para sua empresa. Venha ver!

Índice:

  1. Planejamento inteligente
  2. Otimização de estoques
  3. Visibilidade
  4. Gestão de frotas
  5. Monitoramento

1. Planejamento inteligente

O primeiro pilar da logística é um planejamento inteligente. Trata-se de um conjunto de ações que se dividem nos seguintes níveis:

Nível estratégico

O planejamento estratégico envolve o desenho da rede logística, isto é, fábricas, centros de distribuição, armazéns, localização de parceiros e fornecedores e planejamento da demanda do cliente. É uma prática que necessita ser revisada periodicamente para que aquele planejamento se adeque às mudanças mercadológicas.

Nível tático

O plano tático define o modo de usar os recursos disponibilizados para aperfeiçoar o atendimento ao consumidor, diminuindo despesas desse serviço.

Do mesmo modo, deve prever mudanças na demanda do consumidor e fornecimento ou capacidade da rede para atendê-lo. Nesse nível de planejamento, almeja-se responder melhor a essas variáveis.

Nível operacional

No nível operacional, são produzidos planos de inventário e movimentação de materiais, em função das restrições dos sistemas das frotas. Também são definidas as soluções para resolver problemas de quebra de equipamentos, pedidos cancelados, discrepância de inventário, entre outros.

O planejamento inteligente é fundamental para que outra base da logística seja fortalecida — nesse caso, a otimização de estoques.

SAIBA MAIS: Vagas de emprego no setor de logística.

2. Otimização de estoques

Trata-se do gerenciamento de inventário para equilibrar a procura de itens mantidos no documento e otimizar os custos de fornecimento.

As abordagens da otimização de estoques estão focadas na fixação dos limites sobre o número de unidades de um determinado insumo e no acompanhamento de toda a sua movimentação, para que ele chegue dentro do prazo estipulado.

Esses limites se baseiam em um volume mínimo e um volume máximo para cada item, buscando que o estoque esteja sempre suprido com a quantidade ideal de mercadorias conforme a demanda de cada uma delas. O ponto de pedido é um conceito que precisa ser familiar ao gestor: significa a quantidade de itens no estoque que, sendo atingida, exige que sejam realizadas novas compras, tendo como referência o consumo médio mensal, o tempo de reposição e o estoque de segurança (destinado ao abastecimento em casos especiais).

Para calcular o ponto de pedido, pode-se usar a fórmula:

PP = (CM x TR) + ES

  • PP equivale ao ponto de pedido;
  • CM equivale ao consumo médio;
  • TR é o tempo de reposição, que é o prazo de entrega do fornecedor após a efetivação do pedido;
  • ES é o estoque de segurança.

Outro conceito que vale ser conhecido é o de just in time, ou seja, o produto só deve ser solicitado para o estoque no momento mais exato possível, o que torna ainda mais valioso o cálculo do PP. O just in time é um dos pilares da produção enxuta.

3. Visibilidade

Para evitar transtornos com os materiais do estoque, é necessário que sua frota tenha uma excelente visibilidade. Não se trata de propaganda ou qualquer técnica publicitária: ela envolve um conhecimento aprofundado sobre o cliente e a rastreabilidade do inventário e de todo o material em movimento.

O intuito de tornar sua frota mais visível é que você tenha a relação entre oferta e demanda balanceada, para reduzir despesas e otimizar a qualidade dos serviços prestados pela sua companhia.  As ferramentas para uma maior e melhor visibilidade são:

  • Rastreabilidade dentro da organização usando sistemas de monitoramento;
  • Rastreabilidade com os parceiros da cadeia de suprimento, recebendo mensagens via web, EDI e ou XML;
  • Implantação de centros de integração para melhorar a visibilidade em sistemas diferentes em múltiplos parceiros;
  • Detecção de exceções e alertas para indicar quando a situação de uma entrega do sistema se desvie dos indicadores e fluxogramas estabelecidos no planejamento.

Para ter melhor e maior visibilidade, é preciso também ter uma boa gestão de frotas.

4. Gestão de frotas

A gestão de frotas engloba atividades para gerenciar um conjunto de veículos que pertencem a uma mesma empresa. Trata-se de integrar recursos, informações e sistemas. Para isso, é fundamental seguir as seguintes orientações:

  • Automatizar as transações logísticas por comunicação eletrônica, para reduzir tempo, custo e erros humanos;
  • Compartilhar dados de demanda, inventário e cronogramas;
  • Gerar rede de colaboração para responder agilmente às mudanças no ambiente de mercado.

Nesse pilar, o que ajuda a melhorar a administração dos seus veículos é ter como base dados analíticos que facilitam o monitoramento das frotas.

A gestão de custos é um quesito relevante, sendo recomendável o controle de custos por cada viagem efetuada — assim, a identificação dos gastos será mais precisa e definida. Não se pode esquecer que os custos podem ser fixos e variáveis, ou seja, existem custos que são os mesmos para toda viagem, mas há outros que se alteram dependendo da distância, da carga e de outros critérios, incluindo os imprevistos — as surpresas que não estão programadas e sempre acabam exigindo gastos adicionais.

Para tornar sua gestão ainda mais precisa, você poderá dividir os custos por cada viagem em custos relacionados a rota, veículo e motorista. Ao final de tudo, sempre faça a comparação entre os custos de cada viagem realizada.

Outro ponto a considerar é a organização dos documentos do veiculo e do motorista, como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Controlando a documentação, será possível evitar multas e problemas jurídicos em casos mais graves, como acidentes.

5. Monitoramento

Nesse pilar, o ideal é ter dados analíticos, isto é, medições e indicadores. Eles permitem monitorar em tempo real utilizando scord cards, consultas, painéis ou relatórios. Com essa base, fica mais fácil tomar as decisões para fortalecer cada um desses pilares.

O monitoramento automatizado permite acompanhar, em tempo real, cada passo que o veículo e a carga estão dando na rota planejada. Assim, é possível identificar desvios, paradas não programadas e possíveis eventualidades, como assaltos ou acidentes.

O monitoramento automatizado facilita a comunicação do gestor com o motorista, de modo a ajudá-lo em certas situações, resolvendo conflitos e aplicando planos emergenciais a fim de que o prazo de entrega seja cumprido.

O monitoramento, enfim, permite ao gestor monitorar o veículo, a carga, o motorista, o prazo e a entrega.

Para aplicar uma logística inteligente, é preciso ter qualificação necessária para otimizar os pilares que abordamos. É preciso ter visão de futuro, flexibilidade e dinamismo para responder às exigências mercadológicas que conhecemos muito bem. Do mesmo modo, é imprescindível investir em recursos tecnológicos que facilitam o planejamento inteligente, a gestão de estoques e frotas e o monitoramento.

Viu como a aplicação correta dos pilares da logística é um diferencial para sua empresa? Quer saber mais sobre como melhorar seus serviços? Aproveite o espaço dos comentários e venha debater conosco suas ideias e dúvidas, e fique por dentro das novidades em nosso blog!

Como fazer um checklist de caminhão: confira 10 itens indispensáveis + Modelo GRÁTIS

Preparar-se adequadamente para uma viagem de caminhão é essencial para garantir a segurança e evitar problemas no meio do percurso. Para isso, contar com um checklist de caminhão bem estruturado é a chave para o sucesso.

Um checklist de inspeção bem estruturado auxilia na gestão da frota pesada, portanto deve contar com itens que garantam que os seus condutores tenham uma viagem tranquila, livre de imprevistos. 

Então, que tal conferir os 10 itens essenciais que não podem faltar no seu checklist de caminhão?

Continue lendo para saber mais!

Índice:

  1. Como fazer um checklist de caminhão?
  2. 10 itens essenciais para o checklist de caminhão

Como fazer um checklist de caminhão?

Como gestor de frota, você sabe o quão crucial é manter seus caminhões em perfeitas condições para garantir viagens seguras e evitar surpresas indesejadas. 

Uma maneira eficaz de alcançar esse objetivo é estabelecendo uma rotina de verificação e manutenção preventiva por meio de um checklist de caminhão bem estruturado.

Assim, definir uma lista de verificação organizada e detalhada é o primeiro passo para garantir que nenhum aspecto importante seja deixado de lado. 

Para isso, considere incluir itens essenciais, como:

  • Pneus;
  • Freio motor;
  • Sistema elétrico;
  • Fluidos;
  • Iluminação, entre outros. 

Esse levantamento minucioso dos itens essenciais é fundamental para fazer um checklist de caminhão.

Logo após esse levantamento, você pode incluir ações específicas que ajudem a identificar qualquer problema em potencial.

Note que essa é uma abordagem preventiva que não apenas reduz o risco de acidentes, mas também ajuda a evitar custos elevados de reparos e paradas inesperadas. 

Finalmente, ao implementar um checklist de caminhão e realizar inspeções regulares, você estará mantendo sua frota em movimento com segurança e preservando o bom funcionamento dos veículos.

A seguir, confira os itens essenciais na inspeção dos caminhões da sua frota.

10 itens essenciais para o checklist de caminhão

Garantir a segurança e o bom funcionamento do seu caminhão é fundamental para o sucesso de suas operações. 

Uma maneira eficaz de alcançar isso é estabelecer uma rotina de verificação e manutenção preventiva, realizando inspeções regulares em momentos-chave, como antes de cada viagem e após longos períodos de inatividade. 

Para ajudar nesse processo, apresentamos a seguir um procedimento padrão para inspecionar itens cruciais em seu caminhão. 

Então, vamos dar uma olhada em cada item do checklist e como verificar?

1. Pneus

Os pneus são a base de sustentação e segurança do veículo, por isso é essencial garantir que estejam em boas condições. 

Por isso, verifique a pressão dos pneus utilizando um medidor adequado e ajuste conforme as recomendações do fabricante. 

Além disso, é importante realizar uma inspeção visual minuciosa, buscando cortes, desgaste irregular ou objetos que possam comprometer a integridade do pneu. 

Lembre-se de também verificar a estepe, certificando-se de que esteja corretamente inflada e pronta para uso.

2. Sistema de Freios

Um sistema de freios eficiente é vital para garantir a segurança durante suas viagens. 

Por isso, pressione o pedal de freio e verifique se há resistência adequada, além de verificar se ele retorna à posição original suavemente. 

Também é necessário instruir os condutores para verificarem o nível do fluido de freio no reservatório e, se necessário, adicionar mais fluido adequado. 

Finalmente, não se esqueça de realizar um teste de frenagem em local seguro para assegurar que os freios estejam respondendo corretamente.

3. Sistema Elétrico e Iluminação

O sistema elétrico e a iluminação são essenciais para a visibilidade e a comunicação adequada com os demais veículos na estrada. 

Portanto, verifique se todas as luzes estão funcionando corretamente, incluindo faróis, luzes de freio, setas e luzes de ré. 

Inspecione também a integridade dos cabos elétricos e conexões, substituindo as lâmpadas que estejam queimadas ou com mau contato. 

Logo após, certifique-se também de que os fusíveis correspondentes estejam em boas condições.

4. Fluidos e Lubrificantes

Os fluidos e lubrificantes garantem o funcionamento adequado do motor e de outros sistemas do veículo. 

Dessa forma, verifique o nível de óleo do motor utilizando a vareta de medição e adicione óleo, se necessário, seguindo as especificações do fabricante. 

Verifique também o nível de outros fluidos importantes, como fluido de transmissão, fluido de freio e o refrigerante. 

Por fim, realize uma inspeção visual em busca de vazamentos ao redor dos componentes do motor e do sistema de fluidos.

5. Sistema de Suspensão

Uma suspensão em bom estado proporciona conforto e estabilidade ao dirigir. 

Por isso, faça uma inspeção visual das molas e amortecedores, procurando por desgaste excessivo, vazamentos ou danos visíveis. 

Além disso, teste a suspensão do veículo passando por solavancos ou irregularidades na estrada, verificando se não há folgas ou ruídos anormais.

6. Documentação

Verificar a documentação do caminhão antes das viagens é de extrema importância para garantir a conformidade legal e a segurança durante as operações. 

A documentação adequada não só evita problemas legais e multas, mas também assegura que o veículo esteja conforme as regulamentações e normas estabelecidas pelas autoridades de trânsito e órgãos reguladores.

Por isso, certifique-se de que todos os documentos obrigatórios, como CNH, licenciamento e seguro, estejam em dia e devidamente guardados no veículo.

7. Sistema de Refrigeração

A inspeção regular do sistema de refrigeração do caminhão é essencial para garantir o bom funcionamento do equipamento, especialmente em casos de transporte de cargas sensíveis à temperatura. 

Ao verificar o sistema de refrigeração, é possível identificar e corrigir problemas como vazamentos, mau funcionamento do compressor ou falta de refrigeração adequada. 

Além disso, a inspeção do sistema de refrigeração também ajuda a prevenir paradas inesperadas devido a problemas relacionados à refrigeração, garantindo a pontualidade das entregas e a satisfação dos clientes.

8. Filtros

A inspeção dos filtros do caminhão é crucial para manter a qualidade do ar e a eficiência do motor. 

Os filtros, como o de ar e o de combustível, desempenham um papel fundamental na remoção de partículas indesejadas e impurezas que podem comprometer o desempenho do veículo. 

Assim, verificar regularmente estes filtros permite identificar o acúmulo de sujeira ou obstruções, que podem afetar negativamente a entrada de ar no motor ou a qualidade do combustível utilizado.

Por isso, verifique e substitua, se necessário, os filtros de ar e combustível. Isso ajuda a garantir o bom desempenho do motor.

9. Palhetas do Limpador

As palhetas do limpador são outro elemento essencial para o seu checklist de caminhão. 

Elas garantem uma visibilidade clara durante as viagens, especialmente em condições climáticas adversas. 

Por isso, verificar regularmente as palhetas do limpador é importante para garantir que elas estejam em bom estado e sejam capazes de remover efetivamente a água, a sujeira e os resíduos do para-brisa.

Além disso, confira as palhetas do limpador de para-brisa e substitua se estiverem gastas ou danificadas. 

10. Módulo de Injeção

Durante a inspeção, verifique se não há vazamentos de combustível ao redor do módulo de injeção e se os conectores estão firmemente encaixados. 

Além disso, é importante verificar se não há códigos de erro registrados no sistema de diagnóstico do veículo, pois isso pode indicar problemas no módulo de injeção. 

Caso haja algum problema no sistema de injeção, é recomendado que um profissional qualificado faça uma verificação mais detalhada.
Lembre-se: todos esses itens relacionados com o checklist de caminhão colaboram para uma gestão de transporte de cargas mais tranquila e segura, aumentando a produtividade e melhorando a percepção que os clientes têm da sua empresa!

Frota própria ou terceirizada para a indústria? Saiba qual é a melhor opção!

Optar por uma frota própria no setor industrial depende da análise de fatores específicos e do contexto de cada operação.

Em alguns casos, quando você precisa de mais flexibilidade e facilidade para escalar o seu negócio, contar com uma frota terceirizada pode ser a melhor opção.

Neste artigo, vamos observar os prós e contras de uma frota própria, além de entender quais fatores você deve considerar antes de tomar uma decisão.

Vamos lá?

Índice:

  1. O que considerar ao avaliar se vale a pena ter frota própria no setor industrial?
  2. Vantagens de ter frota própria na indústria
  3. Vantagens da frota terceirizada no setor industrial
  4. Conte com um sistema para gestão de frotas na sua indústria!

O que considerar ao avaliar se vale a pena ter frota própria no setor industrial?

Antes de tomar uma decisão e optar por uma frota própria ou terceirizada, é necessário entender as particularidades do setor industrial.

Primeiramente, avalie o tipo de indústria, o volume de transporte necessário e a estratégia logística adotada pela empresa.

  • Você precisa lidar com a gestão de máquinas pesadas?
  • Os seus condutores são capacitados?
  • É realmente indispensável contar com uma frota própria?

Em contrapartida, você deve compreender que esse é um segmento onde o controle logístico é fundamental.

Logo, o quanto essa área seria afetada caso você contasse com uma frota terceirizada?

Para ajudar você a tomar uma decisão mais estratégica, selecionamos os fatores mais importantes para avaliar antes de optar por uma frota própria. Confira a seguir:

1. Volume e frequência de transporte

O volume e a frequência do transporte podem impactar diretamente no custo-benefício de ter uma frota própria. 

Assim, caso as suas operações industriais envolvam um alto volume de transporte, pode ser mais econômico ter sua própria frota em vez de depender de fornecedores terceirizados.

Neste caso, ter uma frota dedicada pode proporcionar economia de custos a longo prazo, especialmente se as necessidades de transporte forem consistentes e substanciais.

2. Controle e flexibilidade

A alta demanda por transporte frequentemente exige maior controle e flexibilidade sobre as operações logísticas. 

Dessa forma, ao dispor de uma frota própria, é possível exercer controle direto sobre o agendamento, a elaboração de rotas e a reação a circunstâncias imprevistas, por exemplo. 

Além disso, essa abordagem possibilita otimizar a eficiência operacional, assegurar o cumprimento de prazos rigorosos e maior capacidade de adaptação às demandas do mercado.

3. Custo e economia

Ao optar por uma frota própria, a empresa é responsável pelos custos de aquisição dos veículos, manutenção, combustível, seguro e treinamento dos motoristas. 

A viabilidade econômica dessa escolha depende do volume de transporte e da eficiência operacional. 

Logo, antes de tomar essa decisão, é crucial realizar uma análise completa dos custos envolvidos e compará-los com os benefícios potenciais. 

Isso permitirá uma avaliação mais precisa da vantagem de ter uma frota própria em relação à terceirização do serviço de transporte.

4. Competência interna

É essencial avaliar as competências internas da empresa em termos de gestão de frota, manutenção veicular e contratação e treinamento de motoristas. 

Assim, se a empresa já possui ou está disposta a desenvolver essas competências internamente, uma frota própria é uma opção viável. 

Lembre-se que esse tipo de frota requer expertise na gestão de veículos, incluindo conhecimento sobre monitoramento, agendamento de manutenção, gestão de combustível e controle de custos operacionais, por exemplo.

5. Especialização e foco

Muitas empresas optam por terceirizar a logística e o transporte, em vez de investir em uma frota. 

Essa escolha permite que elas se concentrem em suas atividades principais, deixando as operações de transporte nas mãos de empresas especializadas. 

Dessa forma, você pode direcionar seus recursos para o desenvolvimento do seu negócio central, enquanto profissionais especializados lidam com o transporte.

Assim, a terceirização da logística e do transporte oferece a vantagem de contar com a experiência e a infraestrutura já estabelecidas das empresas especializadas, permitindo uma maior flexibilidade e adaptabilidade às necessidades do mercado.

Vantagens de ter frota própria na indústria

A seguir confira as principais vantagens que a sua empresa terá caso opte por uma frota própria no setor industrial:

Controle total

Ter uma frota própria proporciona à empresa um controle total sobre o transporte de suas mercadorias. 

Isso significa que ela tem a flexibilidade de programar as entregas conforme suas necessidades específicas. 

Além disso, também é possível personalizar as rotas para otimizar a eficiência e manter um gerenciamento direto dos motoristas e do processo logístico.

Adaptabilidade

Esse tipo de frota oferece ainda uma adaptabilidade rápida às demandas em constante mudança, permitindo ajustes nos horários, rotas e capacidade de carga conforme necessário.

Branding e Imagem da Marca

Outro benefício é a oportunidade de fortalecer a imagem e a identidade da marca. 

Você pode plotar os veículos com sua marca, adicionando logo e informações de contato, por exemplo.

Isso pode trazer mais visibilidade e a promoção da marca no mercado. 

Além disso, contribui também para a construção de uma imagem sólida e confiável aos olhos dos clientes e parceiros comerciais.

Vantagens da frota terceirizada no setor industrial

Agora, confira os benefícios que uma frota terceirizada promove para a indústria:

Economia de custos

Optar pela terceirização da frota pode representar uma redução significativa de custos para muitas empresas. 

Ao evitar os gastos elevados relacionados à compra de veículos, manutenção, seguros e treinamento de motoristas, você direciona os recursos financeiros de forma mais eficiente. 

Além disso, a terceirização possibilita negociar contratos de transporte com preços mais competitivos.

Foco no negócio principal

Ao terceirizar as atividades de transporte, você pode concentrar os esforços e recursos em suas principais competências e estratégias de negócio. 

Dessa forma, a empresa pode direcionar seus recursos para impulsionar o crescimento, desenvolver novos produtos ou serviços e melhorar a experiência do cliente, por exemplo.

Além disso, você pode se beneficiar de uma abordagem mais focada e eficaz em seu core business.

Escalabilidade

Sem a necessidade de investir em novos veículos ou infraestrutura, a empresa pode ajustar rapidamente a capacidade de transporte conforme a demanda do mercado. 

Assim, se houver um aumento súbito na demanda, é possível contar com a infraestrutura e os recursos do provedor de serviços logísticos para atender às necessidades adicionais. 

Da mesma forma, se a demanda diminuir, a empresa pode reduzir a capacidade de transporte sem enfrentar os custos fixos associados à manutenção de uma frota própria.

Conte com um sistema para gestão de frotas na sua indústria!

Independente do tipo de frota da sua operação industrial, contar com um sistema para a gestão da frota promove benefícios substanciais.

Com ele, é possível:

  • Monitorar em tempo real o desempenho dos veículos;
  • Planejar rotas eficientes;
  • Gerenciar a manutenção preventiva;
  • Controlar o consumo de combustível;
  • Implementar medidas de segurança, e muito mais!

Isso resulta em maior produtividade, menor consumo de recursos e uma gestão mais precisa do transporte, contribuindo para o sucesso e a rentabilidade da indústria.

Então, conseguimos te ajudar a escolher entre uma frota própria ou terceirizada para a sua indústria? 

Esperamos que sim! Aproveite para entender melhor como a Sofit pode ajudar na sua gestão. 

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Gestão de veículos de construção: 7 cuidados essenciais!

Com previsão de crescimento de 2,5% em 2023, segundo o IBGE, a indústria da construção requer uma gestão cuidadosa e estratégia por parte dos gestores de frota. É que veículos de construção como tratores e caminhões de carga podem representar um alto custo para a operação, caso não sejam gerenciados da forma correta.

Por isso, neste artigo vamos observar 7 cuidados básicos que você deve ter na gestão de veículos de construção.

Vamos lá?

Índice:

  1. Quais são os veículos de construção?
  2. 7 cuidados importantes na gestão de frota de veículos de construção
  3. Como fazer gestão de frota de veículos de construção?

Quais são os veículos de construção?

Veículos de construção são todos aqueles que desempenham uma função nos canteiros de obras. 

Seja transportando concreto fresco, tijolos ou areia, esse é um tipo de frota pesada, projetada para transitar por terrenos irregulares, característicos da construção civil e engenharia. 

Dessa forma, alguns exemplos de veículos de construção incluem:

  • Veículos pesados de construção: Máquinas utilizadas em projetos de construção para realizar tarefas pesadas.
  • Guindastes: Máquinas de elevação que são usadas para mover objetos pesados e grandes em canteiros de obras.
  • Plataformas elevatórias: Equipamentos para trabalhos em alturas elevadas de forma segura.
  • Caminhões de carga: veículos pesados, utilizados para o transporte de materiais, movimentação de equipamentos, coleta de resíduos, entre outras funções.
  • Tratores: veículos que podem ser usados para escavação e nivelamento, na preparação do canteiro de obras e compactação do solo, por exemplo.

7 cuidados importantes na gestão de frota de veículos de construção

Agora que você já está familiarizado com os tipos de veículo de construção, vamos entender os principais cuidados com esses equipamentos?

Veja a seguir:

1. Manutenção preventiva

A manutenção preventiva é essencial na gestão de veículos de construção, pois proporciona maior disponibilidade, segurança, prolonga a vida útil e reduz custos.

Dessa forma, é um investimento inteligente que traz benefícios a curto e longo prazo para a sua organização.

As etapas incluem:

  • Programação;
  • Inspeção visual diária;
  • Troca regular de óleo e fluidos;
  • Limpeza e lubrificação;
  • Verificação dos filtros e pneus; 
  • Testes e diagnósticos, além de manter um registro detalhado das atividades. 

Além disso, a manutenção pode ser realizada internamente ou de forma terceirizada, mas é importante seguir as orientações do fabricante, usar peças de qualidade e contar com profissionais capacitados. 

Isso reduzirá as falhas, aumentará a produtividade e prolongará a vida útil dos veículos.

2. Verificação diária e inspeções de segurança

As verificações diárias permitem identificar possíveis problemas ou danos nos veículos de construção antes de serem utilizados. 

Isso inclui falhas nos freios, pneus desgastados, vazamentos de fluidos, luzes queimadas, entre outros.

Assim, realizar verificações diárias e inspeções de segurança ajuda a prevenir falhas mecânicas inesperadas que poderiam resultar em acidentes graves ou danos à propriedade. 

Além disso, contribui para o cumprimento das normas de segurança no local de trabalho, garantindo um ambiente seguro para todos.

3. Treinamento adequado para os operadores

Sendo a segurança no local de trabalho fundamental para o andamento da obra, treinar os operadores de forma adequada é outro cuidado básico que você deve ter.

Um treinamento adequado capacita os operadores a compreenderem as características e funcionamento dos veículos, incluindo os controles, sistemas de segurança e limitações operacionais. 

Isso os ajuda a tomar decisões corretas durante o trabalho, minimizando os riscos de acidentes e lesões.

Além disso, o treinamento adequado proporciona aos operadores a habilidade de utilizar os veículos de forma eficiente, maximizando sua produtividade e reduzindo o desperdício de recursos. 

Dessa forma, você pode incluir capacitações sobre técnicas e práticas adequadas para manusear os equipamentos, realizar manobras seguras e operar conforme os padrões e regulamentos estabelecidos.

4. Segurança no canteiro de obras

A segurança do canteiro de obras também envolve a sinalização adequada, com placas e avisos indicando áreas restritas, rotas de tráfego e instruções específicas. 

Tudo isso ajuda a evitar colisões e acidentes envolvendo os veículos de construção, sendo uma medida básica de segurança.

Sendo assim, também é importante eliminar possíveis riscos, como obstáculos, buracos, fios elétricos expostos, entre outros. 

Além disso, é necessário também fornecer equipamentos de segurança adequados, como capacetes, luvas, óculos de proteção e coletes refletivos. 

Outro aspecto importante para a segurança no canteiro de obras é estabelecer procedimentos claros e treinar a equipe para que todos saibam como agir em caso de emergência, como incêndios ou acidentes. 

5. Monitoramento do combustível

O monitoramento de combustível auxilia a manter a operação produtiva, fornecendo dados sobre possíveis veículos que estão consumindo além do normal e precisam de manutenção, por exemplo.

Além de controlar os gastos e evitar desperdícios, essa prática permite otimizar a utilização dos recursos e promover uma operação mais sustentável.

Existem várias formas de realizar o monitoramento do combustível. 

Uma delas é por meio da instalação de sistemas de monitoramento eletrônico, como sensores de nível de combustível.

Outra forma de monitorar é por meio da implementação de práticas de controle e registro manual. 

6. Controle de pneus

O controle e calibragem de pneus é fundamental para os veículos de construção devido aos desafios enfrentados nas obras, como terrenos acidentados e cargas pesadas, que causam maior desgaste.

Assim, pneus em bom estado garantem a segurança dos operadores, a eficiência do trabalho e reduzem os custos com manutenção. 

Para fazer o controle de pneus, é importante realizar inspeções regulares para verificar a pressão, desgaste, danos e alinhamento. 

Além disso, mantenha uma programação de manutenção preventiva, realizando rodízio e balanceamento dos pneus conforme necessário.

7. Deslocamento dos veículos

Os veículos de construção, devido ao seu tamanho e características especiais, podem apresentar desafios adicionais ao trafegar pelas vias públicas. 

Portanto, é essencial escolher rotas seguras, evitar horários de pico e garantir que os motoristas estejam cientes das normas de trânsito aplicáveis.

Esse cuidado garante a otimização dos recursos, como o tempo, combustível e a vida útil dos veículos, trazendo mais eficiência operacional e redução de custos para a empresa.

Como fazer gestão de frota de veículos de construção?

Como podemos observar, a gestão de frota de veículos de construção envolve uma série de fatores e cuidados específicos.

Dessa forma, com o suporte da tecnologia adequada é possível manter o canteiro de obras funcionando em segurança, sem desperdiçar recursos importantes.

Conte com a Sofit para fazer a gestão dos seus veículos de construção!

Lei da balança: entenda como funciona e evite multas

Empresas que lidam com transporte e distribuição de cargas, certamente já ouviram falar da “lei da balança”.

É que o descumprimento dessa importante legislação é responsável pela retenção de caminhões em postos de pesagem, acarretando também em multas.

Por isso, se você tem que lidar com processos logísticos, é importante conhecer a lei da balança para evitar contratempos e manter os seus condutores fora de risco.

Neste artigo, vamos entender melhor como a lei da balança funciona, o que mudou e quais veículos devem passar pela pesagem. Acompanhe!

Índice:

  1. O que é a Lei da balança?
  2. Quais veículos devem passar pela balança?
  3. O que mudou na Lei da balança?
  4. Quanto é a multa de evasão da balança
  5. Quem paga a multa de balança?
  6. Saiba a distribuição correta de peso

O que é a Lei da balança?

A “Lei da Balança” é uma legislação importante que controla o peso máximo permitido para caminhões circularem nas estradas do Brasil. 

Essa legislação visa garantir a segurança nas estradas, evitando problemas causados pelo excesso de peso nos caminhões, sendo regulamentada pelas resoluções 210 e 211 do CONTRAN, o Conselho Nacional de Trânsito.

Para cumprir a Lei da Balança, é obrigatório que todos os caminhões passem por pesagens regulares em pontos específicos nas estradas e estejam dentro dos limites de peso estabelecidos.

Assim, aqueles que não estiverem de acordo com as exigências estão sujeitos a multas, apreensão da carga e até mesmo do próprio caminhão.

Quais veículos devem passar pela balança?

A obrigatoriedade de passar pela balança varia conforme o tipo de veículo e a carga transportada. 

Em geral, todos os veículos de transporte de carga estão sujeitos à fiscalização e pesagem nas rodovias.

Os principais veículos que devem passar pela balança são:

  • Caminhões de carga: eles devem ser pesados para garantir que não excedam o limite de peso estabelecido pela legislação.
  • Ônibus de transporte de passageiros: alguns tipos de ônibus, como os rodoviários ou de turismo, também podem estar sujeitos à pesagem, principalmente quando transportam muitos passageiros.
  • Veículos de transporte de cargas especiais: existem veículos especiais, como os de transporte de cargas indivisíveis (como guindastes, equipamentos pesados, etc.), que possuem regras específicas de peso e dimensões. Esses veículos devem passar pela balança para garantir o cumprimento dessas regras.

Além disso, é importante ressaltar que as regras específicas sobre a obrigatoriedade da pesagem e os limites de peso podem variar conforme a legislação de cada estado e tipo de carga transportada. 

Por isso, é fundamental estar atento às regulamentações locais e seguir as orientações das autoridades de trânsito.

O que mudou na Lei da balança?

Na verdade, a lei estabelece apenas uma nova tolerância para o excesso de peso, prevista na Lei n° 14.229/21, em vigor desde o ano de 2021.

Antes dessa alteração, os veículos com menos de 50 toneladas eram fiscalizados levando em conta o peso bruto total (ou peso bruto combinado). 

Agora, é permitido que esses veículos passem até 5% acima do limite sem receber multas. Assim, somente quando esse limite é excedido é que a medição de peso é feita por eixo.

Anteriormente, uma lei de 2015 permitia uma tolerância de 10% acima do limite para cada eixo. 

No entanto, a lei de 2021 ampliou essa tolerância para 12,5%. A partir desse percentual, são aplicadas multas aos infratores.

Além disso, a resolução 882 do Contran também confirmou o limite de 12,5% de excesso de peso por eixo para ônibus e caminhões e manteve os 5% de limite de tolerância. 

Outra mudança importante está relacionada com o vale-pedágio. 

Dessa forma, os caminhoneiros devem receber o valor antes de iniciarem suas viagens e contam com um prazo de 1 ano para solicitar indenização caso o vale-pedágio não tenha sido fornecido corretamente. 

Quanto é a multa de evasão da balança

Segundo o artigo 209 do CTB, o valor da multa para essa infração é de R$195,23, além da perda de 5 pontos na carteira de habilitação. 

A multa por evasão da balança pode variar de acordo com a legislação de trânsito de cada país ou região. 

No Brasil, por exemplo, a infração por evasão da balança é considerada grave e está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Quem paga a multa de balança?

Conforme a legislação, a responsabilidade pelo pagamento da multa de balança recai sobre o proprietário do veículo, ou seja, a empresa proprietária do caminhão. 

Assim, mesmo que o condutor do veículo seja autuado pela infração, a obrigação de pagamento é da empresa responsável pelo veículo. 

Em muitos casos, a empresa pode realizar um acordo com o condutor para que ele assuma a responsabilidade pelo pagamento da multa, mas legalmente a responsabilidade continua sendo dela.

Saiba a distribuição correta de peso

A distribuição correta de peso varia de acordo com a quantidade de eixos e a configuração do caminhão. 

Veja as recomendações de peso máximo permitido para cada tipo de caminhão:

  • Caminhão com eixo toco: o limite é de até 16 toneladas.
  • Caminhão com eixo trucado: é permitido carregar até 23 toneladas.
  • Combinação de cavalo toco + carreta LS: a carga máxima permitida é de 41,5 toneladas.
  • Combinação de cavalo trucado + carreta LS: o peso máximo autorizado é de 48,5 toneladas.
  • Combinação de cavalo toco + carreta vanderleia: é possível transportar até 46 toneladas.
  • Combinação Romeu e Julieta trucado: o limite de peso é de 43 toneladas.

Então, conseguimos esclarecer as suas dúvidas sobre a lei da balança? Compartilhe esse conteúdo para que essa informação chegue a mais pessoas!

Política de frotas para distribuidora: um guia básico

Uma política de frotas para distribuidora é um conjunto de diretrizes e procedimentos estabelecidos por ela, a fim de gerenciar de forma eficiente e segura sua frota de veículos. 

Para uma distribuidora, ter uma política de frotas bem definida é essencial para garantir o bom funcionamento de suas operações logísticas e alcançar o sucesso nos negócios. 

Neste artigo, vamos abordar os benefícios de uma política de frotas para uma distribuidora, os elementos essenciais dessa política e forneceremos dicas para sua implementação bem-sucedida.

Continue lendo e saiba mais!

Índice:

  1. Benefícios de ter uma política de frotas para distribuidora
  2. Elementos essenciais de uma política de frotas para distribuidora
  3. Dicas para ter uma política de frotas bem sucedida
  4. [Bônus] Baixe grátis o modelo para política de frotas!

Benefícios de ter uma política de frotas para distribuidora

Uma política de frotas é importante para uma distribuidora porque contribui para a redução de custos, o aumento da eficiência, a melhoria da segurança e o controle da frota. 

Ao estabelecer diretrizes claras e promover boas práticas, a distribuidora pode obter benefícios significativos para o seu negócio.

Vamos entender os principais benefícios, a seguir:

Redução de custos operacionais

Uma política de frotas eficiente pode ajudar uma distribuidora a reduzir seus custos operacionais. 

Ao estabelecer diretrizes para a seleção de veículos e a manutenção adequada, é possível minimizar despesas com combustível, reparos e substituição de veículos. 

Além disso, uma política de controle de viagens bem estruturada pode otimizar as rotas, reduzir a quilometragem percorrida e, consequentemente, os gastos com transporte.

Aumento da eficiência e produtividade

Uma política de frotas bem planejada pode aumentar a eficiência e a produtividade da distribuidora. 

Ao estabelecer padrões de desempenho e diretrizes claras para os motoristas, é possível melhorar a utilização dos veículos, reduzir tempos de espera e agilizar as operações logísticas. 

Além disso, a implementação de tecnologias de rastreamento e monitoramento da frota pode ajudar a identificar áreas de melhoria e otimizar os processos de entrega.

Melhoria da segurança dos motoristas e dos veículos

Estabeleça normas e procedimentos de segurança, como inspeções regulares dos veículos, treinamento de motoristas em direção defensiva e implementação de políticas de descanso. 

Dessa forma, você pode reduzir os riscos de acidentes e garantir a segurança de seus colaboradores e dos veículos da frota.

Maior controle sobre a frota e os recursos da empresa

Uma política de frotas permite à distribuidora ter um maior controle sobre sua frota e os recursos associados. 

Isso inclui:

  • Padronizar os veículos;
  • Definir de regras para uso adequado e manutenção;
  • Controlar o abastecimento de combustível;
  • Monitorar o desempenho dos motoristas e; 
  • Gerir os recursos disponíveis. 

Portanto, com um controle mais preciso, a distribuidora pode tomar decisões embasadas, identificar oportunidades de melhoria e garantir o uso eficiente dos recursos.

Elementos essenciais de uma política de frotas para distribuidora

Para aproveitar os benefícios de uma política de frotas bem estruturada, é importante se ater aos elementos essenciais deste documento.

Vamos entender melhor? Confira!

Seleção de veículos

A seleção adequada de veículos é crucial para uma distribuidora, pois permite escolher os veículos mais adequados às necessidades da empresa. 

Por isso, é importante adotar normas e registrá-las na sua política de frotas para distribuidora. 

Dessa forma, considere aspectos como capacidade de carga, eficiência energética e segurança. 

Isso garante que a frota esteja equipada para lidar com as demandas operacionais de forma eficiente.

Manutenção e reparos

Estabelecer padrões para o processo de manutenção regular e reparos adequados dos veículos é essencial para garantir o bom funcionamento da frota. 

Isso inclui direcionamentos sobre como realizar inspeções periódicas, trocar óleo e filtros, verificar os pneus e corrigir qualquer problema mecânico ou elétrico. 

Controle de combustível

Estabelecer um direcionamento geral para o controle de combustível na política de frotas da sua distribuidora é fundamental. 

Isso porque o controle efetivo do combustível representa uma parte significativa dos custos operacionais. 

Logo, pense sobre como monitorar o consumo de combustível, implementar medidas de economia e parcerias com postos de combustível, por exemplo.

Controle de viagens

Um controle adequado das viagens permite a uma distribuidora otimizar as rotas, minimizar tempos de deslocamento e reduzir a quilometragem percorrida. 

Para isso, você precisa de um planejamento eficiente registrado na política de frotas da distribuidora.

Gerenciamento de motoristas

O gerenciamento adequado dos motoristas é crucial para garantir a segurança, a eficiência e a produtividade da frota. 

Isso envolve a definição de diretrizes claras, políticas de descanso, monitoramento do desempenho dos motoristas, identificação de áreas de melhoria e fornecimento de feedback e treinamento para aprimorar suas habilidades e conhecimentos.

Treinamento e educação

O treinamento e a educação dos motoristas são essenciais para garantir que eles possuam as habilidades necessárias para operar os veículos de forma segura e eficiente. 

Assim, isso inclui treinamentos em direção defensiva, procedimentos de segurança, uso correto dos equipamentos e tecnologias da frota, bem como atualizações regulares sobre regulamentações e boas práticas.

Dicas para ter uma política de frotas bem sucedida

Os pilares para ter uma política de frotas bem sucedida incluem planejamento, tecnologia e uma cultura de treinamentos recorrentes.

A seguir, confira algumas dicas para ter êxito com a sua política de frotas para distribuidora:

Planeje e documente

Uma política de frotas eficaz começa com um planejamento adequado. 

Por isso, defina claramente os objetivos, as diretrizes e os procedimentos necessários para o gerenciamento da frota. 

Além disso, documente todas as políticas e certifique-se de que todos os envolvidos as compreendam e sigam. 

Isso inclui aspectos como seleção de veículos, manutenção, controle de combustível, controle de viagens, gerenciamento de motoristas e treinamento. 

Lembre-se que a documentação adequada garante consistência e transparência nas práticas da empresa.

Invista em tecnologia

Utilize sistemas e tecnologias de gestão de frotas para monitorar e rastrear os veículos, gerenciar rotas, controlar o consumo de combustível e coletar dados relevantes. 

Essas ferramentas fornecem informações valiosas para tomar decisões informadas, otimizar a eficiência e reduzir custos operacionais. 

Além disso, elas ajudam a identificar áreas de melhoria e a tomar ações corretivas de forma ágil.

Promova uma cultura de segurança e treinamento

Logo, promova uma cultura de segurança, incentivando práticas de direção defensiva e oferecendo treinamentos regulares aos motoristas.

Isso inclui educação sobre regulamentações de trânsito, boas práticas de condução, uso adequado de equipamentos e tecnologias da frota, entre outros. 

Além disso, incentiva a participação ativa dos motoristas no processo, ouvindo suas sugestões e feedbacks.

[Bônus] Baixe grátis o modelo para política de frotas!

Que tal colocar em prática todas as dicas deste conteúdo? Disponibilizamos gratuitamente um modelo da política de frotas da sua distribuidora.

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Planilha em excel de controle de pneus

Como fazer sua planilha de controle de pneus + Excel Grátis

Sua frota já conta com uma planilha de controle de pneus para o gerenciamento desses ativos? 

Uma planilha é um instrumento útil para gestores de frota que precisam de um recurso simples e barato para fazer o controle dos pneus.

E quando aliada a uma ferramenta de gestão, a planilha pode ser ainda mais útil, servindo como portas simples de entrada de dados, por exemplo.

Então, se você precisa de uma força para controlar esses ativos, confira algumas dicas para realizar esse gerenciamento e baixe grátis a nossa planilha de controle de pneus!

Índice:

  1. Por que fazer o controle de pneus?
  2. Após quanto tempo um pneu precisa ser trocado?
  3. A importância de conferir o hodômetro
  4. Por que investir numa planilha de controle de pneus?
  5. Como utilizar a planilha para controlar os pneus?
  6. Otimize o seu gerenciamento com uma planilha gratuita de controle de pneus

Por que fazer o controle de pneus?

Fazer o controle de pneus ajuda você a garantir a segurança, a eficiência e a redução de custos. 

Vamos entender o porquê?

Primeiramente, pneus desgastados, danificados ou com pressão inadequada podem aumentar o risco de acidentes. 

Isso é perigoso para o motorista, passageiros e ainda coloca em risco a segurança nas estradas.

Assim, quando você controla os pneus, pode identificar e substituir aqueles que apresentam riscos à segurança.

Além disso, pneus inadequados podem afetar o desempenho do veículo. 

Eles podem aumentar o consumo de combustível e reduzir a vida útil desses ativos. 

Portanto, com o controle de pneus, é possível monitorar o desgaste, a pressão e a qualidade dos pneus, ajudando a manter a eficiência dos veículos da frota.

Após quanto tempo um pneu precisa ser trocado?

Por mais que a sua empresa tenha a sua própria política de troca periódica de pneus, ela deve ser realizada pelo menos a cada 40 mil quilômetros rodados.

Esse marco pode variar um pouco conforme o carro é utilizado e o perfil do veículo, mas não foge muito da média.

Além disso, independente da política de substituição dos pneus da frota de veículos da sua empresa, é importante acompanhar de perto a quilometragem predefinida.

A importância de conferir o hodômetro

Outro fator importante no controle dos pneus da frota é o hodômetro.

É necessário fazer o registro periódico do hodômetro para planejar as trocas com antecedência.

Essa medida simples promove a segurança dos motoristas e demais colaboradores e também evita a ociosidade dos veículos.

Afinal, pneus também têm um prazo de validade, que geralmente é de cinco anos. 

Por isso, além de acompanhar a quilometragem dos veículos, também é importante fazer o acompanhamento da validade dos pneus. 

Assim, você previne o risco de sua frota rodar por aí com pneus fora das especificações do fabricante.

Por que investir numa planilha de controle de pneus?

Investir em uma planilha de controle de pneus é um bom começo para otimizar o gerenciamento e monitoramento dos pneus da frota de forma organizada e eficiente. 

Veja aqui alguns motivos pelos quais isso pode ser vantajoso para sua empresa:

Simples de usar

Uma planilha é uma ferramenta simples e fácil de usar, que permite organizar o estoque de pneus de forma clara e acessível. Com ela, é possível registrar o histórico de cada pneu, incluindo data de compra, preço, desgaste e substituição.

Facilita a tomada de decisão

Com essas informações registradas, você pode controlar os custos e tomar decisões mais assertivas em relação ao controle de manutenção e substituição de pneus. 

Auxilia na identificação de problemas com pneus

É possível identificar problemas com mais facilidade, como desgaste irregular ou pressão inadequada, prevenindo problemas mais graves e reduzindo custos com manutenção.

Ajuda a reduzir o risco de acidentes

Ao controlar os pneus numa planilha, você pode reduzir os riscos de acidentes e problemas relacionados à segurança dos motoristas e passageiros. 

Pode reduzir custos com manutenção

Com a planilha, ainda é possível monitorar e planejar a substituição de pneus de forma mais eficiente, ajudando a manter os veículos em bom estado de conservação e a reduzir custos com manutenção.

Portanto, investir em uma planilha de controle de pneus é uma forma simples e eficaz de garantir a segurança dos motoristas e passageiros, além de reduzir custos com manutenção e aumentar a eficiência da gestão de frotas. 

Como utilizar a planilha para controlar os pneus?

Fazer o gerenciamento dos pneus através da planilha não é algo tão complexo quanto se imagina.

Além disso, os benefícios para sua empresa ao utilizar essa simples ferramenta são inúmeros.

A planilha para iniciantes que desenvolvemos, por exemplo, é bem simples de utilizar:

  1. Para começar, baixe a planilha clicando aqui e ao abrir, clique na aba “Controle”.
  2. Depois, cadastre cada um dos seus veículos.
  3. Agora, sinalize quais serviços foram realizados nos seus pneus — se foram comprados pneus novos ou se foi feito algum reparo ou manutenção — qual foi o fornecedor utilizado, quanto custou e a data em que o serviço foi feito.

Logo após preencher essas informações, as outras abas da planilha automaticamente indicarão:

  • Se você está gastando com cada tipo de serviço — troca, reforma, balanceamento, etc.
  • Quanto cada veículo seu está gastando com pneus.

Além disso, a marcação do hodômetro do veículo em cada um dos serviços mostra o quanto esse veículo rodou até precisar de alguma troca ou ajuste nos pneus.

O controle desses itens — hodômetro, fornecedores e gastos com serviços — permite:

  • Fazer um acompanhamento mais preciso da vida útil de todos os pneus.
  • Identificar o momento ideal para realizar algum ajuste, rodízio ou troca dos pneus.
  • Realizar o gerenciamento dos gastos com os pneus dos veículos da frota.

Por isso, aliar o uso da planilha de controle de pneus com o software de gestão de frotas, é a opção mais adequada.

Isso porque o gerenciamento se torna ainda mais dinâmico, uma vez que o software importa automaticamente esses dados colocados na planilha.

Além disso, o controle se torna ainda mais ágil e eficiente, com o fornecimento de relatórios completos, para comparar os gastos com pneus em relação ao custo total da frota.

Mas para começar a entender a importância desse controle, você pode começar apenas com a planilha e mais tarde implantar o uso software de gestão na sua empresa.

Otimize o seu gerenciamento com uma planilha gratuita de controle de pneus

Realizar o gerenciamento de pneus pode ser uma tarefa árdua para gestores de frota.

Entretanto, contando com as ferramentas certas, essa pode ser uma tarefa bem simples, que oferece vários benefícios para a empresa. 

Afinal, com toda a correria que envolve gerenciar uma frota, o risco de acabar esquecendo de realizar alguma troca, calibragem de pneus, ou manutenção preventiva é alto.

Por isso, baixe a nossa planilha de controle de pneus grátis e comece a usar agora mesmo na sua frota!

Você sabe organizar o estoque de pneus da sua frota? [Planilha grátis]

Você conhece as melhores práticas para organizar o seu estoque de pneus? 

A alta demanda por estes ativos em empresas de frota exige um gerenciamento adequado do estoque, a fim de evitar desperdícios e reduzir custos.

Assim, a maximização do potencial dos pneus e a redução dos custos operacionais associados começam com a boa gestão desses ativos no estoque. 

Por isso, este artigo analisa os fundamentos do controle de estoque de pneus e alguns dos benefícios de como isso pode ajudar na gestão da sua frota. Boa leitura!

Índice:

  1. Qual a importância de ter um estoque de pneus?
  2. Como calcular a quantidade de pneus em estoque?
  3. Como organizar um estoque de pneus
  4. Qual a validade de um pneu?
  5. Cuidados na escolha de fornecedores de pneus
  6. Bônus: 7 dicas para aumentar a vida útil dos pneus
  7. Tecnologia para o gerenciamento e controle de pneus
  8. Baixe grátis: guia para controle de pneus

Qual a importância de ter um estoque de pneus?

Muitos gestores de frota não percebem a importância do controle de estoque de pneus.

Entretanto, há mais a fazer além de comprar o melhor pneu para os seus veículos.

Assim, você tem que saber o quê, quando e quanto comprar. 

Para fazer isso, é necessário acompanhar seu estoque por meio de um bom método manual ou por computador e aplicar o conhecimento adquirido nesse sistema ao seu processo de gestão e compra.

Além disso, sem uma gestão de estoque de pneus adequada, tarefas simples podem se tornar mais complicadas, como:

  • Encontrar um pneu no estoque;
  • Entender quais estão em falta e;
  • Organizar a compra de novos pneus de maneira inteligente.

Finalmente, lembre-se: o controle de pneus é um meio de cortar custos desnecessários, otimizar a manutenção e manter a segurança dos seus colaboradores.

Logo, a falha em controlar seu estoque corretamente resultará em gastos desnecessários e, consequentemente, na diminuição dos lucros.

Como calcular a quantidade de pneus em estoque?

A melhor forma de calcular a quantidade de pneus no estoque é através de um sistema de controle.

Ao alimentar essa tecnologia com dados sobre compras, tipos, além de entradas e saídas dos itens, você conseguirá dimensionar a quantidade de pneus sem problemas.

Essa tecnologia está disponível em sistemas de gestão de frotas como a Sofit, permitindo acompanhar toda a vida útil desse ativo, desde a aquisição, até a recapagem e descarte.

Como organizar um estoque de pneus

A organização de um estoque de pneus começa com a catalogação e inserção em um sistema de estoque. 

Embora seja um processo simples que pode ser realizado rapidamente, é importante seguir algumas boas práticas ao longo do caminho.

Primeiro, não economize nos detalhes. Alguns gestores de frota negligenciam os detalhes e acabam tendo problemas no futuro. 

Por exemplo, além do tamanho do pneu, é essencial registrar a marca, modelo, e outras características do fabricante. 

Um bom programa de inventário de pneus fornecerá uma maneira de capturar todas as informações que você precisa sobre um pneu de maneira rápida, simples e organizada.

Além disso, considere incluir imagens reais do seu pneu. Isso pode facilitar a gestão de pneus e o seu processo de manutenção.

Para finalizar, também é importante registrar o local onde o pneu está armazenado. Dessa forma, fica mais fácil localizá-lo quando for preciso.

Qual a validade de um pneu?

A validade de um pneu pode variar conforme o fabricante. 

Entretanto, 5 anos é o prazo médio para que um pneu cumpra a sua vida útil.

Dessa forma, mesmo se os pneus do estoque nunca forem utilizados, é importante respeitar este prazo para evitar acidentes.

Caso esse período já tenha sido concluído, a orientação é descartar.

Vale lembrar também que se você não manusear e armazenar seus pneus adequadamente, suas características podem mudar e isso pode encurtar sua vida útil. 

Eles podem até se deteriorar tanto no armazenamento que precisarão  ser substituídos. Mas se você manuseá-los e armazená-los corretamente, eles fornecerão anos de serviço – e você economiza dinheiro.

Cuidados na escolha de fornecedores de pneus

A escolha cuidadosa de um fornecedor de pneus é importante para manter a segurança, eficiência e rentabilidade da frota.

Primeiramente, é necessário contar com fornecedores que possam fornecer pneus de qualidade quando necessário para minimizar o tempo de inatividade da frota.

Além disso, opte sempre pelo custo-benefício, uma vez que pneus baratos e de baixa qualidade podem ter uma vida útil mais curta. 

Esses itens ainda precisam de substituição com mais frequência, o que pode aumentar os custos de manutenção da frota. 

Finalmente, alguns fornecedores de pneus podem ter um foco maior na sustentabilidade, oferecendo opções mais eco-friendly para a frota, o que pode ser uma consideração importante para algumas empresas.

Bônus: 7 dicas para aumentar a vida útil dos pneus

Aumentar a vida útil dos seus pneus passa por cuidados simples na hora da estocagem. A seguir, confira algumas práticas que você pode adotar:

  1. Faça alinhamento e balanceamento regularmente

Alinhamento e balanceamento corretos ajudam a reduzir o desgaste dos pneus e prolongar sua vida útil. Por isso, verifique regularmente ou sempre que notar algum problema no veículo.

  1. Guarde os pneus somente após limpeza

Usando um pouco de detergente, água e uma escova apropriada, limpe os pneus antes de guardá-los. Isso ajudará a remover a sujeira. 

Além disso, limpe também as suas rodas, se você guardar seus pneus nelas. Por fim, certifique-se de que estejam completamente secos antes de guardar.

  1. Utilize prateleiras

A melhor maneira de armazenar pneus montados em aros é pendurá-los na parede da garagem. A roda suportará o peso e manterá seu pneu em boas condições. 

Caso isso não seja possível, coloque os pneus preferencialmente em um pedaço de madeira limpa e não diretamente no chão.

  1. Não armazene pneus ao ar livre

Nunca mantenha um estoque de pneus armazenado ao ar livre, mesmo sob uma cobertura protetora. 

É que os pneus têm revestimentos para ajudá-los a expandir e contrair em temperaturas variadas e os raios UV do sol podem secar os pneus e torná-los mais fracos. 

Portanto, o local de armazenamento precisa ser longe da luz solar direta, fresco, seco e possuir ventilação mínima.

  1. Evite locais com variação de temperatura

A maioria das garagens e galpões sofre bastante variação de temperatura e umidade e isso deve ser evitado.

Caso contrário, os seus pneus podem rachar com mais facilidade, tornando uma séria preocupação de segurança e até mesmo estourando durante altas velocidades nas estradas.

  1. Mantenha a pressão correta dos pneus

É importante manter os pneus sempre com a pressão recomendada pelo fabricante, pois isso ajuda a reduzir o desgaste irregular e prolonga a vida útil dos pneus.

  1. Use embalagens plásticas

O ideal é manter os pneus do estoque em embalagem plástica, preferencialmente a vácuo. Este detalhe pode ajudar a aumentar a vida útil do pneu e manter as suas características.

Tecnologia para o gerenciamento e controle de pneus

Uma solução de estoque de pneus abrangente abordará os fundamentos listados acima, otimizando a sua gestão de pneus e reduzindo os seus custos com manutenção e aquisição de novos itens para o seu estoque.

Por outro lado, um estoque de pneus bem estruturado pode ajudá-lo a identificar, localizar e substituir os pneus dos seus veículos com mais agilidade e precisão, além de ajudá-lo a tomar melhores decisões sobre seu estoque.

Com a Sofit, você conta com uma ferramenta completa para o controle dos pneus que permite acompanhar a quilometragem, saber a hora certa de realizar o recapeamento, calibragem e muito mais!

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Confira tudo sobre o transporte de cargas indivisíveis

O transporte de cargas indivisíveis faz parte da rotina de uma transportadora, exigindo cuidados extras na hora de distribuir a carga no caminhão.

Dessa forma, se você deseja ou já realiza essa atividade, precisa seguir condições e regulamentações específicas.

Neste artigo, você confere o que são as cargas indivisíveis e também verifica as regras atualizadas para esse tipo de carga. 

Vamos lá? 

Índice:

  1. O que são cargas indivisíveis?
  2. Quando a carga passa a ser considerada indivisível?
  3. Regras para o transporte de cargas indivisíveis
  4. Penalidades relacionadas ao transporte inadequado
  5. Importância da AET no transporte de cargas

O que são cargas indivisíveis?

Cargas indivisíveis são as cargas superdimensionadas ou com excesso de peso que não podem ser facilmente divididas em partes menores para transporte. 

Esse tipo de carga é muito grande ou pesada para caber em um reboque ou contêiner, excedendo os limites de peso e tamanho estabelecidos pelas regras de transporte. 

Dessa forma, são exemplos de cargas indivisíveis:

  • Grandes equipamentos industriais; 
  • Máquinas;
  • Turbinas;
  • Pás eólicas;
  • Toras de madeira muito grandes;
  • Outros itens que requerem manuseio e transporte especializados.

Quando a carga passa a ser considerada indivisível?

No Brasil, uma carga é considerada indivisível quando excede as dimensões e pesos máximos permitidos pelos regulamentos de transporte estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). 

Assim, uma carga passa a ser considerada indivisível quando tem mais de 2,6 metros de largura, 4,4 metros de altura, 19,8 metros de comprimento e 74 toneladas de peso bruto total.

Além disso, como regra geral, se uma carga não puder ser facilmente dividida em partes menores para transporte, ela é considerada indivisível. 

Essas cargas exigem equipamentos e procedimentos especiais de transporte, podendo incluir escoltas e autorizações específicas.

Além disso, a responsabilidade sobre esse tipo de transporte requer condutores especializados e com o perfil certo para o transporte.

Regras para o transporte de cargas indivisíveis

Além do Contran, esse tipo de transporte também é regulamentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). 

Assim, algumas das regras aplicáveis incluem:

Dimensões e Pesos da Carga

  • Comprimento: O comprimento máximo permitido para o transporte de cargas indivisíveis é de 25 metros, incluindo o comprimento do veículo de transporte.
  • Largura: A largura máxima permitida para o transporte de cargas indivisíveis é de 3,20 metros, incluindo a carga e os equipamentos de transporte.
  • Altura: A altura máxima permitida para o transporte de cargas indivisíveis é de 4,40 metros, incluindo a carga e os equipamentos de transporte.
  • Peso: O peso máximo permitido para o transporte de cargas indivisíveis varia de acordo com a categoria da rodovia e o tipo de veículo de transporte utilizado. Em geral, o limite de peso varia entre 45 toneladas e 74 toneladas, dependendo das condições da rodovia e do veículo.

Restrições de horário

Para evitar transtornos, o transporte dessas cargas pode ser permitido apenas durante o amanhecer ou o pôr do sol nos sábados, domingos e feriados. 

Mas, em alguns casos, quando não é possível realizar o transporte durante esses períodos, o DNIT pode autorizar a circulação durante a noite.

Taxas aplicadas

A Tarifa de Utilização da Via (TUV) é uma taxa obrigatória que deve ser paga pelos transportadores antes do início do transporte da carga. 

Assim, o valor varia conforme a distância percorrida, a tonelagem da carga e a categoria da rodovia. 

Portanto, essa tarifa é calculada com base em uma tabela de preços definida pelos órgãos responsáveis.

Autorizações especiais

No Brasil, a autorização especial para o transporte de cargas indivisíveis é a Autorização Especial de Trânsito (AET).

Essa documentação é necessária para o transporte de cargas indivisíveis, devido às suas dimensões e peso acima dos limites permitidos para o trânsito normal de veículos nas estradas. 

Além disso, o gestor também precisa verificar a necessidade da autorização para transporte de cargas perigosas.

Penalidades relacionadas ao transporte inadequado

O transporte inadequado de cargas indivisíveis pode resultar em penalidades que variam conforme a gravidade da infração. 

Dessa forma, algumas das penalidades mais comuns incluem:

Multas

O transporte de cargas indivisíveis sem a autorização prévia ou em desacordo com as condições estabelecidas pode resultar em multas que variam segundo a infração.

Apreensão do veículo

Em casos mais graves, o veículo de transporte pode ser apreendido pelas autoridades de trânsito, o que pode resultar em prejuízos financeiros para a empresa de transporte.

Suspensão da autorização de trânsito

A infração no transporte de cargas indivisíveis pode resultar na suspensão da autorização de trânsito para a empresa de transporte, o que impede a realização de novos transportes até que as irregularidades sejam corrigidas.

Responsabilidade civil e criminal

O transporte inadequado de cargas indivisíveis pode resultar em danos a terceiros, o que pode levar a processos civis e criminais contra a empresa de transporte e o motorista responsável.

Importância da AET no transporte de cargas

A AET (Autorização Especial de Trânsito) é de extrema importância no transporte de cargas indivisíveis.

Por meio dela, as autoridades competentes concedem a permissão para que o transporte seja realizado de forma segura e adequada, respeitando as condições das vias, dimensões da carga e demais exigências. 

Além disso, a AET garante que o transporte será realizado dentro das normas e regras estabelecidas, minimizando riscos para os envolvidos e para a infraestrutura das vias públicas. 

Logo, sem a AET, o transporte de cargas indivisíveis não é permitido e pode resultar em penalidades para o transportador.

Direção segura: 9 dicas de direção defensiva e preventiva!

Dentro da cidade ou nas rodovias, o trânsito sempre apresenta riscos. Por isso, todos os motoristas devem adotar práticas de direção defensiva para que, assim, cheguem ao seu destino com segurança e sem imprevistos.

Pensando nisso, resolvemos trazer 9 dicas para dirigir com segurança e prevenir acidentes. Quer saber quais são elas? Então, continue a leitura e confira!

  1. Redobre a atenção em dias de chuva
  2. Sob neblina, use os faróis corretamente
  3. Fique de olho no comportamento do carro
  4. Mantenha distância do veículo à frente
  5. Respeite a sinalização (sempre!)
  6. Tenha cuidado nas ultrapassagens
  7. Faça revisões periódicas
  8. Comporte-se bem no trânsito
  9. Mantenha-se atualizado sobre as leis de trânsito

1. Redobre a atenção em dias de chuva

Conduzir com o tempo fechado é uma dificuldade extra até mesmo para motoristas profissionais e experientes, principalmente se a chuva for forte. Nessa circunstância, a visibilidade fica comprometida e a aderência dos pneus ao solo é reduzida.

O melhor a fazer nessa situação é diminuir a velocidade, ligar o ar-condicionado para evitar que os vidros fiquem embaçados ou ligar o ar quente direcionado para o para-brisa. E redobrar a atenção, claro.

Além disso, uma outra dica: os pneus devem ser seus maiores aliados em dias chuvosos. Por isso, mantenha-os sempre um bom estado de utilização. Lembre-se de que aquelas ranhuras, chamadas de “sulcos”, são necessárias para drenar a água que corre entre os pneus e o asfalto, evitando a aquaplanagem. Então, cheque o estado dos pneus com frequência.

2. Sob neblina, use os faróis corretamente

Dependendo da época do ano e da região do país, é praticamente certo que você vai encontrar neblina no caminho. Ou seja, visibilidade comprometida. E o melhor jeito de encarar o problema é utilizar os faróis baixos — nunca os faróis altos, pois podem ofuscar ainda mais sua visão.

Se o carro dispuser de faróis de neblina, ligue-os, pois eles servem justamente para iluminar por baixo e nas laterais do veículo, garantindo melhor visualização da sinalização. Caso tenha também faróis traseiros de neblina, acenda-os para tornar seu veículo mais visível para os motoristas que vêm atrás. E não se esqueça de reduzir a velocidade!

3. Fique de olho no comportamento do carro

Você já deve ter notado que o desempenho do carro em aceleração, nas curvas e durante a frenagem varia muito de um modelo para outro, não é mesmo? Alguns têm um comportamento mais esportivo e firme, enquanto outros apresentam um comportamento mais leve, priorizando o conforto.

Assim, fique atento ao comportamento do tipo de veículo que você conduz. Forçar demais uma pickup alta na curva, por exemplo, não é uma boa ideia. Do mesmo modo, conduzir rapidamente um carro mais esportivo em vias com pavimento ruim também não. Portanto, respeite os limites de cada modelo.

4. Mantenha distância do veículo à frente

Quanto mais alta a velocidade do carro, maior é a dificuldade de freá-lo, se necessário. Consequentemente, maior é a distância necessária para que ele consiga parar completamente.

Assim, é prudente manter distância do veículo à frente, visto que, em uma situação de emergência, você terá um espaço maior para reduzir a velocidade, conseguir frear e desviar do outro veículo, evitando assim uma colisão.

Essa dica vale tanto se estiver dirigindo nas ruas na cidade como numa autoestrada ou na zona rural. Nas rodovias, entretanto, o limite de velocidade é maior, o que torna bem elevado o tempo total necessário para parar totalmente o veículo.

Enfim… Se não houver uma distância segura, é quase certo que haverá um acidente de grandes proporções. Então, fique esperto!

5. Respeite a sinalização (sempre!)

A sinalização existe para orientar os motoristas, garantindo a segurança de todos os que trafegam nas nossas vias e estradas. Portanto, respeite as indicações da via, como velocidade máxima permitida, faixa contínua, proibição de conversão e de retorno, entre outras.

Quando a sinalização é obedecida, o risco de ocorrência de um acidente diminui consideravelmente.

6. Tenha cuidado nas ultrapassagens

Ter prudência durante as ultrapassagens é um dos pontos mais básicos da direção segura, visto que os acidentes mais graves costumam ocorrer por colisões frontais oriundas dessa situação.

Quando for ultrapassar um veículo, sinalize com a seta para o lado que você vai fazer a conversão, dê um breve toque na buzina, observe durante alguns segundos pelo retrovisor se não há outro automóvel te ultrapassando e, só então, acelere com uma marcha mais forte.

Na dúvida, não ultrapasse!

7. Faça revisões periódicas

A prevenção é a melhor defesa. Essa dica não está diretamente ligada à prática da direção defensiva, mas (pode acreditar!) é fundamental para prevenir acidentes, visto que muitos deles ocorrem por falhas provocadas pela falta de manutenção dos veículos. Assim, o ideal é se lembrar sempre de levar o carro para as manutenções periódicas.

Nessas horas, vale a pena checar alguns pontos, como:

  • integridade dos air-bags;
  • condições dos freios;
  • prazo para a troca de óleo;
  • funcionamento das luzes do painel;
  • nível de água do radiador;
  • condições das lâmpadas das lanternas, faróis e luz de seta;
  • condições e calibragem dos pneus.

Além de prevenir falhas mecânicas que podem causar algum acidente (em maior ou menor proporção), esses cuidados ajudam a evitar que problemas simples e pequenos se tornem mais complexos, encarecendo o serviço de manutenção e troca de peças, por exemplo. Ou seja, até o seu bolso vai agradecer!

8. Comporte-se bem no trânsito

Muitos motoristas acreditam que já dominam o veículo e a prática de direção e acabam se tornando imprudentes e negligentes. Também há pessoas que já dirigem há tanto tempo, que acreditam que não precisam mais melhorar as habilidades ao volante.

No entanto, quando o objetivo é praticar a direção segura, é preciso ter em mente que a postura no trânsito deve ser muito cautelosa. Então, vale a pena tomar alguns cuidados, como:

  • não dirigir com sono ou muito cansado;
  • sempre utilizar o cinto de segurança;
  • não utilizar o celular enquanto conduz o veículo;
  • sempre prestar atenção nos pedestres e ciclistas;
  • evitar freadas e arrancadas bruscas;
  • evitar fazer curvas muito fechadas;
  • ser sempre prudente.

Contudo, não basta ter bom comportamento. O ideal é ficar atento também aos carros que estão ao seu redor. É como diz aquele ditado: “você tem que dirigir para você e para os outros”.

9. Mantenha-se atualizado sobre as leis de trânsito

O respeito às leis de trânsito também é fundamental para quem deseja dirigir com segurança. Portanto, se empenhe em conhecer as normas e regras, fique por dentro das atualizações e novidades e revise periodicamente conhecimentos já esquecidos. Além de evitar acidentes, isso também ajuda a evitar problemas (como multas).

Vale lembrar que esse cuidado deve ser tomado em todos os lugares e não apenas onde existem câmeras de monitoramento ou fiscalização.

A direção defensiva é fundamental para evitar acidentes, que podem envolver tanto você e sua família quanto terceiros. Portanto, quando estiver no trânsito, tenha atenção redobrada e sempre tome cuidado com o seu veículo e com os que estão ao seu lado, não se esquecendo dos pedestres e ciclistas.

O que achou do nosso post de hoje? As dicas foram úteis? Quer aproveitar e tirar outras dúvidas? Então, entre em contato conosco agora mesmo e envie suas questões!

Conversão de placa Mercosul: saiba como fazer! [Conversor GRÁTIS]

Os veículos da sua frota já contam com a nova placa Mercosul? 

A nova identificação ganhou um visual diferente, além de recursos como código de barras do fabricante e QR code.

Apesar da troca ainda não ser obrigatória para veículos que contam com modelo antigo de emplacamento, é importante entender como o novo padrão funciona.

Neste artigo, reunimos todas as informações úteis sobre a conversão da placa Mercosul e disponibilizamos um conversor grátis. Confira!

Índice:

  1. O que é a lei da placa Mercosul?
  2. Como fazer a conversão de placa Mercosul?
  3. Qual letra substitui o número da placa antiga?
  4. Quanto custa a conversão de placa Mercosul?
  5. Como funciona a leitura da placa por QR Code?
  6. Conversor gratuito de placa Mercosul

O que é a lei da placa Mercosul?

A lei da placa Mercosul é uma norma que determina a padronização das placas de identificação veicular nos países do Mercosul: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. 

Em 2019, foi publicada a Resolução nº 780 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabeleceu novas regras para a placa Mercosul no Brasil. 

Essa resolução determina algumas mudanças em relação ao emplacamento. As principais mudanças são:

  • Fim da obrigatoriedade de uso da película refletiva;
  • Ampliação da validade da placa, de 5 para 10 anos;
  • Padronização da fonte em todo o Brasil;
  • QR Code para facilitar a leitura das informações pelos agentes de trânsito;
  • Inclusão de um código de barras e a obrigatoriedade de informar o CNPJ do fabricante;
  • Mudanças na numeração da placa para motos, que contam agora com quatro letras e dois números, para facilitar a identificação do veículo.

Além disso, as novas placas possuem um novo layout, com fundo branco e uma faixa azul na parte superior contendo o nome do país e o emblema do Mercosul. 

Ademais, na parte central da placa, há sete caracteres alfanuméricos em alto-relevo, sendo os quatro primeiros caracteres letras e os três últimos números. 

Como fazer a conversão de placa Mercosul?

Para fazer a conversão da placa Mercosul, é necessário seguir os procedimentos estabelecidos pelo Detran de seu estado. 

Em geral, os proprietários do veículo com placas do Mercosul desatualizadas precisarão pagar uma taxa para solicitar a mudança da placa e fornecer alguns documentos, como:

  • Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV);
  • Comprovante de pagamento do IPVA e seguro obrigatório;
  • Documentação pessoal do proprietário.

As novas placas são obrigatórias para veículos zero km, transferidos de município ou de estado, ou que estejam trocando de categoria (por exemplo, de particular para aluguel). 

Para os demais veículos, a troca de placa é opcional, mas é importante lembrar que a nova placa se tornará obrigatória em todo o país a partir de 1 de dezembro de 2023.

Qual letra substitui o número da placa antiga?

Diferente da placa antiga, a letra “E” passou a ser utilizada no lugar de um dos números. 

Na placa antiga, o padrão era composto por três letras e quatro números ou três letras e três números. 

Agora, a letra “E” representa a palavra “estrangeiro” e serve para identificar que o veículo é registrado em um dos países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai.

Antes da adoção da placa Mercosul, cada estado brasileiro tinha um padrão de emplacamento próprio. 

Quanto custa a conversão de placa Mercosul?

Devido às variações nas regras estaduais, é importante verificar as orientações específicas do Detran do seu estado para obter informações sobre o custo da conversão.

É também recomendável pesquisar em diferentes empresas que realizam esse tipo de serviço e escolher a opção mais adequada para seu orçamento.

Em São Paulo, por exemplo, o valor da conversão pode chegar a R$200,00, apesar do Detran estadual recomendar o custo de R$138,24 para carros, ônibus e caminhões.

Como funciona a leitura da placa por QR Code?

A leitura da placa Mercosul por meio do QR Code é uma tecnologia que traz diversos benefícios. 

Veja como funciona:

  • Quando a placa é lida pelo QR Code, é possível obter informações detalhadas do veículo e do proprietário.
  • As autoridades de trânsito conseguem verificar rapidamente as informações, contribuindo para uma fiscalização mais eficiente e segura.
  • Em caso de furto ou roubo, a leitura do QR Code pode ajudar na identificação e recuperação do veículo, pois permite um rastreamento mais preciso.

Além disso, é importante lembrar que a leitura do QR Code não substitui a necessidade de portar os documentos originais do veículo.

Dessa forma,  o CRLV ainda é obrigatório e deve ser apresentado sempre que solicitado pelas autoridades de trânsito.

Conversor gratuito de placa Mercosul

Para facilitar a vida do gestor de frotas e auxiliar você a vincular a nova placa Mercosul ao condutor correto, criamos uma planilha gratuita de conversão de placa Mercosul.

Assim, antes mesmo de renovar a sua frota, basta inserir a placa atual e descobrir como será o novo modelo e vice-versa. Baixe agora mesmo!

Saiba como melhorar a produtividade da sua frota

A produtividade da frota é um processo contínuo, sendo necessário analisar, mensurar, avaliar e otimizar as atividades constantemente.

Dessa forma, gestores de frota que buscam isso devem se empenhar para entender a dinâmica de todos os processos da operação, assim como manter uma comunicação constante com os motoristas.

Além disso, quando os dados sobre a frota estão disponíveis, entender os erros e compreender por onde o dinheiro pode estar escoando é uma tarefa mais simples.

Neste artigo vamos entender como aumentar a produtividade da frota em 7 passos e você ainda pode baixar um eBook grátis sobre o tema.

Boa leitura!

Índice:

  1. O que é produtividade da frota?
  2. Como medir a produtividade da sua empresa?
  3. Como aumentar a produtividade da frota em 7 passos

O que é produtividade da frota?

Produtividade tem a ver com a quantidade de esforços que uma empresa, pessoa ou equipe pode executar em comparação ao número de recursos que eles colocam na tarefa.

Assim, a produtividade da frota também segue essa linha de raciocínio: significa o quanto os seus motoristas podem entregar com os recursos que eles têm à disposição.

O objetivo final é alcançar a eficiência e reduzir os custos da frota.

Como medir a produtividade da sua empresa?

Não existe uma fórmula padrão para calcular a produtividade de uma frota, pois depende de vários fatores, mas existem algumas medidas básicas que você pode usar.

Por exemplo, você pode começar com uma lista rápida de todas as coisas que atrasam os motoristas, do trânsito à burocracia, e depois procurar soluções específicas para cada um.

Entretanto, mensurar a produtividade exige uma gestão com menos “achismos” e cada vez mais baseada em dados.

Para isso, é importante recorrer à tecnologia disponível para a gestão de frotas, fazendo um levantamento e estabelecendo métricas relacionadas à produtividade.

A seguir, confira as principais métricas de produtividade:

  • Custo por KM;
  • Economia e eficiência de combustível por veículo/motorista;
  • Utilização de ativos;
  • Taxa de conformidade de manutenção;
  • Tempo médio de entregas.

Como aumentar a produtividade da frota em 7 passos

Após entender o que é e como medir a produtividade da frota, você pode recorrer a ações simples para fazer mais com os recursos que estão disponíveis.

Por isso, a seguir reunimos algumas formas:

1. Treinamento de motoristas

Estabelecer um calendário de treinamento para motoristas é o primeiro passo para melhorar a produtividade da sua operação. 

Entretanto, em vez de oferecer treinamentos genéricos, uma boa ideia é compreender os seus pontos fracos e tentar corrigi-los com as capacitações.

Outra abordagem que costuma funcionar é coletar informações sobre o desempenho dos motoristas e oferecer cursos para grupos focais.

Você também pode contar com um programa de incentivo para estimular a adesão e o engajamento dos motoristas.

Dessa forma, você consegue manter o seu time de condutores no mesmo padrão e se certifica de que todos estão capacitados para atingir as metas.

2. Manutenções dos veículos

É praticamente impossível melhorar a produtividade da frota sem uma rotina de manutenção dos veículos.

Mas, para que essa rotina de manutenção impacte diretamente na produtividade da frota, você precisa contar com a tecnologia.

Mesmo a manutenção preventiva, quando não administrada automaticamente ou baseada em dados concedidos pelos próprios veículos por meio da telemetria, pode minar a produtividade, deixando veículos indisponíveis.

Dessa forma, é importante modernizar a sua gestão de manutenção e se certificar de que todos estão cientes de como tudo funciona.

3. Distribuição de cargas

A distribuição inteligente de cargas nos baús dos caminhões é fundamental para melhorar a produtividade da frota.

Isso porque essa simples atitude pode economizar combustível e eliminar viagens desnecessárias.

Além disso, a distribuição correta de cargas ajuda a evitar perdas de produtos, assim como facilita a vida dos seus motoristas, que não perdem tempo com viagens extras.

4. Uso de sistema para gestão de frotas

Um sistema de gestão de frotas é vital para uma operação de transporte em busca da produtividade.

Hoje, é impossível pensar em aumentar a produtividade sem o apoio da tecnologia fornecida por um sistema de gestão.

Essa tecnologia é a base para gestores terem uma visão holística de toda a operação e entenderem quais pontos precisam de ajustes.

Além disso, com relatórios de métricas e KPIs de transporte ao alcance de um ou dois cliques, é possível tomar decisões baseadas em dados e que vão impactar muito mais na produtividade da frota.

5. Gerenciamento de rotas

Outro ponto fundamental para garantir mais produtividade é o gerenciamento de rotas.

Pois, apesar de alguns gestores negligenciar essa atividade, é importante adotar um planejamento de rotas inteligente, evitando estradas esburacadas e otimizando as entregas.

Por exemplo: carregar um caminhão com encomendas que devem ser entregues em localidades próximas ou combinar cargas e descargas numa única viagem pode ser interessante para melhorar a produtividade da frota.

6. Implantação de objetivos e metas

Simplesmente “aumentar a produtividade” não pode ser considerado um objetivo para a sua frota. Por isso, é importante definir metas e objetivos específicos para sua gestão.

Assim, você pode, por exemplo, recorrer a modelos de maturidade de processos e começar a definir os processos mais problemáticos da sua operação.

Em seguida, estabeleça metas claras e defina KPIs para poder observar a evolução dos processos. Com metas e objetivos bem definidos, a produtividade da sua frota vai aumentar naturalmente.

7. Renovação de frota

Qual o estado da sua frota atual? É possível alcançar todos os objetivos e bater as metas que você determinou com os veículos que a empresa possui hoje?

Se você demorou para responder a esta pergunta ou simplesmente não consegue ter uma resposta, então é necessário verificar a possibilidade de renovação da frota.

Renovar a frota periodicamente é importante para quem está em busca de aumentar a produtividade.

Isso porque veículos velhos tendem a apresentar mais problemas, o que significa mais gastos no final do mês.

Além disso, as contas podem não fechar e você pode perder boas oportunidades caso não repasse os veículos no tempo certo.

Então, agora que você entende a importância de melhorar a produtividade da frota, que tal se aprofundar no tema com um eBook grátis? Baixe agora mesmo!