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O custo por km rodado por veículo é um indicador básico da gestão de frotas, importantíssimo para determinar o seu Custo Total de Propriedade (TCO)

Quando você consegue automatizar e ter acesso a esses dados é possível tomar melhores decisões, garantir mais produtividade e reduzir custos com a sua frota de veículos.

Ao analisar os custos em um nível como este, é fácil ver como cada centavo pode impactar seus resultados financeiros e verificar o que é necessário para manter os seus veículos em operação.

Compreender o custo por KM rodado da sua frota permite ainda que você determine o retorno do investimento (ROI) de cada viagem, por exemplo. 

No artigo de hoje, a Sofit mostra para você como calcular o custo por KM rodado por veículo. Confira!

Custo por KM rodado por veículo, o que é?

Embora o custo por KM rodado seja uma métrica fundamental para o equilíbrio financeiro de qualquer frota, o caminho para chegar até ela pode ser diferente, e varia conforme as políticas e objetivos de cada empresa.

Por exemplo: “Devo considerar multas e sinistros no custo do km rodado?”

Se a sua empresa não responsabiliza o condutor pelos custos com multas e sinistros, então a resposta é SIM.

Caso contrário, se a sua organização tem uma política de frotas bem estruturada e faz todos os descontos em folha, esses itens não devem ser considerados no custo do km rodado.

Além disso, vale ressaltar também que considerar apenas o custo com combustível para simplificar o Custo por KM rodado é uma prática errada.

Ou seja, a lógica abaixo está equivocada e deve ser evitada:

 “O meu carro faz 10km/l. Se cada litro de Gasolina custa R$5,00, então, o meu carro está gastando R$0,50/km”.

Por que calcular o custo por KM rodado por veículo?

Com a oscilação do custo do combustível no Brasil, é interessante que o gestor de frotas mantenha o controle financeiro da sua operação.

Neste sentido, a disponibilidade da métrica de custo por KM rodado por veículo pode:

  • Auxiliar na tomada de decisões estratégicas;
  • Mostrar quais são os grandes vilões que barram a sua lucratividade;
  • Indicar o que precisa ser otimizado para gerar ROI positivo para a sua empresa;
  • Evitar que você tenha prejuízos com a precificação dos seus serviços, cobrando menos do que deveria;
  • Possibilitar a otimização do deslocamento de veículos.

Como calcular o custo por KM rodado por veículo?

Basicamente, para chegar até o indicador de custo por KM rodado, você deve verificar todos os gastos necessários para manter um veículo em operação e dividir pela quilometragem em um determinado período.

Para calcular o custo por KM rodado, aplique a fórmula a seguir:

VALOR DO KM RODADO = (CUSTO FIXO + CUSTO VARIÁVEL)/KM RODADO

Dessa forma, as despesas operacionais da sua frota podem ser divididas em duas categorias: fixas e variáveis.

Note que podem existir outros itens e, até mesmo, outros serviços agregados à sua frota como, por exemplo, uma Telemetria, ou uma Gestão de Multas e documentação.

Apesar disso, os custos principais estão descritos abaixo:

Custos Fixos

Os custos fixos de uma frota são todos aqueles que você precisa pagar, independente do KM rodado, serviços realizados ou demanda. Os principais custos fixos de uma frota incluem:

  • Aluguel mensal do veículo (aplica-se apenas a frota locada);
  • IPVA;
  • DPVAT;
  • Seguro;
  • Salários dos motoristas;
  • Licenciamento;
  • Depreciação do veículo.

Custos Variáveis

Os custos variáveis ​​flutuam dependendo do tamanho, utilização e eficiência de sua frota:

O que fazer após entender o custo por KM rodado dos veículos da sua frota?

Após determinar o seu custo por KM rodado, chegou a hora de analisar esse número e calcular o lucro esperado de sua frota. 

Você está insatisfeito com ele? 

Caso esteja insatisfeito, considere estratégias para reduzir suas despesas variáveis ​​e melhorar o ROI da sua frota de veículos.

O custo por KM rodado por veículo pode ser aplicado de muitas maneiras para a redução dos seus custos totais.

As estratégias mais eficazes incluem:

  • Aplicar a fórmula de custo por KM rodado antes de adquirir novas peças para os seus veículos, como um jogo de pneus, por exemplo;
  • Verificar se os processos de manutenção estão sendo seguidos à risca para aquele veículo;
  • Entender se você está deixando de inserir no cálculo algum custo fixo ou variável;
  • Adotar um novo modelo de precificação, para gerar mais lucro

Como um software de gerenciamento de frota pode ajudar a gerenciar custos?

Para o frotista, determinar o custo por KM rodado de todos os veículos da frota pode ser uma tarefa um tanto quanto trabalhosa.

Da mesma forma, desconhecer essa métrica pode fazer com que a sua gestão financeira trabalhe de forma ineficiente, gerando prejuízos para a operação.

Com a ajuda do SofitView, por exemplo, gestores de frota podem aproveitar o módulo de desconto em folha que te permite fazer todo o processo de consolidação, alocação e parcelamento da dívida do funcionário e enviar mês a mês para o RH realizar esse desconto. 

Além disso, o SofitView também permite:

  • Gerar relatórios com todos os custos relacionados a sua frota; 
  • Traçar comparativos entre condutores da mesma região ou rota;
  • Cruzar dados de modelos de veículos que rodam na mesma região ou rota, 
  • Comparar o desgaste ou duração de peças, pneus ou outros componentes de diferentes fabricantes. 

Essas funções ajudam não somente a medir o seu custo do km rodado, mas também permitem comparar e tomar ações que permitam reduzir custos. 

Afinal de contas, de que serve medir se você não consegue ter base para uma tomada de decisão?

 

Sabia que é possível reduzir os custos da frota com o crédito de ICMS? Através do recolhimento das notas fiscais e quando o ICMS sobre frete é calculado corretamente, você pode evitar prejuízos e ficar em dia com o fisco.

Como gestor de frotas, você deve saber que cumprir com as obrigações tributárias faz parte do seu escopo de trabalho.

Assim, é preciso evitar pagar por erros de cálculos e entender como o ICMS sobre frete pode impactar diretamente no seu orçamento.

Neste artigo, a Sofit mostra o que é e como calcular o ICMS sobre Frete. Além disso, você descobre também como obter o crédito de ICMS. 

Continue lendo!

O que é o ICMS sobre frete?

O ICMS é o imposto que incide sobre a circulação de mercadorias e prestação de serviços.

Embora a lei seja nacional, cabe aos estados realizar a cobrança e determinar a alíquota que vai incidir sobre cada mercadoria de acordo com a tabela abaixo:

 (Fonte: Jornal Contábil)

 

Como resultado, temos um imposto complexo e que é tido como um dos maiores vilões no transporte de cargas.

Dessa forma, a taxa é recolhida através da emissão da guia nacional de recolhimento de tributos estaduais com código de barras.

Assim, as guias de recolhimento são geradas pelo próprio contribuinte, através de um aplicativo disponibilizado por cada estado.

O que diz a Lei?

O ICMS é um tipo de imposto em cascata, já que incide sobre todos os processos de venda. 

Ele está previsto em lei desde 1989 e de lá para cá, já sofreu algumas alterações.

Veja abaixo o que diz a LEI COMPLEMENTAR n.º 87, de 1996:

Art. 2° O imposto incide sobre:

I – operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;

II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores;

III – prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza;

IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios;

V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual.

  • 1º O imposto incide também:

I – sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo permanente do estabelecimento;

I – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade; (Redação dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)

 II – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;

III – sobre a entrada, no território do Estado destinatário, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente.

Como calcular o ICMS sobre frete?

Para o ICMS incidir sobre o frete, o transporte deve ocorrer entre cidades do mesmo estado (intermunicipal) ou de um estado para outro (interestadual).

Para calcular, você deve considerar sempre o valor total pelo serviço prestado

Enquanto isso, a alíquota depende das cidades de origem e de destino do transporte.

Quando o imposto do estado de destino é maior que a alíquota interestadual, você deve aplicar a Diferença de Alíquota (DIFAL) incidente sobre valor do frete.

Muitos gestores de frota têm problemas para calcular o ICMS sobre frete, pois este é um imposto é que varia de acordo com:

  • Localidade;
  • Produtos transportados e; 
  • Porte da empresa.

Vale lembrar que é o consumidor final que, na verdade, paga pelo ICMS, ou seja, o valor está embutido nos custos de distribuição do produto.

Portanto, no momento de determinar a precificação do frete, o ICMS deve ser você deve considerar o ICMS sobre frete.

Por que é tão importante fazer o recolhimento das notas?

Antes de tudo, a emissão da nota fiscal eletrônica (NFe) nas operações de transporte de cargas e mercadorias é obrigatória. 

Fazendo o recolhimento, a sua empresa garante a regularidade e consegue recolher os tributos de forma mais assertiva.

Logo, se a empresa não faz o recolhimento das notas, ela não terá como obter o benefício do abatimento, garantido pelo crédito de ICMS de acordo com cada estado.

Confira abaixo como o crédito de ICMS funciona.

 

 

Crédito de ICMS, como funciona?

Da mesma forma que o ICMS gera valores para recolhimento, o sistema de crédito de ICMS também garante ao contribuinte valores a recuperar, o que gera um saldo devedor.

É preciso estar atento à tabela e fazer o recolhimento de todas as notas fiscais para não pagar a mais pelos tributos.

Agora vamos para um exemplo prático de aplicação do crédito de ICMS:

Imagine que a sua empresa de transporte adquire mercadorias para revenda contabilizando o montante de R$10.000, com uma alíquota de 18% para a compra e a venda.

Dessa forma, você terá um crédito de R$1800 (18% * R$10.000) já que não é o consumidor final.

Agora suponha que, no momento da venda, a mercadoria é repassada por R$15.000. 

Isso gera a obrigação tributária de R$2700 (18% * R$15.000). 

Por fim, para acertar as contas junto ao fisco estadual, a sua empresa terá como obrigação o desembolso de R$900 e não R$2700, pois já tinha um direito contabilizado de R$1800 (R$2700 – R$1800).

 

E, na prática, como receber o crédito?

Para empresas frotistas, o crédito de ICMS é baseado em cima do imposto cobrado sobre o combustível utilizado durante as viagens. 

Note que você já paga o ICMS sobre a operação (seja de transporte de passageiros ou de mercadoria).

Então, quando o veículo é abastecido, a sua empresa paga novamente o mesmo imposto. 

Ou seja, existe uma bitributação e você tem o direito de abater uma delas.

Mas, quem é o responsável por fazer isso?

A fornecedora do cartão de combustível é quem deve fazer a recolha das notas fiscais nos postos, organizar a documentação e enviar para que o gestor de frotas faça o pedido de crédito.

 

Então, ainda tem dúvidas sobre o ICMS sobre frete? 

Se a sua empresa ainda não faz a recolha do imposto sobre os gastos com combustível, entre em contato com um especialista da Sofit para maiores informações: micael.duarte@sofit4.com.br 

Aqui na Sofit, orientamos que os nossos clientes automatizem o processo, e façam sempre o recolhimento de NFs para a creditação do imposto.

Quando a sua empresa de transporte está sempre em dia com o fisco, ela tem uma maior capacidade de crescimento e evita prejuízos!

 

 

 

 

Quando olha para seus resultados financeiros, sempre há momentos que você se pergunta  “nós realmente gastamos tanto assim?”.

Se você já teve essa reação às cobranças de custo com pedágio então é preciso tomar atitudes para otimizá-los.

Cada vez mais comum nas estradas brasileiras, o controle do custo com pedágio pode representar uma economia significativa para a sua gestão de frotas.

A busca pela redução desse custo pode levar a sua frota a transitar por vias em más condições ou para desvios na sua rota, o que, no fim, acaba não compensando.

Embora não exista uma alternativa para o custo com o pedágio, ainda é possível controlá-lo para equilibrar as finanças da empresa no final do mês. 

 

Continue lendo e descubra o que fazer!

 

Um pouco sobre os pedágios no Brasil

 

Atualmente, existem 58 concessionárias de pedágio em operação no Brasil. Essas empresas cuidam de 19.031 de km de rodovias. 

A maioria dos pedágios está localizada no estado de São Paulo, que conta com 13 concessionárias. 

Embora a intenção seja válida, afinal, a concessão tem o objetivo de transferir a responsabilidade das condições de uma rodovia para o setor privado, na prática, é um pouco diferente.

Condutores, e principalmente empresas de transporte ainda tem que lidar com condições precárias nas estradas, principalmente na região norte e nordeste do país. 

Além disso, motoristas precisam lidar também com os aumentos no custo com pedágio.

 

Como os custos com pedágio são definidos?

O custo com pedágio nas rodovias brasileiras é definido pelos órgãos reguladores federais, como a ANTT e estaduais, como a ARTESP em São Paulo.

Esse valor tem como base em um custo fixo por quilômetro multiplicado pelo trecho de cobertura.

Na gestão de frotas, empresas de transporte não estão autorizadas a embutir o valor do pedágio no frete contratado. Veja o que diz a lei 10.209:

1º Fica instituído o Vale-Pedágio obrigatório, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras. § 1º O pagamento de pedágio, por veículos de carga, passa a ser de responsabilidade do embarcador.

 

Como calcular os custos com pedágio?

O cálculo do pedágio presume valores diferentes, de acordo com a rota e o tipo de veículo utilizado pela sua empresa.

Para calcular os custos com pedágio é necessário seguir um passo a passo:

  • Definir a rota; 
  • Escolher o veículo;
  • Verificar quais são as praças de pedágio; 
  • Identificar se a viagem será de ida e volta ou se há rotas alternativas.

Aqui, a experiência e estratégia do gestor de frotas pode contribuir com a redução de custos, já que o conhecimento sobre as estradas utilizadas pode garantir a redução de custos com pedágio.

 

Portanto, estude todas as possibilidades e verifique todos os trechos com pedágio no site da ANTT

Com a rota e veículos e todos os valores com o pedágio definidos, faça uma conta simples e calcule quanto você vai gastar com o pedágio na viagem.

Alternativas para a redução do custo com pedágio

O planejamento de uma rota é um problema um tanto quanto complicado. Além de determinar as melhores orientações para os seus condutores, você também precisa considerar o tráfego, condições das estradas, a disponibilidade do cliente e muitos outros fatores. 

Gestores que tentam fazer os roteiros para evitar altos custos com pedágio manualmente acabam gastando tempo demais. Dependendo do número de clientes que você precisa atender, essa tarefa pode levar horas. 

Roteirização

O planejamento de rotas é a prática utilizada pelos gestores para otimizar a logística, evitar obstáculos, reduzir custos e chegar a todas as paradas em tempo. 

Com um estudo de todas as alternativas possíveis para chegar do ponto A ao ponto B, certamente os seus custos com pedágio serão inseridos nos seus custos de forma mais estratégica.

Controle das rotas

O desvio de rotas não deve ser uma prática comum na sua operação. Ou, pelo menos, não deveria. Com o apoio da tecnologia é possível verificar se os seus motoristas estão cumprindo as rotas propostas pelo seu planejamento. Logo, vale apostar em sistemas que garantam o  controle de viagens para evitar gastos desnecessários com pedágio.

Entregas terceirizadas

A terceirização das entregas já é uma alternativa para diversas empresas de transporte pelo Brasil. Entretanto, essa decisão precisa ser estratégica e impactar diretamente nos seus custos operacionais.

 

Conte com a Sofit para reduzir o custo com pedágio!

O pedágio é um tipo de custo com relação direta com a precificação das suas entregas. Por isso, é importante escolher muito bem os recursos utilizados para amortizá-los.

Como vimos ao longo deste artigo, a tecnologia é uma importante aliada no planejamento das suas rotas, rastreamento dos seus motoristas e demais decisões estratégicas.

O sistema de gestão de frotas da Sofit pode te ajudar com isso e muito mais!

 

Entre em contato com um dos nossos consultores e descubra como podemos te ajudar com a redução do custo com pedágio!

 

 

O Custo Total de Propriedade (TCO) auxilia na compreensão do custo real dos veículos da frota, e é uma métrica fundamental no gerenciamento estratégico de frotas.

Uma avaliação precisa de custos realizada a partir do TCO permite que a empresa de frota determine a hora certa de trocar ou partir para veículos alugados, por exemplo. 

Como envolvem uma série de detalhes, o cálculo do Custo Total de Propriedade precisa ser realizado com cuidado, já que é através destes dados que você tomará decisões importantes de modo a evitar prejuízos financeiros.

Neste artigo, você vai entender melhor o conceito do Custo Total de Propriedade, o porquê sua empresa precisa estar atenta a esse cálculo para promover a redução de custos.

Boa leitura!

O que é o Custo Total de Propriedade (TCO)?

Custo Total de Propriedade – TCO (Total Cost of Ownership) é o cálculo geral de todos os custos que envolvem a aquisição de um ativo, como um veículo, por exemplo. 

Na gestão de frotas, o TCO tem como objetivo calcular os custos de vida e aquisição do veículo e determinar se um investimento vale a pena ou não.

Basicamente, seus conceitos representam uma grande importância no mundo do empreendedorismo pelo fato de indicar os impactos positivos – ou negativos – no investimento de algum tipo de serviço para uma empresa.

Por isso, com uma visão no segmento de gestão de frotas, é ideal que todo empreendedor conheça como realizar esse cálculo para garantir o sucesso de sua frota.

Por que a sua empresa precisa ficar atenta a esse cálculo?

Assim como dito anteriormente, é ideal que todo gestor entenda como realizar o cálculo do Custo Total de Propriedade principalmente porque esta métrica é o primeiro passo para indicar se um investimento vai trazer retornos positivos ou negativos para sua empresa.

Nele, não estão inclusos apenas gastos superficiais de um investimento, mas este índice também considera os custos ocultos que acompanham a compra de qualquer serviço, plataforma ou produto.

Isso é, supondo que um gestor de frota esteja pensando em investir em uma frota inicial, quais gastos acompanham esse investimento? O valor total é utilizado como base para esta compra, certo?

Além do valor de compra, no entanto, também estão inclusos todos os gastos ocultos e indiretos que acompanham uma frota de veículos: combustível, seguro de carga, manutenção, administração, tempo útil até o próximo investimento, entre muitos outros fatores que vão impactar no funcionamento destes veículos.

E é através do Custo Total de Propriedade que é feito o estudo sobre todos esses custos ocultos e futuros gastos que vão acompanhar este investimento. Isso é, considerando muito além do valor bruto da aquisição, esse índice ainda leva em conta as taxas e custos com depreciação (natural ou não) que acompanham essa compra.

Como fazer o cálculo do Custo Total de Propriedade?

Para que você efetue este cálculo corretamente, é preciso avaliar três aspectos que determinam diferentes categorias em um investimento: a aquisição deste produto ou produto(s), seu uso, os gastos gerais. 

Sendo assim, o cálculo do TCO para a gestão de frotas deve considerar:

  • Custo de aquisição;
  • Custo de utilização;
  • Custos de manutenção;
  • Depreciação de ativos.

Custos de aquisição

Esta etapa do cálculo do Custo Total de Investimento representa o valor geral da compra do produto. Isso inclui o custo total, assim como tudo que será preciso para mantê-lo adequado e pronto para o dia a dia como taxas, impostos, revisões de fábrica.

Custos de utilização

Neste caso, é importante avaliar tudo que será preciso para realizar a utilização deste veículo em sua empresa como, combustível, pneus, pedágio e lavagem.

Custos de manutenção

Neste cálculo são contabilizados os recursos que vão contribuir para a manutenção do veículo como ferramenta de trabalho, por exemplo, o seguro, as manutenções corretivas, o software para gestão integrada da frota.

Depreciação do Veículo

Esse é um cálculo difícil de ser realizado porque existem variáveis de mercado que influenciam diretamente no valor do carro usado na hora da desmobilização. Apesar disso, a Sofit possui parceiros que podem fornecer esses dados baseados no histórico de negociações de cada veículo. Assim, você saberá em média quanto o seu veículo estará valendo após determinado período de uso.

Como calcular o TCO na sua Gestão de Frotas?

O TCO é uma equação simples como você pode conferir abaixo:

TCO = [Custo aquisição] + [Despesas de utilização] + [Custos de manutenção] – [Valor de revenda]

Após analisar todos esses fatores, também é importante considerar outras questões indispensáveis que vão impactar no cálculo do Custo Total de Propriedade para chegar a uma conclusão satisfatória.

Dicas para calcular o TCO na sua frota

Primeiramente, é importante conhecer de forma clara os objetivos em dar continuidade a este investimento. 

Qual o propósito? 

O que vai acontecer depois? 

Está pronto para isso? 

Essas são algumas das questões que devem ser repensadas na hora de realizar a reflexão do cálculo final.

Após isso, procure levantar o contexto financeiro que será feito este investimento. O período de execução é uma das amostras que devem ser contempladas para se calcular o TCO na aquisição de uma frota.

É através da reflexão destes cálculos que você conseguirá definir os valores positivos ou negativos de um investimento e, a partir disso, procurar as melhores maneiras de encaixá-lo nos paradigmas financeiros de sua empresa.

Pronto para rever seus custos e adotar o TCO no seu planejamento de frotas?

Embora existam fórmulas e modos de fazer o cálculo do custo total de propriedade, muitos desafios ainda vão surgir no dia a dia de um gestor e ficar em dúvida sobre como aplicá-los em sua empresa é algo extremamente comum. 

Mas não precisa se preocupar! Para que você fique tranquilo na hora de fazer o seu cálculo de TCO, a Sofit está disponibilizando esse serviço para você. 

Em complemento ao cálculo nós também disponibilizamos os parceiros certos para te auxiliar (de forma gratuita) na negociação dos veículos junto às montadoras e para desmobilizar a sua frota antiga de forma rápida e fácil recuperando em média 95% da tabela FIPE.

Tá esperando o quê? Entre em contato com a gente hoje mesmo!

seguro de carga

O Seguro de Carga tem o objetivo de proteger as empresas que transportam ou embarcam cargas e que, por isso, estão sujeitas a diversos riscos. Já que a movimentação de bens e mercadorias é uma atividade bastante complexa.

O serviço assegura a indenização por perdas ou danos ao carregamento, resguardando o negócio de eventuais prejuízos. Ademais, a contratação do seguro de carga obedece a legislação, visto que ele é obrigatório para qualquer transporte rodoviário de mercadorias em território nacional e para o embarcador em viagens de qualquer tipo dentro do país.

Continue a leitura deste post e descubra o que precisa saber para contratá-lo!

 

O que é seguro de carga?

O seguro de carga garante à empresa contratante o pagamento de indenização por prejuízos ao carregamento durante viagens ferroviárias, terrestres, aéreas ou marítimas, sejam elas nacionais ou internacionais, para importação ou exportação.

As empresas de transporte de carga estão expostas a extravios, avarias, roubos e furtos de mercadoria ou mesmo acidentes. Logo, com a apólice, além de proteger os negócios, o gestor reduz as chances de potenciais perdas e ameaças à sua organização.

 

Quais as modalidades do seguro de carga?

A apólice pode ser contratada tanto por embarcadores quanto por transportadores. Além de tipos específicos para cada categoria, o seguro de carga também varia de acordo com o seu modo de contratação.

Cargas Avulsas ou Embarque Único

A contratação do seguro para Cargas Avulsas é feita pelo embarcador. Essa apólice é indicada para transporte com veículos próprios, agregados ou autônomos. Assim, garante indenização por eventuais prejuízos durante uma única viagem terrestre, aérea ou marítima, tanto nacional quanto internacional.

Apólices Abertas, Apólice Mensal ou Embarque Múltiplo

Já o seguro de carga de Apólice Aberta ou Embarque Múltiplo é recomendado para empresas que realizam transportes regularmente. Nesse caso, as mercadorias necessitam de averbações tratando sobre os detalhes da viagem.

No caso da Apólice Anual, é possível fracionar o prêmio, tornando a apólice ajustável, de acordo com os embarques realizados. Trata-se de um modelo altamente recomendado, pois possibilita que o prêmio seja fixo ou ajustável.

 

Veja 10 dicas para economizar com o seguro de carga

seguro de carga

Quais as principais coberturas do seguro de carga?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é possível contratar coberturas básicas e adicionais para o transporte de carga.

Cobertura do transportador

Os formatos de cobertura para o seguro de carga contratado pelo transportador variam conforme a combinação de ocorrências e podem incluir:

  • acidente: colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador;
  • roubo: ocorrido durante o trânsito ou desaparecimento total da carga com o veículo durante o transporte;
  • avaria: quebra, derrame, vazamento, arranhadura, amolgamento, amassamento, queda e outros eventos não oriundos de acidentes rodoviários;
  • limpeza de pista: na via e/ou acostamento, contenção e remoção de mercadorias e resíduos, utilização de produtos para anulação de efeitos causados pela mercadoria, higienização e desinfecção do compartimento de carga, tratamento e destinação dos resíduos.

Outros itens importantes podem ser adicionados ao contrato, como a apólice de responsabilidade civil ambiental e o seguro de vida para os motoristas.

Cobertura do embarcador

Há três tipos de coberturas comuns para o seguro de carga do embarcador.

Cobertura Básica Ampla (A)

A cobertura que visa proteger a carga contra qualquer dano ocasionado por fatores externos — todos aqueles presentes nas categorias B e C. Esse seguro cobre também:

  • avarias e despesas de recuperação da carga;
  • despesas que o segurado tiver com o transporte da carga para o local correto de entrega, quando houver erro no percurso;
  • reembolso de gastos com descarga e armazenamento necessários.

Cobertura Básica Restrita (B)

Aqui temos a cobertura que protege a carga contra:

  • todas as circunstâncias citadas na Cobertura Básica (C);
  • entrada de água no veículo, embarcação, local de armazenamento e container;
  • terremoto e erupção vulcânica;
  • inundação e transbordamentos durante viagem terrestre;
  • quedas de objetos sobre o veículo e desmoronamentos durante viagem terrestre.

Cobertura Básica Restrita (C)

Trata-se da cobertura que protege a carga contra:

  • incêndio, raio e explosão;
  • capotagem, tombamento, colisão e descarrilamento (veículos terrestres);
  • carga lançada ao mar;
  • perda total ocasionada por arrebatamento marítimo;
  • perda total durante operações de carga e descarga marítima;
  • colisão da embarcação com objetos externos;
  • encalhe ou naufrágio da embarcação.

Vale destacar que a empresa pode inserir serviços adicionais de inúmeros tipos e especificações em sua apólice, conforme suas necessidades.

 

Quais as exclusões da cobertura do seguro de carga?

Além das exclusões constantes na cobertura contratada, o seguro de carga não cobre, em hipótese alguma, perdas, danos e despesas consequentes, direta ou indiretamente, de:

  • má conduta intencional do segurado;
  • falta total, parcial ou obtenção de mão de obra de qualquer natureza que seja resultante de qualquer greve;
  • “lock-out”, distúrbio trabalhista, tumulto ou comoção civil;
  • qualquer reclamação com base na perda ou frustração da viagem ou aventura;
  • guerra, guerra civil, revolução, rebelião, insurreição ou comoção civil, resultantes das mesmas;
  • atos de hostilidade de — ou contra — uma potência beligerante.

 

Quanto custa um seguro de carga?

Visto que há grande variação de produtos transportados diariamente, é difícil definir um preço base para o seguro de carga. Além disso, a cotação da seguradora costuma considerar diversos fatores: veículo, destino, distância, coberturas, vigência, perecibilidade, peso, embalagem do produto etc.

No caso de Apólices Abertas, o cálculo é feito multiplicando-se o valor da carga transportada declarada no documento fiscal (IS) pela taxa do seguro, definida na tabela do estado. Depois, soma-se ao valor encontrado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O resultado do cálculo será o prêmio mínimo mensal, ou seja, o valor fixo que o segurado deverá pagar mensalmente à seguradora.

 

Como contratar um seguro de carga?

A contratação da apólice do Seguro de Carga é feita por meio de uma corretora de seguros. Atualmente, não apenas a cotação, mas também a própria aquisição do seguro transporte de carga pode ser feita online com corretoras digitais.

Para cotar o serviço, será necessário preencher um formulário com informações básicas sobre a empresa, as viagens e a mercadoria.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital de seguros, especialista no segmento de transportes que atende clientes de todo o Brasil.

Faça uma cotação de seguro de carga com a Mutuus Seguros!

 

O gerenciamento estratégico de frota não é só preencher planilhas, resolver problemas e acompanhar as demandas dos seus veículos. Pelo menos, não deveria ser. Não nos tempos de hoje, onde a automação dos processos operacionais já é uma realidade.

Neste sentido, um gestor de frota estratégico está menos focado na operação e mais na otimização dos processos através da análise de dados.

Dessa forma, também é possível um maior controle e elaborar táticas para obter resultados em curto, médio e longo prazo.

Primeiro, o que é um gerenciamento estratégico de frota e transporte?

Entenda como o “gerenciamento estratégico de frota” são esforços realizados para automatizar os processos repetitivos dentro de uma operação de transporte.

Além disso, quando falamos em estratégia, estamos nos referindo á utilização de dados para a tomada de decisão. Isso só é possível com o auxílio de um sistema de gestão de frotas adequado.

Assim, pode parecer surreal que um gestor de qualquer setor não tenha que interferir na operação quando é necessário.

Na área de transportes e gestão de frotas não poderia ser diferente. Entretanto, a operação não deve ser de responsabilidade apenas do gestor. 

 

É como se um arquiteto ou engenheiro assumisse o papel do mestre de obras, por exemplo. Possivelmente, ele teria capacidade para isso, mas a quem caberia o papel da gestão da obra? 

Apesar de, geralmente, motoristas experientes e analistas assumirem o posto e possuírem as habilidades para tocar a operação, ela deve ser delegada e gerenciada. De modo a evitar perdas de tempo e permitir que o gestor tenha uma visão mais geral e foco no cumprimento de metas.

 

A construção de um gestor de frota estratégico

Atualmente não temos no Brasil uma formação acadêmica especializada para gestores de frota, o que existe são módulos de gestão de frota nas graduações, especializações e pós-graduações na área de logística.

Enquanto isso, eventos e convenções como o Welcome Tomorrow pautam as novidades do setor de mobilidade e devem estar na agenda de gestores que buscam se aperfeiçoar no cargo, adotando tendências na sua gestão estratégica.

Mesmo que este cargo tenha surgido de modo inesperado, afinal, mecânicos, compradores e financeiros, muitas vezes assumem a função de gestor de frota. Porém é fundamental que você se atualize e busque conhecimento para se aprimorar na atividade.

 

Quais Conhecimentos e Habilidades do Gestor de Frota deve ter para uma gestão estratégica?

Para um gerenciamento estratégico de frota, os seguintes conhecimentos e habilidades básicas são necessárias:

  • Conhecimento de Legislação de Trânsito;
  • Conhecimento de Técnicas de Direção e Segurança no Trânsito;
  • Noções de Mecânica;
  • Gestão de Pessoas;
  • Noções de Logística;
  • Técnicas de Negociação;
  • Gestão de Custos e Financeira.

Como é possível perceber, de uma forma geral não é fácil encontrar graduações e pós-graduações especializadas no gerenciamento da frota. Também não há função interna nas empresas que prepare de forma completa um gestor de frota.

Este cenário, aliado a falta de investimento, propicia que o “Gestor de Frota” passe a ser um profissional que entende muito bem a parte técnica. Porém não faz a sua função de gestor corretamente, pois peca na parte de análise e tomada de decisões. 

Gestão de Dados: uma habilidade-chave para um gerenciamento estratégico de frota!

Com a transformação digital, uma tomada de decisões mais ágil baseada em dados integrados tornou-se uma habilidade chave da chamada gestão 4.0.

Fato é que saber utilizar os dados e acompanhar dashboards tornou-se uma atribuição do gestor de frota. 

Numa operação, vários tipos de dados são gerados e acumulados, seja em planilhas ou relatórios automáticos. 

É papel do gestor utilizar esses dados em favor da empresa, analisando falhas, gargalos e gráficos para tomar decisões estratégicas, baseadas em dados e não em puro “achismo”.

 

Aplicando o Gerenciamento de Frota Estratégico na Prática

Para atingir melhores resultados na prática, é necessário controlar e reduzir os custos de forma totalmente gerencial. 

É fundamental ter uma visão global de todos os veículos e serviços prestados, sempre acompanhando em que áreas é possível melhorar.

Tenha em mente que controlar os custos da frota é uma forma de obter melhores resultados e potencializar os lucros da empresa. 

Uma boa forma de evoluir para um Gestor de Frota estratégico é ter sobre controle o custo total da sua frota por km rodado e por mês. Incluindo todos os custos abaixo:

  • Depreciação/leasing/financiamento;
  • Combustível;
  • Manutenções Preventivas e Corretivas;
  • Pedágio;
  • Multas;
  • Impostos (IPVA, DPVAT, Taxa de Licenciamento);
  • Telemetria/Rastreamento.

O monitoramento da frota também torna possível o levantamento de dados para a formulação de indicadores e realização de análises. Com isso, obtém-se um gerenciamento com maior visão do negócio, possibilitando a tomada de decisões mais estratégicas e menos operacionais.

 

Gestão de Frota: Menos foco na operação e mais na estratégia

Gerenciar é organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho da sua área. 

A gerência deve ser feita sobre coisas, pessoas ou ambos. Afinal o gerente organiza seu ambiente de trabalho, toma decisões, direciona o trabalho de funcionários ou membros de uma equipe. Quando o Gestor de Frota não se atenta a este conceito, ele acaba se tornando um gestor operacional.

 

A SOFIT te ajuda na sua gestão estratégica de frota!

Utilizar um software de gestão de frotas é, entretanto, a melhor forma de alterar o gerenciamento, tornando-o mais estratégico e menos operacional. 

Os sistemas permitem a administração de qualquer tipo ou tamanho de frota, proporcionando ótimos resultados em todos os casos.

Afinal, garantem uma visão do processo e dos gastos, permitindo a detecção de gargalos. Tudo isto através de indicadores prontos, facilitando, assim, muito a gestão de frotas.

 

Caso já esteja preparado e deseje implementar hoje uma gestão estratégica de frota, entre em contato conosco e solicite um teste grátis.

 

 

O controle de custos da frota é a principal preocupação dos gestores. Afinal, custos operacionais desequilibrados acabam atrasando todo o planejamento. Já que, sem recursos, é praticamente impossível pensar em melhorias.

Então, o investimento em um sistema de gestão de frotas fácil de operar e que realmente atenda todas as suas necessidades deve estar no seu radar. 

Vamos mostrar de forma prática como o nosso software faz o controle de custos e, também, contribui para a compreensão do custo por km rodado. 

Continue acompanhando e saiba mais!

 

Controle de Custos da Frota: uma prerrogativa para uma boa gestão

 

 

Todo início de ano é uma oportunidade para gestores de frota realizarem uma análise de tudo que funcionou e, assim, eliminar tudo aquilo que deu errado no último planejamento.

Os custos da frota isolados, apesar de não serem um indicativo completo para a tomada de decisão, devem, afinal, serem considerados e analisados com profundidade através de relatórios e infográficos.

Assim você consegue chegar até a raiz do problema e realizar um trabalho de controle de custos da frota mais eficaz. Sem ter que atirar no escuro.

Vamos mostrar, então, como o Software de Gestão de Frotas da Sofit pode te ajudar nesta importante missão.

 

Controle de combustível: o principal desafio dos gestores de frota

Os constantes aumentos do preço dos combustíveis impactam certamente no controle dos custos de frota. 

Isso porque, além de tentar equilibrar os custos, definindo os melhores postos para abastecimento, o gestor ainda deve monitorar. Cuidando para enviar para as ruas os veículos que consomem menos e analisando possíveis fraudes.

Sendo assim, o controle de abastecimento torna-se uma das tarefas mais importantes para a gestão de frotas.

Como a Sofit pode te ajudar?

O software de Gestão de Frotas da Sofit te ajuda com os seguintes recursos:

  • Possibilita a realização de comparativos por marca e modelo;
  • Aponta o consumo por veículo e por motorista;
  • Identifica as rotas mais eficientes (em termos de consumo de combustível).

Além disso, os nossos clientes têm acesso a um painel completo com informações que auxiliam a tomada de decisão. Tudo isso em tempo real e com a possibilidade de consulta de qualquer lugar.

 

Controle de pneus: equilibrando a vida útil deste item

 

Muitas vezes negligenciado. os custos com pneus estão diretamente relacionados com o processo de manutenção dos mesmos.

A ideia aqui é trabalhar de forma preventiva para aproveitar o máximo dessas peças tão importantes para o equilíbrio dos custos da frota.

Como a Sofit pode te ajudar?

Abaixo, confira como o Sistema de Gestão da Sofit pode contribuir para aumentar a vida útil dos pneus e controlar os custos da sua frota:

  • O software permite o controle do tempo de vida útil dos pneus, um dos fatores principais no cálculo de custo por km rodado;
  • Emite alerta para o momento de realizar a reforma dos pneus; 
  • Aponta as receitas obtidas com o descarte;
  • Fornece um painel com informações gerenciais.

Para saber mais sobre o custo do pneu por quilômetro rodado e traçar um panorama da sua situação atual, considere que:

O custo do pneu por km rodado é calculado pela proporção do tempo de vida útil do pneu versus os custos que a empresa arcou com pneus no mesmo período. 

Feito isso, basta saber qual foi a quilometragem média percorrida nessa mesma janela de tempo. E, então, realizar a conta média do custo com pneu por km rodado.

 

Controle dos Custos com Manutenção: outro desafio para os gestores de frota

 

Imagine ter a sua disposição um software assertivo, capaz de lembrar a você previsões sobre as próximas manutenções agendadas de forma simples e prática?

Por estar em constante diálogo com profissionais do setor e participar das principais discussões sobre mobilidade e gestão de frotas, a Sofit entende perfeitamente esta dor de todo gestor.

É justamente por isso que o nosso Software possui recursos especialmente pensados para auxiliar você nesta tarefa.

Como a Sofit pode te ajudar?

O módulo de gestão da manutenção da frota do SofitView permite o controle de custos no curto e médio prazo. Além de fornecer previsões para as próximas manutenções. 

Ele também permite gerenciar os planos de manutenção e as ordens de serviço abertas, identifica tarefas vencidas e a vencer e registra todas as atividades de manutenção.

Com o controle rigoroso de todas as manutenções, é possível chegar ao custo médio de manutenção por km rodado em determinado período. Incluindo a informação isolada por veículo.

 

Custo Gerais da Frota: mantendo o controle de tudo

Cada veículo gera custos fixos e variáveis. Já fizemos um apanhado geral sobre os principais custos gerais da frota no Blog da Sofit.

Aqui, basta entender que além disso, você precisa gerenciar custos por motoristas, rotas, controles de gastos por viagem.

Provavelmente, como gestor, você também tem que se debruçar sobre orçamentos de custos previstos e realizados. Além de ter que se ater às questões administrativas. Não é mesmo?

A boa notícia é que o Software da Sofit pode te ajudar no controle de custos da frota. Saiba como abaixo!

Como a Sofit pode te ajudar?

Além de oferecer informações a respeito dos custos com combustível, pneus e manutenções, o sistema da Sofit também auxilia no controle de despesas como:

  • Alimentação;
  • Hospedagem;
  • Limpeza, etc.

 

Como você deve saber, esses pequenos custos acabam, portanto, pesando no final do mês. Eles compõem o que podemos caracterizar como “custos invisíveis da frota”. E também devem fazer parte do  custo por km rodado.

 

Quer saber mais sobre a Solução da Sofit para o controle de custos da frota?

Como podemos ver, o software de gestão de frotas permite que seja feito um controle rigoroso e detalhado dos custos que uma frota gera para a empresa, incluindo as despesas geradas por viagem. 

É por meio do controle dessas informações que se torna possível chegar a um valor mais real de qual é o custo por km rodado em determinado período.

Quer saber melhor como a Sofit pode ajudar sua empresa no controle de custos e a aprimorar a gestão de frotas? Entre em contato conosco agora mesmo e tire todas as suas dúvidas!

 

Um gerenciamento eficaz de custos de frota permite aos gerentes a oportunidade de desenvolver um entendimento de todos os aspectos financeiros do negócio – onde e como o dinheiro está sendo gasto e as áreas que precisam ser reduzidas. 

Como em qualquer empresa, os gerentes de frota estão sendo desafiados a reduzir as despesas gerais e a manter os orçamentos.

Para te ajudar a enfrentar este desafio de gestão separamos estas 7 dicas simples. Que você pode consultar sempre que sentir alguma dificuldade em gerenciar o custos de frota. 

Continue lendo e confira!

 

#01. Conheça os fatores de gerenciamento de custos de frota

A gestão de uma frota veicular traz muitos desafios, mas talvez a tarefa mais rigorosa seja o gerenciamento de custos da frota

A organização da sua empresa como um todo e principalmente a sua lucratividade sentirão na pele os efeitos dos custos de frota mal gerenciados.

É comum que novos gestores, ainda sem prática ou experiência na empresa, sintam algumas dificuldades na hora de gerenciar as despesas. Isso acontece, principalmente nos casos em que o gerenciamento é feito de forma manual.

Com tantos custos flutuantes e dados difíceis de interpretar, tendências e deficiências importantes podem passar despercebidos frequentemente.

#02. Separe os custos da frota por fixos dos variáveis

Pode parecer um assunto básico demais, porém alguns gestores de frota não separam os custos de frota de uma forma tão clara. Para otimizar a sua gestão e economizar é importante ficar claro que os custos da frota são divididos em fixos e variáveis. 

Custos fixos não são alterados, independentemente do uso. Eles dependem de fatores externos, além das suas atribuições. Alguns exemplos de custos fixos incluem: 

  • Depreciação
  • Impostos;
  • Licenças e autorizações; 
  • Pagamentos de Empréstimos.

 

Já os custos variáveis ​​variam de acordo com o tamanho e tipo da sua frota. Uma vez que os custos fixos são pré-determinados, você pode se concentrar em como melhorar a eficiência da frota para reduzir os seus custos variáveis. 

Exemplos de custos variáveis incluem: 

  • Combustível; 
  • Manutenção;
  • Multas e Infrações;
  • Substituição de peças. 

 

#03. Foque no custo total de mobilidade (TCM) 

Tudo bem se a sua empresa considera o TCO (Total Cost of Ownership) ou, em tradução livre, Custo Total de Propriedade para conseguir dados sobre o custo real por cada usuário. 

Entretanto, a análise do Custo Total de Mobilidade (TCM) é um componente essencial de qualquer estratégia de otimização dos custos de frota. Portanto, não podemos deixar este tópico de fora ao falarmos sobre gerenciamento de custos.

O TCM vai mostrar para você, gestor de frota, custos com uma abrangência muito mais ampla por veículo, como emissões de CO2, riscos de acidentes e gastos de tempo.

Dessa forma, focar no TCM em detrimento do TCO vai garantir o aparelhamento com uma visão mais integrada de gestão.

#04. Gerencie as despesas de combustível 

Não deve ser surpresa para você: o combustível é a maior despesa contínua da frota. 

Embora o controle do preço do combustível não esteja nas suas mãos, existem algumas formas de reduzir e gerenciar essa despesa que gera tanta dor de cabeça para os gestores de frota. 

Já que o combustível é um custo variável, é fundamental monitorar o custo e o consumo de cada um de seus ativos. 

Sabe como?

Rastreando todos os abastecimentos e tomando nota.

 

Dessa forma, você pode determinar o custo médio por Km para prever despesas futuras. 

Embora alguns gestores ou empresas ainda continuem anotando essas custos em planilhas, essa prática, além de deixar você mais suscetível à erros, dificulta a sua tomada de decisão. Prefira acompanhar tudo em tempo real e ter os seus dados sempre disponíveis.

 

#05. Melhore o seu inventário de peças

As peças de reposição podem representar mais de um terço dos custos com a manutenção de veículos.

Por este motivo, como gestor é crucial seja capaz de evitar que a sua operação pare através de um estoque de peças. 

Entretanto, manter estoque suficiente disponível e comprar peças desnecessárias pode ser muito desafiador. 

Neste caso, um sistema de gerenciamento de frota pode ajudar você, na medida em que através dele, você pode rastrear quantidades, receber notificações e fazer a gestão de inventário e de ordens de serviço.

 

#06. Dimensione corretamente a sua frota

Já falamos sobre dimensionamento de frota aqui no blog da Sofit. A questão aqui, é parar e se perguntar:

Será que você está utilizando seus ativos da melhor maneira possível? 

O dimensionamento correto da sua frota é uma etapa importante para reduzir a manutenção, o combustível e o custo total da sua frota. 

Dois fatores principais para dimensionar corretamente sua frota são a utilização de ativos e a substituição de veículos. 

Pense em como você está usando seus ativos e se eles estão afetando negativamente seus resultados.

 

#07. Desenvolva um plano de substituição de veículo

Ativos com baixo desempenho podem. afinal, custar a você despesas não planejadas, além de tempo de inatividade.

Normalmente, os gestores recorrem à substituição de veículos. O que provavelmente é a saída mais cara para a empresa.

Sobre isso, pense da seguinte forma: manter veículos que precisam constantemente de reparos pode até evitar grandes despesas, mas isso pode representar milhares em longo prazo.

Se for caso de substituição, considere então adquirir veículos que consumam menos combustível. Já que, como falamos anteriormente, esse é o maior gasto da sua frota de veículos.

 

A Sofit tem a ferramenta certa para ajudar no gerenciamento do custos de frota!

Gerenciar os custos de frota também pode ser uma tarefa árdua e contínua. Por isso, é crucial contar com tecnologia de ponta. 

Afinal, um gestor precisa ter informações importantes sempre disponíveis para facilitar a tomada de decisão.

Se este for o seu caso, entre em contato com a gente! Solicite um teste grátis hoje mesmo!

 

Quando falamos de trânsito, a análise do perfil do condutor é uma das atribuições mais importantes dos gerentes de frota.

Essa verificação se torna necessária para alinhar o comportamento dos motoristas com a política da sua empresa. Como para também evitar que colaboradores juntem-se a sua organização sem ter um perfil adequado.

Além disso, o cuidado com o gerenciamento dos motoristas também representa o cuidado do gestor com o nome da empresa. Afinal são eles que estão na rua, todos os dias, nas estradas e lidando com clientes.

 

Para entender mais sobre a importância deste assunto a aprender a determinar o melhor perfil para a sua frota, confira o nosso artigo de hoje!

 

O que é o perfil do condutor?

Pelo menos 1 entre cada 4 motoristas são perigosos e impulsivos e utilizam o veículo como uma extensão da sua personalidade. Esse dado impressionou você? Certamente.

 

Este dado, extraído em um renomado estudo conduzido pelo gabinete Bernard Krief, ainda em 95. Nem considerava a pressão promovida no trabalho ou pelo uso dos smartphones, por exemplo.

 

De lá pra cá, muita coisa mudou, mas seguramente o trânsito e os índices de estresse gerados por ele aumentaram. Logo, o perfil do condutor, nada mais é do que um retrato deste conjunto dividido em arquétipos para uma análise mais facilitada.

 

Por que é tão importante avaliar o comportamento dos motoristas?

Para empresas que empregam motoristas, a otimização do gerenciamento dessa força de trabalho é uma atividade comercial importante e muitas vezes esquecida e que pode ter um impacto significativo nos resultados financeiros.

 

Isso é particularmente verdadeiro para empresas de pequeno a médio porte, nas quais o proprietário ou gerente geral geralmente toma as decisões de gerenciamento de frota.

 

Logo, podemos notar que o sucesso no gerenciamento de frotas está intimamente ligado à capacidade que o gerente tem de liderar e administrar a sua equipe nos mais diversos níveis, ou seja, desde os cargos administrativos, até os motoristas.

Mas onde queremos chegar?

 

Queremos dizer que avaliar o perfil dos motoristas é exige o trabalho baseado em parâmetros sérios e concretos.

Caso o processo de seleção, remanejamento e até mesmo o de desligamento não seja conduzido de forma equilibrada, a sua gestão de frotas tende a passar por uma cadeia de problemas e a pagar por isso (financeiramente).

 

Quais os perfis de condutores mais comuns?

Pesquisas estabelecem e categorizam diversos tipos de condutores. Trouxemos os mais comuns encontrados nas empresas de frota brasileiras para você conferir. Vamos lá?

 

1. Tranquilo

Há condutores que naturalmente possuem um perfil mais calmo e sossegado, em detrimento do trânsito estressante das grandes cidades.

Caso a sua frota trabalhe com o transporte de passageiros, principalmente de crianças e idosos, este é um perfil a ser considerado. Afinal, motoristas tranquilos mantêm a calma no dia a dia, evitando brigas, acidentes e conflitos mais graves.

Entretanto, para empresas que prezam pela agilidade na entrega, talvez indivíduos com o perfil mais tranquilo não sejam ideais. Já que estes podem encarar atrasos, como fatores comuns.

 

2. Confiante

A confiança é uma via de mão dupla, no caso da análise do perfil do condutor. Sabe por que?

Acontece que esse tipo de motorista está certo sobre as suas habilidades e capacidade de condução. E isso pode levar ao cometimento de ações mais impulsivas e até a quebra de procedimentos básicos de segurança.

Na sua gestão, é importante trazer o melhor lado deste perfil à tona através de um trabalho estratégico. Considere, por exemplo intensificar a promoção de ações de direção defensiva e abra o jogo sobre violações e multas de trânsito cometidas pela sua empresa.

  1. Responsável

Chegamos a um perfil ideal para frotas de veículos mais pesados e que trabalham com uma logística mais apurada, como caminhões.

Sempre atento à práticas de boa condução e a segurança, este é o tipo de motorista que vai se preocupar com a revisão antes de uma longa viagem, prezando sempre pela forma segura e responsável de conduzir.

De certo modo, este perfil tem alguma semelhança com o tranquilo, entretanto ele é mais amparado pelas normas e aspectos técnicos do ato de dirigir.

4. Impulsivo

Um alto índice de acidentes e problemas de trânsito geralmente tem relação com motoristas de perfil impulsivo. Este motorista costuma ser passional e se envolver com mais facilidade em conflitos diários no trânsito.

Para a gestão de frotas, este é o perfil de condutor mais difícil de lidar, afinal, acidentes e multas prejudicam o próprio indivíduo, além das finanças e a imagem da sua empresa. Por isso, fique atento!

Caso não consiga controlar a impulsividade dos seus condutores, cabe pensar no desligamento deste perfil e até em ações para otimizar o seu processo de seleção, para que motoristas assim nem cheguem a compor o seu quadro de funcionários.

Que problemas podem ser evitados com a análise do perfil do condutor?

 

A dificuldade de trabalhar sob pressão, aliadas à personalidade do motoristas e o estresse provocado pelo trânsito diário das principais capitais e estradas brasileiras podem gerar um efeito explosivo na sua empresa.

 

Altos índices de acidentes, multas, problemas com o seu atendimento e até insatisfação dos clientes podem ter ligação com o perfil dos condutores que você escolhe para a sua frota.

 

Portanto, cabe dar a devida importância para o processo seletivo, por exemplo e conduzir também avaliações periódicas que podem indicar casos de estresse e estafa no trabalho.

 

Como gestor, você deve ter a autonomia de gerenciar esses motoristas mais problemáticos e tomar atitudes com base nas políticas internas da sua empresa a fim de evitar maiores problemas.

 

 

Afinal, como determinar o perfil do condutor adequado para a sua empresa?

A principal maneira de determinar o perfil de condutor adequado para sua empresa é verificar a sua missão e valores.

Qual imagem a sua empresa deseja transmitir para os clientes e sociedade em geral?

A partir daí, você deve estabelecer uma relação mais próxima com o setor de recursos humanos da sua empresa. A fim de elaborar testes amparados por estudos psicológicos sobre o perfil dos condutores.

Adicionalmente, conduza treinamentos e análises periódicas. Assim, você avalia desvios de perfil ou até mesmo casos de estresse. Esses casos podem levar a comportamentos perigosos quando o assunto é trânsito!

 

Gostou do nosso artigo? Conte sempre com a Sofit caso tenha alguma demanda especial de gestão de frotas!

teste grátis software para gestão de frota

Como gestor de frotas, em algum momento já deve ter ficado perdido tentando guardar as notas de abastecimento para realizar reembolso no fim do mês. Essa é uma situação comum, contornada com a utilização de um cartão combustível.

 

Assim, existem diversas opções no mercado, como o cartão Petrobrás e Ticket Car, que permitem, entre outras coisas, agilizar o abastecimento dos veículos, além de quitar outros serviços, como lavagens, manutenções e ainda assistência 24h.

 

Tudo parece muito vantajoso, mas, então, como tirar o máximo potencial do cartão combustível e utilizar este recurso para facilitar a sua gestão de frotas?

 

Acompanhe o artigo de hoje e descubra!

 

Afinal, o que é o cartão combustível?

Basicamente, um cartão de combustível funciona como um cartão de crédito exclusivo para pagar despesas com os combustíveis da frota, além de outros serviços básicos de manutenção de veículos.

Há, também, alguns cartões pré-pagos, que facilitam o controle do orçamento e evitam aquelas despesas extras que acabam saindo do controle do gestor.

Para empresas que possuem frotas de veículos, os cartões combustível já são uma realidade. As operadoras de cartão estão visualizando um aumento da adesão ao serviço, que depois da estabilidade em 2017, apresenta tendência de crescimento desde 2018, segundo executivos do setor.

 

Como funciona o sistema do cartão combustível?

A grande maioria dos cartões combustível possui um sistema onde é possível acompanhar os gastos com abastecimento em tempo real, o que colabora, então, para a gestão de frotas.

A adesão costuma ser simples, assim como a definição dos créditos. Abaixo, listamos alguns pontos que você deve atentar antes de escolher um cartão de combustível para a sua frota:

  • Verifique o prazo de entrega para a sua região;
  • Confira se há alguma taxa administrativa;
  • Veja a lista de estabelecimentos/postos onde o cartão é aceito;
  • Serviços extras que o cartão pode pagar;
  • Funcionalidade mobile;
  • Recursos de gestão que a plataforma oferece.

 

Analisando, enfim, todos esses pontos é possível aproveitar o máximo do seu ticket de combustível e não ter surpresas depois de contratar.

 

Quais os tipos de cartões de combustível disponíveis?

Como informamos, existem diversos tipos de cartões disponíveis no mercado. Separamos, então, 5 deles para que você possa comparar e escolher aquele que seja mais adequado para a sua região e para as suas demandas de gestão de frotas. Confira:

1.   Cartão Petrobrás

  • Taxa de Adesão: Não
  • Anuidade: Não (Promocional)
  • Área de Cobertura: Todo o Mundo (Postos Petrobras e Lojas BR Mania)
  • Extras: Clube de Pontos com descontos para parceiros

 

Um dos mais populares, o cartão da Petrobrás não cobra taxa de adesão e ainda possui um clube de vantagens. É administrado pelo Banco do Brasil e pode ser aceito no mundo inteiro. O cartão também é aceito nas lojas BR Mania e em outros abastecimentos que aceitem a bandeira Visa.

2.   Cartão Ticket Car

  • Taxa de Adesão: Sim
  • Anuidade: Proporcional ao faturamento
  • Área de Cobertura: É possível consultar
  • Extras: App de Gestão e Acompanhamento

 

O cartão combustível Ticket Car promete eliminar os complicados reembolsos e se adaptar à realidade das empresas. Para os gestores, a administradora do cartão disponibiliza ainda um app, onde é possível acompanhar em tempo real os gastos com o abastecimento dos veículos.

3.   Cartão Shell

  • Taxa de Adesão: Não Informado
  • Anuidade: Isento nos primeiros 3 meses
  • Área de Cobertura: É possível consultar
  • Extras: Descontos em produtos e serviços Shell.

 

O cartão Shell é aceito em todo o país e um dos seus grandes diferenciais é o desconto de até R$ 0,10 por litro de combustível abastecido nos postos credenciados. Para aderir, é preciso preencher uma proposta online. O cartão é administrado pelo Banco Santander.

4.   Cartão Ipiranga

  • Taxa de Adesão: Não Informado
  • Anuidade: Sim
  • Área de Cobertura: Todo o Brasil
  • Extras: Clube de Vantagens para troca de produtos

 

Assim como o cartão Shell, o cartão Ipiranga proporciona descontos em todos os postos da rede. Ele é emitido pelo banco Itaú e é possível contar com 2 modalidades distintas: O Flex e o Carbono Zero. Assim como os demais, possui um clube de vantagens que oferece serviços para trocas de produtos.

5.   Cartão Flex Car

  • Taxa de Adesão: Grátis
  • Anuidade: Não Informado
  • Área de Cobertura: Todo o Brasil (Inclusive alguns estacionamentos e lava-jatos)
  • Extras: É multimodal

 

O cartão Flex Car é administrado pela Alelo/Bradesco e é também uma boa opção para empresas de frota. Trata-se de um cartão pré-pago e, por isso, serve para gestores que necessitam ter os gastos sob controle.

 

Quais as vantagens do cartão combustível para a gestão de frotas?

Já falamos em outros artigos como a integração e a centralização de informações é importante para uma gestão de frotas mais assertiva.

O cartão combustível colabora, também, com o gerenciamento da sua frota na medida em que centraliza o pagamento e possibilita. enfim, um melhor acompanhamento dos custos através de um painel de controle digital.

Além disso, confira outras vantagens proporcionadas pela utilização do cartão combustível:

Ajuda a evitar fraudes na gestão de frotas

Infelizmente, é preciso estar atento para possíveis fraudes na gestão de frotas. Já que, nenhum gestor está isento deste tipo de irregularidade. Gastos duvidosos com abastecimento, desvios de rotas entre outras situações fazem, então, com que os gestores tenham que gastar mais. Com um cartão de combustível, você vai saber exatamente onde o dinheiro foi utilizado, além de, assim, ter a opção de limitar os gastos.

Economia com abastecimentos e serviços

A grande parte dos cartões combustível não possui taxa de anuidade, um empecilho para gestores que desejam contratar o serviço. Quando colocado na balança, a economia é maior do que o investimento, o que garante um ROI positivo para a empresa

Facilita a gestão

Os cartões combustíveis disponibilizam plataformas e relatórios simples que auxiliam o controle e centralizam todas as informações. Algo importante para qualquer empresa que busca por mais clareza e agilidade no controle de abastecimento e de pequenos serviços, sem precisar realizar reembolsos, diminuindo consideravelmente o tempo investido em tarefas administrativas.

 

Afinal, vale mesmo a pena investir em um cartão combustível?

Mesmo que você possui uma quantidade pequena de veículos para gerenciar, vale ficar de olho em qualquer alternativa que automatize a gestão. Isso pode ser crucial para o crescimento da sua organização como um todo. Além disso, a oscilação do preço dos combustíveis.

Conseguimos tirar as suas dúvidas sobre o cartão combustível? Esperamos que sim! Se você chegou até aqui, o que acha de conhecer uma solução que vai ajudar a automatizar a sua gestão de frotas?

 

Você sabe o quão importante é a integração de dados na gestão de frotas? Gestores que desejam estabelecer uma estratégia de gerenciamento de frota ou decidir mudar para um novo provedor, devem procurar por uma solução que se integre às suas tecnologias e demandas atuais.

Integrações significam um retorno muito mais rápido de informações, tomada de decisões estratégicas e, consequentemente, um maior retorno sobre o seu investimento.

É por isso que a integração de dados da gestão de frotas é um assunto que deve estar sempre em pauta na sua empresa. Confira o nosso artigo de hoje e entenda mais sobre o tema!

Integração de dados na gestão de frotas, o que realmente significa?

Como gestor de frotas, você lida diariamente com dados. Possivelmente você deve acompanhar processos e procedimentos tais como:

  • Dados de entrada e saída de veículos; 
  • Monitora entregas e abastecimentos; 
  • Verifica a ocorrência de multas
  • Confirma os dados dos seus motoristas, além de outras coisas. 

Presume-se que você faça isso diariamente, com a utilização de um sistema de gestão de frotas, ou até mesmo de planilhas e que nem sempre tem todos os dados em um só lugar.

A integração de dados na gestão de frotas é justamente isso, a disposição de dados estratégicos da sua frota centralizados e sempre à sua disposição quando necessário.

Qual a importância de ter dados integrados?

Pense nos dados fornecidos pela sua frota como uma pedra preciosa bruta. 

Quando devidamente lapidados eles passam a possuir um valor inestimável para a receita e gestão da sua empresa.

Mas alavancar todo o potencial dos dados da sua frota pode ser uma tarefa enorme. Você pode sim  obter uma vantagem competitiva integrando dados em tempo real de praticamente qualquer fonte quando escolhe um sistema que permite toda essa integração.

Hoje em dia, qualquer empresa que deseja obter um crescimento exponencial conta com dados integrados, pois, além de outras vantagens, a integração permite:

  • Tomar decisões estratégicas com mais assertividade e agilidade;
  • Evitar com que erros e desperdícios de rotina continuem a ocorrer;
  • Descobrir falhas e gargalos no seu processo e corrigi-los;
  • Verificar onde a sua empresa está gastando mais do que o necessário.

Quais os erros dos gestores ao estabelecer uma gestão de frotas integrada?

Entre os principais erros cometidos pelos gestores na gestão de frotas, é comum que o mau manejo dos dados da frota esteja entre eles.

Gestores mais “tradicionais” acabam deixando a inovação de lado e, assim, regularmente, insistem em manter e acompanhar dados com o auxílio de planilhas, por exemplo.

Já que, estamos vivendo uma revolução no que diz respeito à gestão, armazenamento e integração de dados e isso deve, então, ser aplicado também na gestão de frotas, não acha?

Toda a complexidade de operações de sua frota não devem estar dispostas em uma pilha de planilhas de excel. Isso é um erro que podem desencadear problemas, assim, como a omissão de um dado importante e o desperdício de recursos.

Por que dados integrados facilitam a análise?

Você deve perceber que o seu tempo como gestor de frotas é precioso. Por isso, pense bem antes de investí-lo na construção de informações de forma manual (realizando registros e inserindo dados em planilhas, por exemplo).

Concentre-se na análise dos dados!

Mas você só vai conseguir cumprir essa missão caso estabeleça uma cultura de integração de dados na gestão de frotas.

A prática de integrar dados de telemetria, pedágio, locadoras, manutenções entre outros, tudo num só lugar, colabora com o conceito de gestão 2.0. Onde todos os dados da frota estão integrados e ao alcance do gestor.

Os desafios da integração de dados na gestão de frotas

Muitas empresas fazem uso de sistemas de gerenciamento de frota há poucos anos. Antes disso, utilizavam apenas planilhas. Se você é uma delas, ainda pode estar tentando entender toda a complexidade que vêm com a tecnologia. 

Mas é provável que reconheça a riqueza de oportunidades nos dados do gerenciamento de frota!

Um desafio que muitos gestores de frota enfrentam é uma quantidade de dados gerados pelos sistemas. 

Afinal, o que fazer com eles?

Uma frota pode gerar milhões de dados, é fato. E, muitas, vezes, o acesso a uma quantidade grande de dados pode até dificultar a identificação de problemas que impulsionam os custos, por exemplo.

Outro desafio é saber como usar os dados para efetuar uma mudança real em nível organizacional. Uma coisa é reconhecer a importância dos dados para uma empresa… outra é saber usá-la para melhorar as operações. 

Todos esses desafios são “problemas bons” de se enfrentar. Afinal, se a sua empresa já tem acessos a dados estratégicos, significa que possui dados integrados.

Quais dados precisam ser integrados e analisados?

Alguns dados que aparentam ser simples podem ser integrados para que você identifique padrões, gargalos e otimize os seus processos. Eles incluem comportamentos de motorista, manutenção de veículos e consumo de combustível. 

Perceba que são dados facilmente disponíveis, mas que, quando integrados, podem fornecer informações suficientes para:

Outros dados que podem ser vitais para sua organização incluem:

  • Custo por quilômetro rodado;
  • Frequência da Manutenção Preventiva;
  • Tempo ocioso;
  • Tempo estimado de chegada.

Como escolher uma solução para a integração de dados na gestão de frotas?

Uma plataforma de gestão de frotas pode ser a sua principal parceira de integração e análise de dados da sua frota. Busque uma ferramenta compatível com a integração de dados que você precisa analisar para gerir a sua frota de forma estratégica.

Lembre-se de que uma solução centralizada, ou seja, que se integra facilmente com outros softwares e sistemas, ajuda a simplificar a sua rotina diária. 

Em muitas organizações, gerentes de frota controlam custos e maximizam a rentabilidade. Fazer isso com o auxílio de uma ferramenta de gestão de frotas pode trazer resultados incríveis para a sua organização.

O que achou do nosso artigo sobre integração de dados na gestão de frotas? A sua ferramenta de gestão possibilita fazer tudo isso? O que acha de conversar com um dos nossos consultores e testar grátis a solução que a Sofit já oferece a vários gestores de frota do Brasil? Agende já a sua demonstração!