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A história que vamos contar a seguir é real e faz parte da realidade de muitos gestores de frota que pensam na segurança da frota no trânsito. Utilizamos nomes fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Mas, com certeza, você irá se identificar com o relato abaixo.

 

Por que gestor de frota começou a priorizar a segurança da frota no trânsito

Nem redução de custos, nem a eterna busca por mais eficiência e produtividade, a mais importante missão do Gestor de Frotas é salvar vidas. “Eu gerenciava uma frota de pelo menos 100 veículos de grande porte. Esses caminhões rodavam as estradas do Brasil com a logo da minha empresa. Numa reunião, tive a triste notícia do afastamento de um colaborador querido por todos devido a um acidente de trânsito. Então eu percebi: não eram números, eram vidas. Vidas sob a minha responsabilidade”.

Esse é a história de Álvaro, gerente de frotas em uma empresa de transporte há quase 10 anos. A rotina dele, muito provavelmente é parecida com a sua. Confere relatórios gerados pelo sistema e compara os custos com o do mês anterior. Confere, também, se as manutenções estão acontecendo como o programado e comanda reuniões periódicas sobre segurança da frota no trânsito.

 

Até aí, tudo bem. Entretanto, Álvaro percebeu que a dura realidade é que muitos gerentes seniores não conseguem enxergar a segurança da frota como uma prioridade. E as ideias, bem, elas ficam apenas no campo das ideias.

 

Você até pode discordar e dizer que na sua empresa a segurança da frota é sim uma das principais preocupações. Mas, o fato é que, na maioria dos casos, as conversas nas reuniões não se traduzem em ações.

 

Segurança da frota no trânsito: Concentrando-se no condutor e não no ativo

Um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação mostrou que em 53,7% o Fator humano é principal causa dos acidentes no Brasil. Ou seja, o motorista é o principal responsável pela sua segurança e o gestor de frotas é o responsável por todos esses condutores.

Álvaro também constatou que a qualidade da formação dos motoristas era baixa. “Somos praticamente adestrados a tirar a carteira de habilitação. Não há um elo entre a teoria e a prática. Decoramos placas e não sabemos que atitude tomar diante delas e quais são as consequências das nossas falhas”.

 

Agora imagine que você tem um problema parecido com o do nosso gestor de frotas. Tem uma grande quantidade de ativos para gerenciar. E também já perdeu as contas de quantas reuniões, palestras e avisos colocou na empresa para alertar sobre a segurança da frota no trânsito. Mas nada de concreto realmente foi feito.

 

Foi por isso que Álvaro decidiu buscar apoio na tecnologia disponível no mercado para evitar acidentes e salvar vidas no trânsito. Naquele momento, muitos achavam perda de tempo investir em um novo sistema de gestão. Mas ele decidiu agendar uma demonstração do sistema da Sofit e conseguiu enxergar uma solução para garantir a segurança dos seus condutores.

 

Buscando apoio em tecnologia 

Recursos como Planos de Manutenção e Ordens de Serviço Automáticos. Também o acompanhamento de manutenção preventiva via e-mail e um Ranking de motoristas envolvendo multas e infrações. São ferramentas que, enfim, possibilitaram que Álvaro programasse ações que, de fato, impactaram na rotina dos condutores da frota.

 

Outro problema que ele conseguiu solucionar foi o controle de pneus. Álvaro tinha consciência de que a maioria dos acidentes ocorria pelo excesso de velocidade. Quando juntava isso a má condição do pneu, era acidente da certa. 

Com a Sofit, ele consegue agora agir de forma preventiva: tem acesso a um checklist via app para ver condições da segurança, conseguindo programar reparos antes mesmo que o condutor chegue ao pátio da organização.

Álvaro também contou com um diferencial da Sofit: uma consultoria com um gestor experiente e assim, conseguiu elaborar um calendário de ações com foco em segurança da frota no trânsito.

Agora, os condutores que Álvaro gerencia contam com capacitações programadas e segmentadas (de acordo com o ranking). Também ficou muito mais fácil acompanhar as manutenções programadas e criar planos de manutenção para os veículos da sua frota.

Com o apoio da tecnologia da Sofit, Álvaro pode enfim ter acesso a dados que passaram a direcionar as suas ações de segurança da frota no trânsito. Claro, de uma maneira mais assertiva. As ideias passaram a se transformar em ações e os condutores jamais foram vistos como apenas mais um ativo da sua empresa novamente.

 

Esperamos que essa história tenha feito você perceber o quão importante é tomar ações concretas de segurança no trânsito. Pense em quantas vidas, você, enquanto gestor de frotas é responsável e comece a sair do campo das ideias. Conte com a gente nesta missão.

Um assunto delicado sobre o qual nenhum gestor está isento de enfrentar é a fraude na gestão de frotas. 

Quando as contas não batem, os dados cruzados não condizem e os custos com a gestão de frota são elevados demais, pode ser que a sua empresa esteja sendo vítima de uma fraude.

As causas podem ser inúmeras, desde o desvio de recursos e usos inadequados dos veículos. A boa notícia é que hoje já existem protocolos e ferramentas que podem ser adotadas para reduzir prejuízos e evitar fraudes.

Saiba mais sobre o assunto ao longo do nosso artigo!

 

O que pode ser considerado como “fraude na gestão de frotas”?

A fraude na gestão de frotas é caracterizada por qualquer prejuízo causado pelo desvio de conduta dos seus colaboradores, causada principalmente pela ausência de uma cultura empresarial forte e pela falta de um sistema de controle o monitoramento de veículos.

De acordo com dados da AGEV (Associação de Gestão de Despesas de Veículos), os prejuízos com fraudes representam para a gestão de frotas um gasto de 30% das despesas totais.

E os principais motivos? Confira a seguir!

 

Afinal, por que as fraudes acontecem?

A fraude na gestão de frotas geralmente está diretamente associada com os problemas para manter um controle eficaz sobre os processos de abastecimento e de manutenção.

Entretanto, o seu processo de gerenciamento também desenha um quadro propício para as fraudes, caso não seja conduzido de maneira assertiva. Note que por mais que o gerenciamento seja eficaz, ele não está imune às fraudes.

Confira abaixo algumas situações que colaboram com a fraude na gestão de frotas:

  • Processo de contratação de colaboradores falho, que não permite avaliar as competências e alinhamento do motorista;
  • Falta de uma cultura de relacionamento com os colaboradores. Empregados engajados, que “vestem a camisa” geralmente são mais confiáveis.
  • Falta de controle e monitoramento de veículos. Hoje em dia, um software de gestão de frotas é essencial para evitar fraudes.

 

Em resumo, a sua falha em gerenciar a equipe e em todo o processo de monitoramento da frota colaboram com fraudes na gestão de frotas.

 

Quais os sinais de alerta e que ajudam a identificar que há algo errado?

Como gestor de frotas, é seu dever verificar se os números estão batendo e se os gastos com combustíveis ou manutenção estão realmente de acordo com a realidade. Qualquer alteração estranha é digna de nota e de uma investigação mais apurada.

Abaixo, listamos algumas situações que servem como sinais de alerta. Caso ocorram com frequência na sua organização, tenha muito cuidado! Elas podem ser um indicativo para a fraude na gestão de frotas. 

Confira:

Desvios de rota

O gestor precisa exigir uma justificativa para todo e qualquer desvio de rota que, porventura, venha a ocorrer. Para que fraudes neste quesito não venham a ocorrer, é importante manter um planejamento de rotas de entrega sempre atualizado para ter certeza de que o motorista está seguindo o caminho mais econômico e seguro.

Cargas Defasadas

Se você trabalha com transporte de cargas, certamente já teve que se deparar com situações em que um veículo transporta uma carga excedente sem motivo aparente. Em geral, a carga defasada tem ligação com o desvio de mercadoria dentro do estoque da empresa. É preciso estar atento e checar todos os itens da carga, além de manter o controle dos pedidos e entregas sempre em dia.

Irregularidades no abastecimento

A burla mais comum está relacionada ao processo de abastecimento. Desconfie quando uma grande quantidade de abastecimento é registrada fora do horário de trabalho ou durante os finais de semana. Outra forma de verificar a fraude é analisar o volume do abastecimento — se é muito maior que a capacidade dos tanques e se o consumo médio está elevado. 

Roubo de Combustível

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O furto de combustível é outro ponto que não podemos deixar de citar. Existem casos, inclusive de motoristas que colaboram com a situação. A atividade criminosa geralmente acontece quando os veículos param em um lugar específico, como uma borracharia, por exemplo. O combustível é vazado com a ajuda de mangueiras e galões.

Manutenções Indevidas

Onde a manutenção dos seus veículos é realizada? Você tem uma equipe interna ou delega o serviço a uma oficina terceirizada? Lembre-se de manter um histórico apurado dos ciclos de manutenção, pois, as fraudes são comuns durante este processo. 

 

Como proceder em caso de fraude na gestão de frotas?

Então você identificou uma fraude, mas o que fazer agora?

Antes de mais nada, é preciso ter provas concretas e sempre agir com muita ética para evitar situações embaraçosas ou até mesmo processos judiciais contra a sua empresa. De posse das provas, chame imediatamente os responsáveis e relate o ocorrido.

O próximo passo vai depender da gravidade da situação e da política interna da sua empresa. Em alguns casos, o desligamento dos funcionários envolvidos com a fraude é o melhor caminho. Em outros, pode ser que um alerta seja suficiente.

De toda forma, preocupe-se em corrigir e equilibrar os seus custos e verifique como a sua empresa poderia ter evitado aquela situação.

 

Que medidas podem ser adotadas para evitar fraudes e adulterações na sua gestão?

Um software de gestão de frotas realmente funcional e intuitivo é um parceiro fiel na prevenção de fraude na gestão de frotas.

Além de facilitar o cruzamento dos dados, o controle tecnológico é menos propício à falha e com a orientação e treinamento adequado, a sua organização terá uma resistência maior quando o assunto for fraudes.

Soluções como o controle de combustível, gestão de manutenção e o controle de viagens são itens obrigatórios para uma gestão de frotas eficiente e resistente à fraude.

E você, enfrenta ou já enfrentou situações de fraude na gestão de frotas? Saiba como a SOFIT pode ajudar a sua empresa a evitar situações como as descritas neste artigo. Não perca mais dinheiro! Conheça a nossa solução e solicite um teste grátis.

 

Gestão de Multa sempre é uma dor de cabeça e no caso do gestor de frotas não é diferente. Caso não realize os procedimentos corretos a empresa pode pagar caro.

Como nem sempre os colaboradores dão atenção a este fato, cabe, então, ao gestor cuidar para que a gestão de multa seja eficiente.

Já foi multado? Vamos ajudar você a evitar gastos indevidos com multas e, também, evitar que seus motoristas atinjam o limite de pontos na carteira. Prejudicando, assim, a sua operação.

 

O que é a gestão de multa?

O processo administrativo ocasionado pela multa é enviado sempre para o proprietário do veículo, no caso de frotas corporativas, para a empresa, através de remessa postal.

 

A gestão de multas de trânsito engloba o que você faz ao receber o comunicado e compete também às medidas preventivas que a empresa realiza para evitá-las.

 

Quando você lida com poucos condutores e carros, este processo pode ser realizado manualmente, mas uma frota corporativa maior exige um software de gestão de frotas que automatize e facilite essa gestão.

 

SAIBA MAIS: Gestão de Multas e Sinistros da Sofit

 

Uma boa ferramenta, permite, por exemplo que você cruze dados de entrada e saída dos motoristas com os dados da infração, o que facilita a identificação do condutor.

Por que a gestão de multa é fundamental para a gestão de frotas?

 

Cedo ou tarde, mesmo os melhores motoristas estão suscetíveis a cometer uma infração no trânsito.

 

Imagine uma empresa de prestação de serviços que realiza entregas diárias: caso os condutores responsáveis pela infração não sejam identificados, a sua empresa pode receber uma nova infração. Ou seja, o valor da multa é dobrado.

 

É por isso que uma gestão de multa mal executada pode comprometer boa parte do seu orçamento mensal, por isso, além de necessária, ela é uma atividade vital na gestão de frotas como um todo.

 

Confira outros benefícios de uma gestão de multas bem executada:

 

Menos perda de ativos

Lembre-se que mesmo que o gestor de frotas adote um controle severo, o pagamento das multas sempre vai recair sobre a empresa, a menos que seja realizado um acordo prévio com o condutor, portanto, economizar no caso de multa, nunca é demais. Negligenciá-las só vai gerar um efeito cascata para a sua empresa.

A gestão de multa melhora a Imagem corporativa

A imagem corporativa é um ativo importante para qualquer empresa. No caso das frotas corporativas, este item é bastante considerado, basta verificar a quantidade de adesivos: “Como Estou Dirigindo”. Comum no caso de frotas de ônibus, por exemplo.

Isso se deve ao receio de ter a imagem da empresa vinculada à barbaridades e infrações no trânsito.

 

Responsabilidade Social

Além de evitar danos financeiros e físicos uma boa gestão de multas contribui para um trânsito melhor e mais seguro para todos.

 

Quais os tipos de multas mais aplicados às frotas corporativas?

Existem dois tipos de multas no caso das frotas corporativas: aquelas que dizem respeito à empresa e aquelas em que o condutor é o responsável.

 

Por isso, antes de autorizar as viagens e entregas, é muito importante que o gestor de frotas evite que a negligência de pequenos detalhes. Como: documentação e o estado de conservação dos veículos convertam-se em infrações indesejadas.

 

Muitas vezes negligenciado, o estado físico do carro ou caminhão é um dos grandes motivos que fazem com que o motorista seja multado. E, claro, a culpa é totalmente da empresa. O Código Trânsito Brasileiro (CTB) prevê até a apreensão do veículo, em alguns casos.

 

Confira abaixo, alguns tipos de multas comuns no caso de frotas corporativas:

 

  • Transitar além da velocidade permitida – multa mais comum no caso de frotas corporativas que gera infrações até gravíssimas, de acordo com o CTB no Art. 218;
  • Excesso de carga ou de passageiros – infração é considerada grave, de acordo com o inciso IV, do Art. 231 do CTB;
  • Problemas com a regularização do veículo – como determina o Art.257 do CTB.

 

Que procedimentos adotar no caso do recebimento de multas?

Indique o condutor

Além da multa, o motorista infrator sofre também a perda de pontos na carteira. Caso você não indique o condutor responsável pela infração ele vai receber o desconto nos pontos. E, também,  sua empresa vai receber uma nova penalidade, chamada de multa NIC.

Para evitar isso, basta preencher o formulário obrigatório e enviar ao órgão que fez a notificação.

Cuide do controle de veículos e condutores

É preciso que o gestor de frotas tenha à sua disposição dados atualizados. Para, então, realizar o controle de veículos e, também, dos motoristas corretamente.

O prazo para a indicação do condutor deve ser respeitado. E, claro, seguido à risca para evitar a multa NIC (Não Indicação de Condutor).

É por isso então que a utilização de um sistema de gestão de frotas eficiente se faz tão necessária.

 

Trabalhe com conscientização e capacitação de motoristas

Para evitar multas e agir somente quando recebe notificações o gestor de frotas adota medidas preventivas a fim de evitá-las.

O ideal é cuidar dos seus colaboradores desde o ato da contratação. Estabelecendo condições de trabalho, habilidades necessárias e treinamentos recorrentes para os motoristas da frota.

 

É possível recorrer às multa?

É possível que os órgãos de fiscalização de trânsito cometam erros.

Neste caso, não é impossível recorrer às multas aplicadas. Caso este seja o seu caso, adote medidas simples para facilitar a sua vida quando for recorrer:

 

  • Mantenha o seu endereço sempre atualizado – Assim você recebe todas as notificações e não corre o risco de receber multas sem nem ficar sabendo.
  • Estude as leis de trânsito – a melhor maneira de recorrer é utilizando as leis em seu favor, por isso, fique atualizado e utilize os artigos do CBT quando for recorrer;
  • Avalie erros no auto de infração – A notificação está de acordo com as informações do auto de infração? Ou a autoridade demorou mais de 30 dias, contados do auto da infração, para enviar uma notificação? Solicite o arquivamento!

 

Conte com a Sofit para tornar sua gestão de multa eficiente e e recorrer dos autos!

Com o software da Sofit para gestão de frotas sua empresa tem informações sobre motoristas, veículos e pode cruzar dados no caso de multas.

O que, enfim, facilita a indicação do condutor. Agende uma demonstração agora mesmo e dê um passo à frente na sua gestão de multas!

 

Este artigo foi útil para você? Então baixe agora mesmo o nosso checklist diário de veículos e verifique os componentes essenciais para o bom funcionamento da sua frota!

 

A terceirização de frotas pode ser a saída para contornar a fase ruim pela qual o país passa na economia, podendo tornar o serviço da sua empresa mais eficiente e as suas equipes de trabalho mais produtivas.

Isso resulta em aumento na competitividade da empresa dentro do mercado, cria um direcionamento estratégico para o seu negócio e ainda, é claro, proporciona redução nos custos operacionais da empresa.

Mas, e a regulamentação relacionada à terceirização de frotas, como funciona? Saiba isso e muito mais aqui! Continue com a sua leitura.

Regulamentação da terceirização

A terceirização de frotas é algo estratégico. A partir dela, é possível ganhar em produtividade, em especialização e em eficiência. Contudo, para que essa medida funcione bem para a sua empresa, é preciso estar de acordo com algumas leis e normas. Veja quais são e como se aplicam ao seu negócio.

De acordo com a Lei n. 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o TRC (transporte rodoviário de cargas) realizado em vias públicas e no território nacional por terceiros mediante remuneração deve obedecer às seguintes normas:

1. Realização de inscrição prévia no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C) da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em uma das seguintes categorias (art. 2.º):

  • Transportador Autônomo de Cargas (TAC), para pessoas físicas;
  • Empresa de Transporte rodoviário de Cargas (ETC), para pessoas jurídicas.

TAC (Pessoa física)

E o que é necessário para essa inscrição?  O TAC deve comprovar ser proprietário, coproprietário ou arrendatário (locador) de, ao menos, um veículo utilizado na atividade, que deve ser registrado em seu nome no órgão de trânsito como veículo de aluguel.

Além disso, deve ter, no mínimo, três anos de experiência na área e ter sido aprovado em curso específico para desempenho da atividade.

ETC (Pessoa jurídica)

Já a ETC, Empresa de Transporte rodoviário de Carga, deve ter sede no Brasil, comprovar ser proprietária ou arrendatária (locadora) de, ao menos, um veículo de carga, indicar um responsável técnico pelo serviço que deverá ter um mínimo de três anos de experiência na área e ter sido aprovado em curso específico.

A sua empresa ainda deve comprovar capacidade financeira e confiabilidade dos seus sócios e responsável técnico.

Ao realizar o registro na RNTR-C, será emitido um número de registro que deverá constar no veículo do proprietário ou arrendatário.

2. O transporte rodoviário de cargas ainda deverá ser realizado sob contrato ou conhecimento de transporte, onde deverão constar informações para a completa identificação das partes, dos serviços e de sua natureza fiscal (art. 6.º).

3. Emitido o contrato, tanto o TAC como o ETC assumem a total responsabilidade pela execução dos serviços — sejam eles realizados por conta própria ou por terceiro —, pelos prejuízos referentes a danos e perdas (caso haja), sendo garantida a vistoria nesse caso e pelas ações de seus funcionários, agentes, prepostos ou terceiros contratados (art. 7.º e 8.º).

Consequências de negligências

Caso haja negligência no cumprimento da Lei n. 11.442, as infrações podem ser punidas com multas administrativas aplicadas pela ANTT, embora não levem ao cancelamento da inscrição no RNTR-C.

Por isso, optando ou não pela terceirização de frotas, jamais negligencie o que vem descrito no contrato e na própria lei. Esteja atento às descrições no contrato firmado e às normas — esse é o maior segredo para a terceirização funcionar para a sua empresa.

Segurança do processo

A terceirização de frotas pode acarretar bastante segurança para a sua empresa, principalmente pelo fato de evitar indisponibilidade na sua frota de veículos devido a alguma falha ou necessidade de manutenção, uma vez que é o TAC ou a ETC que se responsabilizam por essa parte.

Imagine só não ter mais de se preocupar com a baixa na produtividade da sua frota, com atrasos nas entregas das cargas e com funcionários ociosos por não ter veículos disponíveis para realizar o serviço!

Além dos ganhos a mais com a produtividade, a sua empresa ainda sai ganhando em segurança por contar com veículos atuais, manutenção em dia e com significativa redução de custos originada pela terceirização!

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Hoje em dia, gerir uma frota se tornou uma tarefa que requer cada vez mais versatilidade e uma equipe formada por profissionais de confiança. É preciso manter a sustentabilidade na utilização dos recursos da empresa — como combustível, pneus, os veículos —, gerir toda documentação, finanças e, principalmente, multas. A fiscalização é complicada e é nesse trabalho burocrático que um despachante automotivo é essencial.

Esse profissional atua junto aos órgãos de transito, cuidando de toda a documentação dos automóveis e dos condutores. Eles atuam desde o processo de emplacamento até a baixa de um veículo, passando por vistorias, transferência de veículos, renovação de CNH´s, licenciamentos e controle de multas e pontuação.

Antes de partirmos para a questão principal — contratar ou internalizar? —, vamos apresentar as lacunas essenciais na hora de refletir e tomar sua decisão:

  • Qual a função de um despachante automotivo para sua empresa?
  • As vantagens de se contratar um despachante externo
  • As vantagens de se internalizar um despachante

Despachante automotivo: ele faz o trabalho chato

Um despachante é o encarregado de gerir a parte administrativa relativa às transferências, recursos de multas, regularização do documento do veículo, pagamento de taxas, requerimento de placas e o recebimento do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), entre outras muitas coisas. Fora ele, apenas parentes de primeiro grau podem fazer esses trabalhos para o proprietário.

Um bom despachante conhece bem as regras do Detran e pode representá-lo na instituição ou fazer isso de dentro de sua empresa, como veremos mais à frente.

Preze por um profissional de boas referências e credibilidade. Alguém experimentado na função. Antes de contratar, confira se a pessoa está registrada no Sindicato dos Despachantes de Trânsito do seu estado. A filiação pede um curso de formação e uma prova, além de bons antecedentes.

As vantagens de se contratar um despachante externo

Um despachante externo terá os mesmos poderes de um internalizado, portanto, confiança é primordial. Ele terá a posse de seus veículos e uma procuração em seu nome para realizar suas atividades: não torne essa escolha uma nova dor de cabeça.

O despachante externo trabalhará como um funcionário terceirizado. Esse distanciamento mantém a hierarquia de maneira cordial, ao mesmo tempo em que garante um detalhamento menor do funcionamento da sua empresa. Assim, o despachante dificilmente vai interferir além dos seus deveres — é uma visão de fora, além da empresa.

Conhecedor das regras e prazos do Detran, sabe que a pontualidade pode custar seu emprego e minimizará o fator erro nos trâmites.

Sem o contato pessoal evidente, não terá problemas em identificar problemas de ordem financeira, possivelmente reduzindo custos e desafogando o orçamento — ele não conhece seus funcionários, não existe camaradagem.

As vantagens de internalizar um despachante

Um despachante automotivo internalizado requer mais cuidado. O trato personalizado com esse funcionário pode potencializar seus resultados. A harmonia na relação com os companheiros de trabalho, porém, merece atenção.

Dentro da empresa e ciente da logística e o funcionamento de tudo, essa integração com o sistema lhe dará maior facilidade para analisar todos os processos e encontrar pontos de crescimento a partir dessa análise — diminuir gastos desnecessários, facilitar o fluxo dos serviços.

Identificando os problemas e cuidando da papelada, o despachante automotivo lhe oferece a liberdade de gerir e coordenar a estratégia da operação com muito mais tranquilidade.

E aí, conseguiu entender melhor a função de um despachante automotivo? Identificou a melhor escolha para a sua empresa? Então confira também o nosso post sobre como conseguir uma redução de custos com a frota de veículos!

Chega de perder prazos e pagar multa por ficar perdido no meio das papeladas. Com a Gestão da Frotas você pode começar o ano visualizando um calendário completo dos vencimentos e de toda a gestão de documentos necessária para os seus veículos, o que permite planejamento e controle.

Sabemos que muitas vezes é difícil realizar o controle de toda a documentação necessária para cada um de seus veículo. A Gestão de Frotas também possibilita o controle dessa área.  Algumas facilidades do controle de documentos:

  • Planejamento de vencimentos e pagamentos;
  • Alertas sobre as datas limites;
  • Controle da documentação atual e em andamento;

Por este motivo, a Sofit preparou um e-book para ajudá-lo a não perder prazos e ter a gestão de documentos da sua frota em suas mãos!

 

baixar material

Em função do aumento no índice de acidentes, o Governo encareceu as penalizações para as infrações de trânsito nos últimos dois anos na tentativa de reduzir este avanço. Com isso, a verificação de multas tem aumentado a sua importância na participação do custo total da frota.

Dentro desse contexto, uma das funções de um gestor de frotas é orientar os motoristas, no sentido de terem mais segurança durante o transporte, assim, ajudando-os a melhorar seu desempenho e trabalhando para reduzir custos com infrações.

O que nem todos os gestores sabem é que, para isso, é fundamental se manter de olho nas multas, custos improdutivos que atrapalham a rentabilidade da empresa. Acompanhe o post de hoje e descubra qual é o impacto dessas ocorrências para a sua frota e por que você deve se preocupar com elas:

Quais são as multas mais comuns

Existem muitos tipos de infrações de trânsito, que são dividias em leves, médias e graves. As mais comuns são:

  • Usar o celular enquanto dirige;
  • Excesso de velocidade;
  • Estacionar em lugar proibido;
  • Trafegar pela faixa exclusiva de ônibus;
  • Furar o sinal vermelho;
  • Não dar preferência ao pedestre;
  • Não usar o cinto de segurança;
  • Ultrapassar pela contramão;
  • Trafegar pelo acostamento; e
  • Licenciamento vencido.

Todas essas infrações são bem simples e na maioria dos casos só depende de o motorista ter mais cautela e responsabilidade. Porém, muitas vezes os condutores acreditam que esses comportamentos aumentarão sua produtividade, permitindo que sejam mais ágeis no desempenho de sua função e, assim, trazendo benefícios à empresa.

Como o gestor de frotas pode evitar multas

Não existe uma fórmula mágica para não ser multado. A única solução é manter uma constante rotina de treinamento e acompanhamento dos motoristas, informando-os sobre eventuais alterações na regulamentação de trânsito para que não incorram em infrações.

Para que essa metodologia não pareça tão invasiva, mas sim estimulante ao motorista, pode-se criar uma forma de recompensar os mais assíduos. Pode ser uma bonificação no salário, um curso de aperfeiçoamento ou mesmo um jantar com a família em um restaurante de luxo pago pela empresa.

É muito comum que gestores atuem apenas punindo os infratores, seja com a perda de vantagens ou até com demissão. Porém, recompensar os melhores pode trazer resultados melhores, pois cria uma competição saudável entre os funcionários e evita um clima organizacional pesado.

Outra maneira de reduzir a incidência de multas é acompanhar o desempenho da equipe e dar orientações e estímulos. Com isso, os bons resultados aparecerão como consequência da relação de confiança estabelecida no processo como um todo.

Como verificar multas

O monitoramento e a manutenção dos veículos são tarefas do gestor de frotas, pois ele está em contato direto com os motoristas, conhece as rotinas, os entraves e os problemas da base. Para cumprir bem essa função, a consulta de multas é essencial.

Isso porque identificar multas em tempo hábil permite recorrer, indicando o condutor e evitando assim pagar o dobro da penalização. Além disso, ela também é importante para não permitir que motoristas que tenham mais de 20 pontos na carteira pilotem, de modo a não ter o veículo apreendido.

Confira a seguir o passo a passo para a consulta:

  1. De posse do documento do veículo, acesse o site do Departamento de Trânsito do seu Estado;
  2. Localize a opção multas/débitos (ou similar);
  3. Preencha os campos do formulário com os dados solicitados (geralmente placa e Renavam);
  4. Clique na opção de busca e aguarde o sistema carregar as informações do banco de dados;
  5. Caso haja alguma multa ou débito, eles serão listados. Basta selecionar as opções indicadas e dar prosseguimento com a geração do boleto. Havendo multas, imprima o detalhamento para realizar averiguação.

Ao fazer esse procedimento básico, em menos de 5 minutos o gestor tem as informações que precisa e evita surpresas desagradáveis.

Como você pôde ver, as multas podem impactar diretamente nos gastos da frota. Consultá-las regularmente e garantir que os motoristas estejam bem orientados em relação às normas de trânsito são ações fundamentais para que o gestor cumpra bem sua função. Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário!

O controle de multas de trânsito precisa ser feito para que a eficiência da frota não seja comprometida. Uma infração pode impossibilitar o veículo de rodar – e isso significa prejuízos para suas operações.

Como fazer o controle de multas

Antes de tudo, é preciso fazer com que os colaboradores se conscientizem que a responsabilidade pelas multas é do motorista, e é ele quem precisa arcar com as consequências. Essa conscientização é importante para que os motoristas adotem práticas de direção seguras e que respeitem as leis de trânsito.

Além disso, é importante que a empresa promova programas educativos para seus condutores. A educação e a prevenção são as melhores maneiras de evitar gastos e incômodos por conta de multas de trânsito.

E se a multa acontecer?

Mesmo com essas medidas, se a infração acabar acontecendo, a empresa pode adotar algumas medidas:

  • Controlar o recebimento da notificação da multa expedida pelo órgão de trânsito;
  • Enviar a notificação recebida ao condutor responsável por meio de comunicação interna;
  • Controlar a devolução da notificação e enviar para o órgão de trânsito a documentação necessária para pontuação da Carteira Nacional de Habilitação do condutor infrator;
  • Controlar o recebimento da guia de pagamento e providenciar a sua liquidação;
  • Após notificado sobre a o valor a ser pago da multa, o condutor responsável deve ter o prazo de 5 dias para quitar o débito;
  • Caso o motorista responsável não se manifeste no prazo estabelecido ou alegue impossibilidade de efetuar o pagamento à vista da multa em tempo hábil, o gestor responsável poderá adotar as providências necessárias para o seu pagamento até a data de vencimento, e solicitará que o motorista autorize o desconto do valor pago em folha.
  • Se o infrator se negar a pagar e a autorizar o desconto de seus vencimentos, o gestor poderá encaminhar à área de Recursos Humanos o documento respectivo, firmado por duas testemunhas que atestem que a multa é de responsabilidade daquele condutor, para fins de dedução compulsória de sua remuneração.

Para fazer todos esses controles de envios e recebimentos de documentos e notificações, a empresa pode utilizar programas de planilha, tais como o Excel, ou ainda adotar um Software de Gestão de Frota (como é o Sofit), que automatiza esses processos de maneira ágil e com mais segurança para as informações.

 

 

O Governo Federal tem criado projetos que trazem mudanças na forma que as empresas realizam e prestam contas a respeito de suas atividades. Um deles está diretamente ligado ao departamento de RH, na consolidação das informações referentes a questões trabalhistas, que são enviadas a diferentes órgãos governamentais.

Esse projeto se chama eSocial e, no artigo de hoje, vamos falar sobre quais são as principais modificações requeridas por ele, e como ele impacta na rotina das empresas e dos funcionários. Continue conosco e confira:

Afinal, o que é o eSocial?

É um programa do Governo que envolve órgãos como INSS, Caixa Econômica Federal, Receita Federal, Ministério do Trabalho e Ministério da Previdência Social. Ele será obrigatório para todas as empresas, de todos os portes. Consiste na consolidação do envio de informações referentes ao trabalhador, como contratação e demissão, alteração de cargos e salários, férias, alteração no local de trabalho, entre outras. Todos os dados devem ser informados e a periodicidade do envio dependerá do tipo de informação a ser consolidada.

Dados referentes a contratações e demissões, por exemplo, devem ser enviados de imediado, enquanto informações relacionadas ao pagamento dos colaboradores podem ser enviadas no sétimo dia do mês subsequente. Ficou definido como o prazo final para sua implantação o mês de setembro de 2016. E esse prazo abrange, inicialmente, as empresas que tiveram um faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014.

O que muda para a empresa?

Com a implantação desse sistema, a principal mudança é a questão da observância e cumprimento dos prazos estipulados para envio das informações — uma vez que atrasos agora podem implicar em multas. O impacto maior ocorre no setor de RH, uma vez que os colaboradores responsáveis precisam ser informados e conscientizados a respeito da utilização do sistema e sobre a importância de cumprir prazos.

Além disso, outros setores, como os de Medicina e Segurança do trabalho, Contabilidade e Jurídico, por exemplo, devem buscar maior integração com o setor de RH, tendo em vista que eles também tratam de informações referentes aos trabalhadores. Essas informações devem ser repassadas ao RH para que possam ser consolidadas e enviadas.

O que muda para o trabalhador?

Com esse programa a fiscalização das informações é maior, uma vez que os dados são enviados em tempo real. Isso ajuda a inibir algumas práticas que prejudicam os trabalhadores, como o caso de dois funcionários que desempenham funções idênticas, mas que possuem diferenças no salário, por exemplo.

A implantação do eSocial requer que as empresas mapeiem seus processos e busquem eliminar as falhas que podem ser prejudiciais e resultar em multas. O ideal é que os gestores comecem a ser preocupar com essas mudanças de antemão, já que diversas medidas podem ser necessárias até a adequação final do sistema. Isso ajudará a garantir que as empresas tenham condições de cumprir as exigências estabelecidas.

Sua empresa já começou a se preparar para o eSocial? Você ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe um comentário e compartilhe conosco!

A lei nº 13.103/2015, em vigor desde abril, trouxe algumas modificações que estabelecerão novas regras para o exercício da atividade dos caminhoneiros. Preparamos esse artigo de hoje para esclarecer quais são as principais

mudanças e quais são seus impactos para os caminhoneiros e para as empresas.

Quer saber mais sobre a Nova Lei dos Caminhoneiros? Confira agora mesmo:

Jornada de trabalho

É considerado como jornada de trabalho o tempo em que o caminhoneiro se encontra à disposição da empresa — descontando os períodos utilizados como intervalo para refeições, repousos, descansos e tempo de espera.

A jornada de trabalho dos caminhoneiros permanece sendo de 8 horas/dia, mas, caso seja acordado em convenção coletiva, pode se estender por mais 4 horas. Ela não tem horário específico para início, términos e intervalos, mas o caminhoneiro não poderá dirigir por mais do que 5 horas e meia ininterruptas.

Portanto, a cada 6 horas de viagem, o caminhoneiro terá uma pausa de 30 minutos para repouso. Além disso, existe a pausa de 1 hora referente ao período de refeição — essa pausa pode ser realizada quando o caminhoneiro realizar a pausa das 6 horas.

Período de descanso

A cada 24 horas trabalhadas, o caminhoneiro tem direito a 11 horas de descanso — sendo 8 delas ininterruptas, obrigatoriamente. As outras 3 horas de descanso podem ser realizadas depois desse intervalo.

Quando o caminhoneiro realizar viagens que tenham prazo superior a 7 dias, ele terá direito a 24 horas de descanso, além das 11 horas diárias.

Locais de repouso

A nova Lei dos Caminhoneiros considera como local de descanso: rodoviárias, alojamentos, pousadas, hotéis, postos de combustíveis e pontos de parada. O governo se compromete a adotar medidas que visam a ampliação da quantidade desses espaços e concederá incentivos para a iniciativa privada implantar esses locais de descanso.

Exames toxicológicos

Com a nova lei, todo caminhoneiro que é contratado ou demitido precisa realizar exames toxicológicos. No entanto, esse profissional tem o direito à confidencialidade dos resultados.

Aproveite e leia nosso Guia de Contratação de Motoristas para Sua Frota!

Por outro lado, as empresas devem instituir programas de controle do uso do álcool e drogas a cada 2 anos e 6 meses, pelo menos. Mesmo que os caminhoneiros tenham direito à confidencialidade dos exames, eles não poderão recusar a participar desses programas. A recusa implica em penalizações.

Pedágio e tolerância sobre peso

Veículos que circulam vazios não precisam mais pagar pedágio sobre os eixos que estiverem suspensos.

A tolerância máxima sobre os limites de peso é de 5% além do limite do peso bruto total e 10% além do limite do peso bruto por eixo.

Prazo para carga e descarga

Com a nova lei, o prazo máximo para carga e descarga é estabelecido em 5 horas e passa a ser contado a partir do momento em que o veículo chega no endereço de destino. O tempo que ultrapassar esse prazo, será de obrigação do caminhoneiro pagar R$1,38 por tonelada/hora.

Lembrando que deve-se considerar a capacidade total do veículo na hora de fazer o cálculo do valor a ser pago.

Além disso, esse valor sofrerá correções anuais de acordo com as variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Perdão de multa

A nova Lei dos Caminhoneiros estabelece que as multas recebidas por excesso de peso nos últimos dois anos serão perdoadas.

Nesses casos os caminhoneiros devem ser ressarcidos pelo seu contratante referente aos prejuízos tomados em decorrência das infrações por excesso de peso — incluindo o transbordo de cargas — que estejam em desacordo com o que está escrito em Nota Fiscal.

Pagamento de frete

Fica estabelecido que o pagamento de frete deverá ser feito através de crédito em conta bancária e será regulamentado pela ANTT.

Direitos dos caminhoneiros

Os motoristas passam a ter direito a atendimento médico oferecido pelo SUS, bem como acesso a serviços de medicina ocupacional, seguro com cobertura por morte ou invalidez, proteção do Estado contra ações criminosas que ocorram durante o período de trabalho e jornada de trabalho registrada (através de dispositivos instalados nos veículos ou anotações diárias).

Procargas

Além de todas essas alterações, o Governo Instituiu o Procargas — Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Transporte de Cargas Nacionais. Ele tem como objetivo principal o desenvolvimento de políticas que buscam a melhoria dos ambientes de trabalho, principalmente no que diz respeito às ações relacionadas à medicina ocupacional.

O que achou dessa nova Lei dos Caminhoneiros? Quais são os principais impactos que ela traz para a gestão de frotas em sua empresa? Não deixe de compartilhar suas impressões conosco através dos comentários!

Já pensou se em uma frota de 100 motoristas, a metade deles tiver o costume de cometer ultrapassagem forçada em local proibido, gerando multa de R$ 1.915,40, segundo a nova legislação de trânsito que, desde 2014, passou a punir com mais rigor os infratores? Digamos que cada um deles realize esse deslize apenas uma vez. Ainda assim, o rombo seria de R$ 95.770,00!

Quanto maior a frota, mais atenção o gestor deve prestar às infrações cometidas pelos condutores que impactam diretamente no caixa da empresa. É que, além de trazerem prejuízo para o negócio, as multas de trânsito sempre indicam a necessidade de reavaliar o comportamento do motorista e adotar medidas preventivas para minimizar os percalços durante a execução das entregas.

Se você quer saber como reduzir os gastos com as multas de trânsito na frota, continue lendo, pois este artigo foi feito para você!

Faça a manutenção periódica da frota

Não dá para cobrar dos motoristas uma atuação exemplar nas estradas e redução de custos na frota se você não oferecer veículos em boas condições. A manutenção de toda a frota deve estar em dia, bem como a sua documentação. Pastilhas de freios desgastadas, direção desalinhada, falta de cambagem, suspensão avariada e problemas no câmbio são anomalias que naturalmente deixam o motorista inseguro ao volante na hora de desviar de obstáculos e podem levar o caminhão a quebrar no meio da pista.

Instrua o time

Você quer ser um líder ou só um gestor?  Todo líder sabe reconhecer pontos fracos e fortes de cada um dos membros de sua equipe. Um motorista recorrente é sinal de que, acima de tudo, ele está precisando de ajuda (ou então está a fim de lesar a empresa). Cabe ao líder compreender as atitudes de seus comandados e identificar as causas. É preciso instruir o time não só quanto ao prejuízo gerado pelas multas pesadíssimas, mas conscientizá-lo quanto ao perigo de atitudes irresponsáveis nas estradas.

Recorra sempre que possível

Se por mais medidas preventivas que você tenha tomado, a notificação da autuação tenha chegado pelos correios, o que lhe resta é recorrer e tentar aliviar o caixa da empresa. Verifique se a autuação traz o modelo, placa, cor e a imagem do veículo correto (há muitas placas clonadas por aí). Um dado que não bate com a realidade pode ser a primeira brecha para impetrar um recurso.

Em seguida, veja se a autuação foi realizada por radar ou por um agente. Não raro a imprensa relata casos de radares irregulares que geraram multas posteriormente anuladas pela justiça.  Em último caso, avalie se a multa é injusta e se compensa, financeiramente, empenhar o jurídico da empresa na causa.

Multas de trânsito, sobretudo, não devem ser vistas como objetos de punição para a frota, sob a pena de desestabilizar ainda mais a equipe. Mas o gestor nunca deve negligenciá-las, por menores que sejam os valores, pois as multas não deixam de ser um feedback sobre o serviço que o time anda executando. Mas o equilíbrio ao lidar com uma questão tão delicada quanto as infrações cabe a cada gestor, ou melhor, líder, encontrar no dia a dia do seu trabalho.

Aprendeu como lidar melhor com as multas na sua frota? Compartilhe com a gente a sua história!

Um gestor de frota tem uma rotina bastante cheia. Precisa se preocupar com a manutenção dos veículos, gastos, frotas. Mas no meio dessa lista de atividades, o cuidado com a chave para o sucesso da sua frota não pode faltar. Estamos falando do motorista, peça essencial para a eficiência da gestão de frotas.

Preparamos um guia que reúne diversas informações sobre como fazer dos motoristas aliados para o sucesso da sua empresa. Você vai acessar quais itens deve monitorar ao fazer o gerenciamento dos motoristas da sua frota e quais ganhos a empresará terá com essa gestão de frotas.

Treinamento
Capacitar seus motoristas pode ser uma ótima saída para resolver diversos problemas da sua frota, como gastos com manutenção, atrasos nas entregas e segurança nas viagens.

Dicas
Muitas vezes o problema está na desmotivação dos colaboradores. Separamos 4 dicas valiosas para fazer com que os motoristas tragam resultados cada vez melhores.
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