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Você aplica um checklist diário de veículos para eliminar erros e garantir o fluxo correto da sua operação?

Essa prática, além de facilitar a verificação de componentes dos ativos da sua frota, auxilia, também, na conferência de componentes que fazem parte do dia a dia de qualquer gestor de frotas. 

Embora o checklist diário de veículos seja uma prática tradicional, ela evoluiu. Hoje, gestores já contam com o apoio de softwares de gestão integrada e apps. Proporcionando uma visão muito maior sobre o que está acontecendo com seus veículos.

Neste artigo, você vai entender porque é importante utilizar este checklist em seu dia a dia e entender como aplicá-lo hoje mesmo na sua empresa. Acompanhe!

Por que utilizar um checklist para veículos é importante para a sua frota?

Um checklist faz parte de uma estratégia ampla de controle de frotas. Através deste recurso é possível acompanhar o andamento dos componentes prioritários dos veículos  de uma frota. 

As principais vantagens de checar os seus veículos diariamente incluem:

Um checklist diário de veículos é importante também por permitir a manutenção de uma rotina mais organizada. Assim, o gestor passa a possuir todas as informações relevantes sobre seus veículos em suas mãos.

Além disso, também pode  utilizá-lo como um lembrete para itens que podem passar despercebidos antes de liberar um veículo.

Como utilizar um modelo de checklist diário de veículos?

É importante que você identifique primeiro como este checklist será aplicado nos processos da sua empresa. Seja para a vistoria de entrada e saída do veículo, acompanhamento de itens, revisão, manutenção ou inspeção de conservação. Existem diferentes tipos de checklist que você pode passar a aplicar em sua frota.

A maioria deles são compostos por informações e itens obrigatórios para que você preencha antes de liberar um veículo, por exemplo. 

Entre essas informações, podemos encontrar dados como:

  •  Identificação do carro;
  • Unidade da empresa;
  • Características do veículo, etc.

Para começar a utilizar um checklist diário de veículos, é importante que você  faça sua impressão caso o mesmo seja impresso. Após isso, repasse para seus funcionários ou, se preferir, preencha-os manualmente você mesmo.

No fim de suas operações, reúna seus checklists. Então, junte as informações recolhidas e veja quais medidas precisará tomar para corrigir os problemas identificados.

É válido ressaltar que é importante que os dados sejam preenchidos dentro dos padrões já conhecidos na empresa. Assim é possível aplicar planos de ação realmente efetivos.

Como automatizar esse checklist?

Aquela imagem do gestor com uma prancheta e atualizando todos os componentes dos veículos numa planilha já ficou no passado. 

Além de evitar o erro humano e auxiliar na organização e conferência dos dados, a tecnologia facilitou o processo de checklist diário de veículos.

De qualquer lugar e com a utilização de um APP de controle de frotas, por exemplo, é possível criar um checklist colaborativo e conferir item por item.

Outras possibilidades como anexar imagens e personalizar o seu checklist de acordo com as particularidades da sua empresa também são possíveis graças à tecnologia.

Baixar check list de veículos pdf

Quais as melhorias para sua frota este checklist pode ajudá-lo a alcançar

Por permitir um retorno prático sobre suas operações, um checklist diário de veículos é essencial para corrigir problemas que passam despercebidos na gestão. 

Controlar os passos que vão compor a saúde de seus componentes é a melhor forma de ter uma frota mais organizada e eficiente. E ter essas informações quando realmente precisa é super importante para isso até mesmo quando algo passar em branco.

Outra função de um checklist envolve a área fiscal. 

Muitos gestores acabam sendo pegos de surpresa com veículos que rodam com documentação atrasada ou sem componentes obrigatórios e o uso de um checklist diário de veículos evita que isso aconteça.

Pronto para ativar o recurso de checklist diário na sua frota?

Tendo em mãos tudo que você precisa para garantir o sucesso de sua operação é a melhor forma de se livrar de atividades desnecessárias. Que, também, podem contribuir, principalmente, para o atraso da liberação de um veículo, por exemplo.

O sucesso de uma gestão de frotas é resultado da exatidão e no foco no que realmente importa e aplicar um checklist diário de veículos pode ser a escolha mais eficiente – e acessível – para isso.

Baixe agora o Checklist Gratuito que fizemos para ajudar você nesta missão diária.

 

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Perceba o risco, proteja a vida. Este é o tema do movimento global Maio Amarelo em 2020, que acontece em meio à pandemia da Covid-19.

O evento deste ano teve que ser reformulado, atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A abertura, que ocorreu no último dia 29 de abril, foi realizada através de videoconferência no Facebook e Instagram.

A ideia deste ano é alertar para a importância das medidas preventivas de segurança no trânsito utilizando elementos comuns na web, como gifs, figurinhas, stories e vídeos curtos informativos.

Confira abaixo mais informações sobre a campanha do Maio Amarelo deste ano e descubra como a sua empresa pode participar desta causa!

 

O que é o “Maio Amarelo”?

De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) acidentes no trânsito são a nona causa mais comum de mortes no mundo. O que representa um custo de pelo menos US$ 518 bilhões por ano de cada país. 

Estima-se que neste ano, 1,9 milhões de pessoas perderão as suas vidas no trânsito e os acidentes irão figurar como a 5ª mais comum causa de morte no mundo.

Pensando nisso, a ONU decretou, em 11 de maio de 2011, a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Desde ação, ações de conscientização vem acontecendo anualmente.

Em 2020, o movimento é coordenado aqui no Brasil pelo Observatório Nacional de Segurança Viária em parceria com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Perceber o risco é salvar vidas!

A Sofit continua com o movimento do Maio Amarelo e está engajada para, junto à sociedade e também clientes, contribuir com a redução de acidentes de trânsito nas estradas brasileiras. 

Afinal, com um ano atípico e que pegou todos os gestores de frota de surpresa, é importante focar em medidas preventivas, alertando clientes, colaboradores e sociedade sobre atitudes simples e que salvam vidas.

Abaixo, vamos listar algumas ações incrivelmente simples que você pode adotar para contribuir com o movimento do Maio Amarelo na sua empresa.

 

Como gestores de frota podem se engajar com o movimento Maio Amarelo?

Defendemos o controle minucioso e estratégico dos veículos através de softwares de  gestão de frotas que atendam a dinamicidade da sua empresa.

Pois, com dados sempre ao alcance de um clique, a Sofit facilita o trabalho de prevenção conduzido pelo gestor de frotas que pode basear as suas ações em dados. 

Separamos 5 ações para que a sua empresa contribua com as ações do Maio Amarelo. Vamos lá?

1. Atue nas Redes Sociais

Com o isolamento social, muitas empresas tiveram que adaptar as suas rotinas à nova realidade do país. 

Com isso, o contato direto foi privado, mas é possível conscientizar a sua equipe através da internet. 

Neste ano, o material da campanha do Maio Amarelo está disponível na versão de apoiador. É possível baixar peças, stories e até vídeos e inserir a sua marca, por exemplo.

2.   Controle de Velocidade

O bom gestor de frotas vai sempre pensar em uma gestão que alie segurança com eficiência. Isso é possível graças à tecnologias como a telemetria

Através dela é possível coletar informações sobre a aceleração dos veículos, além de, também, outros detalhes como RPM e frenagem. Tudo em tempo real.

3.   Incidência de Infrações e multas

Um trânsito com menos incidência de multas é um trânsito menos perigoso, concorda? Então, a gestão de multas, através de informações sobre os seus veículos, entrada de horário e saída dos motoristas e dos dados dos seus colaboradores é fundamental. Assim, você controla mais facilmente as multas e pode trabalhar ações específicas para cada motorista.

4.   Treinamento e capacitação de motoristas

A rotina de Treinamentos e capacitações não devem parar. Afinal, em 2020, elas podem acontecer online, através de salas de reunião. Aproveite, então, para incluir periodicamente capacitações sobre direção defensiva e ações de conscientização sobre acidentes no trânsito. 

5.   Assistência aos colaboradores

Cuide da integridade dos seus colaboradores, investindo, assim, em seguros que lhes garantam toda a assistência em caso de acidentes. Isso vale também para os seguros de carga e de veículos que garantem mais tranquilidade para você e para a sua equipe.

 

Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa e trabalha por mais segurança no trânsito

A sua empresa aderiu ao Maio Amarelo? Que tipo de ações a sua empresa tem realizado para investir em segurança no trânsito, evitar acidentes e garantir a segurança dos motoristas? 

Conta pra gente nos comentários e até a próxima! 

Este artigo foi útil para você? Aproveite para conhecer o Sofit View – Sistema de gestão de frotas.

 

 

Uma coisa é certa: durante a crise econômica provocada pelas medidas de combate à Covid-19 a previsão de demanda da sua empresa de transportes não será mais a mesma. 

Esse problema pode ser uma oportunidade caso você consiga ter uma previsão de demanda adequada aos tempos de crise.

Enquanto há um aumento na procura por itens de primeira necessidade, como alimentação e remédios, há queda no transporte de outros tipos de carga, como o de vestuário.

Neste artigo, em mais um da série sobre gestão de frotas e coronavírus, mostramos como é possível ter uma previsão de demanda para a sua transportadora não perder receita neste período.

Acompanhe!

 

O que é a Previsão de Demanda?

Em resumo, a previsão de demanda refere-se a fazer estimativas sobre a demanda futura do cliente usando dados históricos e outras informações. 

A previsão adequada da demanda fornece às empresas informações valiosas sobre seu potencial no mercado atual para que os gerentes possam tomar decisões informadas sobre:

  • Preços; 
  • Estratégias de crescimento dos negócios e; 
  • Potencial de mercado.

 

Embora seja uma simples “tarefa de casa”, prever a demanda em tempos de crise não é uma tarefa tão fácil. 

É tudo muito dinâmico e é preciso estar atento à todas as mudanças que possam ocorrer no mercado para tomar decisões acertadas.

 

Em tempos de coronavírus, prever a demanda é um desafio

Com mudanças drásticas na demanda em tempos de coronavírus, você precisa rever a utilização de algorítimos e dados para prever a demanda e adequar a oferta do seu serviço de transporte.

Isso porque os algoritmos de previsão de demanda muitas vezes são baseados em séries temporais de vendas anteriores. 

Apesar de haver um esforço para o desenvolvimento de tecnologias. Como machine learning que gerem dados estatísticos considerando informações externas adicionais, como clima e preço dos concorrentes.  Isso talvez não seja ainda uma realidade para a sua empresa.

Será preciso muita dedicação e “jogo de cintura” por parte da gestão. Entender como o fechamento da maioria dos estabelecimentos comerciais vai impactar na receita da sua frota.

Afinal, quando a demanda voltará ao normal?

Essa é obviamente a pergunta que todo gestor de frotas está enfrentando nesses dias. Em todos os casos, é importante primeiro estimar quando a situação pode voltar a padrões de demanda mais normais. 

Essa estimativa de tempo é difícil, mas existem alguns elementos básicos com os quais você pode trabalhar:

  • Tempo restante das medidas governamentais que causam mudanças drásticas na demanda. Olhando a situação da China, podemos concluir que isso pode levar pelo menos três meses; talvez mais se a capacidade hospitalar estiver realmente estressada.
  • Prazo de entrega entre você e o mercado consumidor: é o prazo acumulado que parte ou produto deixa sua fábrica e está sendo consumido por um consumidor final. Para um varejista, são apenas alguns dias, enquanto para um produtor de produtos químicos isso pode ser até seis meses.

 

Como está a demanda por transporte de cargas no Brasil?

No mercado brasileiro, um levantamento recente realizado pela NTC&Logística apontou queda de 38,7% na demanda por transporte rodoviário de cargas na primeira semana do mês de abril de 2020.

Isso representa uma redução de quase 40%. Quando comparamos com as movimentações de cargas antes das medidas contra a pandemia entrarem em vigor no Brasil.

Os dados mostram que é preciso se preparar ese adaptar à demanda do mercado. Um trabalho estratégico que deve cair no colo dos gestores pelo Brasil.

Abaixo, confira os tipos de cargas mais impactados pela redução de demanda nos primeiros dias da crise do Coronavírus no Brasil:

  • Carga fracionada (40,16%)
  • Cargas de Lotação (39,2%)
  • Produtos vendidos por logistas (46,6%) 
  • Agronegócio (14,2%)
  • Supermercados (24,55%)*

 

*A redução da demanda de produtos para supermercados pode não ter relação com a crise. Mas sim com o estoque. A hipótese é que há muita coisa estocada ainda o que impossibilita novas compras em escala.

 

Está difícil realizar a previsão de demanda? Conte com a Sofit!

A crise provocada pelo Coronavírus exige esforços conjuntos, de empresários, organizações não governamentais e órgãos do governo para sustentar o setor de transportes e minimizar a baixa demanda.

Enquanto a previsão de demanda não puder ser realizada nos moldes considerados “normais”, você precisa entender bem o seu mercado e tomar medidas rápidas. Preferencialmente baseada em dados até que tudo volte à normalidade. 

Além de auxiliar você com a gestão de frotas, através do nosso software sob medida, a Sofit te ajuda também com conteúdos como este que acabam servindo como uma luz em momentos de crise. Conte com a gente e compartilhe este artigo!

 

 

Neste ano, se você atua como gestor de frota, deve ter percebido que o futuro da mobilidade esteve presente nos debates mais importantes e grandes eventos do setor.

Drones que fazem entregas, carros autônomos, elétricos, matérias-primas mais leves. Tudo tem saído da mente dos engenheiros e se tornado realidade.

Mas você deve estar se perguntando:

“Como o futuro da mobilidade vai impactar no modo como eu gerencio a minha frota hoje?”

 

Neste artigo, daremos a você todas as respostas e te ajudaremos a pensar em ações mais concretas para o próximo ano. Acompanhe com a gente!

 

O futuro da mobilidade – para onde estamos indo afinal?

Quando observamos a cidade de cima é possível observar um mundo em movimento.

Os trens transportam pessoas para casa e para o trabalho; os táxis e carros de aplicativos circulam por diferentes vias e caminhões entregam mercadorias. Enquanto pedestres infestam as ruas da cidade e ciclistas passam pelo tráfego. 

A mobilidade sempre foi a força vital de nossas cidades e essencial para negócios e vida urbana. O futuro da mobilidade, ainda levanta questionamentos sobre os diversos setores que fazem parte deste ecossistema.

 

Os especialistas mais moderados não acreditam em uma revolução, mas em mudanças graduais que vão permear todos os setores. 

Logo, estamos indo ao encontro de um futuro da mobilidade que é baseado em 3 pilares (sendo todos guiados pela tecnologia):

 

Falaremos mais sobre isso, a seguir. Continue lendo!

Os 3 pilares do futuro da mobilidade

Como falamos anteriormente, a tecnologia deve guiar essa transformação que já vem ocorrendo quando o assunto é mobilidade. Dessa forma, é importante, também, que gestores de frota reflitam sobre como esse recurso tem impactado diretamente na evolução da gestão.

Feito isso, tente estabelecer uma conexão entre as apostas para o futuro da mobilidade que vamos explicar abaixo e a realidade da sua frota:

Eletrificação dos Veículos

Até o final do ano de 2017, havia mais de 3 milhões de veículos elétricos em todo o mundo de acordo com a Global EV Outlook 2018

Embora seja menos de 1% do total do dos veículos tradicionais, a eletrificação está no topo das agendas dos fabricantes.

Com a evolução dos acordos em favor do clima e proibições futuras anunciadas para veículos de motores de combustão em grande parte do mundo desenvolvido, as montadoras têm pouca escolha a não ser se adaptar. 

A Volvo, por exemplo, se comprometeu a fabricar apenas modelos totalmente elétricos ou híbridos até 2019. 

 

E ela não está sozinha!

 

Praticamente todas as grandes montadoras prometeram investimentos significativos em tecnologia elétrica. Vale então, ficar de olho, aproveitar as oportunidades e investir no momento certo.

 

Conectividade e Autonomia Veicular

A ideia de ‘conectividade’ costuma estar ligada a tecnologias específicas, como, por exemplo, o monitoramento veicular. Entretanto, no contexto mais amplo da mobilidade, já podemos vislumbrar uma mudança real na forma como os serviços são pagos, por exemplo. 

“Mas que impacto isso teria para a gestão da minha frota?”

 

Perceba: os veículos conectados e autônomos oferecem uma oportunidade de transformar o mundo, alterando fundamentalmente a maneira como pessoas e mercadorias são transportadas.

Então, a conectividade pode melhorar a segurança e o congestionamento, além de abrir a mobilidade independente para pessoas excluídas, como viajantes mais mais velhos, por exemplo. 

Ela também poderia aumentar a produtividade, trazer uma nova experiência de viagem, mudar os papéis dos futuros funcionários e liberar mais vagas nos estacionamentos.

 

Mobilidade como um Serviço

Não podemos falar sobre o futuro da mobilidade sem citar um dos pilares mais importantes: a mobilidade como um serviço.

Em muitos mercados, vemos uma mudança clara na maneira como os consumidores percebem a questão da mobilidade, principalmente em suas visões em relação à propriedade do veículo. 

Essa tendência é mais comum nas áreas urbanas, onde as pessoas têm mais opções de transporte. 

Para você ter uma ideia, no Global Automotive Executive Survey 2019 da KPMG, diminuir a propriedade de veículos é uma tendência para o futuro da mobilidade compartilhada por 39% dos consumidores pesquisados.

Isso mostra que metade dos proprietários de carros sabe que não deseja mais possuir um veículo pessoal até 2025.

 

E você, está pronto para atender essa demanda de mercado?

 

A gestão da mobilidade no Brasil: um problema que gestores de frota precisam lidar

No Brasil, a gestão da mobilidade ainda caminha em passos lentos. Na prática, a integração operacional e tarifária de diferentes modais não acontece. Na realidade, eles até competem entre si.

Ainda não há uma integração, mesmo entre cidades vizinhas. Esses e outros problemas, como a condição das vias e o planejamento urbano transformam o futuro da mobilidade em um problema de dimensão nacional.

Na contramão da falta de vontade da gestão pública em apontar caminhos para o futuro da mobilidade. A oferta de sistema de transporte e de soluções em mobilidade do setor privado só cresce, porém, sem regulação.

Com tantos problemas, o melhor aliado do gestor de frota continua sendo o sistema de gestão, na medida em que facilita a integração de dados e minimiza as dificuldades que poderiam ser encontradas em trajetos com pouco, ou nenhum cuidado pela gestão pública.

 

Como os gestores de frota devem agir diante do futuro da mobilidade?

Quem deseja acompanhar as tendências deve saber separar o joio do trigo. É preciso pensar estrategicamente, avaliando as possibilidades de novos negócios provenientes do futuro da mobilidade e verificando o que pode ser uma realidade para a sua empresa.

Comece entendendo que sem a tecnologia. A sua gestão de frota nunca vai ser competitiva em um mercado em constante mudança. Depois disso, começar a enxergar a questão ambiental como um diferencial competitivo, já é um bom começo.

 

A Sofit está de olho no futuro da mobilidade!

Aqui na Sofit, trabalhamos para acompanhar todas as tendências globais relativas ao futuro da mobilidade. Entendemos que um sistema de gerenciamento de frotas prático e atualizado não é um luxo, mas sim uma parte fundamental da sua gestão.

Gostou do nosso artigo sobre o futuro da mobilidade? Que tendências você acredita que irão pautar a gestão de frota nos próximos anos? Compartilhe com a gente!

 

Você sabia que pelo menos 5 milhões de pessoas já aderiram à praticidade do compartilhamento de veículos, mais conhecido como carsharing? É o que diz a pesquisa promovida pelo World Resources Institute (WRI).

Imagine precisar de um veículo e ter um à sua disposição no dia e na hora que desejar, pois é, é assim que funciona.

Além de contribuir com a redução da frota de veículos que vai para as ruas todos os dias, essa tendência pode trazer benefícios para empresas de transporte. Além de ser uma oportunidade de negócio.

Vamos aprofundar o assunto e mostrar por que você, gestor de frotas, deve acompanhar a evolução do carsharing e aplicar os conceitos na sua empresa. Confira!

 

Afinal, o que é carsharing?

Quando falamos em carsharing, estamos nos referindo a um modelo de compartilhamento de carros que se dá através do aluguel. O negócio acontece por meio de aplicativos, tal qual o Uber, por exemplo.

O carsharing segue a tendência da economia compartilhada, presente e promovida por empresas como o Airbnb e a Bike Itaú.

Na prática, existem pelo menos dois modelos principais de compartilhamento de veículos:

Roundtrip

Neste sistema, o usuário deve retirar o automóvel em um ponto e então devolvê-lo neste mesmo ponto.

One-Way

No sistema de compartilhamento de veículos one-way, o usuário pode retirar o automóvel e devolvê-lo em quaisquer pontos cadastrados.

Vale lembrar que, além de empresas específicas, os próprios usuários que tiverem veículos ociosos podem disponibilizá-los para quem necessita e receber o valor do aluguel.

 

Quais os benefícios do carsharing?

Se considerarmos que um carro compartilhado significa, em média, menos 13 automóveis no trânsito. Estamos falando de uma tendência que veio para contribuir com um dos principais problemas dos grandes centros urbano: o grande fluxo de veículos no trânsito.

Além disso, o carsharing representa um novo paradigma: a questão da economia compartilhada.

Abaixo, listamos outros benefícios gerais do carsharing:

  • Assegura a redução da emissão de gases poluentes (menos veículos nas ruas, menos poluição);
  • Ao atuar em conjunto com o transporte coletivo, confere suporte para o mesmo;
  • Atua conferindo mais previsibilidade para o dimensionamento de frotas;
  • Diminui a necessidade de espaços de estacionamento nos grandes centros.

 

Como essa tendência impacta as frotas corporativas?

Gestores de frota lidam diariamente com a redução de custos, impactos causados pela frota corporativa no meio ambiente e em maneiras de reduzir a circulação de carros nas ruas. Neste sentido o modelo de carsharing vem bem a calhar.

VEJA TAMBÉM: Como conseguir uma redução de custos com a frota [KIT]

 

Gestores podem experimentar o modelo de compartilhamento de veículos tanto da posição de usuário como de fornecedora do serviço.

Por exemplo, um órgão público que recorre ao serviço somente quando um colaborador precisa de automóvel, reduzindo assim os custos com documentação, manutenção e combustível.

Ou quando fornece a parte da sua frota ociosa para os aplicativos, participando do capital da mesma. Como por exemplo, uma locadora de veículos que disponibiliza parte da sua frota para o sistema de carsharing por aplicativos.

 

Um conta simples: quando optar pelo aluguel de veículos compartilhados?

Para perceber se um veículo da sua frota deve ser dispensado, faça uma conta simples, verifique a quilometragem média.

Se esta for entre 40% e 60% da média geral, considere alugar.

As possibilidades do carsharing são inúmeras e não devem ser negligenciadas pelos gestores de frota, que devem sempre estar atentos às novas tendências de transporte.

Carsharing: Oportunidades e Limitações para as empresas

O carsharing já é uma alternativa para empresas de frotas no exterior. Custos de manutenção, seguros, depreciação e administração são reduzidos com os sistemas de compartilhamento de veículos.

Em média, cada veículo eliminado da frota e trocado por um alugado através de carsharing gera uma economia anual de 15 a 20 mil reais destas despesas. Portanto, este é um serviço que deve ser considerado.

Gestores de frota que atuam no mesmo serviço/fim, não devem enxergar o carsharing como mais um concorrente. Para players já consolidados no mercado, como a Localiza, por exemplo, o carsharing não chega a ser uma ameaça. Mas sim uma oportunidade de revisão, expansão e até de parceria de negócios.

 

Limitações do sistema de compartilhamento de veículos

O carsharing não se aplica em todos os casos.

Caso você trabalhe com frotas equipadas com equipamentos específicos, por exemplo, não é oportuno compartilhar e verifique também que nem sempre um veículo com uma quilometragem mais baixa está ocioso.

Você deve considerar a realidade da sua empresa.

Avalie os mesmos prós e contras de uma frota terceirizada, considerando que o carsharing é um serviço mais versátil e modular, mas que pode expor a sua empresa a dúvidas como:

 

“Vou ter carros disponíveis quando eu precisar?”

“O tempo de entrega dos veículos não vai prejudicar a produtividade da minha empresa?”

 

A dica é avaliar todos estes aspectos e pensar em como o carsharing pode contribuir na resolução dos problemas atuais enfrentados pela sua empresa.

 

O carsharing no Brasil

No Brasil, pequenas empresas, em sua maioria Startups, dominam a prestação de serviços de carros para aluguel no sistema para usuário. Entre elas, destacam-se a Zazcar e a Moobie.

O mercado ainda é concentrado na grande São Paulo, com 230 mil usuários cadastrados e mais de 8 mil veículos disponíveis.

Com a crescente preocupação com o meio ambiente e com a adoção de novas formas de consumo, o modelo de economia colaborativa parece que veio para ficar.

Fazendo, assim, com que grandes empresas tenham que voltar as suas estratégias para ele.

 

Sou gestor de frotas, devo seguir essa tendência?

Como observamos ao longo deste artigo, gestores de frota devem ficar atentos à essa nova dinâmica do mercado de locomoção. A oportunidade de redução de custos é real, assim como a praticidade e até mesmo um incremento na renda mensal das empresas.

E assim como a tecnologia, a economia colaborativa deve se consolidar do setor de frotas corporativas muito em breve. É preciso estar preparado para não perder nenhuma oportunidade de negócio.

 

Este artigo foi útil para você? Caso tenha alguma dúvida, é só deixar nos comentários. Aproveite para compartilhar este artigo da Sofit nas redes sociais e debater o tema com outros gestores de frota!

 

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Administrar uma frota corporativa é um desafio diário. Neste sentido, dias de chuva podem prejudicar a sua operação, danificando os seus veículos, atrasando as entregas e causando até mesmo sérios acidentes.

 

Então, você já parou para pensar como os seus motoristas estão dirigindo na chuva? Se a sua frota roda em cidades suscetíveis a enchentes, é necessário seguir uma série de parâmetros de segurança e cabe a você, gestor de frota, determiná-los.

 

Dirigir na chuva requer cuidados específicos e principalmente preparo, por isso queremos te ajudar com este artigo. Aqui, vamos explicar os procedimentos que a sua empresa pode adotar em dias de chuva. Acompanhe!

 

Dirigindo na chuva: quais os principais problemas?

 

Nem mesmo os motoristas mais experientes estão livres dos incidentes causados em dias chuvosos. Para o gestor de frotas, as vias alagadas podem representar problemas sérios, que afetam a receita e a segurança no trânsito, como:

 

  • Água no escapamento;
  • Água no motor;
  • Água na embreagem.

 

Se para um carro de passeio, as áreas alagadas podem representar prejuízos, para uma frota composta por vários veículos, esses prejuízos são multiplicados. A chuva atrasa entregas, gera manutenções imprevistas e pode até levar à perda total do veículo.

 

Listamos abaixo alguns problemas comuns que devem ser considerados pelos gestores nos seus planejamentos e capacitações de motoristas. Também falamos sobre os procedimentos que devem ser realizados para amenizá-los.

 

Carros ilhados

Quando a chuva chega de surpresa e as ruas e avenidas se tornam verdadeiros rios é possível que o veículo tenha que ficar ilhado, sem ter para onde ir. Tentar transpor uma área inundada – com a água cobrindo mais da metade do pneu – nunca é uma boa ideia.

 

O ideal é buscar um ponto seguro e esperar que a chuva passe. Caso isso não seja possível, é recomendado manter uma velocidade constante (na primeira marcha), evitando assim que a água possa ser sugada para dentro do motor.

 

Visibilidade reduzida

Em períodos chuvosos, a atenção deve ser redobrada, isso porque os motoristas acabam perdendo um pouco da noção do que acontece mais na frente e até mesmo do seu posicionamento em relação à via.

 

Manter o para-brisas ligado nestas horas não é só uma recomendação, mas uma obrigação prevista em lei. Por isso, é importante manter os painéis limpos e desengordurados e que a borracha do para-brisa seja conferida e trocada, sempre que for necessário.

 

Pistas escorregadias

Quando está molhada, a aderência da pista costuma diminuir, logo, os veículos acabam perdendo estabilidade, o que pode causar sérios acidentes, sobretudo durante as frenagens. Para evitar que a situação se agrave, revise os pneus! Pneus carecas e pista molhada é uma combinação perigosa que pode ser evitada se a sua manutenção preventiva estiver em dia.

É possível prever quando a chuva vai atrapalhar a operação da frota?

Hoje em dia já é possível prever os períodos de precipitação, basta verificar se a defesa civil da cidade onde a sua empresa está estabelecida disponibiliza aplicativos de alerta para áreas de risco.

Infelizmente, este recurso não está disponível em todas as cidades brasileiras, porém é possível recorrer a outros recursos, evitando danos aos veículos e motoristas.

 

Abaixo, listamos alguns aplicativos gratuitos que podem evitar que o gestor de frotas e os motoristas sejam pegos de surpresa em dias de chuvas muito fortes e evitem áreas de alagamento:

 

  • Climatempo;
  • Accuweather;
  • Weather Underground;
  • Weather Channel.

 

Como prevenir maiores danos à frota em dias chuvosos?

Evitar danos quando dirigir na chuva é inevitável passa sempre por um bom controle e planejamento de frota. Além do alinhamento entre gestores e motoristas, você deve seguir os pontos que listamos a seguir:

Checagem de equipamentos para os dias de chuva

Além da manutenção preventiva básica, a checagem de alguns itens assegura um menor risco para os carros e motoristas que dirigem na chuva. Confira abaixo um checklist básico:

 

  • Suspensão;
  • Para-brisas;
  • Faróis e lanternas;
  • Freios;
  • Palhetas;
  • Balanceamento e alinhamento dos pneus.

 

A importância do seguro em casos de enchentes

É importante que você verifique a cobertura do seguro da sua frota em caso de danos causados por enchentes. Observe isso no ato da contratação ou entre em contato com a seguradora para tirar as suas dúvidas sobre este tipo de sinistro.

Planejamento adequado da rota

O planejamento de rotas de entrega deve considerar também os períodos chuvosos e pontos de alagamento. Considere também definir rotas de fuga e diretrizes básicas para os seus motoristas em dias atípicos de chuva intensa.

Não esqueça da revisão

Quando não é possível evitar que os seus veículos transitem em dias de chuvas fortes, a primeira coisa que deve ser feita assim que possível é uma revisão. Conduza os veículos para uma oficina mecânica e avalie os danos causados.

 

Em situações de calamidade, como a que aconteceu no Rio de Janeiro, por exemplo a orientação é reduzir as suas operações e até mesmo rever o seu planejamento. Considere pensar em períodos de chuva durante a definição de rotas, por exemplo.

 

Afinal, uma via em boas condições pode se tornar intransitável durante alagamentos. Um bom gestor de frotas deve estar atento a esses detalhes.

 

Como orientar os motoristas que precisam dirigir na chuva?

Agora que você conhece os problemas relacionados à direção na chuva, como orientar os seus colaboradores na prática? Que diretrizes devem ser definidas para assegurar a segurança da frota e, sobretudo, dos motoristas?

 

A escolha pode variar de acordo com o seu tipo de frota, mas listamos abaixo algumas ações que servem tanto para veículos menores como os de carga, como caminhões. Confira:

 

  • Manter uma aceleração constante;
  • Desligar equipamentos desnecessários;
  • Câmbio automático em dias de chuva;
  • Cuidado ao frear;
  • Manter distância do veículo à frente.

 

Dirigindo na chuva: conte com a Sofit!

Sabia que a Sofit pode te ajudar a se planejar e evitar danos aos seus veículos em períodos chuvosos? Pois é! Com o nosso software, o controle e monitoramento da sua frota fica nas suas mãos de forma simples, prática e funcional. Confira as nossas soluções clicando aqui.

Este artigo foi útil para você? Então conta pra gente: como os seus colaboradores estão dirigindo na chuva?

Sistema completo para uma gestão de frotas mais eficiente: 

Fácil, intuitivo e online. Alcance melhores resultados e reduza custos com o nosso sistema para controle e gestão de veículos.

O controle da jornada de motoristas é uma das principais responsabilidades do gestor de frotas, embora seja de conhecimento comum que a duração do tempo de direção dependa tanto do condutor quanto da empresa.

Para gerenciar da melhor forma possível essa questão, e estar em dia com a legislação trabalhista, é preciso adotar estratégias e ferramentas para monitorar o tempo de deslocamento, assim como os períodos de descanso do profissional.

Por muito tempo, esse gerenciamento das atividades dos condutores foi realizado por meio de controles manuais, como diários e fichas. No entanto, com o acesso cada vez mais amplo aos recursos tecnológicos, o uso desses controles vem sendo substituído por soluções tecnológicas muito mais eficientes, que colaboram para o gerenciamento das frotas de veículos.

Neste artigo, vamos falar da importância do controle da jornada de motoristas e dar dicas para melhorá-lo com a ajuda da tecnologia. Acompanhe!

Qual a importância do controle da jornada de motoristas?

É nesse controle que se concentram todos os custos e receitas da operação logística, como a quantidade de combustível usado e receita gerada em uma viagem. Dessa forma, o controle da jornada de motorista garante a eficiência da operação e também o bem-estar do condutor, assegurando seu direito ao descanso, para que ele possa estar em plena condição para exercer suas atividades.

Além disso, é de extrema importância para que o empregador esteja agindo dentro da Lei 13.103/15  que regulamenta  as condições de transporte. Veja a seguir mais detalhes sobre a importância do controle da jornada de motoristas.

Atuar de acordo com a lei

Como mencionamos, existe uma lei que regulamenta as relações entre condutores e empregadores.  Por isso, é importante conhecer todo o teor da legislação, compreender suas últimas alterações e estudar como elas afetam o funcionamento da empresa.

Essa iniciativa é de fundamental importância para preservar os direitos e obrigações nas relações de trabalho. É melhor estar informado e seguir as normativas, do que ter de amargar prejuízos com multas e indenizações posteriormente.

Mensuração das horas extras

Como acontece em outras profissões, o motorista também tem direito à remuneração das horas extraordinárias. De acordo com a legislação, a jornada de trabalho tem duração de até 8 horas diárias, sendo possível acrescentar até 2 horas extras por dia. Logo, ter o controle da jornada de trabalho dos motoristas utilizando um registro é fundamental para o acompanhamento e comprovação das horas trabalhadas.

Avaliação de desempenho

Com o mercado cada vez mais competitivo, e considerando que o foco atual do mercado é em performance, avaliar o desempenho dos motoristas é fundamental para o crescimento do negócio.

Geralmente, essa equação é medida pela relação do tempo total que o condutor emprega para transportar a carga em segurança. Dessa forma, o controle da jornada de trabalho do motorista também serve para monitorar o desempenho deles ao longo do tempo.

Quais os direitos dos motoristas hoje?

A Reforma Trabalhista determina que os acordos coletivos e convenções entre funcionários e empresa poderão prevalecer sobre a legislação. O que isso quer dizer? Que o que foi acordado direto entre a empregador e o empregado prevalecerá diante do que é previsto na lei.

Essa resolução afeta principalmente questões como intervalo, jornada de trabalho, plano de carreira, banco de horas, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Entre os pontos que mais afetam a jornada dos motoristas podemos citar:

  • férias: poderão ser segmentadas em até três períodos, desde que um deles não seja menor a 14 dias corridos, e nenhum dos ciclos seja inferior a cinco dias corridos;
  • início da jornada: o deslocamento do motorista entre sua casa e o local de trabalho não será contabilizado na jornada de trabalho. Já quando o motorista leva o carro para a casa, o início da jornada se dá ao acionar o veículo;
  • salário: a remuneração por produtividade não pode ser menor que ao salário-mínimo ou o piso salarial da categoria. No entanto, essas formas de pagamento podem ser negociadas entre as partes;
  • plano de carreira: os planos de carreira também poderão ser combinados entre as empresa e funcionário, sem a necessidade de registro no contrato de trabalho ou no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Como o gestor de frotas pode otimizar esse controle?

Veja a seguir as principais formas para você fazer um controle da jornada de motoristas de forma eficiente.

Registro em diário de bordo

O diário de bordo, como o nome sugere, é uma maneira de o motorista fazer as anotações de todas as suas atividades ao longo do percurso, o que inclui situações adversas, horários de parada e também horas trabalhadas. Apesar de ser um recurso antigo, o diário de bordo ainda pode se usado para comprovar a jornada de trabalho, exercendo assim, a função de controle de ponto.

Controle de ponto manual

O controle de ponto manual é uma forma de registrar o horário de início da viagem e os horários de descanso, até o término do deslocamento. Os dados são entregues ao empregador para ele calcular o pagamento ou comparar com o registro eletrônico.

Sistema de monitoramento eletrônico

A tecnologia é capaz de resolver importantes questões envolvendo o controle de ponto de motoristas, pois elimina erros e divergências na marcação. Isso é possível com um sistema de monitoramento eletrônico.

O software pode ser ligado ao sistema do caminhão ou registrado manualmente. Para isso, o motorista registra a entrada ou saída de um ponto de descanso. Esses sistemas são confiáveis e aceitos pelo MTE para comprovar a jornada dos motoristas, sendo um investimento que, com certeza, trará mais segurança para a empresa e para o funcionário.

Agora que você entende melhor a importância do controle da jornada de motorista, saiba que a que a Sofit tem uma plataforma onde você pode fazer o controle total das viagens. Na ferramenta, você também cria o demonstrativo de viagem, faz o planejamento de rotas e despesas do deslocamento, controla a rota, monitora o frete cobrado,  faz acertos de viagens, entre outras funcionalidades. Saiba mais sobre controle de viagens no nosso site!

Sistema completo para uma gestão de frotas mais eficiente: 

Fácil, intuitivo e online. Alcance melhores resultados e reduza custos com o nosso sistema para controle e gestão de veículos.

Você segue esse passo a passo para planejar rotas de entrega?

 

Você já sentiu dificuldade em planejar as rotas de entrega com antecedência? Se a sua resposta foi sim, não precisa se preocupar. Saiba que isso é bastante comum não só na sua empresa, mas em outras também!

 

Economizar combustível, aumentar o índice de satisfação dos clientes e evitar maiores danos aos veículos da sua frota são apenas algumas vantagens que a sua empresa ganha ao planejar rotas com antecedência.

Apesar dos gestores de frota nem sempre terem total controle sobre os trajetos dos veículos, é possível otimizar as rotas de entrega adotando algumas medidas simples. E é sobre isso que vamos falar no artigo de hoje. Acompanhe!

Afinal, qual a importância de planejar as rotas de entrega?

Na prática, podemos afirmar que o planejamento de rotas está inteiramente associado à redução de custos com o transporte de cargas. Mas, isso não é tudo. Por meio de um planejamento adequado de rotas de entrega é possível exercer o controle minucioso sobre alguns indicadores importantes. Entre eles, destacam-se:

  • Consumo de combustível;
  • Satisfação dos consumidores;
  • Prazos e entregas da rota;
  • Monitoramento dos veículos.

Dito isso, podemos afirmar que esse processo de planejar as rotas de entrega não é mais restrito às grandes transportadoras. Hoje em dia, a roteirização do transporte está presente em cada negócio, pois é um diferencial competitivo a ser conquistado.

Quais são os prejuízos ao não otimizar as rotas de entrega?

Na maioria das vezes, não planejar as rotas de entrega da forma correta, faz com que seja necessário refazer o percurso mais de uma vez, simplesmente porque você não tomou as decisões certas.

 

Dessa forma, seus clientes podem acabar priorizando outros prestadores de serviços, uma vez que não conseguem contar com sua pontualidade, por exemplo.

 

Lembre-se também que alguns contratempos podem acontecer durante o percurso como se deparar com um viaduto em que a altura máxima é incompatível com o veículo, roubo da carga, avarias nas mercadorias e vias que não permitem a passagem naquele horário devido às restrições da prefeitura local.

 

Esses problemas, por si só, justificam o cuidado com o planejamento de rotas. Todos eles juntos podem trazer muita dor de cabeça para a sua empresa, portanto, comece a planejar suas rotas de entrega desde já!

Dicas de como planejar com eficiência as rotas de entrega!

Ao contrário do que muitos pensam, planejar com eficiência uma boa gestão de rotas de entrega não é uma tarefa nada fácil. É preciso que suas etapas estejam muito bem estruturas, caso contrário, todo seu esforço de implantá-la pode ter sido em vão. E você na posição de gestor deseja justamente o contrário, não é?

Para que isso seja evitado, fizemos questão de elaborar o passo a passo. Acompanhe conosco!

  1. Considere os imprevistos

Toda vez que uma entrega estiver prestes de acontecer leve em conta os possíveis imprevistos durante o trajeto. Principalmente em grandes cidades onde o trânsito, os acidentes e os roubos são bastante comuns.

Portanto, para evitar os transtornos, utilizar os dados históricos é uma boa saída. Com base neles, é concebível traçar alternativas mais viáveis para que o transporte aconteça da melhor forma.

  1. Utilize rastreamento veicular

Jamais deixe de utilizar os rastreadores em seus veículos. Por meio deles, detectamos problemas em tempo real para que possam ser imediatamente sanados. Além disso, é uma ferramenta que permite posicionar o cliente acerca de sua carga, por exemplo.

  1. Calcule rotas eficientes

Para realizar o cálculo, é importante analisar de que forma sua demanda de comporta, ou seja, sua quantidade de pedidos varia diariamente ou semanalmente? Após essa identificação aconselhamos que sejam agendadas múltiplas paradas na mesma rota de entrega. Isso reduz de maneira geral, custos com a frota própria, esforço e seu planejamento diário.

  1. Conceda suporte aos clientes

Manter seus clientes informados é a chave para o sucesso de sua empresa, pode apostar nisso. Desenvolva mecanismo onde seu cliente consiga acompanhar o trajeto de sua mercadoria, por exemplo.

Serviços de ajuda por meio de chat online pode ser agregar muito valor ao seu cliente, principalmente em horários não comerciais.

 

  1. Teste as melhores rotas

Caso a sua empresa tenha entregas diárias agendadas para uma determinada região, uma boa maneira de otimizar o seu serviço é testar diferentes rotas. Isso deve ser feito de maneira planejada, observando as múltiplas paradas, quilometragem e custos gerais. Assim, você terá informações e ainda terá uma rota alternativa em caso de imprevistos.

 

  1. Analise os relatórios

Após finalizar suas entregar crie o hábito de sempre analisar os relatórios de veículo na gestão de sua frota. Através deles, você terá uma visão ampla sobre todos os custos da operação, sobretudo, com combustível. Em uma próxima roteirização de transporte será mais fácil otimizá-lo.

De que forma a tecnologia pode me ajudar com as entregas?

Não é possível pensar em melhorar os processos internos e não ter a tecnologia como nossa aliada, concorda? Pois é, na gestão de rotas isso não é muito diferente. Através de um software especializado no assunto é viável gerar as melhores rotas de entrega de modo automático apenas alimentando sua origem e destino.

Além disso, conseguimos apurar todos os custos do transporte, desempenho da operação, programar os horários adequados para trafegar, monitoramento via satélite e conhecimento prévio das vias por onde o veículo passará.

Portanto, não deixe para depois o que precisa ser feito hoje. As soluções tecnologias estão disponíveis no mercado para garantir que suas entregas sejam realizadas dentro do prazo estipulado e acordado com seus clientes.

Como vimos, essas são algumas dicas importantes que você pode colocar em prática. Mas, apenas isso não basta. Então, utilize seu conhecimento prévio sobre o assunto também. Através disso, será mais simples criar uma estratégia de rotas de entrega efetiva e os resultados satisfatórios apareceram naturalmente, confie!

 

O que você achou deste conteúdo? A Sofit pode ajudar você a planejar as suas rotas de entrega com facilidade e eficiência e ainda garante suporte exclusivo para frotistas. Para saber mais é só clicar aqui e conhecer todas as nossas soluções!

Perder um veículo após uma ação de bandidos é, de fato, uma experiência ruim que todo brasileiro sempre busca evitar. Isso porque mesmo que este carro tenha um seguro para cobrir seus danos, você provavelmente nunca está 100% satisfeito em ter apenas seu dinheiro restituído. O ideal seria que seu veículo fosse encontrado junto com todas as suas mercadorias e acessórios, certo?

Por isso, acompanhar a localização dos veículos de uma frota é essencial para todo gestor que busca estar sempre ligado com a trajetória percorrida por seus carros para evitar futuros problemas. E investir em um rastreador eficiente com certeza é o primeiro passo para essa segurança extra para seu dia a dia.

Nesse artigo você vai conhecer as melhores maneiras para escolher o rastreador de veículos ideal para uma maior segurança de sua frota. Continue a leitura e confira!

Erros que você precisa evitar na hora de escolher o melhor rastreador de veículos para sua frota

Ignorar as necessidades de sua frota optando pela opção mais barata

Por que você está em busca de um rastreador de veículos? Essa é a primeira pergunta que todo gestor deve fazer antes de procurar aplicar essa tecnologia em sua frota. Escolher a ferramenta mais barata pode – de fato – parecer uma alternativa satisfatória quando se está à procura de um mecanismo para rastrear seus veículos.

No entanto, mais importante do que implementar esta ferramenta, é importante que antes seja feito o estudo das necessidades de sua frota para que você possa escolher a que mais supra suas demandas de acordo com as diferentes funções e capacidades da ferramenta.

Não entender a importância em ter informações em tempo real

O intervalo entre o envio de informações pode ser algo que você talvez não dê muita importância, mas esse é um detalhe que pode fazer uma grande diferença na hora de rastrear seus veículos.

Assim como foi comentado anteriormente, antes de investir em um rastreador de veículos, é importante que você entenda qual tecnologia sua frota necessita. As diferenças entre os tempos de atualização de informações vai variar de acordo com as características de seus veículos – e suas necessidades -, seja em relação à logística ou por uma maior segurança dos componentes de sua frota.

Não realizar a instalação com um profissional qualificado

Por mais que alguns dispositivos sejam ligados na porta do veículo, o que permite que o próprio gestor ative seu funcionamento, ter o auxílio de um profissional qualificado pode livrar seus veículos de vários riscos.

Isso porque a instalação de um equipamento na parte elétrica pode trazer diferentes consequências para seu veículo, além de poder fazer com que você perca a garantia de seu carro. Além disso, a instalação incorreta ainda pode aumentar as chances de pane elétrica do sistema.

Quando o equipamento não é instalado por um profissional, os riscos são multiplicados: a possibilidade de um curto circuito do carro torna-se real e coloca o veículo passível a riscos ainda mais extremos, como um incêndio, por exemplo.

Mas o que levar em conta na hora de escolher o rastreador de veículos certo?

Na hora de escolher um rastreador de veículos para sua frota, leve em conta que existem três diferentes componentes que vão trazer diferentes monitoramentos para sua gestão. Eles são:

  • Os meios de comunicação, que trazem formas de transmissão através dos dados de localização do dispositivo móvel aplicado no veículos;
  • Os sistemas de posicionamento, ao qual rastreiam o local exato do dispositivo móvel instalado;
  • Os sistemas de rastreamento e gestão de veículos, que são responsáveis pela visualização de mapas digitais com sistemas modernos integrados.

A partir disso, é sempre recomendado que você faça um estudo logístico para entender quais dessas características mais encaixam nas necessidades de sua frota para, após isso, procurar o rastreador que mais supra essas demandas.

Quais são os tipos de rastreadores que você pode escolher?

Rastreadores por GPS

Funcionando com a utilização de ondas de rádio enviadas via satélite, a maior vantagem dos rastreadores por GPS é a capacidade de oferecer uma abrangência muito maior em relação a suas áreas de cobertura. Além disso, por transmitir informações via satélite, esse tipo de rastreador também fornece muito mais precisão na identificação da localização de veículos cadastrados.

Através dos rastreadores via GPS, é possível identificar os veículos em tempo real e de forma imediata.

Rastreadores por Rádio Frequência

Ao contrário dos rastreadores via GPS, essa outra alternativa funciona por meio de ondas eletromagnéticas. Essas ferramentas possuem coberturas de sinais não tão eficientes quando comparadas aos via GPS, mas ainda são capazes de acompanhar um veículo mesmo que ele se encontre em um local mais restrito, como em ambientes fechados.

É importante que você entenda que investir no rastreador ideal não apenas ajuda a garantir mais segurança para seus veículos, pois monitorar o posicionamento em tempo real de sua frota vai muito além de saber onde ela está. Por outro lado, este acompanhamento ainda permite prever o tempo de chegada de um percurso e algum imprevisto no meio do caminho, além de passar muito mais segurança para seus clientes.

Por isso, entender como aplicar um rastreador de veículos em sua frota pode ser o divisor de águas que você precisa para multiplicar a segurança dos veículos de sua frota.

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A tecnologia em logística já é uma realidade. Por menor que seja o negócio, todos já se beneficiam de alguma tecnologia, seja um simples celular ou planilha no computador. No entanto, o mercado está evoluindo rápido e, se você deseja levar a sua operação logística a novos patamares, precisa estar atento às novas tendências do setor.

Dessa forma, os profissionais dessa área devem conhecer as novidades a respeito do assunto, pois é uma maneira de se destacar perante a concorrência. Isso certamente vai trazer benefícios no cotidiano empresarial, como segurança na informação, possibilidade de rastreamento, entre outros benefícios.

Pensando nisso, preparamos este artigo que vai listar 8 tendências que prometem estar cada vez mais presentes no seu cotidiano. Acompanhe!

1. Utilização diversificada de tecnologias de rastreamento

Tecnologias voltadas para o rastreio de cargas permite que as empresas acompanhem os status dos transportes, sinalizando possíveis ocorrências em tempo real. Isso facilita o processo de tomada de decisão pelos administradores, os quais conseguem encontrar soluções mais assertivas, e um tempo reduzido.

Além disso, ela pode ser usada para melhorar o relacionamento com os clientes, ofertando a possibilidade de acompanharem suas cargas em tempo real.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra que os centros urbanos estão cada vez mais congestionados, o que gera baixa produtividade nas entregas de cargas.

A solução proposta pelos pesquisadores é aprofundar a tecnologia do rastreamento e utilizá-la não apenas como ferramenta de segurança, mas também para determinar a necessidade de alterações de rota para fugir de congestionamentos, encontrar alternativas para estacionar ou alterar a ordem da entrega. Eles afirmam, ainda, que a utilização dessa tecnologia pode minimizar o problema de restrições de horários, comuns nas áreas urbanas, e reduzir congestionamentos.

2. Integração dos e-commerces com as transportadoras

O e-commerce já se consolidou no Brasil, mas ainda tem muito a crescer no quesito transporte. Hoje, essa área é dominada pelos Correios, que realizam cerca de 90% das entregas. A tendência é o desenvolvimento de novos softwares e aplicativos que se integrem aos e-commerces, facilitem a inserção de novos players e ofereçam mais opções de entrega para clientes. Algumas transportadoras que já fazem essas integrações, como a Direct, a JadLog, a UPS e a DHL.

tecnologia na logística

3. Mais automatização nos armazéns

Em muitas fábricas dos países desenvolvidos, existe a participação de pessoas em tarefas rotineiras e repetitivas e quase não há sistemas automatizados, como robôs que tomam conta de operações.

Entre as atividades que foram automatizadas, estão a separação e a conferência de cargas. Talvez, essa não seja a inovação mais imediata, principalmente porque o investimento é alto e estamos passando por um momento de crise, mas, logo, será uma mudança necessária para manter a competitividade do país.

Um sistema de coordenação de armazéns fornece a rotação dirigida de estoques, condutas inteligentes depicking e consolidação automática cross-docking, tudo para melhorar o uso do espaço e do tempo, cortando custos para o usuário. Esse sistema fica incumbido por colher dados — como o tempo de permanência de mercadorias nas prateleiras, por exemplo — e conferir informações, sendo uma ferramenta interessante para as empresas que atuam com galpões logísticos.

4. Uso de aplicativos

A comunicação é essencial no transporte de cargas. Embora já existam os TMS (Sistemas de Gerenciamento de Transporte), esse fluxo geralmente não envolve diretamente o motorista, e os clientes normalmente recebem a informação que é repassada pela transportadora.

Outra tendência é o uso de aplicativos como o Truckpad e o Quero Frete, que aumentam a eficiência e eficácia no uso dos veículos, facilitando a tarefa de encontrar cargas de retorno.

A tecnologia mobile aprimora a gestão de equipes externas, permitindo o acesso ao sistema e aos dados de qualquer lugar. Dessa forma, ela pode auxiliar gestores e colaboradores que atuam viajando e mesmo por motoristas, os quais podem reportar seu status de viagens ou comunicar qualquer ocorrência.

Em tempos em que a comunicação rápida acaba sendo um grande diferencial, a tecnologia mobile exerce uma função fundamental para assegurar que o fluxo de informações seja sempre constante e fluido.

5. Controle dos processos

O número de dados que o ramo de logística gera, diariamente, é muito grande. Com isso, ficar sem usar meios tecnológicos torna quase impossível acompanhar todas as rotinas e controlar as informações relevantes. Portanto, pode-se fizer que o investimento em tecnologia permite acompanhar e controlar melhor todos os processos do trabalho.

O investimento da tecnologia no setor da logística é essencial para que as operações sejam realizadas do modo mais confiável possível, com menores índices de erros e retrabalhos.

Dessa forma, é possível falar que, quanto mais um empreendimento está disposto a investir em meios tecnológicos, mais assertivos e seguros os processos se tornarão.

6. Caminhão inteligentes

Outra tendência que vem ganhando bastante força, proporcionada pelo desenvolvimento da tecnologia, é a possibilidade de que os caminhões estejam o tempo todo conectados — tanto com outros veículos, quanto com o próprio empreendimento. Isso faz com que ocorram trocas de informações em tempo real no tocante à localização, status do transporte e ocorrências, mantendo a comunicação fluida.

7. Entrega com veículos elétricos

A sustentabilidade também está na pauta das empresas, pois, além da responsabilidade socioambiental, a redução dos custos é um grande atrativo. Nesse sentido, uma tecnologia muito efetiva — e que já é tendência — é o uso de veículos elétricos, para realizar pequenas entregas. No Brasil, inclusive, já existem empresas realizando testes nessa modalidade, como os Correios e a Natura.

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8. Investimento em softwares de gestão de frotas

Para atender aos clientes cada vez mais exigentes e à necessidade de reduzir continuamente os custos, as empresas tendem a investir mais em softwares de gestão. Isso, porque eles fornecem as melhores soluções para os clientes e permitem uma integração bem melhor entre empresa e fornecedor.

Os softwares ligados à gestão de frotas são essenciais no setor da logística. Sua utilização permite o controle operacional dos veículos, como consumo de combustível e até a programação para manutenção preventiva.

Com a certeza de que vivemos em um mercado extremamente competitivo e dinâmico, as empresas que lidam com frotas devem se inovar constantemente. Para garantir o seu sucesso, elas devem se fundamentar nas melhores técnicas de logística, reduzindo custos, melhorando a qualidade dos seus serviços e elevando seus lucros.

Para alcançar esse objetivo, é imprescindível usar os 5 pilares da logística. Você já sabe quais são? Se sua resposta foi não, este post foi feito sob medida para sua empresa. Venha ver!

1. Planejamento inteligente

O primeiro pilar da logística é um planejamento inteligente. Trata-se de um conjunto de ações que se dividem nos seguintes níveis:

Nível estratégico

O planejamento estratégico envolve o desenho da rede logística, isto é, fábricas, centros de distribuição, armazéns, localização de parceiros e fornecedores e planejamento da demanda do cliente. É uma prática que necessita ser revisada periodicamente para que aquele planejamento se adeque às mudanças mercadológicas.

Nível tático

O plano tático define o modo de usar os recursos disponibilizados para aperfeiçoar o atendimento ao consumidor, diminuindo despesas desse serviço.

Do mesmo modo, deve prever mudanças na demanda do consumidor e fornecimento ou capacidade da rede para atendê-lo. Nesse nível de planejamento, almeja-se responder melhor a essas variáveis.

Nível operacional

No nível operacional, são produzidos planos de inventário e movimentação de materiais, em função das restrições dos sistemas das frotas. Também são definidas as soluções para resolver problemas de quebra de equipamentos, pedidos cancelados, discrepância de inventário, entre outros.

O planejamento inteligente é fundamental para que outra base da logística seja fortalecida — nesse caso, a otimização de estoques.

2. Otimização de estoques

Trata-se do gerenciamento de inventário para equilibrar a procura de itens mantidos no documento e otimizar os custos de fornecimento.

As abordagens da otimização de estoques estão focadas na fixação dos limites sobre o número de unidades de um determinado insumo e no acompanhamento de toda a sua movimentação, para que ele chegue dentro do prazo estipulado.

Esses limites se baseiam em um volume mínimo e um volume máximo para cada item, buscando que o estoque esteja sempre suprido com a quantidade ideal de mercadorias conforme a demanda de cada uma delas. O ponto de pedido é um conceito que precisa ser familiar ao gestor: significa a quantidade de itens no estoque que, sendo atingida, exige que sejam realizadas novas compras, tendo como referência o consumo médio mensal, o tempo de reposição e o estoque de segurança (destinado ao abastecimento em casos especiais).

Para calcular o ponto de pedido, pode-se usar a fórmula:

PP = (CM x TR) + ES

  • PP equivale ao ponto de pedido;
  • CM equivale ao consumo médio;
  • TR é o tempo de reposição, que é o prazo de entrega do fornecedor após a efetivação do pedido;
  • ES é o estoque de segurança.

Outro conceito que vale ser conhecido é o de just in time, ou seja, o produto só deve ser solicitado para o estoque no momento mais exato possível, o que torna ainda mais valioso o cálculo do PP. O just in time é um dos pilares da produção enxuta.

3. Visibilidade

Para evitar transtornos com os materiais do estoque, é necessário que sua frota tenha uma excelente visibilidade. Não se trata de propaganda ou qualquer técnica publicitária: ela envolve um conhecimento aprofundado sobre o cliente e a rastreabilidade do inventário e de todo o material em movimento.

O intuito de tornar sua frota mais visível é que você tenha a relação entre oferta e demanda balanceada, para reduzir despesas e otimizar a qualidade dos serviços prestados pela sua companhia.  As ferramentas para uma maior e melhor visibilidade são:

  • Rastreabilidade dentro da organização usando sistemas de monitoramento;
  • Rastreabilidade com os parceiros da cadeia de suprimento, recebendo mensagens via web, EDI e ou XML;
  • Implantação de centros de integração para melhorar a visibilidade em sistemas diferentes em múltiplos parceiros;
  • Detecção de exceções e alertas para indicar quando a situação de uma entrega do sistema se desvie dos indicadores e fluxogramas estabelecidos no planejamento.

Para ter melhor e maior visibilidade, é preciso também ter uma boa gestão de frotas.

4. Gestão de frotas

A gestão de frotas engloba atividades para gerenciar um conjunto de veículos que pertencem a uma mesma empresa. Trata-se de integrar recursos, informações e sistemas. Para isso, é fundamental seguir as seguintes orientações:

  • Automatizar as transações logísticas por comunicação eletrônica, para reduzir tempo, custo e erros humanos;
  • Compartilhar dados de demanda, inventário e cronogramas;
  • Gerar rede de colaboração para responder agilmente às mudanças no ambiente de mercado.

Nesse pilar, o que ajuda a melhorar a administração dos seus veículos é ter como base dados analíticos que facilitam o monitoramento das frotas.

A gestão de custos é um quesito relevante, sendo recomendável o controle de custos por cada viagem efetuada — assim, a identificação dos gastos será mais precisa e definida. Não se pode esquecer que os custos podem ser fixos e variáveis, ou seja, existem custos que são os mesmos para toda viagem, mas há outros que se alteram dependendo da distância, da carga e de outros critérios, incluindo os imprevistos — as surpresas que não estão programadas e sempre acabam exigindo gastos adicionais.

Para tornar sua gestão ainda mais precisa, você poderá dividir os custos por cada viagem em custos relacionados a rota, veículo e motorista. Ao final de tudo, sempre faça a comparação entre os custos de cada viagem realizada.

Outro ponto a considerar é a organização dos documentos do veiculo e do motorista, como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Controlando a documentação, será possível evitar multas e problemas jurídicos em casos mais graves, como acidentes.

5. Monitoramento

Nesse pilar, o ideal é ter dados analíticos, isto é, medições e indicadores. Eles permitem monitorar em tempo real utilizando scord cards, consultas, painéis ou relatórios. Com essa base, fica mais fácil tomar as decisões para fortalecer cada um desses pilares.

O monitoramento automatizado permite acompanhar, em tempo real, cada passo que o veículo e a carga estão dando na rota planejada. Assim, é possível identificar desvios, paradas não programadas e possíveis eventualidades, como assaltos ou acidentes.

O monitoramento automatizado facilita a comunicação do gestor com o motorista, de modo a ajudá-lo em certas situações, resolvendo conflitos e aplicando planos emergenciais a fim de que o prazo de entrega seja cumprido.

O monitoramento, enfim, permite ao gestor monitorar o veículo, a carga, o motorista, o prazo e a entrega.

Para aplicar uma logística inteligente, é preciso ter qualificação necessária para otimizar os pilares que abordamos. É preciso ter visão de futuro, flexibilidade e dinamismo para responder às exigências mercadológicas que conhecemos muito bem. Do mesmo modo, é imprescindível investir em recursos tecnológicos que facilitam o planejamento inteligente, a gestão de estoques e frotas e o monitoramento.

Viu como a aplicação correta dos pilares da logística é um diferencial para sua empresa? Quer saber mais sobre como melhorar seus serviços? Aproveite o espaço dos comentários e venha debater conosco suas ideias e dúvidas, e fique por dentro das novidades curtindo nossa página no Facebook!

As viagens de curta ou de longa distância são a realidade dos gestores de frotas, que têm como objetivo principal otimizar a logística de transportes. Para que isso seja viável, o caminho tem nome: planejamento de viagens.

É somente com a organização, estruturação e planejamento de todas as etapas da viagem que é possível alcançar uma entrega de qualidade, sem atrasos e com menores custos. Confira mais informações importantes!

Para isso, é bastante conveniente dar atenção a cinco elementos principais: a rota, o tempo, a manutenção, a documentação e o monitoramento. Quer aplicar essa ideia em sua frota e na logística? Então baixe este e-book e veja como fazer um planejamento de viagens impecável.

Planejamento da Rota

O planejamento da rota é uma etapa crucial para evitar desperdício de recursos e também para favorecer a segurança e a efetividade logística. Para uma viagem, o planejamento começa com a identificação da melhor rota existente. Para isso, é preciso levar em consideração questões como:

  • Autonomia do caminhão
  • Postos Conveniados
  • Adiantamento de Viagem
  • Segurança

A logística e o tempo

A organização de viagens também deve levar em consideração o tempo, de modo a otimizar a entrega. Você sabe dizer quais são os principais fatores que podem retardar o tempo de uma viagem?

Cuidados com a manutenção

Há componentes que necessariamente precisam estar em boas condições em um momento pré-viagem. Você saberia quais são e suas devidas importâncias?

A documentação também é um fator importante

É estritamente necessário que os veículos que sairão para uma entrega ou viagem estejam com toda a documentação em dia. Você tem controle de todos os documentos requisitados para o caminhão poder pegar a estrada?

Monitoramento da frota

Quando o caminhão chega ao seu destino final, várias são as medidas a serem tomadas com o veículo por prevenção. Você tem todas elas em mente?

Se você não tem alguma ou todas essas respostas, a leitura do nosso novo material sobre “Logística do transporte: planejamento de viagens” é indispensável!

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