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Qual é o prazo correto para realizar a calibragem de pneus? Isso deve ser feito com ele quente ou frio? Qual a pressão correta? 

Essas perguntas são mais comuns do que você pensa e a maioria das pessoas tem dúvidas sobre as respostas e acaba não fazendo o correto controle dos pneus dos veículos da  frota.

Pneus sem a calibragem correta trazem inúmeros problemas, gastos indesejados e são um risco ao condutor e passageiros. 

Neste post você vai aprender como fazer o correto controle dos pneus do seu veículo, garantir mais segurança e ainda economizar dinheiro.

Qual a frequência correta para calibrar os pneus?

Provavelmente esta é a principal dúvida dos condutores. A boa notícia é que é muito simples saber a frequência correta para realizar a calibragem dos pneus do seu carro.

Em condições de uso normais o correto é calibrar os pneus a cada 15 dias. 

Mas faça isso de preferência quando os pneus estiverem frios, ou seja, tendo rodado no máximo 3 quilômetros. No entanto, existem algumas exceções a serem seguidas:

  1. Veículos que trafegam grandes distâncias durante o mês: calibre os pneus a cada 500km, caso aconteça antes dos 15 dias.
  2. Veículos com pouco uso durante o mês: calibre os pneus uma vez a cada 30 dias.

Outra coisa importante é calibrar os pneus sempre antes e depois de viagens longas. 

Andando com o carro carregado em viagens a pressão dos pneus é diferente de quando você utiliza somente para rodar na cidade. 

Se o seu pneu está precisando ser calibrado antes de 15 dias, você precisa verificar outros itens de manutenção que devem estar prejudicando os pneus do seu veículo. 

Cuidado, o problema pode não ser diretamente no pneu. Então, recomenda-se que o gestor consulte um especialista.

Outra dica, se cair em algum buraco muito grande ou pegar alguma guia, principalmente em estradas, confira a pressão dos pneus. 

Pancadas muito fortes podem fazer o pneu perder pressão e você acabará danificando ele mais.

A classificação de calibragem dos pneus

Para conferir a etiqueta que indica a calibragem correta de cada pneu é preciso entender a nomenclatura utilizada pelos fabricantes.

Há, basicamente, 3 tipos de classificação para a calibragem que indicam as unidades de pressão:

  • PSI (Pound Per Square Inch)  indica a quantidade de libras por polegada quadrada;
  • BAR (Do grego Barys – Pesado) unidade de pressão comumente utilizada na Europa ocidental. Equivale a 100 000 Pascais;
  • kPA (Pascal SI – Sistema Internacional).

O problema com os pneus cheios demais

Assim como a calibragem baixa pode ser um indicativo de desgaste prematuro dos componentes dos veículos da frota, pneus inflados demais aumentam a probabilidade de acidentes.

Quando o pneu está com a calibragem acima da indicada pelo fabricante, há um aumento na firmeza de contato com a superfície.

Ou seja, os seus veículos estarão mais sujeitos a cortes, quebras por impacto, perfurações e danos por choque.

guia definitivo para controle de pneus

Então, como calibrar os pneus corretamente?

Agora que você já sabe quando deve ser feita calibragem para garantir o correto controle dos pneus, está na hora de aprender como fazer isso de forma correta.

O primeiro passo é saber qual a pressão correta dos pneus. Essa informação é normalmente encontrada nos seguintes locais:

  1. Adesivo na parte interna da tampa de combustível;
  2. Adesivo em uma das portas dianteiras;
  3. Manual de uso e manutenção do veículo logo no início ou na parte que fala sobre pneus.

Repare que existe mais de uma informação sobre a pressão correta dos pneus. Elas variam em função do tamanho do pneu em seu veículo e se você está ou não andando carregado.

Para saber o tamanho do pneu do seu carro, é só olhar no próprio pneu as informações.  e comparar com o que está escrito na indicação do manual. 

Depois é só verificar qual a pressão correta para uso com pouca carga e carregado (normalmente para viagens) e calibrar os pneus.

Em algumas exceções a pressão para andar com o veículo cheio e vazio é a mesma. Portanto é só seguir o que está no manual sem medo.

Quer aprender mais? Veja mais artigos sobre Pneus: como aumentar a durabilidade dos pneus.

O que a calibragem de pneus inadequada acarreta para veículos pesados?

A pressão de ar de um pneu é ainda mais importante no caso de caminhões e veículos pesados. Isso porque o peso da carga de um caminhão, por exemplo, pode ser bastante elevado. 

Dessa forma, a manutenção da pressão dos pneus deve ser vista pelo gestor de frotas como um componente chave de um programa completo de manutenção de pneus.

A quantidade de problemas relacionados aos pneus e incidentes à beira da estrada será significativamente reduzido caso você mantenha as inspeções de pressão dos pneus em dia, assim como o tempo de inatividade dos seus veículos.

Note também que a calibragem baixa é a causa número 1 da remoção prematura dos pneus. 

Especialistas recomendam que caso ela esteja 20% abaixo da pressão recomendada pelo fabricante, o pneu deve ser considerado furado. Assim, deve ser removido e inspecionado para a verificação de perfurações ou outros danos.

Economize e reduza riscos de acidentes com pneus calibrados!

Poucas pessoas sabem, mas, de acordo com uma pesquisa da Michelin, cerca de 50% dos veículos brasileiros trafegam com a calibragem dos pneus incorreta, sendo que 20% deles estão em condição perigosa.

Isso gera sérios problemas para o gestor de frotas. Um deles é seu desgaste prematuro dos pneus. Manter veículos trafegando com calibragem incorreta podem ter uma vida útil de até 8.500 km menor. 

Aliado a isso, andar com pneus muito cheios ou muito vazios aumenta o risco de acidentes e o consumo de combustível.

Um outro problema é o peso no bolso. Com o aumento da manutenção de alguns itens do sistema de suspensão e de direção do carro por andarem sob estresse excessivo devido a calibragem incorreta dos pneus. 

Veja mais sobre este assunto no post sobre como reduzir os custos com manutenção dos veículos.

Gostou desse post sobre calibragem de pneus? Compartilhe nas redes sociais e ajude mais pessoas a rodarem com segurança e economizar.


A história que vamos contar a seguir é real e faz parte da realidade de muitos gestores de frota que pensam na segurança da frota no trânsito. Utilizamos nomes fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Mas, com certeza, você irá se identificar com o relato abaixo.

 

Por que gestor de frota começou a priorizar a segurança da frota no trânsito

Nem redução de custos, nem a eterna busca por mais eficiência e produtividade, a mais importante missão do Gestor de Frotas é salvar vidas. “Eu gerenciava uma frota de pelo menos 100 veículos de grande porte. Esses caminhões rodavam as estradas do Brasil com a logo da minha empresa. Numa reunião, tive a triste notícia do afastamento de um colaborador querido por todos devido a um acidente de trânsito. Então eu percebi: não eram números, eram vidas. Vidas sob a minha responsabilidade”.

Esse é a história de Álvaro, gerente de frotas em uma empresa de transporte há quase 10 anos. A rotina dele, muito provavelmente é parecida com a sua. Confere relatórios gerados pelo sistema e compara os custos com o do mês anterior. Confere, também, se as manutenções estão acontecendo como o programado e comanda reuniões periódicas sobre segurança da frota no trânsito.

 

Até aí, tudo bem. Entretanto, Álvaro percebeu que a dura realidade é que muitos gerentes seniores não conseguem enxergar a segurança da frota como uma prioridade. E as ideias, bem, elas ficam apenas no campo das ideias.

 

Você até pode discordar e dizer que na sua empresa a segurança da frota é sim uma das principais preocupações. Mas, o fato é que, na maioria dos casos, as conversas nas reuniões não se traduzem em ações.

 

Segurança da frota no trânsito: Concentrando-se no condutor e não no ativo

Um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação mostrou que em 53,7% o Fator humano é principal causa dos acidentes no Brasil. Ou seja, o motorista é o principal responsável pela sua segurança e o gestor de frotas é o responsável por todos esses condutores.

Álvaro também constatou que a qualidade da formação dos motoristas era baixa. “Somos praticamente adestrados a tirar a carteira de habilitação. Não há um elo entre a teoria e a prática. Decoramos placas e não sabemos que atitude tomar diante delas e quais são as consequências das nossas falhas”.

 

Agora imagine que você tem um problema parecido com o do nosso gestor de frotas. Tem uma grande quantidade de ativos para gerenciar. E também já perdeu as contas de quantas reuniões, palestras e avisos colocou na empresa para alertar sobre a segurança da frota no trânsito. Mas nada de concreto realmente foi feito.

 

Foi por isso que Álvaro decidiu buscar apoio na tecnologia disponível no mercado para evitar acidentes e salvar vidas no trânsito. Naquele momento, muitos achavam perda de tempo investir em um novo sistema de gestão. Mas ele decidiu agendar uma demonstração do sistema da Sofit e conseguiu enxergar uma solução para garantir a segurança dos seus condutores.

 

Buscando apoio em tecnologia 

Recursos como Planos de Manutenção e Ordens de Serviço Automáticos. Também o acompanhamento de manutenção preventiva via e-mail e um Ranking de motoristas envolvendo multas e infrações. São ferramentas que, enfim, possibilitaram que Álvaro programasse ações que, de fato, impactaram na rotina dos condutores da frota.

 

Outro problema que ele conseguiu solucionar foi o controle de pneus. Álvaro tinha consciência de que a maioria dos acidentes ocorria pelo excesso de velocidade. Quando juntava isso a má condição do pneu, era acidente da certa. 

Com a Sofit, ele consegue agora agir de forma preventiva: tem acesso a um checklist via app para ver condições da segurança, conseguindo programar reparos antes mesmo que o condutor chegue ao pátio da organização.

Álvaro também contou com um diferencial da Sofit: uma consultoria com um gestor experiente e assim, conseguiu elaborar um calendário de ações com foco em segurança da frota no trânsito.

Agora, os condutores que Álvaro gerencia contam com capacitações programadas e segmentadas (de acordo com o ranking). Também ficou muito mais fácil acompanhar as manutenções programadas e criar planos de manutenção para os veículos da sua frota.

Com o apoio da tecnologia da Sofit, Álvaro pode enfim ter acesso a dados que passaram a direcionar as suas ações de segurança da frota no trânsito. Claro, de uma maneira mais assertiva. As ideias passaram a se transformar em ações e os condutores jamais foram vistos como apenas mais um ativo da sua empresa novamente.

 

Esperamos que essa história tenha feito você perceber o quão importante é tomar ações concretas de segurança no trânsito. Pense em quantas vidas, você, enquanto gestor de frotas é responsável e comece a sair do campo das ideias. Conte com a gente nesta missão.

Estradas esburacadas em grandes centros urbanos, freios bruscos e constantes e ações naturais do tempo podem comprometer a vida útil dos pneus da sua frota. E você sabia que custos com esses itens podem representar até 18,6% do seu orçamento? Os dados são da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro).

Pois é, e sabemos que todo custo extra acaba pesando nas suas despesas e atrapalhando o seu planejamento.

Mas há uma boa notícia. É possível sim aumentar a vida útil dos pneus da sua frota aplicando algumas medidas simples junto aos seus colaboradores.

É sobre isso que vamos falar neste artigo. Fique conosco e descubra como prolongar a disponibilidade dos pneus da sua frota e comece a economizar hoje!

 

Qual a primeira coisa a fazer quando falamos em aumentar a vida útil dos pneus?

A primeira coisa que você deve ter em mente, principalmente se você lida com frotas de caminhões e deseja aumentar a vida útil dos pneus é de que esses itens são caros.

E não há para onde correr, manter a sua frota com pneus velhos ou sem manutenção adequada prejudica a qualidade do seu serviço e aumenta vertiginosamente os seus custos.

Então, se você deseja aumentar a vida útil dos pneus da sua frota, faça antes um check list geral:

  • Quantos pneus a sua empresa dispõe?
  • Quais as marcas desses pneus?
  • Qual o tempo de utilização de cada um?
  • A calibragem está em dia?
  • Onde estão localizados cada pneu?

 

Quanto tempo dura em média um pneu?

É difícil precisar qual é a vida útil de um pneu, principalmente quando falamos de frotas corporativas, já que existem vários fatores externos como a marca, condições de armazenamento e estilo de condução dos seus motoristas. Apesar disso, podemos afirmar que um pneu de um veículo pequeno costuma fazer até 60 mil quilômetros.

Em frotas compostas por caminhões, os pneus representam um dos itens mais importantes desse tipo de veículo já que eles auxiliam a suportar o peso da carga, dão suporte nas frenagens.

Além disso, os pneus dos caminhões são responsáveis por uma enorme parcela na planilha de custos de frotistas e empresas, por isso a importância de prolongar a sua vida útil. A vida útil de um pneu de caminhão costuma ser de até 60 mil quilômetros rodados, chegando a 80 mil quilômetros.

Qual a importância na manutenção?

A manutenção preventiva periódica é uma ação fundamental para aumentar a vida útil dos seus pneus. Ela vai identificar fatores de risco que contribuem com a troca precoce dos pneus. É interessante fazer um checklist para não esquecer nenhum detalhe.

 

Como aumentar a vida útil dos pneus da sua frota?

Algumas ações conjuntas podem reduzir consideravelmente o tempo de reposição dos pneus da sua frota. A seguir, elencamos os principais para você ficar atento. Confira:

Alinhamento

O alinhamento dos pneus é um procedimento básico e que aumenta significativamente a vida útil dos pneus. Veículos desalinhados estão mais propícios ao desgaste prematuro, prejudicam a suspensão e aumentam consideravelmente o consumo de combustível. A dica aqui é contar com um equipamento de alinhamento confiável com técnicos treinados a fim de evitar mais danos.

Balanceamento

Rodas desbalanceadas precisam de um esforço maior para girar e antecipam a troca dos pneus já que eles trabalham de forma irregular. Para evitar isso, o balanceamento, através da adição dos famosos “chumbinhos” para equilibrar a massa e equilibrar o sistema.

Calibragem

A calibragem é outro procedimento básico, mas se feito na frequência correta pode evitar a troca prematura dos seus pneus.A dica é fazer a calibragem sempre com os pneus frios, seguindo as recomendações dos fabricantes.

Desenho de Banda

Pode parecer bobagem, mas quando falamos de veículos de carga, a escolha do desenho correto dos pneus pode fazer toda a diferença para aumentar a vida útil desses acessórios. A banda de rodagem é a parte dos pneus que entra em contato com o solo. Como gestor de frota, você deve escolher estrategicamente aquela que faça mais sentido para o seu tipo de frota.

Emparelhamento

O emparelhamento correto auxilia a equilibrar o peso da carga, reduzindo os seus custos e aumentando a vida útil dos pneus. Pneus desparelhados podem ser consequência da utilização de marcas diferentes em um mesmo veículo, a utilização de pneus novos com antigos e até o uso de pneus com o desenho de bandas distintos.

Rodízio de Pneus

Muitos gestores se esquecem do rodízio de pneus na hora da manutenção preventiva. Esse procedimento auxilia a equilibrar o desgaste causados nos pneus traseiros e dianteiros já que eles sofrem diferentes impactos. O rodízio deve ser realizado de acordo com as recomendações do fabricante, mas você pode estabelecer essa ação a cada cinco mil quilômetro rodados.

Cuidados ao Dirigir

O estabelecimento de uma cartilha com normas de conduta ao volante pode favorecer os pneus da sua frota. Isso porque treinamentos simples realizadas pelos seus motoristas podem sim contribuir com o aumento da vida útil dos seus pneus. Como, tambem, não acelerar e frear bruscamente e evitar estradas esburacadas.

Recapagem

Este processo consiste em reaproveitar um pneu desgastado adicionando uma nova banda de rodagem. É importante realizar esse procedimento com um técnico autorizado pelo fabricante, assim, é possível rodar tranquilamente e investir apenas cerca de ⅓ do valor de um pneu novo.

 

A tecnologia pode ser uma aliada para aumentar a vida útil dos pneus!

Hoje já é possível cadastrar e acompanhar o estado dos pneus da sua frota de forma mais prática, através de um computador ou celular. A Sofit pode ajudar a sua empresa na gestão de pneus da frota. Conte com a gente e conheça os nossos trabalhos!

Esperamos que este artigo sobre como aumentar a vida útil dos pneus da sua frota tenha sido útil para você. Descubra como a Sofit pode ajudar a sua empresa a ter mais previsibilidade com a gestão correta dos pneus.

Você já ouviu falar nos pneus remold (ou pneus remoldados)? Conhecidos como uma opção mais barata, esses produtos têm ganho uma imensa popularização no Brasil. Essa alternativa, no entanto, acompanha uma série de negligências que muitos gestores de frota podem estar levando aos seus veículos.

Apesar de que as alternativas mais baratas podem parecer uma opção saudável para qualquer gestão.

Isso pode estar colocando seus veículos e suas operações em uma situação de alto risco, porque o barato muitas vezes pode sair caro. É pensando nisso que nós decidimos ajudá-lo a finalmente entender: investir nos pneus remold realmente vale a pena para sua frota?

O que é pneu remold?

São aqueles pneus que já foram usados e são reaproveitados após uma série de reestruturação em suas características para suprir as danificações ocasionadas pelo seu uso constante.

Custando até 50% a menos do que produtos novos, os pneus remold são escolhidos por gestores de frota que buscam economizar na hora de compor seus veículos. No entanto, por mais vantajosos que pareçam, eles podem levar vários riscos para sua frota.

Quais são as peculiaridades dos pneus remold?

Perda de informações e características importantes

Por serem reconstruídos a partir da vulcanização, a raspagem da banda de rodagem e suas laterais ocasiona a perda de várias informações do pneu, como a marca, série de fabricação original, modelo, índice de carga e velocidade e descrição de suas dimensões.

Isso pode apresentar um grande risco para seu veículo, pois a manutenção constante é essencial para que você garanta a segurança de sua frota. Com a perda dessas informações, fica ainda mais difícil que você acompanhe todos os elementos que vão ajudá-lo na hora de identificar a saúde dos pneus e seus processos de manutenção.

Incapacidade de identificar o real estado de conservação do pneu

Nesse processo de reutilização, as antigas características oriundas do uso constante do pneu são perdidas e cobertas por uma nova para maquiar temporariamente a condição real.

Isso vai tornar impossível que você identifique o real estado de conservação, pois todas essas característica estarão cobertas por uma nova estrutura.

Com os cordonéis de nylon e alma de aço permanecendo velhos e gastos, por exemplo, se torna inviável a verificação constante dos pneus para descobrir quando eles devem ser trocados.

Dificuldade para balancear as rodas

Apesar de parecem novos, as partes internas dos pneus remold continuam velhas e gastas como antes. Isso vai dificultar ainda mais o seu trabalho na hora de realizar o balanceamento das rodas.

Ou seja, para garantir que seu veículo estará funcionando corretamente e sem apresentar nenhum risco.

Não garantem total segurança

Por mais que pareçam completamente novos, apenas produtos realmente certificados garantem segurança e durabilidade.

Todos os pneus passam por uma bateria de testes e são aprovados pelo Inmetro antes de serem vendidos. Isso garante que nenhum defeito aconteça durante seu uso. Isso, no entanto, não acontece com os pneus remold.

Mesmo que suas reconstruções sejam feitas por profissionais experientes e com seus devidos cuidados, a vida útil do pneu continua sendo menor.

Alternativas econômicas aos pneus remold

Ainda que pareçam a melhor escolha para uma economia em seus veículos, nós selecionamos algumas outras opções para que você continue escolhendo uma opção barata.

Mas que, também, garanta a segurança e durabilidade de seus pneus.

Recapagem dos pneus

Uma boa alternativa segura para uma economia na manutenção de seus veículos é a recapagem. Basicamente, esse é um processo onde a banda de rodagem danificada é trocada por uma uma nova borracha de cobertura.

Nesse recurso, existem algumas variações específicas, que podem ser feitos a quente ou a frio.

Na recapagem à quente, é utilizado um camelback (manta de borracha) que se juntará ao pneu pelo processo de vulcanização. Isso é feito para a formação de um desenho adequado à roda.

Por outro lado, o método ao frio é realizado com um pneu pré-moldado que recebe uma banda de rodagem já com um desenho pré-definido.

Caso se interesse por essa alternativa, é aconselhado que você procure profissionais qualificados que irão orientá-lo com todas as características desse método de recuperação de seus pneus.

Recauchutagem dos componentes

Você também pode optar pela recauchutagem de seus componentes.

Este é um processo onde a banda de rodagem e os ombros da caraça são cobertos por uma nova camada de camelback,. Ou seja, o pneu é posteriormente submetido a uma temperatura de 150º para que a borracha adquira o desenho adequado.

Assim como a recapagem, é sempre aconselhado que você procure profissionais experientes para realizar todos esses processos garantindo a segurança total para seus veículos.

Principais cuidados que você deve tomar ao usar pneus remold

O ideal é que você escolha essa alternativa apenas quando não houver a possibilidade de investir em pneus novos e certificados.

Caso ainda assim você planeje utilizar esses tipos de pneus, você também precisa estar ciente de todas as condições que esses produtos podem levar aos seus veículos. Bem como vários outros cuidados que você deve tomar ao utilizá-los.

O mais importante é que você entenda que o uso de pneus remold deve ser feito apenas a curto prazo.

Pois estender seu período de utilização é praticamente o mesmo que continuar com componentes gastos.

Contrate Profissionais Especializados

Também é recomendado que os gestores que optarem por essa alternativa escolham um local de compra especializado em reconstrução de pneus remold.

Por isso, não deixe de pesquisar as melhores opções com outros gestores, fornecedores e outros métodos online para encontrar uma loja adequada desses serviços e com produtos que apresentem selos certificados do Inmetro.

Outro cuidado essencial é que você faça testes na prática antes de utilizar esses pneus remold. Quando estiver em um espaço aberto, verifique a situação dos pneus na frenagem, nas curvas, seu estado de aderência em diferentes tipos de pistas, como estão as condições em situações de clima e muitos outros testes que vão fazer parte do seu dia a dia.

Conheça a Sofit Sistema para Gestão de Frota

Agora que você conhece o que é e todos os riscos na utilização de pneus remold, mantenha uma atenção especial a todos os cuidados que você deve tomar na hora de implementá-los. Pois a saúde dos pneus é o primeiro passo para a segurança de sua frota.

Caso queira conhecer as melhores maneiras de fazer a manutenção completa dos componentes de seus veículos, não deixe de conhecer nosso ebook gratuito. O Guia Completo de Controle de Pneus.

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Evitar o pneu careca é o primeiro passo para garantir a segurança não apenas dos veículos da sua frota, mas também dos condutores e de seus respectivos produtos transportados.

Essa atenção especial muitas vezes pode passar despercebida pelos gestores de frotas por parecer, inicialmente, um problema que não vá ter um impacto muito grande em suas operações.

Isso, pode ser um erro fatal em qualquer gestão e para aquelas que possuem veículos rodando nas estradas locais e rodovias nacionais todos os dias.

Logo, é importante que todo gestor tenha uma atenção especial para entender quais são os riscos em não manter uma supervisão completa. Evitando, assim, os pneus carecas e outros componentes da saúde de sua frota.

Pensando nisso, nós decidimos criar um artigo com os principais motivos do porquê você deve ter mais atenção com os veículos de sua frota.

E principalmente quando falamos em pneu careca. Por isso, continue a leitura para entender e acabar com todas as suas dúvidas.

Quais são os riscos do pneu careca?

Apesar de que os gestores já entendem o perigo em circular com o pneu careca, muitos ainda que não conhecem exatamente quais são os riscos que pode gerar para frota.

Por isso é comum que gestores adiem esse passo de suas manutenções por acharem que não apresenta um problema tão grande para seus veículos.

Pneus carecas, no entanto, diminuem a estabilidade do veículo e a aderência ao asfalto por possuírem um contato direto com o solo. Ao qual muitas vezes já podem apresentar problemas naturais presentes nas estradas brasileiras.

Causando muitos acidentes, as instituições recomendam que o pneu careca seja imediatamente trocado, pois, a partir do momento em que ficam carecas, eles não são mais seguros para serem utilizados.

Por que não vale a pena negligenciar a saúde dos pneus de sua frota?

Não manter uma atenção especial na saúde estrutural dos pneus de uma frota é o primeiro passo para colocar suas atividades em risco.

Por não conhecer o que pode estar colocando seus veículos em risco, sua frota fica sujeita a diversos riscos que precisam ser evitados.

Multas

Apesar de não existir nenhuma regra que coloque pneus carecas passíveis à específicas multas, o Código Brasileiro de Trânsito considera a negligência da saúde dos pneus como uma infração grave, com uma punição de 5 pontos na carteira do condutor e uma multa de cerca R$ 195,23.

Durante uma fiscalização, o primeiro elemento que é avaliado é a condição dos pneus do veículo, onde as características debilitadas de um pneu são facilmente identificadas.

Acidentes

Apesar dos problemas em ser multado, o principal risco causado pela negligência da saúde dos pneus com certeza são os acidentes de trânsito.

Por perderem a aderência com o asfalto devido ao pneu estar careca, o veículo enfrenta ainda mais dificuldade na hora de realizar frenagens e manobras emergenciais.

Quanto mais o pneu se desgasta, mais crescem os riscos para seus veículos, como rompimentos de tira de borracha e estouros da câmara de ar.

Esses problemas são tão comuns que grande parte dos acidentes ocorridos nas estradas são ocorridos devido à negligência da saúde dos pneus.

Atolamento e derrapagem

Você sabe para que servem os sulcos presentes nos pneus do carro?

Eles não estão ali sem motivos. Responsáveis por criar a tração na pista, esses sulcos ajudam na hora de conduzir o veículo, dando mais estabilidade ao veículo.

Quando um pneu está careca, no entanto, uma simples curva ou freada brusca pode se tornar uma derrapagem ou até mesmo problemas mais sérios, como um capotamento.

Esse risco consegue ser ainda maior quando o percurso é em uma estrada de terra, pois os sedimentos da pista oferecem um atrito inferior para a borracha quando comparado com rodovias asfaltadas.

Aquaplanagem

A aquaplanagem é um fenômeno muito comum nas viagens rodoviárias e ocorre quando uma pequena camada de água se forma entre os pneus e o solo.

Quando isso acontece, os sulcos do pneu são responsáveis por expelir a água para que o veículo continue estável na pista.

Em caso de pneu careca, a água não é expelida e o veículo tende a perder o contato com o asfalto, passando a deslizar de maneira descontroladas. Situações como esta ficam ainda mais complicadas quando o veículo está acima de 70 km/h, onde fenômenos como este são mais comuns do que parece.

Como saber a hora de trocar os pneus?

A melhor forma de avaliar a condição dos pneus é olhando para os sulcos dos pneus, que são as fendas ao longo das bandas de rolagem.

Sempre que um veículo estiver saindo para circular, é recomendado checar a altura das bandas de rodagem em relação aos sulcos do pneu.

Se essas duas características estiverem na mesma proporção ou não for possível identificá-las, quer dizer que o pneu já está desgastado o suficiente. Assim, então, colocando seu veículo sujeito a todos os riscos apresentados anteriormente.

Entender como esses riscos podem afetar a qualidade da sua frota deve ser o primeiro passo de qualquer gestor.

A vida dos funcionários e a segurança de seus veículos é de extrema importância para nutrir uma boa manutenção sobre todos os componentes de sua frota.

Por isso, esteja sempre atento para reconhecer a hora certa de trocar os pneus dos veículos de sua frota, pois com pneus não se brinca.

Ainda tem alguma dúvida sobre os riscos do pneu careca ou como identificá-los? Não deixe de comentar logo abaixo!

Nem todo mundo sabe, mas os pneus têm data de validade, sim!

Esse nem sempre é um dado considerado na gestão de frotas e a desatenção para o que parece ser um detalhe de menor importância pode colocar em risco a segurança dos condutores.

Acompanhe este artigo para descobrir como saber a data de validade do pneu, por que essa data é importante e quais os riscos de utilizar pneus com a validade vencida.

Além, também, de dicas para prolongar sua vida útil. Confira!

Qual é a validade do pneu?

O prazo de validade do pneu é de cinco anos, contados a partir da semana de fabricação. Esse dado está inserido à direita da sigla “DOT”, que está gravada na lateral dos pneus.

A sigla é acompanhada de uma sequência de letras e números, que informam a marca e o tamanho do pneu e também a data de fabricação. Essa data é registrada nos quatro últimos números, que dizem respeito à semana do ano na qual o pneu foi produzido e ao ano de fabricação.

Portanto, ao lado da sigla DOT você encontrará uma sequência de 12 letras e números. Suponhamos que os quatro últimos números sejam 3512.

O número 35 significa que o pneu foi fabricado na 35ª semana do ano, e o 12 significa que a fabricação ocorreu em 2012.

Considerando que a 35ª semana está no mês de agosto e que a validade do pneu é de cinco anos, a data de vencimento daquele pneu será em agosto de 2017.

Pneus têm data de validade? Por que?

O pneu é composto por uma mistura de borracha natural com borracha sintética e por uma série de outros componentes químicos que dão a ele as características de durabilidade, aderência e maciez. A estrutura é formada por aço e também por outros compostos.

Como em qualquer produto, estes materiais estão sujeitos ao desgaste pelo uso. Mas também sofrem com a ação do tempo, das variações de temperatura e do ambiente.

Ou seja, quando um pneu roda em uma estrada de terra ou próximo ao mar, além das condições de temperatura e de pressão do lugar, ele também sofrerá a ação dos minerais. No caso da terra, e do sal, no caso do ambiente litorâneo.

Assim, o pneu sofre desgastes químicos e físicos que não dizem respeito diretamente ao atrito com o piso. Como consequência desses desgastes, ele pode ressecar-se, perder a flexibilidade e apresentar problemas decorrentes desta situação.

Vale lembrar que mesmo o pneu estepe, que não está rodando, é afetado pelas condições externas e também deve ter sua data de validade observada.

Quais os riscos de rodar com um pneu vencido?

Da mesma forma que um pneu careca coloca um veículo em risco de derrapar e de ser perfurado com mais facilidade, o pneu vencido pode perder a resistência e a aderência ao piso. Assim, ele ficará mais sujeito a furos e fissuras na borracha e pode estourar a qualquer momento, além de tornar-se mais propenso a derrapagens.

É preciso ainda considerar que os pneus vencidos tendem a ter sua estrutura deslocada. Isso significa que toda a estrutura de aço que dá forma e resistência ao pneu pode mudar de posição de uma hora para outra, perdendo a função e interferindo na rodagem do veículo.

Quando a estrutura de um pneu se desloca, os ocupantes do veículo têm a sensação de que a roda está oval ou de que a rodagem está sendo feita sobre um piso irregular. Contudo, além do desconforto, o deslocamento da estrutura pode comprometer a estabilidade do veículo e a aderência do pneu à pista.

Naturalmente, essas condições favorecem acidentes e devem ser prevenidas a todo custo.

Como saber quando está na hora de trocar?

Além da validade, é preciso considerar também as condições do pneu no que diz respeito ao desgaste. Neste caso, serve como referência a profundidade dos sulcos, que não pode ser menor que 1,6 milímetro.

A verificação dessa profundidade pode ser feita de maneira bastante simples utilizando um paquímetro ou um recurso existente no próprio pneu. Na lateral do pneu também está gravada a sigla TWI — de Tread Wear Indicator que, no caso, significa indicador de desgaste da banda de rodagem.

Essa sigla sinaliza em qual posição está o TWI, que são ressaltos inseridos nos sulcos dos pneus que indicam o limite mínimo de profundidade que cada um deve ter ou o limite máximo de desgaste do pneu.

Quando o pneu estiver vencido ou quando ele chegar nas marcas do TWI, é chegada a hora da troca.

guia definitivo para controle de pneus

Como fazer a manutenção dos pneus?

Uma série de outros critérios devem ser seguidos para garantir a manutenção dos pneus. A começar pela escolha de componentes que sejam apropriados para o veículo. E, claro, que estejam de acordo com o que indica o manual do proprietário.

Além disso, é preciso verificar constantemente a calibragem, além do alinhamento e do balanceamento das rodas.

O ideal é que a verificação da calibragem seja feita uma vez por semana, sem deixar de lado o estepe, que também deve estar calibrado.

Nesse ponto, vale destacar que é interessante checar a calibragem com os pneus frios. Após eles terem rodado no máximo três quilômetros. Isso porque a pressão tende a aumentar quando os pneus esquentam.

No caso do pneu reserva é importante que ele tenha uma calibragem um pouco maior do que a mais alta recomendada no manual do veículo.

O alinhamento da direção interfere na durabilidade dos pneus e na dirigibilidade do veículo. Portanto, ele precisa ser feito regularmente, a cada cinco mil quilômetros e sempre que os pneus forem trocados.

Contudo, outros sinais podem exigir que o alinhamento seja refeito antes desse prazo. Por exemplo, o desgaste excessivo das bandas de rodagem. Ou ainda, o desgaste em forma de escama podem indicar a necessidade de antecipar o alinhamento.

Trepidação da roda, desvios na direção na frenagem ou quando o volante é solto, vibração do carro e volante pesado também podem ser indicativos.

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O balanceamento das rodas também deve ser feito a cada cinco mil quilômetros, quando os pneus forem trocados ou caso a roda sofra algum impacto fora do normal.

Possui uma frota corporativa e precisa controlar os pneus dos veículos? Faça seu controle de pneus com o Sistema de Gestão de Frotas da Sofit. Teste grátis clicando aqui!

Planilha em excel de controle de pneus

O gerenciamento das frotas corporativas é feito a partir de vários aspectos que devem ser acompanhados de perto para assegurar a produtividade e a qualidade das atividades, além da segurança de sua equipe de trabalho. Um desses aspectos a acompanhar é o controle de pneus dos veículos da frota.

Afinal, eles aguentam o tranco, levam suas cargas pesadas para lá e para cá, rodam grandes distâncias e ainda garantem a segurança dos motoristas. Negligenciar esse item tão importante pode causar a ociosidade de veículos, resultar em prejuízos e até mesmo causar acidentes, levando a consequências negativas tanto no âmbito financeiro como legal do seu negócio.

Por isso, se você ainda não tem nenhum controle sobre os pneus dos veículos da sua frota, confira algumas dicas para realizar um gerenciamento mais eficiente dos pneus por meio de uma planilha de controle!

Planilha em excel de controle de pneus

Por que fazer o controle de pneus?

Além do fato de que o estado dos pneus dos veículos da frota da sua empresa pode afetar a qualidade do seu serviço, além da segurança dos seus funcionários, saiba que:

  • os gastos com pneus representam cerca de 12% do custo da frota, perdendo apenas para as despesas com combustíveis e manutenções;
  • se bem realizado, o controle dos pneus aumenta entre 20 e 25% a vida útil deste item — um pneu que rodaria 100 mil km pode rodar até 125 mil km com segurança.

Ou seja, cuidar dos pneus é importante para a eficiência e economia de suas operações e para o bom funcionamento da sua frota. Por mais que a sua empresa tenha a sua própria política de troca periódica de pneus. Normalmente, carros utilizados para passeio devem realizar a troca do jogo de pneus a cada 40 mil quilômetros rodados, podendo variar um pouco de acordo com a forma como o carro é utilizado e o perfil do veículo, mas não fugindo muito desses 40 mil.

Mas a verdade é que, independentemente da política de substituição dos pneus da frota de veículos da sua empresa, é importante acompanhar de perto a quilometragem predefinida, caso contrário não adianta de nada. Fazer o registro periódico do hodômetro dos veículos da frota para planejar as trocas com antecedência, assegurando assim a segurança dos motoristas e demais colaboradores e a prevenção da ociosidade dos veículos.

Afinal, pneus também têm um prazo de validade, que geralmente é de cinco anos. Por isso, além de acompanhar a quilometragem dos veículos, também é importante fazer o acompanhamento da validade dos pneus utilizados na frota, prevenindo assim o risco de sua frota rodar por aí com pneus fora das especificações do fabricante.

Como fazer o controle dos pneus?

Muitos empresários até sabem da importância de realizar esse controle, mas não sabe como fazer isso. Por isso, hoje em dia é possível encontrar software de gestão de frotas, planilhas de gerenciamento de pneus e diversas ferramentas que podem lhe auxiliar nessa tarefa.

Ao utilizar um sistema de gestão de frota, além de conseguir fazer um controle eficiente da situação dos pneus, também é possível reduzir muito a ociosidade dos veículos, atender seus clientes dentro do prazo combinado, realizar o controle das rotas, ter maior cuidado com detalhes como multas, leis de trânsito e segurança do condutor, entre outros benefícios. Acredite, quanto mais informações você tiver à sua disposição na hora de fazer o gerenciamento da frota, mais eficiente pode ser a sua gestão — e um software lhe garante isso.

Da mesma forma como o controle de todos os aspectos da frota é importante, o gerenciamento dos pneus também é. Nós, da Sofit, sabemos da importância e do poder desse controle e, por isso, desenvolvemos uma planilha de controle de pneus para iniciantes, além do software de gestão de frotas para lhe ajudar.

Como utilizar a planilha para controlar os pneus?

Fazer o gerenciamento dos pneus através da planilha não é algo tão complexo quanto se imagina e os benefícios para sua empresa ao utilizar essa simples ferramenta são inúmeros.

A planilha para iniciantes que desenvolvemos, por exemplo, é bem simples de utilizar. Para começar, basta abrir a aba “Controle”, onde você cadastra cada um dos seus veículos, indicando quais serviços foram realizados nos seus pneus — se foram comprados pneus novos ou se foi feito algum reparo ou manutenção — qual foi o fornecedor utilizado, quanto custou e a data em que o serviço foi feito.

Logo após preencher essas informações, as outras abas da planilha automaticamente indicarão:

  • quanto você está gastando com cada tipo de serviço — troca, reforma, balanceamento e etc;
  • quanto cada veículo seu está gastando com pneus.

Além disso, a marcação do hodômetro do veículo em cada um dos serviços mostra o quanto esse veículo rodou até precisar de alguma troca ou ajuste nos pneus.

O controle desses itens — hodômetro, fornecedores e gastos com serviços — permite que você possa:

  • fazer um acompanhamento mais preciso da vida útil de todos os pneus;
  • identificar o momento ideal para realizar algum ajuste, rodízio ou troca dos pneus;
  • realizar o gerenciamento dos gastos com os pneus dos veículos da frota.

Se você optar por juntar o uso da planilha de controle de pneus com o software de gestão de frotas, o gerenciamento se torna ainda mais dinâmico, uma vez que o software importa automaticamente esses dados colocados na planilha, realizando assim um controle ainda mais ágil e eficiente, além de fornecer relatórios completos, comparando os gastos com pneus em relação ao custo total da frota.

Mas para começar a entender a importância desse controle, você pode começar apenas com a planilha e mais tarde implantar o uso software de gestão na sua empresa.

Realizar o gerenciamento de pneus não é algo difícil, pelo contrário, contando com as ferramentas certas essa pode ser uma tarefa bem simples, mas que oferece vários benefícios para a empresa. Afinal, com toda a correria que envolve gerenciar uma frota, o risco de acabar esquecendo-se de realizar alguma troca de pneus ou manutenção preventiva acaba existindo, mas não se você optar pelo uso de um bom sistema de gestão de frotas ou mesmo de uma planilha de gerenciamento de pneus, uma vez que essas ferramentas relacionam os dados fornecidos com a programação das manutenções preventivas e trocas de pneus de forma totalmente automatizada.

Planilha em excel de controle de pneus

Para fazer uma gestão de frotas eficiente, um aspecto que precisa de constante atenção é o controle de pneus, a fim de reduzir os custos com manutenção. A análise de dados dos pneus garante um melhor controle e fiscalização, o que permite ao gestor ter uma noção de como está a qualidade dessas peças e de quando será necessário fazer a troca.

Porém, como controlar pneus sem ter o controle de cada um deles? Esse é um desafio enfrentado por muitos gestores. A boa notícia é que, no post de hoje, vamos trazer algumas dicas valiosas de como realizar esse controle.

Conheça o custo por quilômetro rodado (CPK)

O primeiro passo de como controlar pneus é descobrir o custo por quilômetro rodado, uma informação muito importante para a sua planilha de custos. Para chegar a esse valor, faça uma análise do total de gastos com compras, reformas e consertos em um determinado período e divida pelo total de quilômetros rodados nesse mesmo intervalo. O ideal é sempre analisar um período de pelo menos 1 ano.

Para fazer esse controle por veículo, a conta é parecida. Separe os mesmos gastos de compra, reforma e conserto por veículo e a quantidade de quilômetros rodada por ele no mesmo período. A divisão dessas informações resultará no CPK por veículo, a partir do qual você poderá fazer um benchmarking na frota.

Descubra a distância média percorrida por cada pneu

Outro dado importante que você precisa conhecer para fazer um bom controle de pneus é a distância média que cada pneu está rodando. Para chegar a esse valor, ao identificar os gastos por veículo, some a quantidade de pneus aplicados em cada um deles e divida pela distância percorrida pelo veículo. Depois de encontrar esse valor, compare-o com os dados do seu fornecedor de pneus para saber se eles estão se desgastando muito rapidamente.

Mantenha seus pneus em bom estado

Certos cuidados devem ser tomados regularmente para manter os pneus em bom estado, aumentando sua vida útil e evitando necessidades constantes de manutenção corretiva — que, além de onerosa, mantém o veículo ocioso, prejudicando a lucratividade da empresa. Assim, verifique com frequência a pressão dos pneus e a calibragem, lembrando-se sempre de mantê-los calibrados de acordo com as recomendações do fabricante. Também fique de olho na data de validade.

Além disso tudo, é importante ficar de olho nas trajetórias percorridas pelos seus veículos; afinal, é a partir dela que você poderá encontrar outras informações, como distância percorrida, e as rotas podem influenciar bastante na vida útil dos seus pneus.

Ainda, existem muitos softwares que podem te ajudar a manter um controle mais rígido e confiável dos pneus. Dentre muitas outras funções, essas tecnologias podem te ajudar a identificar a melhor hora para trocar ou reformar os pneus e a prevenir furtos.

E você, já sabia como controlar pneus? Como você faz esse controle na sua empresa? Você conta com alguma solução tecnológica? Conte para a gente como é a sua experiência e não hesite em deixar suas dúvidas nos comentários!

Os gastos com pneus representam cerca de 12% do custo da frota, perdendo apenas para despesas com combustíveis e manutenções. Assim, neste cenário de corte de gastos, a gestão de pneus se torna um dos principais itens em que é importante tomar certa atenção!

Especialistas comprovam que a gestão e controle de pneus aumenta em até 25% a vida útil deste item, ou seja, se a vida útil prevista é de 100 mil km, será possível rodar até 125 mil km com segurança.

Além disso, a gestão de pneus colabora com a diminuição do impacto ambiental, pois reduz o consumo de combustíveis e diminui o descarte de pneus no ambiente.

Neste kit, trazemos materiais que ajudam você a fazer a correta administração dos pneus da sua frota. Com estas dicas, é possível aumentar a vida útil, e, assim, reduzir custos!
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A importância de se realizar a gestão de pneus

Os gastos com pneus representam cerca de 12% do custo da frota, perdendo apenas para as despesas com combustíveis e manutenções. Para reduzir os custos e aumentar a vida útil dos pneus, a oferecemos uma solução especializada em gestão da manutenção de frotas, via web para empresas frotistas.

Assim, o frotista pode comparar a durabilidade do pneu considerando as recomendações dos fabricantes, identificar facilmente as condições de uso, controlar a vida útil e prevenir desvios e furtos. A solução ainda controla os custos com compras, reformas e descartes dos pneus e envia alertas sobre o melhor momento da reforma de cada pneu, o que ajuda a aumentar a durabilidade deste item.

Sem a correta gestão de pneus, os frotistas podem acumular ainda mais riscos se considerarmos que muitas estradas brasileiras são mal cuidadas. Isto pode ocasionar também o aumento de compras de novos pneus e maior gasto com combustíveis.

Por outro lado, se bem realizada, a gestão de pneus aumenta entre 20 e 25% a vida útil deste item, ou seja, um pneu que rodaria 100 mil km pode rodar até 125 mil km com segurança.

Dorival Areas, especialista em gestão de frotas, conta que os pneus de caminhões são componentes relativamente caros e merecem cuidados especiais. Saber quantos pneus a frota possui, de quais marcas, o tempo de utilização e localização de cada um é fundamental para traçar um plano de redução de custos. “A banda de rodagem do pneu, por exemplo, influencia diretamente no consumo de combustível, que é o maior gasto de uma frota”, comenta.

Ele explica que se a gestão dos pneus com relação à calibragem, rodízio e reforma forem realizadas corretamente, os pneus terão maior vida útil e produtividade, aumentando a lucratividade da empresa. Além disso, a gestão de pneus colabora com a diminuição do impacto ambiental, pois reduz o consumo de combustíveis e diminui o descarte de pneus no ambiente.

A gestão desses dados possibilita a análise de rendimentos de cada pneu da frota, facilitando a escolha do equipamento ideal para cada veiculo, considerando o custo por quilometro rodado entre outros dados. “Sabendo qual a melhor marca e modelo para cada veículo em cada situação fica mais fácil reduzir os gastos e alcançar o melhor desempenho para cada caminhão da frota”, finaliza.

 

Que tal ver algumas dicas para a manutenção e controle de pneus?

Você sabia que os gastos com pneus podem chegar a até 12% dos custos gerais de uma frota? Com isso, os donos de empresas que lidam com transporte de cargas e os gestores de frota têm sempre que buscar maneiras para prolongar a vida útil  e o controle de pneus, evitando gastos desnecessários com os veículos.

 

Cuide da calibragem

A pressão que há dentro dos pneus é um importante fator para sua durabilidade. Portanto, é essencial que os motoristas sejam orientados a verificar a calibragem dessas peças ao longo da viagem e a utilizar a pressão de ar que os fabricantes recomendam nos manuais do carro ou nos apontamentos sobre o pneu. A verificação de segurança precisa ser realizada uma vez por semana, pelo menos, e com o carro desligado (pneus frios).

Além disso, nunca se esqueça de calibrar também o pneu reserva (estepe). E não exceda a pressão recomendada, porque a sobrecarga também poderá trazer problemas aos pneus, como aumento da deflexão normal das peças e um aquecimento demasiado, o que pode romper a borracha.

 

Treine a sua equipe

Se seus motoristas tiverem uma condução defensiva e prestarem bastante atenção nas vias por onde passam, a vida útil dos pneus certamente será muito maior. As superfícies acidentadas e irregulares devem ser evitadas, para que não ocorram cortes ou danos nas bandas de rolagem.

Também é preciso orientar sua equipe com relação às estradas cobertas de óleo, combustíveis ou outras substâncias químicas, para que todos fiquem bem atentos e não ocorra um deslizamento ou estrago de outra ordem. Acelerações desnecessárias e freadas bruscas precisam ser contidas, pois isso também desgasta os pneus — além de prejudicar o controle de combustível.

 

Evite o excesso de carga

É importante que o veículo esteja circulando com a quantidade de peso dentro dos limites que o fabricante sugere. O excesso de peso é prejudicial não só para o jogo de pneus, mas também para outros componentes do automóvel.

 

Compre pneus de qualidade

A princípio, pode parecer interessante gastar menos ao adquirir pneus remanufaturados ou de segunda linha. Mas é preciso considerar que um veículo parado por estar com pneus danificados pode atrasar suas entregas e fazê-lo gastar muito mais dinheiro. Sendo assim, adquira pneus que tenham o selo do INMETRO e uma proveniência garantida.

 

Inspecione os pneus antes de cada viagem

Por mais que todos os cuidados sejam tomados, ninguém está livre de passar sobre pequenas pedras ou outros objetos cortantes ou perfurantes, como pregos, parafusos, cacos de vidro, por exemplo. Por isso, antes de partir em viagem, seus funcionários devem revistar todos os pneus para identificar objetos estranhos enterrados na banda de rolagem ou nos perfis da peça.

 

Efetue o rodízio dos pneus

É possível obter mais rendimento do seu jogo de pneus se você tiver um projeto de troca entre os pneus instalados em cada veículo de sua frota. O rodízio pode ser feito a cada 5 mil quilômetros. Essa medida será eficiente para compensar a disparidade dos desgastes entre os pneus do carro e também para diminuir o consumo de combustível.

 

Tenha um software para gestão e controle de frotas

Quando uma empresa conta com um sistema de monitoramento de frota, o gestor terá em mãos uma quantidade considerável de informações sobre cada automóvel — desde o tempo certo de calibração até o histórico de movimentações dos pneus. Esse software será útil para que os pneus se mantenham conservados, além de ser um excelente auxiliar para prevenir desvios e furtos dos equipamentos e para a escolha das melhores rotas a seguir.

E você, o que tem feito para controlar a vida útil dos pneus que vão nos carros de sua frota?

Um dos itens mais importantes na Gestão de Frota é cuidar com os erros no controle de pneus, que é fundamental para garantir a segurança e a eficiência das operações. Além disso, esses são itens importantes também para o orçamento da área: os gastos com pneus representam cerca de 12% do custo da frota, perdendo apenas para as despesas com combustíveis e manutenções.

Você sabia que, se bem realizado, o controle de pneus aumenta entre 20 e 25% sua vida útil? Um pneu que rodaria 100 mil km pode rodar até 125 mil km. Por outro lado, a manutenção incorreta, além de diminuir a durabilidade do pneu, traz mais gastos e menos segurança para a frota.

Confira a seguir os principais erros cometidos na manutenção dos pneus:

 

 1. Não utilizar a pressão indicada pelo fabricante

Se o veículo rodar com o pneu abaixo da pressão indicada pelo fabricante isso fará com que aumente a área de contato com o piso, gerando um desgaste maior de suas extremidades. Isso faz com que o motor faça um maior esforço, aumentando o consumo de combustível. Porém, o excesso de pressão também é prejudicial: provoca um maior desgaste no centro do pneu, rachaduras na base dos sulcos (com maior propensão a estouros) e faz com que o veículo perca estabilidade.

 2. Rodar com pneus carecas e riscá-los

Você sabe o que são os TWIs (Tread Wear Indicators)? Eles são ressaltos da borracha de 1.6 mm que indicam a profundidade mínima dos sulcos. Se o pneu ultrapassar essa medida, ele é considerado careca. Rodar com ele nesse estado – além de ser passível de multa e autuação – aumenta o risco de aquaplanagem. Existem ainda alguns motoristas que riscam o pneu para redesenhar os sulcos. Isso compromete a estrutura do pneu, podendo estourar em pleno movimento.

 3. Usar remendos para consertar os pneus

Muitos borracheiros usam um recurso chamado “macarrão”, que é introduzido no pneu como alternativa para restaurar algum furo. Esse recurso não deve ser utilizado, pois permite o vazamento da pressão, provocando os desgastes citados no item 1. Em caso de furos ou danos causados aos pneus, o correto é substituí-los para maior segurança.

 4. Negligenciar a suspensão, o balanceamento e o rodízio

Uma suspensão mal calibrada e desgastada provoca o desalinhamento da direção e compromete a estabilidade do veículo. Realize o alinhamento das rodas sempre que houver algum impacto – seja na troca do item ou de componentes da suspensão. Fique atento aos desgastes irregulares, que sinalizam a falta de alinhamento, e também verifique se o veículo não está “puxando” para um lado. Além disso, para igualar os desgastes, é aconselhável realizar o rodízio entre os pneus, aumentando sua durabilidade. O rodízio deve ser feito de acordo com o indicado no Manual do Proprietário ou a cada oito mil quilômetros para pneus radiais e cinco mil para pneus diagonais.

Informações: Fiep