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NR 15: tudo sobre atividades e operações insalubres

Entre as atividades da sua empresa estão processos insalubres? Então é fundamental conhecer a NR 15, uma norma que regula e garante a segurança, saúde e bem-estar dos colaboradores que trabalham em condições insalubres.

No setor de transporte e gestão de frota, essas atividades podem envolver exposição a condições ambientais adversas, produtos químicos tóxicos ou riscos físicos. Dessa forma, é importante que o gestor de frota esteja atento ao que diz a Norma Regulamentadora No. 15 para agir de forma adequada.

Por isso, neste artigo reunimos tudo sobre atividades e operações insalubres e destacamos os principais pontos da NR 15 para você aplicar na sua gestão.

Boa leitura.

Índice:

  1. O que é a Norma Regulamentadora No. 15?
  2. O que são atividades e operações insalubres?
  3. Direitos dos trabalhadores que atuam em atividades insalubres
  4. Quais motoristas têm direito ao adicional de insalubridade?
  5. O que acontece caso a sua empresa não se adeque à NR 15?
  6. Como reduzir os riscos por insalubridade na sua frota?

O que é a Norma Regulamentadora No. 15?

A NR 15, uma norma do Ministério do Trabalho e Previdência, desempenha um papel crucial no contexto da gestão de frotas. 

Ela estabelece os critérios para identificar atividades potencialmente prejudiciais à saúde dos trabalhadores, bem como os direitos relacionados ao pagamento de adicional de insalubridade.

Além disso, a NR-15 aborda diversas situações que podem ser consideradas insalubres, abrangendo fatores como:

  • Exposição a níveis elevados de ruído e vibrações;
  • Condições de calor excessivo e frio intenso e umidade elevada;
  • Riscos associados a radiações ionizantes e não ionizantes;
  • Contato com agentes químicos (incluindo substâncias como o benzeno) e exposição a poeiras minerais (como sílica, asbesto e manganês);
  • Além de agentes biológicos.

Igualmente, a norma oferece ainda diretrizes gerais que devem ser seguidas e contém 13 anexos que fornecem informações específicas sobre:

  • Limites de tolerância para a exposição a agentes físicos, químicos e biológicos;
  • Métodos para identificar e quantificar a exposição aos riscos no ambiente de trabalho;
  • Critérios para determinar quando uma atividade relacionada ao transporte ou à manutenção de frotas pode ser considerada insalubre.

Do mesmo modo, é fundamental destacar que os limites de tolerância estabelecidos na NR 15 são baseados em estudos da American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH), adaptados à realidade brasileira. 

Adicionalmente, conforme o Artigo 7, inciso XXXIII, da Constituição Federal, jovens menores de 18 anos não estão autorizados a desempenhar atividades insalubres. 

Portanto, é essencial que gestores de frotas estejam plenamente cientes dessas diretrizes e assegurem a conformidade das operações com a NR-15, garantindo a saúde e a segurança da equipe de trabalho.

O que são atividades e operações insalubres?

Atividades e operações insalubres na gestão de frotas referem-se a tarefas e situações de trabalho que representam riscos à saúde dos colaboradores envolvidos nessas atividades. 

A seguir, confira alguns exemplos de atividades e operações insalubres nesse contexto:

Exposição a Produtos Químicos Perigosos

Trabalhadores que lidam com transporte de cargas perigosas, como produtos químicos, transporte de combustíveis, lubrificantes ou substâncias tóxicas, podem estar sujeitos a riscos de exposição a vapores, gases ou líquidos nocivos à saúde. Isso inclui motoristas que transportam cargas químicas perigosas.

Ruído Excessivo

Motoristas de caminhões e equipes de manutenção de frotas podem estar expostos a níveis elevados de ruído durante suas atividades. Isso pode levar a problemas auditivos e outros impactos na saúde.

Vibrações

Motoristas que passam longos períodos em veículos podem ser afetados por vibrações excessivas, o que pode causar danos musculares e ósseos, como a síndrome de vibração do segmento mão-braço (HAVS).

Trabalho em Altas Temperaturas

Motoristas que operam veículos sem ar-condicionado em regiões de clima quente podem estar sujeitos a condições de trabalho com temperaturas excessivas, o que pode resultar em estresse térmico e desidratação.

Trabalho em Ambientes Frios

Da mesma forma, motoristas que operam em regiões de clima frio ou que têm que carregar ou descarregar mercadorias em câmaras frigoríficas podem enfrentar riscos de hipotermia e outros problemas relacionados ao frio.

Exposição a Poeiras e Partículas

Trabalhadores envolvidos na manutenção de veículos podem estar expostos a poeiras minerais, como a sílica, que podem ser prejudiciais à saúde respiratória.

Riscos Ergonômicos

Atividades que envolvem movimentos repetitivos, posturas inadequadas ou levantamento de cargas pesadas podem causar problemas musculoesqueléticos, como lesões nas costas.

Direitos dos trabalhadores que atuam em atividades insalubres

A NR 15 também aborda os direitos dos trabalhadores que atuam em atividades insalubres, categorizando os agentes insalubres conforme seus níveis de risco: máximo, médio ou mínimo.

Esses níveis determinam o valor do adicional no salário do funcionário: 

  • 40% para máximo;
  • 20% para médio e;
  • 10% para mínimo. 

Se houver mais de um agente, vale o de maior risco, sem somar.

O cálculo usa o salário mínimo, não o contratual. Esse valor também deve ser incluído em cálculos para horas extras, férias, 13º salário, entre outros.

Dessa forma, se a empresa mantiver os riscos baixos e fornecer equipamentos de proteção, não paga o adicional. Caso contrário, pode enfrentar multas, interdições, estabilidade para trabalhadores acidentados e outros problemas legais.

Quais motoristas têm direito ao adicional de insalubridade?

O direito ao adicional de insalubridade para motoristas depende das condições específicas de trabalho e da exposição a riscos à saúde, conforme avaliado pela perícia.

Além disso, como já vimos, o valor desse adicional varia de 10% a 40% do salário mínimo, dependendo da situação conforme a NR 15 do Ministério da Economia. 

Vejamos quem se qualifica:

Motoristas de ônibus

Eles podem ter direito ao adicional de insalubridade devido à exposição às vibrações no trabalho. Apesar disso, é necessária uma perícia técnica para confirmar esse direito. A Justiça costuma favorecer o pagamento do adicional para motoristas de ônibus, especialmente devido às más condições das estradas. A exposição às vibrações pode causar problemas de saúde, como artrose e problemas de coluna.

Motoristas de caminhão

A mesma regra vale para motoristas de caminhão. O adicional pode variar de 10% a 40% do salário mínimo, dependendo das condições de trabalho e da exposição a agentes nocivos, como ruído, vibração, produtos químicos e microrganismos. A perícia determina se há risco à saúde.

Motoristas de ambulância

Os motoristas de ambulância geralmente não têm direito ao adicional de insalubridade devido ao risco biológico associado à sua função. No entanto, a perícia pode avaliar se o trabalho envolve exposição a agentes insalubres, como ruído, bactérias, vírus e fungos ao transportar pacientes, doentes e acidentados.

O que acontece caso a sua empresa não se adeque à NR 15?

A falta de adequação às normas da NR-15 por parte dos gestores de frota pode resultar em várias consequências negativas para a empresa. 

Portanto, quando o Ministério do Trabalho e Previdência realiza uma fiscalização e identifica a não conformidade, as consequências podem incluir:

  • Multas e Interdições. A empresa pode ser multada por não proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável para seus funcionários. Além disso, áreas ou equipamentos que apresentem riscos elevados podem ser interditados até que as condições sejam corrigidas.
  • Infração Penal. Em casos graves de não conformidade com as normas de segurança e saúde ocupacional, a empresa pode enfrentar ações legais que podem resultar em penalidades criminais.
  • Aumento da Alíquota SAT e FAP. A não conformidade com as normas de segurança pode levar ao aumento das alíquotas do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT) e do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), o que resultará em maiores custos para a empresa.

Além disso, a empresa que não oferece condições adequadas de trabalho e não paga o adicional de insalubridade quando necessário pode estar sujeita a:

  • Ação Civil e Regressiva Acidentária. Se um trabalhador sofrer um acidente ou adoecer devido às condições insalubres de trabalho, a empresa pode ser processada civilmente e, em casos de negligência, pode ser obrigada a pagar indenizações.
  • Estabilidade Provisória para o Funcionário Acidentado. Se um funcionário sofrer um acidente de trabalho devido a condições insalubres, ele pode ter direito à estabilidade no emprego por um período determinado, o que significa que a empresa não pode demiti-lo sem justa causa durante esse período.
  • Despesas com Tratamento Médico. A empresa pode ser responsável por cobrir as despesas médicas do trabalhador acidentado ou doente devido às condições de trabalho inadequadas.
  • Pagamento de Pensão Vitalícia. Em casos extremos de lesões permanentes, a empresa pode ser obrigada a pagar uma pensão vitalícia ao trabalhador prejudicado.

Portanto, é crucial para os gestores de frota assegurar que suas operações estejam conforme as normas de segurança e saúde ocupacional, incluindo a NR-15.

Como reduzir os riscos por insalubridade na sua frota?

As empresas de frota podem tomar várias medidas para proteger os colaboradores que exercem atividades insalubres. Isso inclui:

  • Avaliação de Riscos. Identificar e avaliar os riscos específicos associados às atividades dos motoristas, como exposição a produtos químicos, ruído ou vibrações. Isso ajuda a entender quais medidas são necessárias para mitigar esses riscos.
  • Fornecimento de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Garantir que os motoristas tenham acesso e usem os EPIs adequados para proteger sua saúde, como protetores auriculares para ruído ou máscaras para substâncias químicas.
  • Treinamento em Direção Defensiva. Oferecer capacitações em direção defensiva para ajudar os motoristas a desenvolver habilidades que reduzem o risco de acidentes, tornando o ambiente de trabalho mais seguro.
  • Manutenção Preventiva. Manter os veículos regularmente para evitar problemas mecânicos que possam aumentar os riscos no trabalho, como vibrações excessivas devido a falhas mecânicas.
  • Monitoramento da Saúde. Realizar avaliações periódicas da saúde dos motoristas para detectar e tratar problemas de saúde relacionados às condições de trabalho, como problemas musculoesqueléticos.
  • Treinamento em Segurança. Além da direção defensiva, oferecer treinamento em segurança no trabalho, para conscientizar os motoristas sobre os riscos e a importância de seguir os procedimentos de segurança.
  • Políticas de Saúde e Segurança. Estabelecer políticas de saúde e segurança claras e comunicá-las aos colaboradores. Incentivar relatórios de incidentes e promover uma cultura de segurança.
  • Adequação das Jornadas. Considerar a duração e a programação das jornadas de trabalho dos motoristas para evitar fadiga, que pode aumentar os riscos no trânsito.
  • Acompanhamento e Cumprimento das Normas. Assegurar que a empresa esteja conforme todas as normas de saúde e segurança, como a NR-15, para evitar multas e problemas legais.

Como observamos neste artigo, compreender a NR-15 é fundamental para proteger sua empresa e garantir a segurança dos motoristas que trabalham em condições insalubres.

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Os 3 principais desafios enfrentados por gestores de frota de ambulâncias

Como gestor de frota de ambulâncias, você enfrenta uma série de desafios únicos todos os dias. Desde garantir que suas ambulâncias estejam sempre prontas para responder a chamados de emergência até lidar com a manutenção contínua e rastreamento de veículos. Mas quais são os desafios mais comuns que você enfrenta?

Neste artigo, exploraremos os três principais desafios enfrentados pelos gerentes de frota de ambulâncias e discutiremos estratégias para superá-los. Desde a gestão dos custos operacionais até garantir a segurança dos motoristas e pacientes.

Seja você um gestor de frota experiente ou novo no setor, este artigo fornecerá insights valiosos e práticos para ajudá-lo a enfrentar esses desafios de frente. Compreender essas questões cruciais é essencial para garantir que sua frota de ambulâncias seja eficiente, segura e capaz de prestar o melhor atendimento possível em momentos críticos.

Índice:

  1. Os principais desafios da gestão de frota de ambulâncias
  2. Estratégias para superar os desafios de disponibilidade e prontidão da frota

Os principais desafios da gestão de frota de ambulâncias

A gestão de frota de ambulâncias desempenha um papel fundamental no fornecimento de cuidados de saúde de emergência eficientes e oportunos para a comunidade.

Os gestores de frota enfrentam desafios únicos devido à natureza crítica de seu trabalho e às demandas inerentes ao transporte de pacientes em situações emergenciais. Neste espaço, discutiremos em detalhes os principais desafios enfrentados pelos gestores de frota de ambulâncias e como eles impactam o desempenho geral do serviço.

Desafio 1: garantir a disponibilidade e a prontidão da frota

A disponibilidade de ambulâncias é essencial para garantir uma resposta rápida e eficaz a chamadas de emergência. No entanto, manter todas as ambulâncias prontas o tempo todo pode ser um desafio logístico complexo. É fundamental ter um sistema que permita monitorar o status do veículo e planejar com antecedência as manutenções para garantir que as ambulâncias estejam disponíveis nos momentos certos.

Dessa forma, é importante manter um programa de manutenção preventiva para minimizar a ocorrência de falhas mecânicas inesperadas. Ao antecipar as necessidades de manutenção e planejar adequadamente, os gestores de frota podem garantir que as ambulâncias estejam sempre prontas para atender às demandas emergenciais.

Desafio 2: Gerenciar a manutenção e os reparos dos veículos

Como falamos no parágrafo anterior, a manutenção adequada das ambulâncias é crucial para garantir sua confiabilidade e segurança. No entanto, o gerenciamento eficiente da manutenção e reparo de uma frota de ambulâncias pode ser um desafio significativo. A falta de manutenção regular pode levar a falhas mecânicas inesperadas, atrasos no atendimento de emergências e até mesmo colocar em risco a vida dos pacientes.

Para superar esse desafio, é essencial contar com inspeções regulares, troca de óleo, substituição de peças desgastadas e reparos necessários. Além disso, é importante estabelecer parcerias com oficinas confiáveis e garantir que os técnicos de manutenção sejam treinados adequadamente para lidar com as especificidades das ambulâncias.

Ao adotar uma abordagem proativa para a manutenção, os gestores de frota podem reduzir o tempo de inatividade dos veículos e garantir que estejam sempre em condições operacionais ideais.

Desafio 3: otimizar a eficiência e o custo-benefício da frota

A gestão eficaz de uma frota de ambulâncias também envolve a otimização da eficiência e custo efetividade dos recursos disponíveis. Os desafios incluem minimizar o consumo de combustível, reduzir o desgaste dos veículos, garantir a adequada alocação de recursos e otimizar as rotas para reduzir o tempo de resposta. Além disso, os gestores de frota devem lidar com orçamentos limitados e encontrar maneiras de maximizar o valor do investimento em equipamentos e tecnologia.

Uma estratégia eficaz para superar esse desafio é analisar os dados para identificar oportunidades de melhoria, planejamento de rotas otimizadas e treinamento dos motoristas para práticas de direção econômica.

Ao adotar uma abordagem baseada em dados e tecnologia, os gestores de frota podem identificar áreas de ineficiência e implementar medidas corretivas para melhorar a eficiência operacional e reduzir os custos de operação.

Estratégias para superar os desafios de disponibilidade e prontidão da frota

1. Implementar um sistema de monitoramento do status de cada ambulância.

2. Manter um programa de manutenção preventiva para identificar e corrigir problemas antes que se tornem falhas críticas.

3. Estabelecer parcerias com oficinas confiáveis ​​e garantir que os técnicos de manutenção sejam treinados adequadamente.

4. Fornecer treinamento adequado aos motoristas para garantir que eles possam operar as ambulâncias de forma segura e eficiente.

5. Planejar com antecedência para garantir que as ambulâncias estejam disponíveis nos momentos de maior demanda.

Ao adotar essas técnicas, os gestores de frota podem melhorar a eficiência operacional, reduzir os custos e garantir que a frota de ambulâncias seja utilizada de maneira ótima.

Redução de Acidentes com a Gestão de Frotas: 3 Formas Eficazes 

Veja como a Gestão de Frotas pode ser um item valioso na redução de acidentes.  

Além de cortar custos, essa abordagem oferece maneiras concretas de aumentar a segurança dos motoristas e proteger a reputação da sua empresa.  

Neste artigo, exploramos três estratégias essenciais para diminuir riscos e promover operações mais seguras. 

Índice: 

  1. Veículos com manutenção em dia são mais seguros 
  2. Motoristas bem-informados são mais conscientes 
  3. Roteirização Estratégica: Evitando Atrasos e Riscos 
  4. Conte com a tecnologia para gestão de frotas 

Veículos com manutenção em dia são mais seguros 

Manter seus veículos em ótimas condições é crucial para a segurança das suas operações. 

Através da Gestão de Frotas, você pode implementar um monitoramento eficaz das atividades de manutenção passadas, identificando problemas potenciais antes que se tornem perigos de segurança.  

A ausência dessa gestão deixa a manutenção ao acaso, impossibilitando a previsão e prevenção de problemas que possam comprometer a segurança do veículo.  

Acompanhe algumas dicas sobre Manutenção Preventiva para obter mais informações e contribuir para a segurança da frota. 

Motoristas bem-informados são mais conscientes 

Os motoristas desempenham um papel central na segurança da frota. Eles são responsáveis pelos veículos fora da empresa.  

Por isso, é fundamental para a segurança das operações que os motoristas estejam bem treinados e informados sobre o veículo.  

Como a Gestão de Frotas contribui para isso? De duas formas: 

1. Identificando Lacunas: Através do acompanhamento das atividades de cada motorista, você pode detectar suas falhas e oferecer treinamentos personalizados.  

Por exemplo, um motorista com diversas multas por excesso de velocidade pode ser identificado e treinado para melhorar sua condução. 

2. Histórico de Veículos: A Gestão de Frotas mantém registros detalhados sobre os veículos, permitindo que motoristas estejam cientes das manutenções anteriores, consumo de combustível e outras informações importantes.  

Isso promove a confiança e consciência do motorista ao operar o veículo.  

Descubra também nossas orientações sobre a Gestão de Motoristas: 

Roteirização Estratégica: Evitando Atrasos e Riscos  

Engarrafamentos e estradas ruins podem levar a atrasos, pressionando os motoristas a tomarem decisões arriscadas.  

A escolha de rotas adequadas e prazos é vital para a segurança e eficiência. E a Gestão de Frotas pode oferecer uma abordagem inteligente para esses casos.  

Com o histórico de rotas os registros detalhados de rotas ajudam a entender os horários de pico, estradas eficazes e pontos de risco. Essas informações informam a escolha da rota mais segura e eficiente. 

Conte com a tecnologia para gestão de frotas 

Implementando essas três estratégias, sua gestão de Frotas pode se tornar um catalisador de segurança.  

Através da manutenção preventiva, treinamento focado em motoristas e planejamento de rotas estratégicas, sua empresa pode não apenas reduzir acidentes, mas também melhorar sua eficiência operacional. 

Ao contar com soluções tecnológicas, as empresas podem identificar áreas de melhoria, implementando ajustes estratégicos e, assim, fortalecendo efetivamente os esforços para um ambiente de operação mais seguro e eficiente. 

A Sofit pode te ajudar! Agende uma demonstração gratuita e saiba como iniciar novas estratégias na sua gestão de frota. 

Cuidados Essenciais com Veículos Utilizados por Funcionários em Suas Residências 

No ambiente empresarial moderno, a mobilidade se tornou uma parte essencial do dia a dia.  

Cada vez mais empresas estão adotando políticas que permitem que seus funcionários levem os veículos da empresa para casa.  

Essa prática oferece flexibilidade e conveniência, mas também traz consigo a responsabilidade de garantir a segurança, eficiência e conformidade com as regulamentações.  

Neste artigo, exploraremos os principais cuidados que os gestores de frota devem ter ao permitir que os funcionários usem os veículos da empresa para ir para casa. 

Índice: 

  1. Política de Uso de Veículos: Estabelecendo as Regras 
  2. Segurança no Trânsito: Priorizando a Proteção 
  3. Controle de Manutenção: Sustentando o Desempenho 
  4. Eficiência no Consumo de Combustível: Impacto Financeiro e Ambiental 
  5. Conformidade com as Leis: Evitando Riscos Legais 
  6. Comunicação Eficaz: Um Pilar da Gestão de Frota 
  7. O Papel de um Sistema para Gestão de Frota 

Política de Uso de Veículos: Estabelecendo as Regras 

Uma política de uso de veículos bem definida é fundamental para uma operação de frota bem-sucedida.  

Dessa forma, é importante estabelecer regras claras sobre quando e como os funcionários podem utilizar os veículos da empresa para fins pessoais.  

Isso pode incluir restrições de uso pessoal em determinadas situações, horários permitidos e áreas geográficas autorizadas.  

Uma política transparente proporciona orientação tanto para os funcionários quanto para os gestores, promovendo uma utilização consciente e alinhada com os objetivos da empresa. 

Segurança no Trânsito: Priorizando a Proteção 


A segurança dos funcionários deve ser sempre a principal prioridade.  

Ao permitir que os colaboradores levem os veículos para casa, é essencial enfatizar a importância da direção segura e defensiva.  

Promover treinamentos regulares sobre segurança no trânsito, destacar a necessidade do uso de equipamentos de segurança e conscientizar sobre os riscos da falta de atenção enquanto dirige são passos cruciais para garantir viagens mais seguras.  

Controle de Manutenção: Sustentando o Desempenho 

 
Manter os veículos em bom estado é crucial para garantir sua eficiência e durabilidade.  

Estabelecer um calendário de manutenções preventivas, agendando trocas de óleo regulares e realizando inspeções completas pode ajudar a prevenir problemas mecânicos e a minimizar o risco de falhas inesperadas durante as viagens dos funcionários.  

Isso não apenas mantém os veículos em condições ideais, mas também contribui para a segurança nas estradas. 

Eficiência no Consumo de Combustível: Impacto Financeiro e Ambiental 

 
A conscientização sobre o consumo de combustível pode ter um impacto significativo nas operações da frota.  

Incentivar uma condução econômica e fornecer dicas sobre como reduzir o consumo de combustível podem ajudar a minimizar os custos operacionais e a pegada de carbono da frota.  

Isso também pode ser uma oportunidade para recompensar os motoristas que adotam práticas de direção eficientes. 

Conformidade com as Leis: Evitando Riscos Legais 

 
As leis e regulamentações relacionadas ao uso de veículos da empresa devem ser rigorosamente seguidas.  

Isso inclui limites de velocidade, regulamentos de segurança e quaisquer requisitos específicos da região.  

Ignorar essas regulamentações pode resultar em penalidades financeiras e até mesmo na perda de reputação da empresa. 

Comunicação Eficaz: Um Pilar da Gestão de Frota 

 
A comunicação constante e clara entre os gestores de frota e os funcionários que usam os veículos é essencial.  

Estabelecer canais de comunicação eficazes permite que os motoristas relatem problemas, solicitem manutenções e compreendam as atualizações das políticas da empresa.  

Uma comunicação transparente promove um ambiente de confiança e ajuda a resolver problemas rapidamente. 

O Papel de um Sistema para Gestão de Frota 

Centralize informações essenciais, como manutenções programadas, histórico de utilização e registros de abastecimento, esse sistema facilita o acompanhamento preciso do estado e da performance de cada veículo. 

Além disso, a capacidade de analisar padrões de utilização possibilita uma otimização mais eficaz das rotas e uma redução nos custos operacionais, ao mesmo tempo em que contribui para a segurança dos motoristas. 

A Sofit pode te ajudar com esses pontos, agende uma demonstração gratuita do sistema para gestão de frota e veja na prática. 

Maio Amarelo 2023: veja como a sua empresa pode contribuir

Você sabe o que é o Maio Amarelo? Todos os anos, essa iniciativa global reúne diversas entidades e empresas privadas para promover ações de segurança no trânsito.

Com o tema “No trânsito, escolha a vida”, a campanha já começou em 2023 e gestores de frota podem inscrever os seus projetos no site oficial do evento.

Portanto, confira a seguir mais informações sobre a campanha do Maio Amarelo deste ano e descubra como a sua empresa pode aderir a esta causa!

Índice

  1. O que é o “Maio Amarelo”?
  2. Por que o nome maio amarelo?
  3. Por que é importante aderir ao movimento?
  4. Como gestores de frota podem se engajar com o Maio Amarelo?
  5. Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa, trabalhando por mais segurança no trânsito

O que é o “Maio Amarelo”?

Maio Amarelo é um movimento internacional, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), visando promover ações globais de conscientização e prevenção de acidentes no trânsito.

Conforme estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), acidentes no trânsito são a nona causa mais comum de mortes no mundo.  

Isso representa um custo de pelo menos US$ 518 bilhões por ano em cada país. 

Pensando nisso, a ONU decretou, em 11 de maio de 2011, a Década de Ação para Segurança no Trânsito.  

Assim, no Brasil, o Pnatrans (Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito) é o principal instrumento direcionador das ações, pretendendo preservar a vida de pelo menos 86 mil brasileiros neste período.

Para isso, o plano nacional define algumas metas para serem cumpridas até o ano de 2028. Confira as principais:

  • Reduzir em 50% a taxa de mortalidade no trânsito, por grupo de habitantes (mortes por 100 mil habitantes) e de veículos (mortes por 10 mil veículos). 
  • Redução de pelo menos 50% do número de mortes de ciclistas, motociclistas e pedestres.
  • Aumentar em pelo menos 20% a participação de outros modos de mobilidade ativa (a pé e de bicicleta).

Por que o nome maio amarelo?

Sabia que o nome “Maio Amarelo” foi escolhido por ser uma referência à sinalização de trânsito?

Como você deve saber, no trânsito, o amarelo representa atenção e advertência. 

Por isso, a cor também é associada à vida, à luz e à esperança, valores que estão relacionados à segurança viária. 

A escolha da cor amarela também pretende estimular a reflexão sobre o tema e incentivar a adesão da população à campanha.

Por que é importante aderir ao movimento?

O Brasil não conseguiu cumprir as metas de redução de acidentes no trânsito pactuadas com a ONU em 2022. 

Para você ter uma ideia, 33 mil pessoas ainda são vítimas de acidentes fatais todos os anos no País.

Dessa forma, o “Maio Amarelo” é uma oportunidade importante para sua empresa de frotas contribuir com a redução dos acidentes e também colaborar para reduzir essa taxa pela metade até 2028.

Assim, é importante focar em medidas preventivas, alertando clientes, colaboradores e sociedade sobre atitudes simples, que salvam vidas.

A seguir, vamos listar algumas ações incrivelmente simples que você pode adotar para contribuir com o movimento do Maio Amarelo na sua empresa. 

Como gestores de frota podem se engajar com o Maio Amarelo?

Está em dúvida sobre o que fazer? Listamos 7 ações simples para que a sua empresa contribua com as ações do Maio Amarelo. Vamos lá?

1. Atue nas redes sociais

Tanto sua empresa de frotas quanto os colaboradores podem compartilhar conscientização nas redes sociais através de materiais como banners e outras imagens digitais.

Além disso, vale a pena investir em campanhas online para alcançar clientes e potenciais clientes que vão se identificar com a causa e através dela, conhecer sua empresa.

2.   Invista na gestão de multas

Um trânsito com menos incidência de multas é um trânsito menos perigoso, concorda? 

A gestão de multas, mediante informações sobre os seus veículos, entrada de horário e saída dos motoristas e dos dados dos seus colaboradores, é fundamental. 

Assim, você controla mais facilmente as multas e pode trabalhar ações específicas para cada motorista.

3.   Treinamento e capacitação de motoristas

A rotina de treinamentos e capacitações não devem parar. Dessa forma, aproveite para incluir periodicamente capacitações sobre direção defensiva e ações de conscientização sobre acidentes no trânsito. 

4.   Assistência aos colaboradores

Cuide da integridade dos seus colaboradores, investindo em seguros que lhes garantam toda a assistência em caso de acidentes. Isso vale também para os seguros de carga e de veículos que garantem mais tranquilidade para você e para a sua equipe. 

5. Realize campanhas de conscientização

Você pode distribuir materiais informativos, como panfletos ou cartazes, sobre os principais cuidados que devem ser tomados no trânsito. Assim, temas como “respeitar a sinalização”, “não utilizar o celular enquanto dirige”, são boas opções.

6. Ilumine a fachada da empresa e distribua camisetas

Outra maneira criativa de participar do movimento é iluminar o prédio ou a fachada da empresa com o amarelo durante o mês de maio. 

Isso chamará a atenção das pessoas que passam pelo local e ajudará a divulgar a campanha. 

Além disso, a sua empresa pode distribuir camisas especiais para os colaboradores usarem durante o mês de maio para mostrar seu comprometimento com a segurança no trânsito.

Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa, trabalhando por mais segurança no trânsito

Que tipo de ações a sua empresa tem realizado para investir em segurança no trânsito, evitar acidentes e garantir a segurança dos motoristas? 

A Sofit segue engajada com o movimento do Maio Amarelo.  

Junto à sociedade e clientes, estamos contribuindo com a redução de acidentes de trânsito nas estradas brasileiras. 

O que é ARLA 32 e quais os benefícios para seu caminhão 

Investir em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 é uma iniciativa simples que gestores podem incorporar na construção de uma gestão com responsabilidade social.

Mas, se engana quem pensa que o ecológico é mais caro. 

Pelo contrário, a economia, seja em termos de dinheiro ou em ganhos para o planeta e imagem da sua empresa, é muito maior.

Por isso, neste artigo vamos te apresentar informações sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus desde 2012.

Você vai saber o que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos.

Continue lendo!

Índice:

  1. O que é o ARLA 32?
  2. Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?
  3. Como usar ARLA 32 no caminhão?
  4. O que acontece se acabar o ARLA 32 do caminhão?
  5. ARLA 32 em veículos com sistema SCR
  6. Onde comprar o ARLA 32?
  7. Qual a média de consumo de ARLA por km?
  8. Impacto do ARLA 32 no meio ambiente

O que é o ARLA 32?

ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

Este produto químico, cuja abreviação vem de Agente Redutor Líquido de Óxidos de Nitrogênio (NOx) Automotivo, é composto por uma solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada.

Ademais, é importante esclarecer que o produto não é um combustível: trata-se de um líquido injetado no catalisador do veículo para causar uma reação química.

Além disso, em locais como o oeste do continente europeu, o produto já é velho conhecido dos motoristas.

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

O ARLA 32 serve para converter as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, são nocivas à saúde e responsável por diversos males de respiração.

Além disso, o produto ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento no produto que custa por volta de R$100,00 um recipiente com 20 litros.

Como usar ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que não se deve adicionar o ARLA 32 diretamente no tanque de combustível. Em vez disso, existe um recipiente, geralmente ao lado da entrada do tanque, onde deve-se adicionar o produto.

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O que acontece se acabar o ARLA 32 do caminhão?

  1. Perda de Potência do Motor: O sistema SCR é projetado para funcionar em conjunto com o motor para reduzir as emissões. Quando o Arla 32 acaba, o sistema de redução catalítica não funcionará mais corretamente, o que pode levar a uma perda de potência do motor e um desempenho reduzido.
  2. Aumento nas Emissões de Poluentes: Sem o Arla 32, o sistema SCR não será capaz de converter eficazmente os óxidos de nitrogênio em gases menos prejudiciais, resultando em um aumento nas emissões de NOx, o que pode levar a problemas de conformidade com regulamentações ambientais.
  3. Alertas e Luzes de Avaria: A maioria dos caminhões modernos está equipada com sistemas de monitoramento que detectam a quantidade de Arla 32 no tanque. Quando o nível fica muito baixo ou se esgota, o veículo geralmente emite alertas e acende luzes de aviso no painel de instrumentos para informar o motorista sobre o problema.
  4. Restrição de Velocidade: Em alguns casos, quando o Arla 32 se esgota, o veículo pode entrar em um modo de operação degradado, limitando a velocidade máxima para evitar a violação das regulamentações de emissões.

ARLA 32 em veículos com sistema SCR

O sistema SCR é comum em caminhões, ônibus e outros veículos comerciais que precisam atender aos limites de emissão de poluentes estabelecidos pela legislação ambiental. 

Esses veículos geralmente possuem um indicador de nível de ARLA 32 no painel, que alerta o motorista sobre a necessidade de abastecimento do agente.

O sistema SCR funciona por meio da injeção controlada de ARLA 32 no escape do motor, onde o agente reage com o NOx e o converte em nitrogênio e vapor de água, substâncias inofensivas ao meio ambiente.

Onde comprar o ARLA 32?

Você pode abastecer o caminhão com ARLA 32 normalmente em postos de combustível.

Geralmente, existe um reservatório próprio para a substância e é o frentista que opera o abastecimento.

Assim, prefira adquirir o produto de revendedores autorizados, que possuam selo do INMETRO e sigam a norma estabelecida pelo ISO 22241 para veículos com motores a diesel.

Também é importante ter atenção para não cair em fraudes: em condições normais de armazenamento, o ARLA 32 não possui cor nem cheiro.

Qual a média de consumo de ARLA por km?

Geralmente, veículos equipados com sistema SCR consomem entre 5% a 7% de ARLA 32 por litro de diesel.

Dessa forma, um veículo que roda 100km, consome em média 7 litros do fluido.

Esse consumo pode variar conforme o tipo de carga transportada, condições de operação do caminhão e manutenção do sistema SCR.

Impacto do ARLA 32 no meio ambiente

Quando os veículos da sua frota usam irregularmente ou não utilizam o ARLA 32, eles emitem até 5 vezes mais gases tóxicos no meio ambiente.

Mas, a indústria automobilística e o setor de combustíveis passaram por grandes adequações, como a adoção de carros elétricos e o carsharing.

Também houve avanços na legislação e exemplo disso foi a implementação do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

A medida institui limites no controle de emissões de veículos. 

Além disso, a não utilização do produto configura infração de trânsito grave, prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT), com previsão de retenção do veículo, além de multa de R$ 195,23.

Então, gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos seus veículos!

Segurança no Trânsito na gestão de frotas: por que investir?

Promover a segurança no trânsito é um valor que os gestores de frota devem promover de forma recorrente, não apenas para evitar acidentes.

É que, ao adotar medidas de segurança e direção defensiva na política da sua frota, contribui não somente para o bem-estar dos seus colaboradores, mas impacta também nos seus custos operacionais e na imagem da sua empresa.

Dessa forma, a sua frota pode economizar dinheiro e operar com mais eficiência quando seguir certas precauções de segurança.

Mas, como o cuidado no trânsito impacta realmente no seu orçamento e quais problemas estão relacionados com a falta de segurança no trânsito? Entenda neste artigo!

Índice:

  1. O que significa ter segurança no trânsito?
  2. Por que gestores de frota devem investir em uma política de segurança no trânsito?
  3. Quais os benefícios de uma política de segurança no trânsito bem planejada?
  4. Como os cuidados no trânsito impactam nos custos da sua frota?
  5. Existem fatores que colocam a segurança da minha frota em risco?
  6. Como instituir uma política de segurança no trânsito na sua frota?
  7. Comece agora mesmo a estabelecer uma política de segurança no trânsito!

O que significa ter segurança no trânsito?

A segurança no trânsito envolve uma série de esforços conjuntos e recorrentes de modo a evitar acidentes, como:

  • Mensagens da mídia;
  • Levantamento de dados estatísticos;
  • Esforços legislativos;
  • Esforços corporativos;
  • Aplicação da lei;
  • Comunicação interpessoal;
  • Comportamentos e atitudes individuais.

Além disso, também é importante destacar que o objetivo das ações para promover a segurança do trânsito deve ir além do cumprimento do código de trânsito brasileiro.

A finalidade também deve criar uma consciência acerca da importância do tema para o bem-estar coletivo e individual.

Afinal, quando você está operando um veículo motorizado, você tem a responsabilidade de fazer sua parte para manter as estradas seguras para você, outros motoristas, passageiros e outras pessoas que possam ser afetadas por acidentes de trânsito.

Por que gestores de frota devem investir em uma política de segurança no trânsito?

De acordo com o Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas no Trânsito, do Ministério da Infraestrutura, foram registrados 878.208 acidentes nas estradas brasileiras em 2021.

A maioria deles (10%) acontece em rodovias estaduais e ainda segundo as estatísticas, 2,28% é a porcentagem de óbitos por cada acidente.

Nesse sentido, prezar pela segurança no trânsito significa mais do que reduzir ferimentos pessoais e danos aos seus veículos, de maneira que o papel do gestor de frotas na segurança no trânsito é ainda maior: ajuda a salvar vidas.

Por essa razão, é essencial que gestores de frota compreendam que a segurança ao volante significa uma melhoria em aspectos que vão desde a realização de menos reparos até um aumento no nível de serviço prestado pela sua empresa.

Além disso, instituir medidas de segurança no trânsito acaba influenciando na melhoria de outros indicadores, que abordaremos a seguir. 

Quais os benefícios de uma política de segurança no trânsito bem planejada?

Sem um programa documentado de segurança da frota, você pode estar colocando em risco o bem-estar de seus funcionários e até o faturamento da sua empresa.

Muitos gestores apostam em um programa de segurança genérico e isso é melhor que nenhum. 

Entretanto, é muito mais eficaz elaborar um programa específico de segurança no trânsito para a frota da sua empresa. 

Isso porque um programa de segurança de frotas estabelece as políticas e procedimentos necessários para ajudar a garantir um ambiente de trabalho seguro para os funcionários e também pode ajudar a proteger contra as despesas não previstas causadas por acidentes com veículos. 

Como o cuidado no trânsito impactam nos custos da sua frota?

Seja composta por veículos de pequeno ou grande porte, empresas que possuem uma frota própria são beneficiadas por uma política de segurança no trânsito de várias maneiras. 

Mas é no orçamento da sua empresa onde você vai poder visualizar ganhos cada vez mais significativos. 

Confira alguns deles: 

  • Menos reparos não programados;
  • Redução no pagamento de indenizações;
  • Ganho de produtividade;
  • Maior índice de disponibilidade da frota;
  • Menos custos com a depreciação de veículos;
  • Menos gastos com combustível. 

Existem fatores que colocam a segurança da minha frota em risco?

Vários processos conduzidos de forma equivocada podem desencadear uma série de problemas, principalmente relacionados à segurança dos veículos e dos colaboradores. 

Antes de implementar uma política de segurança no trânsito, é importante observar fatores de risco nos seus processos atuais.

Abaixo, listamos os erros mais comuns:

1. Falta de manutenção periódica dos veículos

O não agendamento de manutenções periódicas é um fator seríssimo que pode desencadear problemas sem precedentes. 

Portanto, a manutenção é um item chave que não pode ser descuidado. 

Recorra a checklists e priorize sempre este item no seu planejamento. Além disso, considere:

  • Implementar um cronograma de manutenção dos veículos da frota da empresa que atenda às especificações dos fabricantes;
  • Instruir os motoristas de frota a realizar inspeções de veículos antes e depois da viagem e registrar se os veículos defeituosos foram reparados;
  • Fornecer informações sobre a manutenção adequada do veículo aos funcionários que dirigem seus próprios veículos para fins de trabalho.

2. Descumprimento da lei do motorista

A lei do motorista determina regras que devem ser adotadas na jornada do condutor. Sabemos que os motoristas estão expostos a todo o tipo de injúrias, tanto psicológicas, como físicas. 

Portanto, seguir a lei, principalmente no que se refere à jornada de trabalho, contribui com a redução de acidentes.

3. Sobrecarga

Para gestores que lidam com veículos maiores, como caminhões, por exemplo, a capacidade de carga é um aspecto que deve ser sempre conferido. 

Muitas vezes, veículos inadequados são escalados para conduzir uma carga mais pesada, por exemplo, e isso pode ser um fator desencadeante de acidentes.

Como instituir uma política de segurança no trânsito na sua frota?

Após assimilar o que apresentamos até aqui, é hora de partir para a prática. 

Considere algumas diretrizes importantes e dicas de segurança para motoristas de frota para criar um programa, que podem ser divididas em pelo menos duas categorias:

  • Dicas gerais de segurança para gerenciamento de frotas (ou empresas de gerenciamento de frotas) a serem consideradas ao montar um programa de direção segura da empresa.
  • Dicas de segurança práticas e diárias para motoristas de frota. Essas são diretrizes práticas do dia a dia que devem constar em todos os programas de treinamento de segurança, bem como nas avaliações de direção segura ao volante.

Como você percebeu, criar, compartilhar e mensurar a eficiência de uma política de segurança no trânsito para a sua empresa é um trabalho que exige planejamento. 

Por isso, listamos abaixo alguns pontos que gestores de frota devem considerar: 

1. Identificação dos motoristas

Este ponto pode parecer simples, mas em empresas com uma frota composta por vários veículos e com um nível de rotatividade alto, por exemplo, conhecer e identificar quem está atrás dos volantes é essencial. 

Então, comece identificando quem está dirigindo seus veículos da frota e como os seus colaboradores os utilizam, dentro e fora do horário comercial. 

  • Seus motoristas usam seus veículos para ir e voltar do trabalho?
  • Você tem conhecimento sobre aqueles que costumam rodar na velocidade acima da permitida?
  • Quais tipos de certificações e cursos os seus condutores possuem?

O objetivo aqui é obter dados o suficiente para tomar decisões mais assertivas em torno da segurança e do treinamento dos motoristas.

2. Redefinição do processo de contratação de condutores 

O quão rigoroso é o seu processo de seleção? Será que você está contratando os profissionais corretos para lidar com a sua frota e evitar acidentes? 

A importância que você dá à segurança no trânsito tem início já na fase de contratação de novos motoristas, por isso o seu processo deve considerar requisitos como estes selecionados abaixo, antes e durante os contratos: 

  • Cursos, licenças e certificações;
  • Histórico do condutor;
  • Testes esporádicos (Exames físicos e toxicológicos, por exemplo).

A verdade é que sem um processo de contratação estabelecido, você certamente vai ter problemas relacionados à segurança no trânsito no futuro. 

3. Treinamentos com condutores

Estabelecer um calendário de treinamentos de motoristas faz com que a equipe trabalhe mais engajada e consciente. 

Dessa forma, a sua empresa estará coberta, caso algum incidente aconteça.

Treinar os seus condutores ajuda a prevenir acidentes, uma vez que motoristas treinados são capazes de seguir à risca a sua política de segurança e evitar acidentes no trânsito.

4. Política de Direção Defensiva

Promover a direção defensiva talvez seja o principal esforço que os gestores de frota devem fazer para melhorar a segurança no trânsito. 

Isso porque, quando faz parte da política da frota sendo assimilada pelos seus motoristas, a direção defensiva atua diretamente na prevenção de acidentes nas estradas.

Algumas medidas que os gestores de frota podem instituir, incluem:

  • Verificar regularmente o estado dos veículos;
  • Utilizar sempre o cinto de segurança;
  • Sempre sinalizar as suas próximas ações nas estradas;
  • Não enviar mensagens de texto enquanto dirige;
  • Respeitar as regras de trânsito;
  • Não mudar de faixa com muita frequência;
  • Não dirigir sob a influência de álcool ou quando estiver com sonolência.

5. Monitoramento do comportamento dos motoristas

Você recebe informações em tempo real sobre as rotas e processos dos seus motoristas? 

Verificar se as regras estão sendo cumpridas e se os colaboradores estão respeitando a sua política de segurança é fundamental, pois é praticamente impossível atuar neste campo sem uma ferramenta de monitoramento.

Por isso que contar com a tecnologia pode ser um diferencial estratégico para a sua gestão de frotas, neste caso. 

6. Programa de incentivo para os motoristas

É claro que a segurança no trânsito deveria ser um valor coletivo, assimilado por todos os seus colaboradores. 

Entretanto, além da comunicação constante existem outras medidas que você pode tomar para promover a segurança no trânsito. 

Uma delas é adotar um programa de incentivo para os motoristas mais cuidadosos.

Com o apoio da tecnologia certa, é fácil, por exemplo, promover um ranking de motoristas e conceder benefícios para aqueles que cumpriram com as ações de segurança no trânsito estipuladas por você.

Quando estimulados dessa forma, os seus motoristas podem ser mais propensos a cooperar.

Comece agora mesmo a estabelecer uma política de segurança no trânsito!

Acidente no trânsito é coisa séria e a sua frota não está livre disso. 

Mas, como observamos, é possível atuar de maneira preventiva, para dessa forma, cuidar do bem-estar dos motoristas e evitar gastos desnecessários!

O que achou do nosso artigo? Para te ajudar a definir uma política de segurança no trânsito, conte com a Sofit. Saiba mais sobre o que podemos fazer por você aqui!

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Direção defensiva: 7 dicas para aplicar na sua frota de caminhões

A direção defensiva para caminhões é uma habilidade que o gestor de frota deveria exigir de todos os seus condutores que dirigem um veículo pesado.

Apesar disso, somente responsabilizar os motoristas não é o bastante. Para evitar acidentes e proteger a sua frota e colaboradores é preciso estabelecer e monitorar padrões de direção.

No artigo de hoje, reforçamos a importância da direção defensiva para caminhões, fornecendo dicas para você adotar na gestão de riscos da sua frota.

Confira!

O que é direção defensiva?

A direção defensiva é um estilo de direção em estrada que utiliza várias técnicas e táticas para ajudar o condutor a se manter seguro e afastado de problemas causados ​​por outros motoristas da estrada.   

A segurança é o principal benefício da direção defensiva, pois é menos provável que você se envolva em um acidente se seguir algumas regras simples.    

Além disso, existem também outras vantagens, incluindo maior economia de combustível e menos desgaste sobre o caminhão.   

No final deste artigo, relacionamos algumas maneiras de aplicar a direção defensiva na sua frota de caminhões.

Qual a importância da direção defensiva?

A direção defensiva é uma das maneiras mais eficazes pelas quais as organizações podem reduzir os acidentes de trânsito.    

Colisões de veículos são a principal causa de lesões ocupacionais e isso gera um custo tanto para o motorista como para a sua empresa de transporte, que vai ficar sem a mão de obra.    

Segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), 90% dos acidentes no trânsito são causados por falha humana.   

Logo, aplicar técnicas de direção defensiva para caminhões na sua gestão de frotas começa a fazer total sentido.   

Além de evitar custos com manutenção, arcar com despesas que, por ventura ocorram e – mais importante – preservar a vida do seu colaborador, a direção defensiva é um diferencial competitivo para a sua organização, muito bem-visto pelos stakeholders.   

Pensando nisso, muitas empresas optaram por investir em treinamento de direção defensiva para sua força de trabalho como uma forma de ajudar a:  

  • Proteger os funcionários de lesões relacionadas ao veículo e manter os condutores seguros;
  • Reduzir colisões;
  • Cortar custos com sinistros, incluindo pedidos de indenização;
  • Proteger a reputação de sua empresa por meio de comportamentos de direção segura.

7 dicas de direção defensiva para caminhões para adotar hoje

Além de exigir uma especialização em direção defensiva no currículo de qualquer condutor novato, cabe ao gestor de frotas reforçar a importância desta prática no dia a dia.  

Você pode fazer isso através de ações, treinamentos, palestras e estabelecendo uma política própria de direção defensiva na sua organização.   

Confira abaixo algumas táticas!

1. Manutenção periódica

A manutenção periódica deve fazer parte de qualquer plano de direção defensiva. 

Isso porque não adianta seguir padrões de segurança ao volante quando o veículo apresenta falhas mecânicas ou elétricas.

Por isso, entregue o caminhão em boas condições para os motoristas. Para manter esse controle de qualidade, estabelecer um cronograma de manutenção é fundamental.

Então, utilize um checklist, antes de cada viagem e verifique itens como:  

  • Pastilhas de freio;
  • Nível do combustível;
  • Amortecedores;
  • Suspensão;
  • Óleo;
  • Faróis;
  • Setas e Luzes de Freio;
  • Para-brisa;
  • Controle de Pneus.

2. Noção do porte do caminhão

Mesmo que os seus condutores tenham anos de experiência ao volante, é importante considerar a dimensão do caminhão.

Diferente de outros veículos, algumas manobras consideradas simples podem causar sérios acidentes devido ao seu porte.

Dessa forma, certifique-se de que os seus condutores sejam especialistas no veículo que dirigem.

Essa medida simples de direção defensiva para caminhões pode evitar sérios prejuízos.

3. Política de pausas

Sabia que a sonolência é a causa de 40% dos acidentes registrados nas estradas brasileiras? 

Os dados são da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET).

Sem uma política de pausas, os seus condutores terão uma baixa capacidade de reação, estando sujeitos a acidentes que poderiam ser evitados.

Dessa forma, o planejamento de rotas para viagens mais longas deve considerar também uma política de pausas.  

Portanto, considere um tempo para descanso, alimentação e hidratação.   

4. Distância segura ao dirigir

Embora não exista uma regulamentação sobre a distância mínima, especialistas recomendam um distanciamento de pelo menos 3 segundos do veículo da frente.   

Você deve considerar também as condições de clima, da estrada e determinar a velocidade média do caminhão durante a direção defensiva.    

Então, lembre-se: o caminhão é um veículo pesado e o sistema de freios tem um tempo de resposta. 

Os seus condutores só devem utilizá-lo de maneira brusca em último caso. 

5. Respeito às sinalizações e limite de velocidade

Respeitar os limites de velocidade é imperativo para a segurança no trânsito. 

Entretanto, alguns fatores podem influenciar os condutores a adotar uma postura errada quanto a isso.

Um deles são os prazos muito apertados. Por isso, certifique-se de planejar as entregas e escolher rotas mais livres para os seus motoristas. 

Outra ação que você pode tomar, é contar com sistemas de telemetria para identificar padrões de velocidade acima da permitida pela sua organização e enviar uma notificação ao condutor, por exemplo.

6. Atenção dobrada em trechos urbanos

Nos trechos urbanos a atenção deve ser redobrada. Isso porque a maioria das vias urbanas não está preparada para receber veículos de grande porte.

Assim, incidentes como entalamentos e colisões em postes podem ser comuns. 

Para que isso não aconteça, cabe ao gestor da frota fazer o planejamento de viagem considerando fatores como a altura máxima permitida nas vias urbanas. 

7. Utilize tecnologia ao seu favor

Felizmente, é possível contar com a tecnologia em seu favor quando o assunto é direção defensiva. 

Recursos como telemetria, detectores de fadiga e sistemas de GPS estão disponíveis para frotas.

Dessa forma, cabe a você analisar a demanda da sua frota e considerar esse investimento.

Cuide ativamente da direção defensiva e proteja a sua frota

Como vimos, apesar do motorista ser o responsável por aplicar a direção defensiva, cabe ao gestor de frotas fornecer as condições necessárias para aplicação das técnicas.  

Essa postura deve estar presente na política da sua frota, por isso, utilize a tecnologia a seu favor, criando checklist e analisando dados sobre acidentes de modo a evitá-los.   

Assim, adotar medidas de direção defensiva para caminhões na sua organização significa salvar vidas, tempo e dinheiro, apesar das condições ao seu redor e das ações de outras pessoas.

Entenda o conceito da Pirâmide de Frank Bird na Gestão de Frotas

A pirâmide de Bird é uma ferramenta que ajuda o gestor de frotas a avaliar riscos, criando condições mais seguras para o trabalho dos condutores.

Este método é muito utilizado pela área de segurança do trabalho, justamente por colocar uma luz em pequenas falhas nos processos que podem prejudicar a segurança da sua frota.

Além disso, ao trazê-la para as suas análises, você ganha uma importante aliada na sua gestão por indicadores.

Portanto, neste artigo, vamos falar como aplicar a metodologia da pirâmide de Bird da gestão da sua frota. Vamos lá?

O que é a pirâmide de Frank Bird?

A pirâmide de Bird ou “Frank Bird” tem este nome porque foi desenvolvida ainda nos anos 60 pelo engenheiro americano Frank Bird, após avaliar mais de 2 milhões de acidentes em 297 empresas.

A pesquisa, baseada em outra metodologia dos anos 30, a “Relação de Heinrich”, tinha como objetivo auxiliar os gestores a garantir melhores condições de trabalho por meio da segurança. 

Para isso, o engenheiro conduziu uma avaliação chamada “damage control”, ou controle de danos, conversando com diversos gestores.

Este trabalho, que continuou por mais de trinta anos, identificou fatores causais de acidentes industriais, incluindo “atos inseguros de pessoas” e “condições mecânicas ou físicas inseguras”.

Depois disso, e após cruzar dados sobre incidentes, o engenheiro chegou à proporção 1:10:30:600 que encadeia desde acidentes simples até os maiores, numa lógica proporcional.

Na prática,  funciona assim:

Vamos supor que você esteja enfrentando um desafio junto aos motoristas da sua frota. 

Os dados mostram que os comportamentos de risco ao volante estão subindo de  maneira alarmante. Os colaboradores falam ao celular, enviam mensagens de texto e trabalham com sono.

Essa é a base da pirâmide. 

Quando esses comportamentos acontecem de forma constante, tendem a gerar pequenos incidentes, que geram acidentes sem afastamento. 

E esses, por sua vez, podem gerar acidentes com afastamento que, por ventura, podem levar a acidentes fatais.

Portanto, trata-se de uma metodologia que propõe uma análise da sequência que leva até os acidentes laborais

Qual a importância da Pirâmide de Bird na gestão de frotas?

A pirâmide de Bird é uma importante ferramenta para a gestão de frotas, pois ao lançar uma luz sobre incidentes aparentemente sem importância, auxilia a evitar acidentes maiores, colaborando com a segurança no trânsito.

Além disso, esse método também auxilia a reduzir custos com multas e com a manutenção da integridade dos colaboradores, evitando processos judiciais.

E uma das suas principais missões como gestor de frotas é justamente garantir a segurança dos seus motoristas.

Portanto, a adoção de um modelo com base na análise de indicadores, como a Pirâmide de Frank Bird, pode ser um passo que mudará para sempre a sua gestão. 

GESTÃO DE FROTAS PARA LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS: ENTENDA OS DESAFIOS DO SETOR!

Vantagens de utilizar a Pirâmide de Frank Bird como ferramenta de gestão

Coordenar motoristas nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que gestores de frota experientes podem enfrentar resistência ao tentar implementar uma cultura de prevenção de riscos, por exemplo.

Isso acontece porque alguns hábitos não são compreendidos como equivocados,  visto que não geram acidentes ou prejuízos para a sua empresa.

Entretanto, o estudo de Frank toca exatamente neste assunto.

Através da Pirâmide de Bird, aprendemos que a sequência é que leva ao acidente de trabalho e você pode mostrar isso de forma visual aos seus motoristas.

A seguir, confira algumas outras oportunidades que você encontra ao utilizar a pirâmide de Frank Bird na sua gestão de frotas.

1. Gestão Consideravelmente Mais Segura

O gerenciamento de frotas através da análise de indicadores têm sido o “pulo do gato” de muitos gestores de frota pelo Brasil e no mundo.

Enquanto a sua empresa estabelece processos de melhorias através da geração de dados, além de tornar a sua frota mais segura, ela está sendo disruptiva. 

Está saindo do status quo, atuando de forma preventiva. Isso abre espaço para o crescimento exponencial. 

2. Identificação de Comportamentos de Risco

A utilização de indicadores para a tomada de decisão requer a identificação de comportamentos de risco através da coleta de dados.

Por isso a pirâmide vai te ajudar a entender, de forma visual, como esses comportamentos podem se tornar problemas maiores. 

3. Melhoria Contínua da Conduta dos Colaboradores

Com a Pirâmide de Bird, você pode agir de forma assertiva na gestão dos seus motoristas mais problemáticos. 

Ao atrelar o método com ferramentas como a telemetria e análise do perfil dos condutores, por exemplo, é possível transformar os dados em ações efetivas, direcionadas para grupos focais.

4. Economia nos Processos de Manutenção 

Contudo, não é só na gestão de riscos que a Pirâmide de Bird faz sentido.

Os processos de manutenção preventiva da sua frota podem contar com essa ferramenta de gestão, a fim de detectar os problemas e solucioná-los antes que algo mais grave aconteça.

Como adotar essa ferramenta ao seu modelo de gestão?

Para aplicar este modelo de gestão na frota, a dica é agir de forma gradual envolvendo os colaboradores em todo o processo.

Então não basta apenas comunicar a adoção da análise por indicadores para toda a companhia. 

É preciso informar os objetivos das mudanças desde a fase inicial do projeto, mostrando como as pequenas falhas na segurança da frota podem, em médio e longo prazo, desencadear acidentes maiores.

Como gestor, o seu dever, enfim, é engajar e motivar os seus colaboradores. Nenhum modelo de gestão é eficaz sem a participação de todos.

O Sofit colabora com a sua gestão por indicadores

Com a análise de riscos está no centro das discussões sobre mobilidade, atuar de forma preventiva é imperativo.

Ao identificar comportamentos de risco antes deles representarem maiores riscos para a segurança da sua frota, você pode mitigá-los com maior facilidade.

É justamente isso que o Sofit oferece para a sua gestão. Uma ferramenta simples e intuitiva com dados de telemetria para você acompanhar o comportamento ao volante dos motoristas em tempo real.

Assim, é possível ter dados para aplicar em ferramentas como a pirâmide de Bird, evitar acidentes e salvar vidas

 

Descubra a importância das faixas refletivas e como usá-las

A faixa refletiva é um importante dispositivo de segurança que melhora a visibilidade dos caminhões nas estradas.

São itens relativamente simples de instalar e que colaboram com a segurança no trânsito, visto que a falta de atenção e de visibilidade estão entre os principais motivos para acidentes nas rodovias, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

E embora a utilização esteja estabelecida por lei, o uso das faixas ainda é negligenciado pelos gestores de frota.

Por isso, neste artigo, vamos trazer mais detalhes sobre as faixas refletivas, como usar, funções e o que as cores representam. Vamos lá?

O que são faixas refletivas e para que servem?

Sobretudo para quem dirige à noite, muitas vezes, pode ser muito difícil ver que você está se aproximando de algo no escuro até que seja tarde demais. 

Por isso, a principal razão para implantar faixas refletivas no caminhão é mantê-lo seguro. 

Além disso, cada tipo de faixa refletiva serve para um propósito, como para notificar aos outros motoristas sobre o que o caminhão está carregando ou por que manter distância, por exemplo.

Existem diversas cores de faixas refletivas no mercado, cada uma com seu significado próprio. 

Confira a seguir a função de cada uma delas:

1. Faixas refletivas nas cores vermelho e branco

Essas cores devem ser utilizadas por veículos fabricados ou importados a partir de 1º de julho de 2004, ou por outros mais antigos que tenham sido modificados. 

Além disso, essa categoria de cor deve ser utilizada para veículos com peso total bruto superior a 4.600 kg.

2. Faixas nas cores preto e amarelo

Também para veículos fabricados ou importados a partir de 1º de Julho de 2004, mas com carga superior a 3.500 kg. 

Assim, motoristas que vejam essas cores saberão que o veículo é muito mais pesado, o que exige ainda mais atenção no caso de uma ultrapassagem, já que o veículo passa a ser mais difícil de ser freado.

Como colocar faixas refletivas na carroceria do caminhão?

As faixas refletivas devem ser instaladas devidamente na traseira e laterais dos caminhões. 

Existem regras para inserir esses acessórios nos veículos que precisam ser seguidos para que a faixa de fato traga segurança para a sua frota. 

Confira:

1. Na traseira

As faixas devem ser colocadas na borda de toda a traseira do caminhão, delineando seu contorno e também em seu pára-choque, respeitando a ordem das cores.

Como o lado direito deve ser um espelho do esquerdo, quando as faixas alcançarem o centro, as cores no lado direito deverão ser postas na posição contrária das do lado esquerdo. 

Assim, vistas de qualquer ângulo, as faixas farão a sinalização correta.

2. Nas laterais

Seguindo a mesma lógica da traseira, as faixas devem ser fixadas no contorno do veículo, delineando suas bordas e respeitando espaços de uma faixa para cada dois espaços vazios.

Entretanto, nesse caso não se deve inverter a ordem das faixas, de modo a garantir que seja seguida uma ordem contínua até o fim.

Qual é a multa para o mau uso ou falta das faixas refletivas?

A multa prevista para caminhões não equipados com faixas refletivas está prevista na portaria 1164/2010 do DENATRAN.

A portaria 1164/2014 determina, por exemplo, como a faixa deve ser disposta no caso de haver uma dobradiça ou parafuso.

Também fica disposto na resolução como as faixas devem ser colocadas no caso de um tanque e de transportes especiais. 

Outro ponto determinado pela portaria é o uso das cores e a sequência de uso das faixas.

SAIBA MAIS: Gestão de Multas e Sinistros

A não utilização das faixas de forma correta e de fabricante homologado, representa uma infração de trânsito. 

Em uma fiscalização o veículo poderá ser retido para regularização, além de gerar multa de R$127,69 e registro de 5 pontos no prontuário do responsável. 

Caso não seja resolvida a irregularidade no local, poderá ser recolhido o documento de porte obrigatório CRLV.

O problema das faixas refletivas não homologadas

Outro ponto a ser considerado é que as faixas devem ser devidamente homologadas. 

Ainda que sejam mais caras, as faixas com esse tipo de certificação são indicadas porque refletem a luz da maneira correta. 

Enquanto isso, falsificações podem fazer com que todo o procedimento de segurança seja prejudicado.

Vantagens das faixas refletivas para caminhões da sua frota

Apesar de ser um recurso simples, a otimização da segurança que acessórios como as faixas refletivas podem trazer para os motoristas é inestimável.

Ao usar as faixas refletivas, o caminhão ficará sinalizado, de forma que mesmo que os condutores estejam com sua visibilidade prejudicada, ainda assim conseguirão perceber as dimensões do veículo à sua frente.

Vamos ver um exemplo:

Imagine que um veículo de passeio decida fazer uma ultrapassagem de um caminhão. 

Porém, caso o caminhão não esteja sinalizado com faixas refletivas, o motorista não terá ideia do tamanho, o que faz com que ele se arrisque de maneira desnecessária. 

Dessa forma, as probabilidades de acidentes aumentam quando poderiam ser evitados com a utilização do acessório.

Isso evita acidentes ou ultrapassagens perigosas por outros condutores e também favorece a logística do negócio. 

SAIBA MAIS: Como a telemetria contribui com a segurança da sua frota

E menos acidentes são sinônimos de menos atrasos e menos paradas imprevistas, levando à diminuição dos custos da sua frota.

Então, os caminhões da sua frota já contam com faixas refletivas como dispositivos de segurança?

Ao colocar faixas refletivas nos seus veículos, você fica conforme a legislação, além de manter os seus condutores seguros, contribuindo com a segurança no trânsito.

Gestão de risco para transportadoras: passo a passo!

Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é uma atividade repleta de riscos. 

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

Índice:

  1. O que é gerenciamento de risco no transporte de cargas?
  2. Como funciona o gerenciamento de risco? 
  3. Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte
  4. Quais são os riscos mais comuns no transporte?
  5. Como mapear os riscos e evitar prejuízos, na prática?
  6. Quais os benefícios do gerenciamento de risco para sua frota?
  7. Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

O que é gerenciamento de risco no transporte de cargas?

O gerenciamento de riscos no transporte consiste num modelo que utiliza estratégias, ferramentas e processos para minimizar ou eliminar os riscos de transporte. 

Isso envolve identificar, analisar e controlar o risco associado à carga no serviço de transporte, mas também pode envolver setores como logística e cadeia de suprimentos. 

O gerenciamento de risco no transporte é importante, pois o impacto de uma perda de carga no ambiente de negócios competitivo de hoje vai além do valor que pode ser recuperado através do seguro.

Alguns exemplos de riscos de transporte são atrasos por falta de mão de obra, perda ou roubo de carga, documentação incorreta, danos à carga e falta de seguro adequado. 

Portanto, é justamente para reduzir esses riscos que as empresas implementam estratégias e procedimentos de gerenciamento de risco de transporte.

Como funciona o gerenciamento de risco? 

A gestão de riscos pode não ser a mesma para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda organização de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo; 
  • Definir uma liderança para além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar essa gestão para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, mas como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

1. Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores, frequentes e que colaboram para um acidente maior.

2. Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em outro post.

Quais são os riscos mais comuns no transporte?

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

1. Veículos sem manutenção regular

A falta de manutenção regular talvez seja o fator de risco mais simples de evitar, já que só exige mais organização dos gestores. Dessa forma, optar por um processo automatizado e com a participação dos motoristas pode ser a solução mais viável.

2. Roubo de mercadorias

Quem trafega pelas estradas brasileiras sabe que o risco de roubo de mercadorias é uma realidade. 

Somente em 2021, foram registradas 14.400 ocorrências, o que representa um aumento de 1,7% em relação ao ano anterior, segundo dados da NTC&Logística.

Mas esse é um risco que pode ser amenizado com a contratação de um seguro de carga, além de estudo prévio sobre as rotas mais seguras para os motoristas.

3. Irregularidades fiscais

As irregularidades fiscais podem representar multas e até apreensão da  mercadoria. 

Por esta razão, é necessário cuidar da documentação e estar atualizado sobre as legislações vigentes para o transporte. 

Assim, é importante fazer o básico, como conferir se o veículo segue viagem com os documentos obrigatórios para o transporte de cargas, como no caso do CIOT, CTe e MDFe, por exemplo.

4. Baixa qualidade das rodovias

As condições das estradas representam riscos principalmente para veículos pesados, que estão mais sujeitos a danos e acidentes em rodovias mal cuidadas. Além disso, essa situação também pode contribuir para episódios de estresse entre os motoristas que lidam com o problema.

5. Atrasos na entrega

Os atrasos na entrega impactam diretamente na reputação da sua empresa. Por essa razão, são considerados um fator de risco para o transporte. 

Para evitar, é aconselhável que o cliente consiga acompanhar o trajeto de forma automatizada e que você tenha dados sobre o posicionamento do veículo e status da entrega em tempo real.

6. Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

7. Segurança da Carga

Roubo de carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

8. Acidentes de trânsito

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados a comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos, na prática?

Você deve estar se perguntando: “ok, mas como eu posso mapear e corrigir estes erros, na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação.  Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma estratégia de gestão de riscos:

1. Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

2. DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

3. Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

4. Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

Quais os benefícios do gerenciamento de risco para sua frota?

Embora o gerenciamento de riscos não possa eliminar todos os riscos de transporte, pode reduzi-los significativamente, o que gera impactos positivos para toda a operação.

Dessa forma, quando você minimiza os riscos de transporte, é provável que sua carga chegue ao destino com segurança, eficiência e pontualidade, melhorando a percepção do cliente.

Para os veículos, implementar uma gestão de risco no transporte garante melhores condições de circulação e aumenta a vida útil, eliminando gastos desnecessários com manutenção.

Enquanto isso, os motoristas são diretamente impactados pela gestão de risco, visto que todas as decisões tomadas auxiliam no bem-estar durante a jornada de trabalho.

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente e ele deve ser baseado em dados. 

Com dados precisos, confiáveis ​​e abrangentes, você obtém uma visão clara das vulnerabilidades de toda rede de transporte. 

Sem isso, você terá uma gestão apenas reativa. 

Os dados permitem que você seja proativo para minimizar o impacto dos riscos ou evitá-los completamente. 

Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. 

Mas, como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos e definir as ferramentas necessárias para o gerenciamento.

Gostou das nossas dicas sobre gerenciamento de risco no transporte? Conheça a solução da Sofit que incorpora a telemetria e oferece aos gestores de frota uma visão ampla e precisa de toda a operação!

Importância do seguro de responsabilidade civil ambiental para sua frota

Temas como sustentabilidade e meio ambiente devem pautar ainda mais a gestão de frotas nos próximos anos e o seguro de responsabilidade civil ambiental tem muito a ver com isso.

É que o risco ambiental é algo bastante presente no setor de transporte de cargas, sobretudo para transportadoras de cargas perigosas, e mesmo tomando todos os cuidados, é importante estar seguro.

Entretanto, além de nem todas as seguradoras disponibilizarem este tipo de cobertura, os gestores de frota ainda têm muitas dúvidas sobre o seguro de responsabilidade civil ambiental.

Portanto, neste artigo, reunimos as principais informações que você precisa saber para manter a sua frota resguardada no caso de acidentes ambientais e evitar o pagamento de altas indenizações.

Continue lendo para saber mais!

O que é o seguro de Responsabilidade Civil Ambiental?

O seguro de responsabilidade civil ambiental ou RC ambiental é uma apólice que garante o ressarcimento da sua empresa em casos de danos ao meio ambiente provocados pelo segurado.

No contexto das empresas de transporte, isso significa que, caso qualquer matéria-prima transportada cause algum dano ao meio ambiente, a sua empresa estará segurada nos limites contratados.

Essa é uma forma de reduzir danos em caso de vazamentos, poluição e contaminações químicas, por exemplo.

Hoje, a legislação brasileira prevê punição para empresas, mesmo que não haja intenção de causar danos ao meio ambiente ou no caso de transportes terceirizados.

Dessa forma, o RC ambiental garante cobertura nesses casos, além de reparação do meio ambiente.

Quais são os principais riscos ambientais?

Os riscos ambientais relacionados ao transporte são divididos em três categorias principais: biológicos, químicos e físicos. Todos acarretando danos para a saúde dos colaboradores, meio ambiente ou sociedade.

Confira abaixo exemplos de riscos envolvendo cada um desses agentes:

1. Riscos biológicos

O risco biológico envolve a contaminação por vírus, bactérias e protozoários.

2. Riscos químicos

Fazem parte do grupo de riscos químicos o vazamento de gases e vapores poluentes, poeiras tóxicas e tudo o que possa ser absorvido pelo nosso corpo.

3. Riscos físicos

Envolvem danos por ruídos elevados, vibrações, altas temperaturas e pressões além do comum.

A seguir, veja como funciona o RC Ambiental:

Como funciona o seguro de RC Ambiental?

Seguindo a mesma lógica de outras categorias de seguro, o seguro de responsabilidade civil ambiental funciona a partir do pagamento de uma cota para uma seguradora.

Essa, por sua vez, garante cobertura de até 100% em casos de sinistros que impactam diretamente a natureza ou a sociedade, segundo a Lei Federal nº 6938/81 – Artigo 14, § 1º:

“Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado, independentemente da existência de culpa, a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de responsabilidade civil e criminal, por danos causados ao meio ambiente.”

Dessa forma, antes de contratar esse seguro, sua empresa precisa conferir se a apólice cobre apenas instalações físicas ou também ocorrências em transporte.

Feito isso, ainda será necessário cumprir alguns requisitos antes de contratar. Confira quais são eles a seguir:

  • Licença Ambiental;
  • Documento de vistoria do Corpo de Bombeiros;
  • Demais documentos solicitados pela seguradora.

Logo após, com a documentação em dia, a seguradora avalia os riscos em potencial que a sua empresa pode causar para definir quais deles farão parte da apólice.

Qual a diferença entre o seguro de responsabilidade civil ambiental e seguro de carga?

Enquanto o seguro de responsabilidade civil ambiental cobre os danos ao meio ambiente e despesas associadas, o seguro de cargas garante a cobertura apenas sobre o item transportado.

Ou seja, com o seguro de cargas a sua empresa terá garantia de ressarcimento caso o acidente com a carga esteja relacionado na lista de sinistros do seguro.

Já o seguro de responsabilidade ambiental não vai reparar o dano causado à sua carga, mas, por sua vez, cobre a consequência do sinistro ocorrido com a carga.

Qual a cobertura do seguro?

O seguro de responsabilidade civil ambiental cobre uma série de situações em que as transportadoras de cargas perigosas estão sujeitas, como, por exemplo:

  • Casos de rompimentos de barragem;
  • Vazamento de gases;
  • Destinação incorreta de resíduos.

Com a apólice, você garante cobertura em situações como:

  • Investigação sobre o acidente;
  • Limpeza da área;
  • Remoção de resíduos;
  • Tratamento biológico;
  • Reparação de danos materiais e jurídicos;
  • Atendimentos emergenciais;
  • Despesas para evitar outros riscos do gênero;
  • Custos com advogados e etc.

A cobertura do RC ambiental geralmente, não cobre:

  • Atos ilícitos diversos, como roubos e contrabando;
  • Incidentes com materiais radioativos;
  • Mau acondicionamento da carga;
  • Medidas sanitárias.

Quais são as vantagens de contratar o seguro para sua frota?

Adotar um seguro de responsabilidade civil ambiental é uma maneira inteligente de se precaver diante de acidentes ambientais.

Em geral, esses tipos de ocorrências envolvem uma ampla mobilização para reparação de danos e muito dinheiro também.

Mas a economia não é a única vantagem de contratar um seguro desta categoria para a sua frota. Confira outros benefícios:

  • Redução os custos com acidentes;
  • Adequação referente à legislação ambiental vigente, como o Proconve;
  • Otimização da prevenção de riscos;
  • Garantia de lucros cessantes.

Embora o seguro ofereça garantias para a sua empresa, vale lembrar que não se trata de uma “licença para poluir”. 

Ou seja, ainda é preciso adotar ações para evitar situações de risco ao meio ambiente.

Que tipo de seguradora faz seguro ambiental?

A oferta do seguro ambiental ainda não é tão ampla no Brasil. 

Mas, gradualmente, as empresas estão notando a importância desse tipo de cobertura.

Assim, a Granto Seguros, parceira da Sofit, é uma opção para você contratar um seguro de responsabilidade civil ambiental.

A contratação é rápida e sem burocracia, e além de cobertura no caso de sinistros, a sua empresa também terá o suporte de uma equipe especializada, responsável pela destinação dos resíduos, limpeza e outros procedimentos padrão.

Para saber mais sobre o seguro de responsabilidade civil para frota da Granto Seguros, acesse o site da seguradora agora mesmo!