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A direção defensiva para caminhões é uma habilidade que o gestor de frota deveria exigir de todos os seus condutores ao conduzir um veículo pesado.   Assim, esses profissionais têm a responsabilidade não apenas de aprender sobre segurança ao dirigir caminhões, mas também de utilizar todos os recursos para reduzir a chance de acidentes, protegendo a si mesmo, a carga, além de outros motoristas.   No artigo de hoje, reforçamos a importância da direção defensiva para caminhões, fornecendo dicas para adotar na gestão de riscos da sua frota.   Confira!

O que é direção defensiva para caminhões?

A direção defensiva é um estilo de direção em estrada que utiliza várias técnicas e táticas para ajudar o condutor a se manter seguro e afastado de problemas causados ​​por outros motoristas da estrada.   A segurança é o principal benefício da direção defensiva, pois é menos provável que você se envolva em um acidente se seguir algumas regras simples.    Além disso, existem também outras vantagens, incluindo maior economia de combustível e menos desgaste sobre o caminhão.   No final deste artigo, relacionamos algumas maneiras de aplicar a direção defensiva na sua frota de caminhões.  

As vantagens da direção defensiva para a sua organização

  A direção defensiva é uma das maneiras mais eficazes pelas quais as organizações podem reduzir os acidentes de trânsito.    Colisões de veículos são a principal causa de lesões ocupacionais e isso gera um custo tanto para o motorista como para a sua empresa de transporte, que vai ficar sem a mão de obra.    De acordo com o ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), 90% dos acidentes no trânsito são causados por falha humana.   Logo, aplicar técnicas de direção defensiva para caminhões na sua gestão de frotas começa a fazer total sentido.   Além de evitar custos com manutenção, arcar com despesas que, por ventura venham a ocorrer e – mais importante – preservar a vida do seu colaborador, a direção defensiva é um diferencial competitivo para a sua organização, muito bem-visto pelos stakeholders.   Pensando nisso, muitas empresas optaram por investir em treinamento de direção defensiva para sua força de trabalho como uma forma de ajudar a:  

  • Proteger os funcionários de lesões relacionadas ao veículo e manter os condutores seguros
  • Reduzir colisões
  • Cortar custos com sinistros, incluindo pedidos de indenização
  • Proteger a reputação de sua empresa por meio de comportamentos de direção segura

 

Dicas de direção defensiva para caminhões para adotar hoje

Então, que medidas de direção defensiva os caminhões devem adotar na sua frota?    Além de exigir essa especialização no currículo de qualquer condutor novato, cabe ao gestor de frotas reforçar a importância desta prática no dia a dia.   Você pode fazer isso através de ações, treinamentos, palestras e estabelecendo uma política própria de direção defensiva na sua organização.   Confira abaixo algumas táticas!

Manutenção Periódica

  Programas de manutenção periódica, sobretudo aqueles automatizados, realizados através de uma ferramenta de gestão de frotas são o primeiro ponto da direção defensiva.    Afinal, o veículo deve estar em boas condições antes de seguir a sua rota.   Então, utilize um checklist, antes de cada viagem e verifique itens como:  

  • Pastilhas de freio
  • Nível do combustível
  • Amortecedores
  • Suspensão
  • Óleo
  • Faróis
  • Setas e Luzes de Freio
  • Para-brisa
  • Controle de Pneus

Noção do porte do Caminhão

  Ter noção a respeito das dimensões do caminhão pode evitar com que os seus motoristas se envolvam em acidentes como, por exemplo, entalamentos em túneis e quebras de retrovisores e faróis.    Por isso, verifique se os condutores conhecem bem o veículo que estão dirigindo.    Essa medida simples de direção defensiva para caminhões pode evitar prejuízos e dados.

Política de pausas

O planejamento de rotas para viagens mais longas deve considerar também uma política de pausas.    O cansaço ao volante pode causar acidentes graves, portanto, pequenas pausas devem ser programadas para descanso, alimentação e hidratação.    Logo, isso deve estar claro no planejamento da rota.

Manter uma distância segura

  Embora não exista no Brasil uma regulamentação sobre a distância mínima, especialistas recomendam um distanciamento de pelo menos 3 segundos do veículo da frente.   Você deve considerar também as condições de clima, da estrada e determinar a velocidade média do caminhão durante a direção defensiva.    Então, lembre-se: o caminhão é um veículo pesado e o sistema de freios tem um tempo de resposta. Os seus condutores só devem utilizá-lo de maneira brusca em último caso.  

Direção defensiva salva vidas e traz economia para a sua gestão de frotas!

Segundo os princípios da direção defensiva, cabe ao caminhoneiro a missão de proteger os veículos menores e os pedestres nas vias.    Logo, a atenção dos motoristas que conduzem esse tipo de veículo deve ser redobrada.    Da mesma forma, cabe ao gestor de frotas fornecer toda a informação e condições necessárias para aplicação das técnicas de direção defensiva.   Essa postura deve estar presente na política da sua frota, por isso, utilize a tecnologia a seu favor, criando checklist e analisando dados sobre acidentes de modo a evitá-los.   Assim, adotar medidas de direção defensiva para caminhões na sua organização significa salvar vidas, tempo e dinheiro, apesar das condições ao seu redor e das ações de outras pessoas.

Todo mundo conhece aquele ditado que diz que “acidentes acontecem”, não é mesmo? Mas o trabalho de Gestão de Frotas é baseado em informações e dados para corrigir e prever erros. Em certo nível, a sabedoria popular está certa, já que, às vezes, imprevistos realmente acontecem. Porém, muitas vezes também o erro pode, sim, ser evitado.

Uma falha pode ocorrer por imperícia, imprudência ou negligência – falta de preparo, de cuidado ou de atenção. Neste post, vamos explicar melhor o que é cada um desses conceitos e de que forma eles podem atrapalhar as operações de sua frota. Confira:

Imperícia

Falta de habilidade, experiência ou destreza; incompetência. Falta de técnica necessária para realização de certa atividade.

Para que uma falha seja chamada de imperícia, é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão.

Exemplos de imperícia

  • A falta de aptidão de seus motoristas para dirigir veículos mais novos, com uma tecnologia diferente da dos antigos, pode causar um acidente.
  • A falta de conhecimento sobre novas leis pode gerar multas.

 Imprudência

Inconveniência, inadvertência, indiscrição, temeridade. Falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é algo que se deveria prever, porém, não previu.

A imprudência pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada. Uma pessoa pode ser imprudente por ser extremamente proativa, porém sem o conhecimento técnico necessário. De modo geral o imprudente não mede consequências, ou seja, não se dá conta dos prováveis resultados de seu ato.

Exemplos de imprudência

  • Um motorista que resolve ele mesmo consertar o veículo e acaba estragando ainda mais.
  • É imprudência quando seu motorista resolve, por conta própria, pegar outro caminho para tentar chegar mais rápido. Poder ser uma rota mais perigosa e que prejudique o veículo.

Negligência

Desleixo, falta de atenção, falta de cuidado, menosprezo. Pode estar relacionada à indiferença, preguiça, displicência.

Muitos podem ser os fatores causadores de um ato negligente. O toque de um celular, alguém passando na rua, outras conversas etc. Esse tipo de falha está relacionada à falta de foco no que se está fazendo. Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.

Exemplos de negligência

  • Quando um colaborador deixa de levar o veículo da frota para sua manutenção. As falhas geradas por isso podem resultar em acidentes.
  • Motoristas que falam ao celular durante a viagem estão sendo negligentes, pois não estão prestando atenção na estrada.

Imperícia, imprudência e negligência: como corrigí-las? 

Todas essas falhas, sejam elas por despreparo, descuido ou desatenção, causam grandes prejuízos à empresa e aos colaboradores – tanto prejuízos financeiros, quanto morais e de saúde. A seguir, confira algumas dicas sobre como evitar esses erros:

  • Crie procedimentos padrões

Para evitar a política do “cada um faz do seu jeito” é importante que em sua Gestão de Frota estejam definidos procedimentos padrões. Dessa forma, todos ficam alinhados quanto qual é a maneira correta de realizar os procedimentos, evitando falhas e gerando eficiência. Criar procedimentos é importante também porque, nesse desenvolvimento, é possível identificar processos que podem ser melhorados.

  • Promova uma comunicação clara com os colaboradores

Porém, de nada adianta ter procedimentos padrões se eles não forem bem comunicados. Tenha uma comunicação eficiente, que chegue a todos, com uma linguagem clara e objetiva, evitando duplas interpretações. Comunicar e informar é um processo imprescindível para evitar falhas em suas operações. Assim, ninguém poderá dizer que não fez determinada ação porque “não sabia que era assim que deveria ser feito”.

  • Ofereça treinamentos constantes

Essa é a maneira mais eficiente de diminuir as chances de falhas em suas operações. Faz parte da Gestão de Frotas manter os motoristas e funcionários atualizados sobre as áreas de importância para o trabalho deles. Realize constantes treinamentos e cursos não só sobre os procedimentos a serem seguidos, mas também sobre a importância de seguir esse padrão para evitar prejuízos e acidentes. Assim, você estará aumentando o conhecimento e conscientizando os profissionais – trazendo mais eficiência e segurança para sua frota.

  • Atenção na hora de contratar

A seleção de profissionais também é fundamental para evitar falhas de todos os tipos – imperícias, imprudências e negligências. Estude bem cada candidato e peça comprovação de suas competências, seja por meio de certificados e/ou recomendações. Além disso, analise o perfil do profissional, se ele não for flexível e aberto a novas ideias, talvez não esteja disposto a seguir as regras da empresa e queira “fazer do seu jeito”.

Esperamos que essas dicas possam ser úteis para que as chances de erros em sua Gestão de Frotas caiam drasticamente, trazendo mais segurança, confiança e eficácia e suas operações.

Motoristas aliados na gestão de frota


A história que vamos contar a seguir é real e faz parte da realidade de muitos gestores de frota que pensam na segurança da frota no trânsito. Utilizamos nomes fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Mas, com certeza, você irá se identificar com o relato abaixo.

 

Por que gestor de frota começou a priorizar a segurança da frota no trânsito

Nem redução de custos, nem a eterna busca por mais eficiência e produtividade, a mais importante missão do Gestor de Frotas é salvar vidas. “Eu gerenciava uma frota de pelo menos 100 veículos de grande porte. Esses caminhões rodavam as estradas do Brasil com a logo da minha empresa. Numa reunião, tive a triste notícia do afastamento de um colaborador querido por todos devido a um acidente de trânsito. Então eu percebi: não eram números, eram vidas. Vidas sob a minha responsabilidade”.

Esse é a história de Álvaro, gerente de frotas em uma empresa de transporte há quase 10 anos. A rotina dele, muito provavelmente é parecida com a sua. Confere relatórios gerados pelo sistema e compara os custos com o do mês anterior. Confere, também, se as manutenções estão acontecendo como o programado e comanda reuniões periódicas sobre segurança da frota no trânsito.

 

Até aí, tudo bem. Entretanto, Álvaro percebeu que a dura realidade é que muitos gerentes seniores não conseguem enxergar a segurança da frota como uma prioridade. E as ideias, bem, elas ficam apenas no campo das ideias.

 

Você até pode discordar e dizer que na sua empresa a segurança da frota é sim uma das principais preocupações. Mas, o fato é que, na maioria dos casos, as conversas nas reuniões não se traduzem em ações.

 

Segurança da frota no trânsito: Concentrando-se no condutor e não no ativo

Um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação mostrou que em 53,7% o Fator humano é principal causa dos acidentes no Brasil. Ou seja, o motorista é o principal responsável pela sua segurança e o gestor de frotas é o responsável por todos esses condutores.

Álvaro também constatou que a qualidade da formação dos motoristas era baixa. “Somos praticamente adestrados a tirar a carteira de habilitação. Não há um elo entre a teoria e a prática. Decoramos placas e não sabemos que atitude tomar diante delas e quais são as consequências das nossas falhas”.

 

Agora imagine que você tem um problema parecido com o do nosso gestor de frotas. Tem uma grande quantidade de ativos para gerenciar. E também já perdeu as contas de quantas reuniões, palestras e avisos colocou na empresa para alertar sobre a segurança da frota no trânsito. Mas nada de concreto realmente foi feito.

 

Foi por isso que Álvaro decidiu buscar apoio na tecnologia disponível no mercado para evitar acidentes e salvar vidas no trânsito. Naquele momento, muitos achavam perda de tempo investir em um novo sistema de gestão. Mas ele decidiu agendar uma demonstração do sistema da Sofit e conseguiu enxergar uma solução para garantir a segurança dos seus condutores.

 

Buscando apoio em tecnologia 

Recursos como Planos de Manutenção e Ordens de Serviço Automáticos. Também o acompanhamento de manutenção preventiva via e-mail e um Ranking de motoristas envolvendo multas e infrações. São ferramentas que, enfim, possibilitaram que Álvaro programasse ações que, de fato, impactaram na rotina dos condutores da frota.

 

Outro problema que ele conseguiu solucionar foi o controle de pneus. Álvaro tinha consciência de que a maioria dos acidentes ocorria pelo excesso de velocidade. Quando juntava isso a má condição do pneu, era acidente da certa. 

Com a Sofit, ele consegue agora agir de forma preventiva: tem acesso a um checklist via app para ver condições da segurança, conseguindo programar reparos antes mesmo que o condutor chegue ao pátio da organização.

Álvaro também contou com um diferencial da Sofit: uma consultoria com um gestor experiente e assim, conseguiu elaborar um calendário de ações com foco em segurança da frota no trânsito.

Agora, os condutores que Álvaro gerencia contam com capacitações programadas e segmentadas (de acordo com o ranking). Também ficou muito mais fácil acompanhar as manutenções programadas e criar planos de manutenção para os veículos da sua frota.

Com o apoio da tecnologia da Sofit, Álvaro pode enfim ter acesso a dados que passaram a direcionar as suas ações de segurança da frota no trânsito. Claro, de uma maneira mais assertiva. As ideias passaram a se transformar em ações e os condutores jamais foram vistos como apenas mais um ativo da sua empresa novamente.

 

Esperamos que essa história tenha feito você perceber o quão importante é tomar ações concretas de segurança no trânsito. Pense em quantas vidas, você, enquanto gestor de frotas é responsável e comece a sair do campo das ideias. Conte com a gente nesta missão.

O comportamentos de risco dos motoristas é imensamente importante. O Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking mundial de mortes no trânsito. À primeira vista, seria fácil associar essa triste marca a fatores como as condições das estradas e dos veículos.  Mas a grande maioria dos acidentes tem outro motivo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS 90% dos acidentes são causados por falha humana. 

Dito isso, não é difícil antecipar que as principais vítimas dos acidentes fatais em rodovias são os motoristas profissionais, principalmente condutores de veículos pesados. É aí que está a maior missão de um gestor de frota: trabalhar pela segurança de cada motorista. E isso quer dizer, diminuir drasticamente os comportamentos de risco de motoristas. 

 

Como atuar pela segurança no trânsito

E quando sabemos que grande parte das falhas costumam ser consequências de comportamentos de risco de motoristas, já temos o objetivo a ser alcançado: a direção segura.

Entre os principais comportamentos de risco, podemos destacar: 

  • Excesso de velocidade;
  • Acelerações e frenagens bruscas;
  • Excesso de velocidade nas curvas;
  • Desatenção;
  • Ignorar sinais de fadiga; e
  • Inobservância das leis de trânsito.

 

Como promover a direção segura numa frota

Assim como quaisquer hábitos, os comportamentos de risco dos motoristas demandam certo esforço para serem deixados para trás. É necessária uma abordagem mais profunda do que simplesmente ensinar as boas práticas de direção segura. 

O gestor de frota deve ter em mente também que aspectos emocionais e de saúde do condutor podem entrar nessa equação. Tudo isso demanda uma abordagem mais complexa.

Nesse sentido, é preciso lançar mão de uma estratégia pedagógica que leve em consideração três importantes pilares para diminuir os comportamentos de risco entre os motoristas de uma frota.   

  • Sistema para gestão de frota e Telemetria
  • Gestão de pessoas; e
  • Treinamento.

 

Cada um desses pilares exerce papel preponderante na implantação de uma cultura de direção segura na frota. E quando aplicados em conjunto com a tecnologia, de forma inteligente, podem trazer resultados surpreendentes. Vamos tratar a seguir de cada um deles: 

Pilar 1: Sistema para Gestão de Frota e Telemetria

Quando queremos prevenir acidentes é uma boa ideia buscar identificar suas principais causas. É aí que entra um Sistema para Gestão de Frota juntamente com a  telemetria.  Com o conjunto dessas ferramentas, o gestor de frota tem acesso a indicadores valiosos para a elaboração de uma estratégia preventiva em prol da direção segura. Por isso, a análise dos indicadores deve ser vista como o pilar inicial para a prevenção de acidentes. 

Afinal, esses dados demonstram em tempo real a conduta dos motoristas de uma frota. Com isso, o gestor de frota pode implementar com agilidade ações corretivas para aqueles condutores mais propensos a acidentes. 

Esse monitoramento pode ser ainda mais completo quando combinado a tecnologias como: análise de multas e infrações, ranking de motoristas, o videomonitoramento embarcado e o sensor de fadiga. Essas soluções permitem o acompanhamento de sinais de distração, uso do celular na direção, ultrapassagens arriscadas, cintos de segurança não afivelados, entre outros. 

Identificado o problema, vamos para a tratativa e parte da solução: a gestão de pessoas.

Pilar 2: Gestão de pessoas no comportamento de risco dos motoristas

Vimos acima que a telemetria deve ser o pilar inicial para a implantação de uma cultura de segurança numa frota. É a partir dela que o gestor de frota pode identificar comportamentos de risco dos motoristas que precisam passar por uma reciclagem antes que causem um acidente. No pilar gestão de pessoas é a hora de tomar providências. 

Neste momento, cabe ao gestor agir com transparência e dar feedback ao condutor para que ele tenha ciência de que melhorias são necessárias em sua atuação. É importante deixar claro que a responsabilidade por essas melhorias é – principalmente – do condutor. 

Veja a seguir os 4 passos do feedback construtivo ao motorista de frota: 

  • Mostre ao condutor os eventos registrados pelo Sistema de Gestão de Frota e telemetria. Converse sobre os riscos que eles representam para a operação e, sobretudo, para ele mesmo;
  • Não seja crítico e deixe claro que as mudanças necessárias estão nas mãos dele, basta querer;
  • O feedback deve ser um diálogo. O gestor de frota deve dar ao motorista a chance de explicar o motivo de determinado desvio. Entretanto a gravidade da situação deve ser explicada pelo gestor, bem como, a postura esperada dali em diante; 
  • Termine propondo uma parceria, um compromisso do condutor em mudar os comportamentos de risco apontados no feedback. Ofereça apoio.

Timing para analisar os comportamentos de risco dos motoristas

Além de ser muito importante o feedback assertivo para cada condutor, é bom ficar atento ao timing, ou seja, estar pronto para atuar na hora certa. Para isso, pode-se contar com a telemetria. 

Alguns sistemas enviam alertas em tempo real – para os condutores e os gestores de frota – quando há desvios de conduta. Assim de um lado o gestor pode orientar e do outro o condutor tem ciência do que deve ser feito no momento do desvio.

Quando um condutor tem acesso a dados sobre seu próprio desempenho ele tende a perceber a importância de um treinamento. A partir disso o engajamento se torna genuíno e o melhor desempenho será um caminho natural. O condutor passa a reduzir comportamentos de risco e, consequentemente, as chances de causar um acidente.  

Se a tecnologia e a gestão de pessoas em conjunto podem ser transformadoras para a operação de uma frota, é preciso saber tirar o melhor proveito dessa dobradinha. 

Condutores capacitados são mais aptos a lidar melhor com as situações adversas, pois assimilaram informações importantes de prevenção. Isso para não falar de outras vantagens da direção segura, como a redução de custos com manutenção e combustível. 

Sua frota já conta com recursos tecnológicos e a cultura da empresa já prima pela direção segura? Então chegou a hora de tratar do nosso terceiro pilar na gestão de frota: o treinamento. Afinal, é fundamental preparar sua equipe para saber utilizar tantos recursos com eficiência. 

Pilar 3: Treinamento para condutores

Já falamos que são os relatórios de comportamentos de risco dos motoristas que darão ao gestor de frota elementos para determinar qual tipo de treinamento para motoristas é necessário para promover mudanças de comportamento em cada condutor.

As análises dos indicadores obtidos pela telemetria aliadas à teoria da pirâmide de DuPont, revelam fatores determinantes para a criação de uma cultura de segurança na frota com o propósito de prevenção de acidentes.

Vale lembrar: A Pirâmide de DuPont propõe a seguinte proporção: 1-30-300-3000-30000. Ou seja, para a ocorrência de 1 fatalidade, teria havido anteriormente 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3000 incidentes e 30.000 desvios. Isso quer dizer que quando há aumento na quantidade de desvios e incidentes, infelizmente, pode-se esperar um acidente.

Da teoria à prática: o case Comgás

 

Um dos aspectos mais importantes desse case é que as avaliações do treinamento ocorrem durante todo o processo. Isso permite que seja observada a evolução das competências de cada condutor. Desta forma, podem-se ajustar as estratégias de acordo com as necessidades. 

Além do treinamento, outro ponto importante é que, por meio do monitoramento contínuo, as boas práticas devem ser reconhecidas e motivadas sempre que possível. 

O reconhecimento pela boa conduta é tão importante quanto a tratativa dos desvios. Esse é o melhor caminho para a implantação de uma cultura de segurança da qual trataremos a seguir.

A cultura de segurança para prevenir comportamentos de risco dos motoristas 

Vimos que os três pilares para a prevenção de comportamentos de risco podem ser fundamentais para a prevenção de acidentes. Entretanto, a implementação da cultura de segurança numa frota envolve diversos agentes dentro da operação. 

Por isso, é preciso haver clareza e sintonia de toda a equipe em relação a esse objetivo. Trata-se de um trabalho conjunto entre o gestor de frota, a equipe de gestão de pessoas e – claro – os condutores da frota.

Uma das formas mais comuns de conseguir o engajamento por parte dos condutores são os programas de incentivo. Eles são baseados em indicadores de performance que podem premiar os condutores que se destacam. 

Programas de reconhecimento e premiações aos condutores que apresentam os melhores indicadores de segurança no trânsito já são comuns em grandes empresas. A ideia é imprimir uma cultura de segurança na qual todos os condutores tenham a aspiração de serem reconhecidos pelo bom desempenho. 

Seja qual for o desafio da sua frota, com inteligência e estratégia, sempre haverá um caminho até a conquista dos seus objetivos. Então é hora de analisar os indicadores, definir as mudanças desejadas e mãos à obra!

Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é, enfim, uma atividade repleta de riscos. 

É por isso que agir de forma proativa é fundamental, mais ainda no Brasil, onde problemas com o estado e a segurança das rodovias são comuns.

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

 

Como funciona o gerenciamento de riscos no transporte? 

O gerenciamento de riscos de transporte pode não ser o mesmo para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda empresa de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo para gerenciamento de riscos; 
  • Definir uma liderança para o gerenciamento de riscos além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar o gerenciamento de riscos para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

 

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com a sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

 

Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores e frequentes e colaboram para um acidente maior.

 

Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em um outro post.

 

Conheça os Principais Riscos envolvendo o transporte de cargas

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

 

Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

 

Segurança da Carga

Roubo de Carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

 

Negligência e Imprudência

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados à comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos na prática?

Você deve estar se perguntando, “ok, mas como eu posso mapear e corrigir esses erros na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação. Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma  estratégia de gestão de riscos:

 

Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

 

DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

 

Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

 

Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

 

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente. Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. Como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos.

Gostou das nossas dias? Fale nos comentários se sua empresa já tem a prática de gerenciar os riscos da frota e como e ela!

Abraço.

 

Perceba o risco, proteja a vida. Este é o tema do movimento global Maio Amarelo em 2020, que acontece em meio à pandemia da Covid-19.

O evento deste ano teve que ser reformulado, atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A abertura, que ocorreu no último dia 29 de abril, foi realizada através de videoconferência no Facebook e Instagram.

A ideia deste ano é alertar para a importância das medidas preventivas de segurança no trânsito utilizando elementos comuns na web, como gifs, figurinhas, stories e vídeos curtos informativos.

Confira abaixo mais informações sobre a campanha do Maio Amarelo deste ano e descubra como a sua empresa pode participar desta causa!

 

O que é o “Maio Amarelo”?

De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) acidentes no trânsito são a nona causa mais comum de mortes no mundo. O que representa um custo de pelo menos US$ 518 bilhões por ano de cada país. 

Estima-se que neste ano, 1,9 milhões de pessoas perderão as suas vidas no trânsito e os acidentes irão figurar como a 5ª mais comum causa de morte no mundo.

Pensando nisso, a ONU decretou, em 11 de maio de 2011, a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Desde ação, ações de conscientização vem acontecendo anualmente.

Em 2020, o movimento é coordenado aqui no Brasil pelo Observatório Nacional de Segurança Viária em parceria com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Perceber o risco é salvar vidas!

A Sofit continua com o movimento do Maio Amarelo e está engajada para, junto à sociedade e também clientes, contribuir com a redução de acidentes de trânsito nas estradas brasileiras. 

Afinal, com um ano atípico e que pegou todos os gestores de frota de surpresa, é importante focar em medidas preventivas, alertando clientes, colaboradores e sociedade sobre atitudes simples e que salvam vidas.

Abaixo, vamos listar algumas ações incrivelmente simples que você pode adotar para contribuir com o movimento do Maio Amarelo na sua empresa.

 

Como gestores de frota podem se engajar com o movimento Maio Amarelo?

Defendemos o controle minucioso e estratégico dos veículos através de softwares de  gestão de frotas que atendam a dinamicidade da sua empresa.

Pois, com dados sempre ao alcance de um clique, a Sofit facilita o trabalho de prevenção conduzido pelo gestor de frotas que pode basear as suas ações em dados. 

Separamos 5 ações para que a sua empresa contribua com as ações do Maio Amarelo. Vamos lá?

1. Atue nas Redes Sociais

Com o isolamento social, muitas empresas tiveram que adaptar as suas rotinas à nova realidade do país. 

Com isso, o contato direto foi privado, mas é possível conscientizar a sua equipe através da internet. 

Neste ano, o material da campanha do Maio Amarelo está disponível na versão de apoiador. É possível baixar peças, stories e até vídeos e inserir a sua marca, por exemplo.

2.   Controle de Velocidade

O bom gestor de frotas vai sempre pensar em uma gestão que alie segurança com eficiência. Isso é possível graças à tecnologias como a telemetria

Através dela é possível coletar informações sobre a aceleração dos veículos, além de, também, outros detalhes como RPM e frenagem. Tudo em tempo real.

3.   Incidência de Infrações e multas

Um trânsito com menos incidência de multas é um trânsito menos perigoso, concorda? Então, a gestão de multas, através de informações sobre os seus veículos, entrada de horário e saída dos motoristas e dos dados dos seus colaboradores é fundamental. Assim, você controla mais facilmente as multas e pode trabalhar ações específicas para cada motorista.

4.   Treinamento e capacitação de motoristas

A rotina de Treinamentos e capacitações não devem parar. Afinal, em 2020, elas podem acontecer online, através de salas de reunião. Aproveite, então, para incluir periodicamente capacitações sobre direção defensiva e ações de conscientização sobre acidentes no trânsito. 

5.   Assistência aos colaboradores

Cuide da integridade dos seus colaboradores, investindo, assim, em seguros que lhes garantam toda a assistência em caso de acidentes. Isso vale também para os seguros de carga e de veículos que garantem mais tranquilidade para você e para a sua equipe.

 

Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa e trabalha por mais segurança no trânsito

A sua empresa aderiu ao Maio Amarelo? Que tipo de ações a sua empresa tem realizado para investir em segurança no trânsito, evitar acidentes e garantir a segurança dos motoristas? 

Conta pra gente nos comentários e até a próxima! 

Este artigo foi útil para você? Aproveite para conhecer o Sofit View – Sistema de gestão de frotas.

 

 

O avanço do Covid-19 no Brasil deixou empresas em pânico. O isolamento social fez com que gestores tivessem que rever as suas estratégias e adotar medidas de higienização de veículos mais rígidas para evitar a contaminação.

No meio dessa crise, o governo federal lançou um decreto definindo o setor de transportes e entregas de carga como um serviço essencial, ou seja, que não deve parar.

Por isso e seguindo uma série de artigos sobre gestão de frotas e COVID-19, a Sofit compartilha com você hoje dicas e protocolos para higienização de veículos.

Acompanhe!

 

COVID-19: Qual o papel do gestor de frotas nesta crise?

O gestor de frotas é, sobretudo, um gestor de pessoas. Neste sentido também é fundamental que você assuma esse papel e cuide da saúde dos seus colaboradores para evitar contaminação pelo coronavírus.

É preciso criar um conjunto de medidas de higienização de veículos baseadas nas recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Assim, elas devem perdurar mesmo depois que a pandemia passar. 

 

A ideia é que tudo vire rotina e que os próprios motoristas entendam que o que está em jogo é a segurança e a saúde de todos.

Note que a higienização de veículos precisa ser completa e não só por fora. Abaixo, algumas medidas básicas que precisam ser seguidas:

  • Disponibilização de água e sabão para higienização das mãos dos motoristas;
  • Recomendação para que colaboradores com qualquer sintoma permaneça em casa;
  • Evitar viagens com mais de um passageiro no veículo, se necessário, ir no banco de trás;
  • Criação de material informativo para que as medidas de higienização de veículos seja assimilada e cumprida por todos;

 

Higienização de Veículos: a importância de evitar a contaminação na sua frota

É importante salientar também que a higienização de veículos já deveria estar sendo realizada e fiscalizada pelos gestores de frota. 

Seus veículos precisam ser higienizados regularmente, com lavagens programadas e desinfetação após cada viagem das superfícies.

Um carro é um vetor em potencial de doenças causadas por germes, bactérias e vírus.

Além disso, evitar a sujeira também auxilia na prevenção de acidentes e evita que os seus motoristas fiquem doentes, o que desfalca a sua equipe e reduz  sua produtividade.

 

Protocolo de higienização de veículos em tempos de pandemia de coronavírus

Já é de entendimento público que os carros são vetores de contaminação de bactérias e vírus. 

Estudos da OMS apontam que o coronavírus pode sobreviver em superfícies por dias. Portanto, nunca foi tão importante reforçar a importância da higienização de veículos da frota.

Uma pesquisa do Car Rentals apontou que o volante do carro pode contar até 6 vezes mais colônias de bactérias que a tela de um celular e até 4 vezes mais que um banheiro público!

As demais superfícies dos veículos que merecem um cuidado especial são:

  • Porta-copos;
  • Cintos de segurança;
  • Puxadores internos das portas.

Conscientização dos colaboradores para higienização de veículos

Não é possível evitar novos infectados e se prevenir contra o coronavírus se essa consciência coletiva não estiver na ponta da língua dos seus motoristas. A comunicação precisa funcionar: utilize recursos como adesivos para os carros, relembrando a importância de seguir todos os protocolos de higiene e reforce também as medidas adotadas na sua frota sempre que possível.

Janelas abertas, ar-condicionado desligado

Infelizmente, é preciso seguir sem o ar-condicionado e preferir as viagens com as janelas abertas. Para evitar a proliferação do coronavírus e não colocar os seus motoristas em risco é muito importante que o ar possa circular. Apesar disso, não descuide da limpeza e manutenção dos filtros do ar-condicionado.

Higienização do volante

Pesquisas já apontam que o volante do carro pode ser até 4 vezes mais sujo que um vaso sanitário. Só isso já deveria ser motivo de higienização constante. Para evitar contaminações, forneça um borrifador pequeno e uma flanela e oriente os seus motoristas a higienizarem o volante de forma regular.

Limpeza das peças dos carros

As demais peças dos carros, como bancos, cintos de segurança, puxadores e porta luvas não devem ser negligenciados. Como a limpeza vai passar a ser mais regular. Invista também na hidratação, principalmente se os bancos forem de couro (porosos). Isso irá evitar rachaduras.

Tapetes devem ser limpos diariamente

Bata os tapetes todos os dias. Os tapetes dos veículos escondem poeira, restos de comida, também suor e todo tipo de sujeira. A aspiração e limpeza, com lavagem regular, pelo menos 1 vez por semana, dependendo da atividade também é muito importante.

 

SAIBA MAIS: Lavagem ecológica de veículos

Atenção: álcool em gel 70% pode danificar as peças na higienização de veículos!

O álcool em gel pode danificar algumas superfícies dos veículos da sua frota, por isso, é aconselhável higienizar as superfícies com produtos específicos para isso. 

Evite também produtos de limpeza a base de amônia, pois isso pode comprometer, principalmente, o funcionamento correto do painel.

Na falta de produtos de limpeza de veículos específicos para fazer a higienização de veículos. Uma solução com água e sabão infantil, colocada dentro de um borrifador pode ajudar. Isso deve ser feito depois de cada viagem: 

  • Primeiro, é preciso higienizar as mãos com água e sabão neutro ou álcool em gel;
  • Depois borrife a solução em todo o painel do veículo;
  • Então, utilize uma flanela de microfibra, esfregando bem.

A Sofit está na luta contra a pandemia do coronavírus!

Se todas essas medidas de higienização de veículos foram adotadas, é possível, assim, suprir os seus clientes e prestar este serviço essencial sem grandes danos para a saúde da sua equipe e nem para a população em geral.

 

A pandemia do coronavírus é global. Tudo isso vai passar, mas, para isso é fundamental que todos entendam a urgência de seguir protocolos de higiene e segurança recomendados pela OMS.

 

A Sofit espera que você esteja seguro e faz votos que tudo a pandemia do coronavírus passe logo. Estamos tomando todas as medidas necessárias com a nossa equipe. Faça também a sua parte.

 

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes.

Sobretudo para gestores de frota de caminhões, que por si só, já têm que se preocupar com a oscilação do preço do diesel, saber utilizar o reagente ARLA 32  é uma habilidade que representa menos poluentes no ar e uma economia com combustível.

Aqui, vamos falar especificamente sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

Descubra isso e muito mais no artigo de hoje!

O que é o ARLA 32?

ARLA é a abreviação de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

Fique atento! Em condições normais de armazenamento o ARLA 32 não possui cor nem cheiro.

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, é nocivo à saúde e responsável por diversos males de respiração.

Além disso, ele ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos com a com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A primeira coisa que você deve saber é que a solução não deve ser adicionada no tanque de combustível, mas somente nos veículos com a tecnologia descrita acima. 

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

O ARLA 32 oferece riscos?

A resposta é não. O componete não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. S

oluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo do INMETRO e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas.

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos.

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrolise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e a nós mesmos ao redor do mundo. 

O mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora o combustível diesel tradicional possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR e o advento de biocombustíveis mais econômicos é o que temos hoje.

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna. Manteremos as coisas o máximo possível sob controle. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos veículos!

Você certamente já ouviu falar que não há um único erro responsável por um acidente e sim, uma série de erros menores que são responsáveis pelas fatalidades. Esta perspectiva é conhecida como “Modelo Queijo Suíço”.

Ela é adotada, também, por gestores de frota como uma ferramenta de gestão de risco.

O gerenciamento é a prerrogativa para qualquer gestor de frota e o tema está sendo amplamente discutido aqui no blog.

 

Por isso, preparamos um artigo com tudo o que você precisa saber para utilizar o modelo queijo suíço na sua gestão de frota. Confira!

 

Como surgiu o modelo Queijo Suíço?

Criado ainda na década de 90 pelo Phd em Psicologia James T. Reason, o modelo conhecido mundialmente como The Swiss Cheese é uma teoria que coloca lado a lado múltiplas fatias de queijo, como uma alegoria à prevenção de acidentes.

É possível que essa barreira seja sólida, porém, em algumas situações, os buracos podem se alinhar e permitir que os acidentes ocorram, gerando danos para qualquer operação.

Vale lembrar, aliás, que o modelo queijo suíço se aproxima mais de uma forma de pensar, do que com um método.

 

Quais são os principais conceitos do modelo Queijo Suíço?

James Reason conseguiu construir sua teoria integrada da causa de acidentes através de  pesquisas aprofundadas sobre a natureza deles.  Chegando. assim, às seguintes hipóteses: 

  • Os acidentes são frequentemente causados ​​pela confluência de múltiplos fatores 
  • Os fatores podem variar de atos individuais inseguros até erros organizacionais 
  • Muitos fatores que contribuem para um acidente são erros latentes – eles estão inativos esperando para serem acionados por qualquer número de erros ativos 
  • Os seres humanos são propensos a erros operacionais

 

Essas ideias formam os principais conceitos por trás do modelo Queijo Suíço. Mas, você deve estar se perguntando:

E em relação à gestão de frota? Como isso funciona?

 

Confira a seguir!

 

Como é possível relacionar o modelo Queijo Suíço com a gestão de frota?

A ideia central é entender o gerenciamento de frotas de forma fatiada, como uma fatia de queijo suíço. 

Dessa forma, a alocação de recursos é uma fatia. Um programa de segurança de frota eficaz é uma fatia. O suporte operacional oferecido para os seus colaboradores também é uma fatia.

Quando houver alguma deficiência ou falha em qualquer uma dessas “fatias” da sua empresa, significa que você terá um buraco naquela fatia.

 

Se os furos dentro de cada fatia da organização se alinharem, significando que uma fraqueza é transferida para outro setor. Ele cria um único buraco na organização – causando um acidente.

Compreender a gestão de frotas a partir deste modelo é um ponto de partida para gerenciar riscos e prevenir acidentes.

Como utilizar essa ferramenta na sua gestão de riscos?

Embora o modelo de queijo suíço não seja prescritivo, (ou seja, não há uma regra a seguir) você pode usar suas informações para melhorar a segurança geral da sua gestão de frotas.

Quer saber como?

 

Uma maneira de evitar erros é chegar até a raiz deles. Normalmente, antes de um acidente acontecer, o gestor de frotas consegue mapear comportamentos de riscos.

Mitigar esses comportamentos na sua origem e tentar estabelecer uma cadeia de fatos relacionadas à esses comportamentos é um dos seus papéis como gestor de frota.

Ou seja, oferecer treinamentos somente após um acidente fatal ou um desfalque grande para a sua organização não é um caminho aconselhável para a sua gestão.

 

O modelo queijo suíço apresenta, enfim, uma forma de colocar todos os setores da sua frota em sequência. Verificando quais furos têm influência em outros departamentos e como isso pode vir a se tornar um sério problema para a sua organização.

 

Exemplos de como o gestor de frota pode utilizar o modelo queijo suíço na gestão de riscos

Para facilitar a sua vida, criamos uma situação hipotética. Comum no dia a dia da gestão de frota e que, muitas vezes, passa despercebida pelo gestor.

Confira abaixo e veja como o modelo queijo suíço pode ajudar você a estruturar ações a fim de mitigá-la.

Colaboradores descontentes com o trabalho

Normalmente, apesar de todos os esforços de gestão, alguns colaboradores trabalham insatisfeitos. Seja por um problema no carro, atrasos nos pagamentos, stress no trânsito

 

Um caso isolado pode levar a um efeito em cadeia, por exemplo, um motorista insatisfeito. Ele pode simplesmente deixar de conferir o checklist de segurança. E ainda, transmitir essa ideia ao resto dos colaboradores.

Geralmente, a gestão vai atuar apenas quando esse quadro for insustentável, ou quando essa atitude gerar danos para as pessoas ou para a frota.

Portanto, enxergar essa situação como um “buraco no na fatia de queijo” pode fazer você economizar tempo, dinheiro e até salvar vidas.

Enfim. Viu como é mais simples do que se imagina?

 

A Sofit te ajuda a prevenir acidentes e a gerenciar riscos

Dados são uma ferramenta estratégica para o gestor de frota e isso não é de hoje. Com as soluções da Sofit, você consegue acessá-los de maneira muito mais simples, rápida e prática.

Temos soluções personalizadas para o dia a dia da sua operação. Entre em contato com um dos nossos atendentes e solicite um teste grátis. 

 

Segundo o Who Global Status Report on Road Safity, 1,35 milhões de pessoas morrem todos os anos no mundo, vítimas de trânsito. O dado é alarmante e por si só, deveria mobilizar gestores de frota a tomarem atitudes concretas e urgentes para reduzi-lo.

 

Afinal, quem trabalha com gestão de frotas e mobilidade, está lidando com é o bem mais precioso a ser gerido: pessoas.

O dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito surgiu justamente com o propósito de conscientizar a sociedade. E, assim estimular uma reflexão sobre as causas dos acidentes.

Saiba mais sobre o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito e descubra que ações, você gestor, pode implementar na sua gestão a fim de evitá-los. Confira!

 

Por que surgiu o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito?

O Dia Mundial de Recordação às Vítimas de Trânsito tornou-se uma ferramenta importante nos esforços globais para reduzir os acidentes com vítimas fatais nas estradas. 

De acordo com a resolução 60/5 da Assembléia Geral, desde a sua criação em 1993, as ações de mobilização se espalharam para um número crescente de países em todos os continentes.

O dia oferece uma oportunidade para alertar sobre a escala de devastação econômica e emocional causada por acidentes de trânsito. E, também, para reconhecer o sofrimento das vítimas de acidentes. 

 

Neste ano, com o tema “A vida não é uma peça de carro” o #WDoR2019 (World Day of Remembrance) foi pensado de acordo com o terceiro pilar do Plano Global para a Década e Ações para a Segurança nas Estradas.

 

Confira o vídeo promocional da campanha deste ano Aqui.

 

E neste ano, quais as principais ações de mobilização do #WDoR2019?

 

Em 2019, o evento principal do World Day of Remembrance acontece no dia 18 de Novembro em Bruxelas, na Bélgica. Mas há eventos menores promovidos em países como Índia, África do Sul e Austrália.

Caso a sua empresa tenha interesse em promover ou conferir a lista completa de eventos relacionados ao Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito é possível verificar o site oficial do evento.

Um panorama sobre os acidentes e vítimas de trânsito pelo mundo

De acordo com a pesquisa global da Who Global Status Report on Road Safity, de 2018. Os acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte entre todas as faixas etárias. E a principal causa de morte de crianças e adultos jovens de 5 a 29 anos. 

 

Um dado preocupante é que, em países como o Brasil e outros com renda per capita mais baixa, o risco de morte em um acidente de trânsito é mais de três vezes maior do que em países de alta renda. 

Também, pedestres, ciclistas e motociclistas são reconhecidos como os usuários mais vulneráveis e compõem mais da metade de todos os acidentes fatais no trânsito pelo mundo.

 

Quais são as principais causas de acidentes ao volante?

Conforme o portal oficial sobre o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, existem seis principais causas para os acidentes fatais. Confira quais são abaixo:

 

  • O excesso de velocidade
  • O consumo de bebidas alcoólicas
  • Não uso do cinto de segurança
  • A falta de equipamento de segurança para as crianças 
  • A falta do capacete aos usuários de motocicleta 
  • O uso do celular.

 

O que mudar na minha gestão para prevenir riscos e evitar acidentes?

Afinal, é preciso fazer uma análise aprofundada: quais os fatores que levam os seus colaboradores a sofrer acidentes? 

E você, como gestor, o que está fazendo efetivamente a fim de evitá-los?

 

Aqui no blog, sugerimos ações simples e que podem ser implementadas sem dificuldades pelos gestores de frota. 

Abaixo, confira algumas delas. Para saber mais, basta clicar no link:

 

A Sofit apoia o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito

Todos os nossos esforços para oferecer soluções sob medida para a sua gestão de frotas, colaboram para a sua missão de evitar acidentes no trânsito. Conte com a gente sempre que for preciso!

Então, gostou do nosso artigo sobre o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito? Não perca mais tempo e comece a estruturar ações neste sentido! Entre em contato conosco e descubra como podemos contribuir.

 

 

No caminho para atingir a excelência na gestão de frotas, muitos gestores saem do senso comum e recorrem a métodos alternativos. É o caso da Pirâmide de Frank Bird.

A Pirâmide de Frank Bird é uma ferramenta poderosa de avaliação de riscos e colabora também com um modelo de gestão adotado por frotistas que se baseiam na análise de indicadores para tomar as suas decisões.

 

Mas você deve estar se perguntando:

Como essa ferramenta pode auxiliar no dia a dia da minha gestão de frotas?

Confira, então, este artigo até o final e recolha dicas valiosas sobre como utilizar a Pirâmide de Frank Bird.

 

Um pouco mais sobre o método da Pirâmide de Bird

Contudo, antes de entender como aplicar este método na sua gestão de frotas, é importante conhecer um pouco mais sobre as suas origens.

A pirâmide de Frank Bird foi desenvolvida ainda nos anos 60 por um engenheiro americano chamado Frank Bird. 

Ela propõe a análise da sequência que leva até os acidentes laborais, por isso, é muito adotada na área de segurança do trabalho.

 

Funciona assim:

Vamos supor que você esteja enfrentando um desafio junto aos motoristas da sua frota. 

Os dados mostram que os comportamentos de risco ao volante estão subindo de  maneira alarmante. Os colaboradores falam ao celular, enviam mensagens de texto e trabalham com sono.

Essa é a base da pirâmide. 

Quando esses comportamentos acontecem de forma constante, tendem a gerar pequenos incidentes, que geram acidentes sem afastamento. 

E esses, por sua vez, podem gerar acidentes com afastamento que, por ventura, podem levar à acidentes fatais.

 

A Pirâmide de Frank Bird na Gestão de Frotas

Não é à toa que a análise de riscos está no centro das discussões sobre mobilidade.

Atuar de forma preventiva, tanto nos processos de manutenção como na operação da frota, não só evita acidentes e salva vidas, como também previne os gastos imprevistos causados por eles.

E uma das suas principais missões como gestor de frotas é justamente garantir a segurança dos seus motoristas.

Visto isso, a adoção de um modelo com base na análise de indicadores, como a Pirâmide de Frank Bird pode ser um passo que mudará para sempre a sua gestão. 

 

Mas você deve estar se perguntando, quais as vantagens tangíveis de adotar uma gestão baseada na análise de indicadores, utilizando a pirâmide de Frank Bird como ferramenta?

A gente explica logo mais abaixo!

Quais as vantagens de utilizar a Pirâmide de Frank Bird como ferramenta de gestão?

Coordenar motoristas nem sempre é uma tarefa fácil. Gestores de Frota experientes enfrentam resistência ao tentar implementar uma cultura de prevenção de riscos, por exemplo.

Isso acontece por que alguns hábitos não são compreendidos como equivocados,  visto que não geram acidentes ou prejuízos para a sua empresa.

Acontece que o estudo de Frank toca exatamente neste assunto.

Através da Pirâmide de Frank Bird, aprendemos que a sequência é que leva ao acidente de trabalho e você pode mostrar isso de forma visual aos seus motoristas.

Confira algumas outras oportunidades que você encontra ao utilizar a pirâmide de Frank Bird na sua gestão de frotas:

Gestão Consideravelmente Mais Segura

O gerenciamento de frotas através da análise de indicadores têm sido o “pulo do gato” de muitos gestores de frota pelo Brasil e no mundo.

Na medida em que a sua empresa estabelece processos de melhorias através da geração de dados, além de tornar a sua frota mais segura, ela está sendo disruptiva. 

Está saindo do status quo, atuando de forma preventiva.

Isso abre espaço para o crescimento exponencial.

 

Identificação de Comportamentos de Risco

A utilização de indicadores para a tomada de decisão requer a identificação de comportamentos de risco através da coleta de dados.

A pirâmide vai te ajudar a entender, de forma visual como esses comportamentos podem se tornar problemas maiores.

 

Melhoria Contínua da Conduta dos Colaboradores

Com a Pirâmide de Frank Bird, você pode agir de forma acertada na gestão dos seus motoristas mais problemáticos. Com o uso da telemetria para a análise do perfil dos colaboradores no trânsito, é possível transformar os dados em ações efetivas, direcionadas para grupos focais, por exemplo.

 

Economia nos Processos de Manutenção 

Contudo, não é só na gestão de riscos que a Pirâmide de Bird faz sentido.

Os processos de manutenção da sua frota podem contar com essa ferramenta de gestão. A fim de detectar os problemas e solucioná-los antes que algo mais grave aconteça.

A utilização e análise de KPIs pode, assim, evitar a aquisição de novos veículos e a ociosidade da sua frota.

 

Como adotar essa ferramenta ao seu modelo de gestão?

Para aplicar este modelo de gestão na frota, a dica é agir de forma gradual envolvendo os colaboradores em todo o processo.

Então não basta apenas comunicar a adoção da análise por indicadores para toda a companhia. É preciso comunicar, portanto, os objetivos das mudanças desde a fase inicial do projeto.

Como gestor, o seu dever, enfim, é engajar e motivar os seus colaboradores. Nenhum modelo de gestão é eficaz sem a participação de todos.

 

A Sofit colabora com a sua gestão por indicadores

Gostou do nosso artigo sobre a Pirâmide de Frank Bird?

Desenvolvemos planos de acordo com a necessidade de cada cliente. Tudo para levar a sua gestão de frotas para outro patamar. 

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Quando falamos de trânsito, a análise do perfil do condutor é uma das atribuições mais importantes dos gerentes de frota.

Essa verificação se torna necessária para alinhar o comportamento dos motoristas com a política da sua empresa. Como para também evitar que colaboradores juntem-se a sua organização sem ter um perfil adequado.

Além disso, o cuidado com o gerenciamento dos motoristas também representa o cuidado do gestor com o nome da empresa. Afinal são eles que estão na rua, todos os dias, nas estradas e lidando com clientes.

 

Para entender mais sobre a importância deste assunto a aprender a determinar o melhor perfil para a sua frota, confira o nosso artigo de hoje!

 

O que é o perfil do condutor?

Pelo menos 1 entre cada 4 motoristas são perigosos e impulsivos e utilizam o veículo como uma extensão da sua personalidade. Esse dado impressionou você? Certamente.

 

Este dado, extraído em um renomado estudo conduzido pelo gabinete Bernard Krief, ainda em 95. Nem considerava a pressão promovida no trabalho ou pelo uso dos smartphones, por exemplo.

 

De lá pra cá, muita coisa mudou, mas seguramente o trânsito e os índices de estresse gerados por ele aumentaram. Logo, o perfil do condutor, nada mais é do que um retrato deste conjunto dividido em arquétipos para uma análise mais facilitada.

 

Por que é tão importante avaliar o comportamento dos motoristas?

Para empresas que empregam motoristas, a otimização do gerenciamento dessa força de trabalho é uma atividade comercial importante e muitas vezes esquecida e que pode ter um impacto significativo nos resultados financeiros.

 

Isso é particularmente verdadeiro para empresas de pequeno a médio porte, nas quais o proprietário ou gerente geral geralmente toma as decisões de gerenciamento de frota.

 

Logo, podemos notar que o sucesso no gerenciamento de frotas está intimamente ligado à capacidade que o gerente tem de liderar e administrar a sua equipe nos mais diversos níveis, ou seja, desde os cargos administrativos, até os motoristas.

Mas onde queremos chegar?

 

Queremos dizer que avaliar o perfil dos motoristas é exige o trabalho baseado em parâmetros sérios e concretos.

Caso o processo de seleção, remanejamento e até mesmo o de desligamento não seja conduzido de forma equilibrada, a sua gestão de frotas tende a passar por uma cadeia de problemas e a pagar por isso (financeiramente).

 

Quais os perfis de condutores mais comuns?

Pesquisas estabelecem e categorizam diversos tipos de condutores. Trouxemos os mais comuns encontrados nas empresas de frota brasileiras para você conferir. Vamos lá?

 

1. Tranquilo

Há condutores que naturalmente possuem um perfil mais calmo e sossegado, em detrimento do trânsito estressante das grandes cidades.

Caso a sua frota trabalhe com o transporte de passageiros, principalmente de crianças e idosos, este é um perfil a ser considerado. Afinal, motoristas tranquilos mantêm a calma no dia a dia, evitando brigas, acidentes e conflitos mais graves.

Entretanto, para empresas que prezam pela agilidade na entrega, talvez indivíduos com o perfil mais tranquilo não sejam ideais. Já que estes podem encarar atrasos, como fatores comuns.

 

2. Confiante

A confiança é uma via de mão dupla, no caso da análise do perfil do condutor. Sabe por que?

Acontece que esse tipo de motorista está certo sobre as suas habilidades e capacidade de condução. E isso pode levar ao cometimento de ações mais impulsivas e até a quebra de procedimentos básicos de segurança.

Na sua gestão, é importante trazer o melhor lado deste perfil à tona através de um trabalho estratégico. Considere, por exemplo intensificar a promoção de ações de direção defensiva e abra o jogo sobre violações e multas de trânsito cometidas pela sua empresa.

  1. Responsável

Chegamos a um perfil ideal para frotas de veículos mais pesados e que trabalham com uma logística mais apurada, como caminhões.

Sempre atento à práticas de boa condução e a segurança, este é o tipo de motorista que vai se preocupar com a revisão antes de uma longa viagem, prezando sempre pela forma segura e responsável de conduzir.

De certo modo, este perfil tem alguma semelhança com o tranquilo, entretanto ele é mais amparado pelas normas e aspectos técnicos do ato de dirigir.

4. Impulsivo

Um alto índice de acidentes e problemas de trânsito geralmente tem relação com motoristas de perfil impulsivo. Este motorista costuma ser passional e se envolver com mais facilidade em conflitos diários no trânsito.

Para a gestão de frotas, este é o perfil de condutor mais difícil de lidar, afinal, acidentes e multas prejudicam o próprio indivíduo, além das finanças e a imagem da sua empresa. Por isso, fique atento!

Caso não consiga controlar a impulsividade dos seus condutores, cabe pensar no desligamento deste perfil e até em ações para otimizar o seu processo de seleção, para que motoristas assim nem cheguem a compor o seu quadro de funcionários.

Que problemas podem ser evitados com a análise do perfil do condutor?

 

A dificuldade de trabalhar sob pressão, aliadas à personalidade do motoristas e o estresse provocado pelo trânsito diário das principais capitais e estradas brasileiras podem gerar um efeito explosivo na sua empresa.

 

Altos índices de acidentes, multas, problemas com o seu atendimento e até insatisfação dos clientes podem ter ligação com o perfil dos condutores que você escolhe para a sua frota.

 

Portanto, cabe dar a devida importância para o processo seletivo, por exemplo e conduzir também avaliações periódicas que podem indicar casos de estresse e estafa no trabalho.

 

Como gestor, você deve ter a autonomia de gerenciar esses motoristas mais problemáticos e tomar atitudes com base nas políticas internas da sua empresa a fim de evitar maiores problemas.

 

 

Afinal, como determinar o perfil do condutor adequado para a sua empresa?

A principal maneira de determinar o perfil de condutor adequado para sua empresa é verificar a sua missão e valores.

Qual imagem a sua empresa deseja transmitir para os clientes e sociedade em geral?

A partir daí, você deve estabelecer uma relação mais próxima com o setor de recursos humanos da sua empresa. A fim de elaborar testes amparados por estudos psicológicos sobre o perfil dos condutores.

Adicionalmente, conduza treinamentos e análises periódicas. Assim, você avalia desvios de perfil ou até mesmo casos de estresse. Esses casos podem levar a comportamentos perigosos quando o assunto é trânsito!

 

Gostou do nosso artigo? Conte sempre com a Sofit caso tenha alguma demanda especial de gestão de frotas!

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