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Não é por acaso que a telemetria para carros está entre as 5 ferramentas prioritárias para investimento em 2022. A informação está presente no estudo realizado pela Trimble Transportation Latam, em parceria com a Younder EdTech.

É que na medida em que a gestão de frotas ganha maturidade, temas como segurança no trânsito e novas tecnologias conquistam mais espaço.

Por isso, caso você ainda não conte com essa tecnologia, confira 7 resultados que a telemetria para carros pode gerar na sua frota!

A telemetria para carros não é mais uma tendência, é uma realidade

Os benefícios que esse sistema pode proporcionar para a sua frota já são comprovados por 69,2% das frotas brasileiras. 

Esta informação está presente no estudo “Tendências para Gestão de Frotas em 2021”.

Dessa forma, a adoção da tecnologia acontece de forma acelerada e as empresas já estão num estágio de otimizar a utilização de dados para melhorar a eficiência de toda a operação e maximizar o desempenho dos motoristas. 

A seguir, confira os 7 principais resultados que os dispositivos telemáticos proporcionam para sua frota:

1. Garante riqueza de dados sobre a frota

Um veículo gera mais informações do que você imagina. Mais precisamente, 25GB de dados por hora, segundo relatório da McKinsey & Company.

Antes da telemetria, apenas os mecânicos tinham acesso a esse tipo de informação. Assim, essa tecnologia baseada em IoT (Internet das Coisas) possibilitou aos gestores acessar uma riqueza de dados sobre os veículos.

Uma vez consolidados, esses dados são transmitidos para um servidor ou computador onde as informações podem ser, de fato, úteis. 

Agora, imagine poder contar com essas informações em dashboards e acessar relatórios com dados consolidados sobre todos os veículos da sua frota?

A telemetria possibilita você acessar inúmeras informações, desde diagnósticos do motor até a velocidade do veículo, localização, aceleração e padrões de frenagem em tempo real.

Isso permite um nível impressionante de controle e feedback de uma frota inteira. Portanto, reflita como essa riqueza de dados sobre a sua frota poderia ajudar você a otimizar a sua gestão.

2. Monitora o desempenho dos motoristas

O monitoramento remoto do desempenho dos motoristas é outro resultado que a telemetria para carros proporciona para a sua gestão. 

Logo, com veículos conectados, você pode verificar fatores como:

  • A velocidade com que os veículos estão sendo conduzidos;
  • A rapidez com que aceleram a partir de uma parada;
  • Desvios de rota e outros indicadores do comportamento do motorista. 

A partir da coleta das informações, você pode gerar perfis de motoristas e usar ​​para determinar quais profissionais são mais adequados para dirigir cada veículo ou operar em determinadas partes da cidade. 

Os dados telemáticos do veículo e a integração de software podem identificar esses perfis e tornar o gerenciamento do motorista mais fácil e eficiente. Dessa forma, você garante critérios transparentes e baseia as suas decisões em dados concretos.

Além disso, os condutores podem ser recompensados ​​ou aconselhados com base em seu desempenho em relação aos regulamentos e padrões da sua organização.

3. Reduz os custos comuns de uma frota

A redução de custos com a frota é uma das principais missões dos gestores. 

Para isso, a telemetria pode ser uma grande aliada, ajudando a identificar por onde o seu dinheiro está escoando.

Confira adiante como ela pode ajudar a amortizar os custos operacionais:

  • Otimiza as rotas existentes e estabelece outras mais econômicas e eficientes;
  • Define alertas de manutenção proativos, evitando gastos desnecessários;
  • Monitora o nível de combustível e identifica atividades suspeitas;
  • Orienta os motoristas em tempo real, prevenindo acidentes;
  • Monitora a eficiência do combustível.

4. A telemetria para carros melhora a vida útil dos veículos

A telemetria para carros também garante uma melhora significativa para a vida útil dos veículos.

Isso porque as programações de manutenção podem ser integradas a sistemas telemáticos para reduzir ocorrências de falhas mecânicas. 

Você também pode avaliar a validade de componentes essenciais dos veículos, como os pneus.

Isso resulta não somente em economia nos custos de reparo do veículo, como garante uma gestão mais proativa, evitando que os veículos precisem de maiores reparos e aumentando a vida útil.

TELEMETRIA VEICULAR: O QUE É E VANTAGENS NA GESTÃO DE FROTA

5. Entrega valor ao mercado que atende

Os clientes estão sempre em busca de fornecedores e serviços de entrega e coleta mais confiáveis, seguros e econômicos.

E com tantas opções no mercado, a telemetria acaba sendo um diferencial competitivo para a sua organização ao otimizar todo o processo logístico. 

Assim, os seus clientes terão informações precisas sobre o deslocamento e você garante que os produtos e serviços sejam entregues no prazo. 

Isso pode torná-los mais propensos a se tornarem recorrentes e, em simultâneo, entregar o valor que o mercado exige.

6. Possui tecnologia multiplataforma

Outro resultado que um sistema de telemetria veicular entrega para a sua operação é o acesso aos dados através de múltiplas plataformas.

Isso significa que você poderá acessar informações sobre os veículos em tempo real tanto no computador da empresa, como no seu smartphone, por exemplo.

O mesmo vale para os motoristas. Os seus colaboradores podem contar com um aplicativo e fornecer informações sobre a operação em tempo real.

Dessa maneira, a tecnologia multiplataforma facilita a comunicação e facilita o acesso às informações sobre a sua frota.

7. Proporciona mais segurança para motorista e passageiro

É mais provável que os seus motoristas dirijam com mais cautela ao saber que os seus comportamentos no volante estão sendo relatados ao gerente em tempo real.

Através dos sistemas de telemetria veicular, você pode medir o desempenho do motorista baseado em KPIs como frenagem forte e aceleração agressiva, por exemplo.

Isso possibilita investir em treinamentos personalizados para o grupo de motoristas que comete esses atos ao volante.

Além disso, ao estabelecer critérios e alertas quando o veículo precisa de reparos, você também evita acidentes.

Como extrair os melhores resultados da telemetria para a minha frota?

A telemetria para carros, sozinha, não vai gerar resultados para a sua gestão. 

Isso porque, a tecnologia fornece informações sobre seus veículos e motoristas, mas não te diz como otimizar o seu negócio.

Então, para garantir melhores resultados com a telemetria, considere:

  • Contar com profissionais capacitados em análise de dados e que consigam extrair oportunidades de melhoria a partir da telemetria;
  • Integrar os dados telemáticos com outras fontes de informações para que as informações não sejam subutilizadas;
  • Alinhar os setores da sua organização em torno de objetivos e métricas compartilhadas.

Otimize sua gestão de frotas com a Sofit

Agora que você já entendeu os resultados que a telemetria para carros pode proporcionar para a sua operação, que tal dar um passo adiante?

Sabia que a Sofit em breve contará com um sistema de telemetria integrado à gestão de frotas? 

Isso permite que você acesse dados integrados e cruze informações com ainda mais facilidade, sem precisar recorrer a mais de uma fonte.

Então, solicite agora mesmo uma demonstração e eleve o nível da sua gestão de frotas!

Devido ao potencial dano causado, o transporte de produtos perigosos ou cargas perigosas exige um alto nível de treinamento e atenção aos detalhes. 

Desde a identificação do que é considerado um produto perigoso até a classificação da carga conforme as categorias de transporte de cargas perigosas.

Dessa forma, se você tem que lidar com o transporte deste tipo de material, deve ficar de olho nas melhores práticas e legislação.

É sobre isso que vamos falar no artigo de hoje. Acompanhe!

O que é uma carga perigosa?

Produtos perigosos podem ser sólidos, líquidos e até gases que podem expor a população ou o meio ambiente a algum risco.

Portanto, por medida de segurança no trânsito, você precisa se familiarizar com o que está transportando. 

Os produtos perigosos são definidos pela Resolução Nº420/04 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e seguem orientação da ONU. 

As cargas classificadas como “perigosas” são divididas em 8 categorias e incluem:

  • Explosivos: incluem matéria prima para a fabricação de produtos como dinamite e granada, como, por exemplo, nitroglicerina e azida de chumbo.
  • Gases: são substâncias em estado gasoso que entram em combustão caso expostas ao ar e ao calor, como amoníaco e acetileno.
  • Líquidos inflamáveis: benzeno, gasolina e acetileno são exemplos de substâncias propícias à combustão.
  • Sólidos inflamáveis: exemplos incluem a liga de magnésio e magnésio metálico, amplamente utilizadas na indústria aeronáutica.
  • Substâncias oxidantes: peróxido de hidrogênio e permanganato de potássio são exemplos deste tipo de substância.
  • Materiais radioativos: são aquelas que liberam radiação, como o Urânio 235, Césio 137, Cobalto 60.
  • Substâncias corrosivas: ácido sulfúrico, nítrico e clorídrico estão entre as substâncias corrosivas mais comuns.
  • Artigos perigosos diversos: são produtos  perigosos que não se encaixam nas outras categorias, como baterias de lítio, por exemplo.

Já o transporte rodoviário de produtos perigosos é atualmente regulamentado pela Resolução Nº 5.947, publicada no Diário Oficial da União em junho de 2021.

Assim, o transporte de qualquer parte de carga de uma lista de produtos perigosos requer um processo que deve cumprir com os regulamentos federais, estaduais e locais.

A legislação aplicada inclui ainda:

Como é feita a sinalização de veículos transportadores de produtos perigosos?

Para facilitar a identificação, a legislação prevê a aplicação de sinalização específica nos veículos que fazem a locomoção deste tipo de carga: rótulo de risco e painel de segurança.

Entenda sobre cada um deles a seguir:

Rótulo de Risco

São placas no formato de losango e apresentam ilustrações que representam o perigo do produto, número da classe de risco, além da descrição da mercadoria. 

A cor varia de acordo com a classe da carga. 

Além disso, a sinalização deve contar ainda com símbolos relativos ao manuseio e armazenamento.

Painel de Segurança

É uma placa retangular laranja, fixada no caminhão. Deve conter o número da ONU e do risco da carga. 

O número da Organização das Nações Unidas segue o padrão da tabela internacional, com 4 algarismos.

Por sua vez, o número de risco é composto por 2 ou 3 algarismos e tem como função demonstrar a intensidade do risco da carga transportada.

Quais são os documentos obrigatórios para o transporte de cargas perigosas?

Quando se trata de transporte de mercadorias perigosas, os reguladores podem solicitar a documentação a qualquer momento. 

Por isso, é fundamental ter os documentos de transporte à mão, fornecendo todas as informações necessárias sobre as mercadorias transportadas no veículo.

Conforme a Resolução Nº 5.947, o motorista deve portar:

  • Originais do CTPP e CIPP;
  • Original do CIV (para cargas a granel);
  • Documento de identificação da carga transportada (documento de operação de transporte ou qualquer outro de acordo com as Instruções complementares do regulamento);
  • Declaração do expedidor.

A ANTT ainda define uma lista de documentos complementares, por isso, vale verificar os requisitos para o seu tipo de carga. São eles:

  • CVTPP: o certificado precisa ser emitido por uma empresa credenciada pelo Contran;
  • Licença ambiental;
  • RNTRC – Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas;
  • Ficha de emergência;
  • Rotulagem/Simbologia dos produtos químicos;
  • TFCA – Taxa de Controle de Fiscalização Ambiental;
  • Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP);
  • Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras;
  • Autorização Ambiental para transporte de produtos perigosos.

Além disso, no caso do transporte rodoviário de produtos perigosos a granel, é  necessário utilizar equipamentos de transporte que possuam um certificado de inspeção internacional e dentro do prazo de validade.

Infrações para transportadores de produtos perigosos

A ANTT também prevê punições para empresas que desrespeitam a regulamentação que incide sobre o transporte de produtos perigosos. 

As multas podem variar do grupo 1 ao 4, conforme a gravidade da infração:

  1. Transporte de produtos perigosos proibidos pela ANTT: multa de R$ 5 mil.
  2. Transportar cargas perigosas sem sinalização ou com sinalização incorreta: multa de R$ 1,4 mil.
  3. Transporte de produtos perigosos em veículos com sinalização incompleta ou inadequada; Não utilizar as EPIs recomendadas: multa de R$ 1 mil.
  4. Transportar produtos perigosos com as EPIs obrigatórias incompletas: multa de R$ 600.

Os casos de reincidência também são punidos. 

Dessa forma, caso haja alguma infração em menos de um ano após a última multa aplicada, você terá que pagar 25% a mais sobre qualquer outra multa.

Importância do curso MOPP para os motoristas

A capacitação dos condutores é parte importante das medidas de segurança relacionadas ao transporte de produtos perigosos.

Neste sentido, além de entender os preceitos de direção defensiva para caminhões, o MOPP (Movimentação e Operação de Produtos Perigosos) é um curso de especialização obrigatório para motoristas que conduzem esse tipo de mercadoria.

O curso conta com todas as instruções relativas à caracterização dos produtos perigosos e perigos associados. Os condutores aprendem também sobre a legislação aplicada e atribuições relativas à operacionalização dessa mercadoria.

Ao final da especialização, o condutor está apto para aplicar todos os preceitos de segurança, além de prestar atendimento de primeiros socorros caso algum incidente ocorra.

Evite erros ao transportar produtos perigosos

Como podemos observar, produtos perigosos colocam as pessoas, o meio ambiente e a propriedade em risco se forem transportados incorretamente. 

Portanto, o transporte de cargas perigosas é uma responsabilidade importante que requer muito planejamento e consideração.

Trata-se de um processo complexo e detalhado que deve ser conduzido por profissionais treinados.

Segundo o Anuário Estatístico da Polícia Rodoviária Federal, acidentes com caminhões representam mais de 47% dos incidentes nas estradas federais e, para ajudar a garantir a segurança desses importantes ativos e reduzir o risco geral, os gestores dependem de um seguro, sendo essa a etapa onde o sinistro mostra sua importância.

Isso porque a obtenção de seguro de frota com cobertura para os principais sinistros economiza tempo, dinheiro e aborrecimentos para os proprietários de empresas, eliminando a necessidade de adquirir planos para veículos individuais em suas frotas.

Mas, você sabe o que é sinistro?

Neste artigo, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre sinistros, assim como os benefícios e facilidades que a gestão de sinistro traz para uma empresa e como isso pode ajudar na melhora de condução dos motoristas de frota pesada. Acompanhe!

O que é sinistro de veículo?

Um sinistro é um incidente coberto pelo seguro contratado para a sua frota. 

Acontece, por exemplo, quando um veículo é envolvido em um acidente de trânsito  involuntário, sendo os custos cobertos pela seguradora, pois o caso estava previsto na cobertura do seu plano.

Em compensação, existem casos em que um veículo é roubado e a sua modalidade de seguro não oferece cobertura para casos de furtos e roubos. 

Isso significa que o seu plano não receberá nenhuma compensação financeira, pois o sinistro não está incluso no plano.

Além disso, os casos de sinistros podem ser considerados parcial ou integral, conforme o dano causado ao bem segurado.

Quais são os tipos de sinistro?

Quando o assunto é seguro de frota, existem diversos tipos de coberturas para sinistros, cada uma com as suas particularidades de cobertura.

Abaixo, selecionamos as principais para você compreender como funciona cada  modalidade. Confira:

1. Roubo e furto

Essa opção garante ao contratante o ressarcimento total em casos de furtos e roubos. 

Para isso, o veículo não pode ser encontrado em um determinado período, segundo as regras do seguro. 

Além do veículo, também é possível garantir indenização pelos itens transportados na cabine do veículo, geralmente um mês após o ocorrido.

Para isso, a seguradora irá avaliar cada caso, oferecendo um ressarcimento, no caso do veículo roubado, de acordo com o valor do mesmo na tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

2. Acidentes de trânsito

Motoristas estão sujeitos a acidentes automobilísticos, seja com outros veículos na via ou com objetos como postes ou árvores, por exemplo. 

Quando isso acontece durante a jornada de trabalho, a cobertura para acidentes de trânsito pode proteger sua empresa de pagar por reparos e substituições dispendiosas. 

Assim, a seguradora pode ressarcir o segurado em caso de perda de pelo menos 75% do veículo.

3. Danos a terceiros

Esse tipo de cobertura garante que os custos de terceiros, no caso de colisões, serão  ressarcidos pela seguradora. 

A cobertura de um sinistro por danos a terceiros cobre tanto os reparos ao veículo como os custos com danos causados a outros motoristas envolvidos no acidente.

Assim, a sua empresa não tem que arcar com o prejuízo causado à veículos de terceiros em caso de acidentes.

4. Causas naturais

Dependendo da região do Brasil em que a sua frota atua, acidentes por causas naturais podem ser comuns. Eles englobam enchentes, quedas de árvores e até incêndios. 

A cobertura de sinistros por causas naturais geralmente é opcional. 

Assim, é importante entender o que a seguradora oferece nestes casos e definir as proteções mais importantes antes de contratar.

Classificação dos casos de sinistro

Durante a vida útil de um veículo, os acidentes são registrados no seu histórico. Essa é uma forma segura de avaliar as suas condições e também de calcular o seu valor de mercado.

Dessa forma, os sinistros podem ser classificados segundo a gravidade do acidente:

1. Pequena monta

Essa categoria corresponde ao tipo mais simples de sinistro. Engloba acidentes superficiais com o reparo de peças externas e mecânicas, além de outros tipos de danos mais simples à estrutura do veículo.

2. Média monta

Sinistros de média monta são aqueles nos quais o funcionamento do veículo é comprometido e o automóvel precisa ser submetido a uma avaliação técnica após o ocorrido. A classificação é feita por um agente de trânsito e o veículo só pode voltar a circular após receber um Certificado de Segurança Veicular (CSV).

3. Grande monta

Finalmente, um sinistro categorizado como “grande monta” corresponde aos acidentes nos quais a recuperação do veículo é impossível. Dessa forma, é dada a perda total, ficando inviável circular com o mesmo após o acidente, mesmo após reparo ou recuperação. 

Como uma gestão de sinistro impacta no desempenho da frota

Existem algumas maneiras de economizar dinheiro através de uma boa gestão de sinistro. Recursos como telemetria e a oferta de capacitações em direção defensiva podem auxiliar no gerenciamento e na prevenção de casos. 

Dessa forma, ter informações centralizadas e detalhadas dos sinistros da sua frota, assim como calcular o desconto em folha de forma automática é uma solução de gestão inteligente.

Assim, é possível colocar em prática uma gestão ativa, pensando em soluções para minimizar os casos de sinistro.

Outras maneiras de economizar dinheiro e reduzir a ocorrência de sinistros incluem:

Garanta o controle de sinistro com a Sofit

Infelizmente, apesar dos métodos preventivos, acidentes acontecem. Portanto, é importante que você tenha políticas e procedimentos em vigor para ajudá-lo a lidar com eles da maneira mais eficiente possível.

Logo, os seus condutores devem ser treinados para relatar um incidente assim que ele acontecer. 

Neste contexto, os aplicativos para gerenciamento de frota podem ajudar, permitindo que seus motoristas insiram informações do campo, como geolocalização e fotos de qualquer dano.

Com a Sofit, a sua empresa conta com um recurso específico para a gestão de sinistros. 

Além disso, você pode lidar com o tempo de inatividade de forma eficaz agendando trabalhos de reparo e manutenção rapidamente usando o nosso software de gerenciamento. 

Então, o que acha de ter uma visão global e em tempo real dos sinistros incidentes sobre a sua frota? Com o nosso recurso de controle de sinistro, você pode. Fale agora mesmo com a nossa equipe e solicite uma demonstração gratuita.

Promover a segurança no trânsito é um valor que os gestores de frota devem promover de forma recorrente, não apenas para evitar acidentes.

É que, ao adotar medidas de segurança e direção defensiva na política da sua frota, contribui não somente para o bem-estar dos seus colaboradores, mas impacta também nos seus custos operacionais e na imagem da sua empresa.

Dessa forma, a sua frota pode economizar dinheiro e operar com mais eficiência quando seguir certas precauções de segurança.

Mas, como o cuidado no trânsito impacta realmente no seu orçamento e quais problemas estão relacionados com a falta de segurança no trânsito? Entenda neste artigo!

O que significa ter segurança no trânsito?

A segurança no trânsito envolve uma série de esforços conjuntos e recorrentes de modo a evitar acidentes, como:

  • Mensagens da mídia;
  • Levantamento de dados estatísticos;
  • Esforços legislativos;
  • Esforços corporativos;
  • Aplicação da lei;
  • Comunicação interpessoal;
  • Comportamentos e atitudes individuais.

Além disso, também é importante destacar que o objetivo das ações para promover a segurança do trânsito deve ir além do cumprimento do código de trânsito brasileiro.

A finalidade também deve criar uma consciência acerca da importância do tema para o bem-estar coletivo e individual.

Afinal, quando você está operando um veículo motorizado, você tem a responsabilidade de fazer sua parte para manter as estradas seguras para você, outros motoristas, passageiros e outras pessoas que possam ser afetadas por acidentes de trânsito.

Por que gestores de frota devem investir em uma política de segurança no trânsito?

De acordo com o Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas no Trânsito, do Ministério da Infraestrutura, foram registrados 878.208 acidentes nas estradas brasileiras em 2021.

A maioria deles (10%) acontece em rodovias estaduais e ainda segundo as estatísticas, 2,28% é a porcentagem de óbitos por cada acidente.

Nesse sentido, prezar pela segurança no trânsito significa mais do que reduzir ferimentos pessoais e danos aos seus veículos, de maneira que o papel do gestor de frotas na segurança no trânsito é ainda maior: ajuda a salvar vidas.

Por essa razão, é essencial que gestores de frota compreendam que a segurança ao volante significa uma melhoria em aspectos que vão desde a realização de menos reparos até um aumento no nível de serviço prestado pela sua empresa.

Além disso, instituir medidas de segurança no trânsito acaba influenciando na melhoria de outros indicadores, que abordaremos a seguir. 

Quais os benefícios de uma política de segurança no trânsito bem planejada?

Sem um programa documentado de segurança da frota, você pode estar colocando em risco o bem-estar de seus funcionários e até o faturamento da sua empresa.

Muitos gestores apostam em um programa de segurança genérico e isso é melhor que nenhum. 

Entretanto, é muito mais eficaz elaborar um programa específico de segurança no trânsito para a frota da sua empresa. 

Isso porque um programa de segurança de frotas estabelece as políticas e procedimentos necessários para ajudar a garantir um ambiente de trabalho seguro para os funcionários e também pode ajudar a proteger contra as despesas não previstas causadas por acidentes com veículos. 

Como o cuidado no trânsito impacta nos custos da sua frota?

Seja composta por veículos de pequeno ou grande porte, empresas que possuem uma frota própria são beneficiadas por uma política de segurança no trânsito de várias maneiras. 

Mas é no orçamento da sua empresa onde você vai poder visualizar ganhos cada vez mais significativos. 

Confira alguns deles: 

  • Menos reparos não programados;
  • Redução no pagamento de indenizações;
  • Ganho de produtividade;
  • Maior índice de disponibilidade da frota;
  • Menos custos com a depreciação de veículos;
  • Menos gastos com combustível. 

Existem fatores que colocam a segurança da minha frota em risco?

Vários processos conduzidos de forma equivocada podem desencadear uma série de problemas, principalmente relacionados à segurança dos veículos e dos colaboradores. 

Antes de implementar uma política de segurança no trânsito, é importante observar fatores de risco nos seus processos atuais.

Abaixo, listamos os erros mais comuns:

1. Falta de manutenção periódica dos veículos

O não agendamento de manutenções periódicas é um fator seríssimo que pode desencadear problemas sem precedentes. 

Portanto, a manutenção é um item chave que não pode ser descuidado. 

Recorra a checklists e priorize sempre este item no seu planejamento. Além disso, considere:

  • Implementar um cronograma de manutenção dos veículos da frota da empresa que atenda às especificações dos fabricantes;
  • Instruir os motoristas de frota a realizar inspeções de veículos antes e depois da viagem e registrar se os veículos defeituosos foram reparados;
  • Fornecer informações sobre a manutenção adequada do veículo aos funcionários que dirigem seus próprios veículos para fins de trabalho.

2. Descumprimento da lei do motorista

A lei do motorista determina regras que devem ser adotadas na jornada do condutor. Sabemos que os motoristas estão expostos a todo o tipo de injúrias, tanto psicológicas, como físicas. 

Portanto, seguir a lei, principalmente no que se refere à jornada de trabalho, contribui com a redução de acidentes.

3. Sobrecarga

Para gestores que lidam com veículos maiores, como caminhões, por exemplo, a capacidade de carga é um aspecto que deve ser sempre conferido. 

Muitas vezes, veículos inadequados são escalados para conduzir uma carga mais pesada, por exemplo, e isso pode ser um fator desencadeante de acidentes.

Como instituir uma política de segurança no trânsito na sua frota?

Após assimilar o que apresentamos até aqui, é hora de partir para a prática. 

Considere algumas diretrizes importantes e dicas de segurança para motoristas de frota para criar um programa, que podem ser divididas em pelo menos duas categorias:

  • Dicas gerais de segurança para gerenciamento de frotas (ou empresas de gerenciamento de frotas) a serem consideradas ao montar um programa de direção segura da empresa.
  • Dicas de segurança práticas e diárias para motoristas de frota. Essas são diretrizes práticas do dia a dia que devem constar em todos os programas de treinamento de segurança, bem como nas avaliações de direção segura ao volante.

Como você percebeu, criar, compartilhar e mensurar a eficiência de uma política de segurança no trânsito para a sua empresa é um trabalho que exige planejamento. 

Por isso, listamos abaixo alguns pontos que gestores de frota devem considerar: 

1. Identificação dos motoristas

Este ponto pode parecer simples, mas em empresas com uma frota composta por vários veículos e com um nível de rotatividade alto, por exemplo, conhecer e identificar quem está atrás dos volantes é essencial. 

Então, comece identificando quem está dirigindo seus veículos da frota e como os seus colaboradores os utilizam, dentro e fora do horário comercial. 

  • Seus motoristas usam seus veículos para ir e voltar do trabalho?
  • Você tem conhecimento sobre aqueles que costumam rodar na velocidade acima da permitida?
  • Quais tipos de certificações e cursos os seus condutores possuem?

O objetivo aqui é obter dados o suficiente para tomar decisões mais assertivas em torno da segurança e do treinamento dos motoristas.

2. Redefinição do processo de contratação de condutores 

O quão rigoroso é o seu processo de seleção? Será que você está contratando os profissionais corretos para lidar com a sua frota e evitar acidentes? 

A importância que você dá à segurança no trânsito tem início já na fase de contratação de novos motoristas, por isso o seu processo deve considerar requisitos como estes selecionados abaixo, antes e durante os contratos: 

  • Cursos, licenças e certificações;
  • Histórico do condutor;
  • Testes esporádicos (Exames físicos e toxicológicos, por exemplo).

A verdade é que sem um processo de contratação estabelecido, você certamente vai ter problemas relacionados à segurança no trânsito no futuro. 

3. Treinamentos com condutores

Estabelecer um calendário de treinamentos de motoristas faz com que a equipe trabalhe mais engajada e consciente. 

Dessa forma, a sua empresa estará coberta, caso algum incidente aconteça.

Treinar os seus condutores ajuda a prevenir acidentes, uma vez que motoristas treinados são capazes de seguir à risca a sua política de segurança e evitar acidentes no trânsito.

4. Política de Direção Defensiva

Promover a direção defensiva talvez seja o principal esforço que os gestores de frota devem fazer para melhorar a segurança no trânsito. 

Isso porque, quando faz parte da política da frota sendo assimilada pelos seus motoristas, a direção defensiva atua diretamente na prevenção de acidentes nas estradas.

Algumas medidas que os gestores de frota podem instituir, incluem:

  • Verificar regularmente o estado dos veículos;
  • Utilizar sempre o cinto de segurança;
  • Sempre sinalizar as suas próximas ações nas estradas;
  • Não enviar mensagens de texto enquanto dirige;
  • Respeitar as regras de trânsito;
  • Não mudar de faixa com muita frequência;
  • Não dirigir sob a influência de álcool ou quando estiver com sonolência.

TELEMETRIA VEICULAR: O QUE É E VANTAGENS NA GESTÃO DE FROTA

5. Monitoramento do comportamento dos motoristas

Você recebe informações em tempo real sobre as rotas e processos dos seus motoristas? 

Verificar se as regras estão sendo cumpridas e se os colaboradores estão respeitando a sua política de segurança é fundamental, pois é praticamente impossível atuar neste campo sem uma ferramenta de monitoramento.

Por isso que contar com a tecnologia pode ser um diferencial estratégico para a sua gestão de frotas, neste caso. 

6. Programa de incentivo para os motoristas

É claro que a segurança no trânsito deveria ser um valor coletivo, assimilado por todos os seus colaboradores. 

Entretanto, além da comunicação constante existem outras medidas que você pode tomar para promover a segurança no trânsito. 

Uma delas é adotar um programa de incentivo para os motoristas mais cuidadosos.

Com o apoio da tecnologia certa, é fácil, por exemplo, promover um ranking de motoristas e conceder benefícios para aqueles que cumpriram com as ações de segurança no trânsito estipuladas por você.

Quando estimulados dessa forma, os seus motoristas podem ser mais propensos a cooperar.

Comece agora mesmo a estabelecer uma política de segurança no trânsito!

Acidente no trânsito é coisa séria e a sua frota não está livre disso. 

Mas, como observamos, é possível atuar de maneira preventiva, para dessa forma, cuidar do bem-estar dos motoristas e evitar gastos desnecessários!

O que achou do nosso artigo? Para te ajudar a definir uma política de segurança no trânsito, conte com a Sofit. Saiba mais sobre o que podemos fazer por você aqui!

Sistema completo para uma gestão de frotas mais eficiente: 

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A higienização automotiva é um investimento de tempo e dinheiro com um bom custo-benefício para gestores de frota. 

Como você deve saber, lavar o carro é importante por alguns motivos. Seu carro ficará mais limpo e terá um melhor valor de revenda e troca. 

Quando escalamos essas vantagens para uma frota, os benefícios só aumentam. 

Afinal, manter a higienização da frota em dia é uma forma de baixo custo para proteger o valor e manter o estado de conservação dos seus veículos.

Neste artigo, compartilhamos dicas importantes e necessárias sobre higienização veicular. Esperamos que você aplique todas elas na sua frota. Acompanhe! 

O que é Higienização Automotiva?

A higienização veicular consiste nas ações sanitárias programadas para a limpeza e desinfectação dos veículos da frota.

Como gestor de frotas, você deve saber que é muito importante ter práticas eficientes de limpeza veicular. 

Infelizmente, tornou-se muito fácil para qualquer pessoa ficar doente ao tocar em superfícies que não foram limpas e higienizadas de forma consistente. 

Dessa forma, é preciso manter limpezas programadas para os veículos da sua frota. 

Além de evitar danos para os seus colaboradores, a higienização veicular também colabora na redução de custos e na prevenção de acidentes. Falaremos sobre isso adiante.

Qual a importância de higienizar os veículos da frota?

É importante salientar  que a higienização automotiva já deveria estar sendo realizada e fiscalizada pelos gestores de frota. 

Isso porque seus veículos precisam ser higienizados regularmente, com lavagens programadas e desinfecção após cada viagem das superfícies, já que um carro é um vetor em potencial de doenças causadas por germes, bactérias e vírus.

Além disso, evitar a sujeira também auxilia na prevenção de acidentes e evita que os seus motoristas fiquem doentes, o que desfalca a sua equipe e reduz  sua produtividade.

Por que manter higienização automotiva  em dia na sua frota?

Muitas empresas pensam que lavar e encerar um carro é um luxo e não é necessário, por isso não investem da forma correta na higienização automotiva.

Na verdade, manter os veículos da sua frota higienizados, tanto externa como internamente, traz uma série de vantagens para a sua empresa, envolvendo redução de custos e segurança.

Então, confira abaixo os principais motivos pelos quais o gestor de frotas deve investir em higienização automotiva:

Previne a depreciação precoce

Manter o exterior dos veículos da sua frota limpo e encerado é extremamente importante para preservar a pintura e também a lataria dos veículos. Isso porque a maioria dos carros se depreciam naturalmente, mas você pode prolongar a vida útil, por sua vez, preservar seu valor por mais tempo se o mantiver limpo.

Evita reparos mais caros

A sujeira do carro pode causar estragos na pintura e no corpo do seu carro. Alguns desses danos são irreversíveis e exigirão substituição completa. Esses reparos custam muito dinheiro, em geral, e prejudicam o valor geral do carro. Sendo assim, investir em higienização automotiva significa reduzir custos com reparos não programados.

Carros limpos são mais seguros

A manutenção da limpeza do veículo ajuda a evitar acidentes. Afinal, espelhos retrovisores e vidros sujos podem dificultar a visão do motorista, elevando o risco de algum acidente. Sabendo disso, evite a sujeira a qualquer custo. 

Mantém os colaboradores saudáveis

Enfrentamos um período difícil com a pandemia e a necessidade de isolamento e cuidado extremo com a limpeza. É importante manter o ritmo cuidando da limpeza do interior do veículo. Isso vai ajudar a eliminar bactérias e outros vetores de doenças que podem se acumular nos volantes, estofados e painéis.

É bom para a imagem da sua empresa

Como uma empresa mantém os seus carros pode dizer muito sobre ela. Por isso, é importante manter a higienização automotiva em dia, de modo a evitar que os seus veículos acabem sujando a reputação da sua organização. 

Quais são as partes mais sujas nos veículos?

Uma pesquisa do Car Rentals, publicada no site da UOL, apontou que o volante do carro pode contar até 6 vezes mais colônias de bactérias que a tela de um celular e até 4 vezes mais que um banheiro público!

As demais superfícies dos veículos que merecem um cuidado especial são:

  • Porta-copos;
  • Cintos de segurança;
  • Puxadores internos das portas.

Checklist de higienização automotiva

A melhor maneira de garantir a conformidade da higienização automotiva é por meio de checklists. 

Logo, os gerentes de frota devem criar cronogramas padronizados de manutenção pré e pós-viagem para todos os colaboradores. 

As tarefas devem incluir verificações de limpeza e mecânicas, como:

  • Verificando os níveis de fluido do veículo;
  • Avaliação da colocação de ferramentas e equipamentos;
  • Verificação do limpador de para-brisa e alinhamento dos espelhos;
  • Desinfecção de vidros, painéis, volantes e painéis de controle;
  • Varrer os tapetes interiores;
  • Esvaziar mini sacos de lixo.

A seguir, confira outras ações que devem compor os seus protocolos de higienização automotiva:

Limpeza do ar-condicionado 

A limpeza dos filtros do  ar condicionado do seu veículo certamente não é algo a ser negligenciado. Essa pode ser uma ótima maneira de proteger seu motor, maximizar a eficiência de combustível e remover odores desagradáveis.

Higienização do volante

Pesquisas já apontam que o volante do carro pode ser até 4 vezes mais sujo que um vaso sanitário. Só isso já deveria ser motivo de higienização constante. Para evitar contaminações, forneça um borrifador pequeno e uma flanela e oriente os seus motoristas a higienizar o volante de forma regular.

Limpeza das peças dos carros

As demais peças dos carros, como bancos, cintos de segurança, puxadores e porta luvas não devem ser negligenciados. Como a limpeza vai passar a ser mais regular, invista também na hidratação, principalmente se os bancos forem de couro (porosos). Isso irá evitar rachaduras.

Tapetes devem ser limpos diariamente

Bata os tapetes dos veículos diariamente, uma vez que  escondem poeira, restos de comida, suor e todo tipo de sujeira. A aspiração e limpeza, com lavagem regular, pelo menos 1 vez por semana, dependendo da atividade também é muito importante.

SAIBA MAIS: Lavagem ecológica de veículos

Atenção: álcool em gel 70% pode danificar as peças na higienização de veículos!

O álcool em gel pode danificar algumas superfícies dos veículos da sua frota, por isso, é aconselhável higienizar as superfícies com produtos específicos para isso. 

Evite também produtos de limpeza à base de amônia, pois isso pode comprometer, principalmente, o funcionamento correto do painel.

Na falta de produtos de limpeza de veículos específicos para fazer a higienização de veículos, uma solução com água e sabão infantil, colocada dentro de um borrifador pode ajudar. Isso deve ser feito depois de cada viagem: 

  • Primeiro, é preciso higienizar as mãos com água e sabão neutro ou álcool em gel;
  • Depois borrife a solução em todo o painel do veículo;
  • Então, utilize uma flanela de microfibra, esfregando bem.

Higienização automotiva: uma prática necessária para frotas de veículos

Em conclusão, vimos neste artigo que a higienização automotiva é uma parte importante para as medidas de conservação da sua frota.

Além de evitar a proliferação de doenças, a limpeza veicular evita a depreciação precoce dos seus veículos e ainda colabora com as rotinas de manutenção.

Além disso, a higienização veicular colabora para evitar acidentes, uma vez que retrovisores e painéis estão sempre limpos.

Então, qual a sua rotina de higienização automotiva? Compartilhe conosco!

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes e também para otimizar gastos.

Se engana quem pensa que o ecológico é mais caro. Pelo contrário, a economia, seja em termos de dinheiro, seja em ganhos para o planeta, é muito maior.

Neste artigo vamos te apresentar informações sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

O que é o ARLA 32?

Se você nunca ouviu falar, ARLA é um produto químico cuja abreviação vem de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

É importante esclarecer que o produto não é um tampouco um combustível: trata-se de um líquido que é injetado no catalisador do veículo e causa uma reação química.

Até pouco tempo, apenas ônibus e caminhões utilizavam o produto, mas recentemente a Jeep lançou o modelo SUV Compass com uma versão 2.0 turbo diesel com injeção de ARLA 32. Em locais como o oeste do continente europeu, o produto já é velho conhecido dos motoristas.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

E não se esqueça de ficar atento aos golpes: em condições normais de armazenamento, o ARLA 32 não possui cor nem cheiro. 

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Com certeza o principal motivo para o uso do produto é a redução da emissão de agentes nocivos ao meio ambiente. Há anos o uso do componente é obrigatório no Brasil. Em outros lugares isso já é realidade até mesmo antes.

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, são nocivas à saúde e responsável por diversos males de respiração.

E não menos importante, o produto ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento no produto que custa por volta de R$100,00 um recipiente com 20 litros.

Um ponto relevante é a necessidade de apenas adquirir o produto de revendedores autorizados, que possuam selo do INMETRO e sigam a norma estabelecida pelo ISO 22241 para veículos com motores a diesel.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos de fábrica com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A exigência foi estabelecida pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), que instituiu limites no controle de emissões de veículos. A partir disso, a indústria automobilística e o setor de combustíveis passaram por grandes adequações.

Também vale ressaltar que o produto não pode ser adicionado diretamente no tanque de combustível. Existe um recipiente, geralmente ao lado da entrada do tanque, onde deve-se adicionar o produto. O resto é feito internamente no veículo.

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. 

Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

Um ponto de atenção aos condutores é que a não utilização do produto configura infração de trânsito grave, prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT), com previsão de retenção do veículo, além de multa de R$ 195,23. 

O ARLA 32 oferece riscos?

De forma alguma. O componente não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Ele também não provoca nenhum tipo de desgaste ao veículo se utilizado de forma correta. Ou seja, o único ponto negativo é apenas o custo do produto, mas que em termos de custo benefício é muito vantajoso.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. Soluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Vez ou outra, alguma grande apreensão de produtos falsos é feita pela polícia, por isso é importante observar parâmetros como:

  • Preço compatível ao mercado;
  • Produto sem cheiro ou cor;
  • Embalagens com selo do INMETRO e identificadas.

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota por valores mais baixos. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas. 

Por isso, principalmente no caso de grandes frotas, é importante ter um controle prático da disposição do produto nos veículos. Uma indicação é uma planilha simples com data de aplicação, data de revisão e previsão de troca. É mais uma maneira de garantir que tudo vai correr nos conformes e sem preocupações posteriores.  

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos. 

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e o frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrólise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC, ou seja, no clima médio da maioria dos locais do país. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e até nós mesmos ao redor do mundo. 

Apesar de não ser o combustível mais ecológico disponível, o mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR ajuda bastante no controle de danos causados pelo diesel. 

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna, devemos manter o uso de produtos como o ARLA 32, que reduzem emissões e problemas acarretados. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos seus veículos!

A direção defensiva para caminhões é uma habilidade que o gestor de frota deveria exigir de todos os seus condutores ao conduzir um veículo pesado.   Assim, esses profissionais têm a responsabilidade não apenas de aprender sobre segurança ao dirigir caminhões, mas também de utilizar todos os recursos para reduzir a chance de acidentes, protegendo a si mesmo, a carga, além de outros motoristas.   No artigo de hoje, reforçamos a importância da direção defensiva para caminhões, fornecendo dicas para adotar na gestão de riscos da sua frota.   Confira!

O que é direção defensiva para caminhões?

A direção defensiva é um estilo de direção em estrada que utiliza várias técnicas e táticas para ajudar o condutor a se manter seguro e afastado de problemas causados ​​por outros motoristas da estrada.   A segurança é o principal benefício da direção defensiva, pois é menos provável que você se envolva em um acidente se seguir algumas regras simples.    Além disso, existem também outras vantagens, incluindo maior economia de combustível e menos desgaste sobre o caminhão.   No final deste artigo, relacionamos algumas maneiras de aplicar a direção defensiva na sua frota de caminhões.  

As vantagens da direção defensiva para a sua organização

  A direção defensiva é uma das maneiras mais eficazes pelas quais as organizações podem reduzir os acidentes de trânsito.    Colisões de veículos são a principal causa de lesões ocupacionais e isso gera um custo tanto para o motorista como para a sua empresa de transporte, que vai ficar sem a mão de obra.    De acordo com o ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), 90% dos acidentes no trânsito são causados por falha humana.   Logo, aplicar técnicas de direção defensiva para caminhões na sua gestão de frotas começa a fazer total sentido.   Além de evitar custos com manutenção, arcar com despesas que, por ventura venham a ocorrer e – mais importante – preservar a vida do seu colaborador, a direção defensiva é um diferencial competitivo para a sua organização, muito bem-visto pelos stakeholders.   Pensando nisso, muitas empresas optaram por investir em treinamento de direção defensiva para sua força de trabalho como uma forma de ajudar a:  

  • Proteger os funcionários de lesões relacionadas ao veículo e manter os condutores seguros
  • Reduzir colisões
  • Cortar custos com sinistros, incluindo pedidos de indenização
  • Proteger a reputação de sua empresa por meio de comportamentos de direção segura

 

Dicas de direção defensiva para caminhões para adotar hoje

Então, que medidas de direção defensiva os caminhões devem adotar na sua frota?    Além de exigir essa especialização no currículo de qualquer condutor novato, cabe ao gestor de frotas reforçar a importância desta prática no dia a dia.   Você pode fazer isso através de ações, treinamentos, palestras e estabelecendo uma política própria de direção defensiva na sua organização.   Confira abaixo algumas táticas!

Manutenção Periódica

  Programas de manutenção periódica, sobretudo aqueles automatizados, realizados através de uma ferramenta de gestão de frotas são o primeiro ponto da direção defensiva.    Afinal, o veículo deve estar em boas condições antes de seguir a sua rota.   Então, utilize um checklist, antes de cada viagem e verifique itens como:  

  • Pastilhas de freio
  • Nível do combustível
  • Amortecedores
  • Suspensão
  • Óleo
  • Faróis
  • Setas e Luzes de Freio
  • Para-brisa
  • Controle de Pneus

Noção do porte do Caminhão

  Ter noção a respeito das dimensões do caminhão pode evitar com que os seus motoristas se envolvam em acidentes como, por exemplo, entalamentos em túneis e quebras de retrovisores e faróis.    Por isso, verifique se os condutores conhecem bem o veículo que estão dirigindo.    Essa medida simples de direção defensiva para caminhões pode evitar prejuízos e dados.

Política de pausas

O planejamento de rotas para viagens mais longas deve considerar também uma política de pausas.    O cansaço ao volante pode causar acidentes graves, portanto, pequenas pausas devem ser programadas para descanso, alimentação e hidratação.    Logo, isso deve estar claro no planejamento da rota.

Manter uma distância segura

  Embora não exista no Brasil uma regulamentação sobre a distância mínima, especialistas recomendam um distanciamento de pelo menos 3 segundos do veículo da frente.   Você deve considerar também as condições de clima, da estrada e determinar a velocidade média do caminhão durante a direção defensiva.    Então, lembre-se: o caminhão é um veículo pesado e o sistema de freios tem um tempo de resposta. Os seus condutores só devem utilizá-lo de maneira brusca em último caso.  

Direção defensiva salva vidas e traz economia para a sua gestão de frotas!

Segundo os princípios da direção defensiva, cabe ao caminhoneiro a missão de proteger os veículos menores e os pedestres nas vias.    Logo, a atenção dos motoristas que conduzem esse tipo de veículo deve ser redobrada.    Da mesma forma, cabe ao gestor de frotas fornecer toda a informação e condições necessárias para aplicação das técnicas de direção defensiva.   Essa postura deve estar presente na política da sua frota, por isso, utilize a tecnologia a seu favor, criando checklist e analisando dados sobre acidentes de modo a evitá-los.   Assim, adotar medidas de direção defensiva para caminhões na sua organização significa salvar vidas, tempo e dinheiro, apesar das condições ao seu redor e das ações de outras pessoas.

Todo mundo conhece aquele ditado que diz que “acidentes acontecem”, não é mesmo? Mas o trabalho de Gestão de Frota é baseado em informações e dados para corrigir e prever erros. Em certo nível, a sabedoria popular está certa, já que, às vezes, imprevistos realmente acontecem. Porém, muitas vezes também o erro pode, sim, ser evitado.

Uma falha pode ocorrer por imperícia, imprudência ou negligência – falta de preparo, de cuidado ou de atenção. Neste post, vamos explicar melhor o que é cada um desses conceitos e de que forma eles podem atrapalhar as operações de sua frota. Confira:

Imperícia

Falta de habilidade, experiência ou destreza; incompetência. Falta de técnica necessária para realização de certa atividade.

Para que uma falha seja chamada de imperícia, é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão.

Exemplos de imperícia

  • A falta de aptidão de seus motoristas para dirigir veículos mais novos, com uma tecnologia diferente da dos antigos, pode causar um acidente.
  • A falta de conhecimento sobre novas leis pode gerar multas.

Imperícia, imprudência e negligência: como elas atrapalham a sua gestão de frota

 Imprudência

Inconveniência, inadvertência, indiscrição, temeridade. Falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é algo que se deveria prever, porém, não previu.

A imprudência pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada. Uma pessoa pode ser imprudente por ser extremamente proativa, porém sem o conhecimento técnico necessário. De modo geral o imprudente não mede consequências, ou seja, não se dá conta dos prováveis resultados de seu ato.

Exemplos de imprudência

  • Um motorista que resolve ele mesmo consertar o veículo e acaba estragando ainda mais.
  • É imprudência quando seu motorista resolve, por conta própria, pegar outro caminho para tentar chegar mais rápido. Poder ser uma rota mais perigosa e que prejudique o veículo.

Negligência

Desleixo, falta de atenção, falta de cuidado, menosprezo. Pode estar relacionada à indiferença, preguiça, displicência.

Muitos podem ser os fatores causadores de um ato negligente. O toque de um celular, alguém passando na rua, outras conversas etc. Esse tipo de falha está relacionada à falta de foco no que se está fazendo. Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.

Exemplos de negligência

  • Quando um colaborador deixa de levar o veículo da frota para sua manutenção. As falhas geradas por isso podem resultar em acidentes.
  • Motoristas que falam ao celular durante a viagem estão sendo negligentes, pois não estão prestando atenção na estrada.

Imperícia, imprudência e negligência: como corrigí-las? 

Todas essas falhas, sejam elas por despreparo, descuido ou desatenção, causam grandes prejuízos à empresa e aos colaboradores – tanto prejuízos financeiros, quanto morais e de saúde. A seguir, confira algumas dicas sobre como evitar esses erros na gestão de frota:

  • Crie procedimentos padrões

Para evitar a política do “cada um faz do seu jeito” é importante que em sua Gestão de Frota estejam definidos procedimentos padrões. Dessa forma, todos ficam alinhados quanto qual é a maneira correta de realizar os procedimentos, evitando falhas e gerando eficiência. Criar procedimentos é importante também porque, nesse desenvolvimento, é possível identificar processos que podem ser melhorados.

  • Promova uma comunicação clara com os colaboradores

Porém, de nada adianta ter procedimentos padrões se eles não forem bem comunicados. Tenha uma comunicação eficiente, que chegue a todos, com uma linguagem clara e objetiva, evitando duplas interpretações. Comunicar e informar é um processo imprescindível para evitar falhas em suas operações. Assim, ninguém poderá dizer que não fez determinada ação porque “não sabia que era assim que deveria ser feito”.

  • Ofereça treinamentos constantes

Essa é a maneira mais eficiente de diminuir as chances de falhas em suas operações. Faz parte da Gestão de Frotas manter os motoristas e funcionários atualizados sobre as áreas de importância para o trabalho deles. Realize constantes treinamentos e cursos não só sobre os procedimentos a serem seguidos, mas também sobre a importância de seguir esse padrão para evitar prejuízos e acidentes. Assim, você estará aumentando o conhecimento e conscientizando os profissionais – trazendo mais eficiência e segurança para sua frota.

  • Atenção na hora de contratar

A seleção de profissionais também é fundamental para evitar falhas de todos os tipos – imperícias, imprudências e negligências. Estude bem cada candidato e peça comprovação de suas competências, seja por meio de certificados e/ou recomendações. Além disso, analise o perfil do profissional, se ele não for flexível e aberto a novas ideias, talvez não esteja disposto a seguir as regras da empresa e queira “fazer do seu jeito”.

Esperamos que essas dicas possam ser úteis para que as chances de erros em sua Gestão de Frotas caiam drasticamente, trazendo mais segurança, confiança e eficácia e suas operações.

Saiba mais sobre como o nosso módulo de manutenção pode auxiliar a sua gestão de frota e agende uma demonstração hoje mesmo!

O comportamentos de risco dos motoristas é imensamente importante. O Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking mundial de mortes no trânsito. À primeira vista, seria fácil associar essa triste marca a fatores como as condições das estradas e dos veículos.  Mas a grande maioria dos acidentes tem outro motivo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS 90% dos acidentes são causados por falha humana. 

Dito isso, não é difícil antecipar que as principais vítimas dos acidentes fatais em rodovias são os motoristas profissionais, principalmente condutores de veículos pesados. É aí que está a maior missão de um gestor de frota: trabalhar pela segurança de cada motorista. E isso quer dizer, diminuir drasticamente os comportamentos de risco de motoristas. 

Como atuar pela segurança no trânsito

E quando sabemos que grande parte das falhas costumam ser consequências de comportamentos de risco de motoristas, já temos o objetivo a ser alcançado: a direção segura.

Entre os principais comportamentos de risco, podemos destacar: 

  • Excesso de velocidade;
  • Acelerações e frenagens bruscas;
  • Excesso de velocidade nas curvas;
  • Desatenção;
  • Ignorar sinais de fadiga; e
  • Inobservância das leis de trânsito.

Como promover a direção segura numa frota

Assim como quaisquer hábitos, os comportamentos de risco dos motoristas demandam certo esforço para serem deixados para trás. É necessária uma abordagem mais profunda do que simplesmente ensinar as boas práticas de direção segura. 

O gestor de frota deve ter em mente também que aspectos emocionais e de saúde do condutor podem entrar nessa equação. Tudo isso demanda uma abordagem mais complexa.

Nesse sentido, é preciso lançar mão de uma estratégia pedagógica que leve em consideração três importantes pilares para diminuir os comportamentos de risco entre os motoristas de uma frota.   

  • Sistema para gestão de frota e Telemetria
  • Gestão de pessoas; e
  • Treinamento.

Cada um desses pilares exerce papel preponderante na implantação de uma cultura de direção segura na frota. E quando aplicados em conjunto com a tecnologia, de forma inteligente, podem trazer resultados surpreendentes. Vamos tratar a seguir de cada um deles: 

Pilar 1: Sistema para Gestão de Frota e Telemetria

Quando queremos prevenir acidentes é uma boa ideia buscar identificar suas principais causas. É aí que entra um Sistema para Gestão de Frota juntamente com a  telemetria.  Com o conjunto dessas ferramentas, o gestor de frota tem acesso a indicadores valiosos para a elaboração de uma estratégia preventiva em prol da direção segura. Por isso, a análise dos indicadores deve ser vista como o pilar inicial para a prevenção de acidentes. 

Afinal, esses dados demonstram em tempo real a conduta dos motoristas de uma frota. Com isso, o gestor de frota pode implementar com agilidade ações corretivas para aqueles condutores mais propensos a acidentes. 

Esse monitoramento pode ser ainda mais completo quando combinado a tecnologias como: análise de multas e infrações, ranking de motoristas, o videomonitoramento embarcado e o sensor de fadiga. Essas soluções permitem o acompanhamento de sinais de distração, uso do celular na direção, ultrapassagens arriscadas, cintos de segurança não afivelados, entre outros. 

Identificado o problema, vamos para a tratativa e parte da solução: a gestão de pessoas.

Pilar 2: Gestão de pessoas no comportamento de risco dos motoristas

Vimos acima que a telemetria deve ser o pilar inicial para a implantação de uma cultura de segurança numa frota. É a partir dela que o gestor de frota pode identificar comportamentos de risco dos motoristas que precisam passar por uma reciclagem antes que causem um acidente. No pilar gestão de pessoas é a hora de tomar providências. 

Neste momento, cabe ao gestor agir com transparência e dar feedback ao condutor para que ele tenha ciência de que melhorias são necessárias em sua atuação. É importante deixar claro que a responsabilidade por essas melhorias é – principalmente – do condutor. 

Veja a seguir os 4 passos do feedback construtivo ao motorista de frota: 

  • Mostre ao condutor os eventos registrados pelo Sistema de Gestão de Frota e telemetria. Converse sobre os riscos que eles representam para a operação e, sobretudo, para ele mesmo;
  • Não seja crítico e deixe claro que as mudanças necessárias estão nas mãos dele, basta querer;
  • O feedback deve ser um diálogo. O gestor de frota deve dar ao motorista a chance de explicar o motivo de determinado desvio. Entretanto a gravidade da situação deve ser explicada pelo gestor, bem como, a postura esperada dali em diante; 
  • Termine propondo uma parceria, um compromisso do condutor em mudar os comportamentos de risco apontados no feedback. Ofereça apoio.

Timing para analisar os comportamentos de risco dos motoristas

Além de ser muito importante o feedback assertivo para cada condutor, é bom ficar atento ao timing, ou seja, estar pronto para atuar na hora certa. Para isso, pode-se contar com a telemetria. 

Alguns sistemas enviam alertas em tempo real – para os condutores e os gestores de frota – quando há desvios de conduta. Assim de um lado o gestor pode orientar e do outro o condutor tem ciência do que deve ser feito no momento do desvio.

Quando um condutor tem acesso a dados sobre seu próprio desempenho ele tende a perceber a importância de um treinamento. A partir disso o engajamento se torna genuíno e o melhor desempenho será um caminho natural. O condutor passa a reduzir comportamentos de risco e, consequentemente, as chances de causar um acidente.  

Se a tecnologia e a gestão de pessoas em conjunto podem ser transformadoras para a operação de uma frota, é preciso saber tirar o melhor proveito dessa dobradinha. 

Condutores capacitados são mais aptos a lidar melhor com as situações adversas, pois assimilaram informações importantes de prevenção. Isso para não falar de outras vantagens da direção segura, como a redução de custos com manutenção e combustível. 

Sua frota já conta com recursos tecnológicos e a cultura da empresa já prima pela direção segura? Então chegou a hora de tratar do nosso terceiro pilar na gestão de frota: o treinamento. Afinal, é fundamental preparar sua equipe para saber utilizar tantos recursos com eficiência. 

Pilar 3: Treinamento para condutores

Já falamos que são os relatórios de comportamentos de risco dos motoristas que darão ao gestor de frota elementos para determinar qual tipo de treinamento para motoristas é necessário para promover mudanças de comportamento em cada condutor.

As análises dos indicadores obtidos pela telemetria aliadas à teoria da pirâmide de DuPont, revelam fatores determinantes para a criação de uma cultura de segurança na frota com o propósito de prevenção de acidentes.

Vale lembrar: A Pirâmide de DuPont propõe a seguinte proporção: 1-30-300-3000-30000. Ou seja, para a ocorrência de 1 fatalidade, teria havido anteriormente 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3000 incidentes e 30.000 desvios. Isso quer dizer que quando há aumento na quantidade de desvios e incidentes, infelizmente, pode-se esperar um acidente.

Da teoria à prática: o case Comgás

Um dos aspectos mais importantes desse case é que as avaliações do treinamento ocorrem durante todo o processo. Isso permite que seja observada a evolução das competências de cada condutor. Desta forma, podem-se ajustar as estratégias de acordo com as necessidades. 

Além do treinamento, outro ponto importante é que, por meio do monitoramento contínuo, as boas práticas devem ser reconhecidas e motivadas sempre que possível. 

O reconhecimento pela boa conduta é tão importante quanto a tratativa dos desvios. Esse é o melhor caminho para a implantação de uma cultura de segurança da qual trataremos a seguir.

A cultura de segurança para prevenir comportamentos de risco dos motoristas 

Vimos que os três pilares para a prevenção de comportamentos de risco podem ser fundamentais para a prevenção de acidentes. Entretanto, a implementação da cultura de segurança numa frota envolve diversos agentes dentro da operação. 

Por isso, é preciso haver clareza e sintonia de toda a equipe em relação a esse objetivo. Trata-se de um trabalho conjunto entre o gestor de frota, a equipe de gestão de pessoas e – claro – os condutores da frota.

Uma das formas mais comuns de conseguir o engajamento por parte dos condutores são os programas de incentivo. Eles são baseados em indicadores de performance que podem premiar os condutores que se destacam. 

Programas de reconhecimento e premiações aos condutores que apresentam os melhores indicadores de segurança no trânsito já são comuns em grandes empresas. A ideia é imprimir uma cultura de segurança na qual todos os condutores tenham a aspiração de serem reconhecidos pelo bom desempenho. 

Seja qual for o desafio da sua frota, com inteligência e estratégia, sempre haverá um caminho até a conquista dos seus objetivos. Então é hora de analisar os indicadores, definir as mudanças desejadas e mãos à obra!

Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é, enfim, uma atividade repleta de riscos. 

É por isso que agir de forma proativa é fundamental, mais ainda no Brasil, onde problemas com o estado e a segurança das rodovias são comuns.

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

Como funciona o gerenciamento de riscos no transporte? 

O gerenciamento de riscos de transporte pode não ser o mesmo para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda empresa de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo para gerenciamento de riscos; 
  • Definir uma liderança para o gerenciamento de riscos além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar o gerenciamento de riscos para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com a sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores e frequentes e colaboram para um acidente maior.

Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em um outro post.

Conheça os Principais Riscos envolvendo o transporte de cargas

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

Segurança da Carga

Roubo de Carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

Negligência e Imprudência

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados à comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos na prática?

Você deve estar se perguntando, “ok, mas como eu posso mapear e corrigir esses erros na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação. Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma  estratégia de gestão de riscos:

Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente. Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. Como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos.

Gostou das nossas dias? Fale nos comentários se sua empresa já tem a prática de gerenciar os riscos da frota e como e ela!

Abraço.

Perceba o risco, proteja a vida. Este é o tema do movimento global Maio Amarelo em 2020, que acontece em meio à pandemia da Covid-19.

O evento deste ano teve que ser reformulado, atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A abertura, que ocorreu no último dia 29 de abril, foi realizada através de videoconferência no Facebook e Instagram.

A ideia deste ano é alertar para a importância das medidas preventivas de segurança no trânsito utilizando elementos comuns na web, como gifs, figurinhas, stories e vídeos curtos informativos.

Confira abaixo mais informações sobre a campanha do Maio Amarelo deste ano e descubra como a sua empresa pode participar desta causa!

 

O que é o “Maio Amarelo”?

De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) acidentes no trânsito são a nona causa mais comum de mortes no mundo. O que representa um custo de pelo menos US$ 518 bilhões por ano de cada país. 

Estima-se que neste ano, 1,9 milhões de pessoas perderão as suas vidas no trânsito e os acidentes irão figurar como a 5ª mais comum causa de morte no mundo.

Pensando nisso, a ONU decretou, em 11 de maio de 2011, a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Desde ação, ações de conscientização vem acontecendo anualmente.

Em 2020, o movimento é coordenado aqui no Brasil pelo Observatório Nacional de Segurança Viária em parceria com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Perceber o risco é salvar vidas!

A Sofit continua com o movimento do Maio Amarelo e está engajada para, junto à sociedade e também clientes, contribuir com a redução de acidentes de trânsito nas estradas brasileiras. 

Afinal, com um ano atípico e que pegou todos os gestores de frota de surpresa, é importante focar em medidas preventivas, alertando clientes, colaboradores e sociedade sobre atitudes simples e que salvam vidas.

Abaixo, vamos listar algumas ações incrivelmente simples que você pode adotar para contribuir com o movimento do Maio Amarelo na sua empresa.

 

Como gestores de frota podem se engajar com o movimento Maio Amarelo?

Defendemos o controle minucioso e estratégico dos veículos através de softwares de  gestão de frotas que atendam a dinamicidade da sua empresa.

Pois, com dados sempre ao alcance de um clique, a Sofit facilita o trabalho de prevenção conduzido pelo gestor de frotas que pode basear as suas ações em dados. 

Separamos 5 ações para que a sua empresa contribua com as ações do Maio Amarelo. Vamos lá?

1. Atue nas Redes Sociais

Com o isolamento social, muitas empresas tiveram que adaptar as suas rotinas à nova realidade do país. 

Com isso, o contato direto foi privado, mas é possível conscientizar a sua equipe através da internet. 

Neste ano, o material da campanha do Maio Amarelo está disponível na versão de apoiador. É possível baixar peças, stories e até vídeos e inserir a sua marca, por exemplo.

2.   Controle de Velocidade

O bom gestor de frotas vai sempre pensar em uma gestão que alie segurança com eficiência. Isso é possível graças à tecnologias como a telemetria

Através dela é possível coletar informações sobre a aceleração dos veículos, além de, também, outros detalhes como RPM e frenagem. Tudo em tempo real.

3.   Incidência de Infrações e multas

Um trânsito com menos incidência de multas é um trânsito menos perigoso, concorda? Então, a gestão de multas, através de informações sobre os seus veículos, entrada de horário e saída dos motoristas e dos dados dos seus colaboradores é fundamental. Assim, você controla mais facilmente as multas e pode trabalhar ações específicas para cada motorista.

4.   Treinamento e capacitação de motoristas

A rotina de Treinamentos e capacitações não devem parar. Afinal, em 2020, elas podem acontecer online, através de salas de reunião. Aproveite, então, para incluir periodicamente capacitações sobre direção defensiva e ações de conscientização sobre acidentes no trânsito. 

5.   Assistência aos colaboradores

Cuide da integridade dos seus colaboradores, investindo, assim, em seguros que lhes garantam toda a assistência em caso de acidentes. Isso vale também para os seguros de carga e de veículos que garantem mais tranquilidade para você e para a sua equipe.

 

Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa e trabalha por mais segurança no trânsito

A sua empresa aderiu ao Maio Amarelo? Que tipo de ações a sua empresa tem realizado para investir em segurança no trânsito, evitar acidentes e garantir a segurança dos motoristas? 

Conta pra gente nos comentários e até a próxima! 

Este artigo foi útil para você? Aproveite para conhecer o Sofit View – Sistema de gestão de frotas.

 

 

Você certamente já ouviu falar que não há um único erro responsável por um acidente e sim, uma série de erros menores que são responsáveis pelas fatalidades. Esta perspectiva é conhecida como “Modelo Queijo Suíço”.

Ela é adotada, também, por gestores de frota como uma ferramenta de gestão de risco.

O gerenciamento é a prerrogativa para qualquer gestor de frota e o tema está sendo amplamente discutido aqui no blog.

 

Por isso, preparamos um artigo com tudo o que você precisa saber para utilizar o modelo queijo suíço na sua gestão de frota. Confira!

 

Como surgiu o modelo Queijo Suíço?

Criado ainda na década de 90 pelo Phd em Psicologia James T. Reason, o modelo conhecido mundialmente como The Swiss Cheese é uma teoria que coloca lado a lado múltiplas fatias de queijo, como uma alegoria à prevenção de acidentes.

É possível que essa barreira seja sólida, porém, em algumas situações, os buracos podem se alinhar e permitir que os acidentes ocorram, gerando danos para qualquer operação.

Vale lembrar, aliás, que o modelo queijo suíço se aproxima mais de uma forma de pensar, do que com um método.

 

Quais são os principais conceitos do modelo Queijo Suíço?

James Reason conseguiu construir sua teoria integrada da causa de acidentes através de  pesquisas aprofundadas sobre a natureza deles.  Chegando. assim, às seguintes hipóteses: 

  • Os acidentes são frequentemente causados ​​pela confluência de múltiplos fatores 
  • Os fatores podem variar de atos individuais inseguros até erros organizacionais 
  • Muitos fatores que contribuem para um acidente são erros latentes – eles estão inativos esperando para serem acionados por qualquer número de erros ativos 
  • Os seres humanos são propensos a erros operacionais

 

Essas ideias formam os principais conceitos por trás do modelo Queijo Suíço. Mas, você deve estar se perguntando:

E em relação à gestão de frota? Como isso funciona?

 

Confira a seguir!

 

Como é possível relacionar o modelo Queijo Suíço com a gestão de frota?

A ideia central é entender o gerenciamento de frotas de forma fatiada, como uma fatia de queijo suíço. 

Dessa forma, a alocação de recursos é uma fatia. Um programa de segurança de frota eficaz é uma fatia. O suporte operacional oferecido para os seus colaboradores também é uma fatia.

Quando houver alguma deficiência ou falha em qualquer uma dessas “fatias” da sua empresa, significa que você terá um buraco naquela fatia.

 

Se os furos dentro de cada fatia da organização se alinharem, significando que uma fraqueza é transferida para outro setor. Ele cria um único buraco na organização – causando um acidente.

Compreender a gestão de frotas a partir deste modelo é um ponto de partida para gerenciar riscos e prevenir acidentes.

Como utilizar essa ferramenta na sua gestão de riscos?

Embora o modelo de queijo suíço não seja prescritivo, (ou seja, não há uma regra a seguir) você pode usar suas informações para melhorar a segurança geral da sua gestão de frotas.

Quer saber como?

 

Uma maneira de evitar erros é chegar até a raiz deles. Normalmente, antes de um acidente acontecer, o gestor de frotas consegue mapear comportamentos de riscos.

Mitigar esses comportamentos na sua origem e tentar estabelecer uma cadeia de fatos relacionadas à esses comportamentos é um dos seus papéis como gestor de frota.

Ou seja, oferecer treinamentos somente após um acidente fatal ou um desfalque grande para a sua organização não é um caminho aconselhável para a sua gestão.

 

O modelo queijo suíço apresenta, enfim, uma forma de colocar todos os setores da sua frota em sequência. Verificando quais furos têm influência em outros departamentos e como isso pode vir a se tornar um sério problema para a sua organização.

 

Exemplos de como o gestor de frota pode utilizar o modelo queijo suíço na gestão de riscos

Para facilitar a sua vida, criamos uma situação hipotética. Comum no dia a dia da gestão de frota e que, muitas vezes, passa despercebida pelo gestor.

Confira abaixo e veja como o modelo queijo suíço pode ajudar você a estruturar ações a fim de mitigá-la.

Colaboradores descontentes com o trabalho

Normalmente, apesar de todos os esforços de gestão, alguns colaboradores trabalham insatisfeitos. Seja por um problema no carro, atrasos nos pagamentos, stress no trânsito

 

Um caso isolado pode levar a um efeito em cadeia, por exemplo, um motorista insatisfeito. Ele pode simplesmente deixar de conferir o checklist de segurança. E ainda, transmitir essa ideia ao resto dos colaboradores.

Geralmente, a gestão vai atuar apenas quando esse quadro for insustentável, ou quando essa atitude gerar danos para as pessoas ou para a frota.

Portanto, enxergar essa situação como um “buraco no na fatia de queijo” pode fazer você economizar tempo, dinheiro e até salvar vidas.

Enfim. Viu como é mais simples do que se imagina?

 

A Sofit te ajuda a prevenir acidentes e a gerenciar riscos

Dados são uma ferramenta estratégica para o gestor de frota e isso não é de hoje. Com as soluções da Sofit, você consegue acessá-los de maneira muito mais simples, rápida e prática.

Temos soluções personalizadas para o dia a dia da sua operação. Entre em contato com um dos nossos atendentes e solicite um teste grátis.