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Mercedez-bens, Iveco e Volkswagen encabeçam a lista de marcas de caminhões mais vendidas no início deste ano, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos).

Com um recuo de 14,9% nas vendas, inferior ao projetado pelos especialistas em 2020, a previsão é de que o mercado automotivo volte a crescer.

Neste sentido, 2021 traz diversos desafios para os gestores, entre eles a renovação da frota, que ganha um fôlego a mais com o início da vacinação e seu impacto positivo na economia.

Porém, antes de investir em novos veículos, é importante entender quais são os modelos que mais rodam por todo o país. Por isso, a Sofit traz para você um resumo sobre as marcas de caminhões mais populares no Brasil. Confira!

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Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é, enfim, uma atividade repleta de riscos. 

É por isso que agir de forma proativa é fundamental, mais ainda no Brasil, onde problemas com o estado e a segurança das rodovias são comuns.

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

 

Como funciona o gerenciamento de riscos no transporte? 

O gerenciamento de riscos de transporte pode não ser o mesmo para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda empresa de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo para gerenciamento de riscos; 
  • Definir uma liderança para o gerenciamento de riscos além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar o gerenciamento de riscos para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

 

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com a sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

 

Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores e frequentes e colaboram para um acidente maior.

 

Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em um outro post.

 

Conheça os Principais Riscos envolvendo o transporte de cargas

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

 

Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

 

Segurança da Carga

Roubo de Carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

 

Negligência e Imprudência

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados à comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos na prática?

Você deve estar se perguntando, “ok, mas como eu posso mapear e corrigir esses erros na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação. Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma  estratégia de gestão de riscos:

 

Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

 

DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

 

Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

 

Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

 

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente. Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. Como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos.

Gostou das nossas dias? Fale nos comentários se sua empresa já tem a prática de gerenciar os riscos da frota e como e ela!

Abraço.

 

seguro de carga

O Seguro de Carga tem o objetivo de proteger as empresas que transportam ou embarcam cargas e que, por isso, estão sujeitas a diversos riscos. Já que a movimentação de bens e mercadorias é uma atividade bastante complexa.

O serviço assegura a indenização por perdas ou danos ao carregamento, resguardando o negócio de eventuais prejuízos. Ademais, a contratação do seguro de carga obedece a legislação, visto que ele é obrigatório para qualquer transporte rodoviário de mercadorias em território nacional e para o embarcador em viagens de qualquer tipo dentro do país.

Continue a leitura deste post e descubra o que precisa saber para contratá-lo!

 

O que é seguro de carga?

O seguro de carga garante à empresa contratante o pagamento de indenização por prejuízos ao carregamento durante viagens ferroviárias, terrestres, aéreas ou marítimas, sejam elas nacionais ou internacionais, para importação ou exportação.

As empresas de transporte de carga estão expostas a extravios, avarias, roubos e furtos de mercadoria ou mesmo acidentes. Logo, com a apólice, além de proteger os negócios, o gestor reduz as chances de potenciais perdas e ameaças à sua organização.

 

Quais as modalidades do seguro de carga?

A apólice pode ser contratada tanto por embarcadores quanto por transportadores. Além de tipos específicos para cada categoria, o seguro de carga também varia de acordo com o seu modo de contratação.

Cargas Avulsas ou Embarque Único

A contratação do seguro para Cargas Avulsas é feita pelo embarcador. Essa apólice é indicada para transporte com veículos próprios, agregados ou autônomos. Assim, garante indenização por eventuais prejuízos durante uma única viagem terrestre, aérea ou marítima, tanto nacional quanto internacional.

Apólices Abertas, Apólice Mensal ou Embarque Múltiplo

Já o seguro de carga de Apólice Aberta ou Embarque Múltiplo é recomendado para empresas que realizam transportes regularmente. Nesse caso, as mercadorias necessitam de averbações tratando sobre os detalhes da viagem.

No caso da Apólice Anual, é possível fracionar o prêmio, tornando a apólice ajustável, de acordo com os embarques realizados. Trata-se de um modelo altamente recomendado, pois possibilita que o prêmio seja fixo ou ajustável.

 

Veja 10 dicas para economizar com o seguro de carga

seguro de carga

Quais as principais coberturas do seguro de carga?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é possível contratar coberturas básicas e adicionais para o transporte de carga.

Cobertura do transportador

Os formatos de cobertura para o seguro de carga contratado pelo transportador variam conforme a combinação de ocorrências e podem incluir:

  • acidente: colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador;
  • roubo: ocorrido durante o trânsito ou desaparecimento total da carga com o veículo durante o transporte;
  • avaria: quebra, derrame, vazamento, arranhadura, amolgamento, amassamento, queda e outros eventos não oriundos de acidentes rodoviários;
  • limpeza de pista: na via e/ou acostamento, contenção e remoção de mercadorias e resíduos, utilização de produtos para anulação de efeitos causados pela mercadoria, higienização e desinfecção do compartimento de carga, tratamento e destinação dos resíduos.

Outros itens importantes podem ser adicionados ao contrato, como a apólice de responsabilidade civil ambiental e o seguro de vida para os motoristas.

Cobertura do embarcador

Há três tipos de coberturas comuns para o seguro de carga do embarcador.

Cobertura Básica Ampla (A)

A cobertura que visa proteger a carga contra qualquer dano ocasionado por fatores externos — todos aqueles presentes nas categorias B e C. Esse seguro cobre também:

  • avarias e despesas de recuperação da carga;
  • despesas que o segurado tiver com o transporte da carga para o local correto de entrega, quando houver erro no percurso;
  • reembolso de gastos com descarga e armazenamento necessários.

Cobertura Básica Restrita (B)

Aqui temos a cobertura que protege a carga contra:

  • todas as circunstâncias citadas na Cobertura Básica (C);
  • entrada de água no veículo, embarcação, local de armazenamento e container;
  • terremoto e erupção vulcânica;
  • inundação e transbordamentos durante viagem terrestre;
  • quedas de objetos sobre o veículo e desmoronamentos durante viagem terrestre.

Cobertura Básica Restrita (C)

Trata-se da cobertura que protege a carga contra:

  • incêndio, raio e explosão;
  • capotagem, tombamento, colisão e descarrilamento (veículos terrestres);
  • carga lançada ao mar;
  • perda total ocasionada por arrebatamento marítimo;
  • perda total durante operações de carga e descarga marítima;
  • colisão da embarcação com objetos externos;
  • encalhe ou naufrágio da embarcação.

Vale destacar que a empresa pode inserir serviços adicionais de inúmeros tipos e especificações em sua apólice, conforme suas necessidades.

 

Quais as exclusões da cobertura do seguro de carga?

Além das exclusões constantes na cobertura contratada, o seguro de carga não cobre, em hipótese alguma, perdas, danos e despesas consequentes, direta ou indiretamente, de:

  • má conduta intencional do segurado;
  • falta total, parcial ou obtenção de mão de obra de qualquer natureza que seja resultante de qualquer greve;
  • “lock-out”, distúrbio trabalhista, tumulto ou comoção civil;
  • qualquer reclamação com base na perda ou frustração da viagem ou aventura;
  • guerra, guerra civil, revolução, rebelião, insurreição ou comoção civil, resultantes das mesmas;
  • atos de hostilidade de — ou contra — uma potência beligerante.

 

Quanto custa um seguro de carga?

Visto que há grande variação de produtos transportados diariamente, é difícil definir um preço base para o seguro de carga. Além disso, a cotação da seguradora costuma considerar diversos fatores: veículo, destino, distância, coberturas, vigência, perecibilidade, peso, embalagem do produto etc.

No caso de Apólices Abertas, o cálculo é feito multiplicando-se o valor da carga transportada declarada no documento fiscal (IS) pela taxa do seguro, definida na tabela do estado. Depois, soma-se ao valor encontrado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O resultado do cálculo será o prêmio mínimo mensal, ou seja, o valor fixo que o segurado deverá pagar mensalmente à seguradora.

 

Como contratar um seguro de carga?

A contratação da apólice do Seguro de Carga é feita por meio de uma corretora de seguros. Atualmente, não apenas a cotação, mas também a própria aquisição do seguro transporte de carga pode ser feita online com corretoras digitais.

Para cotar o serviço, será necessário preencher um formulário com informações básicas sobre a empresa, as viagens e a mercadoria.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital de seguros, especialista no segmento de transportes que atende clientes de todo o Brasil.

Faça uma cotação de seguro de carga com a Mutuus Seguros!

 

Uma coisa é certa: durante a crise econômica provocada pelas medidas de combate à Covid-19 a previsão de demanda da sua empresa de transportes não será mais a mesma. 

Esse problema pode ser uma oportunidade caso você consiga ter uma previsão de demanda adequada aos tempos de crise.

Enquanto há um aumento na procura por itens de primeira necessidade, como alimentação e remédios, há queda no transporte de outros tipos de carga, como o de vestuário.

Neste artigo, em mais um da série sobre gestão de frotas e coronavírus, mostramos como é possível ter uma previsão de demanda para a sua transportadora não perder receita neste período.

Acompanhe!

 

O que é a Previsão de Demanda?

Em resumo, a previsão de demanda refere-se a fazer estimativas sobre a demanda futura do cliente usando dados históricos e outras informações. 

A previsão adequada da demanda fornece às empresas informações valiosas sobre seu potencial no mercado atual para que os gerentes possam tomar decisões informadas sobre:

  • Preços; 
  • Estratégias de crescimento dos negócios e; 
  • Potencial de mercado.

 

Embora seja uma simples “tarefa de casa”, prever a demanda em tempos de crise não é uma tarefa tão fácil. 

É tudo muito dinâmico e é preciso estar atento à todas as mudanças que possam ocorrer no mercado para tomar decisões acertadas.

 

Em tempos de coronavírus, prever a demanda é um desafio

Com mudanças drásticas na demanda em tempos de coronavírus, você precisa rever a utilização de algorítimos e dados para prever a demanda e adequar a oferta do seu serviço de transporte.

Isso porque os algoritmos de previsão de demanda muitas vezes são baseados em séries temporais de vendas anteriores. 

Apesar de haver um esforço para o desenvolvimento de tecnologias. Como machine learning que gerem dados estatísticos considerando informações externas adicionais, como clima e preço dos concorrentes.  Isso talvez não seja ainda uma realidade para a sua empresa.

Será preciso muita dedicação e “jogo de cintura” por parte da gestão. Entender como o fechamento da maioria dos estabelecimentos comerciais vai impactar na receita da sua frota.

Afinal, quando a demanda voltará ao normal?

Essa é obviamente a pergunta que todo gestor de frotas está enfrentando nesses dias. Em todos os casos, é importante primeiro estimar quando a situação pode voltar a padrões de demanda mais normais. 

Essa estimativa de tempo é difícil, mas existem alguns elementos básicos com os quais você pode trabalhar:

  • Tempo restante das medidas governamentais que causam mudanças drásticas na demanda. Olhando a situação da China, podemos concluir que isso pode levar pelo menos três meses; talvez mais se a capacidade hospitalar estiver realmente estressada.
  • Prazo de entrega entre você e o mercado consumidor: é o prazo acumulado que parte ou produto deixa sua fábrica e está sendo consumido por um consumidor final. Para um varejista, são apenas alguns dias, enquanto para um produtor de produtos químicos isso pode ser até seis meses.

 

Como está a demanda por transporte de cargas no Brasil?

No mercado brasileiro, um levantamento recente realizado pela NTC&Logística apontou queda de 38,7% na demanda por transporte rodoviário de cargas na primeira semana do mês de abril de 2020.

Isso representa uma redução de quase 40%. Quando comparamos com as movimentações de cargas antes das medidas contra a pandemia entrarem em vigor no Brasil.

Os dados mostram que é preciso se preparar ese adaptar à demanda do mercado. Um trabalho estratégico que deve cair no colo dos gestores pelo Brasil.

Abaixo, confira os tipos de cargas mais impactados pela redução de demanda nos primeiros dias da crise do Coronavírus no Brasil:

  • Carga fracionada (40,16%)
  • Cargas de Lotação (39,2%)
  • Produtos vendidos por logistas (46,6%) 
  • Agronegócio (14,2%)
  • Supermercados (24,55%)*

 

*A redução da demanda de produtos para supermercados pode não ter relação com a crise. Mas sim com o estoque. A hipótese é que há muita coisa estocada ainda o que impossibilita novas compras em escala.

 

Está difícil realizar a previsão de demanda? Conte com a Sofit!

A crise provocada pelo Coronavírus exige esforços conjuntos, de empresários, organizações não governamentais e órgãos do governo para sustentar o setor de transportes e minimizar a baixa demanda.

Enquanto a previsão de demanda não puder ser realizada nos moldes considerados “normais”, você precisa entender bem o seu mercado e tomar medidas rápidas. Preferencialmente baseada em dados até que tudo volte à normalidade. 

Além de auxiliar você com a gestão de frotas, através do nosso software sob medida, a Sofit te ajuda também com conteúdos como este que acabam servindo como uma luz em momentos de crise. Conte com a gente e compartilhe este artigo!

 

 

O mercado de transporte de cargas sempre foi dinâmico. A quarentena imposta pelo Coronavírus promete colocar o setor em evidência e os gestores em estado de atenção.

Como um serviço essencial, o transporte de cargas deve ser impactado pela alta repentina na demanda. Sobretudo, para o abastecimento de produtos de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos.

A pergunta que você deve fazer é: Como gerir a sua frota em tempos de crise? Quais as perspectivas do mercado de transporte de cargas para este ano tão atípico?

Descubra tudo no artigo de hoje, mais um da série especial sobre o COVID-19 e os seus impactos do mercado de transporte de cargas.

 

Coronavírus e o transporte de cargas: uma visão geral

A rápida disseminação do coronavírus no mundo teve um grande impacto nos mercados globais de transporte, com a queda na demanda por mercadorias da China afetando tudo, desde navios porta-contêineres até petroleiros. 

Aqui no Brasil, as entidades que representam o setor estão em constante diálogo com os transportadores, monitorando todas as medidas adotadas por órgãos públicos e privados.

Vale destacar que a situação exige, sobretudo, planejamento e responsabilidade. 

 

Dessa forma, será possível garantir o suprimento de itens relacionados à saúde pública, ou seja, itens relacionados à higiene pessoal, medicamentos, alimentos e material hospitalar, bem como outras prioridades.

 

Quais as empresas de transporte mais afetadas pela crise do novo Coronavírus?

O Coronavírus fez com que portos, aeroportos e parte do mercado de importação tivessem as suas atividades reduzidas. 

Bens de consumo considerados “não essenciais” como vestuário e eletroeletrônicos, deverão ter o consumo reduzido e, consequentemente, o transporte.

Da mesma forma, o setor automotivo também deverá ser impactado durante a pandemia do coronavírus, já que comercio e produção deverão ser reduzidos, diante das incertezas do mercado.

Abaixo, fizemos uma lista dos setores que deverão ser mais impactados. Confira:

  • Setor de carga aérea ou aqueles que atuam com cargas de entrega expressa aérea;
  • Setor portuário, sobretudo empresas que sobrevivem do transporte de contêineres;
  • Empresas de logística que não atuam com o transporte de bens essenciais;
  • Operadores Logísticos fortemente dependentes do setor automotivo;
  • Empresas de logística que atuam com eventos e logística promocional.

As transportadoras estão prontas para a crise promovida pelo Coronavírus?

Representantes do setor já responderam a essa pergunta. A resposta foi “SIM”. As transportadoras deverão conseguir suprir a demanda por itens de primeira necessidade e garantir o abastecimento da população.

Apesar disso,  houve uma redução de 26,14% no volume de cargas transportadas desde o início da pandemia no Brasil, de acordo com dados do Departamento de Custos Operacionais da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (DECOPE).

Sendo assim, de acordo com Tayguara Helou, Presidente do Setcesp, o que você, como gestor deve ficar atento é com o aumento dos custos com armazenamento que toda essa situação deve gerar.

Mais uma vez, a capacidade de planejamento e articulação dos gestores será posta em prova para que o aumento nos custos não seja tão significativo e compensado pelo aumento da demanda.

 

Como as transportadoras devem encarar o mercado de transporte de cargas durante o Coronavírus?

Os custos que fazem parte de toda a cadeia de transportes costumam ser bem elevados. Caminhões, autopeças, manutenção, armazenagem, mão de obra. Tudo isso deverá sofrer um impacto durante a crise.

Apesar de não ser possível prever com exatidão os impactos da crise do coronavírus para o setor de transporte de cargas, podemos afirmar que haverá um aumento na demanda e, consequentemente, na concorrência pelo transporte dessas cargas.

Além disso, além de adotar medidas básicas de higienização de veículos, repense o seu modelo de negócio. É preciso se adaptar rapidamente à nova realidade do mercado de transporte de cargas:

  • Renegocie os seus pagamentos, como os financiamentos para a compra de novos veículos;
  • Transporta cargas “secundárias”? Migre para o transporte de itens de primeira necessidade;
  • Evite transportar cargas que exijam armazenamento, preferindo o transporte para empresas.

 

A Sofit te deixa por dentro do mercado de transporte de cargas durante a crise do COVID-19!

Além de se planejar e acompanhar todas as notícias e determinações do governo, o que devemos fazer diante deste quadro é cuidar, sobretudo, da nossa saúde e da dos nossos colaboradores.

Lembre-se: essa situação vai passar. Devemos agora preservar vidas e garantir que itens básicos cheguem aos consumidores finais. O setor de transporte não pode parar!

Gostou deste artigo? Compartilhe com profissionais do setor. Caso precise de uma ajuda na sua gestão de frotas, conte sempre com a Sofit!

 

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes.

Sobretudo para gestores de frota de caminhões, que por si só, já têm que se preocupar com a oscilação do preço do diesel, saber utilizar o reagente ARLA 32  é uma habilidade que representa menos poluentes no ar e uma economia com combustível.

Aqui, vamos falar especificamente sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

Descubra isso e muito mais no artigo de hoje!

O que é o ARLA 32?

ARLA é a abreviação de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

Fique atento! Em condições normais de armazenamento o ARLA 32 não possui cor nem cheiro.

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, é nocivo à saúde e responsável por diversos males de respiração.

Além disso, ele ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos com a com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A primeira coisa que você deve saber é que a solução não deve ser adicionada no tanque de combustível, mas somente nos veículos com a tecnologia descrita acima. 

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

O ARLA 32 oferece riscos?

A resposta é não. O componete não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. S

oluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo do INMETRO e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas.

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos.

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrolise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e a nós mesmos ao redor do mundo. 

O mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora o combustível diesel tradicional possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR e o advento de biocombustíveis mais econômicos é o que temos hoje.

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna. Manteremos as coisas o máximo possível sob controle. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos veículos!

Em um contexto empresarial cada vez mais competitivo, o setor de transportes possui uma grande importância. E existem dificuldades que precisam ser observadas e controladas para atender todas as demandas necessárias. Para isso, há mecanismos que controlam a gestão logística e aperfeiçoam os níveis de serviço como, por exemplo, a roteirização.

Mas, afinal, você sabe o que é roteirização? No post de hoje, vamos esclarecer tudo sobre esse conceito e quais seus benefícios no planejamento de sua empresa. Continue lendo!

O que é roteirização para transportes?

Ao contrário do que muitos pensam, não é somente definição das melhores rotas para entregas ou apenas sequenciá-las. A roteirização para transportes é um processo de análise de um universo e da frota de veículos disponíveis com a meta de montar cargas, além de compor percursos sequenciados, por meio de um software.

Para tanto, são usados cálculos e algoritmos matemáticos que levam em consideração várias condições, como o volume e características das mercadorias, a capacidade dos veículos, controle de custos, consumo de combustível, entre outros.

Como a roteirização funciona?

Atualmente, o mercado de soluções tecnológicas voltadas para a administração de transportes oferece diversas soluções a um preço justo, permitindo o acesso a um sistema completo por um valor, às vezes, surpreendente.

Os meios usados na construção de rotas otimizadas e as atividades promovidas para realizá-las necessitam de instrumentos geográficos, tecnológicos e físicos. Esses mecanismos, alinhados à realidade operacional, revolucionam a logística organizacional e permitem que as empresas do ramo dos transportes possam atender seus clientes da melhor forma possível.

Quais são os benefícios da utilização do roteirizador?

A determinação de rotas mais ágeis e que atendam a todas as necessidades do seu negócio — como também dos clientes — resulta em vários ganhos e benefícios. Dentre eles, podemos apresentar:

1. Diminuição no tempo das entregas

Como os destinos são previamente estabelecidos conforme cada uma das entregas e a demanda dos clientes, é possível diminuir consideravelmente o tempo gasto para realizá-las. Além da agilidade, há como prever o horário em que cada uma será feita, assegurando a pontualidade e resultando na satisfação do cliente.

2. Redução das distâncias percorridas

O caminho seguido por cada um dos veículos relaciona-se com a distância percorrida. Assim, com o melhoramento das rotas, ocorre uma redução significativa na quilometragem rodada pelo veículo ao término das entregas, o que amplia a sua vida útil.

3. Economia de combustível

Os valores referentes a combustível são um dos mais expressivos quando falamos de operações logísticas. A argumentação é bastante simples: quanto menor for a distância percorrida por cada veículo, menor será o seu consumo.

Dessa forma, é possível ter uma economia relevante, reduzindo os gastos operacionais e os custos de cada entrega. Além do mais, isso proporciona a cobrança de um valor menor para os clientes com fretes, fazendo com que sua empresa consiga a sua fidelização e novas captações.

4. Melhor uso da frota

Ao determinar cada uma das entregas que será feita e seus respectivos destinos, sua empresa saberá qual é o veículo mais apropriado para atender a demanda. Dessa forma, é possível fazer um melhor uso da frota, selecionando os melhores e mais econômicos tipos de veículos para cada caso.

5. Redução de custos

A melhora das rotas por meio da roteirização faz com que os veículos rodem menores distâncias e trafeguem em estradas e ruas com boas condições. Isso permite a redução de custos e desgaste das máquinas. Lembre-se: quanto menos se gastar com as entregas, menor será o preço cobrado, permitindo que a empresa consiga ampliar o seu espaço no mercado.

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Assim como em várias outras profissões, existe um dia para celebrar os caminhoneiros: o Dia do Caminhoneiro! Esses profissionais tão dedicados que, às vezes, passam dias longe da família para garantir seu sustento e ainda manter o país funcionando.

Provavelmente você já deve ter visto mais de um dia sendo usado para comemorar o dia do caminhoneiro. Mas, afinal de contas, essa data é em junho, julho ou setembro? A resposta correta é: as três!

Sim! Existem 3 datas diferentes!

Elas surgiram por motivos diferentes e a seguir vamos explicar melhor cada uma. Veja:

30 de junho: Dia do Caminhoneiro em São Paulo

Surgiu em 1986, época em que o governador de São Paulo assinou uma lei que instituiu o dia 30 de junho como sendo o Dia do Caminhoneiro. É uma data regional.

25 de julho: Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas

Nesse dia se comemora o dia de São Cristóvão, que é o padroeiro oficial dos motoristas. Esse é o dia mais lembrado e também o mais antigo, sendo celebrado desde o século XV. Conta a história que São Cristóvão era um homem forte, que desejava servir o homem mais poderoso do mundo. Quando descobriu que este era Jesus, se converteu e passou a morar próximo a um rio, ajudando pessoas a atravessá-lo. Um certo dia, carregou um menino que ia ficando mais pesado à medida que se avançava. São Cristóvão reclamou que a sensação era a de carregar o mundo em seus ombros, quando o menino respondeu: “não está carregando o mundo, está carregando o seu criador. Eu sou Jesus, aquele a quem você serve”.

16 de setembro: Dia Nacional do Caminhoneiro

Essa data foi instituída em 2009 e ficou definida como o Dia Nacional do Caminhoneiro.

Apesar de 16 de setembro ser a data oficial, é em 25 de junho que mais se comemora. Existe até uma igreja no Rio Grande do Sul, às margens da BR-116, na altura do km  — a Igreja de São Cristóvão — que possui o formato de um caminhão e é frequentemente visitada por esses profissionais.

Por que é importante celebrar o dia do caminhoneiro

Independentemente das datas oficiais, todos os dias deve-se comemorar a existência desses profissionais, que passam horas no volante, perdem datas especiais e andam solitários pelas estradas.

O mais importante de tudo é que muitos desses trabalhadores, apesar das situações negativas que passam, amam o que fazem e não conseguem se ver em outra profissão. É por isso e pela contribuição que fazem em seu trabalho, que eles merecem todo o reconhecimento e valorização.

Também é importante aproveitar essas ocasiões para lembrar de como algumas coisas ainda precisam ser melhoradas para a classe, a exemplo das últimas mudanças na lei que determinam um horário mínimo para descanso.

Mensagem em homenagem ao dia dos caminhoneiros

No Dia do Caminhoneiro, nós da Sofit queremos homenagear essa classe de trabalhadores que é tão importante para o Brasil. Sim, para o Brasil!

Talvez você, sentado aí em sua boleia, não tenha ideia da importância que tem para o país. O que você leva em seu caminhão é muito mais do que uma simples carga. Os caminhoneiros são grandes responsáveis por movimentar a economia do país, levando e trazendo produtos que vão mudar a vida de muitas pessoas.

Além da carga de produtos, os caminhoneiros levam sempre com eles uma carga ainda mais valiosa. No coração, levam suas experiências, suas histórias, os amigos que fazem por onde passam, as lembranças dos momentos marcantes e a saudade da família que os espera sempre de braços abertos.

Com o rádio ligado embalando suas viagens, suas mãos firmes ao volante, eles guiam o caminhão pelas estradas da vida, enfrentando todas as dificuldades do caminho. E assim, superando os obstáculos, vocês, caminhoneiros, carregam o Brasil.

Não somente hoje, mas todos os dias, os caminhoneiros devem ser sempre reconhecidos pelo trabalho que realizam. Eles são exemplos de amizade e companheirismo, sempre ajudando seus amigos-irmãos de estrada. Viajantes solitários, grudados no asfalto, mas com o pensamento alto, eles têm garra e força de vontade para chegar ao destino e a saudade que os movem para voltar para a casa.

Que vocês continuem contribuindo para a evolução do país, abraçando essa longa estrada da vida, com seus caminhos iluminados por Nossa Senhora.

Feliz dia do caminhoneiro!

Um forte abraço da Família Sofit

O CT-e, ou Conhecimento de Transporte Eletrônico, é um documento que existe apenas no formato digital e que faz parte da rotina de empresas que prestam serviços de transportes e fretes.

Nos últimos meses, com a notícia de que o emissor gratuito de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do próprio CT-e, disponibilizado pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ), seria descontinuado a partir de 1º de janeiro de 2017, muitas dúvidas têm surgido sobre as verdadeiras funções do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico.

O que é CT-e?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico é um documento digital cujo objetivo é documentar e monitorar, do ponto de vista fiscal, as prestações de serviços de transportes de cargas realizados por qualquer modal, seja aéreo, rodoviário, ferroviário, aquaviário ou dutoviário.

O CT-e, por ser emitido e armazenado eletronicamente, substitui sua versão impressa, e, além disso, sua validade jurídica é garantida pela assinatura eletrônica do emitente, assegurando, dessa forma, a autoria, autenticidade e integridade do documento, bem como a recepção e autorização pelo Fisco.

Quais documentos fiscais o CT-e substitui?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico vem sendo utilizado desde 2007, quando o Governo Federal iniciou o processo de informatização de uma série de documentos fiscais e sua transmissão pela internet.

Antes da implementação do CT-e, o formato do documento fiscal para serviços de transportes de cargas era em papel, o chamado CTRC (Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas), conhecido também como CTO.

E, diferentemente do CT-e, o qual reúne em apenas um único documento todos os modais, o tradicional CTRC exigia que para cada modalidade de transporte realizada no país fosse gerado um documento equivalente.

Assim, além de substituir a versão antiga, o CT-e também passou a substituir outros 6 documentos:

  • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas;
  • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas;
  • Conhecimento de Transporte Aéreo;
  • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte – quando utilizada em transporte de cargas.

Importante: Os documentos que não foram substituídos devem continuar sendo emitidos de acordo com a legislação em vigor.

Qual é a obrigatoriedade da emissão de CT-e?

No início, o projeto de implementação do CT-e foi facultativo para empresas que quisessem aderir ao seu formato digital, em substituição aos tradicionais modelos fiscais de papel.

Porém, desde 2012, com o Ajuste SINIEF 08/12, um calendário de obrigatoriedade vem sendo seguido pelos contribuintes do ICMS quanto à aderência ao CT-e.

As datas de implementação ficaram estabelecidas conforme a modalidade de transporte:

  • 1/12/ 2012 – Rodoviário, dutoviário, aéreo, ferroviário;
  • 1/03/ 2013 – Aquaviário;
  • 1/08/2013 – Rodoviário: cadastrados com regime de apuração normal;
  • 1/12/2013 – Rodoviário: optantes pelo regime do Simples Nacional e para os cadastrados como operadores no Sistema Multimodal de Cargas.

Quais são os benefícios do CT-e?

Entre os principais, temos:

1. Redução de custos de impressão de documento

Como o CT-e é um documento fiscal em formato eletrônico, todo o processo de logística é facilitado com a possibilidade de imprimir o chamado DACTE, Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico. Além disso, é possível realizar a consulta do CT-e pela internet.

2. Menor custo de armazenamento

Por ser um arquivo digital, a papelada que antes era gerada deixa de existir. A redução de custo está atrelada à liberação de espaço físico para o arquivamento dos documentos, como também a toda a logística necessária no caso de perda, extravio ou recuperação de algum arquivo.

3. Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira

Os processos de fiscalização nos postos fiscais de mercadorias em trânsito passam a ser simplificados, possibilitando maior agilidade na liberação das mercadorias transportadas e redução de parada dos caminhões, gerando, assim, maior produtividade.

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Quem atua em gestão de frotas sabe que é preciso ter muita atenção com o processo de documentação, para evitar qualquer tipo de problema dentro e fora da empresa. Pensando em simplificar a burocracia que existe no transporte de cargas e mercadorias, foi instituído o MDF-e, Manifesto de Documento Fiscal eletrônico.

O que é o MDF-e

O MDF-e é um padrão de documentação digital único, que substitui o sistema impresso que vinha sendo utilizado anteriormente, como o manifesto de carga modelo 25 e a CL-e, capa de lote eletrônica.

Para quem é destinado? Ele deve ser emitido obrigatoriamente em todo o país por empresas que prestam serviços de transporte com mais de um CT-e, conhecimento de transporte, ou por companhias que operem com transporte feito em veículos próprios, arrendados e por meio de contratação de transportador autônomo de cargas, portando mais de uma nota fiscal.

Objetivos, finalidades e vantagens do MDF-e

A finalidade do MDF-e é agilizar o cadastro em lote de documentos fiscais em trânsito e identificar a unidade de carga usada, além de outras características do transporte. A validade jurídica do documento é garantida pela assinatura digital.

Entre as vantagens do novo modelo estão:

Diminuição do tempo de fiscalização nas vias

O documento digital permite que o tempo utilizado por órgãos fiscalizadores seja reduzido, já que o profissional responsável poderá ler todos os documentos em um único local. A ação pode, portanto, ajudar a diminuir o prazo de entrega de mercadorias e minimizar os atrasos. Além disso, o Fisco tem a oportunidade de acompanhar as operações comerciais em tempo real.

Simplificação das obrigações

Com a unificação dos processos, o MDF-e facilita a vida de quem precisa gerenciar o transporte de cargas e correr atrás dos documentos obrigatórios para estar dentro da lei.

Como funciona a emissão do MDF-e

Ao instituir o sistema eletrônico, o Conselho Nacional de Política Fazendária determinou que a Secretaria da Fazenda, a SEFAZ, de cada estado faça a sua própria regulamentação do uso do MDF-e, definindo uma data para a obrigatoriedade do modelo. Portanto, é fundamental que o gestor de frotas verifique as determinações da SEFAZ no estado em que a sua empresa atua.

Para fazer a emissão do documento eletrônico é necessário:

  • Realizar o registro no Cadastro Nacional de Emissores, o CNE;
  • Pedir o credenciamento em todos os estados em que serão preciso emitir a MDF-e;
  • Emitir a nota na Secretaria da Fazenda do Estado.

Como você pôde ver, o MDF-e é um documento que busca simplificar a rotina de todos que atuam na área de transportes. Para facilitar ainda mais o controle da documentação, pode ser interessante contar com um software que ajude a programar as ações do dia-a-dia e controle as pendências relacionadas a documentos. Assim, você minimiza as chances de qualquer tipo de problema.

E então, leitor, gostou de conhecer tudo sobre o MDF-e? Ficou alguma dúvida? Compartilhe conosco o que você achou do artigo nos comentários!

Os desafios de redução de custos no setor de transporte e logística no Brasil vão muito além da baixa produtividade decorrente da tradicional opção do Estado por um modelo unimodal. Nos últimos anos, o processo de interiorização da atividade econômica ampliou o custo com manutenção de frotas e o aumento do assalto a cargas atingiu marcas históricas (só em 2014, o roubo de cargas cresceu 16%).

Para piorar, a recente crise dissipou os investimentos nacionais em infraestrutura, deixando a malha rodoviária brasileira na mais completa penúria. Um recente levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) constatou que o Brasil tem uma malha rodoviária de 1.584.402 quilômetros, sendo apenas 220.378 deles pavimentados.

Diante da necessidade de racionalizar custos e alcançar uma gestão de transporte de cargas sustentável, mesmo diante de todos esses percalços, listamos neste post alguns pontos críticos do setor, bem como boas práticas que podem ser empregadas para tornar a gestão e a operação mais eficientes!

Desafios do setor de transporte de cargas e logística

Limitação dos modais disponíveis

As intensas restrições de capacidade de outros modais de transporte sufocam ainda mais a gestão de frotas, que acaba se atendo a um único tipo de deslocamento de cargas: o rodoviário.

Além do longo tempo de deslocamento, que no caso de mercadorias perecíveis impõe uma série de adaptações (para impedir deterioração precoce dos alimentos), as más condições das rodovias aumentam o valor do frete e mÍnguam por completo a competitividade das empresas. Segundo pesquisas, o acréscimo médio do custo operacional decorrente da má conservação das estradas brasileiras é de 25%.

Restrições de circulação de carga nos grandes centros urbanos

Atualmente, as empresas transportadoras precisam se preocupar com o planejamento de suas coletas e entregas. Por isso, é importante conhecer o local onde seu cliente está e quais são as particularidades, para que não ocorram imprevistos desnecessários, como restrições de circulação de horários e de alguns tipos de veículos, comprometendo os prazos acordados.

De acordo com a Harvard Business Review, já existem estudos que mostram uma faixa de 20% de aumento de custos na cadeia de distribuição urbana, em função de restrições de horários ou dias de circulação.

Uma alternativa que muitas transportadoras estão implantando em suas operações de distribuição é carregar as cargas em veículos maiores nas empresas e levá-las até o armazém da transportadora. Assim, essas cargas são divididas em veículos menores, conhecidos como VUC (Veículo Urbano de Carga), e entregues aos clientes.Cuidados no transporte de cargas de caminhão

Alto volume de assaltos

Um dos grandes desafios do transporte rodoviário é o aumento do roubo de carga. Isso acontece porque há muitos produtos visados, como alimentos, cigarros, eletroeletrônicos, produtos farmacêuticos, produtos químicos, têxteis, autopeças, combustíveis e bebidas.

Desse modo, muitas transportadoras estão evitando em transportar e armazenar esse tipo de produto, porque estão com medo das ações dessas quadrilhas especializadas que roubam caminhões, mercadorias e fazem motoristas de reféns.

Só em 2014, os prejuízos com roubos de carga ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão. O alto grau de sinistralidade das frotas aumenta também os custos com seguradoras, gerenciadoras de risco, investimentos em tecnologias de monitoramento e até blindagem, em alguns casos. Evidentemente, todas essas questões impactam o valor final do frete e os custos financeiros das empresas.

Má conservação das rodovias nacionais

Esse ainda é o grande problema do Brasil. Justamente no transporte rodoviário, o principal meio de transporte de cargas, as condições das rodovias deveriam ser diferentes.

Com apenas 12% de suas rodovias pavimentadas, a deterioração da malha brasileira acelera o desgaste dos pneus, do alinhamento, do balanceamento e do desempenho do amortecedor, etc. A maior preocupação, no entanto, é o risco aos motoristas: em 2014, 90% das colisões frontais nas BRs foram em trechos de pista simples.

Quer melhorar mais ainda a segurança dos seus veículos?

Se os investimentos governamentais são esporádicos, os empresários precisam tomar alguns cuidados para elevar a segurança da mercadoria e dos motoristas, além de reduzir os custos de manutenção:

Tempo de vida dos pneus

Os pneus são o segundo maior custo de uma frota hoje no Brasil. Sendo assim, diversos fatores influenciam na vida útil dos pneus, como excesso de peso, condições das estradas e cuidados na condução do veículo, entre outros.

A 105 km/h, o desgaste dos pneus é 50% maior do que a 80 km/h, e a 120 km/h é 2 vezes mais rápido do que a 70 km/h.  Parece óbvio, mas nem todas as empresas têm mecanismos de controle de velocidade à distância, como sistemas de rastreamento.

Os dados capturados por essas soluções tecnológicas devem servir de base para analisar o que pode estar ocorrendo e, com isso, formular avaliações de desempenho e gratificações para os motoristas que cumprem as normas e possuem cuidados com os veículos.

Como resolver estes desafios da gestão do transporte de cargas?

Check list dos seus veículos

Muitos problemas de parada para manutenção no trajeto podem ser evitados se eles forem identificados antes do veículo sair da sua empresa. Nesse sentindo, é importante implantar e treinar seus motoristas a fazerem um check list completo do veículo antes de cada viagem. Caso o veículo esteja apresentando algum problema, o responsável deverá ser comunicado. Com isso, você garante a segurança do seu motorista, da transportadora e do seu cliente.

Contratos de manutenção de frotas voltados à manutenção preventiva

Quase todas as fábricas oferecem contratos de manutenção com uma série de vantagens, como maior valor de revenda, pois as peças são originais. A maior previsibilidade de despesas com manutenção também é fundamental ao gestor financeiro.

Por fim, o veículo tem sua mobilidade ampliada, já que todas as paradas são programadas, evitando problemas desnecessários com atraso na entrega de um produto devido a alguma peça do caminhão danificada durante uma viagem.

Capital humano da sua empresa

Um dos principais fatores de sucesso nos negócios são as pessoas que trabalham com você. É importante que o colaborador entenda a importância do trabalho dele, os objetivos e os resultados que devem ser alcançados.

Invista frequentemente em treinamentos e capacitações necessárias para o melhor desenvolvimento do trabalho.  Para uma melhor apresentação da sua empresa ao cliente, é importante que os funcionários estejam sempre uniformizados e com os equipamentos de segurança necessários para realizar o trabalho.

E não se esqueça de sempre reconhecer os colaboradores que realizaram um bom trabalho e atingiram os resultados propostos.

Software para controle e gestão de frota

Fundamental no gerenciamento de frotas, um sistema de gestão do transporte de cargas oferece estimativas precisas de abastecimento, alertas sobre possíveis desvios, controle de todos os documentos relacionados ao veículo e ao motorista e ranking de desempenho por condutor.

Esses sistemas possuem um módulo exclusivo para o controle de combustível – que hoje é considerado o maior custo de uma frota. Com um sistema de gestão, você conseguirá realizar um maior controle (comparando o consumo com outros veículos) e identificará as rotas mais econômicas, entre outros.

O módulo de controle de pneus identifica e alerta o melhor momento para troca, além de monitorar a localização do pneu por veículo, evitando desvios. Há ainda um painel que gerencia a manutenção de todos os veículos da frota, reduzindo os custos de manutenção em até 17%.

Com um sistema de gestão, você terá todas as informações necessárias em mãos para analisar a sua frota, tomar decisões estratégicas, implantar melhorias, avaliar o desempenho dos seus motoristas e, ainda, reduzir custos.

Está procurando um sistema para gestão da sua transportadora? Conheça a solução da Sofit :)

Cuidados no transporte de cargas de caminhão

 

Existem alguns pontos acerca da gestão de transportadoras pequenas que são mais complicados do que em grandes empresas. Isso acontece, principalmente, porque nesses casos a empresa conta com poucos recursos e o gestor desempenha vários papéis dentro do negócio.

Entretanto, isso pode ser minimizado com algumas decisões simples. Confira, a seguir, algumas dicas sobre o que pode ser feito parar aprimorar a gestão de frotas em transportadoras pequenas!
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