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O transporte de grãos é uma das atividades mais difundidas no modal rodoviário brasileiro, sendo arroz, milho e soja responsáveis por 92% da produção nacional, segundo o levantamento de produção agrícola do IBGE.

Somente em 2022, o país deve colher 261,5 milhões de toneladas de cereais que devem ser transportados para abastecer o mercado interno e também o externo.

Dessa forma, lidar com o transporte de grãos é uma das atribuições mais importantes para quem lida com gestão de frota agrícola

Por isso, neste artigo, vamos esclarecer como é feito e mostrar os desafios que as frotas devem enfrentar para a execução desta atividade. Continue lendo!

Como é feito o transporte de grãos no Brasil?

O transporte de grãos foi o responsável por uma transformação profunda na agricultura brasileira. Segundo a Embrapa, este mercado foi de 38 para 236 toneladas, tudo isso em pouco mais de 40 anos.

Este crescimento obrigou os produtores a investir gradualmente em logística, além de novos maquinários e técnicas para acompanhar a demanda. 

Com um processo complexo, que engloba o preparo do solo, planejamento, plantio, manutenção, colheita, armazenamento e transporte, automatizar as etapas e ter dados sempre disponíveis é imperativo atualmente.

O transporte de grãos no Brasil é regulamentado pelo Contran, que prevê carrocerias com guardas laterais fechadas, além de materiais como malhas metálicas para evitar o desperdício durante o trajeto.

Quais são os principais desafios para o transporte de grãos no país?

A concentração das principais lavouras no interior e longe dos centros de distribuição e capitais é um desafio para os produtores. 

Isso porque a condição das estradas brasileiras não é das melhores, o que pode ocasionar a perda de grãos e, consequentemente, prejuízos financeiros para a produção.

A seguir, confira os principais desafios do transporte de grãos no Brasil:

1. Estradas mal conservadas

Este é um desafio compartilhado entre todas as empresas de transporte que precisam transportar cargas pelas rodovias brasileiras. 

A conservação das estradas pode causar problemas ao seu processo, danificando caminhões e carretas, ocasionando a perda de grãos e também causando acidentes.

2. Gases poluentes emitidos

Apesar de lucrativo, o transporte de grãos é um dos principais responsáveis pela emissão de gases poluentes na atmosfera. Isso pode ser prejudicial para a imagem da sua empresa. 

Dessa forma, ações como a aquisição de veículos mais “limpos” e a adequação ao Proconve devem ser avaliadas, de modo a minimizar os dados causados pelos gases tóxicos. 

3. Perda de grãos

Mesmo com a evolução das técnicas de transporte, a perda de grãos segue expressiva no Brasil. 

Somente em 2020, ficaram pelas estradas 1,58 milhões de toneladas de soja e 1,34 milhões de toneladas de milho, segundo o grupo de pesquisa da Esalq Log.

Por isso, a gestão logística precisa saber com clareza qual lote deve sair para distribuição, o dia da saída, qual veículo fará a viagem, entre outras informações importantes. 

Essas informações permitem que a equipe de preparação de carga tenha tempo suficiente para embalar e carregar adequadamente os grãos.

4. Excesso de peso no caminhão

É necessário respeitar o limite de carga indicado pelos fabricantes de caminhões e carretas de modo a evitar acidentes e também o escoamento da carga. 

Caso a sua operação precise improvisar e realizar o transporte de grãos em caminhões inadequados, talvez seja a hora de investir em novos veículos para a sua frota ou segmentar o seu serviço.

Como realizar o transporte de grãos: boas práticas

Algumas medidas são necessárias para aumentar a eficiência e evitar desperdícios no transporte de grãos. 

Muitas perdas ocorrem na fase pós-colheita, principalmente devido à má manutenção das estradas e à falta de equipamentos adequados.

Apesar disso, existem algumas boas práticas para o transporte de grãos que você pode adotar para otimizar o transporte e evitar desperdícios. Confira abaixo as principais:

1. Utilize caminhões ideais para essa carga

O transporte de grãos envolve cuidados como a escolha do tipo de carreta adequada para transportar a carga. 

Portanto, as dimensões, características e capacidade de carga do veículo são fatores muito importantes para garantir um trajeto seguro e sem prejuízos.

Por isso, a carroceria do caminhão deve ser bem estruturada e vedada para evitar a perda de grãos. 

Além disso, também vale reservar espaço para acomodar adequadamente caixas, sacos e fardos, com a finalidade de manter a carga protegida e organizada durante o transporte. 

2. Cuide da capacitação dos condutores

Motoristas capacitados podem contribuir para evitar a perda de grãos, otimizando assim o transporte. 

Por isso, além de contar com condutores experientes, é necessário investir em capacitações recorrentes. 

Dessa forma, os seus colaboradores estarão sempre atualizados e cientes das estratégias da sua empresa.

3. Reforce a segurança dos veículos

A segurança dos veículos que realizam o transporte de grãos é outro cuidado básico, porém necessário para um bom transporte de grãos. 

Então, verifique se a carroceria está bem fechada e vedada, para não haver alterações na qualidade dos produtos. 

Além disso, também é importante inspecionar se o revestimento, estrutura e o piso da caçamba são adequados ao peso e tipo da mercadoria transportada.

4. Cuide do bom armazenamento dos grãos

O planejamento do transporte também deve considerar fatores como a categoria dos produtos, suas características e sua sazonalidade. 

Assim, para que a logística seja eficiente do início ao fim, é fundamental que o fluxo de dados e informações sejam constantes e muito bem controlados. 

Logo, para garantir condições ideais, uma atenção especial deve ser dada a fatores como temperatura ambiente, umidade do ar e embalagem utilizada durante o transporte e armazenamento.

5. Realize limpezas regulares no caminhão

Não adianta cuidar da limpeza dos grãos e acomodá-los em carretas sem a higienização adequada. 

Isso pode provocar a contaminação dos grãos por fungos, por exemplo. Para evitar essa situação, opte por carretas com superfícies não aderentes para facilitar a limpeza. 

Além disso, também é importante realizar a vedação do assoalho para facilitar o descarregamento total e evitar que vestígios de outras cargas fiquem presos.

6. Invista em tecnologia para gestão de frotas

Para otimizar a logística, os gestores de frota agrícola devem utilizar tecnologias como sistemas de gerenciamento de frotas, que auxiliam no monitoramento de todas as etapas da cadeia produtiva. 

Além disso, dispositivos como sensores de produção e o sistema automatizado de abastecimento de frota permitem maior economia de recursos e controle de custos operacionais.

Com essas tecnologias, é possível gerenciar todos os pedidos, controlar estoques, monitorar rotas de transporte, selecionar os equipamentos mais adequados e utilizar métricas precisas para o transporte de grãos.

Com a Sofit você pode criar relatórios específicos para o controle de cargas. Fale com um especialista e agende uma demonstração especializada!

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes e também para otimizar gastos.

Se engana quem pensa que o ecológico é mais caro. Pelo contrário, a economia, seja em termos de dinheiro, seja em ganhos para o planeta, é muito maior.

Neste artigo vamos te apresentar informações sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

O que é o ARLA 32?

Se você nunca ouviu falar, ARLA é um produto químico cuja abreviação vem de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

É importante esclarecer que o produto não é um tampouco um combustível: trata-se de um líquido que é injetado no catalisador do veículo e causa uma reação química.

Até pouco tempo, apenas ônibus e caminhões utilizavam o produto, mas recentemente a Jeep lançou o modelo SUV Compass com uma versão 2.0 turbo diesel com injeção de ARLA 32. Em locais como o oeste do continente europeu, o produto já é velho conhecido dos motoristas.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

E não se esqueça de ficar atento aos golpes: em condições normais de armazenamento, o ARLA 32 não possui cor nem cheiro. 

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Com certeza o principal motivo para o uso do produto é a redução da emissão de agentes nocivos ao meio ambiente. Há anos o uso do componente é obrigatório no Brasil. Em outros lugares isso já é realidade até mesmo antes.

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, são nocivas à saúde e responsável por diversos males de respiração.

E não menos importante, o produto ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento no produto que custa por volta de R$100,00 um recipiente com 20 litros.

Um ponto relevante é a necessidade de apenas adquirir o produto de revendedores autorizados, que possuam selo do INMETRO e sigam a norma estabelecida pelo ISO 22241 para veículos com motores a diesel.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos de fábrica com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A exigência foi estabelecida pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), que instituiu limites no controle de emissões de veículos. A partir disso, a indústria automobilística e o setor de combustíveis passaram por grandes adequações.

Também vale ressaltar que o produto não pode ser adicionado diretamente no tanque de combustível. Existe um recipiente, geralmente ao lado da entrada do tanque, onde deve-se adicionar o produto. O resto é feito internamente no veículo.

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. 

Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

Um ponto de atenção aos condutores é que a não utilização do produto configura infração de trânsito grave, prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT), com previsão de retenção do veículo, além de multa de R$ 195,23. 

O ARLA 32 oferece riscos?

De forma alguma. O componente não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Ele também não provoca nenhum tipo de desgaste ao veículo se utilizado de forma correta. Ou seja, o único ponto negativo é apenas o custo do produto, mas que em termos de custo benefício é muito vantajoso.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. Soluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Vez ou outra, alguma grande apreensão de produtos falsos é feita pela polícia, por isso é importante observar parâmetros como:

  • Preço compatível ao mercado;
  • Produto sem cheiro ou cor;
  • Embalagens com selo do INMETRO e identificadas.

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota por valores mais baixos. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas. 

Por isso, principalmente no caso de grandes frotas, é importante ter um controle prático da disposição do produto nos veículos. Uma indicação é uma planilha simples com data de aplicação, data de revisão e previsão de troca. É mais uma maneira de garantir que tudo vai correr nos conformes e sem preocupações posteriores.  

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos. 

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e o frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrólise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC, ou seja, no clima médio da maioria dos locais do país. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e até nós mesmos ao redor do mundo. 

Apesar de não ser o combustível mais ecológico disponível, o mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR ajuda bastante no controle de danos causados pelo diesel. 

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna, devemos manter o uso de produtos como o ARLA 32, que reduzem emissões e problemas acarretados. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos seus veículos!

O manifesto de carga eletrônico (MDFe) é um documento obrigatório para quem lida com transporte de cargas e mercadorias.

Este documento visa facilitar o processo de emissão e identificação dos registros e contém todos os dados básicos referentes à carga do veículo transportador.

Dessa forma, se você atua na gestão de frotas sabe que é preciso ter muita atenção com o processo de documentação, de modo a evitar problemas fiscais, além de custos não previstos.

Por isso, preparamos um conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre o manifesto de carga eletrônico. Boa leitura!

O que é o Manifesto de Carga (MDF-e)?

O MDF-e ou manifesto de carga, como é popularmente conhecido, é um padrão de documentação digital único, que reúne informações de outros dois documentos: o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e a Nota Fiscal Eletrônica (NFe).

O manifesto de transporte é emitido online e substitui o sistema impresso que vinha sendo utilizado anteriormente, como o manifesto de carga modelo 25 e a CL-e, capa de lote eletrônica.

Este documento é obrigatório tanto para cargas fracionadas como para lotação para transporte intermunicipal em todo o território brasileiro, conforme publicação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). 

Precisam emitir o MDF-e:

  • Empresas que prestam serviço de transporte com mais de um CT-e
  • Companhias que atuam com veículos próprios, alugados ou através de transportador autônomo e portam mais de uma nota fiscal

Além do transporte de cargas, a emissão do MDFe também é prevista em outros casos:

  • Substituição do veículo, motorista ou contêiner; 
  • Redespacho, subcontratação ou Transbordo;
  • Inclusão de nova mercadoria ou de nova nota fiscal.

Quais informações contém no MDF-e?

O Manifesto de Carga contém informações sobre os CTEs, veículos, percurso e condutor. 

Assim, para emitir o MDF-e sem erros, é necessário reunir algumas informações cruciais, tais como:

  • Número de série; 
  • Data e hora da emissão; 
  • Dados do Contratante; 
  • CT-es referenciados; 
  • Local do descarregamento; 
  • Locais de carregamento; 
  • Percurso; 
  • Informações da carga; 
  • Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT); 
  • Dados sobre veículos e motoristas;
  • Informações sobre seguros e averbação da carga.

Objetivos, finalidades e vantagens do Manifesto de Carga

A principal finalidade do MDF-e é agilizar a operação logística e evitar que os transportadores possam burlar a fiscalização realizada pela Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Este documento serve ainda para que os órgãos de controle governamentais ou a alfândega possam conferir os dados das cargas.

A validade jurídica do documento é garantida pela assinatura digital. Entre as vantagens do novo modelo estão:

Diminuição do tempo de fiscalização nas vias

O documento digital permite que o tempo utilizado por órgãos fiscalizadores seja reduzido, já que o profissional responsável poderá ler todos os documentos em um único local. A ação pode, portanto, ajudar a diminuir o prazo de entrega de mercadorias e minimizar os atrasos. Além disso, o Fisco tem a oportunidade de acompanhar as operações comerciais em tempo real.

Simplificação das obrigações

Com a unificação dos processos, o MDF-e facilita a vida de quem precisa gerenciar o transporte de cargas e correr atrás dos documentos obrigatórios para estar dentro da lei.

Se a minha empresa não emitir o MDF-e, o que acontece?

Primeiramente, apesar de ser um documento digital é necessário imprimir o Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (DAMDFe).

O DAMDFe deve acompanhar a carga transportada e ser entregue para conferência quando solicitado pelos órgãos fiscalizadores.

Caso a sua empresa deixe de emitir o MDF-e, você estará sujeito a uma multa que varia de acordo com a legislação de cada estado.

Além disso, o veículo pode ser retido e as penalidades ocorrerão tanto para a transportadora como para o cliente da empresa.

Vale lembrar também que mesmo tendo emitido o MDFe, caso o documento impresso não acompanhe a carga, as penalidades poderão ser aplicadas da mesma forma.

Como emitir o MDF-e?

Ao instituir o sistema eletrônico, o Conselho Nacional de Política Fazendária determinou que a Secretaria da Fazenda, a SEFAZ, de cada estado faça a sua própria regulamentação do uso do MDF-e, definindo uma data para a obrigatoriedade do modelo. 

Portanto, é fundamental que o gestor de frotas verifique as determinações da SEFAZ no estado em que a sua empresa atua.

Empresas de transporte devem contar com um sistema emissor para o Manifesto de Carga, dado que a emissão através do site oficial do órgão regulador pode ser complicada.

Para fazer a emissão do manifesto de carga é necessário seguir o passo a passo:

  • Realizar o registro no Cadastro Nacional de Emissores, o CNE;
  • Pedir o credenciamento em todos os estados em que serão preciso emitir a MDF-e;
  • Emitir a nota na Secretaria da Fazenda do Estado.
  • Adquirir um certificado digital; 
  • Adquirir um sistema emissor de CT-e e MDF-e; 
  • Adquirir um seguro RNTRC; 
  • Gerar o CT-e; 
  • Preencher os dados do MDF-e; 
  • Imprimir o DAMDF-e.

 

Como emitir o DAMDFe?

A sua empresa pode imprimir o DAMDFe logo após a emissão do Manifesto de Carga (MDFe) no sistema emissor.

Em caso de perda ou extravio, é possível emitir uma segunda via do documento impresso no mesmo sistema.

Os orgãos fiscalizadores solicitam o DAMDFe para consultar os dados completos sobre o Manifesto de Carga. Por isso, não deixe de imprimir este documento logo após a Sefaz autorizar a emissão do MDFe no seu sistema emissor.

A Sofit te ajuda com o controle de documentos!

Como você pôde ver, o MDF-e é um documento que busca simplificar a rotina de todos que atuam na área de transportes. 

Para facilitar ainda mais o controle da documentação, a Sofit disponibiliza um módulo para controle de documentos dos seus veículos.

Isso facilita a gestão da papelada, evitando multas através do envio de alertas no caso de vencimentos.

Empresas que contam com tecnologia para gerir a documentação conseguem programar melhor as ações de rotina e controlar as pendências relacionadas à documentação.

Fale com um dos nossos consultores, assim, você minimiza as chances de qualquer tipo de problema!

Então, leitor, gostou de conhecer tudo sobre o Manifesto de Carga (MDF-e)? Ficou alguma dúvida? Compartilhe conosco o que você achou do artigo nos comentários!

Mercedez-bens, Iveco e Volkswagen encabeçam a lista de marcas de caminhões mais vendidas no início deste ano, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos).

Com um recuo de 14,9% nas vendas, inferior ao projetado pelos especialistas em 2020, a previsão é de que o mercado automotivo volte a crescer.

Neste sentido, 2021 traz diversos desafios para os gestores, entre eles a renovação da frota, que ganha um fôlego a mais com o início da vacinação e seu impacto positivo na economia.

Porém, antes de investir em novos veículos, é importante entender quais são os modelos que mais rodam por todo o país. Por isso, a Sofit traz para você um resumo sobre as marcas de caminhões mais populares no Brasil. Confira!

Leia mais

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Com um recuo de 14,9% nas vendas, inferior ao projetado pelos especialistas em 2020, a previsão é de que o mercado automotivo volte a crescer.

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Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é, enfim, uma atividade repleta de riscos. 

É por isso que agir de forma proativa é fundamental, mais ainda no Brasil, onde problemas com o estado e a segurança das rodovias são comuns.

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

Como funciona o gerenciamento de riscos no transporte? 

O gerenciamento de riscos de transporte pode não ser o mesmo para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda empresa de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo para gerenciamento de riscos; 
  • Definir uma liderança para o gerenciamento de riscos além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar o gerenciamento de riscos para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com a sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores e frequentes e colaboram para um acidente maior.

Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em um outro post.

Conheça os Principais Riscos envolvendo o transporte de cargas

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

Segurança da Carga

Roubo de Carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

Negligência e Imprudência

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados à comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos na prática?

Você deve estar se perguntando, “ok, mas como eu posso mapear e corrigir esses erros na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação. Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma  estratégia de gestão de riscos:

Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente. Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. Como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos.

Gostou das nossas dias? Fale nos comentários se sua empresa já tem a prática de gerenciar os riscos da frota e como e ela!

Abraço.

seguro de carga

O Seguro de Carga tem o objetivo de proteger as empresas que transportam ou embarcam cargas e que, por isso, estão sujeitas a diversos riscos. Já que a movimentação de bens e mercadorias é uma atividade bastante complexa.

O serviço assegura a indenização por perdas ou danos ao carregamento, resguardando o negócio de eventuais prejuízos. Ademais, a contratação do seguro de carga obedece a legislação, visto que ele é obrigatório para qualquer transporte rodoviário de mercadorias em território nacional e para o embarcador em viagens de qualquer tipo dentro do país.

Continue a leitura deste post e descubra o que precisa saber para contratá-lo!

 

O que é seguro de carga?

O seguro de carga garante à empresa contratante o pagamento de indenização por prejuízos ao carregamento durante viagens ferroviárias, terrestres, aéreas ou marítimas, sejam elas nacionais ou internacionais, para importação ou exportação.

As empresas de transporte de carga estão expostas a extravios, avarias, roubos e furtos de mercadoria ou mesmo acidentes. Logo, com a apólice, além de proteger os negócios, o gestor reduz as chances de potenciais perdas e ameaças à sua organização.

 

Quais as modalidades do seguro de carga?

A apólice pode ser contratada tanto por embarcadores quanto por transportadores. Além de tipos específicos para cada categoria, o seguro de carga também varia de acordo com o seu modo de contratação.

Cargas Avulsas ou Embarque Único

A contratação do seguro para Cargas Avulsas é feita pelo embarcador. Essa apólice é indicada para transporte com veículos próprios, agregados ou autônomos. Assim, garante indenização por eventuais prejuízos durante uma única viagem terrestre, aérea ou marítima, tanto nacional quanto internacional.

Apólices Abertas, Apólice Mensal ou Embarque Múltiplo

Já o seguro de carga de Apólice Aberta ou Embarque Múltiplo é recomendado para empresas que realizam transportes regularmente. Nesse caso, as mercadorias necessitam de averbações tratando sobre os detalhes da viagem.

No caso da Apólice Anual, é possível fracionar o prêmio, tornando a apólice ajustável, de acordo com os embarques realizados. Trata-se de um modelo altamente recomendado, pois possibilita que o prêmio seja fixo ou ajustável.

 

Veja 10 dicas para economizar com o seguro de carga

seguro de carga

Quais as principais coberturas do seguro de carga?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é possível contratar coberturas básicas e adicionais para o transporte de carga.

Cobertura do transportador

Os formatos de cobertura para o seguro de carga contratado pelo transportador variam conforme a combinação de ocorrências e podem incluir:

  • acidente: colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador;
  • roubo: ocorrido durante o trânsito ou desaparecimento total da carga com o veículo durante o transporte;
  • avaria: quebra, derrame, vazamento, arranhadura, amolgamento, amassamento, queda e outros eventos não oriundos de acidentes rodoviários;
  • limpeza de pista: na via e/ou acostamento, contenção e remoção de mercadorias e resíduos, utilização de produtos para anulação de efeitos causados pela mercadoria, higienização e desinfecção do compartimento de carga, tratamento e destinação dos resíduos.

Outros itens importantes podem ser adicionados ao contrato, como a apólice de responsabilidade civil ambiental e o seguro de vida para os motoristas.

Cobertura do embarcador

Há três tipos de coberturas comuns para o seguro de carga do embarcador.

Cobertura Básica Ampla (A)

A cobertura que visa proteger a carga contra qualquer dano ocasionado por fatores externos — todos aqueles presentes nas categorias B e C. Esse seguro cobre também:

  • avarias e despesas de recuperação da carga;
  • despesas que o segurado tiver com o transporte da carga para o local correto de entrega, quando houver erro no percurso;
  • reembolso de gastos com descarga e armazenamento necessários.

Cobertura Básica Restrita (B)

Aqui temos a cobertura que protege a carga contra:

  • todas as circunstâncias citadas na Cobertura Básica (C);
  • entrada de água no veículo, embarcação, local de armazenamento e container;
  • terremoto e erupção vulcânica;
  • inundação e transbordamentos durante viagem terrestre;
  • quedas de objetos sobre o veículo e desmoronamentos durante viagem terrestre.

Cobertura Básica Restrita (C)

Trata-se da cobertura que protege a carga contra:

  • incêndio, raio e explosão;
  • capotagem, tombamento, colisão e descarrilamento (veículos terrestres);
  • carga lançada ao mar;
  • perda total ocasionada por arrebatamento marítimo;
  • perda total durante operações de carga e descarga marítima;
  • colisão da embarcação com objetos externos;
  • encalhe ou naufrágio da embarcação.

Vale destacar que a empresa pode inserir serviços adicionais de inúmeros tipos e especificações em sua apólice, conforme suas necessidades.

 

Quais as exclusões da cobertura do seguro de carga?

Além das exclusões constantes na cobertura contratada, o seguro de carga não cobre, em hipótese alguma, perdas, danos e despesas consequentes, direta ou indiretamente, de:

  • má conduta intencional do segurado;
  • falta total, parcial ou obtenção de mão de obra de qualquer natureza que seja resultante de qualquer greve;
  • “lock-out”, distúrbio trabalhista, tumulto ou comoção civil;
  • qualquer reclamação com base na perda ou frustração da viagem ou aventura;
  • guerra, guerra civil, revolução, rebelião, insurreição ou comoção civil, resultantes das mesmas;
  • atos de hostilidade de — ou contra — uma potência beligerante.

 

Quanto custa um seguro de carga?

Visto que há grande variação de produtos transportados diariamente, é difícil definir um preço base para o seguro de carga. Além disso, a cotação da seguradora costuma considerar diversos fatores: veículo, destino, distância, coberturas, vigência, perecibilidade, peso, embalagem do produto etc.

No caso de Apólices Abertas, o cálculo é feito multiplicando-se o valor da carga transportada declarada no documento fiscal (IS) pela taxa do seguro, definida na tabela do estado. Depois, soma-se ao valor encontrado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O resultado do cálculo será o prêmio mínimo mensal, ou seja, o valor fixo que o segurado deverá pagar mensalmente à seguradora.

 

Como contratar um seguro de carga?

A contratação da apólice do Seguro de Carga é feita por meio de uma corretora de seguros. Atualmente, não apenas a cotação, mas também a própria aquisição do seguro transporte de carga pode ser feita online com corretoras digitais.

Para cotar o serviço, será necessário preencher um formulário com informações básicas sobre a empresa, as viagens e a mercadoria.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital de seguros, especialista no segmento de transportes que atende clientes de todo o Brasil.

Faça uma cotação de seguro de carga com a Mutuus Seguros!

 

Em um contexto empresarial cada vez mais competitivo, o setor de transportes possui uma grande importância. E existem dificuldades que precisam ser observadas e controladas para atender todas as demandas necessárias. Para isso, há mecanismos que controlam a gestão logística e aperfeiçoam os níveis de serviço como, por exemplo, a roteirização.

Mas, afinal, você sabe o que é roteirização? No post de hoje, vamos esclarecer tudo sobre esse conceito e quais seus benefícios no planejamento de sua empresa. Continue lendo!

O que é roteirização para transportes?

Ao contrário do que muitos pensam, não é somente definição das melhores rotas para entregas ou apenas sequenciá-las. A roteirização para transportes é um processo de análise de um universo e da frota de veículos disponíveis com a meta de montar cargas, além de compor percursos sequenciados, por meio de um software.

Para tanto, são usados cálculos e algoritmos matemáticos que levam em consideração várias condições, como o volume e características das mercadorias, a capacidade dos veículos, controle de custos, consumo de combustível, entre outros.

Como a roteirização funciona?

Atualmente, o mercado de soluções tecnológicas voltadas para a administração de transportes oferece diversas soluções a um preço justo, permitindo o acesso a um sistema completo por um valor, às vezes, surpreendente.

Os meios usados na construção de rotas otimizadas e as atividades promovidas para realizá-las necessitam de instrumentos geográficos, tecnológicos e físicos. Esses mecanismos, alinhados à realidade operacional, revolucionam a logística organizacional e permitem que as empresas do ramo dos transportes possam atender seus clientes da melhor forma possível.

Quais são os benefícios da utilização do roteirizador?

A determinação de rotas mais ágeis e que atendam a todas as necessidades do seu negócio — como também dos clientes — resulta em vários ganhos e benefícios. Dentre eles, podemos apresentar:

1. Diminuição no tempo das entregas

Como os destinos são previamente estabelecidos conforme cada uma das entregas e a demanda dos clientes, é possível diminuir consideravelmente o tempo gasto para realizá-las. Além da agilidade, há como prever o horário em que cada uma será feita, assegurando a pontualidade e resultando na satisfação do cliente.

2. Redução das distâncias percorridas

O caminho seguido por cada um dos veículos relaciona-se com a distância percorrida. Assim, com o melhoramento das rotas, ocorre uma redução significativa na quilometragem rodada pelo veículo ao término das entregas, o que amplia a sua vida útil.

3. Economia de combustível

Os valores referentes a combustível são um dos mais expressivos quando falamos de operações logísticas. A argumentação é bastante simples: quanto menor for a distância percorrida por cada veículo, menor será o seu consumo.

Dessa forma, é possível ter uma economia relevante, reduzindo os gastos operacionais e os custos de cada entrega. Além do mais, isso proporciona a cobrança de um valor menor para os clientes com fretes, fazendo com que sua empresa consiga a sua fidelização e novas captações.

4. Melhor uso da frota

Ao determinar cada uma das entregas que será feita e seus respectivos destinos, sua empresa saberá qual é o veículo mais apropriado para atender a demanda. Dessa forma, é possível fazer um melhor uso da frota, selecionando os melhores e mais econômicos tipos de veículos para cada caso.

5. Redução de custos

A melhora das rotas por meio da roteirização faz com que os veículos rodem menores distâncias e trafeguem em estradas e ruas com boas condições. Isso permite a redução de custos e desgaste das máquinas. Lembre-se: quanto menos se gastar com as entregas, menor será o preço cobrado, permitindo que a empresa consiga ampliar o seu espaço no mercado.

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Assim como em várias outras profissões, existe um dia para celebrar os caminhoneiros: o Dia do Caminhoneiro! Esses profissionais tão dedicados que, às vezes, passam dias longe da família para garantir seu sustento e ainda manter o país funcionando.

Provavelmente você já deve ter visto mais de um dia sendo usado para comemorar o dia do caminhoneiro. Mas, afinal de contas, essa data é em junho, julho ou setembro? A resposta correta é: as três!

Sim! Existem 3 datas diferentes!

Elas surgiram por motivos diferentes e a seguir vamos explicar melhor cada uma. Veja:

30 de junho: Dia do Caminhoneiro em São Paulo

Surgiu em 1986, época em que o governador de São Paulo assinou uma lei que instituiu o dia 30 de junho como sendo o Dia do Caminhoneiro. É uma data regional.

25 de julho: Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas

Nesse dia se comemora o dia de São Cristóvão, que é o padroeiro oficial dos motoristas. Esse é o dia mais lembrado e também o mais antigo, sendo celebrado desde o século XV. Conta a história que São Cristóvão era um homem forte, que desejava servir o homem mais poderoso do mundo. Quando descobriu que este era Jesus, se converteu e passou a morar próximo a um rio, ajudando pessoas a atravessá-lo. Um certo dia, carregou um menino que ia ficando mais pesado à medida que se avançava. São Cristóvão reclamou que a sensação era a de carregar o mundo em seus ombros, quando o menino respondeu: “não está carregando o mundo, está carregando o seu criador. Eu sou Jesus, aquele a quem você serve”.

16 de setembro: Dia Nacional do Caminhoneiro

Essa data foi instituída em 2009 e ficou definida como o Dia Nacional do Caminhoneiro.

Apesar de 16 de setembro ser a data oficial, é em 25 de junho que mais se comemora. Existe até uma igreja no Rio Grande do Sul, às margens da BR-116, na altura do km  — a Igreja de São Cristóvão — que possui o formato de um caminhão e é frequentemente visitada por esses profissionais.

Por que é importante celebrar o dia do caminhoneiro

Independentemente das datas oficiais, todos os dias deve-se comemorar a existência desses profissionais, que passam horas no volante, perdem datas especiais e andam solitários pelas estradas.

O mais importante de tudo é que muitos desses trabalhadores, apesar das situações negativas que passam, amam o que fazem e não conseguem se ver em outra profissão. É por isso e pela contribuição que fazem em seu trabalho, que eles merecem todo o reconhecimento e valorização.

Também é importante aproveitar essas ocasiões para lembrar de como algumas coisas ainda precisam ser melhoradas para a classe, a exemplo das últimas mudanças na lei que determinam um horário mínimo para descanso.

Mensagem em homenagem ao dia dos caminhoneiros

No Dia do Caminhoneiro, nós da Sofit queremos homenagear essa classe de trabalhadores que é tão importante para o Brasil. Sim, para o Brasil!

Talvez você, sentado aí em sua boleia, não tenha ideia da importância que tem para o país. O que você leva em seu caminhão é muito mais do que uma simples carga. Os caminhoneiros são grandes responsáveis por movimentar a economia do país, levando e trazendo produtos que vão mudar a vida de muitas pessoas.

Além da carga de produtos, os caminhoneiros levam sempre com eles uma carga ainda mais valiosa. No coração, levam suas experiências, suas histórias, os amigos que fazem por onde passam, as lembranças dos momentos marcantes e a saudade da família que os espera sempre de braços abertos.

Com o rádio ligado embalando suas viagens, suas mãos firmes ao volante, eles guiam o caminhão pelas estradas da vida, enfrentando todas as dificuldades do caminho. E assim, superando os obstáculos, vocês, caminhoneiros, carregam o Brasil.

Não somente hoje, mas todos os dias, os caminhoneiros devem ser sempre reconhecidos pelo trabalho que realizam. Eles são exemplos de amizade e companheirismo, sempre ajudando seus amigos-irmãos de estrada. Viajantes solitários, grudados no asfalto, mas com o pensamento alto, eles têm garra e força de vontade para chegar ao destino e a saudade que os movem para voltar para a casa.

Que vocês continuem contribuindo para a evolução do país, abraçando essa longa estrada da vida, com seus caminhos iluminados por Nossa Senhora.

Feliz dia do caminhoneiro!

Um forte abraço da Família Sofit

O CT-e, ou Conhecimento de Transporte Eletrônico, é um documento que existe apenas no formato digital e que faz parte da rotina de empresas que prestam serviços de transportes e fretes.

Nos últimos meses, com a notícia de que o emissor gratuito de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do próprio CT-e, disponibilizado pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ), seria descontinuado a partir de 1º de janeiro de 2017, muitas dúvidas têm surgido sobre as verdadeiras funções do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico.

O que é CT-e?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico é um documento digital cujo objetivo é documentar e monitorar, do ponto de vista fiscal, as prestações de serviços de transportes de cargas realizados por qualquer modal, seja aéreo, rodoviário, ferroviário, aquaviário ou dutoviário.

O CT-e, por ser emitido e armazenado eletronicamente, substitui sua versão impressa, e, além disso, sua validade jurídica é garantida pela assinatura eletrônica do emitente, assegurando, dessa forma, a autoria, autenticidade e integridade do documento, bem como a recepção e autorização pelo Fisco.

Quais documentos fiscais o CT-e substitui?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico vem sendo utilizado desde 2007, quando o Governo Federal iniciou o processo de informatização de uma série de documentos fiscais e sua transmissão pela internet.

Antes da implementação do CT-e, o formato do documento fiscal para serviços de transportes de cargas era em papel, o chamado CTRC (Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas), conhecido também como CTO.

E, diferentemente do CT-e, o qual reúne em apenas um único documento todos os modais, o tradicional CTRC exigia que para cada modalidade de transporte realizada no país fosse gerado um documento equivalente.

Assim, além de substituir a versão antiga, o CT-e também passou a substituir outros 6 documentos:

  • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas;
  • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas;
  • Conhecimento de Transporte Aéreo;
  • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte – quando utilizada em transporte de cargas.

Importante: Os documentos que não foram substituídos devem continuar sendo emitidos de acordo com a legislação em vigor.

Qual é a obrigatoriedade da emissão de CT-e?

No início, o projeto de implementação do CT-e foi facultativo para empresas que quisessem aderir ao seu formato digital, em substituição aos tradicionais modelos fiscais de papel.

Porém, desde 2012, com o Ajuste SINIEF 08/12, um calendário de obrigatoriedade vem sendo seguido pelos contribuintes do ICMS quanto à aderência ao CT-e.

As datas de implementação ficaram estabelecidas conforme a modalidade de transporte:

  • 1/12/ 2012 – Rodoviário, dutoviário, aéreo, ferroviário;
  • 1/03/ 2013 – Aquaviário;
  • 1/08/2013 – Rodoviário: cadastrados com regime de apuração normal;
  • 1/12/2013 – Rodoviário: optantes pelo regime do Simples Nacional e para os cadastrados como operadores no Sistema Multimodal de Cargas.

Quais são os benefícios do CT-e?

Entre os principais, temos:

1. Redução de custos de impressão de documento

Como o CT-e é um documento fiscal em formato eletrônico, todo o processo de logística é facilitado com a possibilidade de imprimir o chamado DACTE, Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico. Além disso, é possível realizar a consulta do CT-e pela internet.

2. Menor custo de armazenamento

Por ser um arquivo digital, a papelada que antes era gerada deixa de existir. A redução de custo está atrelada à liberação de espaço físico para o arquivamento dos documentos, como também a toda a logística necessária no caso de perda, extravio ou recuperação de algum arquivo.

3. Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira

Os processos de fiscalização nos postos fiscais de mercadorias em trânsito passam a ser simplificados, possibilitando maior agilidade na liberação das mercadorias transportadas e redução de parada dos caminhões, gerando, assim, maior produtividade.

Ficou com alguma dúvida? Compartilhe conosco a sua opinião nos comentários!

Os desafios de redução de custos no setor de transporte e logística no Brasil vão muito além da baixa produtividade decorrente da tradicional opção do Estado por um modelo unimodal. Nos últimos anos, o processo de interiorização da atividade econômica ampliou o custo com manutenção de frotas e o aumento do assalto a cargas atingiu marcas históricas (só em 2014, o roubo de cargas cresceu 16%).

Para piorar, a recente crise dissipou os investimentos nacionais em infraestrutura, deixando a malha rodoviária brasileira na mais completa penúria. Um recente levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) constatou que o Brasil tem uma malha rodoviária de 1.584.402 quilômetros, sendo apenas 220.378 deles pavimentados.

Diante da necessidade de racionalizar custos e alcançar uma gestão de transporte de cargas sustentável, mesmo diante de todos esses percalços, listamos neste post alguns pontos críticos do setor, bem como boas práticas que podem ser empregadas para tornar a gestão e a operação mais eficientes!

Desafios do setor de transporte de cargas e logística

Limitação dos modais disponíveis

As intensas restrições de capacidade de outros modais de transporte sufocam ainda mais a gestão de frotas, que acaba se atendo a um único tipo de deslocamento de cargas: o rodoviário.

Além do longo tempo de deslocamento, que no caso de mercadorias perecíveis impõe uma série de adaptações (para impedir deterioração precoce dos alimentos), as más condições das rodovias aumentam o valor do frete e mÍnguam por completo a competitividade das empresas. Segundo pesquisas, o acréscimo médio do custo operacional decorrente da má conservação das estradas brasileiras é de 25%.

Restrições de circulação de carga nos grandes centros urbanos

Atualmente, as empresas transportadoras precisam se preocupar com o planejamento de suas coletas e entregas. Por isso, é importante conhecer o local onde seu cliente está e quais são as particularidades, para que não ocorram imprevistos desnecessários, como restrições de circulação de horários e de alguns tipos de veículos, comprometendo os prazos acordados.

De acordo com a Harvard Business Review, já existem estudos que mostram uma faixa de 20% de aumento de custos na cadeia de distribuição urbana, em função de restrições de horários ou dias de circulação.

Uma alternativa que muitas transportadoras estão implantando em suas operações de distribuição é carregar as cargas em veículos maiores nas empresas e levá-las até o armazém da transportadora. Assim, essas cargas são divididas em veículos menores, conhecidos como VUC (Veículo Urbano de Carga), e entregues aos clientes.Cuidados no transporte de cargas de caminhão

Alto volume de assaltos

Um dos grandes desafios do transporte rodoviário é o aumento do roubo de carga. Isso acontece porque há muitos produtos visados, como alimentos, cigarros, eletroeletrônicos, produtos farmacêuticos, produtos químicos, têxteis, autopeças, combustíveis e bebidas.

Desse modo, muitas transportadoras estão evitando em transportar e armazenar esse tipo de produto, porque estão com medo das ações dessas quadrilhas especializadas que roubam caminhões, mercadorias e fazem motoristas de reféns.

Só em 2014, os prejuízos com roubos de carga ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão. O alto grau de sinistralidade das frotas aumenta também os custos com seguradoras, gerenciadoras de risco, investimentos em tecnologias de monitoramento e até blindagem, em alguns casos. Evidentemente, todas essas questões impactam o valor final do frete e os custos financeiros das empresas.

Má conservação das rodovias nacionais

Esse ainda é o grande problema do Brasil. Justamente no transporte rodoviário, o principal meio de transporte de cargas, as condições das rodovias deveriam ser diferentes.

Com apenas 12% de suas rodovias pavimentadas, a deterioração da malha brasileira acelera o desgaste dos pneus, do alinhamento, do balanceamento e do desempenho do amortecedor, etc. A maior preocupação, no entanto, é o risco aos motoristas: em 2014, 90% das colisões frontais nas BRs foram em trechos de pista simples.

Quer melhorar mais ainda a segurança dos seus veículos?

Se os investimentos governamentais são esporádicos, os empresários precisam tomar alguns cuidados para elevar a segurança da mercadoria e dos motoristas, além de reduzir os custos de manutenção:

Tempo de vida dos pneus

Os pneus são o segundo maior custo de uma frota hoje no Brasil. Sendo assim, diversos fatores influenciam na vida útil dos pneus, como excesso de peso, condições das estradas e cuidados na condução do veículo, entre outros.

A 105 km/h, o desgaste dos pneus é 50% maior do que a 80 km/h, e a 120 km/h é 2 vezes mais rápido do que a 70 km/h.  Parece óbvio, mas nem todas as empresas têm mecanismos de controle de velocidade à distância, como sistemas de rastreamento.

Os dados capturados por essas soluções tecnológicas devem servir de base para analisar o que pode estar ocorrendo e, com isso, formular avaliações de desempenho e gratificações para os motoristas que cumprem as normas e possuem cuidados com os veículos.

Como resolver estes desafios da gestão do transporte de cargas?

Check list dos seus veículos

Muitos problemas de parada para manutenção no trajeto podem ser evitados se eles forem identificados antes do veículo sair da sua empresa. Nesse sentindo, é importante implantar e treinar seus motoristas a fazerem um check list completo do veículo antes de cada viagem. Caso o veículo esteja apresentando algum problema, o responsável deverá ser comunicado. Com isso, você garante a segurança do seu motorista, da transportadora e do seu cliente.

Contratos de manutenção de frotas voltados à manutenção preventiva

Quase todas as fábricas oferecem contratos de manutenção com uma série de vantagens, como maior valor de revenda, pois as peças são originais. A maior previsibilidade de despesas com manutenção também é fundamental ao gestor financeiro.

Por fim, o veículo tem sua mobilidade ampliada, já que todas as paradas são programadas, evitando problemas desnecessários com atraso na entrega de um produto devido a alguma peça do caminhão danificada durante uma viagem.

Capital humano da sua empresa

Um dos principais fatores de sucesso nos negócios são as pessoas que trabalham com você. É importante que o colaborador entenda a importância do trabalho dele, os objetivos e os resultados que devem ser alcançados.

Invista frequentemente em treinamentos e capacitações necessárias para o melhor desenvolvimento do trabalho.  Para uma melhor apresentação da sua empresa ao cliente, é importante que os funcionários estejam sempre uniformizados e com os equipamentos de segurança necessários para realizar o trabalho.

E não se esqueça de sempre reconhecer os colaboradores que realizaram um bom trabalho e atingiram os resultados propostos.

Software para controle e gestão de frota

Fundamental no gerenciamento de frotas, um sistema de gestão do transporte de cargas oferece estimativas precisas de abastecimento, alertas sobre possíveis desvios, controle de todos os documentos relacionados ao veículo e ao motorista e ranking de desempenho por condutor.

Esses sistemas possuem um módulo exclusivo para o controle de combustível – que hoje é considerado o maior custo de uma frota. Com um sistema de gestão, você conseguirá realizar um maior controle (comparando o consumo com outros veículos) e identificará as rotas mais econômicas, entre outros.

O módulo de controle de pneus identifica e alerta o melhor momento para troca, além de monitorar a localização do pneu por veículo, evitando desvios. Há ainda um painel que gerencia a manutenção de todos os veículos da frota, reduzindo os custos de manutenção em até 17%.

Com um sistema de gestão, você terá todas as informações necessárias em mãos para analisar a sua frota, tomar decisões estratégicas, implantar melhorias, avaliar o desempenho dos seus motoristas e, ainda, reduzir custos.

Está procurando um sistema para gestão da sua transportadora? Conheça a solução da Sofit :)

Cuidados no transporte de cargas de caminhão

 

Existem alguns pontos acerca da gestão de transportadoras pequenas que são mais complicados do que em grandes empresas. Isso acontece, principalmente, porque nesses casos a empresa conta com poucos recursos e o gestor desempenha vários papéis dentro do negócio.

Entretanto, isso pode ser minimizado com algumas decisões simples. Confira, a seguir, algumas dicas sobre o que pode ser feito parar aprimorar a gestão de frotas em transportadoras pequenas!
Leia mais

O controle financeiro da transportadora (e de todas as empresas) é o alicerce para um crescimento sustentável. Se os custos e receitas não são controlados, fica difícil para o gestor realizar qualquer tipo de planejamento ou mesmo buscar outras fontes de financiamento, o que pode comprometer em médio e longo prazo o funcionamento da empresa ou mesmo levá-la a fechar as portas.

No setor de transportes, a questão é ainda mais complicada. Segundo resultados divulgados pela Fundação Dom Cabral, os custos logísticos no Brasil consomem 11,19% da receita das empresas, sendo que a maior parte desses custos é referente aos transportes de longa distância (44%), seguidos do armazenamento (19,06%).

Diante disso, trouxemos algumas dicas para manter a gestão de finanças na sua transportadora e alavancar seus negócios.

Mantenha um fluxo de caixa atualizado

O primeiro passo numa gestão financeira é manter registro de todo o dinheiro que entra e que sai da empresa. Existe uma máxima que diz que “o que não é medido não pode ser controlado”. Este o princípio de uma boa gestão: conhecer o quanto de recurso está  disponível, o quanto está nas mãos de terceiros, quais são os prazos de pagamentos e recebimentos e o valor que entrará ou sairá num determinado período.

Para transportadoras, é ainda mais importante manter um fluxo de caixa atualizado, uma vez que produtos acabados ou mesmo matérias-primas são vendidas a prazo. Assim, o gestor pode estabelecer um planejamento prévio do melhor prazo de recebimento, de forma que as atividades operacionais não sejam prejudicadas e o caixa não fique no negativo.

Controle os custos das viagens

Embora muitos gestores acabem empregando todos os esforços em reduzir os custos, conhecê-los e controlá-los é a melhor forma de entender o que representam na receita e qual será o impacto em diminuí-los ou mesmo eliminá-los.

Sem controlar os custos e receitas de cada viagem, o gestor não poderá estabelecer qualquer tipo de estratégia, uma vez que não tem como identificar se está gastando mais do que o necessário e, pior, prejudicando o lucro das operações executadas.

Assim, fique atento a informações como custo fixo e variável por veículo (como quanto combustível foi gasto nos quilômetros rodados), a distância percorrida, a velocidade e o tempo necessários. Além disso, mantenha uma manutenção periódica e preventiva para reduzir gastos acessórios com peças

Também tenha controle de despesas com hospedagem, alimentação, limpeza, entre outros e mantenha registros de tudo o que foi gasto com a viagem. Organize e agrupe as receitas e custos de cada uma, como abastecimentos, adiantamentos, entre outros itens, pois isso possibilita calcular os custos de cada viagem realizada de acordo com cada veículo.

Por fim, gere comparativos de orçamento e gasto por viagem ou por veículo para identificar  onde está tendo maior gasto e quais motivos estão levando a esse aumento ou redução.

Conhecer cada um dos custos que impacta diretamente a operação permite ao gestor entender onde está tendo mais despesas e onde poderia otimizar custos para aumentar o desempenho.

Utilize um software de gestão de frota

O uso de um software de gestão no setor de transportes é o diferencial encontrado por muitas empresas para se manterem competitivas e aumentar a qualidade nos serviços prestados. Com ele, a gestão financeira pode ser realizada de forma automatizada e em tempo real. Se a empresa tem filiais, é possível integrar informações e realizar comparativos para saber qual está gerando maior receita ou apresentando um maior custo por operação.

Além disso, é possível manter sempre atualizadas informações de clientes, prazos de pagamento, contas a pagar e a receber, além de contar com tantas outras facilidades que tornam todo o processo mais ágil.

Com um sistema de gestão, o gestor pode ter um maior controle e monitorar melhor toda a frota. Isso torna o processo de decisão mais certeiro, uma vez que ele pode contar com uma visão mais completa de toda a sua frota, realizar o gerenciamento dos custos empregados em cada viagem, gerenciamento da manutenção preventiva e corretiva.

Agora que você já sabe a importância de se atentar para o controle financeiro da sua transportadora, não deixe de conferir também como reduzir os custos da sua frota com uma boa gestão de pneus e de conhecer o nosso software de gestão de frotas!