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Estresse no trânsito: aprenda a lidar com esse problema!

Horas de engarrafamento, buzinas, discussões. Tudo isso, somado a pressão por resultados, pode culminar em um quadro de estresse no trânsito.

Casos de estresse afetam diretamente os motoristas que desempenham suas funções a serviço de diversas empresas.

Entretanto, como gestor, deve tomar atitudes para que fatos isolados não se tornem um problema sério e difícil de reverter.

No artigo de hoje, exploraremos dicas práticas e eficazes para combater o estresse no trânsito. Confira!

Índice:

  1. O que é o estresse no trânsito?
  2. Quais as possíveis causas do estresse e agressividade no trânsito?  
  3. Como perceber que você está lidando com motoristas estressados?  
  4. Como medir o nível de estresse dos seus colaboradores?  
  5. Dicas pontuais para amenizar o estresse no trânsito  
  6. Invista em iniciativas para reduzir quadros de estresse no trânsito!  

O que é o estresse no trânsito?  

O estresse no trânsito pode ser caracterizado pela liberação de adrenalina e cortisol em altos níveis na corrente sanguínea.

Esse quadro é caracterizado pela sensação de medo, irritação, nervosismo, preocupação e frustração, por exemplo.

O brasileiro é um dos povos mais estressados do mundo e o estresse é responsável por problemas graves de saúde e pode levar ao infarto.

Além disso, de acordo com especialistas, o trânsito é um dos grandes vilões do estresse.

Portanto, a busca por ganho de tempo e espaço, associados à falta de educação dos motoristas, contribui para a proliferação do estresse entre os motoristas.

Quais as possíveis causas do estresse e agressividade no trânsito?  

Fuligem, barulho, variação de temperatura, ficar muito tempo na mesma posição…

Quando você está preso no trânsito, tudo contribui para aumentar o seu estresse.

Dessa forma, motoristas estão expostos a esses fatores diariamente, o que pode levar a quadros de agressividade e até de afastamento do trabalho.

Logo, é preciso atuar de forma preventiva contra o estresse, conhecendo as possíveis causas do estresse e agressividade no trânsito e mapeando.

Abaixo, confira alguns fatores internos e externos que costumam aumentar o nível de estresse dos motoristas no trânsito:

Fatores Internos  

  • Pressão gerada pelo tempo para chegar do ponto A ao ponto B;
  • Cobranças em tempo real, facilitadas pelo uso do smartphone;
  • Veículos desconfortáveis e sem regulagem de temperatura.

Fatores Externos  

  • Falta de educação no trânsito (ser fechado, ser seguido de muito perto, ou ter uma vaga de estacionamento “roubada”, por exemplo);
  • Ficar preso em constantes engarrafamentos;
  • Relação conturbada com os motociclistas.

Existem outros fatores, mas note como é possível combater alguns fatores com alterações simples na sua política de gestão e planejamento de rotas, por exemplo.

Como perceber que você está lidando com motoristas estressados?  

Como gestor, você deve trabalhar a sua habilidade de empatia para entender o nível de estresse dos seus colaboradores.

Às vezes, uma simples conversa isolada, aplicações de questionários ou reuniões onde todos possam ter voz são suficientes para detectar motoristas com estresse no trânsito.

Confira alguns sintomas que mostram que você pode estar lidando com um panorama de colaboradores estressados pelo trânsito:

  • Altos índices de acidentes e multas;
  • Reclamações constantes sobre a jornada de trabalho dos motoristas;
  • Casos de motoristas que dormem no trânsito;
  • Relatos de brigas e discussões no trânsito;
  • Motoristas com problemas de saúde frequentes (dores de cabeça, musculares e hipertensão, por exemplo).

Como medir o nível de estresse dos seus colaboradores?  

Agora que você conhece os principais indicadores do quadro de estresse no trânsito, como medir o nível de estresse dos seus colaboradores?

A resposta não é direta e depende muito da realidade de cada empresa.

Hoje, já é possível traçar quadros de estresse mediante exames laboratoriais que mostram o nível de cortisol no sangue.

Medir o nível de satisfação dos seus funcionários também contribui com a análise.

Ademais, também ajuda você a elaborar estratégias para amenizar o nível de estresse dos seus motoristas.

Dicas pontuais para amenizar o estresse no trânsito  

Como você pode perceber, o estresse no trânsito é um problema sério caso não seja trabalhado e pode gerar consequências terríveis.

E, principalmente, para a saúde mental dos seus colaboradores.

Mas você deve estar se perguntando:

“Que medidas práticas eu posso fazer para ajudar os meus colaboradores a lidar com o estresse no trânsito?”

Bem, nós separamos algumas ações simples que você pode começar a estimular na sua empresa hoje mesmo.

Acompanhe!

  1. Estimular rotas alternativas  

Promover rotas alternativas é uma estratégia fundamental para enfrentar a prevalência dos engarrafamentos, um desafio comum nas dinâmicas urbanas.

Assim, bons gestores compreendem que, ao adotar um planejamento de rotas eficaz, é possível contornar esses obstáculos.

Isso contribui significativamente para a redução do estresse enfrentado pelos motoristas.

Além disso, ao mapear áreas propensas a congestionamentos, os gestores podem tomar decisões informadas sobre quais rotas evitar ou priorizar.

  1. Manter os vidros fechados  

Fatores externos, como o barulho, fumaça e fuligem contribuem significativamente para o estresse.

Portanto, trabalhe a ideia com os seus motoristas de dirigir sempre com os vidros fechados.

É claro que isso só pode ser feito caso todos os seus veículos estejam em perfeito estado e contem com ar-condicionado.

  1. Música e aromaterapia  

Estímulos olfativos e auditivos podem atuar de forma eficaz contra o estresse.

Dessa forma, uma boa saída é pensar em músicas e criar uma playlist compartilhada pelos seus motoristas.

Da mesma forma, alguns óleos essenciais podem ajudar a relaxar, como o de hortelã, baunilha e lavanda.

  1. Petiscos para os motoristas  

Você deve saber que existem pessoas que mudam de humor quando estão com fome ou sede, certo?

Por isso, vale pensar em flexibilizar as suas políticas e disponibilizar snacks e alimentos leves para os seus motoristas se distraírem durante as viagens.

Da mesma forma, uma garrafa de água é essencial para os seus colaboradores.

Invista em iniciativas para reduzir quadros de estresse no trânsito!  

Com tanta pressão, é comum que os motoristas não saibam lidar com descontrole emocional e crises de estresse.

Por isso, cabe à empresa pensar em medidas para prevenir casos mais graves, aumentando a produtividade e o nível de satisfação no trabalho.

Pense nisso!

Gostou do nosso artigo sobre estresse no trânsito? Não esqueça de colocar esse assunto em pauta na sua empresa sempre que for possível. E conte com a Sofit para uma gestão de frotas mais assertiva e tranquila!

Faça uma avaliação de desempenho de motoristas em 7 passos

A avaliação do desempenho dos motoristas é crucial para manter a eficiência da sua frota, concorda?

Isso implica não apenas analisar relatórios e examinar despesas: avaliar os motoristas significa lidar com o fator humano, avaliando o perfil de cada condutor.

Assim, é compreensível se sentir sobrecarregado.

Entretanto, saber como gerenciar os motoristas economizará o tempo e dinheiro da empresa.

Então, continue lendo este artigo para saber como você pode analisar os seus motoristas e melhorar sua frota!

Índice:

  1. Como funciona a avaliação do desempenho dos motoristas da frota?
  2. Por que avaliar a performance dos motoristas da sua frota?
  3. Quais métricas acompanhar para medir o desempenho de motoristas?
  4. 7 passos para avaliar o desempenho dos motoristas da frota
  5. Por que contar com tecnologia nas avaliações de desempenho de motoristas?
  6. Por que investir em tecnologia para otimizar a performance da frota?

Como funciona a avaliação do desempenho dos motoristas da frota?

A avaliação dos motoristas na gestão de frota refere-se ao processo de análise e monitoramento do desempenho dos condutores que operam os veículos da empresa.

Essa prática visa avaliar aspectos como eficiência na condução, segurança, pontualidade, entre outros.

Por isso, essa é uma ferramenta essencial, permitindo compreender o comportamento de direção de cada condutor

Além disso, a avaliação dos motoristas na gestão de frota é uma abordagem estratégica para alcançar metas operacionais.

Essa prática garante conformidade com políticas e promove uma cultura de condução segura e responsável.

Por que avaliar a performance de motoristas da sua frota?

Somente o que pode ser medido, pode ser aprimorado.

Partindo deste princípio, avaliar o desempenho dos motoristas em sua frota é uma prática essencial para a sua frota.

Primeiramente, essa avaliação garante a segurança nas estradas, prevenindo acidentes e assegurando a conformidade com as leis de trânsito.

Além disso, ela visa otimizar o consumo de combustível, resultando em economia de recursos para a empresa.

Essa análise não apenas destaca os motoristas excepcionais, cultivando um ambiente de trabalho positivo.

Ela também identifica precocemente eventuais problemas, possibilitando intervenções e treinamentos específicos.

Assim, a avaliação contínua não apenas contribui para a segurança e eficiência, mas também promove uma cultura de reconhecimento e melhoria constante.

Quais métricas acompanhar para medir o desempenho de motoristas?

É crucial adotar métricas transparentes, proporcionando orientações claras para que os condutores atuem conforme o estabelecido.

Dessa forma, gestores de frota podem ter uma visão mais precisa do desempenho dos motoristas, permitindo ajustes e melhorias contínuas.

Confira a seguir algumas métricas que você pode acompanhar:

  • Avaliação de satisfação do cliente: colete feedback para medir a qualidade do serviço prestado;
  • Consumo de combustível por KM: avalie a eficiência no uso de combustível;
  • Índice de pontualidade: avalie quantas entregas foram realizadas no prazo estipulado;
  • Avaliação do comportamento de direção: monitore indicadores como acelerações bruscas e frenagens, promovendo a segurança;
  • Cumprimento de rotas planejadas: verifique a adesão às instruções de rota para otimizar itinerários;
  • Número de Acidentes: registre ocorrências para avaliar a segurança nas estradas;
  • Índice de multas: verifique quantas multas/infrações o motorista cometeu.

7 passos para avaliar o desempenho dos motoristas da frota

Existem alguns pontos-chave que você deve considerar para que o desempenho dos seus colaboradores seja avaliado de forma justa e eficaz.

Por isso, separamos 7 passos essenciais para avaliar o desempenho dos motoristas.

Confira:

1. Defina métricas relevantes:

Primeiramente, estabeleça métricas específicas que reflitam os objetivos da sua frota.

Algumas delas podem incluir o consumo de combustível por quilômetro, índice de pontualidade, comportamento de direção e eficiência de rotas, por exemplo.

Essas métricas fornecerão uma base clara para avaliação.

2. Implemente tecnologia de rastreamento avançada:

Adote sistemas de rastreamento veicular que forneçam dados em tempo real sobre a condução.

Essa tecnologia não apenas simplifica a coleta de informações, mas também permite análises mais precisas do desempenho de cada motorista.

3. Estabeleça metas mensuráveis:

Defina metas mensuráveis com base nas métricas escolhidas. Por exemplo, estabeleça objetivos específicos para redução do consumo de combustível ou aumento da pontualidade nas entregas. Essas metas devem ser desafiadoras, porém alcançáveis, para incentivar melhorias contínuas.

4. Feedback construtivo e treinamento personalizado:

Forneça feedback regular aos motoristas, destacando seus pontos fortes e áreas de oportunidade.

Além disso, ofereça treinamentos personalizados para abordar questões específicas de desempenho, contribuindo para o desenvolvimento contínuo da equipe.

5. Implemente programas de incentivo:

Estabelecer programas de incentivo é uma prática eficaz para motivar os motoristas a alcançarem metas de desempenho.

Isso pode incluir reconhecimento público, bônus financeiros, vouchers de combustível ou outras recompensas tangíveis.

Além disso, essa abordagem cria um ambiente positivo, impulsionando o comprometimento e a busca contínua por melhores resultados.

6. Analise dados de manutenção:

Integrar dados de manutenção à avaliação fornece insights sobre como o estilo de direção de cada motorista pode impactar o desgaste dos veículos.


Assim, ao considerar o histórico de manutenção, você identifica padrões que indicam práticas de condução que contribuem para maior eficiência e durabilidade dos veículos.

Além disso, também antecipa necessidades de manutenção preventiva.

7. Fomente comunicação aberta:

Estabelecer canais de comunicação aberta é crucial para construir uma relação de confiança entre gestores e motoristas.

Por isso, incentive a troca regular de feedback e sugestões no ambiente de trabalho.

Dessa forma, seus motoristas se sentem valorizados e ouvidos.

Além disso, isso permite que você compreenda melhor os desafios enfrentados por eles no dia a dia.

Por que contar com tecnologia nas avaliações de desempenho de motoristas?

Conduzir um processo de avaliação de desempenho dos seus motoristas sem recorrer à tecnologia pode tornar essa atividade ainda mais complicada.

Imagine ter que analisar planilhas ou ter que verificar anotações que os condutores preenchem à mão?

Por isso, aproveite a tecnologia disponível em favor da sua gestão! Quais recursos a sua empresa tem disponível para avaliar os motoristas de forma simples e justa?

Confira alguns recursos importantes adiante.

1. Monitoramento de frota

Um sistema de monitoramento de frota deve ser o ponto de partida do gestor de frotas que deseja utilizar a tecnologia para avaliar os condutores. Isso porque, através dele, é possível acompanhar as viagens em tempo real, obtendo dados como localização e velocidade média, por exemplo.

2. Sistema de rastreamento

Através de um sistema de rastreamento, você terá dados mais completos sobre veículos e cargas, além de acesso a relatórios completos para embasar a sua avaliação junto aos condutores.

3. Telemetria

A telemetria permite que o gestor de frota acesse dados importantes sobre os veículos remotamente.

Assim, informações como velocidade média, consumo de combustível e até temperatura do motor podem ser medidos e incluídos na avaliação dos motoristas.

4. Roteirizador de frotas

Outro importante recurso quando falamos em tecnologia para gestão de frotas é o roteirizador.

Através desse sistema, você ganha tempo e precisão sem precisar gastar horas planejando.

Isso é possível, pois a tecnologia organiza as rotas considerando diversas necessidades: especificações da carga ou do passageiro, janelas de entrega, trânsito, etc.

Além disso, você terá mais previsibilidade, já que um roteirizador fornece dados sobre a previsão de entregas, por exemplo.

5. Sistema de gestão de frotas

Finalmente, um sistema de gestão de frotas simples e intuitivo, com recursos realmente úteis para a sua empresa é fundamental.

Através dessa tecnologia, gestores e motoristas terão à disposição sistemas automáticos de monitoramento e informações em tempo real.

Além disso, qualquer decisão relativa à avaliação dos motoristas será baseada em dados, o que torna o processo mais assertivo, rápido e justo.

Por que investir em tecnologia para otimizar a performance da frota?

Investir em tecnologia para otimizar a performance da frota é uma decisão estratégica que oferece benefícios tangíveis para um gestor de frota, incluindo:

Ajuda a reduzir custos

Ao investir em tecnologia para otimizar o desempenho dos seus motoristas, você estará reduzindo custos.

Isso porque, a médio e longo prazo, a produtividade dos seus colaboradores tende a aumentar.

Dessa forma, você saberá exatamente o que fazer para evitar gastos desnecessários, já que terá dados sobre a frota sempre disponíveis.


Diminui os riscos nos transportes

A redução de riscos no transporte impacta principalmente na segurança dos condutores, já que a imprudência é a principal causa de acidentes no Brasil.

Entretanto, a redução de riscos significa também menos tempo de frota ociosa e mais produtividade para a sua operação.

Melhora a gestão de rotas

Gestores geralmente passam um tempo precioso planejando as melhores rotas.

Porém, com o investimento na tecnologia certa de roteirização, esse tempo é reduzido.

Assim, você consegue melhorar o desempenho da sua frota através de dados precisos e trajetos mais econômicos.

Estimula o cumprimento de prazos

Por fim, recorrer à tecnologia para a avaliação de desempenho dos motoristas deve estimular o cumprimento de prazos.

Quando usada da maneira correta – sem que os condutores se sintam pressionados ou intimidados – a tecnologia estimula a competição saudável e o autoaperfeiçoamento.

Viu como a avaliação de desempenho de motoristas é importante?

Concluindo, viu como é evidente a importância da avaliação contínua do desempenho dos motoristas?

Ao realizar essa prática regularmente e aproveitar a tecnologia para embasar decisões, é possível observar impactos significativamente positivos na desempenho da frota.

Por isso, sugerimos que avalie se a tecnologia atualmente em uso possibilita uma análise abrangente do desempenho dos condutores.

Se necessitar de suporte ou aprimoramento nessa área, conte com a expertise da Sofit para impulsionar ainda mais a eficiência e segurança da sua frota!

Fumaça preta saindo escapamento: entenda o problema e saiba como prevenir

Seu veículo está soltando fumaça preta pelo escapamento? Isso não é um bom sinal. A fumaça preta geralmente indica que há um problema no combustível do veículo.

A fumaça preta é causada pela queima incompleta do combustível no motor do carro. Isso pode ser resultado de várias causas, como má regulagem do sistema de injeção, filtros de ar ou de combustível sujos, ou até mesmo problemas na válvula EGR.

Além de ser um sinal de que algo não está funcionando corretamente, a fumaça preta também pode indicar danos ao meio ambiente, pois libera substâncias poluentes no ar.

Mas não se preocupe, neste artigo vamos ajudar você a entender essa questão e como preveni-la.

Boa leitura!

Índice:

  1. O que é a fumaça preta?
  2. Causas da fumaça preta do escapamento do carro
  3. Diagnosticando o problema: sinais e sintomas da fumaça preta do escapamento de um carro
  4. O que a legislação diz sobre a fumaça preta?
  5. Como medir o índice de fumaça preta?
  6. Medidas preventivas para evitar a fumaça preta do escapamento do carro
  7. Dicas para reduzir as emissões e promover um ambiente mais limpo
  8. O que as empresas de frota devem fazer em relação à fumaça preta?

O que é a fumaça preta?

A fumaça preta ocorre nos veículos a diesel, e a coloração escura indica que o combustível não está sendo completamente queimado.

O carbono pulverizado, é como o diesel fica quando está muito quente, mas não tem oxigênio suficiente para sua combustão. Ou seja, a fumaça preta é o que acontece quando não há ar suficiente para queimar o combustível.

Essa anomalia pode ser resultado de um carburador mal ajustado, ou ainda do bloqueio do filtro de ar.

Então, observe se ela só ocorre na partida do carro pela manhã – nesse caso, é provável que o afogador ou o sistema de admissão de combustível do seu sistema de injeção eletrônica de combustível precise de ajuste.

Causas da fumaça preta do escapamento do carro

Existem várias causas possíveis para a fumaça preta que sai do escapamento do carro. Vamos explorar algumas das causas mais comuns a seguir:

1. Sistema de injeção desajustado: Um dos principais culpados para a fumaça preta é um sistema de injeção desajustado. Quando o sistema de injeção não está fornecendo a quantidade correta de combustível para a mistura de ar e combustível, ocorre uma queima incompleta, resultando em fumaça preta.

2. Filtro de ar sujo: Um filtro de ar sujo restringe o fluxo de ar para o motor, resultando em uma mistura desequilibrada de ar e combustível. Isso pode causar a queima incompleta do combustível.

3. Filtro de combustível obstruído: Um filtro de combustível obstruído impede que o combustível flua livremente para o motor, resultando em uma mistura desequilibrada de ar e combustível. Isso também pode levar à queima incompleta do combustível e à emissão da fumaça.

Essas são apenas algumas das causas mais comuns de fumaça preta no escapamento do carro. É importante lembrar que cada veículo é único e pode ter causas específicas para esse problema. Portanto, é recomendável procurar um profissional qualificado para diagnosticar e corrigir o problema.

Diagnosticando o problema: sinais e sintomas da fumaça preta do escapamento de um carro

A fumaça preta é um problema visível e pode ser facilmente identificada pelo motorista. Aqui estão alguns dos sinais e sintomas que podem indicar a presença da anomalia no escapamento do carro:

1. Fumaça preta saindo do escapamento: O sinal mais óbvio de fumaça preta é a saída visível de fumaça preta pelo escapamento do carro. Se você notar essa fumaça ao ligar o motor ou durante a condução, é um sinal claro de que algo não está certo.

2. Perda de potência: A fumaça pode ser acompanhada por uma perda de potência do motor. Se você perceber que o desempenho do seu carro está fraco ou que ele está demorando para acelerar, pode ser um sintoma de fumaça preta.

3. Aumento no consumo de combustível: A queima incompleta do combustível pode resultar em um aumento no consumo de combustível. Se você notar que está abastecendo o carro com mais frequência do que o normal, isso também pode ser um sinal.

Esses são apenas alguns dos sinais e sintomas que podem indicar a presença da fumaça no escapamento do carro. É importante observar qualquer mudança no comportamento do veículo e agir assim que possível para diagnosticar e corrigir o problema.

O que a legislação diz sobre a fumaça preta?

A legislação sobre a emissão de fumaça preta saindo do veículo no Brasil está regulamentada pela Lei Federal nº 9.976, de 20 de julho de 2000, e pelo Decreto Federal nº 3.179, de 21 de setembro de 2000.

Essa legislação estabelece que a emissão de fumaça preta por veículos automotores a diesel é proibida, e que os veículos devem atender a padrões de emissão estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

Os padrões de emissão de fumaça preta estabelecidos pelo CONAMA são os seguintes:

  • Para veículos leves: opacidade máxima de 20%.
  • Para veículos pesados: opacidade máxima de 60%.

A opacidade é um indicador da quantidade de fumaça emitida pelo veículo. Quanto maior a opacidade, mais fumaça preta o veículo está emitindo.

Os veículos que emitirem fumaça preta acima dos padrões estabelecidos pelo CONAMA serão multados. O valor da multa é de R$ 1.591,80, e pode ser dobrado em caso de reincidência.

Além da multa, o proprietário do veículo também pode ser penalizado com a suspensão da carteira de habilitação e a apreensão do veículo.

Como medir o índice de fumaça preta?

O monitoramento da fumaça preta pode ser realizado através de 2 formas: Opacímetro e Escala de Ringelmann.

Abaixo, confira como funciona cada uma delas:

Opacímetro

O opacímetro é um dispositivo eletrônico que avalia a densidade da fumaça por meio de um feixe de luz e uma sonda, que é inserida no tubo de escapamento do veículo.

Apesar disso, vale pontuar que cada equipamento possui recomendações específicas, por isso, para medir o índice da fumaça preta, é preciso se ater ao manual do dispositivo.

A escala de Ringelmann 

A Escala de Ringelmann é o parâmetro estabelecido pelo IBAMA através da Portaria n°85/96 para o monitoramento da fumaça preta.

Ou seja, para avaliar se o nível de densidade da fumaça atende aos padrões de emissão estabelecidos pela legislação brasileira, você precisa recorrer à Escala de Ringelmman.

É um processo manual, em que uma lâmina de papel  com 5 tonalidades de cinza é utilizada como parâmetro para a observação e registro do tom da fumaça que sai do escapamento do veículo movido à diesel.

Para a observação, é preciso acelerar o veículo em ponto morto e sem pressionar o pedal de embreagem, mantendo a aceleração por, pelo menos, 5 segundos.

Medidas preventivas para evitar a fumaça preta do escapamento do carro

Prevenir a fumaça preta no escapamento do carro é mais fácil do que corrigir o problema depois que ele ocorre. Aqui estão algumas medidas preventivas que podem ajudar com o assunto:

1. Realize a manutenção regular do veículo: Mantenha-se em dia com a manutenção regular do seu veículo, incluindo a troca de óleo, filtros de ar e combustível, e velas de ignição. Siga as recomendações do fabricante para a frequência dessas manutenções.

2. Utilize combustível de qualidade: Abasteça seu carro apenas em postos de confiança e use combustível de qualidade. Combustível de má qualidade pode conter impurezas que podem obstruir o sistema de injeção e causar a queima incompleta do combustível.

3. Evite o excesso de carga: Carregar o veículo com excesso de peso pode levar a um consumo maior de combustível e a um desgaste excessivo do motor. Evite carregar mais peso do que o necessário no seu veículo.

Essas são apenas algumas das medidas preventivas que você pode tomar para evitar a fumaça preta no escapamento do carro. Lembre-se de seguir as recomendações do manual do proprietário do veículo e procurar sempre a orientação de um profissional qualificado.

Dicas para reduzir as emissões e promover um ambiente mais limpo

Além de corrigir o problema da fumaça preta no escapamento do carro, existem outras medidas que você pode tomar para reduzir as emissões e promover um ambiente mais limpo. Aqui estão algumas dicas:

1. Dirija de forma consciente: Evite acelerar ou frear bruscamente, pois isso pode aumentar o consumo de combustível e as emissões de poluentes. Dirija de forma suave, mantenha uma velocidade constante e evite acelerar desnecessariamente.

2. Reduza o uso do ar condicionado: O ar condicionado consome energia e aumenta o consumo de combustível. Tente reduzir o uso do ar condicionado sempre que possível, optando por abrir as janelas ou utilizar a ventilação natural.

3. Compartilhe caronas ou utilize transportes públicos: Utilizar o transporte público ou compartilhar caronas com outras pessoas reduz o número de veículos nas estradas, o que contribui para a redução das emissões de poluentes.

4. Mantenha os pneus calibrados: Pneus mal calibrados podem aumentar o consumo de combustível. Verifique a pressão dos pneus regularmente e mantenha-os sempre calibrados de acordo com as recomendações do fabricante.

O que as empresas de frota devem fazer em relação à fumaça preta?

Embora a legislação não discorra sobre a periodicidade da medição, a sugestão é que empresas de frota devem realizar o monitoramento mensal ou trimestralmente.

Caso você trabalhe com uma frota terceirizada, é recomendável exigir dos seus fornecedores uma postura transparente neste sentido, já que o contratante está indiretamente responsável pela conformidade das emissões de poluentes.

Então, lembre-se: é preciso estar em conformidade com a legislação ambiental e os níveis de fumaça preta devem ser monitorados continuamente na sua frota!

Conheça as novas regras do vale-pedágio

O vale-pedágio desempenha um papel crucial no transporte rodoviário, sendo um benefício obrigatório para motoristas autônomos e transportadoras que prestam serviços nessa área. 

Recentemente, uma nova resolução promoveu alterações substanciais para essa prática, trazendo com ela uma série de modificações que impactam diretamente o setor.

Essa atualização, em vigor desde 1º de setembro de 2023, não apenas redefine as obrigações, mas também introduz penalidades para aqueles que não se adequam às novas normativas.

Por isso, neste artigo você irá conhecer as novas regras do vale-pedágio para garantir a conformidade em suas operações de transporte.

Vamos lá?

Índice:

  1. O que é o vale-pedágio?
  2. Como o vale-pedágio funciona?
  3. Quais são as novas regras do vale-pedágio?
  4. Otimize a gestão de pedágios de sua frota!

O que é o vale-pedágio?

O vale-pedágio é um mecanismo que garante a justa responsabilidade pelo custo do pedágio nas rodovias.

Implementado em 2001, esse instrumento transferiu a responsabilidade do pagamento do pedágio dos motoristas para os embarcadores de carga. 

Isso significou uma mudança significativa na dinâmica do setor, aliviando os condutores da obrigação direta desse custo durante o transporte de mercadorias.

A função primordial do vale-pedágio é proporcionar aos transportadores uma forma específica de pagamento destinada a cobrir os gastos com pedágio decorrentes da movimentação das cargas. 

Essa abordagem contribui para uma maior transparência nas transações, separando claramente os custos do pedágio dos valores relativos ao frete.

Ao oferecer um meio de pagamento específico para o pedágio, o vale-pedágio não apenas simplifica as operações financeiras, mas também protege os transportadores, que podem gerenciar de maneira mais eficaz os custos associados ao transporte rodoviário de cargas.

Como o vale-pedágio funciona?

Se você trabalha com transporte de cargas, então precisa entender como o vale-pedágio funciona. A seguir esclarecemos sobre as principais etapas deste processo:

1. Aquisição do vale-pedágio

O transportador de cargas, responsável pelo serviço de transporte, adquire o vale-pedágio junto a uma empresa autorizada. Essa etapa não é de responsabilidade do motorista, e um comprovante informativo é emitido com o vale para ser anexado à documentação da carga.

2. Entrega ao motorista

O transportador fornece o vale-pedágio ao motorista antes da viagem. Esse vale contém um valor pré-pago destinado a cobrir os custos de pedágio durante o transporte, semelhante a uma recarga de celular.

3. Uso nas praças de pedágio

Nas praças de pedágio ao longo da rota, o motorista utiliza o vale-pedágio como forma de pagamento. Pode ser um cartão, cupons ou outra forma, e o valor é descontado do total do vale. Dessa maneira, o motorista pode continuar a viagem até que os créditos se esgotem.

4. Prestação de contas

O transportador mantém registros detalhados do uso do vale-pedágio, garantindo uma prestação de contas adequada. Esse processo simplificado visa facilitar o cálculo e controle dos custos de pedágio, contribuindo para uma operação de transporte eficiente e transparente.

Quais são as novas regras do vale-pedágio?

A regulamentação do vale-pedágio é estabelecida pela Lei n.º 10.209, de 23 de março de 2001. 

Essa lei determina que o custo do pedágio seja responsabilidade do contratante no serviço de transporte rodoviário de cargas. 

Dessa forma, é ilegal exigir que o motorista do caminhão arque com essas despesas.

Recentemente, a Resolução n.º 6024, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), introduziu algumas mudanças nas regras do vale-pedágio. 

Assim, é fundamental compreendê-las de maneira clara. Aqui estão as principais alterações:

Proibição do pagamento em espécie

A Resolução estabelece que todas as transações devem ocorrer por meios eletrônicos ou sistemas específicos. Além disso, também impõe restrições à antecipação do vale-Pedágio em espécie, incluindo transferências, PIX e dinheiro. 

Antecipação no sistema free flow

Se você utiliza o sistema Free Flow, a antecipação do vale-pedágio Obrigatório (VPO) deve considerar o valor máximo, levando em conta a rota e as tarifas relacionadas à categoria do veículo.

Pagamento obrigatório na ida e na volta

Essa nova medida pretende assegurar que os custos de pedágio sejam devidamente cobertos em ambas as direções da rota, promovendo uma distribuição mais equitativa das despesas entre as partes envolvidas.

Isenção para eixos suspensos

Os eixos suspensos agora estão isentos da cobrança de vale-pedágio, aliviando os custos para determinados tipos de veículos.

Alteração de rota por caso fortuito ou força maior

Caso haja uma mudança de rota devido a eventos imprevistos, a diferença no valor do vale-pedágio deve ser acertada entre as partes ao final da viagem.

Multa para o contratante

Uma mudança significativa nas regras agora impõe multa ao contratante que deixar de adquirir e disponibilizar o vale-pedágio ao transportador rodoviário de carga. Para garantir a conformidade com essa nova regulamentação, a multa é de R$ 3.000 por veículo, a cada viagem.

Vedação de restrição com base na análise de crédito

Fica vedada a restrição do fornecimento do vale-pedágio ao transportador com base em análise de crédito.

Restituição de valores não utilizados

As fornecedoras de vale-pedágio Obrigatório (FVPO) devem restituir os valores antecipados e não utilizados na operação de transporte.

Essas alterações visam trazer mais clareza e eficiência ao processo do vale-pedágio, adaptando-se às demandas atuais do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Otimize a gestão de pedágios de sua frota!

Em meio às recentes atualizações nas regras, a otimização da gestão de pedágios torna-se crucial para o setor de transporte rodoviário de cargas. 

A compreensão dessas mudanças é o primeiro passo para garantir a conformidade e eficiência operacional.

Nesse contexto, a Sofit surge como uma aliada essencial, oferecendo uma solução de gestão completa. 

Simplificando o gerenciamento dos custos com pedágios, a Sofit proporciona uma abordagem integrada e eficaz para maximizar a eficiência da frota!

Dicas para montar sua planilha de controle de motoristas + Excel grátis

Criar e manter uma planilha de controle de motoristas é uma estratégia-chave para otimizar a eficiência e segurança na operação de sua frota. 

Se você é um gestor de frota ou alguém responsável por supervisionar o desempenho dos motoristas, compreende a importância de manter registros detalhados e eficientes.

Neste artigo, mergulharemos nas melhores práticas para criar sua própria planilha de controle de motoristas. 

Além disso, disponibilizamos um template Excel gratuito, permitindo que você comece a aprimorar o controle da frota.

Continue lendo para saber mais!

Índice

  1. Por que o controle de motoristas é tão importante?
  2. Principais informações da planilha para controle de motoristas
  3. Como montar uma planilha de controle de motoristas?
  4. Simplifique o controle de motoristas com a Sofit!

Por que o controle de motoristas é tão importante?

Como gestor de frota, você já deve ter percebido que o controle de motoristas desempenha um papel vital no sucesso e na segurança da operação. 

Mas por que exatamente esse controle é tão importante?

O controle de motoristas é fundamental para um gestor de frota por várias razões essenciais que impactam diretamente no desempenho, na segurança e na eficiência de toda a operação. 

Aqui estão algumas das principais razões pelas quais o controle de motoristas é tão importante:

Segurança nas Estradas

A segurança é uma prioridade máxima em qualquer operação de frota. O controle de motoristas ajuda a garantir que os condutores estejam seguindo as práticas de direção segura, reduzindo o risco de acidentes e mantendo a integridade da equipe e de terceiros nas estradas.

Eficiência Operacional

Motoristas bem gerenciados tendem a ser mais eficientes. O controle de motoristas permite otimizar rotas, reduzir o consumo de combustível, manter a pontualidade das entregas e, assim, aprimorar a eficiência geral da operação.

Economia de Recursos

Reduzir o desgaste dos veículos e evitar multas e infrações resulta em economias significativas a longo prazo. O controle eficaz de motoristas ajuda a economizar recursos valiosos, como combustível e custos de manutenção.

Conformidade Regulatória

Cumprir regulamentações e normas é essencial para evitar penalidades legais e manter uma operação de frota dentro das diretrizes governamentais. O controle de motoristas auxilia na documentação e no cumprimento das regulamentações em vigor.

Melhoria da Imagem da Empresa

Motoristas que seguem padrões elevados de segurança e eficiência refletem positivamente na imagem da empresa. Isso pode atrair clientes, parceiros e investidores que valorizam a responsabilidade e a integridade.

Redução de Custos com Manutenção

Ao acompanhar de perto o desempenho dos motoristas, é possível identificar práticas que causam desgaste excessivo nos veículos. Isso resulta em uma redução dos custos de manutenção ao longo do tempo.

Gestão de Riscos

Ter controle sobre os motoristas e suas ações ajuda a gerenciar e reduzir riscos, incluindo riscos legais, operacionais e de segurança. Isso protege a empresa de possíveis consequências negativas.

Principais informações da planilha para controle de motoristas

Manter registros detalhados é uma tarefa que não pode ser negligenciada, e é aí que entra a importância de uma planilha de controle de motoristas.

Uma planilha não apenas simplifica o trabalho do gestor de frota, mas também ajuda a manter a operação da frota no caminho certo, com segurança e eficiência.

Agora, vamos explorar as informações essenciais que essa planilha deve conter para garantir o funcionamento seguro e eficiente de sua frota. 

Aqui estão as principais informações da planilha para o controle de motoristas:

  • Informações Pessoais dos Motoristas: Nome, data de nascimento, endereço e informações de contato dos motoristas.
  • Detalhes da Carteira de Motorista: Número da carteira de motorista, categoria, data de emissão e validade.
  • Veículos Atribuídos: Lista de veículos atribuídos a cada motorista, incluindo marca, modelo, placa e identificação.
  • Registros de Viagens: Datas, horários de início/término das viagens, destinos e distâncias percorridas.
  • Manutenção de Veículos: Registros de manutenções preventivas e corretivas, com datas e descrição das atividades.
  • Consumo de Combustível: Acompanhamento do consumo de combustível para otimização de gastos e eficiência.
  • Horas de Trabalho: Registros das horas de trabalho para cumprimento de regulamentos de serviço.
  • Documentação Legal: Registros atualizados de licenças, certificados e documentação legal dos motoristas.
  • Treinamento e Certificações: Informações sobre treinamentos, incluindo direção defensiva e segurança.
  • Avaliação de Desempenho: Sistema de avaliação do desempenho, considerando segurança, pontualidade e comportamento no trânsito.
  • Alertas e Lembretes: Utilização da planilha para criar alertas sobre renovação de carteiras, manutenções programadas e eventos importantes.

Como montar uma planilha de controle de motoristas?

Montar uma planilha de controle de motoristas é uma tarefa importante e pode ser simplificada em alguns passos simples:

  1. Identifique as Informações Necessárias

Comece determinando quais informações você precisa rastrear, como dados pessoais dos motoristas, informações da carteira de motorista, veículos atribuídos, registros de viagens, manutenção de veículos, consumo de combustível, horas de trabalho, documentação legal, treinamento e avaliação de desempenho.

  1. Escolha a Ferramenta

Você pode usar uma planilha de software, como o Microsoft Excel ou o Google Sheets, para criar sua planilha de controle de motoristas. Essas ferramentas são amplamente acessíveis e fáceis de usar.

  1. Crie as Colunas da Planilha

Crie colunas para cada categoria de informações que você identificou no Passo 1. Por exemplo, uma coluna para “Nome do Motorista”, outra para “Número da Carteira de Motorista”, e assim por diante.

  1. Insira os Dados Iniciais

Comece inserindo os dados iniciais dos motoristas e dos veículos atribuídos, preenchendo cada coluna apropriada.

  1. Configure Fórmulas e Formatação

Configure fórmulas, se necessário, para calcular totais, como o consumo de combustível total. Além disso, aplique formatação adequada para tornar a planilha mais legível e organizada.

  1. Atualize e Mantenha a Planilha

Mantenha a planilha atualizada à medida que novos dados e informações surgirem. Certifique-se de registrar manutenções, datas de vencimento de carteiras de motorista e quaisquer outras informações essenciais.

  1. Utilize Recursos de Alerta

Se possível, use recursos de alerta na planilha para lembrar de datas críticas, como renovação de carteiras ou manutenções programadas.

  1. Faça Backup dos Dados

Regularmente faça backup dos dados da planilha para garantir que as informações importantes não sejam perdidas em caso de falha técnica.

  1. Compartilhe com a Equipe

Se necessário, compartilhe a planilha com outros membros da equipe envolvidos na gestão da frota para que todos possam acessar e atualizar as informações conforme necessário.

  1. Revise e Ajuste Regularmente

Periodicamente, revise a planilha para garantir que ela atenda às suas necessidades em evolução e faça os ajustes necessários.

Simplifique o controle de motoristas com a Sofit!

Gerenciar motoristas e frotas pode ser uma tarefa complicada, mas a Sofit está aqui para tornar isso simples. 

Com a Sofit, você automatiza e centraliza o controle de motoristas, acompanhando todos os dados essenciais de forma inteligente e prática. 

Desde as informações pessoais dos motoristas até a manutenção dos veículos e o controle de horas de trabalho, nossa plataforma oferece uma solução completa.

E não para por aí! 

A Sofit também fornece alertas e notificações personalizáveis, para que você nunca mais esqueça datas importantes, como a renovação de carteiras de motorista ou as manutenções programadas. 

Agende agora mesmo uma demonstração gratuita com um de nossos especialistas!

Nova Lei do Motorista: confira o que mudou!

A Lei do Motorista, como é conhecida a Lei n.º 13.103, foi atualizada recentemente. Porém, essas alterações deixaram muitos gestores de frota em dúvida a respeito dos principais pontos.

Isso porque a legislação de 2015 estabelece diretrizes para a jornada de trabalho do motorista, abordando aspectos como a obrigatoriedade de pausas para descanso, tempo de espera e outros termos legais.

Dessa forma, todas essas regras devem ser revisadas pelos gerentes de frota, já que  algumas são complexas e podem, sim, gerar confusões.

Neste artigo, você pode tirar as suas dúvidas sobre a Nova Lei do Motorista e entender melhor os direitos e deveres dos seus colaboradores. Acompanhe!

Índice:

  1. O que mudou com a nova lei do motorista em junho de 2023?
  2. O que é a lei do motorista n.º 13.103, de 2015?
  3. Quais são os principais pontos da lei do motorista?
  4. O que acontece quando a lei do motorista é descumprida?
  5. Como o diário de bordo ajuda no cumprimento da lei?

O que mudou com a nova lei do motorista em junho de 2023?

As alterações mais recentes da nova lei do motorista surgiram por conta de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2023. Foram derrubados diversos dispositivos relacionados à jornada de trabalho, descanso e fracionamento de intervalo dos motoristas.

Do mesmo modo, essas mudanças têm implicações significativas para os gestores de frota e os próprios motoristas, deixando de fora apenas os motoristas de aplicativo.

A seguir, destacamos as principais alterações que todos devem conhecer:

  • Tempo de espera. Agora, o tempo de espera para carregar e descarregar o caminhão é considerado como jornada de trabalho;
  • Exclusões da jornada. Os intervalos para refeição, repouso e descanso não contam como parte da jornada;
  • Repouso em movimento. Não é permitido que os motoristas descansem enquanto o veículo está em movimento, mesmo com revezamento entre dois motoristas. O descanso deve ocorrer com o veículo estacionado;
  • Intervalo mínimo. Deve haver um intervalo de 11 horas ininterruptas a cada 24 horas de trabalho. É proibido fracionar o intervalo e fazê-lo coincidir com paradas obrigatórias na condução do veículo;
  • Descanso semanal. O motorista deve usufruir de um descanso semanal de 35 horas a cada seis dias de trabalho. Não é permitido acumular descansos no retorno à residência.

O que é a lei do motorista n.º 13.103, de 2015?

A Lei do Motorista n.º 13.103 representa uma peça fundamental na regulamentação das atividades dos motoristas profissionais no Brasil. Trata-se de uma legislação que promove a segurança nas estradas e o cumprimento das condições adequadas de trabalho. 

Nesse sentido, esta lei, aplicável a uma ampla gama de categorias de motoristas no transporte rodoviário de carga e passageiros, é essencial para garantir a segurança nas estradas e o bem-estar dos trabalhadores.

Criada com o intuito de reformular aspectos da legislação anterior, a Lei n.º 13.103 de 2015, por vezes, gerou alguma confusão em sua implementação. 

No entanto, seu impacto é inegável, especialmente em um cenário em que a grande maioria dos produtos consumidos no Brasil depende do transporte rodoviário, abrangendo cerca de 60% do total.

A lei abrange uma série de áreas críticas, incluindo:

  • Controle e registro da jornada de trabalho. Estabelece diretrizes rigorosas para o acompanhamento da jornada de trabalho dos motoristas;
  • Exames médicos. Define os requisitos para exames médicos periódicos, garantindo que os motoristas estejam em condições adequadas para dirigir com segurança;
  • Intervalo para refeição. Estipula períodos de intervalo destinados para a alimentação dos motoristas, promovendo sua saúde e disposição durante o trabalho;
  • Jornada diária de trabalho. Define limites para a jornada diária de trabalho dos motoristas, evitando o excesso de horas ao volante;
  • Tempo de espera. Considera o tempo de espera como parte da jornada de trabalho, garantindo que o tempo gasto aguardando seja reconhecido;
  • Tempo máximo de direção contínua. Estabelece o tempo máximo que um motorista pode dirigir sem pausas, visando a prevenção da fadiga;
  • Tempo mínimo de descanso diário. Determina os requisitos para o período mínimo de descanso diário dos motoristas, assegurando que estejam descansados, prevenindo acidentes.

Quais são os principais pontos da lei do motorista?

Uma das queixas dos gestores de frota sobre os tópicos da lei do motorista é que os artigos podem dar margem para diversas interpretações.

Por isso, confira a seguir um compilado simples sobre os principais pontos da lei do motorista:

1. Descanso na lei do motorista

Direito de todo trabalhador com carteira assinada (CLT) com jornada diária maior de 4 horas, o descanso está previsto na lei do motorista.

A legislação assegura 11 horas de descanso no período de 24 horas, sendo proibido o fracionamento e a coincidência do descanso com a parada obrigatória na condução do veículo.

2. Jornada de trabalho

Este é um dos pontos mais importantes da atualização da lei do motorista. Veja o que estabelece o Art 235-C sobre a jornada de trabalho:

A jornada diária de trabalho do motorista profissional será de 8 (oito) horas, admitindo-se a sua prorrogação por até 2 (duas) horas extraordinárias ou, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo, por até 4 (quatro) horas extraordinárias.

Dessa forma, os motoristas profissionais seguem, em teoria, a mesma regra de jornada de trabalho de outros profissionais com carteira assinada.

Entretanto, é preciso atentar para os seguintes pontos:

  • A jornada 12×36 é permitida caso seja necessário conforme a rota traçada;
  • O valor da hora extra do motorista profissional deve ser de, no mínimo, 50% da hora normal;
  • Cabe ao empregador a realização do controle da jornada de trabalho do motorista.

3. Hora de espera

A hora de espera refere-se ao tempo que o motorista passa fora do volante, esperando pela carga e descarga, por exemplo.

Segundo a lei, essas horas não são computadas como jornada de trabalho, nem como horas extras. Entretanto, esses períodos não devem interferir no recebimento de salário.

Além disso, caso o período seja superior a 2 horas, esse tempo de espera pode ser contabilizado como hora de descanso, desde que haja um local adequado para o motorista usufruir.

4. Intervalo intrajornada

Conforme discorre a lei do motorista, o condutor não pode passar mais de 5 horas e meia ininterruptas ao volante.

Dessa forma, as pausas são obrigatórias e podem ser fracionadas conforme as seguintes regras:

No transporte de cargas, após o período de 6 horas dirigindo, o motorista tem o direito de uma pausa de 30 minutos.

Assim, o motorista pode optar pelo fracionamento da pausa e realizar duas paradas de 15 minutos dentro das 6 horas de direção.

Além disso, o motorista também pode optar por 3 pausas de 10 minutos dentro das 6 horas de direção.

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5. Intervalo interjornada

Este ponto discorre sobre a obrigatoriedade do cumprimento de 8 horas de descanso ininterruptas.

Gestores de frota devem seguir essa regra mesmo com a possibilidade de fracionamento da jornada de 11 horas.

Dessa forma, o objetivo é garantir o bom desempenho do condutor, certificando que ele tenha plenas condições de dirigir sem colocar a própria vida e a de terceiros em risco.

6. Exames médicos

Os exames médico e toxicológico são outro ponto que gera dúvidas entre os gestores de frota. 

Conforme a lei, esses exames são obrigatórios, valendo para condutores das categorias C, D e E.

Dessa forma, ambas as partes devem ficar atentas sobre isso, tanto os motoristas, como as empresas contratantes.

Os exames devem ser feitos em 2 ocasiões:

  • Na admissão;
  • A cada 2 anos e 6 meses de trabalho.

A lei estabelece ainda o direito de contrapartida para o motorista caso os exames acusem algo. 

Além disso, os motoristas podem utilizar esses exames para a renovação da CNH, sem a necessidade de realizar aqueles previstos pelo CTB.

O que acontece quando a lei do motorista é descumprida?

Descumprir a lei do motorista acarreta consequências graves para os colaboradores, além de multas para as empresas de frota. 

Dessa forma, condutores submetidos a jornadas exaustivas de trabalho ou sem nenhum acompanhamento médico e psicológico podem colocar a própria vida e a de terceiros em risco.

SAIBA MAIS: Dicas de direção defensiva para caminhões

Além disso, a sua empresa perde credibilidade, podendo perder contratos importantes.

Portanto, agir de forma preventiva é a melhor opção para não descumprir a lei e oferecer um ambiente de trabalho agradável aos seus colaboradores.

Como o diário de bordo ajuda no cumprimento da lei?

Uma ótima ferramenta para auxiliar no cumprimento da nova lei do motorista é o diário de bordo – que permite controlar a jornada do condutor durante a rotina de trabalho.

Além de garantir os direitos trabalhistas dos condutores, o controle da jornada do motorista evita que a sua empresa sofra com processos trabalhistas. Por este motivo, um diário de bordo é uma importante ferramenta para os gestores de frota, auxiliando no cumprimento da lei.

Ou seja, é importante que o controle seja realizado de uma forma confiável e confortável para ambas as partes. Portanto, sempre que possível é preferível evitar o controle manual da jornada do motorista, a fim de evitar fraudes.

Para colocar isso em prática, você pode contar com os dados do sistema de gestão de frota Sofit!

Então, já está atualizado sobre as suas atribuições referentes à nova lei do motorista? Compartilhe este artigo e faça essa informação chegar a mais pessoas!

Direção segura: 9 dicas de direção defensiva e preventiva!

Dentro da cidade ou nas rodovias, o trânsito sempre apresenta riscos. Por isso, todos os motoristas devem adotar práticas de direção defensiva para que, assim, cheguem ao seu destino com segurança e sem imprevistos.

Pensando nisso, resolvemos trazer 9 dicas para dirigir com segurança e prevenir acidentes. Quer saber quais são elas? Então, continue a leitura e confira!

  1. Redobre a atenção em dias de chuva
  2. Sob neblina, use os faróis corretamente
  3. Fique de olho no comportamento do carro
  4. Mantenha distância do veículo à frente
  5. Respeite a sinalização (sempre!)
  6. Tenha cuidado nas ultrapassagens
  7. Faça revisões periódicas
  8. Comporte-se bem no trânsito
  9. Mantenha-se atualizado sobre as leis de trânsito

1. Redobre a atenção em dias de chuva

Conduzir com o tempo fechado é uma dificuldade extra até mesmo para motoristas profissionais e experientes, principalmente se a chuva for forte. Nessa circunstância, a visibilidade fica comprometida e a aderência dos pneus ao solo é reduzida.

O melhor a fazer nessa situação é diminuir a velocidade, ligar o ar-condicionado para evitar que os vidros fiquem embaçados ou ligar o ar quente direcionado para o para-brisa. E redobrar a atenção, claro.

Além disso, uma outra dica: os pneus devem ser seus maiores aliados em dias chuvosos. Por isso, mantenha-os sempre um bom estado de utilização. Lembre-se de que aquelas ranhuras, chamadas de “sulcos”, são necessárias para drenar a água que corre entre os pneus e o asfalto, evitando a aquaplanagem. Então, cheque o estado dos pneus com frequência.

2. Sob neblina, use os faróis corretamente

Dependendo da época do ano e da região do país, é praticamente certo que você vai encontrar neblina no caminho. Ou seja, visibilidade comprometida. E o melhor jeito de encarar o problema é utilizar os faróis baixos — nunca os faróis altos, pois podem ofuscar ainda mais sua visão.

Se o carro dispuser de faróis de neblina, ligue-os, pois eles servem justamente para iluminar por baixo e nas laterais do veículo, garantindo melhor visualização da sinalização. Caso tenha também faróis traseiros de neblina, acenda-os para tornar seu veículo mais visível para os motoristas que vêm atrás. E não se esqueça de reduzir a velocidade!

3. Fique de olho no comportamento do carro

Você já deve ter notado que o desempenho do carro em aceleração, nas curvas e durante a frenagem varia muito de um modelo para outro, não é mesmo? Alguns têm um comportamento mais esportivo e firme, enquanto outros apresentam um comportamento mais leve, priorizando o conforto.

Assim, fique atento ao comportamento do tipo de veículo que você conduz. Forçar demais uma pickup alta na curva, por exemplo, não é uma boa ideia. Do mesmo modo, conduzir rapidamente um carro mais esportivo em vias com pavimento ruim também não. Portanto, respeite os limites de cada modelo.

4. Mantenha distância do veículo à frente

Quanto mais alta a velocidade do carro, maior é a dificuldade de freá-lo, se necessário. Consequentemente, maior é a distância necessária para que ele consiga parar completamente.

Assim, é prudente manter distância do veículo à frente, visto que, em uma situação de emergência, você terá um espaço maior para reduzir a velocidade, conseguir frear e desviar do outro veículo, evitando assim uma colisão.

Essa dica vale tanto se estiver dirigindo nas ruas na cidade como numa autoestrada ou na zona rural. Nas rodovias, entretanto, o limite de velocidade é maior, o que torna bem elevado o tempo total necessário para parar totalmente o veículo.

Enfim… Se não houver uma distância segura, é quase certo que haverá um acidente de grandes proporções. Então, fique esperto!

5. Respeite a sinalização (sempre!)

A sinalização existe para orientar os motoristas, garantindo a segurança de todos os que trafegam nas nossas vias e estradas. Portanto, respeite as indicações da via, como velocidade máxima permitida, faixa contínua, proibição de conversão e de retorno, entre outras.

Quando a sinalização é obedecida, o risco de ocorrência de um acidente diminui consideravelmente.

6. Tenha cuidado nas ultrapassagens

Ter prudência durante as ultrapassagens é um dos pontos mais básicos da direção segura, visto que os acidentes mais graves costumam ocorrer por colisões frontais oriundas dessa situação.

Quando for ultrapassar um veículo, sinalize com a seta para o lado que você vai fazer a conversão, dê um breve toque na buzina, observe durante alguns segundos pelo retrovisor se não há outro automóvel te ultrapassando e, só então, acelere com uma marcha mais forte.

Na dúvida, não ultrapasse!

7. Faça revisões periódicas

A prevenção é a melhor defesa. Essa dica não está diretamente ligada à prática da direção defensiva, mas (pode acreditar!) é fundamental para prevenir acidentes, visto que muitos deles ocorrem por falhas provocadas pela falta de manutenção dos veículos. Assim, o ideal é se lembrar sempre de levar o carro para as manutenções periódicas.

Nessas horas, vale a pena checar alguns pontos, como:

  • integridade dos air-bags;
  • condições dos freios;
  • prazo para a troca de óleo;
  • funcionamento das luzes do painel;
  • nível de água do radiador;
  • condições das lâmpadas das lanternas, faróis e luz de seta;
  • condições e calibragem dos pneus.

Além de prevenir falhas mecânicas que podem causar algum acidente (em maior ou menor proporção), esses cuidados ajudam a evitar que problemas simples e pequenos se tornem mais complexos, encarecendo o serviço de manutenção e troca de peças, por exemplo. Ou seja, até o seu bolso vai agradecer!

8. Comporte-se bem no trânsito

Muitos motoristas acreditam que já dominam o veículo e a prática de direção e acabam se tornando imprudentes e negligentes. Também há pessoas que já dirigem há tanto tempo, que acreditam que não precisam mais melhorar as habilidades ao volante.

No entanto, quando o objetivo é praticar a direção segura, é preciso ter em mente que a postura no trânsito deve ser muito cautelosa. Então, vale a pena tomar alguns cuidados, como:

  • não dirigir com sono ou muito cansado;
  • sempre utilizar o cinto de segurança;
  • não utilizar o celular enquanto conduz o veículo;
  • sempre prestar atenção nos pedestres e ciclistas;
  • evitar freadas e arrancadas bruscas;
  • evitar fazer curvas muito fechadas;
  • ser sempre prudente.

Contudo, não basta ter bom comportamento. O ideal é ficar atento também aos carros que estão ao seu redor. É como diz aquele ditado: “você tem que dirigir para você e para os outros”.

9. Mantenha-se atualizado sobre as leis de trânsito

O respeito às leis de trânsito também é fundamental para quem deseja dirigir com segurança. Portanto, se empenhe em conhecer as normas e regras, fique por dentro das atualizações e novidades e revise periodicamente conhecimentos já esquecidos. Além de evitar acidentes, isso também ajuda a evitar problemas (como multas).

Vale lembrar que esse cuidado deve ser tomado em todos os lugares e não apenas onde existem câmeras de monitoramento ou fiscalização.

A direção defensiva é fundamental para evitar acidentes, que podem envolver tanto você e sua família quanto terceiros. Portanto, quando estiver no trânsito, tenha atenção redobrada e sempre tome cuidado com o seu veículo e com os que estão ao seu lado, não se esquecendo dos pedestres e ciclistas.

O que achou do nosso post de hoje? As dicas foram úteis? Quer aproveitar e tirar outras dúvidas? Então, entre em contato conosco agora mesmo e envie suas questões!

Veículo Rastreado: as melhores práticas para introduzir o sistema para os motoristas

As vantagens de contar com veículos rastreados numa frota são indiscutíveis.

Apesar disso, muitos gerentes de frota ainda têm dúvidas sobre a comunicação dessa iniciativa para os motoristas.

Afinal, é preciso comunicar aos condutores previamente que um veículo é rastreado?

Quando as empresas consideram a tecnologia de rastreamento de veículos, uma das suas preocupações é como os funcionários aceitarão a ideia de serem rastreados. 

Qual é a melhor maneira de introduzir o rastreamento de veículos? Os motoristas ficarão receosos em adotar esse novo sistema?

Tudo vai depender de como você apresenta o sistema para eles. Portanto, vamos ver neste artigo qual é a melhor forma de comunicar aos colaboradores sobre veículos rastreados.

Confira!

 

Índice:

  1. Veículo rastreado: devo informar aos motoristas do rastreamento veicular?
  2. Como deixar sua equipe informada sobre a frota de veículos rastreados?
  3. Qual a importância do rastreamento veicular?

 

Veículo rastreado: devo informar aos motoristas do rastreamento veicular?

A comunicação é de suma importância em todas as empresas. Portanto, a pergunta não é “devo” e sim, como proceder.

Um dos maiores erros que um gestor de frotas pode cometer neste caso é fazer da adoção da tecnologia de rastreamento veicular uma “surpresa” repentina para seus motoristas.

Por isso, antecipe como a transição para o novo sistema de rastreamento veicular pode ser feita e pense sobre como preparar políticas e documentos que os seus colaboradores vão ler e entender.

Lembre-se que algumas pessoas simplesmente não são tão experientes em tecnologia quanto outras e podem estar preocupadas em ser “rastreadas” pela empresa.

Vejamos então, a seguir, a melhor forma de abordar o assunto rastreamento veicular com a sua equipe e obter aprovação, sem gerar atritos.

Como deixar sua equipe informada sobre a frota de veículos rastreados?

A melhor maneira de informar a sua equipe sobre a frota de veículos rastreados é concentrar-se nos aspectos reais e positivos sobre a adoção do sistema.

Logo, apresente como uma situação em que todos saem ganhando e tente enxergar essa nova tecnologia sob a perspectiva do motorista. 

A seguir, reunimos uma série de ações que você pode tomar para deixar essa comunicação ainda mais consistente. Confira!

Reunião com o time

Uma reunião com o time serve para fazer a primeira abordagem e coletar o feedback da equipe em relação ao veículo rastreado.

Lembre-se de ser breve e elencar os principais pontos a serem abordados. 

Além disso, também é importante ter um material mais completo sobre o rastreamento que os colaboradores possam acessar.

Caso você deseje, mídias como vídeo e folders também são úteis para essa primeira comunicação.

TELEMETRIA VEICULAR: O QUE É E VANTAGENS NA GESTÃO DE FROTA

Informação na entrada de novos funcionários

A informação sobre o rastreamento veicular também deve figurar no onboarding de novos funcionários.

Dessa forma, certifique-se de criar algum material direcionado para os colaboradores novatos.

Afinal, é importante que eles entendam o que a empresa faz com os dados e qual é a finalidade da coleta.

Adesivação de carros

Adesivar os carros é outra ação básica que o gestor de frotas deve tomar para comunicar que os veículos contam com um sistema de rastreamento.

Isso pode até contribuir para inibir abordagens de criminosos nas estradas, protegendo o motorista de roubos de cargas, por exemplo.

Inserção na política de frotas

Por último, é fundamental inserir na sua política de frotas um tópico sobre o rastreamento de veículos.

Informe sobre a finalidade do rastreamento, quais dados são coletados, e como isso implica na análise da conduta do motorista na empresa.

É importante esclarecer todas as dúvidas que possam existir sobre o tema. Por isso, reavalie a sua política de frotas periodicamente.

Qual a importância do rastreamento veicular?

Maior produtividade, economia de combustível e melhor atendimento ao cliente são apenas algumas das vantagens oferecidas pelo rastreamento veicular.

Os motoristas também se beneficiarão com o aumento da segurança nas estradas e com a operação em uma empresa mais transparente e organizada

Além disso, os dados obtidos com o rastreamento veicular oferecem uma ampla gama de benefícios para empresas de gerenciamento de frotas, incluindo:

  • Localização de uma frota em tempo real, tanto global quanto localmente;
  • Extensos recursos de roteamento e mapeamento;
  • Análises de condução para ajudar a identificar marcha lenta, excesso de velocidade e uso não autorizado, por exemplo;
  • Analisar dados sobre cronogramas de manutenção e reparo;
  • A possibilidade de registrar e criar relatórios de acidentes;
  • Alertas de notificação detalhados para funcionários e clientes.

Sua empresa conta com veículos rastreados?

Como vimos, a implementação de um sistema de rastreamento veicular é ideal para qualquer empresa que tenha veículos e cargas de alto valor para gerenciar. 

Seu principal objetivo é aumentar a eficiência da frota e fornecer informações valiosas sobre o desempenho do veículo e do motorista.

SAIBA MAIS: Telemetria veicular e as vantagens para a sua frota

Apesar disso, a empresa não deve tratar o rastreamento de veículos de forma sigilosa, fazendo com que isso seja uma surpresa para os motoristas.

É importante que todos entendam por que os veículos são rastreados e como os dados serão utilizados pela sua empresa.

Finalmente, e mais importante, um sistema de rastreamento de frota pode essencialmente aumentar a receita e a lucratividade do negócio, além de melhorar o atendimento ao cliente.

 

Diário de bordo do motorista: como fazer para sua frota

O diário de bordo do motorista é uma importante ferramenta que gestores de frota podem utilizar para controlar a jornada do condutor durante a rotina de trabalho.

Através do diário de bordo também é possível garantir a conformidade definida pela lei do motorista e ter informações para resguardar a sua empresa em caso de algum tipo de conflito.

Entretanto, são poucos os motoristas que conseguem se adaptar a esta rotina de escrever num diário de bordo, seja por falta de costume ou de incentivo por parte da gestão.

Portanto, vamos acompanhar neste artigo como fazer um diário de bordo do motorista e utilizá-lo na sua frota. Acompanhe!

Índice:

1- O que é diário de bordo do motorista?

2- Entenda a Lei do Motorista

3- Como funciona o diário de bordo?

4- Como fazer um diário de bordo do motorista?

5- Quais são as vantagens do diário de bordo do motorista?

6- Como a Sofit ajuda frotas com diário de bordo?

O que é diário de bordo do motorista?

No mundo da gestão de frotas, um diário de bordo é onde os motoristas de caminhão registram seu status de serviço. 

Essa não é uma mera ferramenta organizacional, mas um instrumento previsto em lei que ajuda a empresa e colaborador a estarem em cumplicidade.

No passado, os diários de bordo dos motoristas eram anteriormente registros em papel ou livros de capa dura.

Hoje, com a evolução da tecnologia, já é possível recorrer a diários de bordo mais modernos, onde o motorista pode preencher um checklist num aplicativo integrado a um sistema de gestão, por exemplo.

Entenda a Lei do Motorista

É a lei Nº 13.103, também conhecida como lei do motorista, que prevê o controle da jornada de trabalho de maneira fidedigna mediante anotação em diário de bordo

A legislação abrange motoristas de transporte rodoviário de passageiros e de cargas.

A seguir, confira os principais artigos da lei do motorista:

  • Jornada de trabalho de 8h por dia, podendo existir mais hora extra de até 4h;
  • Descansar por pelo menos 11 horas a cada 24 trabalhadas;
  • Ter acesso gratuito a programas de formação e aperfeiçoamento profissional;
  • Receber proteção do Estado contra ações criminosas que lhes sejam dirigidas no exercício da profissão;
  • Contar com serviços especializados de medicina ocupacional, prestados por entes públicos ou privados à sua escolha;
  • Não responder perante o empregador por prejuízo patrimonial decorrente da ação de terceiro;
  • Ter benefício de seguro de contratação obrigatória assegurado e custeado pelo empregador.

Como funciona o diário de bordo?

Como o próprio nome já diz, um diário de bordo funciona como um diário do motorista, onde ele registra as informações correspondentes a sua jornada de trabalho.

Ferramentas como o tacógrafo, sistema de rastreamento veicular e telemetria contribuem com a construção de um diário de bordo mais eficaz.

Isso porque essas ferramentas fornecem dados detalhados sobre o veículo em tempo real. 

Dessa forma, o gestor de frotas tem mais garantias, já que conta com um dispositivo instalado em cada veículo.

Como fazer um diário de bordo do motorista? 

O diário de bordo deve conter informações sobre 24h de trabalho do motorista. 

Dessa forma, cabe ao próprio condutor do veículo registrar informações sobre a sua jornada, quando tirou o veículo da garagem, o tempo em que está no volante, o tempo de trabalho fora da direção, pausas para descanso, entre outras coisas.

Esses dados podem variar conforme o modelo que você escolheu para a sua frota, mas geralmente abrangem:

  • Data e hora de início do dia: A hora em que o dia começa.
  • Nome do motorista: se os co-pilotos estiverem compartilhando funções, eles também devem ser listados.
  • Endereço do escritório principal: O endereço corporativo da transportadora. 
  • Cidades de partida e chegada: Observe onde cada motorista começou o dia e onde terminou.
  • Leituras do hodômetro: Alguns registros podem solicitar o registro de quilometragem diária total.
  • Número da placa ou número do caminhão/reboque. O motorista deve anotar essa informação para todos os veículos que circularam naquele dia, mesmo que tenham ocorrido alterações no veículo.
  • Informações de status do motorista: Existem quatro status de serviço: fora de serviço, dirigindo, em serviço (não dirigindo).
  • Total de horas trabalhadas para cada status de motorista: sobre o número de horas em cada status de serviço. 
  • Avarias e acidentes: Documente no momento apropriado com a cidade e indique que o incidente aconteceu.
  • Outras observações ou anotações, se necessário: dependendo do modelo de diário de bordo, isso pode não ser necessário. Algumas operadoras podem querer saber detalhes específicos sobre o dia.
  • Assinatura/Autenticação: Assine seu diário de bordo antes de enviá-lo.

Existem diversos modelos de diários de bordo. Os mais comuns são:

  • Modelo do SINTRACARP;
  • Modelo da Setcergs.

Quais são as vantagens do diário de bordo do motorista?

Como já mencionamos, o preenchimento do diário de bordo garante para a sua empresa a conformidade com as leis vigentes.

Confira a seguir outras vantagens do diário de bordo do motorista:

Aumenta a segurança

Com registros manuais ou eletrônicos ajudando os motoristas a permanecerem na lei, todos na estrada estão mais seguros. Os motoristas fazem pausas e podem descansar o suficiente para ficarem alerta e focados no trabalho, resultando em menos acidentes.

Melhora a compliance

Conformidade, segurança e responsabilidade são métricas importantes para uma frota e que os clientes podem considerar ao decidir trabalhar com você. O registro consistente por meio de um diário de bordo ajuda as empresas a atender aos requisitos de conformidade e evitar violações, ajudando a conquistar clientes maiores e mais exigentes.

Pode reduzir os custos com seguros

Estabelecer uma rotina de diário de bordo também pode te ajudar a negociar com a sua seguradora. É que, com a redução dos comportamentos de risco e com tudo devidamente  registrado, as empresas podem reduzir o valor do seguro à medida que diminuem sua responsabilidade.

Como a Sofit ajuda frotas com diário de bordo?

Parceiros da Sofit contam com um vasto volume de dados que podem ser acessados através de dashboards simples e práticos.

Além disso, com o nosso sistema de gestão de frota integrado à telemetria, você também consegue visualizar dados sobre o veículo em tempo real, como:

  • Localização em tempo real;
  • Velocidade e carga do motor;
  • Eficiência de combustível, marcha lenta e quilometragem automática;
  • Diagnósticos e códigos de falha;
  • Eventos relacionados à segurança, como frenagem brusca ou colisões.

Então, entre em contato conosco agora mesmo e descubra como otimizar a sua gestão de frotas!

O manual da política de frotas em 7 dicas + modelo grátis

A política de frotas é um documento geral que serve para definir como a frota será utilizada e manejada na empresa. Isso ajuda a evitar a indisponibilidade de veículos, além de aumentar a segurança e melhorar a gestão na totalidade.

No entanto, só porque sua empresa implementa uma política de frota por escrito não significa que os motoristas seguirão. Para isso ser possível, o processo de elaboração desse documento deve ser feito da maneira adequada, evitando os principais erros envolvidos nesse processo. 

Portanto, veja a seguir 7 dicas para montar essa política do jeito certo e baixe gratuitamente o nosso modelo!

Por que investir numa política de frotas?

Ter um documento definitivo que orienta sobre como a sua frota deve ser gerenciada é a principal finalidade de possuir uma política de frotas. 

Este contrato serve para qualquer tipo de frota, abrangendo situações como:

  • Processo de recrutamento de condutores;
  • Procedimentos para gerenciamento de acidentes e riscos;
  • Orientações para abastecimento;
  • Consequências no caso de infrações;
  • Manutenção preventiva necessária;
  • Procedimentos de reparo;
  • Regras sobre o uso pessoal dos veículos;
  • Questões ambientais, incluindo restrições de emissões;
  • Requisitos de segurança (uso de cinto de segurança e telefone celular, etc.);
  • Responsabilidades do empregador.

Mas, por que investir em uma política de  frotas é tão importante?

Uma política de frotas bem estruturada irá evitar ruídos de comunicação e colocar todos que fazem parte da operação na mesma página.

Assim, você não terá que parar para pensar e tomar uma nova decisão toda vez que um fato novo acontece. 

Pelo contrário: as decisões da gestão terão embasamento na política da frota, o que tornará o gerenciamento mais transparente e ágil.

A seguir, reunimos 7 dicas para você conduzir a polícia de frotas na sua empresa:

1. Considere os pilares da gestão de frotas

Uma boa maneira de ter um direcionamento melhor na hora de desenvolver uma política de frotas é pensar nos pilares da gestão.

Quais pontos-chave do gerenciamento da frota você deve abordar no documento?

Como política e gestão de frotas se relacionam diretamente, é importante considerar setores macro e discorrer sobre os temas que fazem parte deles.

Assim, você poderia definir, por exemplo, que controle, operação e monitoramento são os pilares da sua gestão.

Dessa forma, estabeleça as expectativas e regras para evitar confusão:

Controle

É necessário pensar em questões como consumo de combustível, tempo de operação e intervalo entre as manutenções, por exemplo.

Operação

Pense sobre como deve ser feito o uso de cada veículo por parte dos funcionários autorizados. Isso evita desvio de funções e prejuízos para a operação.

Monitoramento

Reúna todos os procedimentos relacionados com a utilização de mecanismos de rastreamento e softwares específicos para frotas.

2. Invista na transparência e no uso de regras claras

Um dos erros mais comuns na elaboração da política de frota é utilizar informações muito complexas, pouco claras ou em apenas uma plataforma. 

Em vez disso, o ideal é investir para que o documento seja transparente e direto quanto aos seus objetivos.

O próximo passo é comunicar a política de forma transparente. Para isso,  é possível dispor de diversos canais em seu favor, como cópias impressas em locais estratégicos da empresa; guia de referência para pesquisa rápida sempre que necessário; e vídeos que geram mais impacto no entendimento por parte dos funcionários.

3. Elabore a política de maneira colaborativa

Considerando que os veículos serão utilizados pelos funcionários, vale a pena contar com a participação dos colaboradores em sua elaboração. 

Se esse documento for elaborado de maneira colaborativa, há mais chances de ele ser seguido à risca e de ser altamente relevante para a atuação do negócio.

Definidas as bases dessa política, vale a pena convocar os funcionários ligados à frota para acrescentar ou modificar pontos relevantes.

Além disso, você também deve consultar departamentos internos como RH e Finanças para criar as diretrizes para a política de frota. 

Esses departamentos podem ter sugestões úteis e setorizadas, relacionadas ao uso do telefone celular, violações de trânsito e diretrizes de segurança, por exemplo.

Isso permitirá ter mais consistência na linguagem da política de frota, pois os especialistas no assunto podem afetar as diretrizes que se aplicam especificamente ao seu cargo ou departamento.

4. Realize a divulgação adequada da política de frotas

Não importa quão boas sejam as políticas e procedimentos de sua frota: eles não serão eficazes a menos que você consiga implementá-los adequadamente.

Para isso ser possível, é fundamental garantir o máximo de divulgação sobre o documento.

Portanto, decida sobre o melhor método para distribuir a política de frota:

  • Será impressa? 
  • Estará disponível na rede interna da sua empresa? 
  • Os condutores irão receber em PDF por e-mail? 

Além disso, também é importante trabalhar com os chefes de departamento para desenvolver uma maneira de reconhecer que os funcionários receberam, leram e assimilaram a política. 

Isso pode significar incluir um formulário para eles assinarem e devolverem ao seu supervisor.

TELEMETRIA VEICULAR: O QUE É E VANTAGENS NA GESTÃO DE FROTA

5. Atualize a política constantemente

Uma vez que essa política é elaborada, é importante ter em mente que ela não é um documento definitivo. Isso significa que não é porque a política é considerada adequada hoje que ela vai sempre permanecer relevante.

Novas necessidades podem surgir a qualquer momento. Por isso, é fundamental atualizar essa política de maneira constante. Se o tamanho ou a utilização da frota mudar, por exemplo, essas transformações devem ser refletidas em atualizações da política.

Depois de realizar as mudanças, não se esqueça de garantir novamente a comunicação para que todos fiquem cientes.

6. Defina métricas relacionadas à operação de frota

As métricas podem ajudar você a comprovar que a política de frotas é uma aliada e não mais um amontoado de regras que engessam a operação.

É por isso que definir indicadores relacionados com a operação é tão importante. 

Com métricas alinhadas ao objetivo da operação, os condutores terão mais facilidade para bater as metas e compreender como os seus esforços impactam nos resultados gerais.

7. Crie metas e planeje bonificações aos motoristas

Outro ponto importante para a sua política de frotas é definir metas e planejar um sistema de bonificações para os condutores com melhor desempenho.

Para isso, primeiro é importante que o processo de comunicação seja eficiente. Afinal, para bater as metas, todos precisam estar cientes sobre a sua política de frotas.

Em seguida, estabeleça metas, prazos e bonificações para os motoristas mais engajados. 

Tudo isso, aliado com as outras ações descritas neste artigo ajudarão você a implementar uma polícia de frota funcional.

Coloque a sua política de frota em prática!

Ao colocar essas dicas em prática é possível montar uma política de frotas relevante, clara e capaz de ajudar a gestão a se tornar mais adequada.

Esse procedimento não traz apenas estrutura para a forma como você gerencia sua frota e trata seus veículos, como também serve de guia para seus motoristas consultarem quando tiverem uma pergunta que não possam responder. 

Essas dicas podem garantir que sua política de frota seja a mais abrangente possível e permita que seus condutores tenham mais conhecimento sobre como devem tratar seus veículos.

Agora que você já possui a orientação necessária para elaborar a sua política de frotas, coloque em prática o nosso modelo gratuito de política de frotas! 

Programa de Incentivo para Motoristas: como implantar e garantir a adesão dos colaboradores?

A sua empresa tem um programa de incentivo para motoristas? Essa é uma medida necessária para motivar os condutores da sua frota e manter os níveis de produtividade.

Quando bem conduzido, um programa de incentivo para motoristas auxilia na redução de gastos com combustível, reduz acidentes e multas, além dos gastos com manutenção dos veículos.

Apesar de todos os benefícios, algumas empresas de frota ainda seguem regimes baseados em advertências e sem considerar o fator humano. 

Portanto, no artigo de hoje, vamos mostrar a importância de implantar um programa de incentivo para motoristas e garantir a adesão dos seus colaboradores.

Vamos lá?

O que é um programa de incentivo para motoristas?

Essencialmente, um programa de incentivo para motoristas é uma maneira de reforçar positivamente comportamentos de direção seguros e produtivos através de recompensas e reconhecimento. 

Os melhores programas de incentivo à segurança são sistemas meritocráticos imparciais que ajudam os gestores a desenvolver melhores relacionamentos com seus motoristas.

Estes são alguns dos maiores benefícios:

  • Redução de acidentes e multas;
  • Custos operacionais reduzidos;
  • Maior produtividade para motoristas e veículos;
  • Melhoria na motivação dos colaboradores;
  • Aumento da retenção do motorista.

Como a tecnologia contribui para a criação de um ranking de motoristas mais justo?

Os programas de incentivo para motoristas fornecem a solução perfeita para motivar os seus colaboradores e manter todos engajados para o cumprimento dos objetivos da sua frota. 

Mas como os gestores de frota podem avaliar o desempenho dos condutores?

Decidir quais comportamentos incentivar e como rastreá-los são preocupações frequentes para os gerentes de frota.

O uso de dados, obtidos por telemetria e através de um sistema de gestão de frotas com recursos para ranking de motoristas é uma das maneiras mais simples de obter informações sobre o desempenho dos seus colaboradores. 

O benefício de usar dados telemáticos é que os dados do veículo são registrados automaticamente. 

Isso elimina qualquer erro humano e reduz um tempo considerável para a construção de um ranking, por exemplo.

Como implantar um programa de incentivo para motoristas?

Embora medir o desempenho dos seus motoristas de forma justa pareça uma tarefa um tanto quanto complicada,  com o apoio da tecnologia é possível ter acesso aos dados necessários para fazer o programa funcionar.

Conheça os seus motoristas e convide-os para participar do processo

De nada adianta utilizar um programa de incentivo genérico e que não cabe para a realidade da sua empresa.

Além de dificultar a adesão dos motoristas, alguns indicadores podem não ser adequados ou, simplesmente, impossíveis de cumprir, a depender da realidade da sua frota.

Por isso, é interessante conhecer os motoristas, seus objetivos e dificuldades para elaborar um programa personalizado e que ganhe a simpatia de todos os colaboradores.

Qual o objetivo da ação?

Antes de implantar um programa de incentivo para motoristas, reserve um tempo para pensar nos objetivos gerais da ação.

Qual a situação atual da gestão da sua frota e o que você pretende atingir ao ganhar a adesão dos motoristas ao programa?

Com objetivos claros, é mais fácil determinar os indicadores e o sistema de pontuações do programa.

Da mesma forma, todos entenderão os motivos por trás da ação proposta pela empresa. 

Isso, somado aos incentivos adequados pode fazer total diferença para a adesão e sucesso do seu programa.

Defina os indicadores

Os indicadores de um programa de incentivo de motoristas devem colaborar para conquistar os objetivos da ação. 

Dessa forma, se você estipulou a redução de 20% dos gastos com combustível alguns indicadores possíveis seriam:

  • Não ficar com o veículo parado com motor ligado;
  • Abastecer somente em postos parceiros;
  • Seguir o plano de rota;
  • Não utilizar o veículo fora do horário e local permitido.

Para um programa de incentivo funcionar, é necessário gerar um ranking de motoristas a partir do cumprimento dos indicadores. 

Por isso, o programa deve ser “gamificado”, ou seja, cada indicador alcançado durante o período de contagem deve valer uma quantidade de pontos. Por exemplo:

  • Sem atrasos (30 pontos);
  • Feedbacks positivos dos clientes (10 pontos);
  • Não tomar multas de trânsito (20 pontos).

Quais os tipos de premiação possíveis?

As premiações são fundamentais para um programa de incentivo. Elas devem ser úteis e relevantes para os condutores, afinal, eles precisam aderir ao programa.

Dessa forma, é possível pensar em premiações físicas, como cartões presentes, ingressos para o cinema e reservas em hotéis e até em dinheiro e folgas, por exemplo. 

É importante atualizar as premiações e verificar se elas valem os esforços para atingir os objetivos estipulados. Também não é interessante punir os motoristas que não conseguiram boas posições no ranking, e sim, investigar os motivos, caso eles sejam recorrentes.

Lembre-se de fazer tudo baseado na legislação. 

Indo além da premiação

Um programa de incentivo para motoristas fornece uma amplitude de dados que podem ser analisados para tomar decisões em prol da sua frota.

Assim, a partir das informações geradas é possível agendar treinamentos referentes aos indicadores que precisam ser melhorados.

Além disso, o gestor de frotas também consegue avaliar o desempenho dos motoristas individualmente e trabalhar com grupos para direcionar outras ações de capacitação e orientação, por exemplo.

Deixe que todos conheçam os melhores motoristas

Para muitas pessoas, bônus em dinheiro e prêmios físicos não são a recompensa mais valiosa por suas conquistas. 

Um feedback positivo e reconhecimento público podem ser um motivador muito mais importante. 

Portanto, certifique-se de que seu plano de incentivo inclua um forte programa de reconhecimento de motoristas.

Aqui estão algumas ideias:

  • Certificados de prêmio de melhor motorista;
  • Um quadro de ranking público para acompanhar o desempenho individual ou da equipe;
  • Almoços mensais apenas para convidados com a liderança.

Assim, tenha em mente que o reconhecimento é mais impactante quando é entregue prontamente. 

Ou seja, quanto mais tempo levar para os gerentes reconhecerem os motoristas, menos provável será que os motoristas vejam seus elogios como significativos.

Conte com a Sofit para implantar o seu programa de incentivo para motoristas

Os motoristas querem saber se o seu gestor reconhece um bom trabalho e se preocupa com o bem-estar de cada colaborador na operação. 

Por isso, um programa de incentivo bem projetado não apenas reforça a cultura da sua empresa, mas também cria um ambiente positivo no qual os motoristas sentem que seus esforços de melhoria são realmente apreciados. 

Tudo isso contribui para um time mais engajado e produtivo!

Portanto, antes de configurar um programa, pesquise exemplos adequados e conte com a tecnologia certa para avaliar os índices de forma idônea.

Comportamentos de risco dos motoristas: como evitar?

O comportamentos de risco dos motoristas é imensamente importante. O Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking mundial de mortes no trânsito. À primeira vista, seria fácil associar essa triste marca a fatores como as condições das estradas e dos veículos.  Mas a grande maioria dos acidentes tem outro motivo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS 90% dos acidentes são causados por falha humana. 

Dito isso, não é difícil antecipar que as principais vítimas dos acidentes fatais em rodovias são os motoristas profissionais, principalmente condutores de veículos pesados. É aí que está a maior missão de um gestor de frota: trabalhar pela segurança de cada motorista. E isso quer dizer, diminuir drasticamente os comportamentos de risco de motoristas. 

Como atuar pela segurança no trânsito

E quando sabemos que grande parte das falhas costumam ser consequências de comportamentos de risco de motoristas, já temos o objetivo a ser alcançado: a direção segura.

Entre os principais comportamentos de risco, podemos destacar: 

  • Excesso de velocidade;
  • Acelerações e frenagens bruscas;
  • Excesso de velocidade nas curvas;
  • Desatenção;
  • Ignorar sinais de fadiga; e
  • Inobservância das leis de trânsito.

Como promover a direção segura numa frota

Assim como quaisquer hábitos, os comportamentos de risco dos motoristas demandam certo esforço para serem deixados para trás. É necessária uma abordagem mais profunda do que simplesmente ensinar as boas práticas de direção segura. 

O gestor de frota deve ter em mente também que aspectos emocionais e de saúde do condutor podem entrar nessa equação. Tudo isso demanda uma abordagem mais complexa.

Nesse sentido, é preciso lançar mão de uma estratégia pedagógica que leve em consideração três importantes pilares para diminuir os comportamentos de risco entre os motoristas de uma frota.   

  • Sistema para gestão de frota e Telemetria
  • Gestão de pessoas; e
  • Treinamento.

Cada um desses pilares exerce papel preponderante na implantação de uma cultura de direção segura na frota. E quando aplicados em conjunto com a tecnologia, de forma inteligente, podem trazer resultados surpreendentes. Vamos tratar a seguir de cada um deles: 

Pilar 1: Sistema para Gestão de Frota e Telemetria

Quando queremos prevenir acidentes é uma boa ideia buscar identificar suas principais causas. É aí que entra um Sistema para Gestão de Frota juntamente com a  telemetria.  Com o conjunto dessas ferramentas, o gestor de frota tem acesso a indicadores valiosos para a elaboração de uma estratégia preventiva em prol da direção segura. Por isso, a análise dos indicadores deve ser vista como o pilar inicial para a prevenção de acidentes. 

Afinal, esses dados demonstram em tempo real a conduta dos motoristas de uma frota. Com isso, o gestor de frota pode implementar com agilidade ações corretivas para aqueles condutores mais propensos a acidentes. 

Esse monitoramento pode ser ainda mais completo quando combinado a tecnologias como: análise de multas e infrações, ranking de motoristas, o videomonitoramento embarcado e o sensor de fadiga. Essas soluções permitem o acompanhamento de sinais de distração, uso do celular na direção, ultrapassagens arriscadas, cintos de segurança não afivelados, entre outros. 

Identificado o problema, vamos para a tratativa e parte da solução: a gestão de pessoas.

Pilar 2: Gestão de pessoas no comportamento de risco dos motoristas

Vimos acima que a telemetria deve ser o pilar inicial para a implantação de uma cultura de segurança numa frota. É a partir dela que o gestor de frota pode identificar comportamentos de risco dos motoristas que precisam passar por uma reciclagem antes que causem um acidente. No pilar gestão de pessoas é a hora de tomar providências. 

Neste momento, cabe ao gestor agir com transparência e dar feedback ao condutor para que ele tenha ciência de que melhorias são necessárias em sua atuação. É importante deixar claro que a responsabilidade por essas melhorias é – principalmente – do condutor. 

Veja a seguir os 4 passos do feedback construtivo ao motorista de frota: 

  • Mostre ao condutor os eventos registrados pelo Sistema de Gestão de Frota e telemetria. Converse sobre os riscos que eles representam para a operação e, sobretudo, para ele mesmo;
  • Não seja crítico e deixe claro que as mudanças necessárias estão nas mãos dele, basta querer;
  • O feedback deve ser um diálogo. O gestor de frota deve dar ao motorista a chance de explicar o motivo de determinado desvio. Entretanto a gravidade da situação deve ser explicada pelo gestor, bem como, a postura esperada dali em diante; 
  • Termine propondo uma parceria, um compromisso do condutor em mudar os comportamentos de risco apontados no feedback. Ofereça apoio.

Timing para analisar os comportamentos de risco dos motoristas

Além de ser muito importante o feedback assertivo para cada condutor, é bom ficar atento ao timing, ou seja, estar pronto para atuar na hora certa. Para isso, pode-se contar com a telemetria. 

Alguns sistemas enviam alertas em tempo real – para os condutores e os gestores de frota – quando há desvios de conduta. Assim de um lado o gestor pode orientar e do outro o condutor tem ciência do que deve ser feito no momento do desvio.

Quando um condutor tem acesso a dados sobre seu próprio desempenho ele tende a perceber a importância de um treinamento. A partir disso o engajamento se torna genuíno e o melhor desempenho será um caminho natural. O condutor passa a reduzir comportamentos de risco e, consequentemente, as chances de causar um acidente.  

Se a tecnologia e a gestão de pessoas em conjunto podem ser transformadoras para a operação de uma frota, é preciso saber tirar o melhor proveito dessa dobradinha. 

Condutores capacitados são mais aptos a lidar melhor com as situações adversas, pois assimilaram informações importantes de prevenção. Isso para não falar de outras vantagens da direção segura, como a redução de custos com manutenção e combustível. 

Sua frota já conta com recursos tecnológicos e a cultura da empresa já prima pela direção segura? Então chegou a hora de tratar do nosso terceiro pilar na gestão de frota: o treinamento. Afinal, é fundamental preparar sua equipe para saber utilizar tantos recursos com eficiência. 

Pilar 3: Treinamento para condutores

Já falamos que são os relatórios de comportamentos de risco dos motoristas que darão ao gestor de frota elementos para determinar qual tipo de treinamento para motoristas é necessário para promover mudanças de comportamento em cada condutor.

As análises dos indicadores obtidos pela telemetria aliadas à teoria da pirâmide de DuPont, revelam fatores determinantes para a criação de uma cultura de segurança na frota com o propósito de prevenção de acidentes.

Vale lembrar: A Pirâmide de DuPont propõe a seguinte proporção: 1-30-300-3000-30000. Ou seja, para a ocorrência de 1 fatalidade, teria havido anteriormente 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3000 incidentes e 30.000 desvios. Isso quer dizer que quando há aumento na quantidade de desvios e incidentes, infelizmente, pode-se esperar um acidente.

Da teoria à prática: o case Comgás

Um dos aspectos mais importantes desse case é que as avaliações do treinamento ocorrem durante todo o processo. Isso permite que seja observada a evolução das competências de cada condutor. Desta forma, podem-se ajustar as estratégias de acordo com as necessidades. 

Além do treinamento, outro ponto importante é que, por meio do monitoramento contínuo, as boas práticas devem ser reconhecidas e motivadas sempre que possível. 

O reconhecimento pela boa conduta é tão importante quanto a tratativa dos desvios. Esse é o melhor caminho para a implantação de uma cultura de segurança da qual trataremos a seguir.

A cultura de segurança para prevenir comportamentos de risco dos motoristas 

Vimos que os três pilares para a prevenção de comportamentos de risco podem ser fundamentais para a prevenção de acidentes. Entretanto, a implementação da cultura de segurança numa frota envolve diversos agentes dentro da operação. 

Por isso, é preciso haver clareza e sintonia de toda a equipe em relação a esse objetivo. Trata-se de um trabalho conjunto entre o gestor de frota, a equipe de gestão de pessoas e – claro – os condutores da frota.

Uma das formas mais comuns de conseguir o engajamento por parte dos condutores são os programas de incentivo. Eles são baseados em indicadores de performance que podem premiar os condutores que se destacam. 

Programas de reconhecimento e premiações aos condutores que apresentam os melhores indicadores de segurança no trânsito já são comuns em grandes empresas. A ideia é imprimir uma cultura de segurança na qual todos os condutores tenham a aspiração de serem reconhecidos pelo bom desempenho. 

Seja qual for o desafio da sua frota, com inteligência e estratégia, sempre haverá um caminho até a conquista dos seus objetivos. Então é hora de analisar os indicadores, definir as mudanças desejadas e mãos à obra!

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