Posts

Acidentes, problemas com peças e o mau uso dos veículos acarretam a necessidade da manutenção corretiva.

Entretanto, como o próprio nome sugere, a manutenção corretiva acontece para corrigir uma falha – que, muitas vezes, poderia ser evitada. 

Afinal, é possível evitar prejuízos para a sua empresa através de uma política de redução de danos.

Mas quando a manutenção corretiva é inevitável? O que pode ser feito para amortizar os seus custos? 

Aqui no blog da Sofit, já tratamos sobre os diferentes tipos de manutenção (como a preventiva, preditiva). Hoje vamos focar na manutenção corretiva, explicando o conceito, dando detalhes e mostrando como ela pode ajudar ou não sua gestão de frotas.  

Acompanhe e leitura!

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é um reparo emergencial que tem como finalidade a reparação de um ativo, no caso da gestão de frotas, de um veículo.

Através deste tipo de manutenção, os mecânicos substituem peças ou componentes que se desgastaram, falharam e/ou que levaram a máquina/motor a não funcionar corretamente, seja por falha ou pane em um ou mais elementos.

Normalmente, os reparos são feitos sem planejamento, e em caráter emergencial, porque houve falha na manutenção preventiva ou na preditiva, ou simplesmente porque não foi possível prever os defeitos.

Por este motivo, a manutenção preventiva consiste num custo variável – o que representa uma imensa oportunidade de redução de custos.

Trazendo para a área de gestão de frotas, a manutenção corretiva acontece depois que algum equipamento automotivo ou peça do sistema veicular quebrou, falhou ou apresentou avarias.

Por que a manutenção corretiva custa mais para a sua frota?

De todos os tipos de manutenção, a corretiva é a mais onerosa para a empresa, porque está geralmente atrelada a altos custos de mão de obra e pode deixar o carro fora de operação por mais tempo do que ocorreria com as outras manutenções.

Ou seja, dependendo do tamanho da frota e da organização da sua empresa, os veículos parados podem proporcionar prejuízos consideráveis. 

Isso porque, devido à interrupção dos serviços, atrasos em entregas, o não cumprimento de prazos e até a perda de clientes pouco satisfeitos com tal situação.

Assim, este quadro pode até mesmo prejudicar a imagem e credibilidade da sua empresa no mercado, já que quando o seu cliente fica insatisfeito, ele pode fazer propaganda negativa, além de não voltar a contar com os seus serviços.

O que pode levar a uma manutenção corretiva?

Uma série de problemas que podem ocasionar danos e falhas ao automóvel e exigir a manutenção corretiva. Os mais comuns são:

  • Problemas de bateria;
  • Falhas nos freios;
  • Alta temperatura nos motores;
  • Pneus carecas;
  • Amortecedores e molas danificados;
  • Falha de balanceamento;
  • Consumo excessivo de combustível;
  • Marchas arranhando;

Estes problemas podem ser acarretados pelos mais diversos motivos, como:

  • Bicos injetores sujos ou entupidos;
  • Excesso de carga;
  • Tanque de combustível com sujeira;
  • Desregulação do pedal;
  • Uso indevido de embreagem;
  • Sincronizador gasto;
  • Não calibração dos pneus;
  • Óleo sujo.

Vamos usar uma analogia para destacar a importância da boa manutenção?

Então, imagine que o automóvel de sua frota é um avião. Pense no transtorno que causaria ao piloto saber que acabaram os freios da aeronave na hora da aterrissagem. Angustiante só de pensar, não é?

A verdade é que nem sempre você vai perceber o impacto que um problema no carro pode acarretar, mas vale lembrar que um simples defeito pode ocasionar acidentes graves com vítimas.

Você não quer vivenciar um acidente que pode tirar a vida de pessoas, levar a sua empresa multas ou à falência, responder ações judiciais e ainda ter um prejuízo de marca irrecuperável, não é? 

Por isso é bom se atentar e nunca negligenciar as manutenções recomendadas à sua frota.

É melhor prevenir, sempre

Antigamente, os carros eram fabricados com carburadores e platinados, e os reparos dos mesmos eram feitos a cada 5000 quilômetros, no máximo. 

Portanto, considerando isso, podemos entender por que era feita uma melhor manutenção.

A cada visita ao mecânico para fazer alguma regulagem do ponto ou desentupir o carburador, acabava-se fazendo também uma pequena manutenção preditiva. 

Assim, para você entender melhor, o profissional regulava o ponto do carro, mas notava que a correia do alternador estava desfiada e que a pastilha de freio está gasta e o nível de óleo de freio está baixo.

Dessa forma, as correções poderiam ser feitas ali mesmo naquele momento.

A questão dos veículos atuais

Atualmente, os veículos com injeção eletrônica, quando cuidados corretamente, raramente precisam de manutenção corretiva. 

A injeção eletrônica faz com que o carro não perca marcha lenta, não fique sem força e não custe ligar pela manhã. 

Esses são sintomas comuns em veículos com carburadores que já rodaram 5000 quilômetros.

Devido à ausência desses sintomas nos carros modernos, a manutenção se tornou cara, pois quando o automóvel chega finalmente à oficina para uma manutenção corretiva, é porque já apresenta um péssimo estado de conservação, com vários grandes defeitos.

Como conduzir um processo de manutenção corretiva de forma estratégica?

Como gestor de frotas e responsável pelo gerenciamento dos processos de manutenção, você deve compreender a manutenção corretiva não como uma regra, mas como 

Apesar de ser compreendida como um tipo de manutenção não planejada, aqui estão algumas considerações ao fazer um plano para manutenções corretivas:

  • Defina prioridades: Traçar uma hierarquia de problemas de manutenção corretiva, dos mais até os menos comuns, é o primeiro passo.
  • Crie uma estratégia para cada status de prioridade: Tenha um plano em vigor para cada nível de prioridade para delegar melhor os cronogramas de manutenção e ordens de serviço para minimizar o tempo de inatividade
  • Recorra ao histórico de manutenções: os dados do histórico de serviço podem ser uma ótima ferramenta para otimizar o seu processo de manutenção corretiva.
  • Dialogue com os motoristas: Certifique-se de que os motoristas sejam capazes de se comunicar em tempo real quando surgir um problema para que a manutenção corretiva seja solicitada em tempo hábil.

Então…

Em resumo, a manutenção corretiva é aquela em que não fazemos uma manutenção prévia das diversas peças e componentes. 

Ela é feita após esperarmos simplesmente que algo quebre para providenciar os reparos.

Esse serviço se aplica a todas as peças do carro que não podem ser revistas facilmente, como alternador, injeção, a BSI; e até aquelas que apresentam um custo muito baixo, como uma lâmpada ou fusível.

Se você fosse destacar uma possível vantagem da manutenção corretiva seria: não requer tempo de dedicação para manutenção. 

Entretanto, isso pode se tornar uma tremenda desvantagem, pois o rompimento de uma peça implica o dano de muitas outras.

Ou seja, manutenção corretiva e economia não combinam muito. 

O ideal então é que a prevenção e predição sejam incluídas em seu processo de gestão de frotas. 

Logo, todas as inspeções de funcionamento, reparos, ajustes, lubrificação, limpeza, entre outras, devem ser feitas periodicamente, conforme um plano mensal, trimestral ou semestral.

Dessa forma, a incidência de manutenção corretiva deverá reduzir de forma  significativa na sua frota.

Veículos compartilhados, frotas 100% verdes, lavagem ecológica e o investimento em fluidos anti-poluentes como o ARLA 32 são algumas das ações realizadas pelos gestores de frota para reduzir a emissão de poluentes e também para otimizar gastos.

Se engana quem pensa que o ecológico é mais caro. Pelo contrário, a economia, seja em termos de dinheiro, seja em ganhos para o planeta, é muito maior.

Neste artigo vamos te apresentar informações sobre o ARLA 32, substância obrigatória para frotas de caminhões e ônibus. O que é, quem deve utilizar e quais são as consequências de não usar este fluido nos seus veículos? 

O que é o ARLA 32?

Se você nunca ouviu falar, ARLA é um produto químico cuja abreviação vem de Agente Redutor Líquido de óxidos de nitrogênio (NOx) Automotivo. 

O número 32 refere-se ao nível de concentração da solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada. 

Na prática, o ARLA 32 é uma solução líquida para veículos que possuem o sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR). Sua ação auxilia na redução da emissão de poluentes provenientes da queima do óleo diesel.

É importante esclarecer que o produto não é um tampouco um combustível: trata-se de um líquido que é injetado no catalisador do veículo e causa uma reação química.

Até pouco tempo, apenas ônibus e caminhões utilizavam o produto, mas recentemente a Jeep lançou o modelo SUV Compass com uma versão 2.0 turbo diesel com injeção de ARLA 32. Em locais como o oeste do continente europeu, o produto já é velho conhecido dos motoristas.

Qual a composição do ARLA 32?

Em sua composição, há 32,5% de ureia de alta pureza, também chamada de ureia técnica. 

Ela é a responsável pela reação química que acontece dentro de um catalisador e torna o uso tão importante para os caminhões de sua frota.

E não se esqueça de ficar atento aos golpes: em condições normais de armazenamento, o ARLA 32 não possui cor nem cheiro. 

Para que serve e quais as vantagens de utilizá-lo?

Com certeza o principal motivo para o uso do produto é a redução da emissão de agentes nocivos ao meio ambiente. Há anos o uso do componente é obrigatório no Brasil. Em outros lugares isso já é realidade até mesmo antes.

Mais eficiente do que qualquer outra tecnologia semelhante, ele age convertendo as partículas de óxido de nitrogênio (NOx) em nitrogênio e água.

Essa reação reduz em até 98% as emissões de óxido de nitrogênio, que além de altamente poluente, são nocivas à saúde e responsável por diversos males de respiração.

E não menos importante, o produto ainda promove a economia de combustível, fazendo compensar ainda mais o investimento no produto que custa por volta de R$100,00 um recipiente com 20 litros.

Um ponto relevante é a necessidade de apenas adquirir o produto de revendedores autorizados, que possuam selo do INMETRO e sigam a norma estabelecida pelo ISO 22241 para veículos com motores a diesel.

Como usar o ARLA 32 no caminhão?

É importante saber que a sua utilização é obrigatória no Brasil desde 2012, ano em que veículos pesados como caminhões e ônibus passaram a ser produzidos de fábrica com a tecnologia SRC (Solução Catalítica Seletiva).

A exigência foi estabelecida pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), que instituiu limites no controle de emissões de veículos. A partir disso, a indústria automobilística e o setor de combustíveis passaram por grandes adequações.

Também vale ressaltar que o produto não pode ser adicionado diretamente no tanque de combustível. Existe um recipiente, geralmente ao lado da entrada do tanque, onde deve-se adicionar o produto. O resto é feito internamente no veículo.

Qual proporção utilizar?

A quantidade da solução que deve ser usada nos veículos pesados é bem inferior à quantidade de combustível. Em média, 5% do volume de diesel é o suficiente. Ou seja, para cada 20 litros de diesel, 1 litro de ARLA 32.

O sistema SCR

Nos veículos com sistema SCR existe um tanque específico para o ARLA 32, que não deve ser misturado ao óleo diesel. Esse reservatório geralmente fica ao lado do tanque de combustível. Basta reabastecer a solução quando o indicador no painel do veículo apontar a necessidade.

Quando reabastecer?

Os veículos que possuem SCR têm um sistema de sensores que medem a qualidade das emissões de gases do veículo e também alertam ao motorista o nível de ARLA 32 no tanque. 

Quando o produto acaba no tanque o sistema avisa no painel do veículo que o motorista tem até 48 horas para abastecer o reservatório de ARLA 32. Caso contrário, o veículo perderá potência até um limite de 40%.

Um ponto de atenção aos condutores é que a não utilização do produto configura infração de trânsito grave, prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT), com previsão de retenção do veículo, além de multa de R$ 195,23. 

O ARLA 32 oferece riscos?

De forma alguma. O componente não oferece riscos, pois não é inflamável nem explosivo. Se houver contato com as mãos ou outras partes do corpo, é necessário apenas lavar o local com água corrente.

Ele também não provoca nenhum tipo de desgaste ao veículo se utilizado de forma correta. Ou seja, o único ponto negativo é apenas o custo do produto, mas que em termos de custo benefício é muito vantajoso.

Onde comprar o ARLA 32?

Antes de tudo, é essencial comprar o ARLA 32 de um revendedor autorizado e de confiança. Soluções de baixa qualidade certamente não terão o mesmo desempenho de um produto original e poderão danificar o catalisador do seu sistema SCR e acabar deixando seu caminhão parado. 

Vez ou outra, alguma grande apreensão de produtos falsos é feita pela polícia, por isso é importante observar parâmetros como:

  • Preço compatível ao mercado;
  • Produto sem cheiro ou cor;
  • Embalagens com selo do INMETRO e identificadas.

Portanto, compre apenas se o produto possuir o selo e for produzido de acordo com a norma ISO 22241.

Você pode encontrar o ARLA 32 em distribuidores e postos de combustíveis. Também é possível negociar com as distribuidoras a entrega de grandes quantidades e garantir o estoque para atender toda sua frota por valores mais baixos. 

Como acompanhar o nível de ARLA 32 nos caminhões?

Acompanhar o nível de ARLA 32 não é mais difícil do que monitorar o nível de óleo do motor. O componente apresenta prazo de validade entre 6 e 12 meses quando armazenado em condições adequadas. 

Por isso, principalmente no caso de grandes frotas, é importante ter um controle prático da disposição do produto nos veículos. Uma indicação é uma planilha simples com data de aplicação, data de revisão e previsão de troca. É mais uma maneira de garantir que tudo vai correr nos conformes e sem preocupações posteriores.  

Como armazenar o ARLA 32?

Antes de tudo, entenda que você não deve misturar o fluido com nenhum outro componente, nem mesmo com água. Isso pode causar problemas como a perda de potência nos seus veículos. 

A exposição à luz solar também deve ser evitada, assim como o calor e o frio excessivo, pois há risco de cristalização e hidrólise.

Dessa forma, o componente deve ser mantido em temperaturas médias controladas de 11° à 35ºC, ou seja, no clima médio da maioria dos locais do país. 

Evite lugares muito quentes, pois isso pode reduzir significativamente o prazo de validade.

Tudo pelo bem do meio ambiente!

Dependemos de veículos movidos a diesel – sejam caminhões, trens ou barcos – para transportar nossos produtos e até nós mesmos ao redor do mundo. 

Apesar de não ser o combustível mais ecológico disponível, o mundo não vai abandonar o diesel tão cedo. Embora possa não ser uma ótima solução a longo prazo para o planeta, a tecnologia SCR ajuda bastante no controle de danos causados pelo diesel. 

Isso significa que até estarmos prontos para abandonar completamente a combustão interna, devemos manter o uso de produtos como o ARLA 32, que reduzem emissões e problemas acarretados. O meio ambiente agradece.

Gostou das nossas informações sobre o ARLA 32 e seus benefícios? Aproveite para conhecer nossas dicas para reduzir o consumo de combustível dos seus veículos!

O seu custo de manutenção de frota está alto? Que impacto isso representa para as despesas com seus veículos no final do mês?

Embora seja necessário para evitar acidentes e manter a produtividade da sua operação, a manutenção representa um custo variável que pode oscilar bastante. Entretanto, pode sofrer uma redução significativa caso uma política de redução seja implantada.

Mas, afinal, com o controle de custos sempre em foco, como os gerentes de frota podem reduzir ainda mais os seus gastos com manutenção?

Qual é a importância da manutenção de frota?

É importante compreender que a abrangência da manutenção da frota vai além de correções quando tem algo errado no veículo.

É um procedimento que envolve conferências e reparos programados, pois é preciso realizar esforços para mantê-los funcionando perfeitamente na estrada.

Quando bem realizado, o gerenciamento de manutenção impacta diretamente no desempenho da operação, aumenta a produtividade e reduz custos de transporte.

Confira outros benefícios da manutenção da frota:

  • Atrasa o tempo de depreciação do veículo;
  • Diminui a incidência de reparos não programados;
  • Reduz a ocorrência de acidentes pela falta de manutenções periódicas;
  • Reduz as chances de ter uma frota ociosa e proporciona veículos mais disponíveis para circulação.

Quais são os tipos de manutenção de frota?

Existem basicamente 3 tipos de manutenção para a gestão de frotas: preventiva, corretiva e preditiva. 

Manutenção preventiva

O processo de manutenção preventiva é o mais comum no dia a dia das empresas é fundamental para a saúde de uma frota.

Ela compreende as manutenções programadas, de modo a evitar o máximo possível que os veículos saiam de circulação.

Geralmente, o intervalo e frequência das manutenções é estipulado segundo os dados das montadoras, mas é possível recorrer à tecnologia e dados contextualizados sobre a sua frota, como veremos adiante.

Manutenção corretiva

Este é o tipo de manutenção mais oneroso para a gestão de frotas. 

Isso porque a manutenção corretiva representa um custo não planejado e geralmente retira o veículo de circulação até que o problema seja resolvido. 

Apesar de não ser possível evitar as manutenções corretivas completamente, é possível amortizar os custos e reduzir a sua incidência através do investimento em outros tipos de manutenção.

Manutenção preditiva

Por fim, a manutenção preditiva, um processo proativo orientado por dados coletados a partir de tecnologias aplicadas aos veículos. 

Nesse tipo de manutenção, você pode analisar a condição de cada veículo e prever quando a manutenção deve ser realizada.

Além disso, através de recursos como machine learning e mineração de dados, a manutenção preditiva permite que a sua gestão crie um banco próprio de dados que trazem mais exatidão e previsibilidade para a sua gestão de manutenção.  

Planilha grátis - Planilha de controle de manutenção

Como fazer manutenção de frota com foco na redução de custos

Agora que você sabe os tipos de manutenção que não podem faltar na sua gestão, vamos saber como você pode colocá-las em prática na sua empresa.

Analise os dados da sua gestão de manutenção

Com tantas outras coisas para conciliar, muitas empresas com frotas não têm tempo, recursos ou infraestrutura para analisar os dados desse setor.

Paralelo a isso, existem gestores de frota que mantém os dados (muitas vezes sem sentido) em uma planilha na qual raramente fazem alterações e rastreiam as informações preenchidas.

Cenários como esses podem mudar quando você trabalha com um software de gestão capaz de realizar todo o gerenciamento da manutenção.

Dessa forma, você verá como os números podem ser valiosos para seus resultados financeiros. A coleta, armazenamento e a análise de dados geram um benchmarking (avaliação comparativa) e oferecem uma ideia melhor sobre a vida útil de cada veículo.

Além disso, você pode interpretar esses dados em insights acionáveis.

Use a tecnologia a seu favor

Um software de manutenção da frota é uma ferramenta muito valiosa e útil para ajudar a manter os custos de manutenção de frota os mais baixos possíveis. 

Com ele, é possível ter uma visão holística da sua rotina, com recursos que vão desde enviar ordens de serviço até cadastrar programas de manutenção.

Além disso, é possível ter visibilidade em todos os aspectos até encontrar oportunidades para reduzir custos operacionais.

Com o sistema da Sofit, por exemplo, você consegue economizar, ganhando tempo e evitando desperdícios de ativos em todos os tipos de manutenção.

Veja como:

– Na Manutenção Preventiva

Através da criação de planos de manutenção preventiva, o sistema emite alertas quando o prazo para execução está se aproximando e abre automaticamente as ordens de serviço para serem executadas. 

Assim, quando realizadas no prazo, você evita a quebra ou desgaste de outros sistemas e traz mais economia para a sua empresa.

– Na Manutenção Corretiva por Uso ou Desgaste

Por meio do sistema, é possível controlar todos os itens que estão sendo trocados nas manutenções corretivas por uso ou desgaste.

Além disso, você também consegue analisar com que frequência determinada peça está sendo substituída e comparar manutenções corretivas entre condutores para mapear o perfil de condução de cada um.

Por exemplo: quando dois condutores fazem a mesma rota e um deles tem maior desgaste de combustível, é possível analisar o perfil de cada motorista através dos dados captados.

É possível ainda exercer garantia de peças trocadas, evitando gastos com peças ainda em garantia. 

Além disso, com o módulo de regulação de orçamentos (nova funcionalidade do Sofit) é possível verificar se os orçamentos enviados pela oficina/locadora estão dentro dos padrões de valor de peça, valor de mão de obra e quantidade de horas.

Isso possibilita um maior controle, redução de custos e aumento na disponibilidade dos veículos.

– Na Manutenção por sinistro

Nas manutenções por sinistro, o sistema da Sofit permite a criação e classificação do incidente (colisão, atropelamento, aquaplanagem, etc…) 

Essa função, além de ter todas as características da manutenção corretiva, também está conectada com o recurso de desconto em folha.

Logo, quando o desconto em folha está presente na política da empresa, seja ele integral ou parcial, o repasse é feito para o condutor, dependendo do ocorrido.

Determine a abordagem mais econômica para manutenção

A escolha de uma manutenção interna ou terceirizada pode ser um fator importante nos custos de uma frota.

Para algumas, o gerenciamento eficiente da manutenção requer uma combinação das duas práticas.

Por isso, é preciso analisar o custo-benefício de cada caso. 

Fatores como custos de manutenção de frota pré-acordados e técnicos especializados são algumas das vantagens da terceirização do serviço de manutenção.

Enquanto isso, o controle total da qualidade do serviço e a gestão de peças de inventário pesam na decisão pela manutenção interna.

Crie e siga programas de manutenção de frota

Custos mais altos podem resultar de algo simples, como não se preparar para cumprir os cronogramas e procedimentos descritos nos programas de manutenção de rotina da frota. 

Do mesmo modo, a manutenção programada tem custos mais previsíveis porque permite planejar com eficiência e saber quanto tempo levará um intervalo de serviço, além das peças, mecânicos, ferramentas e espaço necessários. 

Planejar um programa de manutenção – e mais importante, executá-lo – representa um trabalho de maior qualidade e otimiza a produtividade a um custo mais baixo.

Fazendo isso com instruções claras e concisas na forma de checklists que definem os serviços que precisam ser executados, torna-se mais fácil reduzir custos.

Mantenha uma boa gestão de inventário

Geralmente, a troca de peças em veículos acontece durante o processo de manutenção corretiva – a mais cara entre os tipos de manutenção.

Para reduzir o custo de manutenção de frota, o gestor pode adquirir as peças de reposição previamente, implementando uma gestão de inventário na organização.

Igualmente, se as peças necessárias não estiverem disponíveis para manutenção ou reparos, esses custos aumentarão.

Um meio abrangente de gerenciamento eficiente do estoque de peças é um importante elemento de economia de custos. O estoque certo para os veículos da frota ajuda a garantir que eles gastem menos tempo na oficina.

Assim, você evita longos períodos de paralisação por falta de peças e ainda pode conseguir os itens por um preço mais em conta, já que o caráter “urgência” não está em jogo.

Contrate motoristas experientes

Condutores experientes geralmente conhecem boas práticas de direção econômica, defensiva e podem colaborar com a sua política de redução de custos com manutenção.

Apesar disso, cabe ao gestor de frotas definir o papel dos condutores na redução dos custos com manutenção.

Dessa forma, pense como transformá-los em aliados:

  • Eles deverão verificar a calibragem dos pneus?
  • Fazer um checklist diário?
  • Com que frequência devem reportar as condições dos veículos?

Comunique as ideias de redução de custos de manutenção

Estabelecer um processo de manutenção eficiente e econômico é um ótimo passo, mas como você pode transmitir essa mensagem? 

Comunicação interna, RH e demais departamentos devem trabalhar juntos em prol deste objetivo. 

Então, faça com que cada um entenda a sua função na missão de reduzir os custos de manutenção de frota.

Realize o cruzamento de dados da sua frota

Através dos relatórios, indicadores e dashboard, é possível comparar os seus custos de manutenção (preventivo, corretivo e sinistros) e cruzar diversos outros, como:

  • Períodos anteriores ao uso da tecnologia;
  • Filiais;
  • Condutores;
  • Rotas;
  • Modelos de veículos;
  • Fabricantes de pneu, etc.

Assim, com tantas formas de cruzamento de dados, você pode tomar outras ações de redução de custo, como reduzir o consumo de combustível a partir da escolha de um modelo adequado para a rota, por exemplo.

Viu como um sistema de gestão de frotas pode ser útil em sua estratégia de manutenção? Se ficou interessado, entre em contato com a Sofit!

O processo de manutenção preventiva consiste, como o próprio nome já diz, em prevenir e corrigir falhas antes mesmo que elas aconteçam. 

Na gestão de frotas de carros e caminhões, é constantemente revisitado e otimizado pelos gestores, visto que, quando bem estruturado, há ganhos econômicos visíveis e também de produtividade.

Essa atualização do processo consiste em estabelecer um sistema cada vez mais sólido e automatizado de controle e monitoramento, de modo a evitar gastos mais elevados como a manutenção corretiva, por exemplo.

Por isso, no artigo de hoje, além de entender a importância da manutenção preventiva para a sua frota de carros ou de caminhões, vamos mostrar as boas práticas para aplicar na sua empresa. 

Continue lendo!

O que é Manutenção Preventiva?

A manutenção preventiva é a revisão regular dos veículos de uma frota, a fim de mantê-los funcionando e evitar diversos custos não planejados.

Além de reduzir os riscos de quebra e depreciação, uma rotina de manutenção preventiva bem estruturada ameniza as despesas com renovação da frota.

Isso porque o veículo, quando bem conservado, prolonga o momento da sua substituição e garante ao gestor um pouco mais de lucro quando for vendido, se for o caso.

Logo, se faz necessária para evitar manutenções de correção e os custos altos que um veículo danificado exige para conserto.

Qual a importância da manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é importante porque oferece às empresas de frota vários benefícios relacionados a custos, produtividade e segurança. Essas vantagens incluem:

  • Maior confiabilidade e vida útil aos veículos:
  • Menos reparos caros e tempo de inatividade associados a problemas inesperados;
  • Menos imprevistos no gerenciamento de frotas, já que os veículos tendem a funcionar corretamente;
  • Redução do risco de acidentes e multas por irregularidades.

Vale pontuar que, embora muitos gestores entendam a importância da manutenção preventiva, muitas vezes, eles atropelam o processo, adiando vistorias para garantir as entregas, por exemplo.

Atrelado a isso, quando o processo não é realizado por um pessoal apto, ou com o apoio de um software, os gestores acabam não conseguindo aproveitar todas as vantagens que esse tipo de manutenção proporciona.

Dessa forma, quando a sua empresa adota essa manutenção, a eficácia da frota se desenvolve fortemente, já que a programação dos reparos, recondicionamentos, ajustes e trocas de peças seguem um cronograma já determinado anteriormente.

Isso não só diminui as surpresas recorrentes de colocação dos veículos fora de operação, como já ressaltado, como também possibilita ao gestor um ótimo planejamento orçamentário. 

Portanto, qualquer empresa de frotas que deseja alavancar seus resultados deve providenciar esse tipo de serviço quanto antes.

Manutenção preventiva para frota de carros e caminhões

Como é o processo de manutenção preventiva na prática?

Como explicamos neste artigo sobre outros tipos de manutenção, a preventiva se fundamenta na Curva de Tempo Médio para Falha (CTMF) e permite a identificação precoce de eventuais problemas com os veículos.

Na prática, elas devem ser agendadas de acordo com a estimativa de desgaste dos veículos, que é calculada com base no tempo médio de falha.

Adicionalmente, a manutenção preventiva pode ser executada através de um sistema de manutenção, que avisa ao gestor quando é hora de realizar a vistoria.

Por isso, grandes empresas de frota preferem automatizar o processo para evitar falhas e otimizar custos, dado que o gerenciamento de todo o processo através de planilhas é trabalhoso e pouco confiável.

Qual a diferença entre manutenção preventiva e manutenção corretiva?

Enquanto a manutenção preventiva atua para evitar um problema e prolongar a vida útil dos veículos da frota, a corretiva entra em cena quando um problema inviabiliza o uso de um veículo.

Essa é a diferença básica entre esses dois tipos de manutenção. 

Embora possam coexistir dentro da sua operação, como podemos notar, a manutenção corretiva não é rentável, pois aumenta o tempo de inatividade.

Além disso, as despesas com a manutenção corretiva podem ir além do custo do reparo ou substituição de peças, incluindo a perda de produtividade e custos com mão-de-obra e horas extras para cumprir os prazos.

Logo, evite a execução do trabalho até a falha. 

Adicionalmente, lembre-se de que isso pode custar sua reputação, caso a falta de manutenção preventiva signifique o não cumprimento de prazos estabelecidos com um ou mais clientes.

E a manutenção preditiva, o que significa?

Como já falamos de forma aprofundada neste artigo, a manutenção preditiva é um processo que atua com a predição de falhas através de equipamentos instalados nos veículos.

Dessa forma, trata-se de um método moderno e proativo de manutenção orientada por dados, gerados para analisar a condição do veículo e ajudar a prever quando a manutenção deve ser realizada.

Esse é um método comum em grandes parques industriais. Na gestão de frotas, é comum o uso de telemática e dados para evitar os reparos de emergência.

Manutenção preventiva para frota de carros e caminhões

Montando um plano de manutenção preventiva para sua frota

A manutenção preventiva envolve diversos serviços periódicos, como a revisão da parte mecânica e elétrica do veículo, lubrificação, lavagem, troca ou verificação de níveis de óleo e revisão dos demais equipamentos e acessórios do veículo.

Por isso, o ideal é ter um plano de manutenção que auxilie na manutenção preventiva, além de contar com uma equipe qualificada. 

Através do planejamento, é possível acompanhar e manter o controle sobre essa área.

E vale lembrar que uma manutenção planejada indica as condições reais dos veículos, assim como evita quebras e aumenta a disponibilidade da frota, além de oferecer até 17% de redução dos custos com manutenção.

Checklist de manutenção preventiva para sua frota

Os itens de checagem do processo de manutenção preventiva podem variar de acordo com cada operação. Mas, geralmente, incluem:

  • Troca do óleo do motor e filtro;
  • Verificação, troca ou abastecimento do fluido de transmissão;
  • Inspeção do sistema de combustível;
  • Verificação do sistema de refrigeração;
  • Inspeção dos suportes do motor e da transmissão;
  • Observação do eixo de transmissão, juntas, correias e mangueiras.;
  • Ajustes regulares.

E se a manutenção preventiva não for realizada?

Você sabia que mais de 50 mil pessoas morrem todos os anos nas rodovias brasileiras em decorrência de acidentes de trânsito, devido à falta da manutenção preventiva em veículos? 

Esse é um problema sério e que pode ser contornado com revisões periódicas nos veículos das frotas

Afinal, esse número de mortes poderia ser bem menor se os veículos envolvidos nessas tragédias tivessem recebido a manutenção adequada.

Ao realizar a manutenção preventiva da sua frota, você prevenirá:

  • Falhas no sistema de freios — um risco gravíssimo;
  • Problemas de bateria;
  • Pneus carecas — que também oferecem sérios riscos aos condutores e outros motoristas nas rodovias;
  • Aquecimento excessivo dos motores — o que gera um custo bem alto e manutenção corretiva;
  • Falhas no balanceamento dos pneus — que pode causar acidentes graves;
  • Amortecedores e molas danificados;
  • Consumo excessivo de combustível — que leva o custo do seu negócio lá em cima.

A Sofit facilita o seu processo de manutenção preventiva!

Os parceiros da Sofit contam com um sistema simples e prático para automatizar o processo de manutenção preventiva da frota.

Assim, você tem um maior controle dos custos com manutenção, cria checklists, digitaliza os processos e aumenta a disponibilidade dos veículos da sua frota. 

Além disso, a nossa plataforma é 100% online e você pode concentrar o planejamento, planos e ações de monitoramento dos veículos, tudo em um só lugar.

Saiba mais sobre o nosso módulo de manutenção e agende uma demonstração hoje mesmo!

A renovação de frota é um passo que deve ser dado com bastante cautela e planejamento. 

O aumento da demanda, a garantia de segurança para os motoristas e a necessidade de modernização da frota para o transporte de cargas rodoviário representam grandes desafios para os gestores.

Todos esses pontos indicam que a sua frota precisa de renovação.

Mas, quando é a hora certa de trocar os seus veículos?

Continue lendo este artigo e entenda porque é importante investir na atualização de sua frota, assim como os 6 pontos que indicam que está na hora de renová-la. 

Boa leitura!

Por que é importante investir na renovação de frota?

Prolongar a substituição de um veículo não reduz os custos e, geralmente, os aumenta.

Entretanto, a economia não é o único fator que torna a renovação de frota tão importante.

A manutenção do seu padrão de qualidade também ganha bastante quando os veículos da sua frota são novos. Isso sem falar na segurança dos seus motoristas, ativos mais importantes da sua organização.

Portanto, a pergunta não é por que é importante investir na renovação de frota, mas quando e como optar por ela.

Falaremos sobre esses pontos a seguir:

Image

6 principais pontos que mostram quando investir na renovação de sua frota

1. Desgaste dos veículos

Por mais que você se dedique em manter a manutenção e a saúde de sua frota sempre em dia, o desgaste é algo inevitável

Isso acontece principalmente devido ao uso contínuo de componentes, onde a substituição de peças torna-se inevitável e chega a hora de repor algum tipo de desgaste.

Nesse caso, é sempre importante considerar os custos que acompanham qualquer componente. 

Além disso, por mais resistente e confiável que seja o veículo, sua substituição é algo que deve sempre estar no planejamento estrutural de sua frota.

Pois, como dito anteriormente, seu desgaste vai acontecer de uma forma ou outra. 

A diferença é o momento em que esse desgaste vai chegar ao seu limite e será preciso aplicar a renovação de frota.

2. Despesas excessivas com manutenção

Devido ao custo, os gerentes de frota evitam a compra de novos veículos, sempre que possível. Entretanto, às vezes a renovação de frota vale a pena. 

Quando as despesas excessivas com manutenção e o tempo de inatividade custarem à empresa mais do que o pagamento de um novo veículo, pode fazer mais sentido financeiro parar de consertar aquele veículo problemático e substituí-lo.

3. Consumo de combustível além do normal

Da mesma forma, fique atento aos veículos que consumem mais combustível que o habitual. 

Sobretudo quando o valor dos combustíveis está nas alturas, é necessário que o gestor assuma uma postura analítica e verifique o impacto com os gastos com gasolina ou diesel a longo prazo.

Dessa forma, a tomada de decisão sobre a substituição daquele veículo problemático será mais acertada.

4. Baixo valor comercial

Também é importante ficar atento sobre a depreciação da sua frota, já que a perda de valor comercial de veículos de uma frota também é algo inevitável. 

Da mesma forma que a renovação de frota é importante, repassar os seus veículos usados no momento mais propício para a compra também é.

Além da constante atualização de tecnologias limitar cada vez mais o uso de materiais ultrapassados, a utilização contínua de uma peça aumenta consideravelmente seu desgaste, portanto, também diminui seu valor comercial.

Assim, por mais que você priorize a saúde dos componentes de um veículo, quando for preciso revende-lo, ele terá um valor comercial mais baixo no mercado de peças usadas, por exemplo.

Por isso, fique sempre atento ao nível de renovação de frota em sua empresa. Conheça os seus veículos e mantenha dados atualizados sobre o valor comercial da sua frota sempre disponíveis.

5. Uso de tecnologia ultrapassada

Acompanhar um mercado altamente competitivo com certeza não é uma tarefa fácil. 

E para dar conta de acompanhar as demandas cada vez mais exigentes, a utilização das ferramentas ideais se tornou a realidade de todos os gestores que buscam a maximização das atividades de sua frota.

Para atender essas exigências, diariamente são produzidas novas peças, automóveis, ferramentas e programas que contribuem em diferentes formas e aplicações em uma frota, como um software de gestão de frotas, por exemplo. 

Estar de fora de toda essa realidade significa ser ultrapassado pela competitividade comercial. 

Portanto, quando essa se torna uma característica de sua empresa, chegou a hora de aplicar a renovação de frota!

6. Estar sempre um passo à frente

Você planeja expandir o negócio ou seguir uma nova direção para aumentar a sua base de clientes? 

Todos esses são fatores importantes a serem considerados ao decidir sobre como prosseguir com o reparo ou a substituição dos veículos da frota. 

As necessidades do seu negócio provavelmente mudarão com o tempo em resposta às demandas do mercado e dos clientes.

Por isso, mantenha-se sempre um passo a frente e incorpore a renovação de frota no seu planejamento macro.

Como investir na renovação de frota?

Para a maioria dos gerentes de frota, saber exatamente quando substituir um veículo é um palpite, indefinível e imprevisível. Por isso, reflita:

  • Quais etapas você está realizando para rastrear com precisão os custos e substituir os veículos na hora certa? 
  • A sua estratégia está alinhada com seus objetivos financeiros e operacionais?

Para investir nessa atualização de forma adequada, você precisa estar atento a diferentes pontos que vão impactar diretamente nos resultados de suas operações.

Primeiramente, é importante entender que a substituição de veículos antigos não significa apenas uma atualização superficial, mas também acompanha uma redução de gastos a curto prazo bastante perceptível. 

Isso porque carros mais novos consomem menos combustíveis e são desenvolvidos com foco na otimização do desgaste de seus pneus, o que significa uma redução de manutenções corriqueiras, por exemplo.

Além disso, estar atento aos modelos ideais de veículos de sua frota também deve estar em seu checklist na hora de aplicar a renovação de frota. 

Por exemplo:

  • Seus veículos atuais atendem a demanda de suas operações? 
  • Já parou para pensar como isso pode ser algo que contribui para um desgaste excessivo deles?

Por isso, é recomendado dedicar seu tempo para entender as melhores formas de investir nos veículos ideais para sua frota. 

Nesse estudo, avalie o nível de suas operações, carga utilizada, tamanho da frota e muitas outras características.

Além disso, lembre-se sempre que quantidade não significa qualidade. De nada adianta multiplicar a quantidade de sua frota, por exemplo, se ela não suprir suas necessidades. 

Portanto, procure investir no que realmente vale a pena para evitar futuras dores de cabeça.

Analisar o cenário antes de renovar a frota é fundamental

Estamos passando por um cenário desestimulante para gestores que precisam renovar a frota.  A crise dos semicondutores encareceu os veículos zero quilômetro e causou impacto até na oferta de seminovos. De acordo com especialistas, esse cenário só tende a voltar ao normal a partir de 2023. Ou seja, é preciso mais do que nunca cruzar dados e utilizá-los em seu favor.

Assim, otimize processos de manutenção, mantenha um olhar firme sobre os reparos periódicos e reforce o diálogo com os seus fornecedores. Isso pode te dar um tempo extra antes de renovar a sua frota.

Entendeu a importância da renovação de frota? E para tornar essa tarefa mais prática, um software de gestão de frota pode ajudá-lo a identificar o melhor momento de atualizar sua frota.


Baixe agora a Planilha de Controle de Manutenção da Frota criada pela Sofit, especializada em gestão de frotas, e depois é só Preencher os campos e deixar a planilha calcular para você!

Leia mais

A crise que chegou com a pandemia desencadeou uma série de problemas para o setor automotivo. Um deles é, com certeza, a falta de matéria-prima nas montadoras.

Montadoras com linhas de produção paradas, férias coletivas para os funcionários, além do aumento do valor de insumos fundamentais para a indústria automotiva, como o aço. Dessa forma, gestores de frota tiveram que lidar com um cenário completamente atípico. 

Como lidar com esse contexto de escassez, conservar a frota e manter a produtividade, sem que isso represente um risco para a sua operação?

Ouça nosso Podcast sobre o assunto:

Leia mais

A Ordem de Serviço é uma ferramenta importante para o controle e o planejamento na gestão da manutenção da sua frota. Através dela, os gestores de frota podem ser atualizados sobre as solicitações de serviços para os veículos, permitindo uma análise precisa dos custos operacionais e prazos envolvidos. Dessa forma, uma OS completa deve conter informações como: os tipos de serviço, local onde serão realizados, data de início e término, mão de obra, valores, entre outras informações.  Com o apoio da tecnologia, já é possível automatizar o processo de emissão das ordens de serviço para frotas.  Neste artigo, vamos mostrar como utilizar as OSs de maneira estratégica para melhorar os resultados da sua empresa.

Ordem de serviço: quais informações são fundamentais?

Para que a OS seja uma ferramenta efetiva no controle da sua frota, é preciso observar que todas as informações devem ser relevantes e de fácil desenvolvimento e compreensão.  Assim, seguem alguns pontos importantes para que a ordem de serviço seja prática, técnica e atenda às principais necessidades para uma gestão eficaz:

1. Informações organizadas e separadas por setor

Para que a OS funcione como uma ferramenta eficiente, ela deve ser numerada e conter a data do processamento.  A identificação pelo número vai facilitar a busca e ajudar a diferenciar um documento do outro. Dados como o nome e o cargo da pessoa que emitiu a ordem de serviço também precisam ser incluídos de maneira organizada e facilitar o aprimoramento dos processos.  Da mesma forma, o valor a ser cobrado ou pago também é uma informação relevante para o andamento correto do processo.  Então, reforce ao time que as informações precisam ser escritas de forma legível, para que toda a empresa possa ter acesso.  Se o dado ficar restrito à determinada área, as chances de falhas neste processo podem ser mais elevadas.

2. Conteúdo mais compacto

Com o tamanho máximo de uma folha, a ordem de serviço poderá ser acompanhada e gerida com mais facilidade e menos espaço para falhas.  Assim, organize todas as informações de forma compacta! Caso o documento esteja excedendo uma folha, revise o texto e verifique a possibilidade de cortar algum elemento.  Logo, priorize os dados mais relevantes e que sejam, de fato, ligados ao tema.  Informações extras podem ser adicionadas em novo documento.

3. Todas as instruções e observações descritas corretamente

Adicionar explicações dos serviços a serem realizados e dar as devidas instruções podem agilizar a execução e tornar o processo ainda mais efetivo.  Com todas as informações relevantes, o responsável pelo serviço se sentirá mais seguro e confiante para realizar a tarefa.

4. Documento personalizado com o logotipo da sua empresa

Personalize a OS de acordo com as necessidades da sua companhia. Aproveite para inserir o logotipo da empresa no documento.  Isso gera credibilidade, evita fraudes e evita confusão no caso de algum serviço seja realizado fora do escopo do serviço.

Como evitar erros na emissão das ordens de serviço?

Para evitar que ocorram falhas no processo, a emissão da OS deve ser feita com muito cuidado.  O documento envolve grande número de dados, valores e descrições.  Logo, tenha em mente que a pessoa que vai preencher as lacunas precisa estar atenta para não cometer falhas que possam impactar os resultados da empresa e provocar problemas com clientes. Quanto menor o tempo necessário para emitir a ordem de serviço, maior é o aumento de produtividade da equipe.  Além disso, uma OS bem feita permite ao gestor conduzir de forma mais adequada a gestão financeira do negócio, controlando a mão de obra e os estoques de materiais. Caso surjam problemas com o preenchimento da ordem de serviço, instrua os membros da equipe a relatarem o mais breve possível, evitando, assim, falhas mais graves no processo de gestão da frota.

A ordem de serviço como base para o gerenciamento financeiro das manutenções

A eficiência das operações da frota pode ser medida, principalmente, pelo custo por quilômetro rodado dos veículos. E, nessa conta, entram também os gastos para manter os veículos rodando.  Por isso, fazer o controle de quanto se gasta com as manutenções é de extrema importância. Com esse gerenciamento, é possível identificar quais são os custos fixos necessários e quais podem ser evitados. 

Otimizando os custos a partir das ordens de serviço

Segue um exemplo: digamos que, de acordo com as especificações de seu modelo, um veículo precise trocar os pneus a cada 60 mil quilômetros rodados.  No entanto, nas últimas ordens de serviço, constatou-se que as trocas ocorreram a cada 40 mil quilômetros rodados.  O gestor pode verificar as rotas utilizadas e o peso das cargas para avaliar se não há algum fator que está diminuindo a durabilidade dos pneus. Esses são alguns exemplos de como a utilização da ordem de serviço de maneira correta pode dar ferramentas para que o gestor de frota tenha total controle sobre as atividades dos veículos. Abaixo, confira 5 maneiras de utilizar as ordens de serviço para a otimização do gerenciamento e controle financeiro da sua frota!

1. Calcule o TCO para tomar as melhores decisões de manutenção

O TCO é uma métrica importante para a otimização dos custos na gestão de frotas e saber o verdadeiro custo total de propriedade (TCO) da sua frota permite medir facilmente os recursos e tomar as melhores decisões para o seu negócio. Com base nas OSs é possível calcular o TCO com base nos itens de linha de serviço para ajudar a avaliar os custos de sua frota.  Dessa forma, você consegue analisar o serviço como parte do custo operacional do seu veículo, o que vai resultar em uma visão completa da lucratividade da sua frota. Sem essa percepção, muitos frotistas arcam com despesas desnecessárias e têm dificuldade em tomar decisões baseadas em dados. Como a manutenção é uma das maiores despesas da frota, as ordens de serviço fornecem um contexto excelente para o TCO e te ajudam a melhorar as suas operações.

2. Utilize as ordens de serviço para o planejamento de manutenção

Ao planejar e executar a manutenção da frota, você precisa ter um processo de ordem de serviço do veículo bem estruturado para rastrear e gerenciar as tarefas e retirar os veículos da oficina com mais agilidade. Em uma ordem de serviço, o gestor deve informar todas as manutenções que devem ser realizadas nos veículos. Além disso, é preciso especificar:

  • Dados da Empresa e Cliente;
  • Dados de Entrada e Saída dos Veículos;
  • Detalhes da Ordem de Serviço (Tipos de manutenções necessárias, frequência para cada modelo, etc.);
  • Laudo Técnico.

A partir do encerramento da OS e de cada serviço contido nela, é importante ter ciência de quais serviços da ordem fazem parte do plano de manutenção previamente cadastrado para aquele veículo e registrar sua execução.  Assim, é possível ter um controle do tempo para a próxima manutenção.  Esse planejamento é importante para que nenhum veículo fique rodando por muito tempo sem ter uma manutenção adequada.  Aquele ditado “antes prevenir do que remediar” também pode valer para a sua frota.

3. Otimize a manutenção preventiva de rotina

Você sabe como é importante fazer a manutenção regular de seus veículos, mas sem um cronograma adequado, as trocas de pneus, óleo e outras tarefas de manutenção preventiva podem falhar. A partir da automação do processo de geração de ordens de serviço, você simplifica a programação de manutenção preventiva, definindo as suas programações com base em intervalos pré-estabelecidos. A geração de ordens de OSs com base em programações de manutenção preventiva também fornece uma visão detalhada da produtividade da oficina de manutenção e dos custos totais do serviço.

4. Acompanhe o período de manutenção

Cada um dos veículos é uma peça fundamental para a eficiência da frota.  Se um veículo está em manutenção, você precisa saber quando ele poderá estar na ativa novamente.  E é por isso que a ordem de serviço precisa conter informações completas – principalmente sobre a data de início e término de cada um dos serviços previstos. Dessa forma, é possível acompanhar o andamento das manutenções e planejar novas atividades de acordo com a previsão de liberação do veículo.  Se você tem o controle sobre quais veículos estão em manutenção e quando eles irão voltar, consegue planejar e distribuir melhor as atividades da sua frota.

5. Controle a qualidade dos fornecedores da empresa

Saber onde os serviços foram realizados é uma informação crucial para uma gestão de frota eficiente.  Nesse sentido, a OS é fundamental para avaliar o grau de eficiência dos seus fornecedores.  Por exemplo, imagine que um fornecedor X demorou mais tempo para fazer o mesmo serviço realizado pelo fornecedor Y. Após a análise, você já terá um panorama sobre para onde é melhor enviar os veículos da próxima vez que precisar desse serviço. Instruir a equipe a fazer um controle de qualidade dos fornecedores é papel do gestor. Lembre-se de que a atividade pode ser um elemento-chave para o sucesso da gestão da frota.  Muitas vezes, insistimos em continuar com os fornecedores antigos, seja por medo ou insegurança.  No entanto, buscar novos parceiros quando os atuais não estão mais proporcionando bons resultados ou oferecendo uma qualidade excelente pode ser determinante para o sucesso da sua frota.

Automatize o gerenciamento da Ordem de Serviço com a Sofit!

Atualmente, com a evolução da tecnologia, é possível ter acesso a diversas ferramentas capazes de simplificar inúmeros procedimentos de uma empresa e, consequentemente, aprimorar resultados. A partir do momento que a sua empresa estabelece um modelo para a ordem de serviço, o preenchimento dos documentos futuros torna-se mais fácil.  Para isso, a organização pode aproveitar as ferramentas disponibilizadas pela tecnologia. Um bom exemplo é o software de Gestão de Frotas da Sofit, capaz de proporcionar mais agilidade ao processo. Na ferramenta, todas os requisitos da ordem de serviço são atendidos! Eis algumas vantagens:

  • Redução de custos;
  • Controle de gastos;
  • Maior produtividade;
  • Automatização dos sistemas;
  • Aumento da disponibilidade da frota;
  • Registro das atividades da equipe;
  • Descrição das tarefas que precisam ser feitas pelos colaboradores e otimização do tempo necessário;
  • Previsão e cálculo da quantidade de mão de obra;
  • Simplificação do processo de solução de um problema com um produto ou serviço;
  • Controle dos serviços prestados;
  • Monitoramento do estoque;
  • Comunicação mais efetiva entre os diversos setores da companhia.

Agora que você ficou por dentro de todas as informações de como aumentar a eficiência da sua frota com a utilização da ordem de serviço, aproveite para conferir dicas para um melhor gerenciamento de frota! No software de Gestão de Frotas da Sofit, todas esses requisitos da OS são atendidos! Gostaria de controlar melhor sua manutenção? Entre em nosso site e faça um teste gratuito do nosso produto.

Talvez você já tenha escutado por aí que quando o óleo do motor está escuro significa que ele já não serve mais e que precisa ser trocado.  Porém, nem sempre isso é fato.  Na verdade, após cerca de 7 mil quilômetros de uso, não é somente normal como também importante que o óleo fique escuro, pois isso indica que ele está cumprindo o seu papel. Você já sabe que a principal função  do óleo no motor é lubrificar as peças, reduzindo o atrito. Mas, além disso, ele serve para refrigerar, vedar e limpar o motor.  Para realizar a função de manter o motor limpo, ele carrega as sujeiras internas criadas pela queima do combustível — por isso ele escurece. Confira o conteúdo a seguir e aprenda um pouco mais sobre o tema!

O que realmente acontece quando o óleo do motor está escuro?

Agora você já sabe: a cor do lubrificante não tem relação direta com sua qualidade.  Como você viu, ele escurece quando está cumprindo o seu papel e acaba carregando as partículas inerentes a esse trabalho.  No entanto, obviamente, chega uma hora em que a troca é realmente necessária. O mais importante é ficar atento aos prazos de troca estabelecidos pelo fabricante (em média, até cerca de 10 mil quilômetros rodados).  Além disso, verifique sempre que possível o nível do óleo, para saber se ele não está abaixo do indicado. Confira as dicas mais importantes para não errar e manter a manutenção do seu carro em dia.

O que causa o escurecimento do óleo do motor?

A principal coisa que você deve saber é que os ciclos de calor escurecem naturalmente o óleo do motor. Ou seja, durante uma viagem pela estrada em temperatura amena, os motores atingem a temperatura normal de operação (normalmente entre 90ºC e 104ºC), o que aquece o óleo do motor.  Em seguida, o óleo esfria enquanto a sua frota fica parada na garagem. Então, a medida em que o dia avança – e com ele, o calor – o óleo é novamente exposto a temperaturas mais altas.  Note que alguns aditivos no óleo de motor são mais suscetíveis ao escurecimento na presença de calor do que outros.  Além disso, a oxidação normal também pode escurecer o óleo e, como você sabe, o alto calor acelera essa oxidação.

Qual a cor ideal do óleo do motor?

A cor do óleo do motor pode variar do marrom/caramelo ao mais escuro/negro.  Um óleo mais escuro é um sinal de que já chegou a hora de realizar a troca. Da mesma forma que um óleo marrom e “limpo” significa que ele está em boas condições. A verificação deve ser feita regularmente através da vareta do óleo do motor, conforme o manual de cada fabricante.

Dicas para saber se está na hora de trocar o óleo

A troca do óleo do motor deve ser realizada de acordo com algumas variáveis além da cor.    Confira as principais abaixo!

Óleo muito escuro

Embora o óleo escuro indique que ele esteja cumprindo sua função, o fato é que, quando ele está muito sujo, isso indica que realmente ele já pode estar no final de sua vida útil ou mesmo que o motor do carro pode enfrentar alguns problemas.  Dessa forma, se isso estiver acontecendo muito rápido, vale inclusive dar uma boa revisada no motor e no sistema. Também é importante conferir se não há algum problema na vedação ou em algum componente que possa contribuir para que essa situação indesejada ocorra no interior do seu carro.  Logo, é melhor prevenir do que acabar parado no acostamento, esperando a ajuda chegar para você.

Nível muito baixo de óleo

Outro ponto que indica que o motorista precisa ter atenção à qualidade do seu óleo é se o nível estiver muito baixo, especialmente se a perda não for condizente com a quilometragem que o veículo rodou com o produto.  Isto ocorre, muitas das vezes, em carros mais velhos, pois o normal é queimar pequenas quantidades. Uma dica importante: sempre que for medir, realize a verificação em um terreno plano e espere cerca de 10 minutos após desligar o motor — o esfriamento do motor faz com que todo o óleo desça para o reservatório, indicando o nível real de lubrificante.

Luz indicativa de óleo

Os carros, incluindo até alguns modelos mais antigos, possuem um sistema preciso que indica quando algum componente elétrico ou mecânico está apresentando um defeito.  Assim, o motorista é avisado disso através de uma pequena lâmpada, que fica geralmente no painel frontal. Portanto, se o seu carro é um daqueles que conta com essa opção de uma luz de alerta de óleo, é fundamental que você jamais caia na tentação de menosprezar esse aviso.  Ao vê-lo, tenha em mente que, possivelmente, o óleo está baixo ou repleto de sujeiras.

Luz para checagem do motor

Da mesma maneira que existe uma luz para indicar que há algum problema no próprio óleo, existe uma que é indicativa da existência de problemas no motor.  Mas, isso não quer dizer que se trate de uma falha exclusivamente nessa peça, pois pode ser algo ocorrendo com algum produto essencial para o seu funcionamento. E, como sabemos, o óleo é um deles. Quando os seus níveis estão muito baixos ou ficando saturados, é comum que a luz de verificação do motor ligue, pois essa condição afeta diretamente o desempenho desse sistema. 

Óleo do motor escuro: mantenha a manutenção sempre em dia!

Para evitar problemas relacionados ao óleo do motor, lembre-se sempre: a manutenção preventiva é de extrema importância para a economia e segurança de seu veículo.  Por isso, gestores de frota devem cuidar para que o plano de manutenção seja realizado, de preferência, com o auxílio de uma ferramenta de gestão de frotas. Se você gostou deste conteúdo ou ainda está com dúvidas sobre o que fazer quando o óleo do motor está escuro, deixe um comentário aqui no blog!

FALE COM UM ESPECIALISTA:

Rotinas de manutenção preventiva, corretiva e preditiva devem caminhar juntas nos processos de manutenção da frota, embora nem sempre aconteça dessa forma.

Muitos gestores de frota priorizam a corretiva, mas quando bem estruturadas, as manutenções preventivas e preditivas contribuem com a redução de custos e a disponibilidade da frota de veículos

Neste artigo, a Sofit apresenta para você as principais diferenças entre manutenção preventiva, corretiva e preditiva para que você entenda como aplicar nos veículos da sua frota. 

Vamos lá?

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é realizada quando é preciso realizar algum reparo em um veículo que apresenta defeitos. 

Ou seja, quando uma peça apresenta um problema “inesperado”, como quebras, falhas ou avarias, geralmente você recorre a essa categoria de manutenção.

Este tipo de manutenção costuma ser o mais oneroso para a empresa, pois está atrelada a custos com mão de obra.

A manutenção corretiva também demanda reparos imediatos ou a substituição de peças para que o veículo volte a rodar sem problemas e com segurança para o motorista e a carga a ser transportada.

De todos os tipos de manutenção, esta é a que pode deixar o carro fora de operação por mais tempo do que ocorreria com a manutenção preditiva ou a preventiva.

Dependendo do tamanho da frota e da organização da empresa, a paralisação pode levar a prejuízos consideráveis e problemas diversos, como:

  • Interrupção dos serviços;
  • Atrasos na entrega;
  • Não cumprimento de prazos e;
  • Perda de clientes pouco satisfeitos com tal situação.

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é método de manutenção é baseado em um planejamento que antecede o surgimento dos problemas na frota. 

Ele se fundamenta na Curva de Tempo Médio para Falha (CTMF) e, assim, permite a identificação precoce de eventuais problemas com os veículos.

Quando sua empresa adota a manutenção preventiva, a eficiência da frota aumenta, já que a programação dos reparos, recondicionamentos, ajustes e trocas de peças segue um cronograma já pré-determinado.

Isso não só diminui as surpresas recorrentes de colocação dos veículos fora de operação, mas também possibilita ao gestor um ótimo planejamento orçamentário.

Outras vantagens da manutenção preventiva incluem:

  • Redução de riscos de problemas mecânicos inesperados;
  • Diminuição da recorrência da manutenção corretiva;
  • Evita altos custos com a compra de peças e equipamentos;
  • Aumenta a vida útil do veículo, garantindo o pleno funcionamento.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

O que é manutenção preditiva?

A manutenção preditiva utiliza a coleta de dados para prever problemas que possam acometer os veículos da sua frota no futuro.

Sendo assim, esta metodologia se trata uma filosofia corporativa, na qual existe o monitoramento regular das condições mecânicas e da performance de cada veículo da frota. 

As análises preditivas dos veículos da frota geralmente são viabilizadas através do emprego de instrumentos que medem determinadas métricas, como:

  • Ultrassom;
  • Câmeras termográficas; 
  • Termografia;
  • Testes de análise de vibração; 
  • Inspeção visual simples, entre outros. 

Através da manutenção preditiva, o gestor e sua equipe vão ser capazes de identificar problemas nos veículos antes que eles se tornem mais sérios.

Tal circunstância possibilitará a reparação ou a troca de peças, antes que uma situação de risco se concretize. 

Esta metodologia exige treinamentos específicos e a compra de equipamentos, porém desonera a empresa de muitos custos no futuro, sem deixar, inclusive, que os veículos parem por muito tempo na garagem da empresa.

A importância de ter um plano de manutenção

Um plano de manutenção de frota bem estruturado engloba todos os tipos de manutenção, em especial a preventiva e a preditiva.

Entretanto, devido ao investimento inicial, muitos frotistas preferem contar apenas com a manutenção corretiva em função também do trabalho relacionado com os demais tipos de manutenção.

Apesar disso, podemos considerar essa postura como um erro estratégico, uma vez que a economia inicial pode acarretar altos custos inesperados no futuro.

A falta do cuidado e de uma previsão de danos pode fazer com que o proprietário do veículo acabe gastando muito mais do que o planejado, em função de um defeito que pode causar a avaria de diversas outras peças. 

Um disco de freio, por exemplo, em caso de defeito, pode dar origem a uma colisão e, consequentemente, a danos bem maiores que o original.

Alguns mitos na gestão da manutenção de frotas

Como dissemos no tópico anterior, a simples manutenção corretiva acaba sendo uma opção mais utilizada pelos frotistas em função da economia que os proprietários pensam estar fazendo. 

Isso ocorre muito em função da ideia equivocada de que a manutenção preventiva sugerirá a substituição de peças, mesmo sem necessidade.

Na verdade, principal característica da manutenção preventiva não é essa, mas sim, conseguir identificar previamente qual é a medida do desgaste natural que as peças estão sofrendo, e quanto tempo ainda conseguirão suportar o trabalho em um nível aceitável.

É claro que, por segurança, algumas peças deverão ser substituídas ao atingir certa quilometragem, mas isso será feito sempre de acordo com a necessidade real de substituição.

Manutenção de frotas: o guia completo

Prejuízo em amplo sentido

Um programa de manutenção adequado evita muito mais do que gastos elevados com peças e mão de obra. 

Imagine que um veículo sem a manutenção preventiva em dia, ou sem um programa de manutenção preditiva, necessita parar em algum ponto do trecho para realizar um reparo.

Em um caso de emergência, o condutor não terá tempo para avaliar se ali está um mecânico de confiança e que o problema será resolvido em definitivo, o que pode acabar gerando um custo maior no futuro.

Outro aspecto importante é a quantidade de dias que o veículo necessitará ficar parado.

Isso faz com que o proprietário deixe de ganhar dinheiro, o que causa impacto em diversos setores da empresa, tendo em vista a diminuição do fluxo de caixa e de entrada de capital.

 

Manutenção preventiva, corretiva e preditiva, qual priorizar?

Apesar de todo o esforço, nem sempre o gestor de frotas consegue escapar das manutenções corretivas. 

Pequenos acidentes, infelizmente, não são incomuns, ainda mais para quem trafega por trechos muito longos. 

Ou seja, ninguém está 100% protegido de colisões nas vias ou de peças que quebram de forma inesperada.

No entanto, esses casos podem ser consideravelmente reduzidos se existe uma disciplina com as manutenções preventivas e um acompanhamento sério das manutenções preditivas. 

Então, o ideal é contar com as 3 formas de manutenção, evitando ao máximo deixar para realizar uma grande corretiva somente em emergências.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

 

Um bom plano de manutenção proporciona menos gastos desnecessários para a sua frota!

Dentro do programa de manutenção que será adotado para sua frota, pode-se escolher, portanto, apenas uma dessas metodologias ou mesclar algumas ações de duas ou de todas elas. 

Dessa forma, um bom planejamento proporciona economia de gastos com a reposição de peças e com o tempo parado de um veículo.

 

E na sua frota? Como é feita a manutenção preventiva, corretiva e preditiva?

 

Compartilhe as suas experiências e resultados conosco!

A manutenção preditiva vem ganhando espaço na gestão de frotas. A coleta e análise de dados, ajuda a manter os seus veículos em movimento uma vez que prevê problemas que podem vir a acontecer no futuro.

Muito comum nas indústrias por promover ganhos de produtividade. Esse tipo de manutenção garante uma série de outros benefícios para empresas que possuem frotas de veículos.

Neste artigo, trazemos tudo o que há de mais novo na manutenção preditiva para frotas. Para que, então, você entenda exatamente qual o papel dela na sua gestão. 

Acompanhe!

O que é manutenção preditiva?

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de máquinas e equipamentos através de dados coletados por meio de inspeção e monitoramento. 

O dicionário define o termo “preditivo” como algo relacionado à ação de afirmar antecipadamente o que poderá ocorrer num momento futuro. 

Para a realização da manutenção preditiva, alguns recursos são utilizados, como:

  • Estatísticas;
  • Modelagem;
  • Machine Learning;
  • Mineração de dados.

Uma das maiores características desse tipo de manutenção é que ela permite prever o tempo de vida útil dos componentes as condições necessárias para que este tempo seja aproveitado. 

Através dela, é possível premeditar a necessidade de serviços de manutenção. Bem como eliminar a chance de desmontagem ou adaptações desnecessárias.

 

A manutenção preditiva na gestão de frotas

Tradicionalmente, gerentes de frotas utilizam dados de fornecedores para estruturar os intervalos de manutenção preventiva. Para realizar, assim, as trocas de óleo, substituir fluidos e realizar, por exemplo, a troca de pneus.

Embora essa prática ainda seja utilizada e até recomendada, as tecnologias que entregam dados em tempo real estão ganhando cada vez mais espaço na gestão de frotas. Contribuindo com o processo de manutenção preditiva.

Para a gestão de frotas, a manutenção preditiva proporciona uma série de benefícios, como:

  • Redução dos custos gerais de manutenção;
  • Aumento do tempo de disponibilidade de peças e acessórios dos veículos;
  • Redução da porcentagem de paradas de emergência;
  • Eleva a vida útil e desempenho do automóvel a longo prazo.

É importante destacar que para cada tipo de manutenção, deve-se determinar a frequência, o responsável e os métodos de serviço. 

Esses são alguns aspectos que determinam os resultados da manutenção preditiva, como a redução de custos e o aumento da produtividade.

O desafio da análise preditiva para o gestor de frotas

Grandes gestores tomam as suas decisões baseados em dados e estão cada vez mais longe da operação, assumindo posições mais estratégicas e, no caso da gestão de frotas, não é diferente.

Todavia, embora gestores de frota entendam que os dados gerados pelos veículos definitivamente auxiliam a prever e detectar problemas antes mesmo que eles aconteçam, lidar com um amontoado deles pode ser um desafio.

É preciso ter a disposição de ferramentas de gestão corretas. Para extrair ideias que possam ser trabalhadas a partir dos dados, além de atuar de forma sistemática – não apenas quando o problema acontecer.

Dessa forma, utilizar a análise preditiva no gerenciamento de frotas é ideal para:

 

  • Impulsionar a análise de risco;
  • Analisar de uso de equipamentos;
  • Realizar programações de produtividade da frota;
  • Obter cronogramas de manutenção futura.

O que mais você precisa saber agora?

A manutenção preditiva de qualidade é feita a partir de dados fornecidos por um programa de monitoramento e inspeções de desempenho. 

São geralmente avaliados fatores como vibração, termografia e outros que podem trazer danos ao motor do carro ao longo do tempo. 

A execução é realizada com o uso de ferramentas adequadas, capazes de registrar determinados fenômenos.  

É dessa forma que a predição permite aumentar o grau de confiança no desempenho dos veículos de toda a frota. Determinando, então, previamente as interrupções de fabricação.

A manutenção preditiva é feita a partir de 4 estudos ou análises divididas em: 

  • Análise das vibrações; 
  • Análise dos óleos;
  • Análise dos estados das superfícies e;
  • Análise estrutural. 

Geralmente é por essas 4 observações que você consegue prever futuras manutenções. Vamos saber mais sobre elas:

1 – Estudo das vibrações

Um automóvel é formado por engrenagens, válvulas e peças que produzem vibrações em funcionamento. 

Cada vez que elas são usadas, são deterioradas de alguma forma. Na manutenção preditiva é observado o nível de vibrações, e, a partir disso, é possível se dizer em que estado a peça especifica se encontra no momento.

As vibrações são medidas por meio de aparelhos específicos. Um aparelho empregado para a análise é conhecido como analisador de vibrações. Há, enfim, vários modelos no mercado, dos mais simples aos mais complexos.

2 – Análise dos óleos

Essa segunda análise permite ver se é hora de trocar o óleo do automóvel. Ela é feita tanto na parte hidráulica como mecânica do carro.

Essa parte do processo é de extrema importância, e ignorá-la é correr o risco de causar danos maiores e provocar acidentes graves, que podem até ser fatais.

3 – Análise do estado das superfícies

A terceira análise feita na manutenção preditiva pode ser simplesmente visual e entra em cena como um complemento ao estudo das vibrações. 

Aqui você observar as peças, perceber se há desgastes ou anomalias capazes de afetar o funcionamento do motor futuramente, se elas necessitam de troca ou algum tipo de tratamento.

4 – Análise estrutural

A análise estrutural inclui todas aquelas estruturas que devem resistir a cargas e impactos, o que é o caso de alguns itens de frotas, como caminhões. 

Essa análise detecta, por exemplo, a existência de rachaduras, fissuras, trincas e, também, vazamentos em diversos locais do veículo.

E qual a diferença entre a manutenção preventiva e a preditiva?

A maior diferença da manutenção preditiva para a preventiva é que a primeira conta com algum sistema de monitoramento para analisar o status real da peça ou máquina, em vez de considerar apenas os padrões ou os índices estatísticos.

Podemos citar como exemplo o monitoramento da temperatura do baú, quando o veículo está carregado com cargas congeladas ou perecíveis. 

Nesse caso, a temperatura deve ser monitorada para garantir um padrão e evitar a quebra de frio ou descongelamento dos produtos.

A maior vantagem da manutenção preditiva: a redução de custos

Como sempre ressaltamos aqui, a empresa que deseja aumentar a vida útil dos itens de sua frota e reduzir custos precisa estar em dia com a manutenção preditiva. Avaliar as condições dos carros exige um trabalho minucioso de coleta e análise de dados.

O foco da manutenção preditiva está sempre na economia, na redução de custos e, também, na segurança das pessoas (leia-se condutores e clientes). Ela possibilita que algo seja feito antes que os defeitos possam se agravar. Evitando prejuízos maiores para os gestores e para toda a empresa.

Enfim, este modelo de manutenção possibilita que ações sejam tomadas no momento certo, evitando, assim, desgaste ou perda de carros. Isso ainda proporciona que o veículo esteja sempre pronto para ser usado. Funcionando, então, com total capacidade para maior rendimento e produtividade, elementos essenciais para o sucesso de sua empresa.

 

Adote a manutenção preditiva na sua frota!

Como vimos, os custos com manutenção, por menor que sejam acabam impactando diretamente nos custos da sua frota. Isso quando um pequeno problema não se torna uma perda maior que vai minando os seus recursos de forma inesperada.

Esperar pela próxima manutenção programada pode fazer o gestor de frotas perder tempo e dinheiro. 

Enfim, é por isso que a manutenção preditiva associada a um software de gestão de frotas, pode fazer com que a sua empresa economize e a sua frota ganhe mais disponibilidade e produtividade.

 

Conte com a Sofit para fortalecer a sua análise preditiva!

O software de gestão de frotas é essencial para um maior controle sobre os planos de manutenção — que incluem as manutenções realizadas e o estoque de peças de reposição — e também sobre a documentação dos veículos. 

O software de gestão funcionará como base de dados sobre toda a frota e outros aspectos da empresa. 

Você poderá gerenciar informações sobre a logística e, também, detalhes como o estoque de peças de reposição estarão acessíveis em um ambiente confiável.

Assim, como consequência, poderá rastrear problemas rapidamente e aplicar medidas para melhorar o fluxo de trabalho do negócio com facilidade. 

Tudo isso, sem dúvidas, vai proporcionar uma melhor manutenção preditiva e, consequentemente, o sucesso de sua organização do mercado.

Para saber mais sobre isso, clique aqui e confira nossas soluções! Temos uma equipe pronta para te atender!

Indicamos também nosso Webinar de Manutenção de Frotas: