Basta ler alguns dos posts em nosso Blog, ou alguns de nossos Materiais Educativos para você perceber as inúmeras maneiras pelas quais a Gestão de Frotas pode diminuir os gastos de sua empresa.

No post de hoje, vamos tratar de outro tipo de redução que também é muito importante para sua empresa. Diminuir os riscos de acidentes é importante para a segurança dos motoristas, da operação como um todo e também para proteger a imagem da empresa. Afinal, ter o nome da organização envolvido em acidentes não é uma boa forma de divulgar sua marca.

Para evitar que isso aconteça e trazer mais segurança para sua frota, confira a seguir três formas de reduzir acidentes por meio da Gestão de Frotas:

 1. Veículos com manutenção em dia são mais seguros

Manter os veículos em dia é imprescindível para a segurança de suas operações. Por meio da Gestão de Frotas, é possível realizar um controle eficiente dos serviços mecânicos já realizados e, através do histórico, identificar necessidades de consertos antes que eles se tornem um problema de segurança. Sem a Gestão de Frotas, não há acompanhamento dos serviços realizados e, assim, não é possível controlar e antecipar as manutenções necessárias para que o veículo rode com segurança.

Confira todas as nossas dicas sobre Manutenção Preventiva e saiba mais sobre como ela contribui para a segurança de sua frota.

 2. Motoristas bem informados são mais conscientes

Eles são os guardiões da frota. São os principais responsáveis pelos veículos quando eles saem da empresa. Por isso, é fundamental para a segurança das operações que os motoristas estejam bem treinados e informados sobre o veículo. Como a Gestão de Frotas contribui para isso? De duas formas:

  • Primeiro, porque, com o acompanhamento das atividades de cada motorista, é possível identificar as falhas deles e, a partir disso, saber qual tipo de treinamento eles precisam. Pode ser, por exemplo, que um determinado motorista esteja rodando em alta velocidade e isso está gerando muitas multas. Isso só é possível de identificar a partir de uma Gestão de Frota eficiente, que permita o registro de todas as atividades e ocorrências com a indicação de cada caminhão e cada motorista. Assim, o gestor pode orientar os motoristas de acordo com as suas dificuldades específicas.
  • Além disso, a Gestão de Frotas contribui para a segurança das operações porque permite manter um histórico sobre os veículos. Dessa forma, mesmo que o motorista nunca tenha rodado com aquele veículo antes, por meio das informações da Gestão de Frota, ele poderá saber quais os tipos de manutenção que o veículo já teve, qual a média que ele roda por litro etc. Esse conhecimento dá segurança para o motorista rodar com o veículo de forma confiante e consciente.

Confira também nossas dicas sobre Gestão de Frotas relacionada aos motoristas:

3. Definição estratégica de rotas evita atrasos

Trânsito intenso, congestionamentos e estradas em más condições podem causar atrasos nas operações. Ao enfrentar esse tipo de situação, na ânsia por cumprir o prazo, muitas vezes os motoristas acabam se arriscando, pegando rotas alternativas desconhecidas (e, às vezes, com alto risco de assaltos e/ou acidentes) e andando em alta velocidade. Por isso, a escolha de rota ideal, bem como a definição correta dos prazos, são questões fundamentais não só para a eficiência como também para sua segurança das operações.

A Gestão de Frotas possibilita que o gestor possa ter um histórico de atividades em cada uma das rotas utilizadas, sabendo quais são os dias e horários de picos em cada uma delas, quais são mais eficientes, quais pontos o motorista deve evitar e quais estradas estão em melhores condições. Com todas essas informações, é possível definir a rota e o prazo de forma estratégica, utilizando os melhores caminhos levando em conta não só a boa performance mas principalmente a segurança da operação.

Esperamos que essas três dicas simples, mas muito importantes, possam ajudar a deixar sua Gestão de Frotas ainda mais eficiente, refletindo em mais resultados e também mais segurança nas atividades de sua empresa.

 

Todo gestor de frotas sabe da importância de se controlar as informações sobre os veículos e viagens. Porém, a forma como isso é realizado pode ser a diferença entre resultados positivos e outros nem tanto assim.

É fato que a tecnologia está em todo lugar – inclusive nos processos de gestão. Porém, muitos profissionais ainda têm receio de mudar processos com os quais já estão acostumados a fazer manualmente. Alguns gestores de frota, por exemplo, utilizam anotações em cadernos e/ou planilhas para controlar seus veículos.

Se você é um deles, queremos lhe mostrar cinco grandes motivos pelos quais você deveria investir em tecnologia para controlar sua frota.

 1. Mais economia 

A princípio, pode parecer que tecnologia significa mais gastos para a empresa, já que demanda investimento. Porém, esse investimento é compensado com os resultados obtidos. Com a utilização de recursos tecnológicos, o gestor de frotas consegue controlar melhor as atividades e prever com mais eficiências as necessidades – evitando gastos surpresas e desnecessários.

 2. Mais Produtividade

A tecnologia pode ser aliada de sua produtividade. Com ela, é possível automatizar processos, dando mais agilidade e dinamismo à gestão. Assim, se manualmente você faz um relatório em 15 minutos, por exemplo, é possível reduzir pela metade esse tempo com o auxílio de softwares – gerando mais relatórios, e, consequentemente, mais informações.

 3. Mais Segurança

“Errar é humano”. E é justamente por isso que a tecnologia é tão importante para a gestão dos veículos de sua frota. Quando um trabalho é realizado manualmente, não se pode prever quando um erro vai acontecer – todos nós somos passíveis de falhas. Com o uso de tecnologia, como softwares de gestão de frotas, você diminui consideravelmente a chance de erro, já que os processos são automatizados.

 4. Mais Tempo

Com processos mais ágeis e eficientes, você não ganha apenas economia de dinheiro, mas de tempo também. Com o uso da tecnologia em sua gestão de frotas, as atividades operacionais podem ser feitas com mais rapidez, dando mais tempo para você analisar as informações e pensar estrategicamente nas operações, além de poder gerenciar com mais tranquilidade os profissionais de sua equipe.

 5. Mais resultados

Como você pode ver nos 4 motivos anteriores, a tecnologia só tem a contribuir com a sua gestão de frota. Não há por que temer seu uso. Lembre-se que ela será sua aliada, e não sua inimiga. Enquanto ela é útil para automatizar e agilizar os processos operacionais, você, gestor de frotas, ainda é o cérebro por trás de tudo. A tecnologia vai lhe fornecer informações e ferramentas para que possa atuar de maneira estratégica, antecipando necessidades e dando eficiência às operações e, assim, atingindo cada vez mais objetivos e trazendo mais e mais resultados.

 Ainda não está 100% convencido? Clique aqui e calcule a economia que a sua empresa pode ter investindo mais em tecnologia na gestão de frota. 

Na hora de pensar na segurança da sua frota, priorizar a economia não é um bom caminho. Muitas vezes o barato pode sair caro e, aliás, trazer dor de cabeça no futuro. Então, evitar esse tipo de preocupação é a garantia de viagens mais tranquilas. Para fazer um bom gerenciamento de frota, a recomendação dos especialistas é ficar atento a alguns itens.

Você sabe o que é o sensor de ponto cego? O sistema detecta quando algum veículo se esconde em pontos cegos da carroceria e avisa o motorista por meio de sinais luminosos nos retrovisores ou alertas sonoros. Portanto contribuindo para segurança da frota.

Listamos outros nove itens que podem elevar muito a segurança dos veículos. Em muitos casos, instalar esses equipamentos pode até diminuir o valor do seguro.

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Acesse nossa área de materiais educativos sobre gestão de frotas e confira outras informações.

Um gestor de frota tem uma rotina bastante cheia. Precisa se preocupar com a manutenção dos veículos, gastos, frotas. Mas no meio dessa lista de atividades, o cuidado com a chave para o sucesso da sua frota não pode faltar. Estamos falando do motorista, peça essencial para a eficiência da gestão de frotas.

Preparamos um guia que reúne diversas informações sobre como fazer dos motoristas aliados para o sucesso da sua empresa. Você vai acessar quais itens deve monitorar ao fazer o gerenciamento dos motoristas da sua frota e quais ganhos a empresará terá com essa gestão de frotas.

Treinamento
Capacitar seus motoristas pode ser uma ótima saída para resolver diversos problemas da sua frota, como gastos com manutenção, atrasos nas entregas e segurança nas viagens.

Dicas
Muitas vezes o problema está na desmotivação dos colaboradores. Separamos 4 dicas valiosas para fazer com que os motoristas tragam resultados cada vez melhores.
Baixe o material gratuito e comece hoje mesmo a melhorar o controle de frota.

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Muitas vezes, o trabalho faz o papel de nossa segunda família. Nesse sentido, se você é um gestor de frota, aposto que cuida dos veículos da empresa como fossem seus “filhos”, certo? Você acompanha os passos deles, cuida de cada um para que eles estejam sempre bem e deem o melhor de si.

E se a sua empresa tem a política de deixar os colaboradores levarem os veículos para suas casas, você quer que quem esteja com eles cuide tão bem de seus “filhos” como você, certo?

Pensando nisso, nós separamos algumas dicas sobre quais cuidados sua empresa precisa tomar quando o funcionário leva algum veículo da frota para casa. Confira a seguir:

 Conscientização

O primeiro passo é conscientizar o colaborador em relação à responsabilidade que ele tem sobre o veículo quando estiver com ele. É um patrimônio da empresa, que precisa ser cuidado. Por isso, antes de dar a chave para ele, dê orientações claras sobre os cuidados que ele deve tomar. Converse com ele informalmente ou ainda, se muitos funcionários levarem os veículos, é interessante fazer um treinamento orientando sobre os cuidados que eles precisam ter.

 Compromisso

Além de orientar verbalmente, é importante firmar um compromisso por escrito. Faça um contrato estipulando todas as responsabilidades dele em cada tipo de situação.

Exemplo:

  • Quanto ele irá pagar de multa caso o veículo apresente alguma avaria não notificada depois de passar um período com ele;
  • Quais procedimentos ele precisa tomar se acontecer algum sinistro durante a estadia do veículo na residência dele;
  • Quais informações precisam ser registradas na saída e na entrada do veículo (combustível, hodômetro etc.);
  • Qual será a punição caso o colaborador rode com o veículo sem autorização.

 Parceria

Muitas vezes, é mais cômodo e econômico que o veículo fique na casa do motorista. Por isso, crie uma relação de parceria com o colaborador, permitindo, por exemplo, um limite de utilização do veículo fora da empresa, mediante autorização prévia. Esse espírito de parceria mútua faz com que o motorista sinta-se mais motivado em cuidar ainda mais do veículo.

Controle

Por mais que você oriente, determine oficialmente e seja parceiro do colaborador, o controle de utilização é fundamental. Veja alguns exemplos do que você deve controlar:

  • Registre qual motorista levou qual veículo para casa;
  • Controle os horários de saída e entrada;
  • Verifique o hodômetro de saída e de entrada para saber se ele andou fora do perímetro autorizado;
  • Anote todas as ocorrências do veículo fora da empresa e os colaboradores que estavam responsáveis por ele nesse período;
  • Faça um histórico de bons e maus motoristas. Evite liberar o veículo para aqueles que sempre apresentam algum problema, e premie os que cuidam melhor da frota.

Com esses cuidados, você pode liberar seus “filhos” tranquilamente para passar um tempo na casa dos colaboradores.  

A fumaça preta – ou carbono pulverizado – é um péssimo sinal para frotas de veículos movidas a diesel e deve ser um item fiscalizado com atenção pelos gestores,

É preciso monitorar o índice com cuidado, pois além de sérios dados ao meio ambiente, a fumaça preta, como é popularmente conhecida, é proibida em todo território nacional e causa multas relativamente altas aos infratores.

Os órgãos de fiscalização ambiental estão sempre em campo, monitorando e multando os veículos. Por isso, é preciso se precaver.

No artigo de hoje, falamos um pouco mais sobre a fumaça preta, as suas causas, o que diz a legislação e porque o monitoramento deve estar no seu plano para uma frota mais ecológica

Acompanhe!

O que é a fumaça preta?

A fumaça preta ocorre nos veículos a diesel, e a coloração escura indica que o combustível não está sendo completamente queimado.

O carbono pulverizado, é como o diesel fica quando está muito quente, mas não tem oxigênio suficiente para sua combustão. Ou seja, a fumaça preta é o que acontece quando não há ar suficiente para queimar o combustível.

Essa anomalia pode ser resultado de um carburador mal ajustado, ou ainda do bloqueio do filtro de ar.

Então, observe se ela só ocorre na partida do carro pela manhã – nesse caso, é provável que o afogador ou o sistema de admissão de combustível do seu sistema de injeção eletrônica de combustível precise de ajuste.

Por que a fumaça preta é tão nociva?

A fumaça preta é altamente poluente e contém substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente como um todo.

Como é composta basicamente por carbono, suas partículas causam irritação nos olhos e garganta, redução da resistência às infecções. 

Além disso, provoca descoloração e corrosão de materiais e afeta os vegetais.

Os sintomas também podem ser sentidos no bolso: ela aumenta o consumo de combustível e, se não for corrigida, pode causar danos graves ao motor.

Legislação sobre a emissão de fumaça preta

A Portaria nº 100, de 14 de julho de 1980 é a primeira lei registrada que discorre sobre a emissão de fumaça preta. Ela foi publicada pelo extinto Ministério do Interior.

Apesar disso, a portaria ainda está em vigor. Confira o que diz o Artigo 1º:

A emissão de fumaça por veículos movidos a óleo diesel, em qualquer regime de trabalho, não poderá exceder ao padrão no 2 (dois), na Escala Ringelmann, quando testados em localidade situada até 500 (quinhentos) metros acima do nível do mar, e ao padrão no 3 (três), na mesma escala, para localidade situada acima daquela altitude.

O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) também publicou uma portaria que obriga empresas de frota a seguirem um programa interno de autofiscalização da emissão de poluentes da frota de veículos movidos à diesel.

O processo de fiscalização cabe aos órgãos ambientais estaduais e o índice aceitável, no caso da fumaça preta, é de até 2 na Escala de Ringelmann.

Os valores das multas também podem variar de acordo com cada estado. 

Em São Paulo, por exemplo, caso o motorista seja autuado pela primeira vez em 12 meses, a infração chega até R$ 1.656,60.

É possível combater a fumaça preta?

O combate é simples: manutenção constante. 

Dessa forma, é possível identificar e prevenir os problemas mecânicos que podem gerar esse tipo de anomalia.

Fique atento também para os principais agentes causadores da fumaça preta em frotas de caminhões. São eles:

  • Sincronização de injeção de combustível incorreta;
  • Injetores de combustível sujos ou gastos;
  • Abastecimento excessivo;
  • Turbina demora para alcançar o ponto de eficiência, o que gera o turbo lag (atraso do turbo);
  • Válvula de recirculação dos gases de escape (EGR) defeituosa ou suja;
  • Folga de válvula incorreta;
  • Razão de combustível para ar incorreta;
  • Sistemas de purificador de ar sujos ou restritos;
  • Sobrecarregamento do motor;
  • Má qualidade do combustível;
  • Acúmulo excessivo de carbono nos espaços de combustão e exaustão.
  •  

Como medir o índice de fumaça preta?

O monitoramento da fumaça preta pode ser realizado através de 2 formas: Opacímetro e Escala de Ringelmann.

Abaixo, confira como funciona cada uma delas:

Opacímetro

O opacímetro é um dispositivo eletrônico que avalia a densidade da fumaça por meio de um feixe de luz e uma sonda, que é inserida no tubo de escapamento do veículo.

Apesar disso, vale pontuar que cada equipamento possui recomendações específicas, por isso, para medir o índice da fumaça preta, é preciso se ater ao manual do dispositivo.

A escala de Ringelmann 

A Escala de Ringelmann é o parâmetro estabelecido pelo IBAMA através da Portaria n°85/96 para o monitoramento da fumaça preta.

Ou seja, para avaliar se o nível de densidade da fumaça atende aos padrões de emissão estabelecidos pela legislação brasileira, você precisa recorrer à Escala de Ringelmman.

É um processo manual, em que uma lâmina de papel  com 5 tonalidades de cinza é utilizada como parâmetro para a observação e registro do tom da fumaça que sai do escapamento do veículo movido à diesel. 

Para a observação, é preciso acelerar o veículo em ponto morto e sem pressionar o pedal de embreagem, mantendo a aceleração por, pelo menos, 5 segundos.

O que as empresas de frota devem fazer em relação à fumaça preta?

Embora a legislação não discorra sobre a periodicidade da medição, a sugestão é que empresas de frota devem realizar o monitoramento mensal ou trimestralmente.

Caso você trabalhe com uma frota terceirizada, é recomendável exigir dos seus fornecedores uma postura transparente neste sentido, já que o contratante está indiretamente responsável pela conformidade das emissões de poluentes.

Então, lembre-se: é preciso estar em conformidade com a legislação ambiental e os níveis de fumaça preta devem ser monitorados continuamente na sua frota!

FALE COM UM ESPECIALISTA EM GESTÃO DE FROTAS!

Será que a velocidade que o veículo anda tem influência no gasto de combustível? Andar mais rápido ou mais devagar pode fazer você gastar mais ou menos com abastecimento?

A resposta para essas dúvidas é uma só:

SIM, quanto mais rápido o veículo roda, mais combustível ele gasta.

São vários os fatores que influenciam o nível de combustível gasto pelo veículo – e a velocidade é um dos principais.

A explicação está na física

Mais de 50% da energia gasta para mover o veículo é usada na superação do arrasto aerodinâmico. Ao pisar fundo no acelerador, você aumenta a resistência aerodinâmica e de deslocamento. Carros entre 90 e 120 km/h tendem a consumir até 30% mais combustível.

Para entender, basta fazer a seguinte comparação: se você caminha devagar, vai gastar pouca energia. Agora, se sair correndo, seu corpo fará muito mais esforço e, por consequência, exigirá mais energia. No caso dos veículos, a energia é o combustível.

A cada km que o veículo roda acima de 88 km/h, o consumo de combustível tem um aumento de 1%. 

Faça as contas:

Se o caminhão faz uma média de 3,36 km por litro à 88 km/h, passará para 2,95 km por litro à 100 km/h, e 2,62 km por litro à 110 km/h. Colocando na ponta do lápis, você terá um aumento de 12% a 100 km/h e de 22% a 110 km/h nos gastos com combustível.

Velocidade ideal para economizar combustível

Especialistas apontam que para poupar gasolina, o ideal é manter uma velocidade constante entre 40 km/h e 70 km/h, na quinta marcha e no terreno plano. Mas além da inclinação, outro fator que pode contribuir para o aumento
do combustível é o movimento da estrada, já que mudar de velocidade a todo o momento gasta mais combustível.

 

 

A Gestão de Frotas diz respeito ao controle dos veículos da empresa. Porém, mais do que apenas um controle, a Gestão de Frotas tem o objetivo de potencializar as operações dos veículos da empresa, com foco em economia, alto desempenho, segurança e lucro.

Se você não sabe ao certo o que precisa controlar, continue lendo e confira a seguir algumas dicas sobre quais são os itens fundamentais para o controle de despesas de viagem, fazendo com que a Gestão de Frotas seja não só o gerenciamento dos veículos, mas uma ferramenta estratégica em busca dos objetivos da organização:

Planejamento de Viagem

Para começar sugerimos que você faça o agendamento da viagem, marcando o dia e horário de saída da viagem, qual o motorista fará essa viagem e a rota que ele irá seguir na viagem.

Receitas de viagens

Caso esta viagem gere receita, controle qual cliente está fazendo a viagem, quanto você está cobrando pela operação e qual o peso total da carga e o do veículo juntos (PBTC – Peso Bruto Total Combinado).

Adiantamento de viagem

Esse é o dinheiro que você dá para o motorista para eventualidades como pedágio, alimentação, estadia, abastecimento etc. Não deixe de registrar isto também, guarde a data do adiantamento e qual o valor, pois na volta o motorista precisará prestar contas desse dinheiro, mostrando no que ele foi gasto.

Portarias de viagem

No item “Movimentação de Portaria”, é preciso colocar o horário de saída real da viagem – se atrasou ou não de acordo com o planejado – e qual o hodômetro do veículo nessa saída.

  • Com esses dados registrados, o Gestor deve gerar um relatório desta viagem todas as informações para dar ao motorista.

Então, o veículo foi viajar, chegou no cliente, fez a entrega e retornou à empresa. Confira os próximos passos:

Registro de retorno

Agora que o veículo retornou, é preciso registrar sua volta. Para isso, basta ir novamente até o planejamento da viagem e registrar a data e o horário real de retorno, e qual o hodômetro do veículo em sua chegada.

  • A partir daqui você já pode começar a fazer contas com base nos gastos durante a viagem, por exemplo, qual foi o rendimento do veículo e resumo dos gastos desta viagem.

Abastecimento de viagem

Registre todos os abastecimentos informando qual foi a data do abastecimento, o hodômetro do veículo nessa ocasião, qual foi a quantidade abastecida, o valor do litro ou valor total, o fornecedor (posto), o cliente, o motorista e a rota realizada. Anote também se o abastecimento foi feito durante a viagem com o dinheiro do adiantamento ou não. Se você trabalhar com cartões de abastecimento, anote também todos os abastecimentos, mas, não considere no acerto do adiantamento de viagem.

  • Com essas informações de abastecimento, você conseguira obter os gastos e as receitas com combustível – totais e/ou por quilômetro rodado – e qual foi a média de gasto de combustível – litros utilizados por quilômetros rodados.

Controle de Despesas de viagem

Nesse item, é preciso indicar outras despesas – além do combustível. Você pode controlar as despesas individualmente, indicando o número da nota que comprova cada uma delas e seus motivos – almoço, janta, pedágio etc. Ou, se preferir, pode lançar p conjunto de despesas. Exemplo: 6 alimentações, 2 pedágios etc.

Acerto de viagem

Para fazer o acerto da viagem, é preciso verificar qual o valor que foi adiantado e subtrair dele o valor total gasto, pago com o adiantamento. Se ficar negativo você deve devolver este valor ao motorista e se ficar positivo o motorista deve lhe devolver este valor.

Fechamento de viagem

Se está tudo certo no acerto com o motorista, você pode marcar no seu controle de despesas de viagem como “viagem encerrada”.

Demonstrativo de viagem

Depois de finalizar a viagem, para fins de prestação de contas e acompanhamentos, é interessante você criar um demonstrativo com todas as informações da viagem: quando saiu e quando retornou, quanto percorreu, quanto abasteceu e os ter os cálculos finais: custos e receitas totais, custos e receitas por quilômetro rodado.

Relatórios de viagem

Para ter ainda mais informações sobre as viagens, você pode criar os relatórios baseados nestes controles, tais como:

  • Resumo de viagem por veículo: com as receitas, despesas, custos com combustível e distância percorrida por cada um deles;
  • Resumo de custos de viagens: mostrando detalhadamente quais foram os motivos dos custos de cada viagem;
  • Controle despesas de viagens mensal: que indica os custos e as receitas totais das viagens do mês, a margem de lucro, a distância percorrida, o lucro total e o número de viagens realizadas nesse período.

Para executar estes processos você pode criar planilhas ou até mesmo encontrar na internet alguns modelos prontos, mas, se preferir a Sofit, com o seu software para Gestão de Frota, disponibiliza todos estes controles e relatórios e ainda diversos outros.

Dica: Conheça o nosso Guia de Controle de Custos e Receitas da Frota. E, se quiser saber, na prática, como o Sofit pode dar mais agilidade e segurança à Gestão de sua Frota, faça um teste gratuito.

É fato. O combustível é o principal responsável pelos custos nas frotas. Se você ainda não sabe disso, talvez seja porque não faz o controle de combustível correto. Ou mesmo não faz nenhum tipo de controle dos gastos de sua frota.

Você tem ideia de quanto cada veículo de sua frota gasta por quilômetro rodado? Sabe os motivos desses valores?

Para lhe a ajudar a entender a importância de gerenciar esse custo e mostrar como fazer isso, elaboramos esse guia que mostra como realizar o controle de combustível em sua frota.

Nas próximas páginas você vai aprender o que o gestor de frota tem a ganhar com o controle de combustível, quais são os indicadores e dados que ele precisa acompanhar e de que maneira o Sofit – sistema on-line de Gestão de Frota – pode contribuir nesse processo, trazendo segurança e agilidade.

No final, ainda vamos mostrar como você pode saber exatamente quanto poderia economizar fazendo a correta gestão de sua frota.

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Não é de hoje que podemos ver nas estradas traseira de caminhão “arrebitada”. O tema é polêmico: há quem não goste, há quem goste pelo estilo diferenciado e há também quem diga que isso dá mais estabilidade para o veículo na curva.

Mas, afinal, legalmente falando: o que pode e o que não pode em relação à traseira de caminhão alta?

Depois de seis meses de estudo, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decretou uma legislação sobre o assunto: em março desse ano foi publicada a resolução 479, que regulamenta as alterações feitas tanto em veículos com PBT inferior a 3.500 Kg quanto em veículos cujo o PBT é superior a 3.500 Kg.

O artigo 2 dessa lei diz:

 Em qualquer condição de operação, o nivelamento da longarina não deve ultrapassar dois graus a partir de uma linha horizontal.

Quando vem de fábrica, a linha da longarina é paralela ao chão – ou seja, reta. De acordo com a nova resolução, essa linha pode subir até dois graus. Veja a imagem abaixo:

Ângulo da longarina com o chão

 

Na prática, quando isso é representado em centímetros? Bom, isso depende do tamanho do caminhão. Um veículo com 6 metros de comprimento, pode levantar a traseira de caminhão para até 21 cm. A partir desse comprimento (6 m), a cada metro a mais, a altura pode variar 3,5cm. Como na imagem:

Distâncias com relação ao tamanho do caminhão

Para medir seu caminhão e saber se ele está dentro da lei, o motorista ou proprietário do veículo pode fazer o mesmo cálculo utilizado pela Polícia Rodoviária Federal.

  • Meça a altura do final da longarina = essa será a “Altura X”
  • Meça a altura da longarina na distância de um metro e meio da Atura X = essa será a “Altura Y”
  • Diminua a Altura X – Altura Y. Para estar dentro da lei, o resultado deve ser menos de 3,5 cm.

Confira nos exemplos abaixo:

Distância traseira de caminhão

Lembramos que essa legislação já está em vigor. Se o veículo não for regularizado em até cinco dias úteis, corre o risco de ser apreendido.

Outro detalhe importante é que as alterações feitas dentro da norma devem constar em documento ou podem gerar as mesmas multas. Por isso, fique atento à traseira de caminhão de toda a sua frota

Cada vez mais podemos perceber ações no mercado para que os veículos sejam mais sustentáveis. E não é à toa. A emissão de gases que vem do transporte é uma das principais causadoras do Efeito Estufa, que causa o desequilíbrio do clima e do meio ambiente.

Um dos projetos nesse sentido é o EURO5, que faz parte do PROCONVE (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). Por meio de adaptações na tecnologia dos veículos, esse projeto visa reduzir as emissões de gases poluentes na atmosfera.

Outra medida que mostra a preocupação com o meio ambiente, é a resolução nº 342 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que prevê infração grave (R$ 127,69 e 5 pontos na carteira) quando a emissão de determinados poluentes ultrapassar os limites previstos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) – clique aqui e saiba mais sobre esses limites.

Medidas para sustentabilidade da frota

Troca do filtro de ar

Testes realizado em São Paulo mostraram que a substituição do filtro de ar danificado é capaz de reduzir em 40% as emissões de poluentes. Isso porque essa peça é um componente fundamental para proteger o motor das impurezas do ambiente externo. Se o filtro de ar está com problemas, a passagem do ar para o motor fica impedida, fazendo com que aumente o esforço gerado por ele e, consequentemente, consuma mais combustível. E o consumo de mais combustível reflete-se em maior emissão de gases poluentes no ar. Além de contribuir para a natureza, essa medida também ajuda a empresa financeiramente. Estudos de fabricantes de filtros de ar revelam que quando a peça está em bom estado gera economia de 10% por quilômetro rodado, além de melhorar o desempenho do veículo.

Treinamento do motorista

Outra forma de contribuir para o meio ambiente, é orientar os motoristas quanto a importância de se ter uma condução econômica, evitando ao máximo o alto consumo de combustível. Além disso, o motorista precisa estar consciente de que deve utilizar combustíveis de alta qualidade, pois isso também contribui para o aumento de gases poluentes. Por isso, precisam sempre abastecer em locais confiáveis e devidamente homologados/certificados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O rendimento e a durabilidade do veículo também estão totalmente relacionados com a qualidade do combustível.

Respeito aos limites de carga

Pode não parecer, mas o excesso de carga também é um dos fatores que contribuem para a maior emissão de gases poluentes na atmosfera. Além de afetar a segurança da viagem, o excesso de peso resulta também no maior consumo de combustível, no desgaste prematuro do caminhão e na rápida deterioração do pavimento das rodovias.

Manutenção preventiva

Uma das principais atividades da Gestão de Frotas que contribuem para que os veículos emitam cada vez menos gases é a manutenção preventiva. Os veículos devem ser regulados constantemente para evitar a queima de combustíveis de forma desregulada. Além disso, a manutenção garante o melhor desempenho do caminhão. O veículo pode não ser novo, mas se estiver com a manutenção em dia, não irá prejudicar o meio ambiente – e nem o bolso do transportador.

Uso de peças genuínas

Outro fator – também ligado à manutenção – que contribui para mais emissões de gases poluentes, é o uso de peças que não são próprias para aquele tipo/modelo de veículo. As peças genuínas garantam o funcionamento adequado, resultando na redução do consumo de combustível e, consequentemente, contribuindo para a diminuição da poluição do ar.

Otimização das Rotas

A Melhor de forma de contribuir para sustentabilidade é reduzindo a quantidade de quilômetros rodados, obviamente sem reduzir a sua produtividade, mas, aumentando a sua eficiência através da otimização das rotas, assim você precisará de menos veículos para fazer a mesma quantidade de entregas. Este é um tema bem complexo, pois vários fatores tem que ser levados em consideração para definição da melhor rota, desde peso, cubagem, distância e até a data e hora de entrega prevista. Face a esta complexidade, a melhor forma é ter um software de roteirização para te ajudar. Estes softwares vão desde os mais simples, como o próprio Google Maps até os mais completos, e caros, como o RoadShow.

Clique aqui para realizar um teste gratuito do Sofit.

Informações:
Revista Caminhoneiro
Carro 100
Volvo na Estrada

Você sabia que o sistema on-line de Gestão da Manutenção de Frotas da Sofit é um Software SaaS? Ok, mas… Na prática, o que isso significa? Para esclarecer de vez esse assunto e mostrar por que esse modelo de software é tão vantajoso, vamos mostrar nesse post todas as características que fazem do software SaaS a melhor opção para a gestão das empresas.

Para começar a definição dos conceitos:

Software SaaS

SaaS é a sigla para “Software as a Service” – que significa “Software como um serviço”. Ou seja, ele não é apenas um produto – você não vai pagar uma licença para usar o software de maneira fechada e fixa, e sim uma mensalidade para utilizar os serviços oferecidos pelo software.

Nesse modelo, o fornecedor do software (no caso, a Sofit) se responsabiliza por toda a estrutura necessária para que o sistema funcione. Isso quer dizer que os clientes que contratam a Sofit não precisam se preocupar com a instalação de servidores locais, formação de equipes especializadas e cuidados com segurança da informação. Basta ter acesso à internet, que o resto é por conta da Sofit. Os softwares SaaS possuem servidores on-line. Dessa maneira, os dados ficam armazenados de maneira segura em servidores externos – que são independentes dos computadores da empresa.

Software localmente instalado

Quando o software não é SaaS, ele é oferecido e utilizado em forma de produto. O cliente precisa comprar o produto, pagar uma licença para poder utilizá-lo. Além disso, nesse modelo, o software é instalado localmente nos computadores que serão utilizados e tudo ficará armazenado nas máquinas onde estarão instalados esses softwares. Isso significa que a infraestrutura – servidores, segurança, equipes – precisa ser local. Além de investir no software, a empresa precisará investir ainda nessa infraestrutura.

Software como serviço X Software como produto

Veja agora quais são as principais vantagens do SaaS em comparação com os sistemas instalados localmente:

Economia

No SaaS, basta ter acesso à internet, a empresa não precisa se preocupar em gastar com servidores, equipes e sistemas de segurança. Tudo isso é disponibilizado pelo próprio sistema.

Implementação e treinamentos facilitados

Em softwares instalados localmente na empresa, é preciso que haja a presença de profissionais do fornecedor para realizar a implementação do sistema, bem como o treinamento dos colaboradores que irão utilizá-lo. Isso significa ainda mais gasto de tempo e dinheiro, pois muitas vezes é preciso arcar com os custos de transporte e hospedagem do especialista em questão.

No SaaS, tudo é feito de maneira on-line e dinâmica. Tanto a implementação quanto os treinamentos são realizados via web – economizando tempo e dinheiro.

Fácil atualização

Da mesma forma, as atualizações do sistema SaaS são fáceis e dinâmicas – também realizadas on-line. Diferente dos softwares instalados localmente, que, novamente, demandam a presença física dos consultores da empresa fornecedora.

Personalização

Quando você paga pela utilização do software como produto, pode utilizá-lo apenas da forma como ele é. Se precisa mudar alguma funcionalidade, precisará realizar um novo grande investimento para fazer as mudanças necessárias, e esperar um bom tempo para tê-las implementadas. Nos modelos SaaS, essa personalização é muito mais fácil de ser realizada. O Sofit, por exemplo, é fácilmente customizável, podendo adaptar-se à realidade de sua empresa.

E além de personalizar as funcionalidades, o valor pago no Sofit também é adaptável ao tamanho de sua empresa – ou seja, você paga de acordo com a quantidade de veículos de sua frota. Já no software como produto, o valor pago é fixo, independente do tamanho do cliente.

Segurança

Quando um software é instalado localmente e a empresa ter que cuidar de toda a infraestrutura e segurança, há muitos riscos para o gestor. Se uma máquina falhar, se tiver algum vírus ou se o servidor for danificado, todos os dados da empresa podem ser perdidos. Com o software SaaS, não importa se seu computador pegar fogo, seus dados estarão seguros nos servidores on-line.

Dinamismo

Com softwares instalados localmente, o cliente terá acesso apenas naqueles computadores específicos. Já no modelo SaaS, é possível acessar de qualquer dispositivo com internet. E não só computadores de mesa, como também notebooks, tablets e celulares. Isso dá mais dinamismo para acessar as informações que você precisa a qualquer momento.

Democrático e com foco estratégico

De maneira geral, a principal vantagem do modelo SaaS é que não importa que a empresa não tenha infraestrutura de equipamentos e equipe especializada de TI, ela ainda pode ter um software de alta tecnologia à sua disposição. Além disso, não é preciso gastar tempo, energia e dinheiro com a manutenção de toda a estrutura que os softwares instalados localmente demandam. Dessa forma, a empresa consegue focar no que realmente interessa: na análise dos dados e no desenvolvimento do seu planejamento estratégico baseando-se em informações pontuais e seguras fornecidas pelo software.

E é por isso que a Sofit escolheu esse modelo para desenvolver o seu Software de Gestão da Manutenção de Frotas. Nosso objetivo é dar mais agilidade, dinamismo e segurança aos gestores, por meio de um sistema que cada vez mais efetivamente facilite e potencialize seu trabalho.

Abaixo materiais GRATUITOS para download que podem lhe ajudar nesse assunto:

[Apresentação] Como escolher um Software para minha empresa

[Infográfico] Diferença entre Software como Serviço (SaaS) e Software como Produto