Imperícia, imprudência e negligência: como elas atrapalham a sua gestão de frota

Todo mundo conhece aquele ditado que diz que “acidentes acontecem”, não é mesmo? Mas o trabalho de Gestão de Frota é baseado em informações e dados para corrigir e prever erros. Em certo nível, a sabedoria popular está certa, já que, às vezes, imprevistos realmente acontecem. Porém, muitas vezes também o erro pode, sim, ser evitado.

Uma falha pode ocorrer por imperícia, imprudência ou negligência – falta de preparo, de cuidado ou de atenção. Neste post, vamos explicar melhor o que é cada um desses conceitos e de que forma eles podem atrapalhar as operações de sua frota. Confira:

Imperícia

Falta de habilidade, experiência ou destreza; incompetência. Falta de técnica necessária para realização de certa atividade.

Para que uma falha seja chamada de imperícia, é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão.

Exemplos de imperícia

  • A falta de aptidão de seus motoristas para dirigir veículos mais novos, com uma tecnologia diferente da dos antigos, pode causar um acidente.
  • A falta de conhecimento sobre novas leis pode gerar multas.

Impercia imprudncia e negligncia como elas atrapalham a sua gesto de frota

 Imprudência

Inconveniência, inadvertência, indiscrição, temeridade. Falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é algo que se deveria prever, porém, não previu.

A imprudência pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada. Uma pessoa pode ser imprudente por ser extremamente proativa, porém sem o conhecimento técnico necessário. De modo geral o imprudente não mede consequências, ou seja, não se dá conta dos prováveis resultados de seu ato.

Exemplos de imprudência

  • Um motorista que resolve ele mesmo consertar o veículo e acaba estragando ainda mais.
  • É imprudência quando seu motorista resolve, por conta própria, pegar outro caminho para tentar chegar mais rápido. Poder ser uma rota mais perigosa e que prejudique o veículo.

Negligência

Desleixo, falta de atenção, falta de cuidado, menosprezo. Pode estar relacionada à indiferença, preguiça, displicência.

Muitos podem ser os fatores causadores de um ato negligente. O toque de um celular, alguém passando na rua, outras conversas etc. Esse tipo de falha está relacionada à falta de foco no que se está fazendo. Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.

Exemplos de negligência

  • Quando um colaborador deixa de levar o veículo da frota para sua manutenção. As falhas geradas por isso podem resultar em acidentes.
  • Motoristas que falam ao celular durante a viagem estão sendo negligentes, pois não estão prestando atenção na estrada.

Imperícia, imprudência e negligência: como corrigí-las? 

Todas essas falhas, sejam elas por despreparo, descuido ou desatenção, causam grandes prejuízos à empresa e aos colaboradores – tanto prejuízos financeiros, quanto morais e de saúde. A seguir, confira algumas dicas sobre como evitar esses erros na gestão de frota:

  • Crie procedimentos padrões

Para evitar a política do “cada um faz do seu jeito” é importante que em sua Gestão de Frota estejam definidos procedimentos padrões. Dessa forma, todos ficam alinhados quanto qual é a maneira correta de realizar os procedimentos, evitando falhas e gerando eficiência. Criar procedimentos é importante também porque, nesse desenvolvimento, é possível identificar processos que podem ser melhorados.

  • Promova uma comunicação clara com os colaboradores

Porém, de nada adianta ter procedimentos padrões se eles não forem bem comunicados. Tenha uma comunicação eficiente, que chegue a todos, com uma linguagem clara e objetiva, evitando duplas interpretações. Comunicar e informar é um processo imprescindível para evitar falhas em suas operações. Assim, ninguém poderá dizer que não fez determinada ação porque “não sabia que era assim que deveria ser feito”.

  • Ofereça treinamentos constantes

Essa é a maneira mais eficiente de diminuir as chances de falhas em suas operações. Faz parte da Gestão de Frotas manter os motoristas e funcionários atualizados sobre as áreas de importância para o trabalho deles. Realize constantes treinamentos e cursos não só sobre os procedimentos a serem seguidos, mas também sobre a importância de seguir esse padrão para evitar prejuízos e acidentes. Assim, você estará aumentando o conhecimento e conscientizando os profissionais – trazendo mais eficiência e segurança para sua frota.

  • Atenção na hora de contratar

A seleção de profissionais também é fundamental para evitar falhas de todos os tipos – imperícias, imprudências e negligências. Estude bem cada candidato e peça comprovação de suas competências, seja por meio de certificados e/ou recomendações. Além disso, analise o perfil do profissional, se ele não for flexível e aberto a novas ideias, talvez não esteja disposto a seguir as regras da empresa e queira “fazer do seu jeito”.

Esperamos que essas dicas possam ser úteis para que as chances de erros em sua Gestão de Frotas caiam drasticamente, trazendo mais segurança, confiança e eficácia e suas operações.

Saiba mais sobre como o nosso módulo de manutenção pode auxiliar a sua gestão de frota e agende uma demonstração hoje mesmo!

Gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos: entenda os desafios do setor!

 

Com a alta da demanda, a automatização do processo de transporte auxilia na gestão dos representantes de venda, facilitando o controle de visitas para demonstração de catálogos para médicos e farmácias.

Sendo assim, a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos torna-se um fator competitivo importante para empresas do segmento que desejam otimizar e expandir as suas operações em 2021.

Neste artigo, você conhece os principais desafios do setor e confere a importância da gestão de frotas para a indústria farmacêutica.

Continue lendo!

GESTÃO DE FROTAS PARA LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS: ENTENDA OS DESAFIOS DO SETOR!

Os desafios da gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos

Somente em 2020, impulsionado pela pandemia do coronavírus e pela busca acentuada de suplementos, vitaminas, relaxantes e antidepressivos, o setor farmacêutico cresceu 13,6%.

Esse crescimento traz mais urgência para o enfrentamento dos maiores desafios do setor, sendo a centralização das informações da frota, um dos principais no momento.

Isso porque, com o mercado aquecido, a demanda aumenta: representantes de laboratórios transportam mais amostras, precisam conferir mais faturas e fazer mais orçamentos.

Nesse sentido, o investimento na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos é um elemento essencial para o gerenciamento, uma vez que traz automação, precisão e melhora a produtividade dos processos.

Como a Sofit auxilia a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos?

Laboratórios necessitam focar na sua atividade fim, ou seja, é fundamental ter todos os dados sobre a frota acessíveis.

Além disso, representantes de vendas precisam de orçamentos facilitados e informações sempre à mão, para transformar em relatórios.

Com a Sofit, é possível fazer tudo isso. Confira abaixo como a nossa ferramenta auxilia na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos na prática:

Centralização de todas as informações da frota

Laboratórios farmacêuticos precisam ter todas as informações referentes à frota de forma acessível e em um só lugar. 

Através de importações e integração com os principais players de mercado, a Sofit permite armazenar todos os dados referente a frota de veículos, gerando buscas e resultados rápidos e eficientes. 

 

Fechamento de orçamentos

A gestão de orçamentos é outra demanda dos laboratórios farmacêuticos. Dentro do SofitView é possível analisar, por exemplo, custos por fornecedor, preço médio por item, além do controle de estoque mínimo. 

Sendo assim, esses relatórios ajudam o laboratório a entender se o preço cobrado por determinado produto/mão de obra está na média que a empresa vem pagando. 

 

Conferências de faturas (locadora) 

Com um sistema alimentado e atualizado é possível analisar todos os veículos ativos e inativos da sua frota, além de todos os custos apresentados na fatura da locadora. 

 

Aprovação de orçamento de manutenção

Você tem problemas com a reposição de peças? Ou acha que poderia pagar menos por elas? A Sofit disponibiliza uma plataforma para consulta com o valor médio das peças no mercado. 

Assim, fica mais fácil entender se o que foi apresentado no orçamento da oficina está dentro da média. 

Comunicação da frota com o condutor por APP

A Sofit também disponibiliza um aplicativo, disponível para Android e IOS que tem por objetivo centralizar todas as demandas entre “condutor X frotas”. 

É de uma ferramenta que você pode customizar de acordo com a sua demanda.

Ou seja, pode ser utilizado para “solicitar aumento de limite de um cartão de abastecimento” e/ou “reservar um veículo”, por exemplo. 

Além disso, o APP disponibiliza ao condutor uma média de consumo atualizada, infrações e manutenções pendentes, assim como as pendências documentais do veículo e/ou condutor. 

Conferência dos Indicadores de custos

Dados ajudam laboratórios a tomar decisões mais assertivas. A Sofit disponibiliza mais de 80 relatórios na plataforma, além da possibilidade de criar relatórios personalizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. 

Controle de manutenção

Através de um plano de manutenção preventivo é possível receber alertas sobre vencimentos, sejam eles dias, horas ou km. 

Além disso, toda manutenção realizada pode ser lançada nas Ordens de Serviço.

Assim, o laboratório tem um controle referente  ao valor previsto X realizado, despesas com manutenção, dentre outros relatórios.

sofit para labs farmaceuticos

Uma gestão de frotas automatizada garante mais negócios para os laboratórios

De antemão, você deve saber que a tecnologia pode ser uma aliada na força de vendas dos laboratórios farmacêuticos.

Sendo a equipe de vendas o principal elo entre o laboratório, farmácias e médicos, é preciso amarrar bem todo esse esforço de vendas.

Enquanto representantes precisam cumprir um volume de visitas, apresentar o conceito dos medicamentos e até mesmo cuidar do trade marketing, laboratórios precisam garantir que o investimento com os deslocamentos criem receita.

Neste sentido, com o sistema de gestão de frotas da Sofit, o laboratório consegue acompanhar e organizar todas essas visitas, avaliar corretamente os custos dos deslocamentos e, através de relatórios personalizados, entender o custo total da operação.

Um grande case de sucesso do segmento é a empresa BIOLAB que conta com a tecnologia da Sofit para otimizar os seus processos de gestão de frotas.

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“Nos últimos três anos, empreendemos uma profunda revolução na administração de frotas da Biolab. Avançamos consideravelmente, deixando para trás um cenário operacional baseado em papel, com controles manuais dispersos, e adotando uma abordagem mais estratégica e transparente. Isso nos permitiu extrair insights valiosos para aprimorar nossos processos e instigar mudanças organizacionais embasadas em dados concretos. Nossa parceria com a Sofit desempenhou um papel crucial em nosso projeto. A gestão de frotas agora é simplificada e altamente visual, e conseguimos migrar com sucesso a experiência de nossos colaboradores para o aplicativo da Sofit. Esse movimento assegurou um nível de controle sem precedentes em nossa empresa e estimulou um maior engajamento por parte de nossos condutores.”

Rodrigo Pinfildi Machado – Gerente de Frotas da Biolab

A Sofit pode ser a sua aliada na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos!

Em suma, uma gestão de frotas automatizada e que confira uma visão global das operações para o gestor é fundamental para o transporte e apresentação de medicamentos.

Empresas do setor que contam com a tecnologia para otimizar a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos enfrentam menos problema e garantem mais produtividade ao processo de forma geral.

Aqui na Sofit, temos experiência na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos e, além de oferecer a tecnologia, dispomos de profissionais que vão ajudar a sua empresa a aproveitar ao máximo o nosso sistema, eliminando os gargalos da sua operação.

Conte com a gente e agende uma demonstração gratuita hoje mesmo!

Como controlar o custo com pedágio na minha frota?

 

 

Quando olha para seus resultados financeiros, sempre há momentos que você se pergunta  “nós realmente gastamos tanto assim?”.

Se você já teve essa reação às cobranças de custo com pedágio então é preciso tomar atitudes para otimizá-los.

Cada vez mais comum nas estradas brasileiras, o controle do custo com pedágio pode representar uma economia significativa para a sua gestão de frotas.

A busca pela redução desse custo pode levar a sua frota a transitar por vias em más condições ou para desvios na sua rota, o que, no fim, acaba não compensando.

Embora não exista uma alternativa para o custo com o pedágio, ainda é possível controlá-lo para equilibrar as finanças da empresa no final do mês. 

Continue lendo e descubra o que fazer!

 

Um pouco sobre os pedágios no Brasil

 

Atualmente, existem 58 concessionárias de pedágio em operação no Brasil. Essas empresas cuidam de 19.031 de km de rodovias. 

A maioria dos pedágios está localizada no estado de São Paulo, que conta com 13 concessionárias. 

Embora a intenção seja válida, afinal, a concessão tem o objetivo de transferir a responsabilidade das condições de uma rodovia para o setor privado, na prática, é um pouco diferente.

Condutores, e principalmente empresas de transporte ainda tem que lidar com condições precárias nas estradas, principalmente na região norte e nordeste do país. 

Além disso, motoristas precisam lidar também com os aumentos no custo com pedágio.

 

Como os custos com pedágio são definidos?

O custo com pedágio nas rodovias brasileiras é definido pelos órgãos reguladores federais, como a ANTT e estaduais, como a ARTESP em São Paulo.

Esse valor tem como base em um custo fixo por quilômetro multiplicado pelo trecho de cobertura.

Na gestão de frotas, empresas de transporte não estão autorizadas a embutir o valor do pedágio no frete contratado. Veja o que diz a lei 10.209:

1º Fica instituído o Vale-Pedágio obrigatório, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras. § 1º O pagamento de pedágio, por veículos de carga, passa a ser de responsabilidade do embarcador.

 

Como calcular os custos com pedágio?

O cálculo do pedágio presume valores diferentes, de acordo com a rota e o tipo de veículo utilizado pela sua empresa.

Para calcular os custos com pedágio é necessário seguir um passo a passo:

  • Definir a rota; 

  • Escolher o veículo;

  • Verificar quais são as praças de pedágio; 

  • Identificar se a viagem será de ida e volta ou se há rotas alternativas.

Aqui, a experiência e estratégia do gestor de frotas pode contribuir com a redução de custos, já que o conhecimento sobre as estradas utilizadas pode garantir a redução de custos com pedágio.

Portanto, estude todas as possibilidades e verifique todos os trechos com pedágio no site da ANTT. 

Com a rota e veículos e todos os valores com o pedágio definidos, faça uma conta simples e calcule quanto você vai gastar com o pedágio na viagem.

Alternativas para a redução do custo com pedágio

O planejamento de uma rota é um problema um tanto quanto complicado. Além de determinar as melhores orientações para os seus condutores, você também precisa considerar o tráfego, condições das estradas, a disponibilidade do cliente e muitos outros fatores. 

Gestores que tentam fazer os roteiros para evitar altos custos com pedágio manualmente acabam gastando tempo demais. Dependendo do número de clientes que você precisa atender, essa tarefa pode levar horas. 

Roteirização

O planejamento de rotas é a prática utilizada pelos gestores para otimizar a logística, evitar obstáculos, reduzir custos e chegar a todas as paradas em tempo. 

Com um estudo de todas as alternativas possíveis para chegar do ponto A ao ponto B, certamente os seus custos com pedágio serão inseridos nos seus custos de forma mais estratégica.

Controle das rotas

O desvio de rotas não deve ser uma prática comum na sua operação. Ou, pelo menos, não deveria. Com o apoio da tecnologia é possível verificar se os seus motoristas estão cumprindo as rotas propostas pelo seu planejamento. Logo, vale apostar em sistemas que garantam o  controle de viagens para evitar gastos desnecessários com pedágio.

Entregas terceirizadas

A terceirização das entregas já é uma alternativa para diversas empresas de transporte pelo Brasil. Entretanto, essa decisão precisa ser estratégica e impactar diretamente nos seus custos operacionais.

 

Conte com a Sofit para reduzir o custo com pedágio!

O pedágio é um tipo de custo com relação direta com a precificação das suas entregas. Por isso, é importante escolher muito bem os recursos utilizados para amortizá-los.

Como vimos ao longo deste artigo, a tecnologia é uma importante aliada no planejamento das suas rotas, rastreamento dos seus motoristas e demais decisões estratégicas.

O sistema de gestão de frotas da Sofit pode te ajudar com isso e muito mais!

Entre em contato com um dos nossos consultores e descubra como podemos te ajudar com a redução do custo com pedágio!

 

 

Manutenção preventiva, corretiva e preditiva: qual é a melhor para sua frota?

Rotinas de manutenção preventiva, corretiva e preditiva devem caminhar juntas nos processos de manutenção da frota, embora nem sempre aconteça dessa forma.

Muitos gestores de frota priorizam a corretiva, mas quando bem estruturadas, as manutenções preventivas e preditivas contribuem com a redução de custos e a disponibilidade da frota de veículos. 

Neste artigo, a Sofit apresenta para você as principais diferenças entre manutenção preventiva, corretiva e preditiva para que você entenda como aplicar nos veículos da sua frota. 

Vamos lá?

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é realizada quando é preciso realizar algum reparo em um veículo que apresenta defeitos. 

Ou seja, quando uma peça apresenta um problema “inesperado”, como quebras, falhas ou avarias, geralmente você recorre a essa categoria de manutenção.

Este tipo de manutenção costuma ser o mais oneroso para a empresa, pois está atrelada a custos com mão de obra.

A manutenção corretiva também demanda reparos imediatos ou a substituição de peças para que o veículo volte a rodar sem problemas e com segurança para o motorista e a carga a ser transportada.

De todos os tipos de manutenção, esta é a que pode deixar o carro fora de operação por mais tempo do que ocorreria com a manutenção preditiva ou a preventiva.

Dependendo do tamanho da frota e da organização da empresa, a paralisação pode levar a prejuízos consideráveis e problemas diversos, como:

  • Interrupção dos serviços;
  • Atrasos na entrega;
  • Não cumprimento de prazos e;
  • Perda de clientes pouco satisfeitos com tal situação.

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é método de manutenção é baseado em um planejamento que antecede o surgimento dos problemas na frota. 

Ele se fundamenta na Curva de Tempo Médio para Falha (CTMF) e, assim, permite a identificação precoce de eventuais problemas com os veículos.

Quando sua empresa adota a manutenção preventiva, a eficiência da frota aumenta, já que a programação dos reparos, recondicionamentos, ajustes e trocas de peças segue um cronograma já pré-determinado.

Isso não só diminui as surpresas recorrentes de colocação dos veículos fora de operação, mas também possibilita ao gestor um ótimo planejamento orçamentário.

Outras vantagens da manutenção preventiva incluem:

  • Redução de riscos de problemas mecânicos inesperados;
  • Diminuição da recorrência da manutenção corretiva;
  • Evita altos custos com a compra de peças e equipamentos;
  • Aumenta a vida útil do veículo, garantindo o pleno funcionamento.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

O que é manutenção preditiva?

A manutenção preditiva utiliza a coleta de dados para prever problemas que possam acometer os veículos da sua frota no futuro.

Sendo assim, esta metodologia se trata uma filosofia corporativa, na qual existe o monitoramento regular das condições mecânicas e da performance de cada veículo da frota. 

As análises preditivas dos veículos da frota geralmente são viabilizadas através do emprego de instrumentos que medem determinadas métricas, como:

  • Ultrassom;
  • Câmeras termográficas; 
  • Termografia;
  • Testes de análise de vibração; 
  • Inspeção visual simples, entre outros. 

Através da manutenção preditiva, o gestor e sua equipe vão ser capazes de identificar problemas nos veículos antes que eles se tornem mais sérios.

Tal circunstância possibilitará a reparação ou a troca de peças, antes que uma situação de risco se concretize. 

Esta metodologia exige treinamentos específicos e a compra de equipamentos, porém desonera a empresa de muitos custos no futuro, sem deixar, inclusive, que os veículos parem por muito tempo na garagem da empresa.

A importância de ter um plano de manutenção

Um plano de manutenção de frota bem estruturado engloba todos os tipos de manutenção, em especial a preventiva e a preditiva.

Entretanto, devido ao investimento inicial, muitos frotistas preferem contar apenas com a manutenção corretiva em função também do trabalho relacionado com os demais tipos de manutenção.

Apesar disso, podemos considerar essa postura como um erro estratégico, uma vez que a economia inicial pode acarretar altos custos inesperados no futuro.

A falta do cuidado e de uma previsão de danos pode fazer com que o proprietário do veículo acabe gastando muito mais do que o planejado, em função de um defeito que pode causar a avaria de diversas outras peças. 

Um disco de freio, por exemplo, em caso de defeito, pode dar origem a uma colisão e, consequentemente, a danos bem maiores que o original.

Alguns mitos na gestão da manutenção de frotas

Como dissemos no tópico anterior, a simples manutenção corretiva acaba sendo uma opção mais utilizada pelos frotistas em função da economia que os proprietários pensam estar fazendo. 

Isso ocorre muito em função da ideia equivocada de que a manutenção preventiva sugerirá a substituição de peças, mesmo sem necessidade.

Na verdade, principal característica da manutenção preventiva não é essa, mas sim, conseguir identificar previamente qual é a medida do desgaste natural que as peças estão sofrendo, e quanto tempo ainda conseguirão suportar o trabalho em um nível aceitável.

É claro que, por segurança, algumas peças deverão ser substituídas ao atingir certa quilometragem, mas isso será feito sempre de acordo com a necessidade real de substituição.

Manutenção de frotas: o guia completo

Prejuízo em amplo sentido

Um programa de manutenção adequado evita muito mais do que gastos elevados com peças e mão de obra. 

Imagine que um veículo sem a manutenção preventiva em dia, ou sem um programa de manutenção preditiva, necessita parar em algum ponto do trecho para realizar um reparo.

Em um caso de emergência, o condutor não terá tempo para avaliar se ali está um mecânico de confiança e que o problema será resolvido em definitivo, o que pode acabar gerando um custo maior no futuro.

Outro aspecto importante é a quantidade de dias que o veículo necessitará ficar parado.

Isso faz com que o proprietário deixe de ganhar dinheiro, o que causa impacto em diversos setores da empresa, tendo em vista a diminuição do fluxo de caixa e de entrada de capital.

 

Manutenção preventiva, corretiva e preditiva, qual priorizar?

Apesar de todo o esforço, nem sempre o gestor de frotas consegue escapar das manutenções corretivas. 

Pequenos acidentes, infelizmente, não são incomuns, ainda mais para quem trafega por trechos muito longos. 

Ou seja, ninguém está 100% protegido de colisões nas vias ou de peças que quebram de forma inesperada.

No entanto, esses casos podem ser consideravelmente reduzidos se existe uma disciplina com as manutenções preventivas e um acompanhamento sério das manutenções preditivas. 

Então, o ideal é contar com as 3 formas de manutenção, evitando ao máximo deixar para realizar uma grande corretiva somente em emergências.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

 

Um bom plano de manutenção proporciona menos gastos desnecessários para a sua frota!

Dentro do programa de manutenção que será adotado para sua frota, pode-se escolher, portanto, apenas uma dessas metodologias ou mesclar algumas ações de duas ou de todas elas. 

Dessa forma, um bom planejamento proporciona economia de gastos com a reposição de peças e com o tempo parado de um veículo.

 

E na sua frota? Como é feita a manutenção preventiva, corretiva e preditiva?

 

Compartilhe as suas experiências e resultados conosco!

Qual a importância do Custo Total de Propriedade (TCO)? [Ebook GRÁTIS]

O Custo Total de Propriedade (TCO) auxilia na compreensão do custo real dos veículos da frota, e é uma métrica fundamental no gerenciamento estratégico de frotas.

Uma avaliação precisa de custos realizada a partir do TCO permite que a empresa de frota determine a hora certa de trocar ou partir para veículos alugados, por exemplo. 

Como envolvem uma série de detalhes, o cálculo do Custo Total de Propriedade precisa ser realizado com cuidado, já que é através destes dados que você tomará decisões importantes de modo a evitar prejuízos financeiros.

Neste artigo, você vai entender melhor o conceito do Custo Total de Propriedade, o porquê sua empresa precisa estar atenta a esse cálculo para promover a redução de custos.

Boa leitura!

O que é o Custo Total de Propriedade (TCO)?

Custo Total de Propriedade – TCO (Total Cost of Ownership) é o cálculo geral de todos os custos que envolvem a aquisição de um ativo, como um veículo, por exemplo. 

Na gestão de frotas, o TCO tem como objetivo calcular os custos de vida e aquisição do veículo e determinar se um investimento vale a pena ou não.

Basicamente, seus conceitos representam uma grande importância no mundo do empreendedorismo pelo fato de indicar os impactos positivos – ou negativos – no investimento de algum tipo de serviço para uma empresa.

Por isso, com uma visão no segmento de gestão de frotas, é ideal que todo empreendedor conheça como realizar esse cálculo para garantir o sucesso de sua frota.

Por que a sua empresa precisa ficar atenta a esse cálculo?

Assim como dito anteriormente, é ideal que todo gestor entenda como realizar o cálculo do Custo Total de Propriedade principalmente porque esta métrica é o primeiro passo para indicar se um investimento vai trazer retornos positivos ou negativos para sua empresa.

Nele, não estão inclusos apenas gastos superficiais de um investimento, mas este índice também considera os custos ocultos que acompanham a compra de qualquer serviço, plataforma ou produto.

Isso é, supondo que um gestor de frota esteja pensando em investir em uma frota inicial, quais gastos acompanham esse investimento? O valor total é utilizado como base para esta compra, certo?

Além do valor de compra, no entanto, também estão inclusos todos os gastos ocultos e indiretos que acompanham uma frota de veículos: combustível, seguro de carga, manutenção, administração, tempo útil até o próximo investimento, entre muitos outros fatores que vão impactar no funcionamento destes veículos.

E é através do Custo Total de Propriedade que é feito o estudo sobre todos esses custos ocultos e futuros gastos que vão acompanhar este investimento. Isso é, considerando muito além do valor bruto da aquisição, esse índice ainda leva em conta as taxas e custos com depreciação (natural ou não) que acompanham essa compra.

Como fazer o cálculo do Custo Total de Propriedade?

Para que você efetue este cálculo corretamente, é preciso avaliar quatro aspectos que determinam diferentes categorias em um investimento: a aquisição deste produto ou produto(s), seu uso, os gastos gerais. 

Sendo assim, o cálculo do TCO para a gestão de frotas deve considerar:

  • Custo de aquisição;
  • Custo de utilização;
  • Custos de manutenção;
  • Depreciação de ativos.

Custos de aquisição

Esta etapa do cálculo do Custo Total de Investimento representa o valor geral da compra do produto. Isso inclui o custo total, assim como tudo que será preciso para mantê-lo adequado e pronto para o dia a dia como taxas, impostos, revisões de fábrica.

Custos de utilização

Neste caso, é importante avaliar tudo que será preciso para realizar a utilização deste veículo em sua empresa como, combustível, pneus, pedágio e lavagem.

Custos de manutenção

Neste cálculo são contabilizados os recursos que vão contribuir para a manutenção do veículo como ferramenta de trabalho, por exemplo, o seguro, as manutenções corretivas, o software para gestão integrada da frota.

Depreciação do Veículo

Esse é um cálculo difícil de ser realizado porque existem variáveis de mercado que influenciam diretamente no valor do carro usado na hora da desmobilização. Apesar disso, a Sofit possui parceiros que podem fornecer esses dados baseados no histórico de negociações de cada veículo. Assim, você saberá em média quanto o seu veículo estará valendo após determinado período de uso.

Como calcular o TCO na sua Gestão de Frotas?

O TCO é uma equação simples como você pode conferir abaixo:

TCO = [Custo aquisição] + [Despesas de utilização] + [Custos de manutenção] – [Valor de revenda]

Após analisar todos esses fatores, também é importante considerar outras questões indispensáveis que vão impactar no cálculo do Custo Total de Propriedade para chegar a uma conclusão satisfatória.

Dicas para calcular o TCO na sua frota

Primeiramente, é importante conhecer de forma clara os objetivos em dar continuidade a este investimento. 

Qual o propósito? 

O que vai acontecer depois? 

Está pronto para isso? 

Essas são algumas das questões que devem ser repensadas na hora de realizar a reflexão do cálculo final.

Após isso, procure levantar o contexto financeiro que será feito este investimento. O período de execução é uma das amostras que devem ser contempladas para se calcular o TCO na aquisição de uma frota.

É através da reflexão destes cálculos que você conseguirá definir os valores positivos ou negativos de um investimento e, a partir disso, procurar as melhores maneiras de encaixá-lo nos paradigmas financeiros de sua empresa.

Pronto para rever seus custos e adotar o TCO no seu planejamento de frotas?

Embora existam fórmulas e modos de fazer o cálculo do custo total de propriedade, muitos desafios ainda vão surgir no dia a dia de um gestor e ficar em dúvida sobre como aplicá-los em sua empresa é algo extremamente comum. 

Mas não precisa se preocupar! Para que você fique tranquilo na hora de fazer o seu cálculo de TCO, a Sofit está disponibilizando esse serviço para você. 

Em complemento ao cálculo nós também disponibilizamos os parceiros certos para te auxiliar (de forma gratuita) na negociação dos veículos junto às montadoras e para desmobilizar a sua frota antiga de forma rápida e fácil recuperando em média 95% da tabela FIPE.

Tá esperando o quê? Entre em contato com a gente hoje mesmo!

Calibragem de pneus: de quanto em quanto tempo devo calibrar?

Qual é o prazo correto para realizar a calibragem de pneus? Isso deve ser feito com ele quente ou frio? Qual a pressão correta? 

Essas perguntas são mais comuns do que você pensa e a maioria das pessoas tem dúvidas sobre as respostas e acaba não fazendo o correto controle dos pneus dos veículos da  frota.

Pneus sem a calibragem correta trazem inúmeros problemas, gastos indesejados e são um risco ao condutor e passageiros. 

Neste post você vai aprender como fazer o correto controle dos pneus do seu veículo, garantir mais segurança e ainda economizar dinheiro.

Qual a frequência correta para calibrar os pneus?

Provavelmente esta é a principal dúvida dos condutores. A boa notícia é que é muito simples saber a frequência correta para realizar a calibragem dos pneus do seu carro.

Em condições de uso normais o correto é calibrar os pneus a cada 15 dias. 

Mas faça isso de preferência quando os pneus estiverem frios, ou seja, tendo rodado no máximo 3 quilômetros. No entanto, existem algumas exceções a serem seguidas:

  1. Veículos que trafegam grandes distâncias durante o mês: calibre os pneus a cada 500km, caso aconteça antes dos 15 dias.
  2. Veículos com pouco uso durante o mês: calibre os pneus uma vez a cada 30 dias.

Outra coisa importante é calibrar os pneus sempre antes e depois de viagens longas. 

Andando com o carro carregado em viagens a pressão dos pneus é diferente de quando você utiliza somente para rodar na cidade. 

Se o seu pneu está precisando ser calibrado antes de 15 dias, você precisa verificar outros itens de manutenção que devem estar prejudicando os pneus do seu veículo. 

Cuidado, o problema pode não ser diretamente no pneu. Então, recomenda-se que o gestor consulte um especialista.

Outra dica, se cair em algum buraco muito grande ou pegar alguma guia, principalmente em estradas, confira a pressão dos pneus. 

Pancadas muito fortes podem fazer o pneu perder pressão e você acabará danificando ele mais.

A classificação de calibragem dos pneus

Para conferir a etiqueta que indica a calibragem correta de cada pneu é preciso entender a nomenclatura utilizada pelos fabricantes.

Há, basicamente, 3 tipos de classificação para a calibragem que indicam as unidades de pressão:

  • PSI (Pound Per Square Inch)  indica a quantidade de libras por polegada quadrada;
  • BAR (Do grego Barys – Pesado) unidade de pressão comumente utilizada na Europa ocidental. Equivale a 100 000 Pascais;
  • kPA (Pascal SI – Sistema Internacional).

O problema com os pneus cheios demais

Assim como a calibragem baixa pode ser um indicativo de desgaste prematuro dos componentes dos veículos da frota, pneus inflados demais aumentam a probabilidade de acidentes.

Quando o pneu está com a calibragem acima da indicada pelo fabricante, há um aumento na firmeza de contato com a superfície.

Ou seja, os seus veículos estarão mais sujeitos a cortes, quebras por impacto, perfurações e danos por choque.

guia definitivo para controle de pneus

Então, como calibrar os pneus corretamente?

Agora que você já sabe quando deve ser feita calibragem para garantir o correto controle dos pneus, está na hora de aprender como fazer isso de forma correta.

O primeiro passo é saber qual a pressão correta dos pneus. Essa informação é normalmente encontrada nos seguintes locais:

  1. Adesivo na parte interna da tampa de combustível;
  2. Adesivo em uma das portas dianteiras;
  3. Manual de uso e manutenção do veículo logo no início ou na parte que fala sobre pneus.

Repare que existe mais de uma informação sobre a pressão correta dos pneus. Elas variam em função do tamanho do pneu em seu veículo e se você está ou não andando carregado.

Para saber o tamanho do pneu do seu carro, é só olhar no próprio pneu as informações.  e comparar com o que está escrito na indicação do manual. 

Depois é só verificar qual a pressão correta para uso com pouca carga e carregado (normalmente para viagens) e calibrar os pneus.

Em algumas exceções a pressão para andar com o veículo cheio e vazio é a mesma. Portanto é só seguir o que está no manual sem medo.

Quer aprender mais? Veja mais artigos sobre Pneus: como aumentar a durabilidade dos pneus.

O que a calibragem de pneus inadequada acarreta para veículos pesados?

A pressão de ar de um pneu é ainda mais importante no caso de caminhões e veículos pesados. Isso porque o peso da carga de um caminhão, por exemplo, pode ser bastante elevado. 

Dessa forma, a manutenção da pressão dos pneus deve ser vista pelo gestor de frotas como um componente chave de um programa completo de manutenção de pneus.

A quantidade de problemas relacionados aos pneus e incidentes à beira da estrada será significativamente reduzido caso você mantenha as inspeções de pressão dos pneus em dia, assim como o tempo de inatividade dos seus veículos.

Note também que a calibragem baixa é a causa número 1 da remoção prematura dos pneus. 

Especialistas recomendam que caso ela esteja 20% abaixo da pressão recomendada pelo fabricante, o pneu deve ser considerado furado. Assim, deve ser removido e inspecionado para a verificação de perfurações ou outros danos.

 

Economize e reduza riscos de acidentes com pneus calibrados!

Poucas pessoas sabem, mas, de acordo com uma pesquisa da Michelin, cerca de 50% dos veículos brasileiros trafegam com a calibragem dos pneus incorreta, sendo que 20% deles estão em condição perigosa.

Isso gera sérios problemas para o gestor de frotas. Um deles é seu desgaste prematuro dos pneus. Manter veículos trafegando com calibragem incorreta podem ter uma vida útil de até 8.500 km menor. 

Aliado a isso, andar com pneus muito cheios ou muito vazios aumenta o risco de acidentes e o consumo de combustível.

Um outro problema é o peso no bolso. Com o aumento da manutenção de alguns itens do sistema de suspensão e de direção do carro por andarem sob estresse excessivo devido a calibragem incorreta dos pneus. 

Veja mais sobre este assunto no post sobre como reduzir os custos com manutenção dos veículos.

Gostou desse post sobre calibragem de pneus? Compartilhe nas redes sociais e ajude mais pessoas a rodarem com segurança e economizar.

Comportamentos de risco dos motoristas: como evitar?

O comportamentos de risco dos motoristas é imensamente importante. O Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking mundial de mortes no trânsito. À primeira vista, seria fácil associar essa triste marca a fatores como as condições das estradas e dos veículos.  Mas a grande maioria dos acidentes tem outro motivo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS 90% dos acidentes são causados por falha humana. 

Dito isso, não é difícil antecipar que as principais vítimas dos acidentes fatais em rodovias são os motoristas profissionais, principalmente condutores de veículos pesados. É aí que está a maior missão de um gestor de frota: trabalhar pela segurança de cada motorista. E isso quer dizer, diminuir drasticamente os comportamentos de risco de motoristas. 

Como atuar pela segurança no trânsito

E quando sabemos que grande parte das falhas costumam ser consequências de comportamentos de risco de motoristas, já temos o objetivo a ser alcançado: a direção segura.

Entre os principais comportamentos de risco, podemos destacar: 

  • Excesso de velocidade;
  • Acelerações e frenagens bruscas;
  • Excesso de velocidade nas curvas;
  • Desatenção;
  • Ignorar sinais de fadiga; e
  • Inobservância das leis de trânsito.

Como promover a direção segura numa frota

Assim como quaisquer hábitos, os comportamentos de risco dos motoristas demandam certo esforço para serem deixados para trás. É necessária uma abordagem mais profunda do que simplesmente ensinar as boas práticas de direção segura. 

O gestor de frota deve ter em mente também que aspectos emocionais e de saúde do condutor podem entrar nessa equação. Tudo isso demanda uma abordagem mais complexa.

Nesse sentido, é preciso lançar mão de uma estratégia pedagógica que leve em consideração três importantes pilares para diminuir os comportamentos de risco entre os motoristas de uma frota.   

  • Sistema para gestão de frota e Telemetria
  • Gestão de pessoas; e
  • Treinamento.

Cada um desses pilares exerce papel preponderante na implantação de uma cultura de direção segura na frota. E quando aplicados em conjunto com a tecnologia, de forma inteligente, podem trazer resultados surpreendentes. Vamos tratar a seguir de cada um deles: 

Pilar 1: Sistema para Gestão de Frota e Telemetria

Quando queremos prevenir acidentes é uma boa ideia buscar identificar suas principais causas. É aí que entra um Sistema para Gestão de Frota juntamente com a  telemetria.  Com o conjunto dessas ferramentas, o gestor de frota tem acesso a indicadores valiosos para a elaboração de uma estratégia preventiva em prol da direção segura. Por isso, a análise dos indicadores deve ser vista como o pilar inicial para a prevenção de acidentes. 

Afinal, esses dados demonstram em tempo real a conduta dos motoristas de uma frota. Com isso, o gestor de frota pode implementar com agilidade ações corretivas para aqueles condutores mais propensos a acidentes. 

Esse monitoramento pode ser ainda mais completo quando combinado a tecnologias como: análise de multas e infrações, ranking de motoristas, o videomonitoramento embarcado e o sensor de fadiga. Essas soluções permitem o acompanhamento de sinais de distração, uso do celular na direção, ultrapassagens arriscadas, cintos de segurança não afivelados, entre outros. 

Identificado o problema, vamos para a tratativa e parte da solução: a gestão de pessoas.

Pilar 2: Gestão de pessoas no comportamento de risco dos motoristas

Vimos acima que a telemetria deve ser o pilar inicial para a implantação de uma cultura de segurança numa frota. É a partir dela que o gestor de frota pode identificar comportamentos de risco dos motoristas que precisam passar por uma reciclagem antes que causem um acidente. No pilar gestão de pessoas é a hora de tomar providências. 

Neste momento, cabe ao gestor agir com transparência e dar feedback ao condutor para que ele tenha ciência de que melhorias são necessárias em sua atuação. É importante deixar claro que a responsabilidade por essas melhorias é – principalmente – do condutor. 

Veja a seguir os 4 passos do feedback construtivo ao motorista de frota: 

  • Mostre ao condutor os eventos registrados pelo Sistema de Gestão de Frota e telemetria. Converse sobre os riscos que eles representam para a operação e, sobretudo, para ele mesmo;
  • Não seja crítico e deixe claro que as mudanças necessárias estão nas mãos dele, basta querer;
  • O feedback deve ser um diálogo. O gestor de frota deve dar ao motorista a chance de explicar o motivo de determinado desvio. Entretanto a gravidade da situação deve ser explicada pelo gestor, bem como, a postura esperada dali em diante; 
  • Termine propondo uma parceria, um compromisso do condutor em mudar os comportamentos de risco apontados no feedback. Ofereça apoio.

Timing para analisar os comportamentos de risco dos motoristas

Além de ser muito importante o feedback assertivo para cada condutor, é bom ficar atento ao timing, ou seja, estar pronto para atuar na hora certa. Para isso, pode-se contar com a telemetria. 

Alguns sistemas enviam alertas em tempo real – para os condutores e os gestores de frota – quando há desvios de conduta. Assim de um lado o gestor pode orientar e do outro o condutor tem ciência do que deve ser feito no momento do desvio.

Quando um condutor tem acesso a dados sobre seu próprio desempenho ele tende a perceber a importância de um treinamento. A partir disso o engajamento se torna genuíno e o melhor desempenho será um caminho natural. O condutor passa a reduzir comportamentos de risco e, consequentemente, as chances de causar um acidente.  

Se a tecnologia e a gestão de pessoas em conjunto podem ser transformadoras para a operação de uma frota, é preciso saber tirar o melhor proveito dessa dobradinha. 

Condutores capacitados são mais aptos a lidar melhor com as situações adversas, pois assimilaram informações importantes de prevenção. Isso para não falar de outras vantagens da direção segura, como a redução de custos com manutenção e combustível. 

Sua frota já conta com recursos tecnológicos e a cultura da empresa já prima pela direção segura? Então chegou a hora de tratar do nosso terceiro pilar na gestão de frota: o treinamento. Afinal, é fundamental preparar sua equipe para saber utilizar tantos recursos com eficiência. 

Pilar 3: Treinamento para condutores

Já falamos que são os relatórios de comportamentos de risco dos motoristas que darão ao gestor de frota elementos para determinar qual tipo de treinamento para motoristas é necessário para promover mudanças de comportamento em cada condutor.

As análises dos indicadores obtidos pela telemetria aliadas à teoria da pirâmide de DuPont, revelam fatores determinantes para a criação de uma cultura de segurança na frota com o propósito de prevenção de acidentes.

Vale lembrar: A Pirâmide de DuPont propõe a seguinte proporção: 1-30-300-3000-30000. Ou seja, para a ocorrência de 1 fatalidade, teria havido anteriormente 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3000 incidentes e 30.000 desvios. Isso quer dizer que quando há aumento na quantidade de desvios e incidentes, infelizmente, pode-se esperar um acidente.

Da teoria à prática: o case Comgás

Um dos aspectos mais importantes desse case é que as avaliações do treinamento ocorrem durante todo o processo. Isso permite que seja observada a evolução das competências de cada condutor. Desta forma, podem-se ajustar as estratégias de acordo com as necessidades. 

Além do treinamento, outro ponto importante é que, por meio do monitoramento contínuo, as boas práticas devem ser reconhecidas e motivadas sempre que possível. 

O reconhecimento pela boa conduta é tão importante quanto a tratativa dos desvios. Esse é o melhor caminho para a implantação de uma cultura de segurança da qual trataremos a seguir.

A cultura de segurança para prevenir comportamentos de risco dos motoristas 

Vimos que os três pilares para a prevenção de comportamentos de risco podem ser fundamentais para a prevenção de acidentes. Entretanto, a implementação da cultura de segurança numa frota envolve diversos agentes dentro da operação. 

Por isso, é preciso haver clareza e sintonia de toda a equipe em relação a esse objetivo. Trata-se de um trabalho conjunto entre o gestor de frota, a equipe de gestão de pessoas e – claro – os condutores da frota.

Uma das formas mais comuns de conseguir o engajamento por parte dos condutores são os programas de incentivo. Eles são baseados em indicadores de performance que podem premiar os condutores que se destacam. 

Programas de reconhecimento e premiações aos condutores que apresentam os melhores indicadores de segurança no trânsito já são comuns em grandes empresas. A ideia é imprimir uma cultura de segurança na qual todos os condutores tenham a aspiração de serem reconhecidos pelo bom desempenho. 

Seja qual for o desafio da sua frota, com inteligência e estratégia, sempre haverá um caminho até a conquista dos seus objetivos. Então é hora de analisar os indicadores, definir as mudanças desejadas e mãos à obra!

Seguro de carga: tudo o que você precisa saber para contratar

O Seguro de Carga tem o objetivo de proteger as empresas que transportam ou embarcam cargas e que, por isso, estão sujeitas a diversos riscos. Já que a movimentação de bens e mercadorias é uma atividade bastante complexa.

O serviço assegura a indenização por perdas ou danos ao carregamento, resguardando o negócio de eventuais prejuízos. Ademais, a contratação do seguro de carga obedece a legislação, visto que ele é obrigatório para qualquer transporte rodoviário de mercadorias em território nacional e para o embarcador em viagens de qualquer tipo dentro do país.

Continue a leitura deste post e descubra o que precisa saber para contratá-lo!

O que é seguro de carga?

O seguro de carga garante à empresa contratante o pagamento de indenização por prejuízos ao carregamento durante viagens ferroviárias, terrestres, aéreas ou marítimas, sejam elas nacionais ou internacionais, para importação ou exportação.

As empresas de transporte de carga estão expostas a extravios, avarias, roubos e furtos de mercadoria ou mesmo acidentes. Logo, com a apólice, além de proteger os negócios, o gestor reduz as chances de potenciais perdas e ameaças à sua organização.

Quais as modalidades do seguro de carga?

A apólice pode ser contratada tanto por embarcadores quanto por transportadores. Além de tipos específicos para cada categoria, o seguro de carga também varia de acordo com o seu modo de contratação.

Cargas Avulsas ou Embarque Único

A contratação do seguro para Cargas Avulsas é feita pelo embarcador. Essa apólice é indicada para transporte com veículos próprios, agregados ou autônomos. Assim, garante indenização por eventuais prejuízos durante uma única viagem terrestre, aérea ou marítima, tanto nacional quanto internacional.

Apólices Abertas, Apólice Mensal ou Embarque Múltiplo

Já o seguro de carga de Apólice Aberta ou Embarque Múltiplo é recomendado para empresas que realizam transportes regularmente. Nesse caso, as mercadorias necessitam de averbações tratando sobre os detalhes da viagem.

No caso da Apólice Anual, é possível fracionar o prêmio, tornando a apólice ajustável, de acordo com os embarques realizados. Trata-se de um modelo altamente recomendado, pois possibilita que o prêmio seja fixo ou ajustável.

Veja 10 dicas para economizar com o seguro de carga

seguro de carga

Quais as principais coberturas do seguro de carga?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é possível contratar coberturas básicas e adicionais para o transporte de carga.

Cobertura do transportador

Os formatos de cobertura para o seguro de carga contratado pelo transportador variam conforme a combinação de ocorrências e podem incluir:

  • acidente: colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador;
  • roubo: ocorrido durante o trânsito ou desaparecimento total da carga com o veículo durante o transporte;
  • avaria: quebra, derrame, vazamento, arranhadura, amolgamento, amassamento, queda e outros eventos não oriundos de acidentes rodoviários;
  • limpeza de pista: na via e/ou acostamento, contenção e remoção de mercadorias e resíduos, utilização de produtos para anulação de efeitos causados pela mercadoria, higienização e desinfecção do compartimento de carga, tratamento e destinação dos resíduos.

Outros itens importantes podem ser adicionados ao contrato, como a apólice de responsabilidade civil ambiental e o seguro de vida para os motoristas.

Cobertura do embarcador

Há três tipos de coberturas comuns para o seguro de carga do embarcador.

Cobertura Básica Ampla (A)

A cobertura que visa proteger a carga contra qualquer dano ocasionado por fatores externos — todos aqueles presentes nas categorias B e C. Esse seguro cobre também:

  • avarias e despesas de recuperação da carga;
  • despesas que o segurado tiver com o transporte da carga para o local correto de entrega, quando houver erro no percurso;
  • reembolso de gastos com descarga e armazenamento necessários.

seguro de carga

Cobertura Básica Restrita (B)

Aqui temos a cobertura que protege a carga contra:

  • todas as circunstâncias citadas na Cobertura Básica (C);
  • entrada de água no veículo, embarcação, local de armazenamento e container;
  • terremoto e erupção vulcânica;
  • inundação e transbordamentos durante viagem terrestre;
  • quedas de objetos sobre o veículo e desmoronamentos durante viagem terrestre.

Cobertura Básica Restrita (C)

Trata-se da cobertura que protege a carga contra:

  • incêndio, raio e explosão;
  • capotagem, tombamento, colisão e descarrilamento (veículos terrestres);
  • carga lançada ao mar;
  • perda total ocasionada por arrebatamento marítimo;
  • perda total durante operações de carga e descarga marítima;
  • colisão da embarcação com objetos externos;
  • encalhe ou naufrágio da embarcação.

Vale destacar que a empresa pode inserir serviços adicionais de inúmeros tipos e especificações em sua apólice, conforme suas necessidades.

Quais as exclusões da cobertura do seguro de carga?

Além das exclusões constantes na cobertura contratada, o seguro de carga não cobre, em hipótese alguma, perdas, danos e despesas consequentes, direta ou indiretamente, de:

  • má conduta intencional do segurado;
  • falta total, parcial ou obtenção de mão de obra de qualquer natureza que seja resultante de qualquer greve;
  • “lock-out”, distúrbio trabalhista, tumulto ou comoção civil;
  • qualquer reclamação com base na perda ou frustração da viagem ou aventura;
  • guerra, guerra civil, revolução, rebelião, insurreição ou comoção civil, resultantes das mesmas;
  • atos de hostilidade de — ou contra — uma potência beligerante.

Quanto custa um seguro de carga?

Visto que há grande variação de produtos transportados diariamente, é difícil definir um preço base para o seguro de carga. Além disso, a cotação da seguradora costuma considerar diversos fatores: veículo, destino, distância, coberturas, vigência, perecibilidade, peso, embalagem do produto etc.

No caso de Apólices Abertas, o cálculo é feito multiplicando-se o valor da carga transportada declarada no documento fiscal (IS) pela taxa do seguro, definida na tabela do estado. Depois, soma-se ao valor encontrado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O resultado do cálculo será o prêmio mínimo mensal, ou seja, o valor fixo que o segurado deverá pagar mensalmente à seguradora.

Como contratar um seguro de carga?

A contratação da apólice do Seguro de Carga é feita por meio de uma corretora de seguros. Atualmente, não apenas a cotação, mas também a própria aquisição do seguro transporte de carga pode ser feita online com corretoras digitais.

Para cotar o serviço, será necessário preencher um formulário com informações básicas sobre a empresa, as viagens e a mercadoria.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital de seguros, especialista no segmento de transportes que atende clientes de todo o Brasil.

Faça uma cotação de seguro de carga com a Mutuus Seguros!

COVID-19: 5 dicas de gestão de frotas em tempos de crise

O avanço da pandemia do COVID-19 fez com que os gestores tivessem que colocar o pé no freio e se perguntar: afinal, como repensar a gestão de frotas em tempos de crise?

Serão pelo menos alguns meses de imprevisibilidade, perda de lucratividade e momentos de possíveis baixas nas receitas de empresas de transporte em geral.

Por isso, é preciso se adaptar e encontrar uma forma de  refazer os planos e realinhar a sua gestão nesses tempos de crise, independente do seu tipo de frota.

No artigo de hoje, em mais um especial sobre o COVID-19, a Sofit traz dicas de como você deve guiar a sua empresa de frotas durante esta pandemia. Confira!

Gestão de Frotas em Tempos de Crise: o que fazer?

Para o profissional que vai realizar a gestão de frotas em tempos de crise, o fundamental é  entender a gravidade e a dimensão da situação. Busque acompanhar as notícias do seu estado, verifique os decretos e mantenha-se sempre informado.

Afinal, a crise é dinâmica e novidades surgem todos os dias. Como gestor, é o seu dever estar a par de tudo. Abaixo, reunimos algumas medidas que podem ser adotadas para conduzir a sua operação de frota em tempos de crise.

Assista aqui a um webinar exclusivo sobre este tema!

Eleja um comitê de gerenciamento de crise

Montar um time que vai estar em comunicação constante pode, também, ajudar a gerenciar a sua frota durante a pandemia do COVID-19 ou em qualquer crise semelhante. Dessa forma, é possível delegar atividades e tomar decisões em conjunto, dentre elas:

  • A carga horária dos funcionários será reduzida, haverá rodízios?
  • Quais setores podem migrar para o regime de home-office?
  • Quais os procedimentos de higiene deverão ser assumidos? 
  • As ferramentas de gestão atuais são adequadas e darão o suporte necessário?
  • Qual os gestores irão se comunicar com os colaboradores e com que frequência?

 

Repense a sua operação

Costumamos bater sempre nesta tecla por aqui: é preciso automatizar a sua gestão. Afinal, eliminar gargalos, solucionar problemas recorrentes e evitar ao máximo que você, gestor, tenha que assumir trabalhos operacionais.

Essa linha de pensamento vale sobretudo para momentos de crise, em que enxugar a sua operação se faz mais que necessário. 

Pense em quais setores podem ser deslocados para o regime home-office, quais funcionários podem ser dispensados e  também como a sua operação vai fluir a partir dessa nova configuração da equipe.

Apenas departamentos essenciais devem estar nas ruas para garantir o abastecimento da população. Você, pode e deve gerir tudo pelo seu celular ou computador.

Faça revisão dos custos 

Em tempos de crise, uma das primeiras ideias que surgem para os gestores é a de cortar custos com pessoal. 

Ainda que em curto prazo essa pareça ser a que mais proporciona resultados, em longo prazo essa decisão pode ser prejudicial — levando em consideração que se perde talentos e, possivelmente, será necessário efetuar a reposição dessas pessoas em um dado momento, o que, afinal, volta a elevar os custos. 

Felizmente, é possível reduzir custos evitando cortar pessoal. Basta revisar seus processos e custos e assim avaliar o que pode ser eliminado ou reduzido. 

É possível, por exemplo, tentar fechar contrato com postos de abastecimento tentando descontos no valor do combustível e fazer um controle maior sobre a reposição de peças na manutenção corretiva.

Analise os investimentos 

Quando falamos em melhorar a gestão de frotas em tempos de crise, uma das últimas coisas que os gestores pensam é em realizar novos investimentos. 

Existe um receio muito grande com relação aos gastos e como eles podem comprometer a saúde financeira do negócio. 

Contudo, existem alguns investimentos que, apesar do gasto, contribuem para melhores resultados e redução de custos já a curto prazo. Como é o caso do investimento em um software de manutenção. 

Ele permite maior controle sobre os abastecimentos, sobre a troca de pneus, sobre os custos e, de uma forma geral, contribui para uma gestão mais eficaz e a melhora dos resultados. 

Aproveite para se capacitar

Há algumas semanas, os gerentes de frota preenchiam a maior parte do tempo com a operação diária de suas frotas de veículos. Com muito pouco espaço para estratégias de longo prazo. 

Agora, as coisas mudaram. Com as frotas amplamente inativas, agora há tempo de sobra para outras coisas. Como: 

Treinamentos on-line: os gerentes de frota podem usar a tecnologia para oferecer cursos sobre o comportamento do motorista.

Revisão da estratégia: a mobilidade corporativa vem se movendo lentamente para um novo paradigma: compartilhado, elétrico, multimodal. Este é o momento de refletir profundamente sobre como alinhar sua estratégia com esse futuro.

Repensar as políticas: devido à crise, você deve notar que está levando mais trabalho para casa. Avalie esse período e repense as suas políticas.

Conte com a Sofit para gerir a sua frota em tempos de crise!

O Coronavírus deve testar as habilidades de liderança dos gestores como nunca havia sido feito antes. A pandemia é um verdadeiro desafio que você pode enfrentar com os sistemas de gestão de frotas adequados.

Coloque as nossas dicas em prática. Repense a sua operação e busque se antecipar. Afinal, a crise vai passar e a sua empresa deve seguir caminhando, basta você tomar as decisões corretas

Gerenciamento Estratégico de Frota: como deixar de ser operacional e passar a ser mais tático?

O gerenciamento estratégico de frota não é só preencher planilhas, resolver problemas e acompanhar as demandas dos seus veículos. Pelo menos, não deveria ser. Não nos tempos de hoje, onde a automação dos processos operacionais já é uma realidade.

Neste sentido, um gestor de frota estratégico está menos focado na operação e mais na otimização dos processos através da análise de dados.

Dessa forma, também é possível um maior controle e elaborar táticas para obter resultados em curto, médio e longo prazo.

Primeiro, o que é um gerenciamento estratégico de frota e transporte?

Entenda como o “gerenciamento estratégico de frota” são esforços realizados para automatizar os processos repetitivos dentro de uma operação de transporte.

Além disso, quando falamos em estratégia, estamos nos referindo á utilização de dados para a tomada de decisão. Isso só é possível com o auxílio de um sistema de gestão de frotas adequado.

Assim, pode parecer surreal que um gestor de qualquer setor não tenha que interferir na operação quando é necessário.

Na área de transportes e gestão de frotas não poderia ser diferente. Entretanto, a operação não deve ser de responsabilidade apenas do gestor. 

 

É como se um arquiteto ou engenheiro assumisse o papel do mestre de obras, por exemplo. Possivelmente, ele teria capacidade para isso, mas a quem caberia o papel da gestão da obra? 

Apesar de, geralmente, motoristas experientes e analistas assumirem o posto e possuírem as habilidades para tocar a operação, ela deve ser delegada e gerenciada. De modo a evitar perdas de tempo e permitir que o gestor tenha uma visão mais geral e foco no cumprimento de metas.

 

A construção de um gestor de frota estratégico

Atualmente não temos no Brasil uma formação acadêmica especializada para gestores de frota, o que existe são módulos de gestão de frota nas graduações, especializações e pós-graduações na área de logística.

Enquanto isso, eventos e convenções como o Welcome Tomorrow pautam as novidades do setor de mobilidade e devem estar na agenda de gestores que buscam se aperfeiçoar no cargo, adotando tendências na sua gestão estratégica.

Mesmo que este cargo tenha surgido de modo inesperado, afinal, mecânicos, compradores e financeiros, muitas vezes assumem a função de gestor de frota. Porém é fundamental que você se atualize e busque conhecimento para se aprimorar na atividade.

 

Quais Conhecimentos e Habilidades do Gestor de Frota deve ter para uma gestão estratégica?

Para um gerenciamento estratégico de frota, os seguintes conhecimentos e habilidades básicas são necessárias:

  • Conhecimento de Legislação de Trânsito;
  • Conhecimento de Técnicas de Direção e Segurança no Trânsito;
  • Noções de Mecânica;
  • Gestão de Pessoas;
  • Noções de Logística;
  • Técnicas de Negociação;
  • Gestão de Custos e Financeira.

Como é possível perceber, de uma forma geral não é fácil encontrar graduações e pós-graduações especializadas no gerenciamento da frota. Também não há função interna nas empresas que prepare de forma completa um gestor de frota.

Este cenário, aliado a falta de investimento, propicia que o “Gestor de Frota” passe a ser um profissional que entende muito bem a parte técnica. Porém não faz a sua função de gestor corretamente, pois peca na parte de análise e tomada de decisões. 

Gestão de Dados: uma habilidade-chave para um gerenciamento estratégico de frota!

Com a transformação digital, uma tomada de decisões mais ágil baseada em dados integrados tornou-se uma habilidade chave da chamada gestão 4.0.

Fato é que saber utilizar os dados e acompanhar dashboards tornou-se uma atribuição do gestor de frota. 

Numa operação, vários tipos de dados são gerados e acumulados, seja em planilhas ou relatórios automáticos. 

É papel do gestor utilizar esses dados em favor da empresa, analisando falhas, gargalos e gráficos para tomar decisões estratégicas, baseadas em dados e não em puro “achismo”.

 

Aplicando o Gerenciamento de Frota Estratégico na Prática

Para atingir melhores resultados na prática, é necessário controlar e reduzir os custos de forma totalmente gerencial. 

É fundamental ter uma visão global de todos os veículos e serviços prestados, sempre acompanhando em que áreas é possível melhorar.

Tenha em mente que controlar os custos da frota é uma forma de obter melhores resultados e potencializar os lucros da empresa. 

Uma boa forma de evoluir para um Gestor de Frota estratégico é ter sobre controle o custo total da sua frota por km rodado e por mês. Incluindo todos os custos abaixo:

  • Depreciação/leasing/financiamento;
  • Combustível;
  • Manutenções Preventivas e Corretivas;
  • Pedágio;
  • Multas;
  • Impostos (IPVA, DPVAT, Taxa de Licenciamento);
  • Telemetria/Rastreamento.

O monitoramento da frota também torna possível o levantamento de dados para a formulação de indicadores e realização de análises. Com isso, obtém-se um gerenciamento com maior visão do negócio, possibilitando a tomada de decisões mais estratégicas e menos operacionais.

 

Gestão de Frota: Menos foco na operação e mais na estratégia

Gerenciar é organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho da sua área. 

A gerência deve ser feita sobre coisas, pessoas ou ambos. Afinal o gerente organiza seu ambiente de trabalho, toma decisões, direciona o trabalho de funcionários ou membros de uma equipe. Quando o Gestor de Frota não se atenta a este conceito, ele acaba se tornando um gestor operacional.

 

A SOFIT te ajuda na sua gestão estratégica de frota!

Utilizar um software de gestão de frotas é, entretanto, a melhor forma de alterar o gerenciamento, tornando-o mais estratégico e menos operacional. 

Os sistemas permitem a administração de qualquer tipo ou tamanho de frota, proporcionando ótimos resultados em todos os casos.

Afinal, garantem uma visão do processo e dos gastos, permitindo a detecção de gargalos. Tudo isto através de indicadores prontos, facilitando, assim, muito a gestão de frotas.

 

Caso já esteja preparado e deseje implementar hoje uma gestão estratégica de frota, entre em contato conosco e solicite um teste grátis.

 

 

7 Sinais de que chegou a hora de investir na gestão de frota

Investir na gestão de frota pode parecer uma afirmação óbvia, mas muitos gestores ainda não sabem como e, principalmente, quando focar os seus esforços e abraçar tudo o que a tecnologia tem para oferecer ao gerenciamento e redução de custos.

A insatisfação com problemas específicos da sua operação, na verdade, é um sinal de que as coisas não vão bem e um indicativo de que chegou a hora de investir em gestão de frota.

Mas com tantas soluções para frotistas disponíveis no mercado, por onde começar?

No artigo de hoje, vamos mostrar problemas e desafios comuns que as empresas enfrentam e que podem ser resolvidos com investimento em gestão de frotas. Confira!

 

1. “O custo com combustível está muito alto!”

Quando falamos sobre empresas de frota, o gasto com combustível, é, sem dúvida, o grande responsável pelos altos custos no final do mês.

Quando não é possível identificar as variáveis incidentes sobre estes custos, fica praticamente impossível reduzir custos.

Caso você não consiga identificar qualquer um desses itens abaixo, investir em gestão de frotas, através de um sistema, é a solução para você:

As manutenções preventivas estão sendo agendadas devidamente?
Os veículos que estão em operação passaram por uma revisão?
Há veículos rodando com peças defeituosas que podem causar alguma alteração no consumo de combustível?
Há algum padrão de abastecimento ou os seus motoristas são livres para abastecer e precisam apenas mostrar as notas?

2. “Multas são comuns na minha gestão”

Multas e sinistros fazem parte do que chamamos de “gastos ocultos com a gestão de frotas”.

Um bom gerenciamento de multas ajuda a reduzir custos e evita maiores acidentes, já que a maioria delas está relacionada com alta velocidade e outros problemas ao volante.

Ao investir em um sistema de gestão de frotas, certifique-se de que vai ser possível gerenciar as multas e identificar o infrator. Isso vai ser de extrema importância para o amortecimento dos seus custos!

 

3. “Meu processo de manutenção ainda é falho”

Se você conta com uma equipe interna de manutenção, certamente tem que conciliar prioridades conflitantes e, muitas vezes, recorre à soluções criativas para manter ativos críticos em execução.

Embora compreensível, isso também é de alto risco para a sua gestão de frotas!

Os veículos da frota operam melhor quando recebem manutenção proativa.

Felizmente, a moderna tecnologia de gerenciamento de ativos pode ajudar a manter a frota funcionando conforme necessário – sem sacrificar outras iniciativas.

 

4. “Tenho muitos processos trabalhistas”

Organizar a jornada dos motoristas é um verdadeiro desafio quando você não tem a sua disposição um software de gestão de frotas.

A falta de controle sobre dados de entrada e saída, em casos de desligamento, podem gerar passivos trabalhistas que geram custos altos e inesperados para as empresas.

Caso você já esteja lidando com uma série de reclamações e processos, talvez esteja na hora de rever a sua gestão e optar pelo investimento em um sistema de gestão de frotas mais eficaz.

No mínimo, você vai evitar esse tipo de custo, além de conseguir manter a jornada dos motoristas sob controle!

5. “Sinto que não tenho controle sobre a minha operação”

Você consegue acessar facilmente os dados sobre a sua frota?
Caso não consiga, este é outro indicativo de que o investimento em gestão de frotas se faz necessário.

A possibilidade de acessar dados em tempo real facilita a tomada de decisão, melhorando a sua vida como gestor e, consequentemente, os seus resultados.

Ter controle sob a sua frota de qualquer lugar, através de relatórios de fácil acesso, dashboards, gráficos e informações devidamente categorizadas é a base para uma boa gestão de frotas. Não se esqueça!

6. “Preciso aumentar a produtividade da minha frota”

A produtividade da sua frota sofre com a falta de cronogramas, programações e de planejamento.

Uma frota produtiva é aquela que funciona como uma engrenagem, e você, como gestor, deve conseguir identificar e se antecipar aos problemas. Ou seja, precisa saber exatamente quando uma peça precisa de manutenção ou de reposição.

Investir em gestão de frota, neste caso, em um sistema que possibilite o agendamento de manutenções baseado em históricos e informações relevantes sobre o veículo é fundamental para o seu dia a dia.

Isso pode garantir que a viagem, salvo imprevistos, seja realizada na data e hora programada sem paralisações no seu percurso — o que é bom tanto para a empresa como para o motorista e cliente.

 

7. “Não consigo definir rotas ou elas não são seguidas pelos meus motoristas”

Sem o rastreamento de veículos, é extremamente difícil ver o caminho que seus motoristas estão seguindo.

Existe uma rota específica que fica mais lenta na mesma hora todos os dias? Ou alguma estrada em péssimas condições que sempre causa danos nos seus veículos?

Para o gerente de frotas e a equipe de manutenção, ter acesso a dados em tempo real, centrados no GPS, é extremamente importante.

Assim, você pode identificar fatores ambientais que levam a requisitos de manutenção incomuns, por exemplo.

Logo, investir em um sistema de gestão de frotas com o recurso do monitoramento veicular pode ajudar você a identificar padrões de rotas problemáticas e, assim, evitá-las sempre que possível.

 

A Sofit te ajuda a investir em gestão de frotas da forma certa!

Os desafios na gestão de frotas não são poucos nem pequenos, e podem, além de tudo, ser maximizados em decorrência de falhas administrativas e estratégicas.

Diante dessa realidade, as empresas de tecnologia que desenvolvem soluções de gestão de frotas vivenciam um ótimo momento, com foco em melhorar gradativamente os resultados dos clientes e contribuir para a tomada de decisões mais eficientes.

Neste sentido, investir em gestão de frotas é pensar estrategicamente. É se colocar, de fato, no seu lugar de gestor e deixar que um software facilite a sua vida, evitando tarefas mecânicas e operacionais sempre que possível.

Agora que você já sabe o que pode conseguir ao investir em gestão de frotas, que tal solicitar um teste grátis do nosso sistema de gestão? Nossos atendentes estão sempre dispoíveis para entregar uma solução sob medida para você!

 

Sistema de Gestão de Frotas: 10 motivos para aderir para sua empresa hoje!

Como gestor, você já deve ter percebido que o sistema de gestão de frota é o coração do seu negócio, certo? Sem ele, organizar demandas de manutenção, gestão de multas, inventário e combustível torna-se praticamente impossível.

Acontece que alguns gestores de frota ainda estão entrando no mundo da integração dos dados e da transformação digital. Pois é comum que algumas empresas utilizem planilhas ou que façam uso de softwares que não entendem completamente.

Então, caso este seja o seu caso, confira este artigo. Nele, vamos mostrar os benefícios de um sistema de gestão de frota com base no que os nossos clientes falam sobre a Sofit.

Acompanhe!

 

1. Um sistema de gestão de frota proporciona um maior controle de custos

Vamos ser sinceros: 10 em cada 10 gestores esperam que um sistema ajude-os a controlar e reduzir os seus custos, não é mesmo?

É fundamental que o investimento no sistema seja proporcional a economia gerada no fim das contas. 

É isso que acontece com a Sofit, principalmente, porque o nosso sistema de gestão de frota é modular, ou seja, atende às suas necessidades específicas, sem espaço para recursos que não serão utilizados.

De forma resumida, aderir um sistema de gestão de frota vai proporcionar um controle e acompanhamento maior de todos os gastos relacionados aos veículos. Isso incluem as despesas referentes às manutenções e trocas de peças.

Com um controle mais apurado é possível identificar exatamente a composição desses gastos, avaliar as discrepâncias, apontar melhorias, entre outras coisas.

2. Automatização de processos

Você já parou para pensar quanto tempo gasta com trabalhos manuais e repetitivos? O controle de manutenção, cadastramento de peças, entrada e saída de motoristas. Tudo isso, quando somado representa um desperdício de tempo e dinheiro.

Como gestor, você também deve estar focado na otimização do seu negócio e não em preencher dados em planilhas.

Os sistemas de gerenciamento de frota podem fornecer relatórios por hora, diariamente ou semanalmente, com base nos critérios que você precisa cumprir. 

Se você deseja entender os hábitos de sua frota de veículos e fazer ajustes com base na análise, um sistema de gestão de frota permite que você faça isso.

3. Um sistema de gestão de frota aumenta a produtividade do seu time

É uma dedução simples: ao automatizar processos mecânicos, você ganha tempo, certo? Com mais tempo, os seus colaboradores podem estar focados em trabalhos mais estratégicos e tornam-se mais produtivos.

Com um sistema de gestão de frota, o aumento da produtividade se dá a partir da economia de tempo e mão de obra. 

Um bom exemplo ligado a essa vantagem é a redução no tempo gasto para executar determinadas atividades depois que o sistema é implementado. Isso porque processos manuais são mais demorados, comprometendo o rendimento da equipe.

Além disso, também é possível verificar um aumento da produtividade dos veículos da frota. Visto que sua disponibilidade é aumentada com a utilização do sistema — vamos falar sobre isso mais abaixo.

4. Maior disponibilidade da frota com o controle do sistema de gestão

Responda rápido: na sua empresa, quantos veículos precisam passar por uma manutenção? Você poderia informar para um cliente quantos deles estão disponíveis para a coleta de uma carga grande?

Responder a essas perguntas sem um sistema de gestão de frotas é uma tarefa, no mínimo, demorada. 

Muito além de informações a um clique, um software permite aumentar a disponibilidade dos seus veículos, uma vez que promove uma melhoria no seu planejamento de manutenções e dimensionamento da frota.

As manutenções passam a ser agendadas antecipadamente. Isso evita que vários veículos sejam enviados à oficina ao mesmo tempo. Uma redução significativa de tempo de ociosidade.

Com isso, o índice de atendimento dos pedidos expedidos também se eleva, evitando, assim comprometer os prazos e garantindo maior satisfação dos clientes.

5. Garante mais eficiência de combustível por veículo 

Um sistema de gerenciamento de frota permite que um gerente de frota analise o comportamento dos motoristas e também veja os tempos ociosos de cada veículo. 

Alguns sistemas podem, também, fornecer mais informações sobre o veículo e os hábitos de combustível de um motorista, bem como as condições de condução. 

Quando mais informações são fornecidas sobre reabastecimento, as empresas podem, então, tomar decisões mais informadas e fazer alterações baseadas em dados, em vez de teorias e suposições.

6. Melhora a segurança da frota 

Seus sistemas de gerenciamento de frota podem, também, oferecer uma oportunidade para melhores hábitos de segurança. 

Essas informações permitirão que você tome decisões mais assertivas sobre como melhorar os hábitos do motorista, trazer comportamentos perigosos à direção e muito mais.

7.  Eleva a satisfação do cliente

Um sistema de gerenciamento de frota melhora, assim, os tempos de entrega e reduz os tempos de espera dos clientes. 

Você, então, poderá fornecer um serviço mais eficiente e eficaz a todos os seus clientes, independentemente da operação executada. 

8. Promove a segurança do motorista 

O gerenciamento de frota não é apenas manter seus veículos em ótimas condições de funcionamento – ele também garante que as pessoas que os dirigem estejam seguras. 

Veículos com manutenção em atraso podem colocar em risco seus motoristas na estrada. 

Acompanhe alertas de segurança importantes para manter seus veículos funcionando sem problemas e seus motoristas em segurança.

9. Ajuda a eliminar fraudes dos funcionários

Você ainda utiliza folhas de ponto manuais? No caso de abastecimentos imprevistos, como você controla? Através de recibos? Tenha muito cuidado com processos manuais! 

Um sistema de gestão de frota pode fornecer dados sobre entrada e saída de motoristas e permite um controle mais apurado sobre as atividades dos seus colaboradores, evitando fraudes.

10. Reduz custos com mão de obra

Como gerente, é importante garantir que eles não estejam perdendo tempo na estrada, não é mesmo? Então deixe o software de gerenciamento de frota verificar automaticamente para você.

Conte com um dos melhores sistemas de gestão de frota do Brasil!

Como você pode perceber no post de hoje, os benefícios de usar um sistema de gestão de frotas são inúmeros e podem ser percebidos não só internamente como também pelos clientes da empresa.

Agora, leitor, aproveite os comentários e nos conte: o que achou desse artigo? Quer saber como o nosso sistema de gestão de frotas pode beneficiar sua empresa? Entre em contato conosco agora mesmo e esclareça todas as suas dúvidas!