Gestão de estoque de peças e mercadorias

Uma boa gestão de estoque para empresas que possuem frota própria é fundamental para garantir bons resultados no planejamento das manutenções. Mas, para que isso seja possível, é preciso tomar alguns cuidados básicos com a rotina.

No artigo de hoje, vamos listar 4 melhores práticas para que se consiga otimizar os processos e alcançar um desempenho satisfatório. Continue com a leitura e confira agora mesmo!

1. Registre todos os processos

Todos os processos que estão ligados à gestão de frotas — e não somente à gestão de estoque — precisam ser registrados. Dessa forma, a empresa terá informações suficientes para a realização de um trabalho mais preciso.

Nesse sentido, o ideal é acompanhar e guardar todas as informações a respeito de datas de manutenções, serviços realizados, trocas de peças e tempo de ociosidade.

Com esses dados, torna-se possível criar um histórico a respeito dos serviços realizados, quais são os principais veículos que dão problemas e quais itens são mais usados ao realizar as revisões e consertos. Essa atitude permite que o gestor trace estratégias mais acertadas, principalmente no que diz respeito à composição ideal do estoque.

2. Acompanhe indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho são uma excelente ferramenta de análise dos processos. Por meio deles, o gestor consegue entender melhor os resultados das suas operações e compreender em que ponto as falhas ocorrem e o que pode ser feito para corrigi-las.

Nesse sentido, torna-se possível compreender se os recursos empregados na realização das atividades tem sido ou não o suficiente para alcançar os objetivos.

A criação desses indicadores pode ser feita utilizando as informações que são registradas, de modo a mostrar uma visão mais resumida das tarefas mais relevantes. No que diz respeito à gestão de estoques, pode-se levantar informações como:

  • quantidade de cada item usado em determinado período;
  • custo das peças de reposição;
  • quantidade de itens parados (que foram comprados, mas não foram usados);
  • taxa de desperdícios (perdas, perecibilidade, avarias, entre outros).

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3. Faça previsão de demanda

Com base nas informações registradas e no acompanhamento dos indicadores de desempenho, o gestor passa a ter uma base sólida a respeito do histórico de utilização das peças de reposição.

Assim, é possível criar uma estimativa mais acertada a respeito de quais itens são mais usados e quais deles são pedidos esporadicamente. Esse tipo de informação permite que as compras sejam feitas com base no volume médio e, por consequência, atendam a necessidade, diminuindo as chances de criar um estoque em excesso.

Por outro lado, a falta de algum item também pode ser prejudicial. Isso porque, dependendo da peça, o tempo de envio pode ser demorado, fazendo com que o veículo fique mais tempo parado do que o necessário. Esse tipo de complicação também pode ser evitada por meio dessas informações.

4. Utilize um sistema de gestão de estoque

O investimento em tecnologia representa uma ótima relação custo-benefício para as empresas. A razão é que a automação das operações garante diversas vantagens para a rotina e para os resultados do negócio de forma geral, incluindo a redução de custos.

Além de uma solução que ajude a acompanhar os dados da frota, como desempenho e ociosidade, pode-se contar com recursos que ajudem a controlar o estoque de peças e acompanhar os gastos relacionados à manutenção.

A eficiência na gestão de estoque para empresas que usam frota é necessária para otimizar os custos, pois evitam faltas e excessos de itens. Além disso, essa atitude garante um bom e ágil serviço de manutenção e, principalmente, evita que os veículos fiquem parados por muito tempo aguardando conserto.

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