A história que vamos contar a seguir é real e faz parte da realidade de muitos gestores de frota que pensam na segurança da frota no trânsito. Utilizamos nomes fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Mas, com certeza, você irá se identificar com o relato abaixo.

 

Por que gestor de frota começou a priorizar a segurança da frota no trânsito

Nem redução de custos, nem a eterna busca por mais eficiência e produtividade, a mais importante missão do Gestor de Frotas é salvar vidas. “Eu gerenciava uma frota de pelo menos 100 veículos de grande porte. Esses caminhões rodavam as estradas do Brasil com a logo da minha empresa. Numa reunião, tive a triste notícia do afastamento de um colaborador querido por todos devido a um acidente de trânsito. Então eu percebi: não eram números, eram vidas. Vidas sob a minha responsabilidade”.

Esse é a história de Álvaro, gerente de frotas em uma empresa de transporte há quase 10 anos. A rotina dele, muito provavelmente é parecida com a sua. Confere relatórios gerados pelo sistema e compara os custos com o do mês anterior. Confere, também, se as manutenções estão acontecendo como o programado e comanda reuniões periódicas sobre segurança da frota no trânsito.

 

Até aí, tudo bem. Entretanto, Álvaro percebeu que a dura realidade é que muitos gerentes seniores não conseguem enxergar a segurança da frota como uma prioridade. E as ideias, bem, elas ficam apenas no campo das ideias.

 

Você até pode discordar e dizer que na sua empresa a segurança da frota é sim uma das principais preocupações. Mas, o fato é que, na maioria dos casos, as conversas nas reuniões não se traduzem em ações.

 

Segurança da frota no trânsito: Concentrando-se no condutor e não no ativo

Um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação mostrou que em 53,7% o Fator humano é principal causa dos acidentes no Brasil. Ou seja, o motorista é o principal responsável pela sua segurança e o gestor de frotas é o responsável por todos esses condutores.

Álvaro também constatou que a qualidade da formação dos motoristas era baixa. “Somos praticamente adestrados a tirar a carteira de habilitação. Não há um elo entre a teoria e a prática. Decoramos placas e não sabemos que atitude tomar diante delas e quais são as consequências das nossas falhas”.

 

Agora imagine que você tem um problema parecido com o do nosso gestor de frotas. Tem uma grande quantidade de ativos para gerenciar. E também já perdeu as contas de quantas reuniões, palestras e avisos colocou na empresa para alertar sobre a segurança da frota no trânsito. Mas nada de concreto realmente foi feito.

 

Foi por isso que Álvaro decidiu buscar apoio na tecnologia disponível no mercado para evitar acidentes e salvar vidas no trânsito. Naquele momento, muitos achavam perda de tempo investir em um novo sistema de gestão. Mas ele decidiu agendar uma demonstração do sistema da Sofit e conseguiu enxergar uma solução para garantir a segurança dos seus condutores.

 

Buscando apoio em tecnologia 

Recursos como Planos de Manutenção e Ordens de Serviço Automáticos. Também o acompanhamento de manutenção preventiva via e-mail e um Ranking de motoristas envolvendo multas e infrações. São ferramentas que, enfim, possibilitaram que Álvaro programasse ações que, de fato, impactaram na rotina dos condutores da frota.

 

Outro problema que ele conseguiu solucionar foi o controle de pneus. Álvaro tinha consciência de que a maioria dos acidentes ocorria pelo excesso de velocidade. Quando juntava isso a má condição do pneu, era acidente da certa. 

Com a Sofit, ele consegue agora agir de forma preventiva: tem acesso a um checklist via app para ver condições da segurança, conseguindo programar reparos antes mesmo que o condutor chegue ao pátio da organização.

Álvaro também contou com um diferencial da Sofit: uma consultoria com um gestor experiente e assim, conseguiu elaborar um calendário de ações com foco em segurança da frota no trânsito.

Agora, os condutores que Álvaro gerencia contam com capacitações programadas e segmentadas (de acordo com o ranking). Também ficou muito mais fácil acompanhar as manutenções programadas e criar planos de manutenção para os veículos da sua frota.

Com o apoio da tecnologia da Sofit, Álvaro pode enfim ter acesso a dados que passaram a direcionar as suas ações de segurança da frota no trânsito. Claro, de uma maneira mais assertiva. As ideias passaram a se transformar em ações e os condutores jamais foram vistos como apenas mais um ativo da sua empresa novamente.

 

Esperamos que essa história tenha feito você perceber o quão importante é tomar ações concretas de segurança no trânsito. Pense em quantas vidas, você, enquanto gestor de frotas é responsável e comece a sair do campo das ideias. Conte com a gente nesta missão.

O comportamentos de risco dos motoristas é imensamente importante. O Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking mundial de mortes no trânsito. À primeira vista, seria fácil associar essa triste marca a fatores como as condições das estradas e dos veículos.  Mas a grande maioria dos acidentes tem outro motivo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS 90% dos acidentes são causados por falha humana. 

Dito isso, não é difícil antecipar que as principais vítimas dos acidentes fatais em rodovias são os motoristas profissionais, principalmente condutores de veículos pesados. É aí que está a maior missão de um gestor de frota: trabalhar pela segurança de cada motorista. E isso quer dizer, diminuir drasticamente os comportamentos de risco de motoristas. 

 

Como atuar pela segurança no trânsito

E quando sabemos que grande parte das falhas costumam ser consequências de comportamentos de risco de motoristas, já temos o objetivo a ser alcançado: a direção segura.

Entre os principais comportamentos de risco, podemos destacar: 

  • Excesso de velocidade;
  • Acelerações e frenagens bruscas;
  • Excesso de velocidade nas curvas;
  • Desatenção;
  • Ignorar sinais de fadiga; e
  • Inobservância das leis de trânsito.

 

Como promover a direção segura numa frota

Assim como quaisquer hábitos, os comportamentos de risco dos motoristas demandam certo esforço para serem deixados para trás. É necessária uma abordagem mais profunda do que simplesmente ensinar as boas práticas de direção segura. 

O gestor de frota deve ter em mente também que aspectos emocionais e de saúde do condutor podem entrar nessa equação. Tudo isso demanda uma abordagem mais complexa.

Nesse sentido, é preciso lançar mão de uma estratégia pedagógica que leve em consideração três importantes pilares para diminuir os comportamentos de risco entre os motoristas de uma frota.   

  • Sistema para gestão de frota e Telemetria
  • Gestão de pessoas; e
  • Treinamento.

 

Cada um desses pilares exerce papel preponderante na implantação de uma cultura de direção segura na frota. E quando aplicados em conjunto com a tecnologia, de forma inteligente, podem trazer resultados surpreendentes. Vamos tratar a seguir de cada um deles: 

Pilar 1: Sistema para Gestão de Frota e Telemetria

Quando queremos prevenir acidentes é uma boa ideia buscar identificar suas principais causas. É aí que entra um Sistema para Gestão de Frota juntamente com a  telemetria.  Com o conjunto dessas ferramentas, o gestor de frota tem acesso a indicadores valiosos para a elaboração de uma estratégia preventiva em prol da direção segura. Por isso, a análise dos indicadores deve ser vista como o pilar inicial para a prevenção de acidentes. 

Afinal, esses dados demonstram em tempo real a conduta dos motoristas de uma frota. Com isso, o gestor de frota pode implementar com agilidade ações corretivas para aqueles condutores mais propensos a acidentes. 

Esse monitoramento pode ser ainda mais completo quando combinado a tecnologias como: análise de multas e infrações, ranking de motoristas, o videomonitoramento embarcado e o sensor de fadiga. Essas soluções permitem o acompanhamento de sinais de distração, uso do celular na direção, ultrapassagens arriscadas, cintos de segurança não afivelados, entre outros. 

Identificado o problema, vamos para a tratativa e parte da solução: a gestão de pessoas.

Pilar 2: Gestão de pessoas no comportamento de risco dos motoristas

Vimos acima que a telemetria deve ser o pilar inicial para a implantação de uma cultura de segurança numa frota. É a partir dela que o gestor de frota pode identificar comportamentos de risco dos motoristas que precisam passar por uma reciclagem antes que causem um acidente. No pilar gestão de pessoas é a hora de tomar providências. 

Neste momento, cabe ao gestor agir com transparência e dar feedback ao condutor para que ele tenha ciência de que melhorias são necessárias em sua atuação. É importante deixar claro que a responsabilidade por essas melhorias é – principalmente – do condutor. 

Veja a seguir os 4 passos do feedback construtivo ao motorista de frota: 

  • Mostre ao condutor os eventos registrados pelo Sistema de Gestão de Frota e telemetria. Converse sobre os riscos que eles representam para a operação e, sobretudo, para ele mesmo;
  • Não seja crítico e deixe claro que as mudanças necessárias estão nas mãos dele, basta querer;
  • O feedback deve ser um diálogo. O gestor de frota deve dar ao motorista a chance de explicar o motivo de determinado desvio. Entretanto a gravidade da situação deve ser explicada pelo gestor, bem como, a postura esperada dali em diante; 
  • Termine propondo uma parceria, um compromisso do condutor em mudar os comportamentos de risco apontados no feedback. Ofereça apoio.

Timing para analisar os comportamentos de risco dos motoristas

Além de ser muito importante o feedback assertivo para cada condutor, é bom ficar atento ao timing, ou seja, estar pronto para atuar na hora certa. Para isso, pode-se contar com a telemetria. 

Alguns sistemas enviam alertas em tempo real – para os condutores e os gestores de frota – quando há desvios de conduta. Assim de um lado o gestor pode orientar e do outro o condutor tem ciência do que deve ser feito no momento do desvio.

Quando um condutor tem acesso a dados sobre seu próprio desempenho ele tende a perceber a importância de um treinamento. A partir disso o engajamento se torna genuíno e o melhor desempenho será um caminho natural. O condutor passa a reduzir comportamentos de risco e, consequentemente, as chances de causar um acidente.  

Se a tecnologia e a gestão de pessoas em conjunto podem ser transformadoras para a operação de uma frota, é preciso saber tirar o melhor proveito dessa dobradinha. 

Condutores capacitados são mais aptos a lidar melhor com as situações adversas, pois assimilaram informações importantes de prevenção. Isso para não falar de outras vantagens da direção segura, como a redução de custos com manutenção e combustível. 

Sua frota já conta com recursos tecnológicos e a cultura da empresa já prima pela direção segura? Então chegou a hora de tratar do nosso terceiro pilar na gestão de frota: o treinamento. Afinal, é fundamental preparar sua equipe para saber utilizar tantos recursos com eficiência. 

Pilar 3: Treinamento para condutores

Já falamos que são os relatórios de comportamentos de risco dos motoristas que darão ao gestor de frota elementos para determinar qual tipo de treinamento para motoristas é necessário para promover mudanças de comportamento em cada condutor.

As análises dos indicadores obtidos pela telemetria aliadas à teoria da pirâmide de DuPont, revelam fatores determinantes para a criação de uma cultura de segurança na frota com o propósito de prevenção de acidentes.

Vale lembrar: A Pirâmide de DuPont propõe a seguinte proporção: 1-30-300-3000-30000. Ou seja, para a ocorrência de 1 fatalidade, teria havido anteriormente 30 acidentes com afastamento, 300 acidentes sem afastamento, 3000 incidentes e 30.000 desvios. Isso quer dizer que quando há aumento na quantidade de desvios e incidentes, infelizmente, pode-se esperar um acidente.

Da teoria à prática: o case Comgás

 

Um dos aspectos mais importantes desse case é que as avaliações do treinamento ocorrem durante todo o processo. Isso permite que seja observada a evolução das competências de cada condutor. Desta forma, podem-se ajustar as estratégias de acordo com as necessidades. 

Além do treinamento, outro ponto importante é que, por meio do monitoramento contínuo, as boas práticas devem ser reconhecidas e motivadas sempre que possível. 

O reconhecimento pela boa conduta é tão importante quanto a tratativa dos desvios. Esse é o melhor caminho para a implantação de uma cultura de segurança da qual trataremos a seguir.

A cultura de segurança para prevenir comportamentos de risco dos motoristas 

Vimos que os três pilares para a prevenção de comportamentos de risco podem ser fundamentais para a prevenção de acidentes. Entretanto, a implementação da cultura de segurança numa frota envolve diversos agentes dentro da operação. 

Por isso, é preciso haver clareza e sintonia de toda a equipe em relação a esse objetivo. Trata-se de um trabalho conjunto entre o gestor de frota, a equipe de gestão de pessoas e – claro – os condutores da frota.

Uma das formas mais comuns de conseguir o engajamento por parte dos condutores são os programas de incentivo. Eles são baseados em indicadores de performance que podem premiar os condutores que se destacam. 

Programas de reconhecimento e premiações aos condutores que apresentam os melhores indicadores de segurança no trânsito já são comuns em grandes empresas. A ideia é imprimir uma cultura de segurança na qual todos os condutores tenham a aspiração de serem reconhecidos pelo bom desempenho. 

Seja qual for o desafio da sua frota, com inteligência e estratégia, sempre haverá um caminho até a conquista dos seus objetivos. Então é hora de analisar os indicadores, definir as mudanças desejadas e mãos à obra!

Gestores de frota acabam descobrindo da pior maneira que adotar medidas de gerenciamento de risco no transporte é a medida mais eficaz para evitar ameaças, danos e outros prejuízos na operação. 

Se você opera uma frota para dar suporte ao seu negócio, ou se a sua frota é seu negócio principal, sabe que a verdade é uma só: cada viagem é, enfim, uma atividade repleta de riscos. 

É por isso que agir de forma proativa é fundamental, mais ainda no Brasil, onde problemas com o estado e a segurança das rodovias são comuns.

No artigo de hoje vamos te dar dicas para colocar ações de gerenciamento de risco no transporte hoje mesmo!

Como funciona o gerenciamento de riscos no transporte? 

O gerenciamento de riscos de transporte pode não ser o mesmo para todas as empresas. Existem, no entanto, elementos fundamentais que toda empresa de transporte deve implementar. 

Algumas recomendações úteis para gerentes de frota que buscam, então, reduzir o risco inerente ao setor de transporte incluem:

  • Desenvolver suporte executivo para gerenciamento de riscos; 
  • Definir uma liderança para o gerenciamento de riscos além de responsabilidades organizacionais; 
  • Formalizar as ações de gerenciamento de riscos no transporte usando uma abordagem holística; 
  • Usar o gerenciamento de riscos para rever políticas, processos e padrões existentes; 
  • Identificar os responsáveis e gerenciar os riscos no nível apropriado; 
  • Empregar ferramentas tecnológicas sofisticadas de análise de risco, mas comunicar resultados de forma simples.

Abordagens utilizadas na Gestão de Riscos no Transporte

A abordagem utilizada no gerenciamento de risco no transporte trata-se, então, do método adotado pelo gestor para identificar e reduzir os riscos inerentes ao transporte de cargas.

Não existe um modelo padrão, como gestor é sua missão definir qual delas se encaixa com a sua operação.

Entre as principais abordagens de gestão de risco no transporte, estão:

Modelo do Queijo Suíço

Já falamos sobre este modelo em outro post. Trata-se de uma abordagem que presume a existência de vários erros menores e frequentes e colaboram para um acidente maior.

Pirâmide de Frank Bird

É uma ferramenta que se baseia na análise por indicadores, onde a frequência de um comportamento de risco leva ao incidente.Também já falamos detalhadamente sobre a Pirâmide de Frank Bird em um outro post.

Conheça os Principais Riscos envolvendo o transporte de cargas

Em geral, os principais riscos inerentes ao transporte de cargas referem-se à ameaça ou probabilidade de perda, responsabilidade, lesão e dano.

Todos eles podem ser evitados ou reduzidos caso sejam implementados procedimentos de segurança adequados. 

Entre os principais riscos relativos ao transporte de carga rodoviário estão:

Baixa Qualificação

Envolve a  falta de habilidade ou de treinamento do colaborador para lidar com as situações. 

A falta de qualificação pode ocasionar danos graves na sua operação, como acidentes decorrentes devido à falta de experiência no volante, danos às mercadorias durante o manuseio e lapsos durante a entrega de documentos. 

Pode ser amenizado com a oferta de treinamentos e reavaliação do processo de contratação, junto ao RH.

Segurança da Carga

Roubo de Carga e extravios são comuns nas estradas brasileiras, sobretudo em estados com altos índices de criminalidade. 

Os prejuízos para a sua frota são seríssimos! 

Por isso, é prudente adotar medidas para inibir a ação de criminosos, como instalação de sensores, ferramentas de rastreamento dos veículos, além de seguros para a sua carga.

Negligência e Imprudência

Os seus colaboradores seguem os padrões de segurança estabelecidos, ou nem mesmo existe um padrão na sua empresa? 

Os riscos ligados à comportamentos negligentes por parte dos colaboradores podem levar a acidentes graves, comprometendo não só a sua carga, mas a integridade dos seus colaboradores.

Como mapear os riscos e evitar prejuízos na prática?

Você deve estar se perguntando, “ok, mas como eu posso mapear e corrigir esses erros na prática?”

O gerenciamento de risco no transporte é um processo contínuo que deve estar sempre ativo na sua operação. Dito isso, conheça as principais ações que podem ser realizadas dentro de uma  estratégia de gestão de riscos:

Revise as documentações

Quantas multas ou apreensões poderiam ser evitadas com uma simples revisão de documentos antes das viagens? Uma prática padrão para identificar riscos é revisar documentos relacionados aos veículos da frota para verificar se está tudo em dia. 

DDS na gestão de frotas

Uma simples conversa diária, antes do expediente, pode ajudar a evitar comportamentos de risco entre os motoristas. Por isso, considere adotar o Diálogo Diário de Segurança (DDS) com os seus condutores.

Utilize um Sistema de Gestão de Frotas

Vale sempre lembrar: um sistema de gestão de frotas permite um amplo controle sobre a sua operação em tempo real, além da análise de dados e alertas, no caso da troca de pneus e manutenções agendadas.

Organizar seguros sob medida para suas cargas

Para qualquer contrato firmado entre uma operadora de transporte e seu cliente, você deve entrar em contato com a seguradora para providenciar soluções de cobertura sob medida para a carga em questão.

Conclusão: O Gerenciamento de Risco no Transporte é vital para a sua operação

Como vimos neste artigo, o gerenciamento de risco deve ser uma política implementada na sua operação de forma recorrente. Assim, definir uma abordagem que envolva todos os colaboradores é o ponto de partida. Como gestor, é sua função cuidar das atividades que envolvem o gerenciamento de riscos.

Gostou das nossas dias? Fale nos comentários se sua empresa já tem a prática de gerenciar os riscos da frota e como e ela!

Abraço.

seguro de carga

O Seguro de Carga tem o objetivo de proteger as empresas que transportam ou embarcam cargas e que, por isso, estão sujeitas a diversos riscos. Já que a movimentação de bens e mercadorias é uma atividade bastante complexa.

O serviço assegura a indenização por perdas ou danos ao carregamento, resguardando o negócio de eventuais prejuízos. Ademais, a contratação do seguro de carga obedece a legislação, visto que ele é obrigatório para qualquer transporte rodoviário de mercadorias em território nacional e para o embarcador em viagens de qualquer tipo dentro do país.

Continue a leitura deste post e descubra o que precisa saber para contratá-lo!

 

O que é seguro de carga?

O seguro de carga garante à empresa contratante o pagamento de indenização por prejuízos ao carregamento durante viagens ferroviárias, terrestres, aéreas ou marítimas, sejam elas nacionais ou internacionais, para importação ou exportação.

As empresas de transporte de carga estão expostas a extravios, avarias, roubos e furtos de mercadoria ou mesmo acidentes. Logo, com a apólice, além de proteger os negócios, o gestor reduz as chances de potenciais perdas e ameaças à sua organização.

 

Quais as modalidades do seguro de carga?

A apólice pode ser contratada tanto por embarcadores quanto por transportadores. Além de tipos específicos para cada categoria, o seguro de carga também varia de acordo com o seu modo de contratação.

Cargas Avulsas ou Embarque Único

A contratação do seguro para Cargas Avulsas é feita pelo embarcador. Essa apólice é indicada para transporte com veículos próprios, agregados ou autônomos. Assim, garante indenização por eventuais prejuízos durante uma única viagem terrestre, aérea ou marítima, tanto nacional quanto internacional.

Apólices Abertas, Apólice Mensal ou Embarque Múltiplo

Já o seguro de carga de Apólice Aberta ou Embarque Múltiplo é recomendado para empresas que realizam transportes regularmente. Nesse caso, as mercadorias necessitam de averbações tratando sobre os detalhes da viagem.

No caso da Apólice Anual, é possível fracionar o prêmio, tornando a apólice ajustável, de acordo com os embarques realizados. Trata-se de um modelo altamente recomendado, pois possibilita que o prêmio seja fixo ou ajustável.

 

Veja 10 dicas para economizar com o seguro de carga

seguro de carga

Quais as principais coberturas do seguro de carga?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é possível contratar coberturas básicas e adicionais para o transporte de carga.

Cobertura do transportador

Os formatos de cobertura para o seguro de carga contratado pelo transportador variam conforme a combinação de ocorrências e podem incluir:

  • acidente: colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador;
  • roubo: ocorrido durante o trânsito ou desaparecimento total da carga com o veículo durante o transporte;
  • avaria: quebra, derrame, vazamento, arranhadura, amolgamento, amassamento, queda e outros eventos não oriundos de acidentes rodoviários;
  • limpeza de pista: na via e/ou acostamento, contenção e remoção de mercadorias e resíduos, utilização de produtos para anulação de efeitos causados pela mercadoria, higienização e desinfecção do compartimento de carga, tratamento e destinação dos resíduos.

Outros itens importantes podem ser adicionados ao contrato, como a apólice de responsabilidade civil ambiental e o seguro de vida para os motoristas.

Cobertura do embarcador

Há três tipos de coberturas comuns para o seguro de carga do embarcador.

Cobertura Básica Ampla (A)

A cobertura que visa proteger a carga contra qualquer dano ocasionado por fatores externos — todos aqueles presentes nas categorias B e C. Esse seguro cobre também:

  • avarias e despesas de recuperação da carga;
  • despesas que o segurado tiver com o transporte da carga para o local correto de entrega, quando houver erro no percurso;
  • reembolso de gastos com descarga e armazenamento necessários.

Cobertura Básica Restrita (B)

Aqui temos a cobertura que protege a carga contra:

  • todas as circunstâncias citadas na Cobertura Básica (C);
  • entrada de água no veículo, embarcação, local de armazenamento e container;
  • terremoto e erupção vulcânica;
  • inundação e transbordamentos durante viagem terrestre;
  • quedas de objetos sobre o veículo e desmoronamentos durante viagem terrestre.

Cobertura Básica Restrita (C)

Trata-se da cobertura que protege a carga contra:

  • incêndio, raio e explosão;
  • capotagem, tombamento, colisão e descarrilamento (veículos terrestres);
  • carga lançada ao mar;
  • perda total ocasionada por arrebatamento marítimo;
  • perda total durante operações de carga e descarga marítima;
  • colisão da embarcação com objetos externos;
  • encalhe ou naufrágio da embarcação.

Vale destacar que a empresa pode inserir serviços adicionais de inúmeros tipos e especificações em sua apólice, conforme suas necessidades.

 

Quais as exclusões da cobertura do seguro de carga?

Além das exclusões constantes na cobertura contratada, o seguro de carga não cobre, em hipótese alguma, perdas, danos e despesas consequentes, direta ou indiretamente, de:

  • má conduta intencional do segurado;
  • falta total, parcial ou obtenção de mão de obra de qualquer natureza que seja resultante de qualquer greve;
  • “lock-out”, distúrbio trabalhista, tumulto ou comoção civil;
  • qualquer reclamação com base na perda ou frustração da viagem ou aventura;
  • guerra, guerra civil, revolução, rebelião, insurreição ou comoção civil, resultantes das mesmas;
  • atos de hostilidade de — ou contra — uma potência beligerante.

 

Quanto custa um seguro de carga?

Visto que há grande variação de produtos transportados diariamente, é difícil definir um preço base para o seguro de carga. Além disso, a cotação da seguradora costuma considerar diversos fatores: veículo, destino, distância, coberturas, vigência, perecibilidade, peso, embalagem do produto etc.

No caso de Apólices Abertas, o cálculo é feito multiplicando-se o valor da carga transportada declarada no documento fiscal (IS) pela taxa do seguro, definida na tabela do estado. Depois, soma-se ao valor encontrado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O resultado do cálculo será o prêmio mínimo mensal, ou seja, o valor fixo que o segurado deverá pagar mensalmente à seguradora.

 

Como contratar um seguro de carga?

A contratação da apólice do Seguro de Carga é feita por meio de uma corretora de seguros. Atualmente, não apenas a cotação, mas também a própria aquisição do seguro transporte de carga pode ser feita online com corretoras digitais.

Para cotar o serviço, será necessário preencher um formulário com informações básicas sobre a empresa, as viagens e a mercadoria.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital de seguros, especialista no segmento de transportes que atende clientes de todo o Brasil.

Faça uma cotação de seguro de carga com a Mutuus Seguros!

 

Perceba o risco, proteja a vida. Este é o tema do movimento global Maio Amarelo em 2020, que acontece em meio à pandemia da Covid-19.

O evento deste ano teve que ser reformulado, atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A abertura, que ocorreu no último dia 29 de abril, foi realizada através de videoconferência no Facebook e Instagram.

A ideia deste ano é alertar para a importância das medidas preventivas de segurança no trânsito utilizando elementos comuns na web, como gifs, figurinhas, stories e vídeos curtos informativos.

Confira abaixo mais informações sobre a campanha do Maio Amarelo deste ano e descubra como a sua empresa pode participar desta causa!

 

O que é o “Maio Amarelo”?

De acordo com um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) acidentes no trânsito são a nona causa mais comum de mortes no mundo. O que representa um custo de pelo menos US$ 518 bilhões por ano de cada país. 

Estima-se que neste ano, 1,9 milhões de pessoas perderão as suas vidas no trânsito e os acidentes irão figurar como a 5ª mais comum causa de morte no mundo.

Pensando nisso, a ONU decretou, em 11 de maio de 2011, a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Desde ação, ações de conscientização vem acontecendo anualmente.

Em 2020, o movimento é coordenado aqui no Brasil pelo Observatório Nacional de Segurança Viária em parceria com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Perceber o risco é salvar vidas!

A Sofit continua com o movimento do Maio Amarelo e está engajada para, junto à sociedade e também clientes, contribuir com a redução de acidentes de trânsito nas estradas brasileiras. 

Afinal, com um ano atípico e que pegou todos os gestores de frota de surpresa, é importante focar em medidas preventivas, alertando clientes, colaboradores e sociedade sobre atitudes simples e que salvam vidas.

Abaixo, vamos listar algumas ações incrivelmente simples que você pode adotar para contribuir com o movimento do Maio Amarelo na sua empresa.

 

Como gestores de frota podem se engajar com o movimento Maio Amarelo?

Defendemos o controle minucioso e estratégico dos veículos através de softwares de  gestão de frotas que atendam a dinamicidade da sua empresa.

Pois, com dados sempre ao alcance de um clique, a Sofit facilita o trabalho de prevenção conduzido pelo gestor de frotas que pode basear as suas ações em dados. 

Separamos 5 ações para que a sua empresa contribua com as ações do Maio Amarelo. Vamos lá?

1. Atue nas Redes Sociais

Com o isolamento social, muitas empresas tiveram que adaptar as suas rotinas à nova realidade do país. 

Com isso, o contato direto foi privado, mas é possível conscientizar a sua equipe através da internet. 

Neste ano, o material da campanha do Maio Amarelo está disponível na versão de apoiador. É possível baixar peças, stories e até vídeos e inserir a sua marca, por exemplo.

2.   Controle de Velocidade

O bom gestor de frotas vai sempre pensar em uma gestão que alie segurança com eficiência. Isso é possível graças à tecnologias como a telemetria

Através dela é possível coletar informações sobre a aceleração dos veículos, além de, também, outros detalhes como RPM e frenagem. Tudo em tempo real.

3.   Incidência de Infrações e multas

Um trânsito com menos incidência de multas é um trânsito menos perigoso, concorda? Então, a gestão de multas, através de informações sobre os seus veículos, entrada de horário e saída dos motoristas e dos dados dos seus colaboradores é fundamental. Assim, você controla mais facilmente as multas e pode trabalhar ações específicas para cada motorista.

4.   Treinamento e capacitação de motoristas

A rotina de Treinamentos e capacitações não devem parar. Afinal, em 2020, elas podem acontecer online, através de salas de reunião. Aproveite, então, para incluir periodicamente capacitações sobre direção defensiva e ações de conscientização sobre acidentes no trânsito. 

5.   Assistência aos colaboradores

Cuide da integridade dos seus colaboradores, investindo, assim, em seguros que lhes garantam toda a assistência em caso de acidentes. Isso vale também para os seguros de carga e de veículos que garantem mais tranquilidade para você e para a sua equipe.

 

Maio Amarelo: A Sofit apoia a causa e trabalha por mais segurança no trânsito

A sua empresa aderiu ao Maio Amarelo? Que tipo de ações a sua empresa tem realizado para investir em segurança no trânsito, evitar acidentes e garantir a segurança dos motoristas? 

Conta pra gente nos comentários e até a próxima! 

Este artigo foi útil para você? Aproveite para conhecer o Sofit View – Sistema de gestão de frotas.

 

 

Uma coisa é certa: durante a crise econômica provocada pelas medidas de combate à Covid-19 a previsão de demanda da sua empresa de transportes não será mais a mesma. 

Esse problema pode ser uma oportunidade caso você consiga ter uma previsão de demanda adequada aos tempos de crise.

Enquanto há um aumento na procura por itens de primeira necessidade, como alimentação e remédios, há queda no transporte de outros tipos de carga, como o de vestuário.

Neste artigo, em mais um da série sobre gestão de frotas e coronavírus, mostramos como é possível ter uma previsão de demanda para a sua transportadora não perder receita neste período.

Acompanhe!

 

O que é a Previsão de Demanda?

Em resumo, a previsão de demanda refere-se a fazer estimativas sobre a demanda futura do cliente usando dados históricos e outras informações. 

A previsão adequada da demanda fornece às empresas informações valiosas sobre seu potencial no mercado atual para que os gerentes possam tomar decisões informadas sobre:

  • Preços; 
  • Estratégias de crescimento dos negócios e; 
  • Potencial de mercado.

 

Embora seja uma simples “tarefa de casa”, prever a demanda em tempos de crise não é uma tarefa tão fácil. 

É tudo muito dinâmico e é preciso estar atento à todas as mudanças que possam ocorrer no mercado para tomar decisões acertadas.

 

Em tempos de coronavírus, prever a demanda é um desafio

Com mudanças drásticas na demanda em tempos de coronavírus, você precisa rever a utilização de algorítimos e dados para prever a demanda e adequar a oferta do seu serviço de transporte.

Isso porque os algoritmos de previsão de demanda muitas vezes são baseados em séries temporais de vendas anteriores. 

Apesar de haver um esforço para o desenvolvimento de tecnologias. Como machine learning que gerem dados estatísticos considerando informações externas adicionais, como clima e preço dos concorrentes.  Isso talvez não seja ainda uma realidade para a sua empresa.

Será preciso muita dedicação e “jogo de cintura” por parte da gestão. Entender como o fechamento da maioria dos estabelecimentos comerciais vai impactar na receita da sua frota.

Afinal, quando a demanda voltará ao normal?

Essa é obviamente a pergunta que todo gestor de frotas está enfrentando nesses dias. Em todos os casos, é importante primeiro estimar quando a situação pode voltar a padrões de demanda mais normais. 

Essa estimativa de tempo é difícil, mas existem alguns elementos básicos com os quais você pode trabalhar:

  • Tempo restante das medidas governamentais que causam mudanças drásticas na demanda. Olhando a situação da China, podemos concluir que isso pode levar pelo menos três meses; talvez mais se a capacidade hospitalar estiver realmente estressada.
  • Prazo de entrega entre você e o mercado consumidor: é o prazo acumulado que parte ou produto deixa sua fábrica e está sendo consumido por um consumidor final. Para um varejista, são apenas alguns dias, enquanto para um produtor de produtos químicos isso pode ser até seis meses.

 

Como está a demanda por transporte de cargas no Brasil?

No mercado brasileiro, um levantamento recente realizado pela NTC&Logística apontou queda de 38,7% na demanda por transporte rodoviário de cargas na primeira semana do mês de abril de 2020.

Isso representa uma redução de quase 40%. Quando comparamos com as movimentações de cargas antes das medidas contra a pandemia entrarem em vigor no Brasil.

Os dados mostram que é preciso se preparar ese adaptar à demanda do mercado. Um trabalho estratégico que deve cair no colo dos gestores pelo Brasil.

Abaixo, confira os tipos de cargas mais impactados pela redução de demanda nos primeiros dias da crise do Coronavírus no Brasil:

  • Carga fracionada (40,16%)
  • Cargas de Lotação (39,2%)
  • Produtos vendidos por logistas (46,6%) 
  • Agronegócio (14,2%)
  • Supermercados (24,55%)*

 

*A redução da demanda de produtos para supermercados pode não ter relação com a crise. Mas sim com o estoque. A hipótese é que há muita coisa estocada ainda o que impossibilita novas compras em escala.

 

Está difícil realizar a previsão de demanda? Conte com a Sofit!

A crise provocada pelo Coronavírus exige esforços conjuntos, de empresários, organizações não governamentais e órgãos do governo para sustentar o setor de transportes e minimizar a baixa demanda.

Enquanto a previsão de demanda não puder ser realizada nos moldes considerados “normais”, você precisa entender bem o seu mercado e tomar medidas rápidas. Preferencialmente baseada em dados até que tudo volte à normalidade. 

Além de auxiliar você com a gestão de frotas, através do nosso software sob medida, a Sofit te ajuda também com conteúdos como este que acabam servindo como uma luz em momentos de crise. Conte com a gente e compartilhe este artigo!

 

 

O mercado de transporte de cargas sempre foi dinâmico. A quarentena imposta pelo Coronavírus promete colocar o setor em evidência e os gestores em estado de atenção.

Como um serviço essencial, o transporte de cargas deve ser impactado pela alta repentina na demanda. Sobretudo, para o abastecimento de produtos de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos.

A pergunta que você deve fazer é: Como gerir a sua frota em tempos de crise? Quais as perspectivas do mercado de transporte de cargas para este ano tão atípico?

Descubra tudo no artigo de hoje, mais um da série especial sobre o COVID-19 e os seus impactos do mercado de transporte de cargas.

 

Coronavírus e o transporte de cargas: uma visão geral

A rápida disseminação do coronavírus no mundo teve um grande impacto nos mercados globais de transporte, com a queda na demanda por mercadorias da China afetando tudo, desde navios porta-contêineres até petroleiros. 

Aqui no Brasil, as entidades que representam o setor estão em constante diálogo com os transportadores, monitorando todas as medidas adotadas por órgãos públicos e privados.

Vale destacar que a situação exige, sobretudo, planejamento e responsabilidade. 

 

Dessa forma, será possível garantir o suprimento de itens relacionados à saúde pública, ou seja, itens relacionados à higiene pessoal, medicamentos, alimentos e material hospitalar, bem como outras prioridades.

 

Quais as empresas de transporte mais afetadas pela crise do novo Coronavírus?

O Coronavírus fez com que portos, aeroportos e parte do mercado de importação tivessem as suas atividades reduzidas. 

Bens de consumo considerados “não essenciais” como vestuário e eletroeletrônicos, deverão ter o consumo reduzido e, consequentemente, o transporte.

Da mesma forma, o setor automotivo também deverá ser impactado durante a pandemia do coronavírus, já que comercio e produção deverão ser reduzidos, diante das incertezas do mercado.

Abaixo, fizemos uma lista dos setores que deverão ser mais impactados. Confira:

  • Setor de carga aérea ou aqueles que atuam com cargas de entrega expressa aérea;
  • Setor portuário, sobretudo empresas que sobrevivem do transporte de contêineres;
  • Empresas de logística que não atuam com o transporte de bens essenciais;
  • Operadores Logísticos fortemente dependentes do setor automotivo;
  • Empresas de logística que atuam com eventos e logística promocional.

As transportadoras estão prontas para a crise promovida pelo Coronavírus?

Representantes do setor já responderam a essa pergunta. A resposta foi “SIM”. As transportadoras deverão conseguir suprir a demanda por itens de primeira necessidade e garantir o abastecimento da população.

Apesar disso,  houve uma redução de 26,14% no volume de cargas transportadas desde o início da pandemia no Brasil, de acordo com dados do Departamento de Custos Operacionais da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (DECOPE).

Sendo assim, de acordo com Tayguara Helou, Presidente do Setcesp, o que você, como gestor deve ficar atento é com o aumento dos custos com armazenamento que toda essa situação deve gerar.

Mais uma vez, a capacidade de planejamento e articulação dos gestores será posta em prova para que o aumento nos custos não seja tão significativo e compensado pelo aumento da demanda.

 

Como as transportadoras devem encarar o mercado de transporte de cargas durante o Coronavírus?

Os custos que fazem parte de toda a cadeia de transportes costumam ser bem elevados. Caminhões, autopeças, manutenção, armazenagem, mão de obra. Tudo isso deverá sofrer um impacto durante a crise.

Apesar de não ser possível prever com exatidão os impactos da crise do coronavírus para o setor de transporte de cargas, podemos afirmar que haverá um aumento na demanda e, consequentemente, na concorrência pelo transporte dessas cargas.

Além disso, além de adotar medidas básicas de higienização de veículos, repense o seu modelo de negócio. É preciso se adaptar rapidamente à nova realidade do mercado de transporte de cargas:

  • Renegocie os seus pagamentos, como os financiamentos para a compra de novos veículos;
  • Transporta cargas “secundárias”? Migre para o transporte de itens de primeira necessidade;
  • Evite transportar cargas que exijam armazenamento, preferindo o transporte para empresas.

 

A Sofit te deixa por dentro do mercado de transporte de cargas durante a crise do COVID-19!

Além de se planejar e acompanhar todas as notícias e determinações do governo, o que devemos fazer diante deste quadro é cuidar, sobretudo, da nossa saúde e da dos nossos colaboradores.

Lembre-se: essa situação vai passar. Devemos agora preservar vidas e garantir que itens básicos cheguem aos consumidores finais. O setor de transporte não pode parar!

Gostou deste artigo? Compartilhe com profissionais do setor. Caso precise de uma ajuda na sua gestão de frotas, conte sempre com a Sofit!

 

O avanço da pandemia do COVID-19 fez com que os gestores tivessem que colocar o pé no freio e se perguntar: afinal, como repensar a gestão de frotas em tempos de crise?

Serão pelo menos alguns meses de imprevisibilidade, perda de lucratividade e momentos de possíveis baixas nas receitas de empresas de transporte em geral.

Por isso, é preciso se adaptar e encontrar uma forma de  refazer os planos e realinhar a sua gestão nesses tempos de crise, independente do seu tipo de frota.

No artigo de hoje, em mais um especial sobre o COVID-19, a Sofit traz dicas de como você deve guiar a sua empresa de frotas durante esta pandemia. Confira!

 

Gestão de Frotas em Tempos de Crise: o que fazer?

Para o profissional que vai realizar a gestão de frotas em tempos de crise, o fundamental é  entender a gravidade e a dimensão da situação. Busque acompanhar as notícias do seu estado, verifique os decretos e mantenha-se sempre informado.

Afinal, a crise é dinâmica e novidades surgem todos os dias. Como gestor, é o seu dever estar a par de tudo. Abaixo, reunimos algumas medidas que podem ser adotadas para conduzir a sua operação de frota em tempos de crise.

Eleja um comitê de gerenciamento de crise

Montar um time que vai estar em comunicação constante pode, também, ajudar a gerenciar a sua frota durante a pandemia do COVID-19 ou em qualquer crise semelhante. Dessa forma, é possível delegar atividades e tomar decisões em conjunto, dentre elas:

  • A carga horária dos funcionários será reduzida, haverá rodízios?
  • Quais setores podem migrar para o regime de home-office?
  • Quais os procedimentos de higiene deverão ser assumidos? 
  • As ferramentas de gestão atuais são adequadas e darão o suporte necessário?
  • Qual os gestores irão se comunicar com os colaboradores e com que frequência?

Repense a sua operação

Costumamos bater sempre nesta tecla por aqui: é preciso automatizar a sua gestão. Afinal, eliminar gargalos, solucionar problemas recorrentes e evitar ao máximo que você, gestor, tenha que assumir trabalhos operacionais.

Essa linha de pensamento vale sobretudo para momentos de crise, em que enxugar a sua operação se faz mais que necessário. 

Pense em quais setores podem ser deslocados para o regime home-office, quais funcionários podem ser dispensados e  também como a sua operação vai fluir a partir dessa nova configuração da equipe.

Apenas departamentos essenciais devem estar nas ruas para garantir o abastecimento da população. Você, pode e deve gerir tudo pelo seu celular ou computador.

 

Faça revisão dos custos 

Em tempos de crise, uma das primeiras ideias que surgem para os gestores é a de cortar custos com pessoal. 

Ainda que em curto prazo essa pareça ser a que mais proporciona resultados, em longo prazo essa decisão pode ser prejudicial — levando em consideração que se perde talentos e, possivelmente, será necessário efetuar a reposição dessas pessoas em um dado momento, o que, afinal, volta a elevar os custos. 

Felizmente, é possível reduzir custos evitando cortar pessoal. Basta revisar seus processos e custos e assim avaliar o que pode ser eliminado ou reduzido. 

É possível, por exemplo, tentar fechar contrato com postos de abastecimento tentando descontos no valor do combustível e fazer um controle maior sobre a reposição de peças na manutenção corretiva.

Analise os investimentos 

Quando falamos em melhorar a gestão de frotas em tempos de crise, uma das últimas coisas que os gestores pensam é em realizar novos investimentos. 

Existe um receio muito grande com relação aos gastos e como eles podem comprometer a saúde financeira do negócio. 

Contudo, existem alguns investimentos que, apesar do gasto, contribuem para melhores resultados e redução de custos já a curto prazo. Como é o caso do investimento em um software de manutenção. 

Ele permite maior controle sobre os abastecimentos, sobre a troca de pneus, sobre os custos e, de uma forma geral, contribui para uma gestão mais eficaz e a melhora dos resultados. 

 

Aproveite para se capacitar

Há algumas semanas, os gerentes de frota preenchiam a maior parte do tempo com a operação diária de suas frotas de veículos. Com muito pouco espaço para estratégias de longo prazo. 

Agora, as coisas mudaram. Com as frotas amplamente inativas, agora há tempo de sobra para outras coisas. Como: 

Treinamentos on-line: os gerentes de frota podem usar a tecnologia para oferecer cursos sobre o comportamento do motorista.

Revisão da estratégia: a mobilidade corporativa vem se movendo lentamente para um novo paradigma: compartilhado, elétrico, multimodal. Este é o momento de refletir profundamente sobre como alinhar sua estratégia com esse futuro.

Repensar as políticas: devido à crise, você deve notar que está levando mais trabalho para casa. Avalie esse período e repense as suas políticas.

Conte com a Sofit para gerir a sua frota em tempos de crise!

O Coronavírus deve testar as habilidades de liderança dos gestores como nunca havia sido feito antes. A pandemia é um verdadeiro desafio que você pode enfrentar com os sistemas de gestão de frotas adequados.

Coloque as nossas dicas em prática. Repense a sua operação e busque se antecipar. Afinal, a crise vai passar e a sua empresa deve seguir caminhando, basta você tomar as decisões corretas

 

O avanço do Covid-19 no Brasil deixou empresas em pânico. O isolamento social fez com que gestores tivessem que rever as suas estratégias e adotar medidas de higienização de veículos mais rígidas para evitar a contaminação.

No meio dessa crise, o governo federal lançou um decreto definindo o setor de transportes e entregas de carga como um serviço essencial, ou seja, que não deve parar.

Por isso e seguindo uma série de artigos sobre gestão de frotas e COVID-19, a Sofit compartilha com você hoje dicas e protocolos para higienização de veículos.

Acompanhe!

 

COVID-19: Qual o papel do gestor de frotas nesta crise?

O gestor de frotas é, sobretudo, um gestor de pessoas. Neste sentido também é fundamental que você assuma esse papel e cuide da saúde dos seus colaboradores para evitar contaminação pelo coronavírus.

É preciso criar um conjunto de medidas de higienização de veículos baseadas nas recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Assim, elas devem perdurar mesmo depois que a pandemia passar. 

 

A ideia é que tudo vire rotina e que os próprios motoristas entendam que o que está em jogo é a segurança e a saúde de todos.

Note que a higienização de veículos precisa ser completa e não só por fora. Abaixo, algumas medidas básicas que precisam ser seguidas:

  • Disponibilização de água e sabão para higienização das mãos dos motoristas;
  • Recomendação para que colaboradores com qualquer sintoma permaneça em casa;
  • Evitar viagens com mais de um passageiro no veículo, se necessário, ir no banco de trás;
  • Criação de material informativo para que as medidas de higienização de veículos seja assimilada e cumprida por todos;

 

Higienização de Veículos: a importância de evitar a contaminação na sua frota

É importante salientar também que a higienização de veículos já deveria estar sendo realizada e fiscalizada pelos gestores de frota. 

Seus veículos precisam ser higienizados regularmente, com lavagens programadas e desinfetação após cada viagem das superfícies.

Um carro é um vetor em potencial de doenças causadas por germes, bactérias e vírus.

Além disso, evitar a sujeira também auxilia na prevenção de acidentes e evita que os seus motoristas fiquem doentes, o que desfalca a sua equipe e reduz  sua produtividade.

 

Protocolo de higienização de veículos em tempos de pandemia de coronavírus

Já é de entendimento público que os carros são vetores de contaminação de bactérias e vírus. 

Estudos da OMS apontam que o coronavírus pode sobreviver em superfícies por dias. Portanto, nunca foi tão importante reforçar a importância da higienização de veículos da frota.

Uma pesquisa do Car Rentals apontou que o volante do carro pode contar até 6 vezes mais colônias de bactérias que a tela de um celular e até 4 vezes mais que um banheiro público!

As demais superfícies dos veículos que merecem um cuidado especial são:

  • Porta-copos;
  • Cintos de segurança;
  • Puxadores internos das portas.

Conscientização dos colaboradores para higienização de veículos

Não é possível evitar novos infectados e se prevenir contra o coronavírus se essa consciência coletiva não estiver na ponta da língua dos seus motoristas. A comunicação precisa funcionar: utilize recursos como adesivos para os carros, relembrando a importância de seguir todos os protocolos de higiene e reforce também as medidas adotadas na sua frota sempre que possível.

Janelas abertas, ar-condicionado desligado

Infelizmente, é preciso seguir sem o ar-condicionado e preferir as viagens com as janelas abertas. Para evitar a proliferação do coronavírus e não colocar os seus motoristas em risco é muito importante que o ar possa circular. Apesar disso, não descuide da limpeza e manutenção dos filtros do ar-condicionado.

Higienização do volante

Pesquisas já apontam que o volante do carro pode ser até 4 vezes mais sujo que um vaso sanitário. Só isso já deveria ser motivo de higienização constante. Para evitar contaminações, forneça um borrifador pequeno e uma flanela e oriente os seus motoristas a higienizarem o volante de forma regular.

Limpeza das peças dos carros

As demais peças dos carros, como bancos, cintos de segurança, puxadores e porta luvas não devem ser negligenciados. Como a limpeza vai passar a ser mais regular. Invista também na hidratação, principalmente se os bancos forem de couro (porosos). Isso irá evitar rachaduras.

Tapetes devem ser limpos diariamente

Bata os tapetes todos os dias. Os tapetes dos veículos escondem poeira, restos de comida, também suor e todo tipo de sujeira. A aspiração e limpeza, com lavagem regular, pelo menos 1 vez por semana, dependendo da atividade também é muito importante.

 

SAIBA MAIS: Lavagem ecológica de veículos

Atenção: álcool em gel 70% pode danificar as peças na higienização de veículos!

O álcool em gel pode danificar algumas superfícies dos veículos da sua frota, por isso, é aconselhável higienizar as superfícies com produtos específicos para isso. 

Evite também produtos de limpeza a base de amônia, pois isso pode comprometer, principalmente, o funcionamento correto do painel.

Na falta de produtos de limpeza de veículos específicos para fazer a higienização de veículos. Uma solução com água e sabão infantil, colocada dentro de um borrifador pode ajudar. Isso deve ser feito depois de cada viagem: 

  • Primeiro, é preciso higienizar as mãos com água e sabão neutro ou álcool em gel;
  • Depois borrife a solução em todo o painel do veículo;
  • Então, utilize uma flanela de microfibra, esfregando bem.

A Sofit está na luta contra a pandemia do coronavírus!

Se todas essas medidas de higienização de veículos foram adotadas, é possível, assim, suprir os seus clientes e prestar este serviço essencial sem grandes danos para a saúde da sua equipe e nem para a população em geral.

 

A pandemia do coronavírus é global. Tudo isso vai passar, mas, para isso é fundamental que todos entendam a urgência de seguir protocolos de higiene e segurança recomendados pela OMS.

 

A Sofit espera que você esteja seguro e faz votos que tudo a pandemia do coronavírus passe logo. Estamos tomando todas as medidas necessárias com a nossa equipe. Faça também a sua parte.

 

O gerenciamento estratégico de frota não é só preencher planilhas, resolver problemas e acompanhar as demandas dos seus veículos. Pelo menos, não deveria ser. Não nos tempos de hoje, onde a automação dos processos operacionais já é uma realidade.

Neste sentido, um gestor de frota estratégico está menos focado na operação e mais na otimização dos processos através da análise de dados.

Dessa forma, também é possível um maior controle e elaborar táticas para obter resultados em curto, médio e longo prazo.

Primeiro, o que é um gerenciamento estratégico de frota e transporte?

Entenda como o “gerenciamento estratégico de frota” são esforços realizados para automatizar os processos repetitivos dentro de uma operação de transporte.

Além disso, quando falamos em estratégia, estamos nos referindo á utilização de dados para a tomada de decisão. Isso só é possível com o auxílio de um sistema de gestão de frotas adequado.

Assim, pode parecer surreal que um gestor de qualquer setor não tenha que interferir na operação quando é necessário.

Na área de transportes e gestão de frotas não poderia ser diferente. Entretanto, a operação não deve ser de responsabilidade apenas do gestor. 

 

É como se um arquiteto ou engenheiro assumisse o papel do mestre de obras, por exemplo. Possivelmente, ele teria capacidade para isso, mas a quem caberia o papel da gestão da obra? 

Apesar de, geralmente, motoristas experientes e analistas assumirem o posto e possuírem as habilidades para tocar a operação, ela deve ser delegada e gerenciada. De modo a evitar perdas de tempo e permitir que o gestor tenha uma visão mais geral e foco no cumprimento de metas.

 

A construção de um gestor de frota estratégico

Atualmente não temos no Brasil uma formação acadêmica especializada para gestores de frota, o que existe são módulos de gestão de frota nas graduações, especializações e pós-graduações na área de logística.

Enquanto isso, eventos e convenções como o Welcome Tomorrow pautam as novidades do setor de mobilidade e devem estar na agenda de gestores que buscam se aperfeiçoar no cargo, adotando tendências na sua gestão estratégica.

Mesmo que este cargo tenha surgido de modo inesperado, afinal, mecânicos, compradores e financeiros, muitas vezes assumem a função de gestor de frota. Porém é fundamental que você se atualize e busque conhecimento para se aprimorar na atividade.

 

Quais Conhecimentos e Habilidades do Gestor de Frota deve ter para uma gestão estratégica?

Para um gerenciamento estratégico de frota, os seguintes conhecimentos e habilidades básicas são necessárias:

  • Conhecimento de Legislação de Trânsito;
  • Conhecimento de Técnicas de Direção e Segurança no Trânsito;
  • Noções de Mecânica;
  • Gestão de Pessoas;
  • Noções de Logística;
  • Técnicas de Negociação;
  • Gestão de Custos e Financeira.

Como é possível perceber, de uma forma geral não é fácil encontrar graduações e pós-graduações especializadas no gerenciamento da frota. Também não há função interna nas empresas que prepare de forma completa um gestor de frota.

Este cenário, aliado a falta de investimento, propicia que o “Gestor de Frota” passe a ser um profissional que entende muito bem a parte técnica. Porém não faz a sua função de gestor corretamente, pois peca na parte de análise e tomada de decisões. 

Gestão de Dados: uma habilidade-chave para um gerenciamento estratégico de frota!

Com a transformação digital, uma tomada de decisões mais ágil baseada em dados integrados tornou-se uma habilidade chave da chamada gestão 4.0.

Fato é que saber utilizar os dados e acompanhar dashboards tornou-se uma atribuição do gestor de frota. 

Numa operação, vários tipos de dados são gerados e acumulados, seja em planilhas ou relatórios automáticos. 

É papel do gestor utilizar esses dados em favor da empresa, analisando falhas, gargalos e gráficos para tomar decisões estratégicas, baseadas em dados e não em puro “achismo”.

 

Aplicando o Gerenciamento de Frota Estratégico na Prática

Para atingir melhores resultados na prática, é necessário controlar e reduzir os custos de forma totalmente gerencial. 

É fundamental ter uma visão global de todos os veículos e serviços prestados, sempre acompanhando em que áreas é possível melhorar.

Tenha em mente que controlar os custos da frota é uma forma de obter melhores resultados e potencializar os lucros da empresa. 

Uma boa forma de evoluir para um Gestor de Frota estratégico é ter sobre controle o custo total da sua frota por km rodado e por mês. Incluindo todos os custos abaixo:

  • Depreciação/leasing/financiamento;
  • Combustível;
  • Manutenções Preventivas e Corretivas;
  • Pedágio;
  • Multas;
  • Impostos (IPVA, DPVAT, Taxa de Licenciamento);
  • Telemetria/Rastreamento.

O monitoramento da frota também torna possível o levantamento de dados para a formulação de indicadores e realização de análises. Com isso, obtém-se um gerenciamento com maior visão do negócio, possibilitando a tomada de decisões mais estratégicas e menos operacionais.

 

Gestão de Frota: Menos foco na operação e mais na estratégia

Gerenciar é organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho da sua área. 

A gerência deve ser feita sobre coisas, pessoas ou ambos. Afinal o gerente organiza seu ambiente de trabalho, toma decisões, direciona o trabalho de funcionários ou membros de uma equipe. Quando o Gestor de Frota não se atenta a este conceito, ele acaba se tornando um gestor operacional.

 

A SOFIT te ajuda na sua gestão estratégica de frota!

Utilizar um software de gestão de frotas é, entretanto, a melhor forma de alterar o gerenciamento, tornando-o mais estratégico e menos operacional. 

Os sistemas permitem a administração de qualquer tipo ou tamanho de frota, proporcionando ótimos resultados em todos os casos.

Afinal, garantem uma visão do processo e dos gastos, permitindo a detecção de gargalos. Tudo isto através de indicadores prontos, facilitando, assim, muito a gestão de frotas.

 

Caso já esteja preparado e deseje implementar hoje uma gestão estratégica de frota, entre em contato conosco e solicite um teste grátis.

 

 

Alguns tipos de frota contam com grandes quantidades do mesmo veículo, enquanto outras têm uma coleção diversificada de automóveis que funcionários e até clientes usam regularmente.  

Empresas, corporações e organizações de todos os tipos confiam nas frotas de veículos para fornecer produtos e serviços, mas como você deve saber não há duas frotas exatamente iguais.

Existem uma série de variáveis que podem influenciar na definição do tipo de frota ideal para a sua empresa: custo, estrutura física e capacidade de operação.

A seguir, vamos discorrer sobre o tema, falando sobre as principais características de cada uma para auxiliar você na sua gestão!

 

Quais são os principais tipos de frota?

Como gestor de frota, você deve ter um entendimento sobre os diversos tipos de frota e as suas principais atribuições, não é mesmo? 

Esta pode parecer uma informação básica, mas caso seja pensada de maneira estratégica, pode auxiliar no desempenho da sua gestão. Até mesmo, garantir um insight para um novo negócio.

Pensando nisso, relacionamos os principais tipos de frotas rodoviárias encontradas no Brasil. Saiba mais sobre cada uma delas abaixo:

 

Frotas de Caminhões

Numa viagem por uma rodovia interestadual, você geralmente vai se deparar com caminhões de todos os tipos. Incluindo alguns que transportam produtos para uma marca. Bem como linhas de caminhões que podem transportar produtos para uma coleção diversificada de marcas. 

 

Frotas de Entrega

Consiste em veículos que levam mercadorias dos centros urbanos para entregá-las localmente. Neste caso, também é comum que este tipo de frota seja composto por motocicletas e veículos utilitários de menor porte. Assim como é o caso de empresas como restaurantes e demais prestadores de serviço.

 

Frotas Comerciais

Quando você pensa nas maiores frotas do mundo, como a da Coca-cola, elas geralmente têm uma variedade de tipos de veículos. Não basta possuir vans ou picapes para entregas na cidade, nem o suficiente para ter reboques para transporte de longo curso. Essas grandes empresas têm milhares de veículos que parecem diferentes e são usados ​​para tarefas diferentes a cada dia. 

 

Carsharing

Já falamos sobre este modelo aqui no blog da Sofit. Em resumo, o carsharing é um modelo de compartilhamento de veículos e segue a tendência mundial de economia compartilhada. O carsharing também é possível através de um aplicativo. Este aplicativo serve para auxiliar os usuários a pegar um carro e devolvê-lo em um determinado ponto da cidade.

 

Frotas de Aluguel de Carros

Localiza, RentCars e outras grandes locadoras possuem os muitos veículos que você pode alugar. Essas frotas possuem um tamanho considerável e são implantadas perto de aeroportos, rodoviárias e grandes centros comerciais. As empresas de aluguel de caminhões são similares. Eles possuem uma frota de caminhões individuais, que você pode alugar para qualquer finalidade, incluindo mudanças.

 

Frotas de Serviços Públicos

As empresas de serviços públicos como Prefeituras, Companhias de Energia e Saneamento e Secretarias Municipais usam frotas para fornecer serviços para a população. Pense na sua empresa elétrica local; quando o tempo está intenso e a energia acaba, a empresa envia membros de serviço que usam veículos da frota.

Modelo de Gestão dos Tipos de Frota: vantagens e desvantagens de cada um

Existe uma diferença substancial entre o tipo de frota de veículos e o modelo de gestão de frota adotado por uma companhia. Quando nos referimos à modelo de gestão, estamos falando sobre frotas próprias ou terceirizadas.

Então, o que acha de saber mais sobre elas a seguir e pensar na relação entre os tipos de frota e os modelos de gestão?

 

Frota Própria

No nível mais básico, as empresas que fabricam produtos, coletam materiais ou prestam serviço precisam de uma maneira de levá-los a usuários finais com segurança e confiabilidade.

Muitas dessas empresas possuem demanda o suficiente para justificar a adoção de uma frota própria e o fazem por uma série de motivos. A centralização do controle, agilidade e facilidade para a tomada de decisão os principais. A desvantagem, então, é o custo mais elevado.

A gestão de frota própria também é comum para todos os tipos de frota. Aqui, o gestor precisa dominar a maioria (se não todos) dos aspectos da cadeia de suprimentos. Isso inclui logística, gerenciamento e manutenção de frota e, claro, transporte.

 

Frota Terceirizada

A terceirização de frota é um assunto atual e que está sendo amplamente discutido pelo mercado da mobilidade urbana. 

Hoje, já é possível terceirizar apenas alguns aspectos pontuais do seu processo de transporte e logística em vez de optar pela terceirização de toda a operação.

Em suma, os gestores de frota estão vendo os benefícios da terceirização e estão percebendo que, embora possam, não precisam terceirizar todos os aspectos de seu processo de transporte e logística.

A redução de custos e o ganho de produtividade estão entre os principais fatores de adoção de uma frota terceirizada.

 

Como os Tipos de frota influência na sua gestão?

Cada tipo de frota oferece para o gestor desafios diferentes. Então, uma gestão eficiente passa pelo entendimento dos objetivos e KPIs que norteiam o negócio da sua empresa.

Frotas de caminhões podem exigir um cuidado maior com documentação e manutenção, visto que as viagens são mais longas e também repletas de burocracias. Aqui, o cenário é favorável para uma frota própria, contanto que faça sentido para a companhia.

Note que o tipo de negócio incide muito mais sobre a gestão do que o tipo de frota. É possível combinar qualquer tipo de frota com qualquer modelo de gestão desde que os objetivos do negócio estejam alinhados.

 

A Sofit tem a melhor tecnologia para o seu tipo de frota!

Independente do tipo de frota que você esteja operando, a Sofit pode ser a sua parceira quando falamos de gestão. Possuímos sistemas inteligentes e fáceis de operar, tudo para você ganhar mais tempo e produtividade na seu dia a dia como gestor.

Converse com um dos nossos atendentes e solicite um teste grátis do nosso Software para Gestão de Frotas hoje mesmo!

 

Investir na gestão de frota pode parecer uma afirmação óbvia, mas muitos gestores ainda não sabem como e, principalmente, quando focar os seus esforços e abraçar tudo o que a tecnologia tem para oferecer ao gerenciamento e redução de custos.

A insatisfação com problemas específicos da sua operação, na verdade, é um sinal de que as coisas não vão bem e um indicativo de que chegou a hora de investir em gestão de frota.

Mas com tantas soluções para frotistas disponíveis no mercado, por onde começar?

No artigo de hoje, vamos mostrar problemas e desafios comuns que as empresas enfrentam e que podem ser resolvidos com investimento em gestão de frotas. Confira!

 

1. “O custo com combustível está muito alto!”

Quando falamos sobre empresas de frota, o gasto com combustível, é, sem dúvida, o grande responsável pelos altos custos no final do mês.

Quando não é possível identificar as variáveis incidentes sobre estes custos, fica praticamente impossível reduzir custos.

Caso você não consiga identificar qualquer um desses itens abaixo, investir em gestão de frotas, através de um sistema, é a solução para você:

As manutenções preventivas estão sendo agendadas devidamente?
Os veículos que estão em operação passaram por uma revisão?
Há veículos rodando com peças defeituosas que podem causar alguma alteração no consumo de combustível?
Há algum padrão de abastecimento ou os seus motoristas são livres para abastecer e precisam apenas mostrar as notas?

2. “Multas são comuns na minha gestão”

Multas e sinistros fazem parte do que chamamos de “gastos ocultos com a gestão de frotas”.

Um bom gerenciamento de multas ajuda a reduzir custos e evita maiores acidentes, já que a maioria delas está relacionada com alta velocidade e outros problemas ao volante.

Ao investir em um sistema de gestão de frotas, certifique-se de que vai ser possível gerenciar as multas e identificar o infrator. Isso vai ser de extrema importância para o amortecimento dos seus custos!

 

3. “Meu processo de manutenção ainda é falho”

Se você conta com uma equipe interna de manutenção, certamente tem que conciliar prioridades conflitantes e, muitas vezes, recorre à soluções criativas para manter ativos críticos em execução.

Embora compreensível, isso também é de alto risco para a sua gestão de frotas!

Os veículos da frota operam melhor quando recebem manutenção proativa.

Felizmente, a moderna tecnologia de gerenciamento de ativos pode ajudar a manter a frota funcionando conforme necessário – sem sacrificar outras iniciativas.

 

4. “Tenho muitos processos trabalhistas”

Organizar a jornada dos motoristas é um verdadeiro desafio quando você não tem a sua disposição um software de gestão de frotas.

A falta de controle sobre dados de entrada e saída, em casos de desligamento, podem gerar passivos trabalhistas que geram custos altos e inesperados para as empresas.

Caso você já esteja lidando com uma série de reclamações e processos, talvez esteja na hora de rever a sua gestão e optar pelo investimento em um sistema de gestão de frotas mais eficaz.

No mínimo, você vai evitar esse tipo de custo, além de conseguir manter a jornada dos motoristas sob controle!

5. “Sinto que não tenho controle sobre a minha operação”

Você consegue acessar facilmente os dados sobre a sua frota?
Caso não consiga, este é outro indicativo de que o investimento em gestão de frotas se faz necessário.

A possibilidade de acessar dados em tempo real facilita a tomada de decisão, melhorando a sua vida como gestor e, consequentemente, os seus resultados.

Ter controle sob a sua frota de qualquer lugar, através de relatórios de fácil acesso, dashboards, gráficos e informações devidamente categorizadas é a base para uma boa gestão de frotas. Não se esqueça!

6. “Preciso aumentar a produtividade da minha frota”

A produtividade da sua frota sofre com a falta de cronogramas, programações e de planejamento.

Uma frota produtiva é aquela que funciona como uma engrenagem, e você, como gestor, deve conseguir identificar e se antecipar aos problemas. Ou seja, precisa saber exatamente quando uma peça precisa de manutenção ou de reposição.

Investir em gestão de frota, neste caso, em um sistema que possibilite o agendamento de manutenções baseado em históricos e informações relevantes sobre o veículo é fundamental para o seu dia a dia.

Isso pode garantir que a viagem, salvo imprevistos, seja realizada na data e hora programada sem paralisações no seu percurso — o que é bom tanto para a empresa como para o motorista e cliente.

 

7. “Não consigo definir rotas ou elas não são seguidas pelos meus motoristas”

Sem o rastreamento de veículos, é extremamente difícil ver o caminho que seus motoristas estão seguindo.

Existe uma rota específica que fica mais lenta na mesma hora todos os dias? Ou alguma estrada em péssimas condições que sempre causa danos nos seus veículos?

Para o gerente de frotas e a equipe de manutenção, ter acesso a dados em tempo real, centrados no GPS, é extremamente importante.

Assim, você pode identificar fatores ambientais que levam a requisitos de manutenção incomuns, por exemplo.

Logo, investir em um sistema de gestão de frotas com o recurso do monitoramento veicular pode ajudar você a identificar padrões de rotas problemáticas e, assim, evitá-las sempre que possível.

 

A Sofit te ajuda a investir em gestão de frotas da forma certa!

Os desafios na gestão de frotas não são poucos nem pequenos, e podem, além de tudo, ser maximizados em decorrência de falhas administrativas e estratégicas.

Diante dessa realidade, as empresas de tecnologia que desenvolvem soluções de gestão de frotas vivenciam um ótimo momento, com foco em melhorar gradativamente os resultados dos clientes e contribuir para a tomada de decisões mais eficientes.

Neste sentido, investir em gestão de frotas é pensar estrategicamente. É se colocar, de fato, no seu lugar de gestor e deixar que um software facilite a sua vida, evitando tarefas mecânicas e operacionais sempre que possível.

Agora que você já sabe o que pode conseguir ao investir em gestão de frotas, que tal solicitar um teste grátis do nosso sistema de gestão? Nossos atendentes estão sempre dispoíveis para entregar uma solução sob medida para você!