Talvez você já tenha escutado por aí que quando o óleo do motor está escuro significa que ele já não serve mais e que precisa ser trocado.  Porém, nem sempre isso é fato.  Na verdade, após cerca de 7 mil quilômetros de uso, não é somente normal como também importante que o óleo fique escuro, pois isso indica que ele está cumprindo o seu papel. Você já sabe que a principal função  do óleo no motor é lubrificar as peças, reduzindo o atrito. Mas, além disso, ele serve para refrigerar, vedar e limpar o motor.  Para realizar a função de manter o motor limpo, ele carrega as sujeiras internas criadas pela queima do combustível — por isso ele escurece. Confira o conteúdo a seguir e aprenda um pouco mais sobre o tema!

O que realmente acontece quando o óleo do motor está escuro?

Agora você já sabe: a cor do lubrificante não tem relação direta com sua qualidade.  Como você viu, ele escurece quando está cumprindo o seu papel e acaba carregando as partículas inerentes a esse trabalho.  No entanto, obviamente, chega uma hora em que a troca é realmente necessária. O mais importante é ficar atento aos prazos de troca estabelecidos pelo fabricante (em média, até cerca de 10 mil quilômetros rodados).  Além disso, verifique sempre que possível o nível do óleo, para saber se ele não está abaixo do indicado. Confira as dicas mais importantes para não errar e manter a manutenção do seu carro em dia.

O que causa o escurecimento do óleo do motor?

A principal coisa que você deve saber é que os ciclos de calor escurecem naturalmente o óleo do motor. Ou seja, durante uma viagem pela estrada em temperatura amena, os motores atingem a temperatura normal de operação (normalmente entre 90ºC e 104ºC), o que aquece o óleo do motor.  Em seguida, o óleo esfria enquanto a sua frota fica parada na garagem. Então, a medida em que o dia avança – e com ele, o calor – o óleo é novamente exposto a temperaturas mais altas.  Note que alguns aditivos no óleo de motor são mais suscetíveis ao escurecimento na presença de calor do que outros.  Além disso, a oxidação normal também pode escurecer o óleo e, como você sabe, o alto calor acelera essa oxidação.

Qual a cor ideal do óleo do motor?

A cor do óleo do motor pode variar do marrom/caramelo ao mais escuro/negro.  Um óleo mais escuro é um sinal de que já chegou a hora de realizar a troca. Da mesma forma que um óleo marrom e “limpo” significa que ele está em boas condições. A verificação deve ser feita regularmente através da vareta do óleo do motor, conforme o manual de cada fabricante.

Dicas para saber se está na hora de trocar o óleo

A troca do óleo do motor deve ser realizada de acordo com algumas variáveis além da cor.    Confira as principais abaixo!

Óleo muito escuro

Embora o óleo escuro indique que ele esteja cumprindo sua função, o fato é que, quando ele está muito sujo, isso indica que realmente ele já pode estar no final de sua vida útil ou mesmo que o motor do carro pode enfrentar alguns problemas.  Dessa forma, se isso estiver acontecendo muito rápido, vale inclusive dar uma boa revisada no motor e no sistema. Também é importante conferir se não há algum problema na vedação ou em algum componente que possa contribuir para que essa situação indesejada ocorra no interior do seu carro.  Logo, é melhor prevenir do que acabar parado no acostamento, esperando a ajuda chegar para você.

Nível muito baixo de óleo

Outro ponto que indica que o motorista precisa ter atenção à qualidade do seu óleo é se o nível estiver muito baixo, especialmente se a perda não for condizente com a quilometragem que o veículo rodou com o produto.  Isto ocorre, muitas das vezes, em carros mais velhos, pois o normal é queimar pequenas quantidades. Uma dica importante: sempre que for medir, realize a verificação em um terreno plano e espere cerca de 10 minutos após desligar o motor — o esfriamento do motor faz com que todo o óleo desça para o reservatório, indicando o nível real de lubrificante.

Luz indicativa de óleo

Os carros, incluindo até alguns modelos mais antigos, possuem um sistema preciso que indica quando algum componente elétrico ou mecânico está apresentando um defeito.  Assim, o motorista é avisado disso através de uma pequena lâmpada, que fica geralmente no painel frontal. Portanto, se o seu carro é um daqueles que conta com essa opção de uma luz de alerta de óleo, é fundamental que você jamais caia na tentação de menosprezar esse aviso.  Ao vê-lo, tenha em mente que, possivelmente, o óleo está baixo ou repleto de sujeiras.

Luz para checagem do motor

Da mesma maneira que existe uma luz para indicar que há algum problema no próprio óleo, existe uma que é indicativa da existência de problemas no motor.  Mas, isso não quer dizer que se trate de uma falha exclusivamente nessa peça, pois pode ser algo ocorrendo com algum produto essencial para o seu funcionamento. E, como sabemos, o óleo é um deles. Quando os seus níveis estão muito baixos ou ficando saturados, é comum que a luz de verificação do motor ligue, pois essa condição afeta diretamente o desempenho desse sistema. 

Óleo do motor escuro: mantenha a manutenção sempre em dia!

Para evitar problemas relacionados ao óleo do motor, lembre-se sempre: a manutenção preventiva é de extrema importância para a economia e segurança de seu veículo.  Por isso, gestores de frota devem cuidar para que o plano de manutenção seja realizado, de preferência, com o auxílio de uma ferramenta de gestão de frotas. Se você gostou deste conteúdo ou ainda está com dúvidas sobre o que fazer quando o óleo do motor está escuro, deixe um comentário aqui no blog!

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A gestão de frotas tem a reputação de ser uma profissão dominada pelos homens, mas as empresas de frotas e a indústria como um todo têm pressionado para que as mulheres sejam mais bem representadas.

Embora a própria indústria de frotas tenha dado passos importantes e o papel do gerente de frota tenha evoluído com isso, ainda há muito menos mulheres empregadas na indústria do que homens.

No artigo de hoje, a Sofit traz essa discussão sobre as mulheres na gestão de frotas e mostra caminhos para trazer mais representatividade para o setor. Confira!

Mulheres na gestão de frotas: alguns dados do setor

Numerosos estudos demonstraram que a diversidade de gênero na força de trabalho não apenas promove a colaboração, a compreensão e a tolerância, mas também aumenta a competitividade, a produtividade e a responsabilidade social corporativa.

Apesar disso, a representação feminina nas diversas áreas da gestão de frotas ainda é tímida. Mulheres representam apenas 16,8% deste mercado de trabalho, de acordo com dados da pesquisa “Estudos de Tendência para 2021”, da Veltec.

Outra pesquisa, mais abrangente, do Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), órgão vinculado ao Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP) fez um panorama das mulheres no setor de transporte.

Confira alguns dados interessantes:

  • 55,7% são brancas, 
  • 39,7% são solteiras, 
  • 38,1% tem entre 26 e 34 anos
  • 48,2% não tem filhos

Além disso, o estudo mostrou ainda que 54% das mulheres são chefiadas por homens, enquanto 46% possuem outras mulheres como superiores imediatas.

 

Mulheres na gestão de frotas: poucas, porém, protagonistas

Em um dos maiores grupos de gestores de frota do Brasil no Telegram, cerca de 30% são representantes do sexo feminino. Isso em um universo com mais de 400 integrantes.

Apesar de serem minoria, mulheres figuram como protagonistas no mercado de gestão de frotas. 

Dessa forma, representantes femininas estão à frente, por exemplo, lideram algumas das maiores frotas do país, como é o caso da Astrazeneca, Atlas Copco, Strattner, Fiergs e Correios.

Elas trazem mais produtividade para o setor

Apesar de as mulheres ainda não terem conquistado o seu devido espaço na gestão de frotas, especialmente nos cargos de liderança, este tema está cada vez mais deixando de ser um tabu.

Embora o público feminino ainda encontre resistência, as oportunidades para as mulheres em um mercado cada vez mais tecnológico e estratégico como a gestão de frotas já é uma realidade.

A busca pelo aumento da produtividade e menores índices de retrabalho faz com que cada vez mais mulheres estejam presentes em cargos de gestão.

Isso porque, para driblar as dificuldades e enfrentar o preconceito que, infelizmente, ainda existe, mulheres precisam se provar e fazem isso através de especializações e estudos diversos.

Iniciativas promovem a equidade de gênero no setor de transporte

Nos últimos anos, algumas empresas têm se esforçado para equilibrar a sua força de trabalho e alcançar um melhor equilíbrio de gênero, motivadas tanto por negócios e interesses competitivos, bem como por fatores sociais. 

Empresas de frota investem em programas de incentivo para que mulheres evoluam e atuem em áreas de gestão. O objetivo é trazer mais mulheres e desenvolvê-las internamente, levando-as para posições de liderança.

Esses esforços estão começando a dar frutos, com o número de mulheres trabalhando no setor continuando a crescer. 

Como em outras indústrias, as mulheres representam uma parcela crescente da força de trabalho da indústria da gestão de frotas.

Independentemente do perfil de habilidade, o mercado está aberto a mulheres profissionais talentosas de todos os tipos que provaram seu valor e habilidades, abrindo assim o caminho para a próxima geração.

Assim, empresas podem fazer muito pela equidade de gênero na gestão de frotas. 

Então, confira abaixo algumas iniciativas de empresas brasileiras que incentivam a presença feminina em cargos de gestão:

Braspress

Promove um programa de treinamento exclusivo para o público feminino. Assim, a transportadora já conta com 22,9% do seu quadro de colaboradores composto por mulheres.

Man Latin América

A empresa de transporte anunciou que até 2025 pretende trabalhar a questão da equidade de gênero para que as mulheres representem pelo menos 20% do seu quadro executivo. Vale lembrar que a empresa já possui diversas mulheres em cargos de liderança e extremamente técnicos.

Ativa Logística

A empresa de Itapevi, no interior de São Paulo, as mulheres ocupam mais da metade das operações, especialmente em cargos como a separação de pedidos e de gestão e coordenação.

Vale lembrar que a frota geralmente é apenas um pequeno pedaço da função exercida pelas mulheres. 

Normalmente, elas vão além, sendo responsáveis pela área de facilities e, debaixo desse “guarda-chuva”, ela tem a frota para cuidar com diversos outros fornecedores.

A Sofit apoia a equidade de gênero da gestão de frotas

Como podemos observar ao longo deste artigo, as mulheres estão firmando o seu espaço na gestão de frotas, um setor, tradicionalmente liderado por homens.

No entanto, para mostrarem o seu valor em um nicho ainda representado por homens, elas precisam ter pulso firme, visão sistêmica do negócio e decisão com embasamento e argumentos sólidos.

Acreditamos que a equidade de gênero dentro desse segmento só é benéfica para as empresas e também para as mulheres que têm muito a oferecer,  tanto na parte operacional como em cargos de liderança.

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A sua política de frotas prevê desconto em folha?

Quando bem estruturada e aprovada pelo RH ou por algum comitê interno, essa cláusula pode evitar contratempos, evitando custos não previstos com sinistros e multas, por exemplo.

Assim, cabe ao gestor de frotas a missão de analisar a política da frota, para estipular percentuais e detalhar o que será descontado para evitar possíveis processos trabalhistas.

No artigo de hoje, a Sofit mostra como estabelecer o desconto em folha na sua política de frotas e como a tecnologia auxilia na automação e te ajuda a evitar erros.

Continue lendo!

Como funciona o desconto em folha para empresas de frota?

Empresas de frota geralmente mantêm veículos registrados em nome de pessoa jurídica.

Elas confiam a utilização aos seus colaboradores – pessoa física – para a realização das atividades vinculadas à função.

Mas o que acontece caso o funcionário viole alguma lei de trânsito ou provoque algum acidente em posse do veículo?

Quem deve pagar pelo prejuízo?

Em caso de multas, o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) prevê que a empresa pode indicar o motorista infrator. Dessa forma, ele será penalizado com os pontos na carteira conforme o tipo de infração. 

Entretanto, essa indicação depende do consentimento do motorista.

Dessa forma, empresas de transporte podem esbarrar em questões legais que restringem o desconto em folha e a decisão fica por conta do Poder Judiciário.

Além disso, conforme o Artigo 462 da CLT, é vedado qualquer desconto em folha, salvo em caso de acordo coletivo. 

Por essas razões, essa cláusula deve estar prevista em contrato e nas normas internas da sua empresa de forma detalhada.

Principais problemas na aplicação do desconto em folha

Como observamos, o desconto em folha depende de questões legais, mas também de uma política de frotas clara e detalhada, com o indicativo do desconto no contrato firmado com o motorista.

Ainda assim, não é raro que empresas tenham problemas com essas questões. Os casos de maior recorrência são com aquelas que ainda utilizam um sistema manual de desconto e também com gestores que desconhecem a lei.

Por exemplo, os descontos em folha não podem ultrapassar 30% do salário dos motoristas. Para esses casos, existe a possibilidade de parcelamento. Alguns sistemas de gestão podem automatizar todo esse processo.

Da mesma forma, note que é importante que a sua empresa tenha um total controle sobre o motorista que estava em posse do veículo no momento da infração ou sinistro. 

Assim, sistemas de rastreamento com identificação ou um controle de entradas e saídas automatizado garantem as provas necessárias, em caso da necessidade de esclarecimentos. 

Por que é importante garantir o desconto em folha na sua política de frotas?

Caso você não indique o motorista infrator, a punibilidade será imposta à empresa, assim como todos os custos, multiplicado pelo número de infrações similares no período de 12 meses.

Assim, além de evitar possíveis impasses trabalhistas, existem algumas razões pelas quais o desconto em folha deve estar previsto na política de frotas da sua empresa.

Confira abaixo:

  • Porque ele acaba com o sentimento de “impunidade” que os funcionários criam quando recebem uma multa ou se envolvem em um sinistro e a empresa arca com todos os custos;
  • Ao perceber que a empresa está descontando do seu salário, o funcionário passa a cuidar mais do veículo e muda o seu comportamento;
  • A redução de custos com depreciação, desgaste e consumo de combustível é uma consequência positiva da mudança de postura do condutor.
  • Ao mudar o comportamento do condutor a sua vida também passa a correr menos riscos.
  • Com a adoção do desconto em folha, o nome da empresa não fica exposto por ter maus condutores no trânsito.

Como um sistema de gestão pode automatizar o desconto em folha dos seus funcionários?

Como observamos, é de extrema importância que todo o processo de verificação e consolidação das informações estejam organizados para evitar erros.

Para isso acontecer, nada melhor do que um sistema que possa fazer tudo de forma automática, sem intervenção humana e sem CTRL+C, CTRL+V em planilhas de Excel.

Além disso, confira outras funcionalidades que um sistema pode garantir no processo do desconto em folha dos seus colaboradores:

  • Atribuição automática das multas e sinistros ao condutor
  • Somatório dos débitos
  • Possibilidade do parcelamento da “dívida” do funcionário
  • Acompanhamento do histórico de custo recuperado pela empresa

A Sofit auxilia no processo do desconto em folha

Empresas que possuem um sistema automatizado para desconto em folha geralmente experimentam redução de custos significativas, além de incentivar o bom comportamento dos seus motoristas e a preservação das suas vidas.

A Sofit oferece todo o suporte e automação necessários para um processo de desconto em folha, seguro e organizado e que já auxilia diversas empresas na missão de reduzir custos com multas e sinistros.

Conte com a gente caso precise otimizar o seu processo de desconto em folha. É só entrar em contato com um dos nossos consultores e tirar as suas dúvidas!

A direção defensiva para caminhoneiros é uma habilidade que o gestor de frota deveria exigir de todos os seus condutores ao conduzir um veículo pesado.

Assim, esses profissionais têm a responsabilidade não apenas de aprender sobre segurança ao dirigir caminhões, mas também de utilizar todos os recursos para reduzir a chance de acidentes, protegendo a si mesmo, a carga, além de outros motoristas.

No artigo de hoje, reforçamos a importância da direção defensiva para caminhoneiros, fornecendo dicas para adotar na gestão de riscos da sua frota.

 

Confira!

O que é direção defensiva para caminhoneiros?

 

A direção defensiva é um estilo de direção em estrada que utiliza várias técnicas e táticas para ajudar o condutor a se manter seguro e afastado de problemas causados ​​por outros motoristas da estrada.

A segurança é o principal benefício da direção defensiva, pois é menos provável que você se envolva em um acidente se seguir algumas regras simples. 

Além disso, existem também outras vantagens, incluindo maior economia de combustível e menos desgaste sobre o caminhão.

No final deste artigo, relacionamos algumas maneiras de aplicar a direção defensiva na sua frota de caminhões.

 

As vantagens da direção defensiva para a sua organização

 

A direção defensiva é uma das maneiras mais eficazes pelas quais as organizações podem reduzir os acidentes de trânsito. 

Colisões de veículos são a principal causa de lesões ocupacionais e isso gera um custo tanto para o motorista como para a sua empresa de transporte, que vai ficar sem a mão de obra. 

De acordo com o ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), 90% dos acidentes no trânsito são causados por falha humana.

Logo, aplicar técnicas de direção defensiva para caminhoneiros na sua gestão de frotas começa a fazer total sentido.

Além de evitar custos com manutenção, arcar com despesas que, por ventura venham a ocorrer e – mais importante – preservar a vida do seu colaborador, a direção defensiva é um diferencial competitivo para a sua organização, muito bem-visto pelos stakeholders.

 

Pensando nisso, muitas empresas optaram por investir em treinamento de direção defensiva para sua força de trabalho como uma forma de ajudar a:

 

  • Proteger os funcionários de lesões relacionadas ao veículo e manter os condutores seguros
  • Reduzir colisões
  • Cortar custos com sinistros, incluindo pedidos de indenização
  • Proteger a reputação de sua empresa por meio de comportamentos de direção segura

 

Dicas de direção defensiva para caminhoneiros para adotar hoje

Então, que medidas de direção defensiva os caminhoneiros devem adotar na sua frota? 

Além de exigir essa especialização no currículo de qualquer condutor novato, cabe ao gestor de frotas reforçar a importância desta prática no dia a dia.

Você pode fazer isso através de ações, treinamentos, palestras e estabelecendo uma política própria de direção defensiva na sua organização.

Confira abaixo algumas táticas!

 

Manutenção Periódica

Programas de manutenção periódica, sobretudo aqueles automatizados, realizados através de uma ferramenta de gestão de frotas são o primeiro ponto da direção defensiva. 

Afinal, o veículo deve estar em boas condições antes de seguir a sua rota.

Então, utilize um checklist, antes de cada viagem e verifique itens como:

 

  • Pastilhas de freio
  • Nível do combustível
  • Amortecedores
  • Suspensão
  • Óleo
  • Faróis
  • Setas e Luzes de Freio
  • Para-brisa
  • Controle de Pneus

 

Noção do porte do Caminhão

Ter noção a respeito das dimensões do caminhão pode evitar com que os seus motoristas se envolvam em acidentes como, por exemplo, entalamentos em túneis e quebras de retrovisores e faróis. 

Por isso, verifique se os condutores conhecem bem o veículo que estão dirigindo. 

Essa medida simples de direção defensiva para caminhoneiros pode evitar prejuízos e danos.

 

Política de pausas

O planejamento de rotas para viagens mais longas deve considerar também uma política de pausas. 

O cansaço ao volante pode causar acidentes graves, portanto, pequenas pausas devem ser programadas para descanso, alimentação e hidratação. 

Logo, isso deve estar claro no planejamento da rota.

 

 

Manter uma distância segura

Embora não exista no Brasil uma regulamentação sobre a distância mínima, especialistas recomendam um distanciamento de pelo menos 3 segundos do veículo da frente.

Você deve considerar também as condições de clima, da estrada e determinar a velocidade média do caminhão durante a direção defensiva. 

Então, lembre-se: o caminhão é um veículo pesado e o sistema de freios tem um tempo de resposta. Os seus condutores só devem utilizá-lo de maneira brusca em último caso.

 

Direção defensiva salva vidas e traz economia para a sua gestão de frotas!

 

Segundo os princípios da direção defensiva, cabe ao caminhoneiro a missão de proteger os veículos menores e os pedestres nas vias. 

Logo, a atenção dos motoristas que conduzem esse tipo de veículo deve ser redobrada. 

Da mesma forma, cabe ao gestor de frotas fornecer toda a informação e condições necessárias para aplicação das técnicas de direção defensiva.

Essa postura deve estar presente na política da sua frota, por isso, utilize a tecnologia a seu favor, criando checklist e analisando dados sobre acidentes de modo a evitá-los.

Assim, adotar medidas de direção defensiva para caminhoneiros na sua organização significa salvar vidas, tempo e dinheiro, apesar das condições ao seu redor e das ações de outras pessoas.

 

O custo por km rodado por veículo é um indicador básico da gestão de frotas, importantíssimo para determinar o seu Custo Total de Propriedade (TCO)

Quando você consegue automatizar e ter acesso a esses dados é possível tomar melhores decisões, garantir mais produtividade e reduzir custos com a sua frota de veículos.

Ao analisar os custos em um nível como este, é fácil ver como cada centavo pode impactar seus resultados financeiros e verificar o que é necessário para manter os seus veículos em operação.

Compreender o custo por KM rodado da sua frota permite ainda que você determine o retorno do investimento (ROI) de cada viagem, por exemplo. 

No artigo de hoje, a Sofit mostra para você como calcular o custo por KM rodado por veículo. Confira!

Custo por KM rodado por veículo, o que é?

Embora o custo por KM rodado seja uma métrica fundamental para o equilíbrio financeiro de qualquer frota, o caminho para chegar até ela pode ser diferente, e varia conforme as políticas e objetivos de cada empresa.

Por exemplo: “Devo considerar multas e sinistros no custo do km rodado?”

Se a sua empresa não responsabiliza o condutor pelos custos com multas e sinistros, então a resposta é SIM.

Caso contrário, se a sua organização tem uma política de frotas bem estruturada e faz todos os descontos em folha, esses itens não devem ser considerados no custo do km rodado.

Além disso, vale ressaltar também que considerar apenas o custo com combustível para simplificar o Custo por KM rodado é uma prática errada.

Ou seja, a lógica abaixo está equivocada e deve ser evitada:

 “O meu carro faz 10km/l. Se cada litro de Gasolina custa R$5,00, então, o meu carro está gastando R$0,50/km”.

Por que calcular o custo por KM rodado por veículo?

Com a oscilação do custo do combustível no Brasil, é interessante que o gestor de frotas mantenha o controle financeiro da sua operação.

Neste sentido, a disponibilidade da métrica de custo por KM rodado por veículo pode:

  • Auxiliar na tomada de decisões estratégicas;
  • Mostrar quais são os grandes vilões que barram a sua lucratividade;
  • Indicar o que precisa ser otimizado para gerar ROI positivo para a sua empresa;
  • Evitar que você tenha prejuízos com a precificação dos seus serviços, cobrando menos do que deveria;
  • Possibilitar a otimização do deslocamento de veículos.

Como calcular o custo por KM rodado por veículo?

Basicamente, para chegar até o indicador de custo por KM rodado, você deve verificar todos os gastos necessários para manter um veículo em operação e dividir pela quilometragem em um determinado período.

Para calcular o custo por KM rodado, aplique a fórmula a seguir:

VALOR DO KM RODADO = (CUSTO FIXO + CUSTO VARIÁVEL)/KM RODADO

Dessa forma, as despesas operacionais da sua frota podem ser divididas em duas categorias: fixas e variáveis.

Note que podem existir outros itens e, até mesmo, outros serviços agregados à sua frota como, por exemplo, uma Telemetria, ou uma Gestão de Multas e documentação.

Apesar disso, os custos principais estão descritos abaixo:

Custos Fixos

Os custos fixos de uma frota são todos aqueles que você precisa pagar, independente do KM rodado, serviços realizados ou demanda. Os principais custos fixos de uma frota incluem:

  • Aluguel mensal do veículo (aplica-se apenas a frota locada);
  • IPVA;
  • DPVAT;
  • Seguro;
  • Salários dos motoristas;
  • Licenciamento;
  • Depreciação do veículo.

Custos Variáveis

Os custos variáveis ​​flutuam dependendo do tamanho, utilização e eficiência de sua frota:

O que fazer após entender o custo por KM rodado dos veículos da sua frota?

Após determinar o seu custo por KM rodado, chegou a hora de analisar esse número e calcular o lucro esperado de sua frota. 

Você está insatisfeito com ele? 

Caso esteja insatisfeito, considere estratégias para reduzir suas despesas variáveis ​​e melhorar o ROI da sua frota de veículos.

O custo por KM rodado por veículo pode ser aplicado de muitas maneiras para a redução dos seus custos totais.

As estratégias mais eficazes incluem:

  • Aplicar a fórmula de custo por KM rodado antes de adquirir novas peças para os seus veículos, como um jogo de pneus, por exemplo;
  • Verificar se os processos de manutenção estão sendo seguidos à risca para aquele veículo;
  • Entender se você está deixando de inserir no cálculo algum custo fixo ou variável;
  • Adotar um novo modelo de precificação, para gerar mais lucro

Como um software de gerenciamento de frota pode ajudar a gerenciar custos?

Para o frotista, determinar o custo por KM rodado de todos os veículos da frota pode ser uma tarefa um tanto quanto trabalhosa.

Da mesma forma, desconhecer essa métrica pode fazer com que a sua gestão financeira trabalhe de forma ineficiente, gerando prejuízos para a operação.

Com a ajuda do SofitView, por exemplo, gestores de frota podem aproveitar o módulo de desconto em folha que te permite fazer todo o processo de consolidação, alocação e parcelamento da dívida do funcionário e enviar mês a mês para o RH realizar esse desconto. 

Além disso, o SofitView também permite:

  • Gerar relatórios com todos os custos relacionados a sua frota; 
  • Traçar comparativos entre condutores da mesma região ou rota;
  • Cruzar dados de modelos de veículos que rodam na mesma região ou rota, 
  • Comparar o desgaste ou duração de peças, pneus ou outros componentes de diferentes fabricantes. 

Essas funções ajudam não somente a medir o seu custo do km rodado, mas também permitem comparar e tomar ações que permitam reduzir custos. 

Afinal de contas, de que serve medir se você não consegue ter base para uma tomada de decisão?

Aché, Hypera e Farmoquímica, além de BASF em parceria com a ALD Automotive. Essas são algumas das empresas do setor que contam com a tecnologia da Sofit para otimizar os seus processos de gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos. 

Com a alta da demanda, a automatização do processo de transporte auxilia na gestão dos representantes de venda, facilitando o controle de visitas para demonstração de catálogos para médicos e farmácias.

Sendo assim, a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos torna-se um fator competitivo importante para empresas do segmento que desejam otimizar e expandir as suas operações em 2021.

Neste artigo, você conhece os principais desafios do setor e confere a importância da gestão de frotas para a indústria farmacêutica.

Continue lendo!

Os desafios da gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos

 

Somente em 2020, impulsionado pela pandemia do coronavírus e pela busca acentuada de suplementos, vitaminas, relaxantes e antidepressivos, o setor farmacêutico cresceu 13,6%.

Esse crescimento traz mais urgência para o enfrentamento dos maiores desafios do setor, sendo a centralização das informações da frota, um dos principais no momento.

Isso porque, com o mercado aquecido, a demanda aumenta: representantes de laboratórios transportam mais amostras, precisam conferir mais faturas e fazer mais orçamentos.

Nesse sentido, o investimento na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos é um elemento essencial para o gerenciamento, uma vez que traz automação, precisão e melhora a produtividade dos processos.

 

Como a Sofit auxilia a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos?

Laboratórios necessitam focar na sua atividade fim, ou seja, é fundamental ter todos os dados sobre a frota acessíveis.

Além disso, representantes de vendas precisam de orçamentos facilitados e informações sempre à mão, para transformar em relatórios.

Com a Sofit, é possível fazer tudo isso. Confira abaixo como a nossa ferramenta auxilia na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos na prática:

Centralização de todas as informações da frota

Laboratórios farmacêuticos precisam ter todas as informações referentes à frota de forma acessível e em um só lugar. 

Através de importações e integração com os principais players de mercado, a Sofit permite armazenar todos os dados referente a frota de veículos, gerando buscas e resultados rápidos e eficientes. 

 

Fechamento de orçamentos

A gestão de orçamentos é outra demanda dos laboratórios farmacêuticos. Dentro do SofitView é possível analisar, por exemplo, custos por fornecedor, preço médio por item, além do controle de estoque mínimo. 

Sendo assim, esses relatórios ajudam o laboratório a entender se o preço cobrado por determinado produto/mão de obra está na média que a empresa vem pagando. 

 

Conferências de faturas (locadora) 

Com um sistema alimentado e atualizado é possível analisar todos os veículos ativos e inativos da sua frota, além de todos os custos apresentados na fatura da locadora. 

 

Aprovação de orçamento de manutenção

Você tem problemas com a reposição de peças? Ou acha que poderia pagar menos por elas? A Sofit disponibiliza uma plataforma para consulta com o valor médio das peças no mercado. 

Assim, fica mais fácil entender se o que foi apresentado no orçamento da oficina está dentro da média. 

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Comunicação da frota com o condutor por APP

A Sofit também disponibiliza um aplicativo, disponível para Android e IOS que tem por objetivo centralizar todas as demandas entre “condutor X frotas”. 

É de uma ferramenta que você pode customizar de acordo com a sua demanda.

Ou seja, pode ser utilizado para “solicitar aumento de limite de um cartão de abastecimento” e/ou “reservar um veículo”, por exemplo. 

Além disso, o APP disponibiliza ao condutor uma média de consumo atualizada, infrações e manutenções pendentes, assim como as pendências documentais do veículo e/ou condutor. 

 

Conferência dos Indicadores de custos

Dados ajudam laboratórios a tomar decisões mais assertivas. A Sofit disponibiliza mais de 80 relatórios na plataforma, além da possibilidade de criar relatórios personalizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. 

 

Controle de manutenção

Através de um plano de manutenção preventivo é possível receber alertas sobre vencimentos, sejam eles dias, horas ou km. 

Além disso, toda manutenção realizada pode ser lançada nas Ordens de Serviço.

Assim, o laboratório tem um controle referente  ao valor previsto X realizado, despesas com manutenção, dentre outros relatórios.

 

sofit para labs farmaceuticos

 

Uma gestão de frotas automatizada garante mais negócios para os laboratórios

 

De antemão, você deve saber que a tecnologia pode ser uma aliada na força de vendas dos laboratórios farmacêuticos.

Sendo a equipe de vendas o principal elo entre o laboratório, farmácias e médicos, é preciso amarrar bem todo esse esforço de vendas.

Enquanto representantes precisam cumprir um volume de visitas, apresentar o conceito dos medicamentos e até mesmo cuidar do trade marketing, laboratórios precisam garantir que o investimento com os deslocamentos criem receita.

Neste sentido, com o sistema de gestão de frotas da Sofit, o laboratório consegue acompanhar e organizar todas essas visitas, avaliar corretamente os custos dos deslocamentos e, através de relatórios personalizados, entender o custo total da operação.

 

A Sofit pode ser a sua aliada na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos!

 

Em suma, uma gestão de frotas automatizada e que confira uma visão global das operações para o gestor é fundamental para o transporte e apresentação de medicamentos.

Empresas do setor que contam com a tecnologia para otimizar a gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos enfrentam menos problema e garantem mais produtividade ao processo de forma geral.

Aqui na Sofit, temos experiência na gestão de frotas para laboratórios farmacêuticos e, além de oferecer a tecnologia, dispomos de profissionais que vão ajudar a sua empresa a aproveitar ao máximo o nosso sistema, eliminando os gargalos da sua operação.

Conte com a gente e agende uma demonstração gratuita hoje mesmo!

 

Sabia que é possível reduzir os custos da frota com o crédito de ICMS? Através do recolhimento das notas fiscais e quando o ICMS sobre frete é calculado corretamente, você pode evitar prejuízos e ficar em dia com o fisco.

Como gestor de frotas, você deve saber que cumprir com as obrigações tributárias faz parte do seu escopo de trabalho.

Assim, é preciso evitar pagar por erros de cálculos e entender como o ICMS sobre frete pode impactar diretamente no seu orçamento.

Neste artigo, a Sofit mostra o que é e como calcular o ICMS sobre Frete. Além disso, você descobre também como obter o crédito de ICMS. 

Continue lendo!

O que é o ICMS sobre frete?

O ICMS é o imposto que incide sobre a circulação de mercadorias e prestação de serviços.

Embora a lei seja nacional, cabe aos estados realizar a cobrança e determinar a alíquota que vai incidir sobre cada mercadoria de acordo com a tabela abaixo:

 (Fonte: Jornal Contábil)

 

Como resultado, temos um imposto complexo e que é tido como um dos maiores vilões no transporte de cargas.

Dessa forma, a taxa é recolhida através da emissão da guia nacional de recolhimento de tributos estaduais com código de barras.

Assim, as guias de recolhimento são geradas pelo próprio contribuinte, através de um aplicativo disponibilizado por cada estado.

O que diz a Lei?

O ICMS é um tipo de imposto em cascata, já que incide sobre todos os processos de venda. 

Ele está previsto em lei desde 1989 e de lá para cá, já sofreu algumas alterações.

Veja abaixo o que diz a LEI COMPLEMENTAR n.º 87, de 1996:

Art. 2° O imposto incide sobre:

I – operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;

II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores;

III – prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza;

IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios;

V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual.

  • 1º O imposto incide também:

I – sobre a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo permanente do estabelecimento;

I – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade; (Redação dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)

 II – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;

III – sobre a entrada, no território do Estado destinatário, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente.

Como calcular o ICMS sobre frete?

Para o ICMS incidir sobre o frete, o transporte deve ocorrer entre cidades do mesmo estado (intermunicipal) ou de um estado para outro (interestadual).

Para calcular, você deve considerar sempre o valor total pelo serviço prestado

Enquanto isso, a alíquota depende das cidades de origem e de destino do transporte.

Quando o imposto do estado de destino é maior que a alíquota interestadual, você deve aplicar a Diferença de Alíquota (DIFAL) incidente sobre valor do frete.

Muitos gestores de frota têm problemas para calcular o ICMS sobre frete, pois este é um imposto é que varia de acordo com:

  • Localidade;
  • Produtos transportados e; 
  • Porte da empresa.

Vale lembrar que é o consumidor final que, na verdade, paga pelo ICMS, ou seja, o valor está embutido nos custos de distribuição do produto.

Portanto, no momento de determinar a precificação do frete, o ICMS deve ser você deve considerar o ICMS sobre frete.

Por que é tão importante fazer o recolhimento das notas?

Antes de tudo, a emissão da nota fiscal eletrônica (NFe) nas operações de transporte de cargas e mercadorias é obrigatória. 

Fazendo o recolhimento, a sua empresa garante a regularidade e consegue recolher os tributos de forma mais assertiva.

Logo, se a empresa não faz o recolhimento das notas, ela não terá como obter o benefício do abatimento, garantido pelo crédito de ICMS de acordo com cada estado.

Confira abaixo como o crédito de ICMS funciona.

 

 

Crédito de ICMS, como funciona?

Da mesma forma que o ICMS gera valores para recolhimento, o sistema de crédito de ICMS também garante ao contribuinte valores a recuperar, o que gera um saldo devedor.

É preciso estar atento à tabela e fazer o recolhimento de todas as notas fiscais para não pagar a mais pelos tributos.

Agora vamos para um exemplo prático de aplicação do crédito de ICMS:

Imagine que a sua empresa de transporte adquire mercadorias para revenda contabilizando o montante de R$10.000, com uma alíquota de 18% para a compra e a venda.

Dessa forma, você terá um crédito de R$1800 (18% * R$10.000) já que não é o consumidor final.

Agora suponha que, no momento da venda, a mercadoria é repassada por R$15.000. 

Isso gera a obrigação tributária de R$2700 (18% * R$15.000). 

Por fim, para acertar as contas junto ao fisco estadual, a sua empresa terá como obrigação o desembolso de R$900 e não R$2700, pois já tinha um direito contabilizado de R$1800 (R$2700 – R$1800).

 

E, na prática, como receber o crédito?

Para empresas frotistas, o crédito de ICMS é baseado em cima do imposto cobrado sobre o combustível utilizado durante as viagens. 

Note que você já paga o ICMS sobre a operação (seja de transporte de passageiros ou de mercadoria).

Então, quando o veículo é abastecido, a sua empresa paga novamente o mesmo imposto. 

Ou seja, existe uma bitributação e você tem o direito de abater uma delas.

Mas, quem é o responsável por fazer isso?

A fornecedora do cartão de combustível é quem deve fazer a recolha das notas fiscais nos postos, organizar a documentação e enviar para que o gestor de frotas faça o pedido de crédito.

 

Então, ainda tem dúvidas sobre o ICMS sobre frete? 

Se a sua empresa ainda não faz a recolha do imposto sobre os gastos com combustível, entre em contato com um especialista da Sofit para maiores informações: micael.duarte@sofit4.com.br 

Aqui na Sofit, orientamos que os nossos clientes automatizem o processo, e façam sempre o recolhimento de NFs para a creditação do imposto.

Quando a sua empresa de transporte está sempre em dia com o fisco, ela tem uma maior capacidade de crescimento e evita prejuízos!

 

 

 

 

Quando olha para seus resultados financeiros, sempre há momentos que você se pergunta  “nós realmente gastamos tanto assim?”.

Se você já teve essa reação às cobranças de custo com pedágio então é preciso tomar atitudes para otimizá-los.

Cada vez mais comum nas estradas brasileiras, o controle do custo com pedágio pode representar uma economia significativa para a sua gestão de frotas.

A busca pela redução desse custo pode levar a sua frota a transitar por vias em más condições ou para desvios na sua rota, o que, no fim, acaba não compensando.

Embora não exista uma alternativa para o custo com o pedágio, ainda é possível controlá-lo para equilibrar as finanças da empresa no final do mês. 

 

Continue lendo e descubra o que fazer!

 

Um pouco sobre os pedágios no Brasil

 

Atualmente, existem 58 concessionárias de pedágio em operação no Brasil. Essas empresas cuidam de 19.031 de km de rodovias. 

A maioria dos pedágios está localizada no estado de São Paulo, que conta com 13 concessionárias. 

Embora a intenção seja válida, afinal, a concessão tem o objetivo de transferir a responsabilidade das condições de uma rodovia para o setor privado, na prática, é um pouco diferente.

Condutores, e principalmente empresas de transporte ainda tem que lidar com condições precárias nas estradas, principalmente na região norte e nordeste do país. 

Além disso, motoristas precisam lidar também com os aumentos no custo com pedágio.

 

Como os custos com pedágio são definidos?

O custo com pedágio nas rodovias brasileiras é definido pelos órgãos reguladores federais, como a ANTT e estaduais, como a ARTESP em São Paulo.

Esse valor tem como base em um custo fixo por quilômetro multiplicado pelo trecho de cobertura.

Na gestão de frotas, empresas de transporte não estão autorizadas a embutir o valor do pedágio no frete contratado. Veja o que diz a lei 10.209:

1º Fica instituído o Vale-Pedágio obrigatório, para utilização efetiva em despesas de deslocamento de carga por meio de transporte rodoviário, nas rodovias brasileiras. § 1º O pagamento de pedágio, por veículos de carga, passa a ser de responsabilidade do embarcador.

 

Como calcular os custos com pedágio?

O cálculo do pedágio presume valores diferentes, de acordo com a rota e o tipo de veículo utilizado pela sua empresa.

Para calcular os custos com pedágio é necessário seguir um passo a passo:

  • Definir a rota; 
  • Escolher o veículo;
  • Verificar quais são as praças de pedágio; 
  • Identificar se a viagem será de ida e volta ou se há rotas alternativas.

Aqui, a experiência e estratégia do gestor de frotas pode contribuir com a redução de custos, já que o conhecimento sobre as estradas utilizadas pode garantir a redução de custos com pedágio.

 

Portanto, estude todas as possibilidades e verifique todos os trechos com pedágio no site da ANTT

Com a rota e veículos e todos os valores com o pedágio definidos, faça uma conta simples e calcule quanto você vai gastar com o pedágio na viagem.

Alternativas para a redução do custo com pedágio

O planejamento de uma rota é um problema um tanto quanto complicado. Além de determinar as melhores orientações para os seus condutores, você também precisa considerar o tráfego, condições das estradas, a disponibilidade do cliente e muitos outros fatores. 

Gestores que tentam fazer os roteiros para evitar altos custos com pedágio manualmente acabam gastando tempo demais. Dependendo do número de clientes que você precisa atender, essa tarefa pode levar horas. 

Roteirização

O planejamento de rotas é a prática utilizada pelos gestores para otimizar a logística, evitar obstáculos, reduzir custos e chegar a todas as paradas em tempo. 

Com um estudo de todas as alternativas possíveis para chegar do ponto A ao ponto B, certamente os seus custos com pedágio serão inseridos nos seus custos de forma mais estratégica.

Controle das rotas

O desvio de rotas não deve ser uma prática comum na sua operação. Ou, pelo menos, não deveria. Com o apoio da tecnologia é possível verificar se os seus motoristas estão cumprindo as rotas propostas pelo seu planejamento. Logo, vale apostar em sistemas que garantam o  controle de viagens para evitar gastos desnecessários com pedágio.

Entregas terceirizadas

A terceirização das entregas já é uma alternativa para diversas empresas de transporte pelo Brasil. Entretanto, essa decisão precisa ser estratégica e impactar diretamente nos seus custos operacionais.

 

Conte com a Sofit para reduzir o custo com pedágio!

O pedágio é um tipo de custo com relação direta com a precificação das suas entregas. Por isso, é importante escolher muito bem os recursos utilizados para amortizá-los.

Como vimos ao longo deste artigo, a tecnologia é uma importante aliada no planejamento das suas rotas, rastreamento dos seus motoristas e demais decisões estratégicas.

O sistema de gestão de frotas da Sofit pode te ajudar com isso e muito mais!

 

Entre em contato com um dos nossos consultores e descubra como podemos te ajudar com a redução do custo com pedágio!

 

 

Rotinas de manutenção preventiva, corretiva e preditiva devem caminhar juntas nos processos de manutenção da frota, embora nem sempre aconteça dessa forma.

Muitos gestores de frota priorizam a corretiva, mas quando bem estruturadas, as manutenções preventivas e preditivas contribuem com a redução de custos e a disponibilidade da frota de veículos

Neste artigo, a Sofit apresenta para você as principais diferenças entre manutenção preventiva, corretiva e preditiva para que você entenda como aplicar nos veículos da sua frota. 

Vamos lá?

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é realizada quando é preciso realizar algum reparo em um veículo que apresenta defeitos. 

Ou seja, quando uma peça apresenta um problema “inesperado”, como quebras, falhas ou avarias, geralmente você recorre a essa categoria de manutenção.

Este tipo de manutenção costuma ser o mais oneroso para a empresa, pois está atrelada a custos com mão de obra.

A manutenção corretiva também demanda reparos imediatos ou a substituição de peças para que o veículo volte a rodar sem problemas e com segurança para o motorista e a carga a ser transportada.

De todos os tipos de manutenção, esta é a que pode deixar o carro fora de operação por mais tempo do que ocorreria com a manutenção preditiva ou a preventiva.

Dependendo do tamanho da frota e da organização da empresa, a paralisação pode levar a prejuízos consideráveis e problemas diversos, como:

  • Interrupção dos serviços;
  • Atrasos na entrega;
  • Não cumprimento de prazos e;
  • Perda de clientes pouco satisfeitos com tal situação.

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é método de manutenção é baseado em um planejamento que antecede o surgimento dos problemas na frota. 

Ele se fundamenta na Curva de Tempo Médio para Falha (CTMF) e, assim, permite a identificação precoce de eventuais problemas com os veículos.

Quando sua empresa adota a manutenção preventiva, a eficiência da frota aumenta, já que a programação dos reparos, recondicionamentos, ajustes e trocas de peças segue um cronograma já pré-determinado.

Isso não só diminui as surpresas recorrentes de colocação dos veículos fora de operação, mas também possibilita ao gestor um ótimo planejamento orçamentário.

Outras vantagens da manutenção preventiva incluem:

  • Redução de riscos de problemas mecânicos inesperados;
  • Diminuição da recorrência da manutenção corretiva;
  • Evita altos custos com a compra de peças e equipamentos;
  • Aumenta a vida útil do veículo, garantindo o pleno funcionamento.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

O que é manutenção preditiva?

A manutenção preditiva utiliza a coleta de dados para prever problemas que possam acometer os veículos da sua frota no futuro.

Sendo assim, esta metodologia se trata uma filosofia corporativa, na qual existe o monitoramento regular das condições mecânicas e da performance de cada veículo da frota. 

As análises preditivas dos veículos da frota geralmente são viabilizadas através do emprego de instrumentos que medem determinadas métricas, como:

  • Ultrassom;
  • Câmeras termográficas; 
  • Termografia;
  • Testes de análise de vibração; 
  • Inspeção visual simples, entre outros. 

Através da manutenção preditiva, o gestor e sua equipe vão ser capazes de identificar problemas nos veículos antes que eles se tornem mais sérios.

Tal circunstância possibilitará a reparação ou a troca de peças, antes que uma situação de risco se concretize. 

Esta metodologia exige treinamentos específicos e a compra de equipamentos, porém desonera a empresa de muitos custos no futuro, sem deixar, inclusive, que os veículos parem por muito tempo na garagem da empresa.

A importância de ter um plano de manutenção

Um plano de manutenção de frota bem estruturado engloba todos os tipos de manutenção, em especial a preventiva e a preditiva.

Entretanto, devido ao investimento inicial, muitos frotistas preferem contar apenas com a manutenção corretiva em função também do trabalho relacionado com os demais tipos de manutenção.

Apesar disso, podemos considerar essa postura como um erro estratégico, uma vez que a economia inicial pode acarretar altos custos inesperados no futuro.

A falta do cuidado e de uma previsão de danos pode fazer com que o proprietário do veículo acabe gastando muito mais do que o planejado, em função de um defeito que pode causar a avaria de diversas outras peças. 

Um disco de freio, por exemplo, em caso de defeito, pode dar origem a uma colisão e, consequentemente, a danos bem maiores que o original.

Alguns mitos na gestão da manutenção de frotas

Como dissemos no tópico anterior, a simples manutenção corretiva acaba sendo uma opção mais utilizada pelos frotistas em função da economia que os proprietários pensam estar fazendo. 

Isso ocorre muito em função da ideia equivocada de que a manutenção preventiva sugerirá a substituição de peças, mesmo sem necessidade.

Na verdade, principal característica da manutenção preventiva não é essa, mas sim, conseguir identificar previamente qual é a medida do desgaste natural que as peças estão sofrendo, e quanto tempo ainda conseguirão suportar o trabalho em um nível aceitável.

É claro que, por segurança, algumas peças deverão ser substituídas ao atingir certa quilometragem, mas isso será feito sempre de acordo com a necessidade real de substituição.

Manutenção de frotas: o guia completo

Prejuízo em amplo sentido

Um programa de manutenção adequado evita muito mais do que gastos elevados com peças e mão de obra. 

Imagine que um veículo sem a manutenção preventiva em dia, ou sem um programa de manutenção preditiva, necessita parar em algum ponto do trecho para realizar um reparo.

Em um caso de emergência, o condutor não terá tempo para avaliar se ali está um mecânico de confiança e que o problema será resolvido em definitivo, o que pode acabar gerando um custo maior no futuro.

Outro aspecto importante é a quantidade de dias que o veículo necessitará ficar parado.

Isso faz com que o proprietário deixe de ganhar dinheiro, o que causa impacto em diversos setores da empresa, tendo em vista a diminuição do fluxo de caixa e de entrada de capital.

 

Manutenção preventiva, corretiva e preditiva, qual priorizar?

Apesar de todo o esforço, nem sempre o gestor de frotas consegue escapar das manutenções corretivas. 

Pequenos acidentes, infelizmente, não são incomuns, ainda mais para quem trafega por trechos muito longos. 

Ou seja, ninguém está 100% protegido de colisões nas vias ou de peças que quebram de forma inesperada.

No entanto, esses casos podem ser consideravelmente reduzidos se existe uma disciplina com as manutenções preventivas e um acompanhamento sério das manutenções preditivas. 

Então, o ideal é contar com as 3 formas de manutenção, evitando ao máximo deixar para realizar uma grande corretiva somente em emergências.

Manutenção preventiva na gestão de frotas

 

Um bom plano de manutenção proporciona menos gastos desnecessários para a sua frota!

Dentro do programa de manutenção que será adotado para sua frota, pode-se escolher, portanto, apenas uma dessas metodologias ou mesclar algumas ações de duas ou de todas elas. 

Dessa forma, um bom planejamento proporciona economia de gastos com a reposição de peças e com o tempo parado de um veículo.

 

E na sua frota? Como é feita a manutenção preventiva, corretiva e preditiva?

 

Compartilhe as suas experiências e resultados conosco!

Mercedez-bens, Iveco e Volkswagen encabeçam a lista de marcas de caminhões mais vendidas no início deste ano, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos).

Com um recuo de 14,9% nas vendas, inferior ao projetado pelos especialistas em 2020, a previsão é de que o mercado automotivo volte a crescer.

Neste sentido, 2021 traz diversos desafios para os gestores, entre eles a renovação da frota, que ganha um fôlego a mais com o início da vacinação e seu impacto positivo na economia.

Porém, antes de investir em novos veículos, é importante entender quais são os modelos que mais rodam por todo o país. Por isso, a Sofit traz para você um resumo sobre as marcas de caminhões mais populares no Brasil. Confira!

Leia mais

Algum colaborador já alertou sobre um veículo consumindo muito combustível? Com o passar do tempo, alguns componentes do carro e hábitos de direção podem influenciar no consumo e elevar o custo com a sua frota. Como gestor, a sua missão é monitorar o consumo, além de saber agir quando for necessário. Afinal, gastos com combustível representam até 70% das despesas de uma frota veicular. Então, continue acompanhando o nosso artigo e entenda porque a sua frota está consumindo mais combustível do que deveria!

Como identificar um veículo consumindo combustível demais?

Computadores de bordo e recursos de controle de combustível fornecidos por ferramentas de gestão auxiliam o gerente de frotas na identificação de um veículo consumindo combustível demais.

Alguns modelos de carros e caminhões já contam com tecnologia capazes de informar o consumo médio e até o instantâneo.

Embora isso seja um recurso útil, nem sempre o motorista consegue calcular o consumo, especialmente enquanto dirige.

Dicas para economizar combustível

Qual a melhor maneira de calcular o consumo de combustível do seu veículo?

Para saber com precisão o consumo do veículo, é preciso apelar para o controle manual.  Primeiro, complete o tanque — lembre-se de que abastecer com o mesmo combustível deixa o cálculo mais preciso (etanol ou gasolina) —, anote a quantidade abastecida e zere o hodômetro parcial antes de começar a dirigir outra vez. Depois, basta dirigir até esvaziar o tanque (não precisa ser completamente) e completar novamente. Feito isso, divida a quilometragem que você rodou pela quantidade de combustível que foi colocada no tanque nesse reabastecimento. Atualmente, existem vários aplicativos e planilhas que podem ajudar o motorista no cálculo do consumo de combustível do veículo, vale a pena conferir. Fez a conta e seu carro realmente está consumindo mais do que o comum? Veja o que pode estar acontecendo!

5 vilões do aumento no consumo de combustível

1. Filtro de combustível

Sempre esquecido, o filtro de combustível impacta diretamente no consumo de combustível.  Quando está muito velho e não é trocado, ele deixa de reter micropartículas de sujeira que chegam ao motor e dificultam a queima, fazendo o carro consumir mais

2. Calibragem dos pneus

A calibragem incorreta dos pneus também é vilã do consumo de combustível. Mas não é só um pneu muito murcho que faz o carro “beber” mais: o ideal é manter o veículo na calibragem recomendada pela fábrica, pois é a medida que equilibra aderência e consumo.

 

3. Alinhamento

Um carro desalinhado com certeza vai acabar gastando combustível demais. Isso acontece porque, quando desalinhadas, as rodas acabam exercendo um atrito muito maior com o solo, exigindo mais do motor e consumindo mais combustível.

4. Escapamento

O escapamento também pode impactar no consumo, especialmente se estiver furado.  Esse componente é projetado para dar vazão aos gases da queima e, se está furado ou foi trocado por outro que não tem as mesmas especificações do original.  Isso altera o fluxo de escape e pode aumentar o consumo por não liberar totalmente os resíduos da queima e deixar pouco oxigênio para a combustão.

5. Hábitos de Direção

Os hábitos de dirigir do motorista influenciam muito no consumo de combustível do veículo.  Afinal, quanto mais você pisa, mais o carro consome combustível. Assim, não é só quem dirige com pressa que acaba gastando muito combustível. Veja alguns hábitos para evitar:

  • alongar marchas: ficar alongando marchas (especialmente baixas como 1ª e 2ª) faz o giro do motor subir muito e, com ele, o consumo;
  • arrancadas: evite arrancar com a aceleração alta;
  • rampa: em subidas e rampas, pare o carro com o freio. Controlá-lo com o acelerador e embreagem vai aumentar tanto o consumo de combustível quanto do componente.

6. Limpeza dos veículos

Em tempos de pandemia, reforçar a higiene nunca é demais. Portanto, lave os carros da sua frota regularmente. Sujeira, fuligem, óleo, graxa e até o sal podem danificar o acabamento. O que muitos não sabem é que eles adicionam peso e aumentam a resistência aerodinâmica, o que reduz a eficiência do combustível. 

7. Ar-condicionado

Minimize o uso do ar condicionado. Haverá momentos, é claro, em que o calor fará ou uma viagem mais longa fará com que os seus motoristas precisem utilizar o sistema de ar condicionado.  No entanto, é preciso que isso seja feito com moderação e se você precisar escolher entre manter as janelas abertas em uma viagem que exija uma velocidade constante (acima de 40km/hora) ou usar o ar-condicionado, prefira utilizar o ar na potência mínima.

8. Veículos com cargas muito pesadas

Às vezes, acontece de um veículo ter que transportar uma carga além da necessária, seja para aproveitar a rota ou resolver problemas com entregas atrasadas. Mas o excesso de peso é um dos vilões do alto consumo de combustível, por isso, não deve ser nunca uma regra na sua organização.

Prepare-se para o aumento de combustível

A Petrobrás já anunciou um aumento de 5% no valor do combustível na bomba, com acumulado de 13,4% em 2021. Logo, um veículo consumindo combustível demais pode ser o menor dos seus problemas.  A menos que seja possível controlar todos os abastecimentos nos postos de gasolina ou diesel, a despesa com combustível da frota inevitavelmente aumentará. Por isso, é importante adotar medidas de contenção, além das citadas aqui, como:

  • Recorrer a cartões de combustível;
  • Fazer parceria com postos de abastecimento;
  • Planejar rotas mais econômicas e;
  • Oferecer treinamentos constantes aos seus motoristas, em especial, sobre direção econômica.

E aí, fez todas essas checagens mas seu veículo ainda está consumindo combustível demais? Então baixe nosso e-book sobre economia de combustível e vá mais a fundo no que pode estar causando esse problema! Controle custos e elimine divergências com o controle de combustível da Sofit! Através da nossa ferramenta de controle de abastecimento, você pode monitorar e auditar o abastecimento de veículos próprios ou de terceiros na sua bomba interna. Obtenha dados precisos de abastecimento através de integração com cartões de combustível e identifique o consumo médio por veículo e condutor. Tenha controle do valor pago por litro, e acompanhe custos por km rodado.