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Como fazer uma gestão de frotas eficiente em 2026: o guia completo

Gestão de frotas eficiente não é mais uma questão de organização é uma questão de sobrevivência operacional.

Com o diesel S-10 a R$ 7,26 por litro (ANP, março/2026), mão de obra escassa e clientes cada vez mais exigentes em prazo e rastreabilidade, as empresas que ainda gerenciam frotas com planilhas e processos manuais estão operando com uma desvantagem competitiva real e crescente.

Este guia foi escrito para gestores de frota que querem entender o que mudou — e o que fazer a respeito. Você vai encontrar aqui os fundamentos da gestão eficiente, os indicadores que realmente importam, as tecnologias que transformaram o setor e como a Sofit coloca tudo isso em prática.

O que é gestão de frotas?

Gestão de frotas é o conjunto de processos, práticas e ferramentas usados para administrar todos os veículos de uma empresa — sejam próprios, terceirizados ou alugados — de forma eficiente, segura e econômica.

Na prática, isso significa controlar manutenção, combustível, documentação, motoristas, rotas, pneus, sinistros e custos operacionais. O objetivo central é simples: manter os veículos operando com o máximo de disponibilidade, o mínimo de custo e o maior nível possível de previsibilidade.

O que mudou em 2026 é a forma de fazer isso. A gestão manual  baseada em planilhas, papéis e memória individual, não escala e não compete com quem já digitalizou e automatizou os processos.

 

Gestão de frotas eficiente com o sistema Sofit

Os 6 pilares de uma gestão de frotas eficiente


1. Manutenção preventiva orientada por dados

A manutenção ainda é o processo mais crítico de qualquer frota e o mais caro quando mal gerenciado. Uma manutenção corretiva não planejada custa em média 3 a 5 vezes mais do que a preventiva equivalente, além de gerar parada de veículo, atraso de entrega e desgaste da operação.

O modelo moderno de manutenção não funciona mais com calendário fixo (a cada X quilômetros, independente do estado real do veículo). Funciona com dados: o sistema monitora o comportamento real de cada veículo e emite alertas antes que a falha ocorra.

Isso é o que a gestão de manutenção da Sofit faz na prática: em vez de você descobrir que o veículo quebrou, o sistema avisa que ele vai quebrar.

Frotas que adotam manutenção preventiva estruturada reportam redução de 20% a 35% nos custos de manutenção, segundo dados da Geotab (2026).

2. Controle de combustível sem perdas silenciosas

Combustível é o maior custo variável de uma frota — e também onde mais ocorrem perdas que ninguém detecta. Abastecimento irregular, desvio de rota, marcha lenta excessiva e fraudes no cartão corporativo podem representar até 10% de perda sobre o total gasto, segundo levantamento da Geotab.

Para mais detalhes sobre como estruturar o controle de combustível, veja nosso guia completo sobre como reduzir os custos de combustível da frota.

3. Gestão de motoristas com dados de comportamento

O comportamento do motorista impacta diretamente o consumo de combustível, o desgaste dos veículos e o risco de acidentes. Aceleração brusca, frenagem agressiva e excesso de velocidade são comportamentos que geram custo duplo: aumentam o risco e aceleram o desgaste.

O painel do condutor da Sofit transforma dados de telemetria em indicadores individuais por motorista permitindo orientar treinamentos com base em evidências, não em impressão subjetiva.

Frotas que monitoram comportamento do motorista relatam redução de 8% a 15% no consumo de combustível exclusivamente por mudança de comportamento, sem substituir nenhum veículo (GM Fleet, 2026).

4. Documentação e conformidade automatizadas

CNH vencida, licenciamento em atraso, CRLV desatualizado, cada documento fora do prazo é um risco legal e operacional. Em frotas com mais de 20 veículos, controlar isso manualmente é praticamente impossível sem algum nível de automação.

Um sistema de gestão de documentos com alertas automáticos de vencimento resolve esse problema de forma definitiva: o sistema avisa antes do prazo, não depois da multa.

Para entender como automatizar o processo de renovação de CNH do início ao fim, veja nosso artigo sobre workflow de renovação de CNH na frota.

5. Controle de pneus e vida útil real

Pneus são um dos maiores custos de manutenção em frotas pesadas — e um dos mais negligenciados em frotas leves. Calibragem incorreta aumenta o consumo de combustível e reduz a vida útil. Desgaste irregular indica problema de alinhamento ou balanceamento. Troca antes ou depois do ponto ideal gera custo desnecessário.

O controle de pneus da Sofit rastreia o ciclo de vida de cada pneu por veículo, emite alertas de troca baseados em desgaste real e mantém histórico completo — eliminando a dependência de memória individual para saber o que foi feito e quando.

6. Gestão de sinistros e multas com rastreabilidade

Acidentes e infrações de trânsito são inevitáveis em frotas de qualquer porte. O que diferencia uma gestão eficiente é a velocidade e a qualidade do registro e tratamento de cada ocorrência.

A gestão de sinistros e multas da Sofit centraliza todo o processo: da comunicação da ocorrência pelo motorista no app até a resolução pelo gestor, com histórico completo e rastreável de cada caso.

Indicadores essenciais para medir a eficiência da sua frota

Uma gestão eficiente precisa de métricas. Sem números, não há diagnóstico. Sem diagnóstico, não há melhoria. Estes são os indicadores que todo gestor de frota precisa acompanhar:

Custo por km rodado (CPK) O principal indicador de eficiência operacional. Permite comparar veículos, rotas e motoristas em uma mesma base. Variação acima de 10% do benchmark interno merece investigação imediata.

Disponibilidade da frota (%) Percentual de veículos disponíveis para operação em relação ao total. Meta recomendada: acima de 90%. Disponibilidade abaixo disso indica excesso de manutenção corretiva.

Custo de manutenção por veículo Acompanhar separadamente manutenção preventiva e corretiva. O objetivo é aumentar a preventiva e reduzir a corretiva ao longo do tempo.

Consumo médio (km/l) por veículo Queda consistente no rendimento de um veículo específico é sinal de falha mecânica antes de qualquer outro sintoma aparecer.

Taxa de sinistros Número de ocorrências por período e por motorista. Permite identificar padrões e agir preventivamente com treinamento.

Custo total da frota / faturamento Quanto a frota representa do faturamento da empresa. Benchmark varia por setor, mas a tendência deve ser de redução ao longo do tempo com gestão eficiente.

O que mudou em 2026: tecnologia, IA e automação de workflows

A gestão de frotas de 2026 é fundamentalmente diferente da de 2021, quando este artigo foi publicado pela primeira vez. Três avanços transformaram o setor:

Automação de workflows operacionais Processos que antes dependiam de e-mail, papel e memória humana agora são fluxos automáticos dentro do sistema. Renovação de CNH, comunicação de sinistros, aprovação de manutenção, upload de documentos — tudo acontece dentro de um fluxo estruturado, sem contato manual entre gestor e motorista para cada etapa.

Alertas inteligentes baseados em dados reais O sistema não espera você perguntar. Ele avisa quando um veículo está se comportando fora do padrão, quando um documento está próximo do vencimento, quando o consumo de combustível fugiu da média esperada para aquela rota.

Visibilidade unificada de toda a operação Em vez de dados fragmentados em planilhas separadas por área, o gestor tem um painel único com todos os indicadores da frota — em tempo real, de qualquer dispositivo.

Para entender como a inteligência artificial está ampliando ainda mais essas capacidades, veja nosso artigo sobre IA na gestão de frotas em 2026.

Gestão de frotas para diferentes segmentos

A gestão eficiente não é igual para todos os tipos de frota. Os desafios e prioridades mudam conforme o segmento:

Frotas leves (carros e utilitários corporativos) Prioridades: gestão documental, controle de CNH, automação de solicitações e aprovações, gestão de sinistros. Foco em conformidade e visibilidade de uso. Veja como a Sofit atende transportadoras e facilities.

Frotas pesadas (caminhões e ônibus) Prioridades: manutenção preventiva, controle de pneus, checklist de inspeção diária, telemetria e comportamento do motorista. Foco em disponibilidade e custo por km. Veja como a Sofit atende transportadoras de carga e construtoras.

Frotas mistas (leve e pesada na mesma operação) O desafio é centralizar processos distintos em uma única plataforma sem perder especificidade. Veja como a Sofit atende indústrias e distribuidoras.

Por que sair das planilhas agora — e não em 2027

O argumento mais comum para não digitalizar a gestão de frota é o custo. O argumento mais honesto é o custo de não digitalizar.

Frotas sem monitoramento ativo perdem entre 15% e 30% do custo operacional em ineficiências que não aparecem em nenhum relatório: combustível desperdiçado, peças trocadas antes da hora, multas que poderiam ter sido evitadas, horas de equipe gastas compilando dados que deveriam estar prontos.

Com o diesel a R$ 7,26 o litro e margens sob pressão constante, esse custo invisível está ficando cada vez mais visível nas contas do mês.

A Cooral, por exemplo, gerenciava mais de 270 veículos e 300 motoristas com processos totalmente manuais antes de adotar a Sofit. Hoje opera com controle padronizado, histórico completo e decisões mais rápidas — sem aumentar o tamanho da equipe. Veja o case completo da Cooral.

Como a Sofit estrutura a gestão eficiente da sua frota

O SofitView é a plataforma de gestão de frotas da Sofit, desenvolvida para centralizar todos os processos da operação em um único sistema — acessível de qualquer dispositivo, sem necessidade de servidor.

Na prática, a plataforma cobre todos os pilares abordados neste artigo:

São mais de 500 empresas e 50.000 veículos gerenciados no Brasil — em segmentos que vão de transportadoras a laboratórios farmacêuticos, de construtoras a cooperativas.

Dê o próximo passo

Gestão de frotas eficiente em 2026 começa com dados confiáveis e processos automatizados. O melhor caminho para entender o que é possível para a sua operação é ver funcionando na prática.

Fale com um especialista da Sofit e agende uma demonstração gratuita →

FAQ — Perguntas frequentes sobre gestão de frotas

O que é gestão de frotas?

É o conjunto de processos e ferramentas para administrar todos os veículos de uma empresa — manutenção, combustível, documentação, motoristas, pneus e custos — de forma eficiente, segura e econômica.

Quais são os maiores custos de uma frota?

Combustível (35%–50% do custo operacional), manutenção (20%–30%) e pneus (10%–15%) são os três maiores. Juntos, representam a maior parte do custo variável e são os que mais se beneficiam de gestão estruturada.

Como reduzir custos na gestão de frotas?

As principais alavancas são: manutenção preventiva (evita corretiva cara), controle de combustível (elimina perdas silenciosas), monitoramento de comportamento do motorista (reduz consumo e sinistros) e automação de processos (elimina retrabalho e erros manuais).

Qual a diferença entre gestão de frota leve e pesada?

Frota leve (carros e utilitários) prioriza gestão documental, CNH e automação de solicitações. Frota pesada (caminhões) prioriza manutenção preventiva, pneus, checklist de inspeção e telemetria. Os processos são diferentes, mas a necessidade de centralização e automação é igual.

Planilha ou software de gestão de frotas, qual escolher?

Para frotas até 5 veículos, planilhas podem ser suficientes. A partir de 10 veículos, a complexidade supera o que uma planilha consegue gerenciar sem erros. Acima de 20 veículos, software não é opcional — é requisito para manter controle real da operação.

Quanto tempo leva para implementar um sistema de gestão de frotas?

Depende do porte e complexidade da operação. Com a Sofit, o processo é conduzido com suporte ativo da equipe, e frotas de médio porte costumam ter os processos críticos operacionais em poucas semanas.

Como dimensionar sua frota leve?

O setor de transportes no Brasil cresce a cada ano. Em 2014, a estimativa era de que havia no país 1 carro para cada 4,4 habitantes. O cenário nas empresas é semelhante, e é necessário ter cuidado com a frota, sua renovação e gestão.

Uma empresa que precisa ter uma frota altamente eficiente deve ter como uma das prioridades o dimensionamento adequado. Isso garante eficiência, redução dos custos e a obtenção de resultados consistentes.

Para isso, veja a seguir como dimensionar a sua frota leve e ter melhores resultados:

Escolha o melhor modelo de automóvel para a sua frota leve

Quando pensamos em dimensionamento da frota, é importante planejar qual modelo de veículo será adequado ao tipo de operação da empresa. Destacamos abaixo alguns itens que você deve considerar nesta escolha:

• A padronização da frota é um item muito importante, pois quanto menor a quantidade de modelos diferentes tiver a sua frota mais fácil será a sua gestão. Leve em consideração fatores como hierarquia, ou seja, diferencie os modelos dos vendedores e dos gestores de vendas por exemplo. Não esqueça que, como frotista, você conseguirá obter bons descontos.

• Dê preferência aos veículos mais econômicos, avalie através do PBE do INMETRO, praticamente todos os novos veículos já têm esta classificação. Ela é semelhante à classificação de consumo de energia que encontramos nos nossos eletrodomésticos.

• Avalie o custo de manutenção de cada modelo, a maioria das montadoras publica o custo das manutenções preventivas.

• Pesquise o valor do seguro antes de comprar.

• Considere nos custos de aquisição os custos com despachante, IPVA, Taxa de licenciamento e DPVAT.

Após avaliar todos estes itens, considere também uma proposta de locação e compare com todos os custos acima, pode sair mais em conta.

Defina a forma de alocação dos veículos

Após definir os modelos de veículos é hora de pensar na forma de alocação dos veículos. No gerenciamento de uma frota leve, a alocação dos veículos pode ser feita diretamente a um funcionário ou você pode trabalhar com pool de veículos através de reservas. Também é possível trabalhar com uma alocação mista, parte alocada diretamente a funcionários e parte através de um pool de veículos.

O que você deve levar em consideração na hora desta decisão:

• A utilização será durante 100% do dia? Todos os dias da semana?

• Há necessidade de passar na empresa antes de sair?

Os dois modelos têm vantagens e desvantagens, por isso não deixe de considerar um misto entre os dois modelos. Pense tanto na agilidade dos trabalhos dos funcionários como no custo destes veículos para a empresa.

Pense nas demandas e no planejamento estratégico do negócio

É importante estar atento ao planejamento estratégico da sua empresa e levar em consideração no dimensionamento da frota fatores como:

• Abertura/fechamento de filiais e empresas no Grupo;

• Terceirização/Internalização de operações e

• Ampliação/Redução do Quadro de funcionários.

Como dimensionar a sua frota leve

Agora que você já escolheu os modelos, a forma de alocação e já analisou dentro do planejamento estratégico da sua empresa o que pode afetar o dimensionamento da frota, é hora de calcular o tamanho necessário da sua frota.

Para alocação direta é mais simples: considere o número de funcionários e adicione um percentual de veículos reservas. Estes veículos serão usados quando os veículos “titulares” estiverem em manutenção. Se tiver filiais onde a quantidade de veículos seja reduzida, considere a locação de veículos em vez de ter veículos reservas parados. Se você não consegue definir o percentual de veículos reserva, comece então alugando os veículos e, com base nestas locações, defina o percentual após um período de análise.

Trabalhando com pool de veículos o ideal é você definir uma quantidade inicial, e atender o excedente com locação avulsa de veículos, sempre ajustando a quantidade de veículos para reduzir a quantidade de locações avulsas. Não defina a quantidade pelo pico, o pico será atendido com locações avulsas, evite veículos parados.

O dimensionamento de frota é só o primeiro passo, já que é importante garantir uma boa gestão. Para não se complicar sobre o assunto, veja o nosso guia sobre como fazer uma gestão de frotas eficiente!

Gerenciamento de Frota: como deixar de ser operacional e passar a ser estratégico para a sua empresa?

Devido à elevada concorrência do mercado e demanda por serviços rápidos e eficientes, a cada dia mais as empresas carecem de um gerenciamento de frota mais estratégico que monitore os veículos, atividades e toda a sua performance.

A gestão de frotas tem deixado de ser operacional, se tornando mais estratégica e informatizada, o que permite alcançar melhores resultados e possibilita um maior controle dos processos. Confira a seguir o que você gestor de frotas e a sua empresa podem fazer para que o gerenciamento de frota seja bem orientado, com objetivos determinados e focado nos resultados em curto, médio e longo prazo.

 Formação Acadêmica

O primeiro ponto é para um gerenciamento de frotas estratégico é o Gestor de Frotas. Atualmente não temos no Brasil uma formação acadêmica especializada para gestores de frotas, o que existe são módulos de gestão de frota nas graduações e pós-graduações de logística.

Desta forma a maioria dos gestores de frotas no Brasil atualmente são os melhores motoristas ou os melhores mecânicos que se destacam na sua empresa e em alguns poucos casos um comprador ou financeiro da empresa.

Conhecimentos e Habilidades do Gestor de Frota

Para um bom gerenciamento de frota os seguintes conhecimentos e habilidades são necessárias ao Gestor da Frota:

  • Conhecimento de Legislação de Transito
  • Conhecimento de Técnicas de Direção e Segurança no Transito
  • Noções de Mecânica
  • Gestão de Pessoas
  • Noções de Logistica
  • Técnicas de Negociação
  • Gestão de Custos e Financeira

Como é possível perceber, de uma forma geral, além de não existir graduações e pós-graduações especializadas no gerenciamento da frota, também não há função interna nas empresas que prepare de forma completa um gestor de frota.

Este cenário, aliado a falta de investimento das nossas empresas em treinamento para estes profissionais, o que acontece é que o “Gestor de Frotas” passa a ser um profissional que entende muito bem a parte técnica mas não faz a sua função de gestor corretamente, pois peca na parte de análise e tomada de decisões. 

O que é ser Gestor de Frota?

A concepção da palavra gestor é “aquele que gerencia bens ou negócios de outros”. Veja que a principal palavra desta definição é “gerencia”. Logo, um bom gestor não pode exercer simultaneamente o papel de motorista e mecânico, ele deve sim, ter conhecimento da melhor forma de executar estas funções para um bom gerenciamento.

Gerenciar é organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho da sua área. A gerência deve ser feita sobre coisas, pessoas ou ambos. O gerente organiza seu ambiente de trabalho, toma decisões, direciona o trabalho de funcionários ou membros de uma equipe. Quando o Gestor de Frota não se atenta a este conceito, ele acaba se tornando um gestor operacional.

 Como fazer um Gerenciamento de Frota Estratégico?

Toda e qualquer empresa necessita lucrar para manter sua operação. Para atingir melhores resultados, é necessário controlar e reduzir os custos de forma totalmente gerencial. É fundamental ter uma visão global de todos os veículos e serviços prestados, sempre acompanhando em que áreas é possível melhorar.

Tenha em mente que controlar os custos da frota é uma forma de obter melhores resultados e potencializar os lucros da empresa. Para aprofundar melhor no assunto, aprenda como fazer gestão de custos da transportadora.

Uma boa forma de evoluir para um Gestor de Frotas estratégico é ter sobre controle o custo total da sua frota por km rodado e por mês, incluindo todos os custos abaixo, com estas informações e um bom processo de análise você pode tomar decisões muito mais estratégicas para a sua empresa no gerenciamento de frota:

  • Depreciação/leasing/financiamento
  • Combustível
  • Manutenções Preventivas e Corretivas
  • Pedágio
  • Multas
  • Impostos (IPVA, DPVAT, Taxa de Licenciamento)
  • Telemetria/Rastreamento

O monitoramento da frota também torna possível o levantamento de dados para a formulação de indicadores e realização de análises. Com isso, obtém-se um gerenciamento com maior visão do negócio, possibilitando a tomada de decisões mais estratégicas e menos operacionais.

Utilizar um software de gestão

Utilizar um software de gestão de frotas é provavelmente a melhor forma de alterar o gerenciamento, tornando-o mais estratégico e menos operacional. Esses sistemas permitem a administração de qualquer tipo ou tamanho de frota, proporcionando ótimos resultados em todos os casos.

Softwares fornecem o controle dos custos, a média de consumo dos veículos, os gastos e intervalos de manutenção, consumo de combustível e o monitoramento de pneus e documentos. Esses programas garantem uma visão de todo o processo e dos gastos, permitindo a detecção de gargalos e mantendo o total controle nas mãos dos gerentes. E tudo isto através de indicadores prontos, o que facilita e muito a gestão de frotas.

Caso opte por utilizar um sistema para gerenciamento, veja o que é preciso para se preparar para implantar um software de gestão de frota.

Você sabe o que é o PBE Veicular?

A escolha por um modelo de automóvel que seja eficiente, econômico e cujo preço compense para o nosso orçamento é uma tarefa que já foi difícil. Digo que já foi, pois, desde 2008, existe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que é responsável por apresentar uma série de informações sobre a autonomia e a eficiência do veículo para que possamos compará-lo a outros modelos.

Se você ainda não sabe ler aquela etiqueta de eficiência energética, continue lendo esse post e saiba mais sobre o PBE Veicular e como ele pode reduzir os custos da sua frota.

O que é o PBE Veicular?

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, ou PBE Veicular, é um programa cujo objetivo é deixar visível, em uma etiqueta padrão, o nível de eficiência energética dos veículos. Esse programa foi criado em 2008, visando a prestação de informações úteis que possam ajudar os consumidores na hora de comprar veículos. Outro objetivo do programa é estimular a fabricação e a importação de automóveis cada vez mais eficientes e econômicos.

Graças ao PBE Veicular, o Brasil entrou na lista dos países que desenvolvem programas de eficiência energética e que usam de forma racional os combustíveis em veículos. As fabricantes de automóveis podem participar do programa de forma voluntária e renovar a cada ano essa participação.

Como funciona a etiqueta do PBE Veicular?

A principal ferramenta de informação que os consumidores têm é a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia. Lâmpadas, televisores, fogões, refrigeradores e outros aparelhos já contam com essa estratégia. A classificação dos automóveis funciona em uma escala que vai de A até E, ou seja, do mais eficiente ao menos eficiente.

As informações que fazem parte dessa etiqueta são:

  • Dados do veículo;
  • Classificação da eficiência energética por categoria;
  • Dados de autonomia do veículo, com os tipos compatíveis de combustíveis e o quanto roda na cidade e na estrada;
  • Ano da classificação;
  • Classificação definida;
  • Informações sobre a emissão do gás carbônico por quilômetro rodado.

Se você ainda não sabe ler a etiqueta de eficiência energética dos automóveis, clique aqui e saiba tudo sobre a PBE Veicular.

Como o PBE Veicular reduziria os custos de uma frota?

Imagine um carro da categoria subcompacto, um dos segmentos mais vendidos do país, que faz uma média de 20km com um litro de gasolina e recebeu a etiqueta A de eficiência. Outro veículo da mesma categoria, mais barato, faz 10km por litro. Se você comprasse os dois veículos e rodasse 1000 km por mês com cada um, gastando R$3,00 com o litro da gasolina, teria o seguinte resultado:

  1. Veículo que faz 20km/litro = R$150 para rodar 1000km, consumindo 50 litros;
  2. Veículo que faz 10km/litro = R$300 para rodar 1000km, consumindo 100 litros.

Isso significa que em um único ano, escolher o primeiro veículo seria o equivalente a economizar R$1800,00. Expor essa informação, através da etiqueta do PBE Veicular, força a indústria a atender a expectativa por veículos mais eficientes e econômicos, o que é bom tanto para o seu bolso quanto para o país e o meio ambiente.

Já que falamos de economia, que tal aprender quais são os processos fundamentais para reduzir o consumo de combustível? Clique aqui e saiba mais.

25 de Julho Dia de São Cristóvão: Saiba tudo sobre essa data!

Dia 25 de julho é celebrado o Dia do Motorista, que mobiliza diversas entidades para educar os motoristas e estimular uma direção mais defensiva e segura. Tudo isso porque, na mesma data, é celebrado o dia de São Cristóvão, o padroeiro dos condutores.

Reza a lenda que…

São Cristóvão virou um santo por uma história bastante peculiar. Para começar, o nome Cristóvão remete àquele que “leva Cristo” ou que “carrega Cristo”, e tem uma grande relação com sua história.

Segundo a lenda, São Cristóvão era filho de um rei pagão que, depois do seu nascimento, dedicou a criança ao deus Apolo e o nomeou como Reprobus. Ele foi crescendo e se tornou grande e forte, decidindo então que serviria apenas a alguém muito forte, corajoso e poderoso, assim como ele. Algumas versões da lenda dizem que ele virou um verdadeiro gigante.

Após muito procurar, ele conheceu um rei que considerava muito poderoso. Depois disso, conheceu Satanás, a quem começou a servir. Mas, no fundo, no fundo, Reprobus não achava nenhum dos dois realmente corajoso.

Tempos depois…

Ele teria se convertido à fé cristã anos mais tarde, mas ainda assim não estava profundamente convencido. Nesse tempo, por exemplo, contam que ele não via a necessidade de orar ou jejuar, mas de ajudar as pessoas a atravessarem um rio muito perigoso na região.

Até que, um dia, percebeu que a criança que carregava nos braços ia ficando cada vez mais pesada, tornando o transporte cada vez mais difícil. Ao chegar do outro lado, a criança se revelou como o próprio Cristo e, por isso, ele passou a ser conhecido como Cristóvão, aquele que carrega Cristo.

A morte

Depois do milagre envolvendo Jesus, São Cristóvão recebeu a ordem de enviar o bastão no chão do deserto. No lugar, nasceu uma palmeira, um milagre que levou muitas pessoas à conversão. Anos mais tarde, o santo foi decapitado pelo rei pagão que governava a região e se irritava com a pregação que Cristóvão fazia do cristianismo.

O padroeiro dos motoristas

Bem, você deve estar se perguntando o que fez com que ele virasse o padroeiro dos motoristas, certo? A verdade é que o dia 25 de julho foi estabelecido como uma homenagem a quem trafega por esse país, pegando péssimas estradas para transportar cargas e pessoas. Nos dias de hoje, ser um motorista é ainda mais difícil, pois as estradas estão mais violentas, o número de acidentes aumentou e muitos motoristas são imprudentes.

Cada um deles conta com a proteção e auxílio de São Cristóvão, para que consigam carregá-los no meio das estradas perigosas como fazia no rio perigoso que tinha onde morava. Com essa proteção, eles conseguem superar os desafios com mais facilidade.

Dia do Motorista e Dia do Caminhoneiro

Vale lembrar que a data de São Cristóvão e do Dia do Motorista, celebrado em 25 de julho, é muito confundida com o dia 30 de junho, quando é comemorado o Dia do Caminhoneiro. Esse dia de julho é marcado por muitas homenagens e reverências a São Cristóvão, inclusive com a presença de muitos caminhoneiros, taxistas e outros motoristas que querem receber uma bênção especial para as jornadas que fazem diariamente.

Sabendo tudo sobre o Dia de São Cristóvão, não deixe de comemorar a data no próximo 25 de julho. Para evitar dor de cabeça e problemas maiores, aproveite e saiba tudo sobre a manutenção corretiva, assim como a manutenção da sua frota, pois os cuidados preventivos são sempre bem-vindos, não é mesmo? Até a próxima!

A importância de um bom controle de disponibilidade da frota

A disponibilidade da frota é um ponto crucial para os resultados positivos da gestão de uma empresa. Veículos ociosos — seja em decorrência de manutenção ou de um controle ineficiente — causam um impacto direto e negativo tanto na gestão da frota quanto em outras áreas da empresa.

No post de hoje vamos abordar melhor a importância de um bom controle de disponibilidade da frota e como ele pode ser realizado. Confira agora mesmo!

Planejamento

Um controle eficiente envolve o planejamento de manutenções, considerado o tempo que cada veículo precisará ficar fora de circulação. Quando essa ociosidade é planejada, é possível fazer uma programação para evitar que vários veículos sejam enviados para a manutenção ao mesmo tempo, evitando que a operação e as entregas sejam prejudicadas.

Logo, ainda que um veículo esteja parado, é possível remanejar e reorganizar as rotas para que os atendimentos continuem sendo realizados — o que é mais difícil de ser feito quando os veículos são enviados para manutenção sem planejamento.

Manutenções preventivas

Já falamos sobre como a manutenção preventiva ajuda a aumentar a eficiência da frota, uma vez que ela contribui para diminuir as surpresas causadas por falhas que não foram previstas e reparadas em tempo hábil.

Além de seguir a lógica do planejamento — estabelecendo cronogramas para os reparos — as manutenções também ajudam a aumentar a disponibilidade da frota, eliminando falhas que poderiam virar um grande defeito futuramente e, assim, aumentando ainda mais o tempo de ociosidade que o veículo necessitaria para os reparos.

Documentação

Muita gente acredita que apenas as manutenções e um controle ineficiente impactam na disponibilidade da frota. Contudo, é preciso lembrar também que é necessário fazer uma gestão eficiente dos documentos.

Existem muitos casos em que os veículos atrasam ou chegam a ficar parados devido à falta de certos documentos — seja do veículo ou da carga que será transportada — ou a problemas em sua liberação.

Como um software de gestão de frotas pode auxiliar no controle de disponibilidade da frota?

O software de gestão de frotas proporciona maior controle sobre os planos de manutenção — que incluem as manutenções realizadas e o estoque de peças de reposição — e também sobre a documentação dos veículos. Isso contribui para que haja um planejamento mais assertivo, além de maior controle sobre as atividades realizadas e sobre a disponibilidade dos caminhões.

O controle da disponibilidade da frota ajuda a garantir que as falhas que ocasionam a ociosidade sejam minimizadas — ou até eliminadas — e deixem de influenciar negativamente os resultados da gestão da frota. Vale lembrar que a indisponibilidade também pode refletir diretamente nas receitas da empresa, visto que as atividades podem ser reduzidas consideravelmente se não há veículos disponíveis para realizar a operação. Assim, fazer uma boa gestão de disponibilidade da frota é uma boa maneira de cortar gastos na sua empresa.

O que você achou desse conteúdo? Já sabia da importância desse controle? Deixe suas opiniões nos comentários e aproveite para curtir a nossa página no Facebook e ficar por dentro das novidades da Sofit4!

  “O sistema é muito bom, estão de parabéns, mesmo iniciando já aprendi muita coisa, e sei que tenho ainda muito a aprender”. – Nosso cliente, Natville.