Como funciona um rastreador de carro e como escolher o melhor

Entre as medidas de segurança mais eficazes do mercado, o rastreador de carro, sem dúvida, é uma das mais vantajosas para uma frota de veículos.

É uma maneira de rastrear o automóvel e garantir que o trajeto do veículo seja monitorado de forma prática e satisfatória.

Isso porque esse modelo de monitoramento de frota consegue aliar um bom custo a qualidades essenciais na hora de garantir a tranquilidade da segurança ao gestor. 

Com um bom rastreador de carro é possível, além de ter acesso à localização do veículo.

Além disso, você também pode analisar métricas e, com isso, traçar planejamentos assertivos não apenas de segurança, mas também de ampliação de eficiência e lucratividade. 

Neste artigo vamos te explicar como funcionam os rastreadores veiculares e também como você pode escolher o que melhor se adequa às necessidades da sua equipe. 

Segurança em primeiro lugar

Não é algo que você já não saiba: a quantidade de roubo de veículos e cargas no Brasil é grande e tem apresentado aumento ano a ano. 

De acordo com dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, entre os anos de 2015 e 2020, uma média de 523.000 carros foram roubados no país, o que representa quase um veículo por minuto. 

Estados como Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo são campeões nesses números.

Quando fazemos o recorte de veículos que estão à serviço de transporte de mercadorias, os dados são ainda mais alarmantes, porque mostram que, em 2020, os prejuízos somados foram de mais de R$ 1,2 bilhões

Pensar em adotar uma medida de segurança como o uso de um rastreador de carro é importante não só porque garante que a sua frota de veículos esteja melhor assistida em um contexto de aumento de casos de furtos. 

Além da localização, com o monitoramento veicular, é possível criar, a partir de dados como tempo de percurso, distância e velocidade, métricas para aumentar a eficiência da sua equipe. 

Como funciona o rastreador de carro?

Provavelmente você já assistiu a filmes de ação que contam com um rastreador veicular.

A clássica imagem de alguém acompanhando um veículo à distância por uma tela.

A tecnologia já não é mais tão nova assim e deixou de ser restrita aos filmes de Hollywood: cada vez é mais acessível a vários bolsos. 

Basicamente, o rastreador veicular é um aparelho que deve ser acoplado em um local estratégico do veículo. Geralmente, escondido para não dar margem para bandidos danificarem.

A partir desse dispositivo, baseado em geolocalização, será possível ter acesso, em tempo real, ao endereço onde o carro está.

Um rastreador pode funcionar tanto por radiofrequência quanto a partir do GPRS, onde envia sinais armazenados pelo GPS à central de monitoramento. 

Já é possível encontrar modelos conectados diretamente à internet e que fornecem algumas métricas além da posição exata de latitude de longitude do carro. 

Mas qual a diferença entre rastreador e telemetria?

Essa é uma pergunta que muitos se fazem na hora de decidir entre qual dos modelos de segurança adotar de primeira.

Podemos dizer que o rastreador de veículos fornece menos informações, ainda que bastante precisas, ao mesmo passo que tem uma instalação mais barata. 

Já a telemetria veicular funciona de maneira parecida com o rastreador, no sentido de que também é feita através de aparelhos que emitem, em tempo real, informações sobre o carro. 

No entanto, no caso da telemetria, é possível acessar informações mais detalhadas como aspectos mecânicos do veículo. Dá para saber, por exemplo, quantas vezes o condutor do veículo freou. 

Para escolher por qual dos dois optar, a dica é colocar na ponta do lápis qual o orçamento disponível e quais são as métricas essenciais para a sua empresa. 

É possível ter acesso a rastreadores básicos em valores que são a partir de R$ 100 por veículo, já a telemetria tem um valor de entrada mais alto: por volta dos R$ 800, a depender do modelo.

Logo, avalie: é realmente necessário saber quantas vezes os condutores realizaram determinadas ações (tais como realizar mudanças de velocidades ou quantidade de frenagem) ou basta saber a localização do veículo?

São questões que apenas o gestor pode responder e que dependem de caso a caso.

Ebook Como fazer a gestão de grandes frotas leves

Optei pelo rastreador veicular: agora como escolher?

Após a decisão, vem o momento de entender qual o melhor modelo para a realidade do seu negócio. Como explicamos acima, existem dois modelos básicos de rastreador:

  • Via GPS: as informações são enviadas a satélites que conseguem se comunicar em tempo real com os aparelhos. A área de abrangência também é praticamente 100% do território. 
  • Via radiofrequência: funciona através de ondas eletromagnéticas. A eficiência é menor do que no caso do GPS, com um tempo de resposta mais longo. Em vez de ter acesso exatamente em tempo real, pode haver alguns poucos minutos de variação. 

Para entender qual dos dois é melhor optar, é importante levar em consideração os seguintes aspectos:

  • Os meios pelos quais você gostaria de ter acesso à localização, tais como dispositivos móveis ou não, aplicativos de smartphone…
  • Quais são as áreas que majoritariamente a frota circula? São áreas urbanas cuja cobertura de serviços de geolocalização são eficientes? São áreas mais afastadas, de difícil acesso?

Munido dessas respostas a escolha fica bem simples. É só procurar uma equipe capacitada e de confiança para fazer a instalação do aparelho desejado e voilá: chega de preocupação. 

Rastreador de carro: segurança para a sua frota

Como vimos acima, com valores bastante acessíveis é possível ter acesso à tecnologia do rastreador de carro. É importante sempre prevenir do que remediar, principalmente quando falamos sobre a segurança da frota.


Assim, gerir uma eficiente frota leve demanda estratégias que só um bom gestor tem em mente.

Então, para mais informações úteis, confira também o e-book produzido pela Sofit, com informações sobre Como fazer a gestão de grandes frotas leves