Gerenciar mais de 270 veículos e mais de 300 motoristas com processos totalmente manuais não é apenas ineficiente — é insustentável.
Essa era a realidade da Cooral antes de adotar o SofitView. Cada processo vivia em uma planilha diferente, sem integração entre áreas, sem histórico consolidado e com a tomada de decisão dependendo do esforço individual de cada pessoa. Um cenário que muitos gestores de frotas ainda reconhecem como o próprio dia a dia.
A mudança veio quando a Cooral decidiu que planilha não era mais suficiente. E o que aconteceu depois mostra, na prática, o que a digitalização realmente entrega.
Quando a planilha chega no seu limite
Existe um ponto em qualquer operação de frota em que o controle manual para de escalar. Para a Cooral, esse ponto estava na complexidade de integrar diferentes segmentos e cooperados em um único processo coerente.
Antes da Sofit, a operação funcionava assim: pneus em uma planilha, manutenções em outra, abastecimentos em uma terceira. Cada área controlava o que conseguia, no seu próprio formato, sem que as informações se falassem. Quando alguém precisava de uma visão consolidada da frota, precisava juntar tudo manualmente — e rezar para que os dados batessem.
“Totalmente manual. Era assim antes da Sofit”, resume Cristiane Ornelas, Consultora de Gestão de Frota da Cooral.
O problema que parecia operacional era, na verdade, estratégico. Sem dados centralizados e confiáveis, era impossível antecipar problemas. A frota operava em modo reativo: o problema aparecia, a equipe resolvia. O ciclo se repetia.
Se você reconhece esse cenário, vale entender os principais desafios da gestão de frotas leves e como eles se amplificam à medida que a operação cresce.
O que a Cooral buscava em uma solução
Na hora de escolher um sistema, a Cooral tinha critérios claros. Não bastava um repositório de dados — a necessidade era de uma plataforma que integrasse os diferentes segmentos e cooperados da operação em um único lugar, com processos padronizados e rastreáveis.
“A Sofit torna os processos mais claros e profissionais, além de integrar os diversos segmentos e cooperados”, conta Cristiane.
O processo de implementação foi conduzido com suporte completo da equipe Sofit. E, conforme a operação evoluiu e novos ajustes foram necessários, o suporte acompanhou cada etapa — sem que a Cooral precisasse resolver sozinha os desafios da transição.
O que mudou depois da digitalização
Com a operação centralizada no SofitView, os resultados foram sentidos em múltiplas frentes ao mesmo tempo.
Controle de pneus e manutenção: do caos à rastreabilidade
O controle de pneus e manutenções era o processo mais crítico da Cooral — e o que mais sofria com a descentralização. Com a Sofit, passou a ser feito de forma padronizada e completamente rastreável.
O módulo de gestão de manutenção permite programar revisões com base nos dados reais de cada veículo, eliminar manutenções no prazo fixo que aconteciam antes do necessário e ter histórico completo de cada intervenção — acessível a qualquer momento, por qualquer pessoa da equipe autorizada.
O controle de pneus seguiu a mesma lógica: rastreamento do ciclo de vida de cada pneu por veículo, alertas de troca antes do desgaste crítico e fim da dependência de memória individual para saber o que foi feito e quando.
Tempo da equipe de volta para o que importa
“Maior controle, padronização dos processos, maior clareza e uma grande economia de tempo”, lista Cristiane ao descrever os ganhos.
Quando o sistema cuida dos registros, dos alertas e dos relatórios, a equipe deixa de gastar horas consolidando planilhas e passa a usar esse tempo para tomar decisões. É uma mudança que parece simples na descrição — e que transforma completamente o ritmo da operação na prática.
A automação de processos operacionais da Sofit foi central nesse resultado: checklists digitais, controle de documentos e registros de abastecimento passaram a acontecer de forma integrada, sem retrabalho e sem risco de perda de informação.
Decisões mais rápidas e embasadas
O impacto mais estratégico veio nos relatórios. Com os dados organizados e acessíveis nos dashboards e relatórios personalizados da plataforma, a equipe da Cooral deixou de operar no escuro.
“As decisões se tornaram mais rápidas e assertivas”, reforça Cristiane.
Isso não é detalhe. Em uma frota de 270 veículos, uma decisão de manutenção tomada com dados reais — e não com intuição ou registro atrasado — pode evitar paradas não planejadas que custam muito mais do que o valor da peça.
Dados que mostram a escala da transformação
Antes da Sofit | Depois da Sofit |
Processos manuais em planilhas desconectadas | Operação centralizada em uma única plataforma |
Sem histórico consolidado da frota | Histórico completo e rastreável por veículo |
Decisões baseadas em memória e esforço individual | Decisões baseadas em dados em tempo real |
Dificuldade para integrar cooperados e segmentos | Todos os segmentos integrados em um só sistema |
270+ veículos sem visibilidade unificada | 270+ veículos com gestão padronizada e escalável |
Uma plataforma que ela recomenda para todos os clientes
Para Cristiane Ornelas, a experiência com a Sofit foi além de uma contratação de software. Como consultora de gestão de frotas, ela passou a indicar a plataforma para toda a sua rede de clientes.
“Eu indico a Sofit para todos os meus clientes por ser de fácil atendimento. Além disso, temos o suporte para nos auxiliar sempre que necessário.”
Essa indicação espontânea — vinda de uma profissional que avalia sistemas de gestão de frota no dia a dia — diz mais sobre a plataforma do que qualquer lista de funcionalidades.
É o tipo de resultado que acontece quando tecnologia, suporte e comprometimento caminham juntos. Assim como aconteceu com a Atlas Copco e com a Biolab — outras operações que fizeram a mesma transição e colhem resultados parecidos.
A história da Cooral começa com o mesmo problema que você provavelmente tem agora
Se a sua frota ainda depende de planilhas, processos manuais e do esforço individual de cada pessoa para funcionar, o cenário que a Cooral vivia antes da Sofit é familiar.
A boa notícia: digitalizar uma operação de 270 veículos não exigiu meses de implantação traumática nem equipe de TI dedicada. Exigiu o sistema certo e suporte real durante a transição.
Se você gerencia uma frota com os mesmos desafios — especialmente operações complexas com múltiplos segmentos, cooperados ou filiais — vale entender como a gestão de frota corporativa funciona quando estruturada com dados e processos padronizados.
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FAQ — Perguntas frequentes sobre digitalização de frotas
Quanto tempo leva para digitalizar uma frota com mais de 200 veículos?
Depende da complexidade da operação e do nível de estruturação dos dados existentes. Com suporte ativo durante a implantação — como a Sofit oferece — é possível migrar processos críticos em semanas, com a equipe operando no sistema novo sem paralisar a rotina.
Vale a pena trocar planilhas por um software de gestão de frota?
Para frotas acima de 15 veículos, a resposta é consistentemente sim. Planilhas não escalam: não emitem alertas, não cruzam dados entre áreas e dependem de atualização manual constante. O retorno sobre o investimento em software de gestão de frota normalmente vem da redução de manutenções corretivas, controle de combustível e recuperação de tempo da equipe.
Como um software de gestão de frota ajuda na gestão de cooperativas?
Cooperativas enfrentam o desafio de gerenciar veículos de múltiplos cooperados com processos padronizados. Um sistema como o SofitView centraliza as informações de todos os segmentos em uma única plataforma, com visibilidade individual por cooperado e consolidada para o gestor — eliminando a dependência de planilhas paralelas por área.
O que é mais importante controlar em uma frota de grande porte?
Os três processos de maior impacto financeiro são: manutenção preventiva (evita corretivas caras), controle de combustível (maior custo variável) e gestão de pneus (desgaste direto se mal rastreado). Os três podem ser automatizados e monitorados em tempo real com o sistema certo.





